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terça-feira, 15 de março de 2011

Expansão do PIB em 2011 será de 5%, projeta Fazenda

O Ministério da Fazenda manteve em 5% a projeção de crescimento da economia brasileira para 2011, segundo o documento Economia Brasileira em Perspectiva, divulgado hoje. Na última versão do boletim, divulgada em outubro, a previsão era de expansão de 5,5% para a economia brasileira neste ano, mas o número já havia sido revisado para 5% no início deste ano, quando foi divulgado o balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A Fazenda também espera uma expansão maior da economia nos próximos anos: 5,5% para 2012 e 6,5% ao ano em 2013 e 2014, o que faria uma média próxima de 5,9% ao ano.

"A trajetória recente demonstra que o nível de atividade encontra-se em patamar sustentável. As medidas macroprudenciais, em conjunto com a consolidação fiscal, devem possibilitar que a economia siga em crescimento sem descompasso entre oferta e demanda. Para o período 2011-2014, estima-se que a economia volte a crescer no patamar entre 5% e 6,5%", diz a Fazenda, no boletim.

Segundo o documento, o crescimento de 2011 será puxado pela alta de 6,4% na demanda doméstica, índice bem mais moderado do que o crescimento de 10,3% verificado em 2010. A Fazenda espera uma contribuição negativa de 1,4% do PIB do setor externo neste ano, significativamente menor do que o "vazamento externo" de 2,8% do PIB registrado em 2010. "Os resultados negativos da demanda externa líquida (exportações menos importações), embora reduzam o crescimento do PIB, contribuem para a ampliação da capacidade instalada do País, visto que 22,6% do valor das importações são de bens de capital, com expansão de 38,0% entre 2009 e 2010", afirma a Fazenda.

O governo manteve a previsão de que os investimentos fecharão 2011 representando 20,4% do PIB e chegarão a 24,1% do PIB em 2014. "Com as medidas de incentivo ao financiamento de longo prazo, o setor privado deverá exercer papel fundamental nesse segmento. Para o período 2010-2014, espera-se incremento de pelo menos 1% do PIB ao ano no total dos investimentos."

Inflação

O Ministério da Fazenda manteve em 5% a perspectiva para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ao fim de 2011, de acordo com o documento Economia Brasileira em Perspectiva. Para 2012, a estimativa também foi mantida, exatamente no centro da meta do governo, de 4,5%.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já havia apresentado essas estimativas à presidente Dilma Rousseff, no dia 14 de janeiro deste ano. As perspectivas de inflação foram mantidas apesar de o mercado projetar um aumento de 5,8% no IPCA este ano, de acordo com o último boletim Focus, elaborado pelo Banco Central.

No documento divulgado hoje, o Ministério afirma que "a inflação tem subido proporcionalmente menos no Brasil do que na maioria dos outros países, mantendo-se dentro dos limites das metas estabelecidas para 2010 e 2011".

A Fazenda afirma ainda que após forte elevação no último trimestre de 2010 e nos dois primeiros meses de 2011, "o IPCA caminha para desaceleração em março e abril, em função da redução dos preços de vários alimentos e do término do efeito das tarifas de ônibus e das mensalidades escolares". Segundo o documento, as pressões que permanecem no setor de serviços devem reagir à desaceleração da economia e à redução anunciada de gastos do governo.

O Ministério também destaca que o mundo passa por um momento de instabilidade monetária, impulsionada pelo aumento dos preços de commodities e pela crise do Norte da África e do Oriente Médio. O documento não cita o terremoto ocorrido na semana passada no Japão.

Etanol/Alcool sobre mais de 15% em SP

Segundo dados divulgados pelo Índice de Preços Ticket Car (IPTC), o preço do etanol subiu 14,4% em São Paulo. Com esses números, a gasolina se manteve como melhor opção para os donos de um veículo flex abastecerem seus carros.


Segundo os números divulgados, os lugares da capital paulista onde é mais barato colocar álcool no tanque são nas zonas norte e leste. Nessas regiões o preço fica, por exemplo, em R$ 1,69 por litro no Jardim Marilu e R$ 1,71 no Limão. Já quem for a postos de combustível no centro e na zona sul vai encontrar preços mais elevados, variando de R$ 1,90 a R$ 1,94.


Nesta última pesquisa os preços médios ficaram em R$ 2,51para a gasolina, R$ 1,88 para o etanol, R$ 2,05 para o diesel, R$ 2,06 para o biodisel e R$ 1,33 por m³ de GNV (gás natural veicular).

