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domingo, 27 de novembro de 2011

Inventing the Collaborative Workspace - Adam Richardson - Harvard Business Review

Inventing the Collaborative Workspace - Adam Richardson - Harvard Business Review

The Five Skills of Disruptive Innovators - Jason Sylva - HBR Events - Harvard Business Review

The Five Skills of Disruptive Innovators - Jason Sylva - HBR Events - Harvard Business Review

Movimento nas transportadoras deve aumentar 30% no final do ano ~ Parceiro do Frete

Movimento nas transportadoras deve aumentar 30% no final do ano ~ Parceiro do Frete

Itaú entra no mercado de pagamento de fretes ~ Parceiro do Frete

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Transporte ferroviário é mais caro que rodoviário no PR, diz estudo ~ Parceiro do Frete

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300 mil motoristas estão com “nome sujo” ~ Parceiro do Frete

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A dificuldade e a asituacao dos caminhoneiros brasileiros.

"Um País inovador depende de jovens empreendedores dispostos a errar"

"Um País inovador depende de jovens empreendedores dispostos a errar"


-- CAROLINA DALL'OLIO --
André Martins, presidente do grupo Jovens Líderes Empresariais (JLide), fala sobre como os novos empresários estão criando negócios mais competitivos


Divulgação
Para especialista, jovens criam empresas não apenas para ganhar dinheiro
De cada três empreendedores brasileiros, um abriu a empresa por necessidade e dois montaram seu negócio porque de fato identificaram uma oportunidade. A informação é do Global Entrepreneurship Monitor 2010 (GEM), relatório que mapeia o nível de empreendedorismo de 59 países ao analisar empresas com até 42 meses de vida.

Mas nem sempre foi assim. Até 2003, os empreendimentos criados por necessidade eram maioria no País. Além da melhoria nas condições econômicas do País, outro fator que o GEM aponta como relevante para a mudança da natureza empreendedora brasileira está no perfil dos novos empresários. Mais jovens e mais escolarizados, eles têm conseguido criar empresas mais competitivas e conectadas  aos avanços tecnológicos.

Nesta entrevista, o empresário André Martins, presidente do grupo Jovens Líderes Empresariais (JLide) fala sobre o perfil do jovem empreendedor brasileiro e sobre as empresas que eles estão ajudando a criar:

Estadão PME: Qual é o perfil do jovem empreendedor hoje?
André Martins: Em geral, são jovens de até 30 anos que criam empresas não apenas para ganhar dinheiro. Eles têm a visão de construir empregos, com foco em soluções e alternativas que integrem tecnologia.

Estadão PME: Mas por que eles têm essas características? O que mudou no mundo que os faz agir assim?
André Martins: Vivemos no mundo da tecnologia. É um mundo em que as oportunidades surgem muito rapidamente e precisam ser aproveitadas também com velocidade. Há novos aplicativos, novas ferramentas surgindo a todo minuto. É muita gente criando, inovando, pensando. A informação circula rapidamente. Por isso, o cenário é favorável ao jovem empreendedor, que se adapta bem a essa situação. É claro que o empresário brasileiro ainda enfrenta dificuldades para acompanhar essas mudanças, por falta de preparo. Muitas vezes temos que usar a criatividade para superar nossa falta de capacitação. Mas estamos avançando.

Estadão PME: E qual o perfil das empresas criadas pelos jovens?
André Martins: Eles tendem a criar empresas mais flexíveis, com foco em resultados e metas claras. São empresas que funcionam com base em relações de confiança muito fortes. É isso: a palavra é “confiança”. Isso faz com que essas empresas evoluam com agilidade, sem muitas amarras.

Estadão PME: Mas nessas estruturas também existem relações conflituosas. Como ficam, por exemplo, os profissionais mais maduros nesse contexto?
André Martins: O conflito de gerações é algo que sempre ocorreu. É algo inerente às mudanças de ideias e hábitos da sociedade. Como as mudanças ocorrem agora com muita velocidade, o choque talvez seja maior. Mas o que os jovens empresários precisam entender é que uma nova geração não constrói uma nova identidade sozinha. Não é inteligente deixar os profissionais mais experientes de lado. Pelo contrário. É preciso que os empreendedores tenham uma visão de longo prazo e se cerquem de pessoas com características complementares às suas. Os jovens não têm experiência, mas os mais velhos têm, e isso faz toda diferença.

Estadão PME: Quais são as falhas mais comuns dos jovens empreendedores?
André Martins: Há muitos jovens turrões. Com uma tendência autoritária mesmo. Ele acha que ele criou, ele sabe, só ele conhece. Então as coisas têm que ser feitas do jeito dele e pronto. Há casos em que isso até pode dar certo, como aconteceu com o Steve Jobs (fundador da Apple). Mas é claro que essa não é a regra. Então muitos desses empresários vão quebrar a cara ao adotar essa postura. Mas o erro é válido. É preciso errar.

Estadão PME: Por quê?
André Martins: Essa geração tem a chance de aprender a valorizar o erro. É claro que não devemos glorificar o erro, mas temos que valorizá-lo. Um empreendedor cuja empresa faliu teve a chance de aprender com os erros e poderá criar um negócio muito melhor na segunda tentativa. É isso que essa geração tem que entender. Precisa aprender com o erro e superar a dificuldade, em vez de simplesmente desistir. Esse é o princípio da inovação. E os jovens são aqueles que têm mais potencial para inovar, porque podem se arriscar mais. Não têm uma família para sustentar. Um País inovador depende muito de jovens empreendedores dispostos a errar.

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sábado, 26 de novembro de 2011

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Quatro passos para transformar problemas em inovação

Quatro passos para transformar problemas em inovação
Posted: 22 Nov 2011 07:30 AM PST


A melhor maneira de inovar é treinar seus funcionários para caçar problemas – e ter um método para resolvê-los, é claro. Para isso, basta identificar quatro habilidades essenciais dos funcionários e dividir a tarefa entre quem é mais capaz de conduzir cada etapa.

Essa é a base da estatégia de criatividade aplicada, criada pelo consultor canadense Min Basadur, especialista em psicologia organizacional. Ele já testou sua teoria em empresas como Procter & Gamble, Pepsico e Pfizer. “Problemas são os ovos dourados de uma empresa, e jamais devem ser vistos sob um aspecto negativo”, afirma.

Basadur esteve no Brasil para ministrar o curso “Criatividade para a Inovação - Um Novo Processo”, na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), nos dias 21 e 22/11. Por telefone, ele conversou com o Papo de Empreendedor e explicou como uma empresa pode montar um time capaz de transformar problemas em boas oportunidades de negócios.


Para o especialista, o primeiro passo de um gestor é detectar na equipe quem tem cada uma destas habilidades:

1) Gerador: profissional com sensibilidade para detectar problemas e oportunidades;

2) Conceituador: criativo, pensa em diversas alternativas para resolver problemas;

3) Otimizador: é quem cria opções para colocar a ideia em prática com sucesso;

4) Implementador: põe a mão na massa e tem boa aceitação entre colegas para implantar mudanças.

Quando as habilidades de cada um forem identificadas, é hora de partir para a ação. Confira, a seguir, as táticas ensinadas por Basadur.

Como funciona o processo de criatividade aplicada?

Inovar é resolver problemas complexos, e esse processo começa quando a empresa é proativa e identifica o que o consumidor não consegue resolver. Mas o cliente não é a única fonte de pesquisa. Podem-se descobrir problemas em qualquer lugar: conversando com pessoas, lendo o jornal, abrindo os olhos para o mundo.

Quem está aberto ao ambiente fica sensível a problemas e oportunidades. Esse é o perfil que chamo de gerador – aquele que sempre procura problemas que viram oportunidades. A segunda fase é a de conceitualização, onde outros profissionais pegam essas oportunidades e a transformam em um problema bem definido e compreensível.

Na terceira fase, a de otimização, a equipe obtém uma solução, uma ideia. Já a quarta fase é a de implantação. Empresas inovadoras são as que incentivam continuamente os funcionários a completar essas quatro etapas.

É errado perguntar ao cliente o que ele quer?

É uma pesquisa pouco produtiva. Se perguntar ao cliente o que ele quer, ele vai dar uma solução, e isso qualquer um pode fazer. O diferencial é identificar os problemas dos quais ele nem tem consciência ainda.

Por isso é preciso trabalhar com os consumidores para saber o que está faltando e inovar no modo de encontrar problemas, e não soluções. É encontrar o que está oculto e que o cliente não consegue articular, a menos que você o ajude a descobrir, fazendo perguntas como “o que te impede de fazer isso?”.

Como construir uma boa equipe para resolver problemas?

Um bom gestor é alguém que sabe engajar pessoas com esses diferentes estilos (gerador, conceituador, otimizador e implantador). Primeiro, precisa descobrir quais são dominantes em cada funcionário, para fazer uma mistura equilibrada.

Observando o comportamento deles, o gestor sabe quem gosta de identificar oportunidades, quem gosta de resolver questões e quem põe a mão na massa. Não é difícil, mas requer treino. Só é preciso gostar do processo, e não tratar problemas como negativos, mas como oportunidades.

Todos os funcionários devem ser resolvedores de problemas?

Sim, todo mundo. É melhor não deixar a responsabilidade para um departamento, pois não dá para mudar uma área sem mudar as outras, pois elas vão resistir. A direção deve, então, identificar problemas estratégicos e formar times interdepartamentais, pois resolver problemas complexos requer colaboração.

E todos devem estar empolgados com o motivo pelo qual a empresa quer inovar. Seus funcionários nunca devem se acomodar na satisfação com o cargo e com os produtos: têm de descobrir sempre bons problemas para resolver. Encorajar o funcionário a descobrir problemas e a desenvolver e implantar soluções é muito motivador, pois estimula a criatividade.

Mas nem todo empresário gosta de compartilhar suas ideias…

Empreendedores temem compartilhar suas ideias porque têm medo de que alguém possa roubá-las. Mas, se ele for um puro gerador, só conseguirá inovar parcialmente, então vai precisar de pessoas com habilidades complementares para ajudá-lo. Muitos não percebem que apenas ter uma ideia não basta: é preciso envolver outras pessoas para cumprir os quatro estágios e inovar.

Qual é a importância do crowdsourcing para encontrar soluções?

Há 10 ou 20 anos, uma empresa levava meses para levantar informações que hoje se obtêm em segundos pela internet. Se você não usar a rede, seu concorrente vai usar. Mas é preciso ser seletivo com essa rede e estar preparado tanto para compartilhar o crédito como para agir rapidamente para se proteger. Ter um bom advogado de propriedade intelectual ajuda bastante.

