Total de visualizações de página

domingo, 22 de maio de 2011

O desafio de atrair e reter talentos 16 de maio de 2011 | Dicas, Notícias

*Empresas desenvolvem políticas para serem desejadas, mas maior trunfo é a transparência*
Fonte: Clara Massote, especial para o Estado
Sabe aquela história de trabalhar a vida inteira na mesma empresa? Pois é, mudou. “É uma questão cultural. Hoje, os colaboradores buscam por desafios, não por estabilidade. Um bom salário não basta para manter um funcionário em seu cargo”, diz a diretora da empresa de recrutamento Projeto RH, Eliane Figueiredo. O aquecimento da economia – que cria cada vez mais vagas e estimula a competitividade das empresas – deu impulso a esse movimento e gerou uma nova cultura no mercado brasileiro: a busca e retenção de talentos.
Para manter bons funcionários na casa, companhias de variados portes e setores vêm lançando mão de inúmeros recursos – dos mais simples aos mais sofisticados. “A cada perda fica mais difícil para uma empresa encontrar outro colaborador à altura”, afirma Eliane. De acordo com a consultora, as políticas de retenção de talentos vêm sendo aplicadas há cerca de dez anos por empresas brasileiras, mas ganharam força com o bom momento vivido pela economia.
Os benefícios mais comuns são planos de previdência, bolsas de estudo e programas de qualidade de vida. Na outra ponta, há até a oferta de ações da empresa ao colaborador. Mas o recurso mais eficiente, de acordo com a especialista, é uma relação transparente entre diferentes níveis hierárquicos.
Sobrevivência. A escassez de profissionais qualificados também pesa. “As instituições de ensino não conseguem formar o tanto de profissionais que o mercado precisa”, explica a diretora executiva da Associação Brasileira de Recursos Humanos de São Paulo (ABRH-SP), Eliane Aere.
Para a diretora, a atração e retenção de talentos é uma estratégia de sobrevivência das empresas baseada, principalmente, no clima organizacional e nas perspectivas de carreira do colaborador. “Para que a retenção seja eficaz, deve haver uma convergência entre o que o funcionário deseja e o que a empresa tem a oferecer”, resume.

Nenhum comentário:

Postar um comentário