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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Obama pede fim de benefícios fiscais à indústria do petróle

O presidente Barack Obama manteve neste sábado a pressão sobre o Congresso americano para acabar com as isenções fiscais para empresas de petróleo e gás, afirmando que elas têm lucros muito grandes, como forma de limitar as consequências da política de preços da gasolina.

Com a irritação do povo sobre custos nos combustíveis afetando a popularidade de Obama quando ele acelera sua corrida à reeleição em 2012, o presidente pressiona seu pedido para a reversão de US$ 4 bilhões em "injustificados subsídios fiscais", em um momento de apertar os cintos sobre o orçamento em Washington.

Mas os republicanos da oposição mantêm os esforços para culpar o presidente democrata sobre um aumento nos preços do gás, o que está pesando no bolso nos americanos em um momento de alta do desemprego e lenta recuperação econômica.

"Quando as empresas de petróleo estão registrando lucros enormes e você está se esforçando na bomba (de combustível), e estamos revisando o orçamento para achar despesas que podemos reduzir, estes benefícios fiscais não são certos", disse Obama em seu programa semanal de rádio e web. "Eles não são inteligentes. E nós precisamos acabar com eles."

Empresas de petróleo reportaram fortes altas nos lucros no primeiro trimestre, com os preços do barril acima de US$ 100 por conta da instabilidade no Oriente Médio e o aumento da demanda global por energia. Obama reafirmou que continua comprometido com "a produção doméstica de petróleo seguro e responsável", mas disse que que o dinheiro dos subsídios fiscais à industria de petróleo seria melhor utilizado no desenvolvimento de fontes alternativas de energia.

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