Ache colegas que têm estilos diferentes do seu e que possam ser úteis. Quando tenho uma ideia, como gerador, logo compartilho com um amigo que é um ótimo otimizador. Ele rapidamente a transforma em um plano prático, daí avançamos. Dependemos um do outro, e isso é bom. Sem confiança, você fica para trás.

Gestão de Frotas - uma decisão inteligente

Sempre quando o assunto é "frota de veículos", inicialmente vem a nossa mente: um pátio cheio de veículos a espera de seus condutores.

Realmente essa é a primeira imagem que temos, mas o número de processos que ocorrem para que esses veículos estejam ali prontinhos, vai muito além da nossa imaginação.

Uma frota começa a partir da compra do primeiro veículo. Daí, será necessário a regularização dos documentos para que esse veículo possa transitar livremente pelas ruas. Essa documentação abrange, tanto a certidão de nascimento do veículo (CRLV - Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo) quanto a autorização para se transitar nas vias públicas (IPVA - Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

Você poderá optar em providenciar essa documentação por si próprio ou contratar uma empresa (Despachante) para que ela possa te representar diante do DETRAN, orgão público responsável pela liberação desses documentos.

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Com o veículo regularizado, você deverá manter o controle das revisões e manutenções, sejam elas preventivas ou corretivas. Esse é um ponto de extrema importância, pois se você quer evitar o desgaste prematuro de peças, garantir a segurança do seu funcionário e principalmente, ter uma maior economia no consumo de gasolina e na troca de peças, você deve dar muita atenção às manutenções.

Um outro processo que envolve uma frota de veículos, é o controle da Inspeção Ambiental. Hoje em dia, está crescendo a preocupação com relação aos fatores que prejudicam o meio ambiente. As empresas estão investindo cada vez mais para diminuirem os poluentes que prejudicam a saúde.

Com o aumento da frota de veículos em todo o Brasil, o monóxido de carbono liberado na atmosfera pelos veículos, aumentou consideravelmente. Por esse motivo, algumas cidades já adotaram como tarefa obrigatória, a chamada Inspeção Ambiental para todos os veículos em circulação. Se na sua cidade ainda não é obrigatório essa inspeção (anual), brevemente isso poderá ocorrer, pois a cada dia, mais cidades estão aderindo a esse procedimento.

Resumindo, para se ter o controle de todos esses processos, tem que existir uma boa gestão da frota. Se para um veículo, você deve ter muita atenção a esses detalhes, imagine uma frota de 50, 100, 500 ou mais de 1000 veículos?

JSL compra Rodoviário Schio por R$ 250,3 milhões de olho em ganho de margens

JSL compra Rodoviário Schio por R$ 250,3 milhões de olho em ganho de margens

22 de novembro de 2011 • 09h35
Por: Graziele Oliveira



SÃO PAULO – A JSL (JSLG3), antiga Júlio Simões Logística, comunicou nesta terça-feira (22) a aquisição, por R$ 250,3 milhões, de 100% da Rodoviário Schio.

O montante corresponde ao valor atribuído à Schio é de R$ 405 milhões, no entanto, a dívida líquida e ajustes da companhia somam R$ 154,7 milhões. De acordo com nota, será retido do valor da operação, até 2 de janeiro de 2017, o montante de R$ 65 milhões, que deverá ser corrigido por 100% do CDI (Certificados de Depósito Interbancário), para garantir o pagamento de eventuais passivos e contingências da Schio com fatos geradores anteriores à data de fechamento.

Para financiar esta operação, a JSL contratou um financiamento bancário no montante de R$ 300 milhões, com prazo final para pagamento de oito anos, sendo os cinco primeiros anos de carência.

O valor líquido da operação será pago aos atuais acionistas da Schio em duas etapas, pela compra de ações e pela incorporação da Schio pela companhia. As ações de emissão da Schio serão substituídas por novas ações a serem emitidas pela JSL.

Motivos para a compra
Segundo a JSL, a aquisição da Schio permitirá à companhia ganho de escala, com aumento de sua plataforma de serviços logísticos, introduzindo-a no mercado de alimentos e produtos de temperatura controlada, ampliando sua atuação na América do Sul.

Lembrando que a Schio atua nos segmentos de alimentos e bebidas, higiene, limpeza, entre outros e conta com frota de mais de 1.400 ativos operacionais próprios (entre caminhões, cavalos mecânicos e carretas), além de mais de 2.300 veículos de terceiros e operações em 10 centros de distribuição.

Em 2010, a empresa, que tem operações no Brasil, Argentina, Uruguai, Venezuela e Chile, apresentou receita líquida de R$ 327,4 milhões e Ebitda (geração operacional de caixa) de R$ 68,5 milhões.

Medo o maior inimigo do sucesso!

Como eu faço para lidar com o medo
Posted: 24 Nov 2011 05:29 AM PST
Vou contar um segredo para vocês. Eu tenho medo.

Medo da Empreendemia não dar certo. Medo do Bahia cair pra série B. Medo da minha vida profissional atrapalhar minha vida pessoal e, principalmente, medo de você não ler esse artigo até o fim porque eu fiquei repetindo que tenho medo.

Porém, isso não me impede de trabalhar diariamente pra Empreendemia dar certo, torcer pelo glorioso Bahia, dar um jeito de conciliar o profissional com o pessoal e, principalmente, escrever esse artigo até o fim.


É um pássaro? Um avião? Não, é um cara pulando nas pedras...

Risco é igual ao impacto da merda desilusão multiplicado pela probabilidade dela acontecer
Uma técnica que tem me ajudado muito é pensar “Qual a pior coisa que pode me acontecer?”.

No caso de começar uma empresa, a probabilidade de algo dar errado é consideravelmente alta. Para compensar isso, o que eu fiz foi minimizar o impacto caso isso aconteça.

Na prática, eu gastei o mínimo de dinheiro possível e fiz questão de aprender tudo que podia sobre minha área de atuação. Se eu falhar na Empreendemia, tenho certeza que sou extremamente capacitado na minha área e consigo voltar em uma boa posição no mercado de trabalho.

Foque no benefício, não no custo
Praticamente qualquer decisão passa por uma análise (muitas vezes inconsciente) sobre o custo e o benefício.

Infelizmente, boa parte das pessoas foca apenas no custo (a fonte de medo) e esquece do benefício (a fonte de coragem). Isso as impede de fazer coisas memoráveis.

Quando vou tomar uma decisão, minha análise sempre começa por “Qual vai ser o benefício?”. Só depois penso no custo. Se ele for menor do que o benefício, game over, a decisão vale a pena.

Falar é mais fácil do que fazer, mas te garanto que é um hábito que você consegue treinar ao longo do tempo.

Descubra onde o custo de não arriscar é maior do que o de arriscar
Quando decidi começar a Empreendemia, minha opção era seguir em uma carreira que eu achava simplesmente um saco.

Ficar em um ambiente que eu não me sentia em casa era infinitamente mais doloroso do que o risco de ficar sem salário, ser chamado de desempregado e diversos outros custos ligados à jornada do empreendedor.

Lembrando que, se tudo desse errado, eu estaria bem capacitado para poder voltar atrás.

Se você tem medo, é um sinal de que isso é relevante
Qual foi a última vez que você comemorou freneticamente (daquelas comemorações de sair correndo e gritando “Scooooreeeeee!!!”) uma conquista em que não havia nenhum risco?

Se você tem medo de fazer algo, isso é um sinal óbvio de que é algo importante. Se não fosse importante, por que você teria medo?

Ou seja, se você tem medo de algo, provavelmente o benefício é maior do que o custo e vale a pena correr atrás disso.

Use a técnica do “Ah, já estou aqui, vambora!”
A primeira lembrança que tenho de lidar com o medo é da época em que eu tinha medo de montanhas-russas. Minha tática era simplesmente entrar na fila, que é algo fácil de se fazer. Ninguém tem medo de entrar em filas.

Depois que eu estava na fila, seria simplesmente ridículo pular a correntinha e sair correndo. Então eu pensava “Ah, já estou aqui, vambora!”.

Essa mesma técnica me ajudou a superar meu medo de falar em público.

Me candidatar para apresentar algo não me dava medo. Montar uma apresentação não me dava medo. Subir atrás do palco também não me dava medo.

Ir pra frente de todo mundo e apresentar, isso sim me borrava de medo. Mas depois que todo mundo está te esperando, você tem a apresentação pronta e está no fundo do palco, ir embora seria simplesmente ridículo. Então a única coisa a pensar é “Ah, já estou aqui, vambora!”.

E você, tem casos bacanas pra contar sobre como supera o medo no dia-a-dia? Agradeço muito se você compartilhar suas dicas aqui nos comentários.

Abraços,
Millor Machado (com medo desse artigo ser desprezado, mas já estou que aqui, vambora!)



Para te dar aquela motivação extra pra correr atrás e superar seu medo, recomendo demais o artigo Se você nunca falhou, você nunca viveu.

Além da coragem, existem outras características fundamentais para um empreendedor. Confira também o artigo Quais são as características do empreendedor?

Itaú apresenta solução de pagamento de fretes aos associados do SETCESP

EVENTO - SOLUÇÃO PARA A CARTA FRETE.


Itaú apresenta solução de pagamento de fretes aos associados do SETCESP

Data.: 24/11/2011
Fonte.: SETCESP


Na manhã de quarta-feira (23), o SETCESP recebeu seu associado mantenedor Itaú-Unibanco para uma palestra junto a seus demais associados. O tema do encontro foi a parceria da instituição financeira com a administradora de cartões Ticket, que resultou em uma solução para a carta-frete e gerenciamento de frotas.

Para a apresentação e explanação da novidade, estiveram presentes Luciano Quintela, gerente de Nichos de Mercado, e Rui Verdasca, gerente de Nicho Veículos, ambos do Itaú. Juntamente com eles estavam Eduardo Lopes, coordenador do Mercado Rodoviário, e Marco Mamari, diretor de Marketing e Produtos, da Ticket.

A solução é composta por dois produtos: o Compror Ticket Car e o Compror Ticket Frete, que tem vantagens específicas para o caminhoneiro autônomo. As duas são apresentadas em forma de cartão com chip e podem ser utilizadas para o pagamento das despesas com combustível, manutenção dos veículos e pneus.

A primeira opção promete redução de fraude, já que o caminhoneiro não precisará mais viajar com dinheiro e não precisará solicitar notas fiscais. Além disso, permite maior flexibilidade para pagar os abastecimentos.

