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sábado, 8 de outubro de 2011

Apenas 24% das empresas estão satisfeitas com mensuração do ROI, indica pesquisa Principal dificuldade apontada é tangibilizar o retorno e a ação mais complicada de mensurar são patrocínios


Divulgação/MundoMarketing
Homem com calculadora
Quanto às metodologias de cálculo, empresas brasileiras ainda se concentram nas mais tradicionais, como análises quantitativa e qualitativa por meio de modelos estatísticos relativamente simples
Parte das empresas brasileiras parece não ter encontrado a melhor forma de estimar o resultado dos investimentos emMarketing, indica pesquisa da Amcham feita com 42 gestores e profissionais da área em São Paulo. Apenas uma minoria de 24% dos entrevistados disse estar satisfeita com a metodologia em uso de mensuração do retorno de recursos aplicados.
A principal dificuldade encontrada no processo é tangibilizar os benefícios das ações realizadas, de acordo com 50% dos consultados. Em segundo lugar, vem a padronização de dados e informações de todos os departamentos envolvidos, com 26% das respostas e, por último, encontrar ferramentas tecnológicas que auxiliem na atividade, com 17%.
Para 43% das empresas, patrocínios e apoios institucionais são consideradas as ações mais complicadas de mensurar o retorno dos recursos aplicados. Em seguida vêm as medidas de publicidade e propaganda (29%), merchandising (12%), assessoria de imprensa (10%) e Marketing digital (5%).
As variáveis que as companhias usam hoje na mensuração dos resultados de Marketing são, principalmente, a análise do aumento das vendas (40%), dos lucros (19%), do reconhecimento da marca (19%) e da participação no mercado (12%).

Já em relação a metodologias de cálculo, as empresas brasileiras ainda se concentram nas mais tradicionais, como análises quantitativa e qualitativa por meio de modelos estatísticos relativamente simples, que obtiveram 38% das respostas.
A mensuração da taxa e do tempo de retorno do investimento analisando os ganhos totais da empresa obteve 31% e o Retorno sobre Objetivos, que tem como métrica o objetivo específico ao qual a ação está atrelada ao realizar o investimento, apareceu com 7%. Por último, está a análise de bottom line (5%), que se refere à comparação direta entre investimento e aumento das vendas.

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