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domingo, 24 de julho de 2011

Tecnologia de pagamento via celular deve ganhar mercado em quatro anos

Quatro anos: esse é o tempo estimado para que o celular passe a ser também uma carteira eletrônica. Em vez de carregar cartões de crédito, débito e até o cartão de vale-transporte, as despesas serão pagas com um comando no telefone. 

O prazo de 2015 para a disseminação do serviço só foi possível depois de voos-solo, com resultados tímidos e tropeços, e a percepção de que empresas precisariam unir esforços para abrir esse novo mercado.

As primeiras iniciativas de pagamento móvel no Brasil são de 2006, mas, como ações isoladas de operadoras de telefonia ou bancos, naufragaram na dificuldade de construir uma rede de lojistas que aceitassem o sistema e convencer o consumidor de que pagar com o celular era realmente mais prático e eficiente do que o cartão de crédito ou débito.

E não é só no Brasil que a experiência de mobile payment (pagamento por dispositivos móveis) está em desenvolvimento. Nos Estados Unidos, por exemplo, também pipocam projetos — o mais emblemático é a Google Wallet, em parceria com o Citibank e a Mastercard, que permitirá o pagamento sem necessidade de inserir um cartão na máquina de pagamento. Somam-se a essa ação o desenvolvimento de diversos aplicativos que efetuam o pagamento pelos smartphones, como um criado pela Starbucks.
  O que parece consenso entre as empresas é a necessidade de somar forças para que o pagamento pelo celular deslanche. Depois dos números reduzidos do Oi Paggo, que funciona por envio de SMS, a operadora formou uma join venture com a Cielo para a aceitação do celular nos pontos de venda — a rede deve ser montada até o final do ano, e a expectativa é que o número de estabelecimentos habilitados a receber pagamentos pela bandeira Paggo salte dos atuais 75 mil para 1,9 milhão, o número de estabelecimentos com máquinas da Cielo no Brasil.

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