O produto voltado para o caminhoneiro autônomo, o Ticket Frete, pode ser utilizado na rede MasterCard e também possibilita saques na rede Cirrus e Banco24Horas. Com ele, o caminhoneiro tem acesso aos extratos e saldos pela internet e também a informes de rendimentos. Outras facilidades são que ele não precisa abrir conta bancária e pode ter ainda um cartão adicional.

As empresas que aderirem à facilidade oferecida pelo Itaú terão duas opções para realizar o pagamento dessas despesas: à vista, com débito em conta ou boleto, ou a prazo, por meio de um limite de crédito rotativo.

Para conhecer os produtos, pode ligar diretamente para o Núcleo de Ativos do Itaú-Unibanco: 4004-1821 São Paulo e regiões metropolitanas, ou 0800-722 1821 para demais regiões - opção 03.
Postado por MARQUESI - NEWSLETTER às 07:13
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10 dicas para construir uma ótima rede de contatos

10 dicas para construir uma ótima rede de contatos
Posted: 24 Nov 2011 11:57 AM PST


Uma boa rede de contatos é justamente uma boa… rede. Quem são as pessoas que você conhece que podem agir exatamente como uma rede, que você joga adiante para atingir seus objetivos? Para desenvolver um bom network, é importante deixar claro o que você quer. Mas também é fundamental entender que você é parte da rede de outra pessoa e tem de estar disposto a se esforçar por ela também.

E como se desenvolve essa rede? O coach Mike “Ambassador” Bruny* elencou as seguintes dicas no site do Young Entrepreneur Council. Confira.

1. Tenha um objetivo. Antes de ir a um evento de networking, dedique um tempo para estabelecer o que você procura no atual momento. Fazer isso aumenta as chances de reconhecer aquilo que pode ajudá-lo. Podem ser um novo sócio, oportunidades diferentes, fornecedores etc. Você precisa estar pronto quando alguém fizer perguntas como “de que maneira posso te ajudar?”, “o que você procura?” ou “quem é o seu cliente ideal?”

2. Saiba o que você tem para oferecer. Seus pontos fortes e seus contatos permitem que você ajude as pessoas que conhece. Em vez de ter de vasculhar sua agenda para encontrar um nome, tenha um bom conhecimento de quem são as pessoas influentes na sua rede atual. E pessoas não são o único recurso que você pode oferecer – conhecer bons serviços, por exemplo, pode ser útil.

3. Tenha cartões de visita. Ou não. Se você vai utilizá-los, mantenha-os em um lugar de fácil acesso e separados dos cartões que você vai receber de outras pessoas. Se não tem bolsos, use um porta-cartão. Outra técnica é utilizar um aplicativo como o #Hashable (disponível para iPhone e Android), que permite a troca de informações de contato virtualmente.

4. Esteja no estado de espírito certo. Antes de entrar em qualquer evento, pense: “Eu estou aqui para servir”. Você precisa lembrar que não vai vender nada, e sim se conectar com outra pessoa e talvez oferecer algo a ela.

5. Ofereça a sua mão. Mantenha a sua mão direita livre para cumprimentar as pessoas. Se você vai segurar algo, certifique-se de que está seco. Não há nada pior do que apertar uma mão fria e úmida. Segure a cerveja, o vinho ou qualquer bebida com a mão esquerda.

6. Use o crachá. Enquanto a bebida deve estar na sua mão esquerda, o crachá deve estar abaixo do ombro, no seu lado direito. Isso é importante porque facilita a apresentação para quem está cumprimentando você ou o apresentando a outra pessoa. Se a pessoa se dirige ao seu lado direito para apertar a sua mão, ela só precisa olhar rapidamente para o seu crachá.

7. Faça anotações. Uma ótima maneira de lembrar o que você falou para as pessoas é fazer anotações nos próprios cartões de visita. Se não houver cartão, use papel ou um dispositivo eletrônico. Algumas informações importantes são a data do encontro, o nome do evento, detalhes de fisionomia que o ajudem a lembrar como a pessoa é e temas específicos que vocês discutiram e que podem ser objeto de um follow-up.

8. Faça outro contato imediatamente. Logo depois de conhecer alguém que interessa a você, use seu smartphone ou tablet e o wi-fi do local do evento para mandar um e-mail sobre o encontro de vocês, com outros dados que sejam relevantes para a pessoa.

9. Faça follow-up. É importante dar continuidade aos temas sobre os quais vocês falaram e outros que lhe ocorram depois. Digamos que você conheça alguém que precise de uma determinada impressora, mas que você não tenha as informações sobre o produto naquela hora. Mande uma mensagem com esses dados e mostre que você estava atento.

10. Refaça o contato. Isso é o que vai aumentar o nível do seu networking. Todo mundo espera que você faça um follow-up logo depois de um encontro, mas poucos dão um passo além e retomam o contato. Faça um lembrete no seu calendário para ligar ou escrever para a pessoa um ou dois meses depois do primeiro evento. Antes de falar com ela, reveja suas anotações. Assim, você pode perguntar sobre algo específico que ela comentou na ocasião. Se tem um livro ou artigo para indicar, esse é um bom momento para fazê-lo.

Você já utiliza alguma das dicas acima? Quais são suas estratégias de networking?

* Mike “Ambassador” Bruny é fundador do site AmbassadorBruny.com. Ele é coach pessoal e profissional e ajuda jovens profissionais e negócios.

O Young Entrepreneur Council (YEC) é uma organização sem fins lucrativos composta pelos jovens empreendedores mais promissores dos Estados Unidos. O YEC promove o empreendedorismo como uma solução para o desemprego e o subemprego dos jovens e dá aos seus membros acesso a ferramentas, mentores e recursos para dar apoio a cada estágio do desenvolvimento da empresa.

Alerta da Bahia: o fim da carta-frete será o salve-se quem puder

Tudo começou em 14 de junho do ano passado. Tal qual passageiro clandestino em cruzeiro de luxo, o Diário Oficial da União publicou a Lei 12.249, na qual um rabicho abrigava um ‘estranho no ninho’, complementando outra Lei, a 11.442. Esta, específica do TRC. Em seus parágrafos estabeleciam-se novas regras para o pagamento dos fretes de autônomos. De maneira açodada, proibiu-se o repasse em dinheiro ou cheque nominal. Um empenho jurídico-fiscal para erradicar a famigerada carta-frete, assim vista pelos estradeiros. Diz o artigo 5°. A, da 12.249, que a remuneração deverá ser feita por meio de crédito em conta de depósitos, mantida em instituição bancária ou por forma a ser regulamentada pela ANTT. No período, regras foram elaboradas por resolução da agência e a data de entrada em vigor falava em 17 de outubro passado. Não deu. A fórmula se mostrou simples, só na aparência. Diferente do que pretendia José Araújo ‘China’ da Silva, presidente da União Nacional dos Caminhoneiros do Brasil (Unicam). Houve prorrogação de sua vigência para janeiro de 2012.

China se diz pai da anti-carta-frete em todas suas entrevistas. E considera como grande ponto, já conquistado para o TRC pátrio. Seus objetivos buscam o fim do ‘frete-cabresto’, como China chama carta-frete, forma cruel de submissão imposta ao estradeiro pelos postos de abastecimento, recebedores da dita cuja. Numa outra banda, formaliza-se um registro e consequente geração de comprovantes de renda do autônomo, visando o realismo de rendimentos ao cadastro bancário e obtenção de financiamento a juros subsidiados pelo BNDES. No centro, a aquisição de caminhões zero km. Mas a recente prorrogação deixou à vista que o veneno mata-carta-frete tem efeitos colaterais de monta sobre o organismo carguista.

Segundo circulou na esteira dos favoráveis às medidas extirpadoras do ‘papel qualquer’ com força de cambial, a indústria de transporte movimenta R$ 60 bilhões anuais em fretes rodoviários. É um número proveniente do IBGE, que vai além. Em tal universo de transações, 70% opera na informalidade. Dá pra acreditar? É muito dinheiro. A grandeza revela a dimensão de quantas empresas embarcadoras poupam o seu capital de giro em cima da triangulação com o posto de abastecimento e o caminhoneiro. Este arcando com todos os custos. Ou seja, há enormes interesses, ainda na surdina, em oposição à obra-prima do China.

Os sindicatos das empresas do TRC de Pernambuco e Bahia, por exemplo, têm suas discordâncias aos caprichos da Resolução 3.658 da ANTT. No Sul, afirma o advogado Fernando Zanella, ligado ao sindicato gaúcho (Setcergs), que emergem inconstitucionalidades do texto, como “obrigar o pagamento eletrônico, deixando de lado a moeda oficial brasileira”. E vai mais: há o Decreto-Lei 857, de 11 de setembro de 1969 (período de transição de Costa e Silva para Médici) que é curto e grosso: “São nulos os contratos que restringem o uso normal da moeda”.

Visão subsidiária tem Antônio Siqueira, presidente do Setceb (sindicato das transportadoras da Bahia). Ele revelou durante o XII Congresso da ABTC em Belo Horizonte (agosto), que “falta competência à ANTT para legislar sobre matéria financeira, especialmente se metendo na forma de contratações de serviços”.

Subentende-se que, a prevalecer a redação atual da 3.658, não faltarão interessados em levar a discussão para a Justiça. No seu modo de ver, o feito do China foi “uma grande pegadinha para o setor do transporte de cargas”. E protestou: “Algo mais absurdo que se possa imaginar, pois se criou o agente financeiro para intermediar o pagamento das empresas ao caminhoneiro”. Ele garante que, com isso, “a ANTT cria mais esse custo absurdo para as empresas”. Seu inconformismo prossegue: “Esta seria a única forma dos caminhoneiros comprovarem suas rendas e o único jeito de o governo controlar-lhes os ganhos?”

No mesmo evento, Flávio Benatti, presidente da NTC&Logística, entidade nacional dos transportadores de carga, de São Paulo, fez veemente defesa dos dispositivos anti-carta-frete. Sua fala evoluiu para um ponto polêmico e encostou no conhecido viés da concorrência desleal. Traduzindo: as embarcadoras capitalizadas comprometem o seu giro enquanto outras se financiam em prazos de 15 e 30 dias, nos postos de abastecimento, às custas dos autônomos. De fato, os resultados do negócio resultam de operações desiguais. Como se vê, a encrenca é mais extensa e a batalha definitiva ocorrerá quando os caminhoneiros, que recebem em dinheiro ou em cheque, tiverem de se submeter ao burocrático crédito em conta ou o porte do cartão de crédito dedicado.

