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sábado, 30 de abril de 2011

Economia Redecard habilita 23 mil com celular para atingir classe C

Folha Online

A processadora de transações com "dinheiro de plástico" Redecard já habilitou 23 mil vendedores ou prestadores de serviços a usar celulares em "maquininhas de cartão de crédito", como estratégia para atingir a classe C. O público-alvo são profissionais autônomos, como taxistas ou profissionais liberais de saúde.

"O número é incipiente em relação ao nosso parque de 1 milhão de maquininhas, mas mostra o nosso compromisso em expandir essa operação", disse o diretor-executivo de Finanças Marcelo Kopel, em teleconferência com jornalistas, para comentar o balanço do primeiro trimestre.

A empresa anunciou ontem à noite que teve um lucro de R$ 281,3 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que representa um decréscimo de 20,2% sobre os ganhos apurados em idêntico período de 2010.

Kopel preferiu não revelar a meta para essa operação neste ano. Em termos de expectativas, o executivo somente admitiu a companhia acompanha as projeções do mercado, que preveem um crescimento entre 20% e 22% no volume de negócios com cartões de crédito e de débito.

No primeiro trimestre, o volume financeiro movimentado por cartões de crédito aumentou 28,7%, enquanto o giro financeiro com os "plásticos" de débito subiu 32,2%. Ambos os números são comparações com os primeiros três meses de 2010.

Em março, a Redecard contabilizava uma base de 1,14 milhão de equipamentos POS, ante 1,01 milhão em março do ano passado.

26ª BANDEIRA

A Redecard não descartou hoje tornar a marca Elo, dos bancos Bradesco e Banco do Brasil, na sua 26ª "bandeira". "A gente já manifestou em interesse em capturar [transações] com essa bandeira", disse hoje Kopel, sem fornecer maiores detalhes sobre eventuais negociações.

Com essa nova bandeira, Bradesco e BB visam atingir a classe C e têm por meta uma participação de mercado de 15% no setor de cartões de crédito, débito e vales, num prazo de cinco anos.

Inicialmente, mais de um milhão de estabelecimentos credenciados na Cielo --credenciadora em que os bancos têm participação-- já poderão aceitar os plásticos da nova bandeira.

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