De certa forma, pode-se perceber que o alívio ao prejuízo do estradeiro não parece ser a preocupação central da classe patronal. Como arremata Siqueira, “o tema está pouco divulgado ou quase nada, porém, quando isto vier totalmente à tona, será o salve-se quem puder. Com certeza, por parte dos caminhoneiros poderemos até ter greve no setor”. Será um novo ENEM?

Dicas para ser encontrado na internet – Parte 2

A dica de hoje foi dada por Augusto Campos no blog Efetividade.net

Conseguiu melhorar seu SEO? Seguem mais algumas dicas importantes para ser encontrado na internet:

Não trate seu blog como ilha, nem seus links como tesouros: publique links para conteúdo externo sempre que julgar relevante, mesmo que não tenha nenhuma garantia de que vai receber um link em retribuição. No mínimo, você vai estar facilitando a vida dos seus usuários (quem não odeia ler uma notícia em um portal e não ter o link para o site original que a publicou?), e há grande chance de que a retribuição aconteça.
Não seja você mesmo uma ilha em seu blog: participe em outros blogs, fóruns, revistas, jornais e serviços on-line, converse com seus autores, divulgue o trabalho deles, comente, sugira e atue. Não faça isso esperando recompensas imediatas, e nunca tente disfarçar de comentário uma propaganda sua. O retorno é natural e sempre maior do que o esforço que você teve, se a sua atuação tiver sido sincera.
Estimule os comentários: comentários freqüentes nos posts são um atrativo importante, e também ajudam a gerar uma atmosfera de popularidade. Comentários são um fenômeno que se auto-sustenta se o seu conteúdo for suficientemente atualizado, mas às vezes é difícil fazer com que eles comecem a surgir. Uma dica, se o seu blog não for um projeto individual, é que os mantenedores se habituem a comentar (com conteúdo ou questionamentos relevantes, e não apenas elogios) os posts uns dos outros. Quem clicar para ver os comentários existentes já estará quase fisgado para deixar os seus, também. Outra dica é incluir uma pergunta instigante, ou um convite à complementação pelos leitores, no final do post.
Acompanhe as estatísticas: todo provedor de hospedagem minimamente decente oferece estatísticas sobre os acessos ao seu site, e você pode complementá-las muito bem com sistemas gratuitos como o Google Analytics ou mesmo com a instalação de softwares adicionais. Saber o que as pessoas estavam pesquisando no Google quando chegaram ao seu site, ou de que outro site elas vieram, qual o formato das telas delas, em que horários e dias da semana elas vêm mais frqüentemente, quais os artigos mais vistos por elas e várias outras informações é essencial para que você saiba o que está dando certo, e possa maximizar o retorno dos dias da semana, horários e palavras-chave mais fortes.
Assim que puder, anuncie: Se o seu site exibe anúncios, leve em conta que depois de atingir um certo volume de faturamento, com certeza vale a pena reservar uma parcela dele para publicar anúncios do seu ptóprio site em serviços como o Adwords do Google, ou em portais nacionais. Eu reservo 5% do meu faturamento mensal com banners para isso, e não me arrependo – o retorno é visível, ainda que não imediato.
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Perdeu a Parte 1? Então recomendo dar uma olhada: Dicas para ser encontrado na internet – Parte 1

Para mais artigos sobre SEO, internet e, claro, empreendedorismo, siga-nos no twitter: @empreendemia

Dicas para ser encontrado na internet – Parte 1

A dica de hoje foi dada por Augusto Campos no blog Efetividade.net

Como melhorar o SEO? Seguem algumas dicas importantes para ser encontrado na internet:

Disponibilize conteúdo inédito e de boa qualidade: isto é o que faz a Internet girar, e é o item para o qual sempre há demanda: um bom artigo ou uma boa história, inéditos (não necessariamente exclusivos) e bem escritos. Escreva conteúdo original e bom, e os autores de outros blogs e sites vão querer linkar para você mesmo que você não peça e nem os avise. No começo, claro que você vai ter de recorrer a outras das estratégias para que eles fiquem sabendo que seu blog existe, e passem a acompanhá-lo.
Escolha a hospedagem e as ferramentas certas: pense bem antes de hospedar seu blog em provedores públicos como o Blogger e similares – eles são muito bons para diários pessoais e pequenos projetos, mas podem não acompanhar as demandas do seu crescimento.
Ofereça antes, não peça. A melhor forma de fazer o seu nome e seu link saírem da obscuridade em direção ao sucesso é oferecer algo que o público esteja procurando, e antes que alguém mais o faça. O conceito de exclusividade de informação é estranho à Internet, mas consistentemente ser o primeiro a divulgar uma informação quente, ou escrever um tutorial sobre um tema inédito, é uma forma segura de ser notado, e atrair links naturalmente, sem ter de pedir a ninguém. Se você não fizer poeira, come poeira, como diria o Ricardo Semler – e se você não tiver conteúdo inédito, terá que se esforçar bastante para encontrar algum outro valor que o substitua, como a amplitude ou profundidade da cobertura.
Usar os diretórios e agregadores públicos: sites como o BlogBlogs, Rec6, Planet*, Technorati, Yahoo, Del.icio.us, Google Reader, Dmoz e muitos outros têm suas próprias maneiras para você se inscrever, notificar sobre seu conteúdo e manter atualizados os links e descrições para o seu blog. Tire proveito disso, e sempre leve em conta que os sites de busca consultam vários destes índices e incluem os dados deles na hora de calcular o score do seu blog.
Procure e mantenha parcerias e links cruzados: se você tem vários sites ou blogs, não deixe de regularmente publicar links entre eles. E sempre que surgir a oportunidade de uma parceria com outro site de conteúdo similar ou complementar ao seu, avalie com atenção. De modo geral, vale a pena fazer parcerias de links cruzados, mas não é desejável fazer isto a qualquer preço, ou com qualquer site.
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Para se aprofundar ainda mais no assunto, recomendo o post: A nova fase do SEO.

Para mais artigos sobre SEO, internet e, claro, empreendedorismo, siga-nos no twitter@empreendemia

5 dicas importantes para terceirizar e ter sucesso – parte 2

Esse texto foi desenvolvido pelo Guilherme da Luz, editor dos sites Emprestimo, Seguro Auto e Educação.

Mês passado publicamos no Saia do Lugar um excelente artigo sobre terceirização (veja aqui). Hoje, estamos publicando mais 5 dicas para que você continue empreendendo com bastante sucesso:

6 – Comece pequeno. Quando você utilizar pela primeira vez um fornecedor terceirizado, comece com um projeto pequeno e simples para conhecer o perfil dele.

7 – Defina claramente as etapas para o pagamento. 
 Programe o pagamento de acordo com a conclusão de cada etapa. Dê uma entrada ao fornecedor de 20% a 30% do preço total e divida o restante em 3 ou 4 parcelas.

8 – Negocie antecipadamente a propriedade intelectual do projeto. Certifique-se que o fornecedor irá aprovar a utilização do produto ou serviço de acordo com os seus objetivos. É substancialmente diferente o desenvolvimento de  um projeto personalizado para o seu uso pessoal do que um projeto que você pretende vender e ganhar dinheiro.

9 – Não esqueça de definir o suporte técnico após a conclusão do projeto. É mais fácil negociar uma cláusula antes de o fornecedor começar a trabalhar no projeto. Talvez você precise de algumas mudanças com base no feedback que você recebeu dos seus clientes. Especifique a quantidade de suporte gratuito e negocie os preços com um desconto para futuras modificações.

10 – Faça tudo por escrito. Garanta uma comunicação clara e precisa sobre quaisquer mudanças no escopo da programação ou pagamento dos serviços e obtenha todas as alterações por escrito. Guarde as cópias de todas as trocas de e-mails entre vocês.

O artigo em inglês foi publicado por Keith Crosney, freelancer to site Elance.



Vale lembrar que no Empreendemia você consegue achar facilmente qualquer tipo de empresa e ainda conferir sua reputação. Busque em nossa Lista de Empresas.

Para saber mais sobre como escolher fornecedores, receba nossas dicas diárias através de nosso RSS ou Twitter: @empreendemia.

Ticket Frete no Parana

Novo produto será apresentando ao Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná

A Ticket, uma das empresas Edenred no Brasil e líder no setor de refeição-convênio e gestão de despesas veiculares, participa em 30 de novembro, de evento realizado pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná, em Curitiba. O novo produto da companhia, o Ticket Frete, será o tema do encontro que tem como objetivo esclarecer dúvidas sobre a nova resolução da ANTT que aboliu a carta-frete.

Eduardo Lopes, coordenador de Mercado Rodoviário do Ticket Car, apresentará e tirará dúvidas sobre o Ticket Frete, criado com o objetivo de ser uma ferramenta prática, moderna e segura para agilizar o pagamento do serviço, combustível, alimentação, oficinas e demais despesas de viagem com a garantia de um meio eletrônico de pagamento, além de possibilitar saques em caixas eletrônicos. “Essa é uma ótima oportunidade para debater, junto aos profissionais mais renomados do segmento, esse nosso lançamento. O Ticket Frete vem para agregar valor aos negócios de transportadoras e caminhoneiros autônomos, facilitando os processos e o dia a dia dos profissionais. A novidade proporcionará maior segurança e comodidade para caminhoneiros e empresas”, acrescenta o executivo.

Como funciona o Ticket Frete

A transportadora contrata o motorista autônomo e realiza o pagamento do serviço por meio do Ticket Frete, podendo, inclusive, programar as datas em que os créditos ficarão disponíveis no cartão. Desde o início da viagem, o cartão está habilitado a realizar saques, compras em postos, oficinas, borracharias, supermercados, farmácias, restaurantes, lojas e outros estabelecimentos credenciados MasterCard. Uma vez a carga entregue no ponto de destino, com a devida confirmação, é realizada a quitação do frete e liberação do restante do pagamento ao caminhoneiro. Além disso, o caminhoneiro terá maior segurança, uma vez que levará consigo um meio eletrônico de pagamento, o que garante mais conveniência e praticidade, sem custo de adesão ou manutenção, e sem a necessidade de abertura de conta bancária.

Para o contratante, o Ticket Frete permite o gerenciamento total da viagem através da composição do frete por valores separados, com opção de pagamento do adiantamento em datas programadas e acesso em tempo real via web de: extrato financeiro (crédito e utilização), relatório de movimentação de viagem e pesquisa de caminhoneiros. Além disso, caso o contratante possua frota própria, ele ainda poderá contratar serviços exclusivos como a gestão de tacógrafo, telemetria para monitoramento online da carreta e informações sobre o volume real de emissão de CO2 dos veículos contratados, tendo uma visão completa de gestão.

Responsabilidade socioambiental deve guiar companhias, afirmam empresários Eles debateram como a sustentabilidade e a inovação contribuíem para a competitividade

Responsabilidade socioambiental deve guiar companhias, afirmam empresários
Eles debateram como a sustentabilidade e a inovação contribuíem para a competitividade


Por Gabrielle Nascimento , Agência Sebrae

Empresas Fornecedoras e as Compras Sustentáveis foi o tema do 9º Seminário Internacional de Compras Governamentais, realizado durante o 4º Fomenta, que aconteceu nos dias 23 e 24 de novembro, em São Paulo. Roberto Baungartner, diretor de Relações Internacionais da Ticket; Fernando Madureira, engenheiro chefe do Grupo Tosi; e Newton Figueiredo, presidente da Sustentax, expuseram como suas empresas se posicionam em relação à sustentabilidade.

Baungartner ressaltou que a sustentabilidade deve ser resultado de uma convergência de esforços entre gestão pública e iniciativa privada. "Todas as organizações devem oferecer produtos sustentáveis", pontuou. A Ticket tem 310 mil estabelecimentos credenciados no Brasil, que aceitam Ticket Restaurante e Ticket Alimentação, sendo que a maioria deles é composta de micro e pequenas empresas (MPE).

O engenheiro chefe do Grupo Tosi expôs dados que comprovam a importância da inovação tecnológica e sustentabilidade na cadeia de ar condicionado. "Posso afirmar que o ar condicionado representa cerca de 60% do consumo de um edifício comercial. É preciso rever as condições dos equipamentos que operam em todo o Brasil", alertou.

De acordo com Madureira, na hora da aquisição de um ar condicionado é preciso considerar a eficiência energética; a qualidade do ar (pureza, temperatura e umidade relativa); o gás refrigerante, que deve ser ecológico, e o controle de sua utilização; o baixo custo operacional; e a emissão de resíduos minimizada.

Cerca de 62% dos consumidores brasileiros estão dispostos a pagar 10% mais caro por produtos sustentáveis; 87% vão obter produtos sustentáveis desde que não tenha aumento de custo e 95% acreditam ser importante comprar de empresas verdes. Esses foram dados expostos por Figueiredo, da Sustentax. "As empresas devem ter uma nova postura, em que ética e responsabilidade socioambientais são fatores fundamentais", orientou. 

Portal ‘Ticket e Gestão’ já está no ar

Estreitar a comunicação com seus públicos. Essa sempre foi uma das prioridades da Ticket que, depois da revista ‘Ticket e Negócios’, que há mais de 10 anos leva conteúdo de qualidade focado aos donos dos estabelecimentos credenciados à empresa, inova mais uma vez com o lançamento do portal ‘Ticket e Gestão’. O portal oferece conteúdo relevante para o dia a dia dos gestores de Recursos Humanos e de Frotas Veiculares, de maneira colaborativa, onde os leitores têm participação dinâmica, com o envio de comentários, opiniões e sugestões de matérias, além de curtir a fanpage do projeto no Facebook, que hoje possui mais de 3.800 seguidores, e seguir o portal no Twitter.
 
Divido em editorias, Gestão de Pessoas e Cotidiano, o portal traz informações segmentadas e organizadas em áreas diversas como: educação, carreira e negócios, sustentabilidade, cultura, entre outros.    
 
Logo na primeira edição, o público encontrará entrevista com o economista Ricardo Amorim, presidente da Ricam Consultoria e um dos comentaristas do programa Manhattan Connection (exibido pela GNT), que fala sobre o atual cenário econômico e os desafios que comprometem a competitividade das empresas. Já a matéria Vale o quanto roda?, aborda a questão sobre os pedágios brasileiros, que estão entre os mais caros do mundo. “A criação do portal tem como objetivo apresentar ao profissional de RH e ao Gestor de Frotas um importante meio de comunicação, pelo qual ele possa se informar e tirar dúvidas, por meio de reportagens claras, explicativas e atuais”, afirma Rodrigo Cândido, gerente de Marketing e Comunicação Institucional da Edenred, que integra as marcas Ticket e Accentiv´Mimética.    
 
Além das reportagens e entrevistas, outro destaque do portal é o artigo Vida, minha vida, do filósofo, educador e doutor Mario Sergio Cortella. O professor faz uma relação entre a letra da música Vida, do Chico Buarque, e a busca do homem pelas melhores escolhas em sua trajetória profissional e pessoal.
 
O conteúdo do portal ‘Ticket e Gestão’ é gratuito e para conferir as publicações na íntegra basta acessar o site www.ticketegestao.com.bre se cadastrar. Depois é só curtir o portal no Facebook (www.facebook.com/ticketegestao ) e seguir @ticketegestao no Twitter.
 
 
Sobre a Ticket
Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 35 anos no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Transporte.
Com abrangência nacional, a Ticket atende a 57 mil empresas-clientes e mais de 5 milhões de usuários, com 4,2 milhões de cartões eletrônicos em operação aceitos em uma rede de 320 mil estabelecimentos credenciados em 4,8 mil municípios brasileiros.
A Ticket é uma empresa Edenred – que integra as empresas Ticket e Accentiv´ Mimética.
 

Vida Pós “Carreira"

Vida Pós “Carreira”

César Souza
A vida começa agora aos 60 e não mais aos 40 como se pensava antigamente.

As pessoas se recusam a colocar o pijama precocemente e buscam encontrar um novo sentido para suas vidas. Abrir um negócio próprio, abraçar uma causa social, trabalhar na franquia de um membro da sua família, montar um negócio que preste serviços terceirizados para a empresa onde trabalhava são algumas das opções que “aposentáveis” ou recém-aposentados estão pondo em prática.

Infelizmente a maioria das empresas ainda não possuem uma iniciativa adequada para aqueles que dedicaram à empresa as melhores décadas de suas vidas produtivas. As empresas possuem bons programas de trainees, mas nada desenvolveram de forma consistente e útil para aquele cuja hora de se aposentar está chegando. O máximo que conseguiram evoluir foi na oferta de um pacote atrativo de compensações de planos de saúde, indenizações e incentivos para antecipação da aposentadoria. Mas se isso funcionou na era industrial quando as pessoas sonhavam em se aposentar para nada fazer, hoje não mais funciona.

A longevidade é diretamente proporcional à sociabilidade e ao senso de utilidade. As pessoas estão ansiosas por continuarem produtivas nos 20 anos extras que ganharam em suas vidas. Não aceitam mais apenas participar de clubes de terceira idade e de aulas de cantoterapia ou dança. Querem mais!

“A partir de amanhã vou tirar alguns sonhos da gaveta e começar a realizá-los” segredou-me uma senhora de 83 anos ao pedir meu autógrafo após palestra que realizei em Recife, Pernambuco. Sugeri, sorrindo, que não esperasse pelo amanhã e começasse naquele dia mesmo a desengavetar seus sonhos e colocá-los no papel.

Estimulado pelo brilho que percebi no olhar dela, resolvi buscar outros exemplos.

Dona Rita Drumond é um belo exemplo. Bibliotecária aposentada, se entediou de fazer doce de gengibre para restaurantes. De tanto ir ao banco para pagar suas contas percebeu a dificuldade de outras pessoas em operar os modernos caixas eletrônicos. Aos 87 anos resolveu iniciar uma nova carreira e começou como estagiária, isso mesmo, estagiária, da agência do Banco do Brasil no Posto 6 em Copacabana para trabalhar diariamente das 9h30 às 16h30.

Abraão Kansinski, um dos empresários pioneiros na implantação do parque automobilístico em São Paulo, quando fundou a Cofap, apesar de realizado, resolveu, aos 82 anos de idade, fundar uma fábrica de motocicletas e de automóveis populares na Zona Franca de Manaus.

Oziris Silva nos brinda com outro exemplo inspirador: fundou a Embraer, foi Ministro de Estado e presidente da Petrobrás. Poderia viver do passado. Mas rejuvenesceu ao iniciar um novo projeto empressarial na área da biotecnologia e outras atividades na área de educação.

Mas não precisamos ter 80 anos de idade para dar uma virada como esses casos exemplificam. Cada um pode começar a planejar com antecendência a sua nova etapa de vida para o período pós-aposentadoria.

Se você leitor conhece alguém que está relutando a colocar o pijama ou a ficar fazendo palavras cruzadas na cadeira de balanço, lembre a ela que não está sozinha. Em pesquisa com 1700 aposentados, 96% indicaram que sonham em voltar a ter vida profissional ativa. Cerca de 16% pensam em iniciar um negócio próprio. Mas qualquer que seja sua idade comece a planejar o que vai fazer com todos esses anos extra que o mundo moderno lhe propicia. Você pode prestar serviço como terceirizado na empresa ou no ramo onde trabalhou, pode ensinar, montar sua empresa naquele hobby que tanto postergou, ajudar um filho, iniciar um projeto comunitário, trabalhar como voluntário em uma ONG, enfim…

Se o seu sonho é começar a desfrutar a vida, isso não significa ficar sem fazer nada. Você pode trabalhar, aprender enquanto se diverte desde que seja apaixonado pela escolha que fizer.

As empresas têm dificuldade de lidar com os aposentáveis, que normalmente passam os últimos 5 anos de suas carreiras na agonia da espera do dia em que terão de se afastar compulsoriamente. Precisam encorajar esses profissionais a buscarem alternativas, planejarem suas vidas a partir do momento que deixarem a empresa. Afinal, podem ter uma Aposentadoria Empreendedora™. Precisam oferecer essa oportunidade a eles, o que por certo será uma demonstração inequívoca de respeito pelo patrimônio humano.

Se você vai se aposentar nos próximos anos ou já se aposentou recentemente, encontra-se defronte não de um problema mas de uma bela oportunidade. Importante lembrar que a vida recomeça aos 60. E que sonhos não envelhecem nunca!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Sustentabilidade como vantagem competitiva


Os empresários começam a entender que a sobrevivência das corporações depende de torná-las sustentáveis. A busca imediata pelo lucro não deve atrapalhar a visão de longo prazo, que não pode excluir a responsabilidade sobre a destruição de recursos naturais.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Ticket se une a Itaú e MasterCard no cartão para frete

21/11/2011  |  Jornal Impresso  |  Valor Econômico [Aline Lima]
Ticket se une a Itaú e MasterCard no cartão para frete
Sergio Zacchi /Valor

Melantonio Filho: volume de receita do Ticket Frete tem grande potencial e empresa ambiciona liderar segmento

O emergente mercado de cartões para pagamento de frete rodoviário ganhou um concorrente de peso. A tradicional Ticket, líder no segmento de refeição-convênio, acaba de receber a homologação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para atuar como administradora do meio eletrônico, figura que faz o elo entre o contratante do serviço, o caminhoneiro e o órgão regulador. Na empreitada, a empresa vai se juntar ao Itaú Unibanco e à bandeira MasterCard. Tal união encontra concorrentes já estabelecidos, como a Visa, com a emissão do seu Visa Cargo pelo Bradesco.
Segundo estimativas da consultoria Deloitte trata-se de um ramo que movimenta anualmente cerca de R$ 60 bilhões, mas que há 50 anos usa um meio de pagamento arcaico: a carta-frete, documento sem nenhuma legislação e fora da fiscalização do poder público. Pelas regras da ANTT, até o fim do mês todo o fluxo de pagamento de frete a caminhoneiros terá de trafegar, obrigatoriamente, pelo sistema financeiro formal. O objetivo, ao criar a figura do administrador, é garantir ao caminhoneiro o pagamento por meios eletrônicos aprovados pela agência.
A Ticket estreia no setor com a ambição de conquistar a liderança. A parceria com a MasterCard vai permitir acesso a uma rede credenciada de 1,8 milhão de estabelecimentos comerciais, o mesmo número de caixas eletrônicos da rede Cirrus, que possibilitará o uso do cartão também para saque. O Itaú terá a prerrogativa de dar crédito às transportadora que adquirirem o meio de pagamento.
Para a Ticket, o objetivo é conquistar, em cinco anos, entre 25% e 30% de participação de mercado. Até 2016, portanto, o novo cartão deverá contribuir com um volume de receita superior ao atual carro-chefe, o voucher refeição. "É muito volume para pouca margem", diz Olwaldo Melantonio Filho, presidente da Edenred, dona da Ticket. A Edenred Brasil movimentou R$ 10,1 bilhões em 2010 e obteve lucro líquido de R$ 191,87 milhões.
Já foram homologadas pela ANTT quatro empresas - Repom, Pamcary (que usa bandeira Visa), DBTrans e Policard - e outros pesos-pesados ensaiam estrear. O Bradesco, que emite o Visa Cargo desde 2009 e conta com a distribuição da Pamcary e de outras empresas de logística, pretende ampliar sua atuação no setor, tornando-se também um administrador homologado pela ANTT.
O contrato da Ticket com a MasterCard não é exclusivo e a bandeira está para fechar outras duas parcerias no segmento, diz Alexandre Magnani, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Mastercard Brasil e Cone Sul.
Conta a favor da Ticket a vantagem de já atuar no mercado de frotas há pelo menos duas décadas (no de frota pesada, são sete anos) com o seu Ticket Car, que neste ano deve faturar R$ 2 bilhões, segundo Melantonio Filho. O Ticket Car, que soma hoje 330 mil plásticos, é usado para abastecimento e manutenção de veículos. Por um sistema de GPS, a Ticket consegue também monitorar excesso de velocidade, rotação do motor, entre outras demandas das transportadoras.
É em cima dessa base de clientes que a Ticket vai começar a oferecer o novo Ticket Frete. O Itaú também pretende distribuir o cartão para seus clientes do segmento de transporte e logística. O Ticket Frete servirá tanto para o pagamento do serviço de frete como de combustível, alimentação, oficinas e demais despesas de viagem. Administradoras de pedágio também estão no alvo da Ticket.

domingo, 20 de novembro de 2011

SERFINCO: TUDO NA WEB

SERFINCO: TUDO NA WEB: jornal Valor Econômico 31/10/2011 - Jacilio Saraiva Os brasileiros estão cada vez mais confiantes em clicar o mouse para fazer compras. O ...

SERFINCO: CARTÃO TRADICIONAL ELEVA O LUCRO DO VAREJO

SERFINCO: CARTÃO TRADICIONAL ELEVA O LUCRO DO VAREJO: jornal Folha de S. Paulo 01/11/2011 - Sheila D'Amorim e Flávia Foreque Principal instrumento para estreitar relacionamento com a clientela...

SERFINCO: CIELO PREVÊ CENÁRIO DIFÍCIL COM DESACELERAÇÃO DA E...

SERFINCO: CIELO PREVÊ CENÁRIO DIFÍCIL COM DESACELERAÇÃO DA E...: portal Exame 01/11/2011 - Marcio Orsolini A queda de 6,3% no lucro da Cielo no terceiro trimestre do ano é reflexo da desaceleração da eco...

SERFINCO: LUCRO DA MASTERCARD SUPERA ESTIMATIVAS COM FOLGA

SERFINCO: LUCRO DA MASTERCARD SUPERA ESTIMATIVAS COM FOLGA: portal Exame 02/11/2011 - Reuters A MasterCard apurou lucro maior no terceiro trimestre - executivo da processadora de cartões também diss...

SERFINCO: CIELO E REDECARD AGREGAM VALOR À MAQUININHA

SERFINCO: CIELO E REDECARD AGREGAM VALOR À MAQUININHA: jornal Brasil Econômico 03/11/2011 – Flávia Furlan O fim da exclusividade entre bandeiras e credenciadoras de cartões, promovida em julho ...

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Video Branding: a Nova Face do Marketing

O presidente do Grupo Troiano de Branding, Jaime Troiano, ministrou palestra no Fórum HSM de Marketing & Customer Trends, no dia 27 de setembro de 2011. Na palestra ele falou sobre o conceito de branding e como trabalhá-lo nas empresas para obter crescimento e fortalecimento da marca. Confira a palestra completa.

Impacto multicanal na gestão dos stakeholders corporativos | Blog HSM

Impacto multicanal na gestão dos stakeholders corporativos | Blog HSM

A evolução do comércio eletrônico = social | Blog HSM

A evolução do comércio eletrônico = social | Blog HSM

Video Descubra o Youtube e marque uma goleada

O Youtube é o maior site de compartilhamento de vídeos do mundo e o Brasil é o país do Youtube. Começe hoje mesmo sua campanha no Youtube:
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Video Descubra a Rede de Display Google

Descubra os números da Rede de Display Google, a rede de publicidade do Google. Descubra a cobertura de 95% dos usuários. Descubra a segmentação contextual.
Rede de Display Google: Display com inteligência de Search

Video Google Analytics: treinamento técnico

Video Iniciando com o Google Analytics

Entenda passo-a-passo como entender, interpretar e tomar decisões a partir dos dados do Google Analytics

Video Beginning Analytics: Interpreting and Acting on Your Data

If you've just started to use Google Analytics and aren't sure which reports to look at, this video provides a helpful 1st-time analysis walkthrough. You'll learn how to interpret what you see in these key reports and what actions you should take as a result.

Video Successful Web Analytics Approaches by Avinash Kaushik

Complete presentation by Avinash Kaushik at Google Conversion University.

Rock in Rio 2011 -- Glória e Sepultura -- 25/09/11

Rock in Rio 2011 - Coldplay 01/10/11

Rock in Rio 2011 -- Stevie Wonder -- Full Concert (Show Completo) 29/09/11

Rock in Rio 2011 - Guns N' Roses - Full Concert (Show Completo) 02/10/11

Rock in Rio 2011 - Snow Patrol -- Full Concert (Show Completo) 24/09/11

Rock in Rio 2011 -- Motorhead -- Full Concert (Show Completo) -- 25/09/11

Rock in Rio 2011 - Red Hot Chili Peppers -- Full Concert (Show Completo)...

Rock in Rio 2011 - System of a Down - Full Concert (Show Completo) 02/1...

Rock in Rio 2011 -- Stone Sour -- Full Concert (Show Completo) 24/09/11

Conhece Stone Sour? A banda, não muito famosa no Brasil, é liderada por Corey Taylor, vocalista do Slipknot, O grupo chega ao Brasil com uma baixa, já que o baterista Roy Mayorga não veio ao país por conta do nascimento de sua filha. Em compensação, eles arrumaram um substituto de peso: Mike Portnoy, do Dream Theater, assume as baquetas para a apresentação.

Rock in Rio 2011 - Slipknot - Full Concert (Show Completo) 25/09/11

SWU 2011 - Snoop Dogg Full concert (Show Completo) 12/11/11

SWU - Marcelo D2 - Full Concert - (Show Completo) 12/11/11

domingo, 13 de novembro de 2011

Idade média de líderes brasileiros recua, mostra Datafolha

Idade média de líderes brasileiros recua, mostra Datafolha

RH, jurídica e seguros são as áreas com mais mulheres na diretoria ou gerência

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Desenvolvimento profissional: responsabilidade das organizações ou das pessoas?

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Como liderar a Geração Y?

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Gestão por Resultados e Contratualização de Serviços: A experiencia de Minas Gerais.

Gestão por Resultados e Contratualização de Serviços: A experiencia de Minas Gerais.

O custo da terceiriza

O custo da terceiriza ção na administra ção pública

Métodos Quantitativos em Contabilidade: A Contabilometria (1)

Métodos Quantitativos em Contabilidade: A Contabilometria (1)

USP: a falta de objetivo dos movimentos estudantis

USP: a falta de objetivo dos movimentos estudantis

sábado, 12 de novembro de 2011

Edenred To Have a New Look for its Vouchers in 2011-2012

Edenred
Mumbai, 11th November, 2011: Edenred, the world leader in prepaid service vouchers joins hands with SOS Children’s Villages of India to initiate ‘Art from the Heart’ , an art competition with approx 300 underprivileged children participating in order to give a new look to its vouchers for 2012-2013. ‘Art from the Heart’ will commence on 14th November, 2011 on the occasion of Children’s day, across Mumbai, Delhi & Bangalore. Through this one-of-a-kind initiative, underprivileged children can win a fully paid scholarship for a year and the grand opportunity of featuring their paintings as the new face of Ticket Restaurant® Meal Vouchers and Ticket Compliments® Gift Vouchers for 2012-2013.
Speaking about the initiative, Mr.Sandeep Banerjee, Managing Director & CEO, Edenred – India said, “Ticket Restaurant® Meal Vouchers and Ticket Compliments® Gift Vouchers reach out to over 3,500 organisations and over 2 million beneficiaries and are accepted across a wide network of more than 18,000 merchant establishments in more than 2,500 cities, towns and locations across India. By introducing the new look of vouchers, we aim to add an element that will strengthen our connect with consumers. We associated with SOS Children’s Villages of India as Edenred embarks on initiatives that not only promote the principles of corporate social responsibility but also generate social progress. Through the ‘Art from the Heart’ initiative, we are giving an opportunity to the underprivileged children to prove themselves and inspire them to achieve a better & brighter future ahead.”
‘Art from the Heart’ is a platform where participating kids will amplify their vision to draw on the themes of ‘My favourite meal’ & ‘My favourite gift’. Out of the nearly 300 participants, a total of 12 winners will be selected from across the 3 cities. The top 2 winning entries which stand out to be the most creative will be adjudged as the new face of Ticket Restaurant® Meal Vouchers and Ticket Compliments® Gift Vouchers for 2012-2013. All the winners will also be awarded with a fully paid scholarship for a year along with an opportunity to be featured in an exclusive Edenred 2012 Calendar.
‘Art from the Heart’ entries will be judged by an esteemed panel of judges which include renowned artist Mr. Sheil Sadwelkar and Mr. Sandeep Banerjee – MD & CEO of Edenred – India. The new face of Ticket Restaurant® Meal Vouchers and Ticket Compliments® Gift Vouchers for 2012-2013 will be unveiled in a grand ceremony which will be held in Mumbai at a later date.

RSA, Edenred launch prepaid insurance card in the UK

RSA, Edenred launch prepaid insurance card in the UK

By Anthony Tshibangu
10 novembro 2011
Royal Sun Alliance (RSA) is collaborating with Edenred to launch a prepaid insurance card in the UK.

Customers of RSA will now have the option to receive a prepaid insurance card or a cash settlement when settling a claim for home and contents insurance.

The card is redeemable at many of the UK’s major high street retailers, including Debenhams and Argos, and can be used anywhere within the Mastercard/Maestreo network.

RSA said the card can be issued more quickly than a banked cheque, allowing the customer to replace the insured item in a shorter period of time.

The settlement payment is separate from the customer’s bank account – increasing the likelihood of replacing the insured item.

Colin Hodgson, sales director at Edenred said:

“The swift distribution of the cards, combined with the convenience and features of prepaid cards in general, has created an attractive proposition for RSA and its policy holders as is demonstrated by the willingness of policy holders to accept the prepaid insurance card.”

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Mapa de captação e retenção de clientes na web

Mapa de captação e retenção de clientes na web

Na prática, falta teoria

Na prática, falta teoria

SERFINCO: SISTEMA ELIMINA AS CABINES DE PEDÁGIO

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Video Truck RESUMO F T CURITIBA 2011

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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

What Successful People Do Differently - HBR IdeaCast - Harvard Business Review

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Video Facebook vs. Google: The battle for the future of the Web


 @FortuneMagazine November 3, 2011: 5:53 AM ET
Facebook vs. Google
FORTUNE -- Paul Adams is one of Silicon Valley's most wanted. He's an intellectually minded product designer with square-framed glasses, a thick Irish accent, and a cult following of passionate techies. As one of Google's lead social researchers, he helped dream up the big idea behind the company's new social network, Google+: those flexible circles that let you group friends easily under monikers like "real friends" or "college buddies." He never got to help bring his concept to consumers, though. In a master talent grab last December, Facebook lured him 10 miles east to Palo Alto to help design social advertisements. On his blog, Adams explained, "Google values technology, not social science."
In the long history of tech rivalries, rarely has there been a battle as competitive as the raging war between the web's wonder twins. They will stop at nothing to win over whip-smart folks like Adams, amass eyeballs, and land ad dollars. There's no public trash talking à la the Oracle (ORCLFortune 500) vs. HP (HPQFortune 500) smackdown, nor are the battle lines drawn as clearly as they were when Microsoft (MSFTFortune 500) took on Netscape, but the stakes are immense. These companies are fighting to see which of them will determine the future of the web -- and the outcome will affect the way we get information, communicate, and buy and sell.
Facebook vs. Google
Facebook and Google: Head-to-Head - Click on the picture for more.
In one corner is Facebook, the reigning champion of the social web, trying to cement its position as the owner of everyone's online identity. In the other is Google (GOOG,Fortune 500), the company that organized the world's information and showed us how to find it, fighting to remain relevant as the Internet of hyperlinks gives way to an Internet of people.
Although Larry Page, Google's co-founder and its CEO since April, was born just 11 years before Mark Zuckerberg, his counterpart at Facebook, the two belong to different Internet generations with different worldviews. In Page's web, everything starts with a search. You search for news or for a pair of shoes or to keep up with your favorite celebrity. If you want to learn about a medical condition or decide which television to buy, you search. In that world, Google's algorithms, honed over more than a decade, respond almost perfectly. But in recent years the web has tilted gradually, and perhaps inexorably, toward Zuckerberg's world. There, rather than search for a news article, you wait for your friends to tell you what to read. They tell you what movies they enjoyed, what brands they like, and where to eat sushi.
Facebook is squarely at the center of this new universe, and much of what people do online these days starts there. But Facebook's masterstroke has been to spread itself across the web and allow others to tap your network of friends. As a result, thousands of websites and apps have essentially become satellites that orbit around Facebook. You can now go to Yelp to find out what your Facebook friends say about the new coffeehouse down the street, visit Spotify to let them pick music playlists for you, or play Zynga games with them. To make matters worse for Page, much of this social activity can't be seen by Google's web-trolling algorithms, so every day they (and by extension, Google) become a little bit less accurate and relevant.
This shift to a more social web changes everything for businesses and consumers alike. Among the first industries to be rocked: advertising. Google may capture 41% of today's $31 billion U.S. online advertising market, including the lion's share of the search-ad market. But growth in search advertising is slowing, and advertisers are putting more of their limited dollars into Facebook, with its 800 million users, many of whom spend more time on Facebook than on any other site. (See chart at the bottom of the page) Facebook's display-ad revenue is expected to grow 81% this year, while Google's display-ad dollars will rise an estimated 34%. Google and Facebook would have you believe there is room for each to drive forward with unlimited success, but don't be fooled. As Stifel Nicolaus analyst Jordan Rohan explains, "It's highly unlikely that either Google or Facebook could grow by the billions that investors expect in the display market without engaging directly and stealing market share from the other."
Like Bill Gates a decade or so earlier, Page is seeing his company's grip on the tech world loosening. So he's fighting back with a mammoth effort to grab a piece of the social web. His first substantial act as Google's new CEO was to amp up the considerable financial and engineering mojo the company had aimed at Facebook's turf by releasing Google+. It's not Google's first social initiative, but it's the one that folks aren't laughing at, and Google says 40 million people have signed up in only four months. Across town Zuckerberg knows Google+ is the first credible threat Facebook has faced since it sailed past MySpace to become the world's No. 1 social network. (For Facebook there are more than bragging rights at stake: Anything that tarnishes its halo could impact its long-awaited initial public offering with a valuation that is expected to top $80 billion.) Not surprisingly, shortly after Google+ made its debut, Zuckerberg flipped on a pink neon sign at headquarters with the word lockdown, signaling that employees were on notice to work around the clock on, among other things, replicating some of the most praised Google+ features.
But defensive moves are not Zuckerberg's style, and in September, at the company's F8 developers event, he unleashed a sea of new features that alter the current service radically. And it's expected the company will launch an ad network eventually that will harness all those social actions to help advertisers target consumers better across the web. Smartly deployed, it could further threaten Google's position as the king of online advertising.
So while most of us spend our days casually toggling back and forth between our Gmail accounts and our Facebook newsfeeds, down in the heart of the San Francisco Peninsula it's war. Zuckerberg served free food this summer to willing workers on the weekends. Page is pushing his team to add features to Google+ at a furious pace: more than 100 in the first 90 days. The decisions that are being made right now -- product launches, advertising plays -- will determine which company prevails.
Google
Larry Page was not pleased. It was a weekend day last spring, and Page, 38, was playing around with an early prototype of Google+ on his Android phone. He found it too cumbersome to post photos he had just taken. He called Vic Gundotra, Google's social czar, to complain. Gundotra tried to push back, explaining why the Google+ team decided on the approach it had taken. Page insisted that photos be uploaded with one click. At Google, what Page asks for, he gets. Gundotra ordered his team to rebuild the photo-uploading feature, and Page now gushes about the technology. "It is a totally magical experience," he said recently, as he described how easy it is to post photos from Android to Google+.
In many ways, Google+ is Larry Page's social network. Early work on Google+ predated Page's ascent to the top post, but he has been intimately involved with the project from the start. In the initial months, Page dropped by every Friday at 11 a.m. for the group's weekly product reviews. To keep close tabs, Page moved his office and much of the executive suite to the building where the Google+ team was sequestered. He blessed the project with massive resources, making it one of the largest engineering endeavors Google has undertaken in its 13-year history, and he elevated Gundotra to the post of senior vice president, reporting directly to him. Page also tied a portion of the bonuses of thousands of Googlers to how well the company did in social.
Google+ is also the first test of Page's plan to transform Google into the nimbler, more accountable company it once was, and in the process avoid the Innovators' Dilemma, the paralysis that grips so many successful companies. In the Google+ project, the company's freewheeling and sometimes chaotic approach to innovation was cast aside -- replaced with a more top-down style. Allowing a thousand flowers to bloom may still be important at Google, says Sergey Brin, the other co-founder, but "once they do bloom, you want to put together a coherent bouquet."
Maybe some discipline is what Google's social ambitions needed. Google's previous attacks on Facebook's turf were an embarrassment. Orkut, Google's first social network, was born alongside Facebook in 2004 but is largely irrelevant outside of Brazil. Open Social, a Google-led effort in 2007 to rally MySpace and other social networks into an alliance to balance the clout of Facebook, flopped. Two years later Google introduced Wave, only to kill it after a few months, and Buzz, a 2010 attempt to shoehorn Gmail users into a social network, quickly turned into Google's biggest social faux pas: Buzz exposed people's Gmail contacts to others, triggering a Federal Trade Commission investigation that forced Google to revamp its privacy policies and accept government monitoring for 20 years.
The Buzz fiasco was a wake-up call at Google. Some of its most high-profile engineers started making the case that the social web posed a vital threat to Google. As the web was being rebuilt around people -- and, in particular, around Facebook's graph of human relationships -- Google could end up on the sidelines, its relevance eroding by the day. The message rattled Google's top brass, and an ambitious project -- called Emerald Sea -- not only to create a credible rival to Facebook but also to transform Google's existing products around social media, quickly took shape. (Gundotra picked the name Emerald Sea to suggest both new horizons and stormy waters.)
After more than a year of gestation, Google finally introduced Google+ in June. The result? A social network that cloned much of what people like about Facebook and eliminated much of what they hate about Facebook. You'll find familiar home and profile pages, tabs for photos and games, and of course the endless updates from friends. Google's +1 button works much like Facebook's Like. But where Facebook is perpetually accused of running roughshod over people's privacy preferences, Google+ made it very easy to decide who can see what users post on the site. Facebook lacked a good way to separate workmates from classmates from real friends, so Google+ was built around Circles, an intuitive way to group people in buckets. Facebook takes 30% of the revenue that app developers like Zynga make on its platform, so Google+ said it would take only 5% for now. Since the launch, Google has rolled out more than 100 new features, and Page says there is much more to come. In Silicon Valley, where everyone had given up on the idea that Google could compete with Facebook, Google+ caught everyone -- including Facebook loyalists -- by surprise. "Google+ was impressive," says Joe Green, one of Zuckerberg's Harvard roommates and the founder of Causes, an application built to run on Facebook.
Facebook
Until recently, the most popular person on Google+, with 598,000 followers and counting, was Mark Zuckerberg. But he has yet to make a public post, and indeed he'd prefer not to discuss Google+ at all. When pressed at a July event, he called it only a "validation as to how the next five years are going to play out." (Translation: Uh, they're copying us.)
However, inside the Palo Alto office where more than 750 engineers regularly pass by the small glass conference room in which Zuckerberg, 27, holds court, Facebook employees put in some serious overtime during the summer lockdown. This had happened only once before in recent years at Facebook: After word leaked that Google was starting work on a "Facebook killer" in summer 2010, Zuckerberg called on engineers to work nights and weekends for 60 days to revamp key social features like photos, groups, and events. Just as it did then, the cafeteria opened up on evenings and weekends this summer, and children dropped in for dinners and good-night hugs before their parents logged back on for late nights. By September, Facebook had released a slew of new features like better grouping tools to mirror those Google+ circles. Says one member of the product and engineering team: "[Google] can throw all the money in the world, including hundreds of people, at this. So people were, like, This is serious, and we should take it seriously."
That anxiety wasn't simply channeled into building a better product. In May, Facebook secretly hired public relations firm Burson-Marsteller to plant anti-Google stories in papers and blogs, a ham-fisted move that backfired when journalists discovered Facebook was Burson's client. The company defended its concerns about Google's privacy violations but took the flak for bad judgment.
The irony, of course, is that Facebook and Google both are in a constant struggle to respect users' privacy while mining as much personal information as possible for the companies' advertisers. All that social information we plug into Facebook when we "like" a pair of shoes on Zappos or update our status about future wedding plans helps the company serve us up ads for things we're more likely to want. This has made Facebook into the go-to advertising platform for big marketers hoping to do brand advertising at scale on the web. As a result, even though Facebook's revenue is minuscule compared with Google's, it is growing at a much faster rate. It is expected to surge to $4.3 billion this year, or more than double the $2 billion it had last year, according to eMarketer. In contrast, analysts predict that Google's revenue will grow just 30%, to $38 billion.
Zuckerberg is obsessed with figuring out how to amass more data by getting more people to spend more time sharing more things with their Facebook friends. At the F8 event in September, he unveiled something called a timeline to replace Facebook's aging profile pages. "Imagine expressing the story of your life," Zuckerberg explained. To demonstrate, he popped up his own Facebook timeline, where a vertical line scrolled backward through his personal history, curating all the posts he'd ever made on the site to bring to the surface the most important items and encouraging him to add posts and photos going all the way back to the May 14, 1984, post: Born, Dobbs Ferry, New York. In effect, Zuckerberg plans to coax us into making Facebook our living digital scrapbooks. Imagine the hours users may log uploading photos and labeling events from the lost decades B.F. (Before Facebook).
But the boldest move at F8 was not Zuckerberg's flashy redesign but rather deeper social integration with other services like Netflix (NFLX) and Spotify. To register for Spotify, newcomers must now use their Facebook credentials. The upside is that you can find and listen to your friends' playlists on Spotify or on Facebook directly. The downside is your musical tastes are revealed to the world (i.e., Sean Parker is listening to Florence + the Machine). This new stream of social data could prove invaluable over time. Until now, although many web publishers offered users the option to publish their actions -- articles they read, shoes they buy -- on Facebook, most people took a pass. In the new model, sharing becomes opt-out rather than opt-in, and Facebook could become the sudden recipient of a good deal more information about what we do online. Eventually, the company could use the data to sell even more targeted ads both on and off the site. If Google's AdWords and AdSense are the de facto tools for helping advertisers reach large numbers of people who know what they're looking for, social ads will be the tool for helping people discover new things.
The war
One day in late October, tech blogs started buzzing about the latest bit of news on the social web: Zuckerberg had lost his place as the most followed Google+ user. Who edged him out? None other than Larry Page. Trivial, perhaps, but it's hard not to think that the news lit up smiles across the Googleplex. Neither Google nor Facebook likes to talk about competing with each other (and neither company would make their CEOs available for this story), but battles are raging on multiple fronts, and both sides celebrate even the smallest victory.
Nowhere is keeping score easier than in the battle for talent, where every engineer or executive who defects from one company or the other is easily tabulated. On that front the battle has been a lopsided affair. Look through the ranks of Facebook, from upper management to lowly interns, and you'll bump into ex-Googlers like Adams, the social researcher, at every turn. Four of Facebook's 11 top executives hail from Google, including COO Sheryl Sandberg and David Fischer, the advertising and operations chief.
These numbers, however, don't tell the full story of a battle that began as far back as 2007 and has only intensified since. Facebook's weapons of choice? Its cachet as the hottest Valley company -- and its potential to mint millionaires when it finally goes public. Google has fought back with money, lots of it. In some cases Google offered top engineers or execs more than $10 million in equity and cash if they stayed, said an executive directly involved in the talent wars. Word spread quickly, and many Googlers did what rational people would do: They got an offer from Facebook just so they could get a big raise at Google. "It created an un-Googley environment," says a senior manager who left Google recently. "They like to be merit-based." So in January, Google tried a different approach: It lavished a giant 10% raise on its entire workforce. It also shifted a large chunk of employee bonuses into base pay. As a result, many people saw their paychecks increase by 15% or even 20%.
But if Google is playing defense on the talent war, it is clearly playing offense in the battle for eyeballs. Its most powerful weapon is its status as the dominant Internet company. In September, for example, when it opened up Google+ to everyone, following a 90-day trial period, it unleashed the kind of promotion that even the biggest brands would envy: A large blue arrow on its homepage pointed the tens of millions who visit it daily to a Google+ tab. Traffic on the site spiked immediately. In addition to Google.com, Google plans to promote Google+, day in and day out, to the hundreds of millions of people who use services like Gmail, Maps, and YouTube; and to weave it into millions of Android handsets. Says Dick Costolo, the chief executive of Twitter: "There is no doubt they are going to be able to pull in massive numbers of users."
Naturally, it's Google's power to pull in those users that worries Facebook the most. For years executives there have said that they are confident they can beat Google on a level playing field. But they fear that, like Microsoft in an earlier era, Google will use its power to peddle Google+, and not always fairly. Some tactics, like promotions on Google.com, are effective and uncontroversial. Others, like Google's ability to use its search engine to promote Google+ ahead of other social services, could prove more problematic. Google has not yet done so with Google+, but it has done just that with other services, like its maps, prompting rivals to cry foul. Google may think twice before engaging in such tactics, as it is already under a government antitrust investigation. Yet with mobile as the next battleground, Google may also find ways to build many Google+ features right into Android phones and tablets, making it harder for rivals to compete.
That last point is not lost on Zuckerberg. It has prompted him to seek closer ties with Google's biggest rival in mobile: Apple (AAPLFortune 500). The two companies have held multiple rounds of discussions, according to people with knowledge of the talks. But they have yet to find a compelling way to collaborate, perhaps because their courtship got off to a rocky start. Last year Facebook rebuffed Apple's attempt to connect Ping, a new social network built around iTunes, with Facebook, purportedly for technical reasons. It was a rare public rebuke for Apple, and Steve Jobs personally called some reporters to voice his displeasure. That Apple chose to bake Twitter, not Facebook, into the most recent version of its mobile operating system has not helped. Still, the two companies continue to talk, knowing full well that an alliance could help them fend off a common enemy.
We know what you're probably thinking: If this is a war, who's going to win? The answer is not straightforward. Google has two goals with social media: One is to slow the momentum of Facebook; the other is to use data from Google+ to improve things like search, maps, and ads. Both Gundotra and Page say the latter goal is the more important one. "We can make search better," Gundotra says. "We can make YouTube and Gmail better. We can make our ads more relevant." He later adds: "Google+ will touch every aspect of Google."
To meet its goals, Google doesn't need to best Facebook, but it needs to become a credible No. 2. Think Avis to Facebook's Hertz. That's a ways off. "At this point, it's more like Thrifty Car Rental," says Danny Sullivan, the editor of Search Engine Land. To get there, Google needs to drink even more of the social Kool-Aid than it has. Consider this: In October a tech blog reported that several top Google officials, including Eric Schmidt, the executive chairman, had not even set up their own accounts on Google+. A few days later Schmidt's account quietly appeared on the site. Google also needs something else: a value proposition that is different from Facebook's and that compels users to switch in large numbers -- or at least to be active on both sites. At this point, it is not clear how many of the 40 million people with Google+ accounts actually use the site. Google won't say. And when asked why anyone should switch to Google+, executives there say again and again that online sharing is broken (tell that to Facebook's 800 million members) and that with Circles, Google+ users can share as they do in the real world (never mind that Facebook has matched that capability).
For Facebook, the early successes of Google+ mean Zuckerberg can no longer afford to screw up. In the past, Facebook's frequent product missteps and privacy snafus were by and large forgiven or forgotten. From now on, Google+ will stand at the ready, more than happy to welcome any disgruntled Facebook users -- not to mention their friends. In other words, as he soldiers on, Zuckerberg must now keep an eye on Page and his troops. Yes, Zuckerberg may feel good about Facebook's gaping lead in users and about having poached dozens of Google's prized brainiacs. But Page has had no problem replenishing Google's ranks. In the most recent quarter, Google added nearly 2,600 employees. That's almost as many people as work at Facebook, and they have a clear mandate: to turn Google into a superpower of the social web.
This article is from the November 21, 2011 issue of Fortune. To top of page