Fórmula Truck 2011 1ª Etapa Sta. Cruz do Sul-RS - Equipe Ticket Car.mpg

Sustentabilidade

Nova ferramenta calcula quantidade de CO² emitida por veículos
Ticket Car Carbon Control é a nova ferramenta lançada pela Ticket Car para calcular a quantidade de gases emitida por veículos. Com a solução, será possível às empresas-clientes obter informações detalhadas sobre a emissão de CO² a partir do consumo de combustível de suas frotas. Além de prover relatórios confiáveis e precisos, será também uma forma de comando e controle para ações de neutralização.
O sistema do Ticket Car Carbon Control também oferece a possibilidade de obter dados de acordo com parâmetros distintos. Dessa forma, o gestor consegue saber, por exemplo, quantos quilos de CO² são emitidos por veículo, centro de custo, base operacional e até mesmo por funcionário. “Essa solução segue os preceitos da sustentabilidade defendidos pela Ticket e é motivada pela união entre governo e empresas engajadas no combate ao aquecimento global”, explica Marco Mamari – Diretor de Produto do Ticket Car.
O objetivo da companhia é contribuir para o controle dos efeitos provocados pelos automóveis ao meio ambiente. “O primeiro passo é poder mensurar, um a um, o grau de emissão dos gases pelos veículos. Sabemos que o álcool é um combustível menos nocivo que a gasolina. Nosso sistema permite, por exemplo, que no caso de uma frota com veículos flex, o gestor possa substituir o abastecimento com derivado do petróleo pelo etanol, o que representaria uma economia de quase um quilo de CO² por litro consumido”, completa.

Ticket Car oferece nova solução para o mercado de gestão de frotas

Ticket Car, pioneiro e líder nacional em gestão de despesas de veículos, anuncia ao mercado nacional mais uma novidade para facilitar o dia a dia do gestor na hora de contabilizar os gastos com sua frota. O Ticket Car Track Online, solução disponível para os gestores que desejam ter o controle em tempo real de sua frota.


O Ticket Car Track Online é uma evolução no conceito de gestão de frotas. “Por meio de relatórios e gráficos analíticos diários, semanais e quinzenais, o Ticket Car Track Online possibilita uma análise detalhada do comportamento de frotas de veículos leves e pesados para uma gestão ainda mais eficiente”, diz Marco Mamari, diretor de Marketing e Produto do Ticket Car.

Com a nova solução do Ticket Car, a gestão total do comportamento da frota é feita 100% via internet. Por meio da tecnologia de telemetria e monitoramento, é possível para o gestor controlar, em tempo real, o desempenho e o comportamento de veículos e motoristas nas diferentes rotas.

Identificar a ociosidade para otimização do uso da frota, condução ou uso inadequado por motoristas, aumento da vida útil dos veículos e maior valor de revenda, além da prevenir multas de trânsito e acidentes, são algumas das vantagens da novidade que já está disponível no mercado. “As vantagens do gerenciamento com um sistema tão amplo vão além do controle de combustível e a ampliação da oferta de produtos facilita o dia a dia dos gestores e usuários.”, finaliza Mamari.

Ticket Car desenvolve ferramenta para calcular quantidade de CO² emitida por frotas de veículos

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O Ticket Car, líder nacional em gestão de despesas de veículos, anuncia o lançamento de uma ferramenta que permitirá calcular a quantidade de gases emitida por veículos, batizada como Ticket Car Carbon Control.


Com a nova solução, será possível às empresas-clientes obter informações detalhadas sobre a emissão de CO² a partir do consumo de combustível de suas frotas. Além de prover relatórios confiáveis e precisos, será também uma forma de comando e controle para ações de neutralização.

O sistema do Ticket Car Carbon Control também oferece a possibilidade de obter dados de acordo com parâmetros distintos. Dessa forma, o gestor consegue saber, por exemplo, quantos quilos de CO² são emitidos por veículo, centro de custo, base operacional e até mesmo por funcionário. “Essa solução segue os preceitos da sustentabilidade defendidos pela Ticket e é motivada pela união entre governo e empresas engajadas no combate ao aquecimento global”, explica Marco Mamari – Diretor de Produto do Ticket Car.

O objetivo da companhia é contribuir para o controle dos efeitos provocados pelos automóveis ao meio ambiente. “O primeiro passo é poder mensurar, um a um, o grau de emissão dos gases pelos veículos. Sabemos que o álcool é um combustível menos nocivo que a gasolina. Nosso sistema permite, por exemplo, que, no caso de uma frota com veículos flex, o gestor possa substituir o abastecimento com derivado do petróleo pelo etanol, o que representaria uma economia de quase um quilo de CO² por litro consumido”, completa.

A metodologia usada pelo Ticket Car é o GHG Protocol, ferramenta mais utilizada mundialmente para a realização de inventários de gases responsáveis pelo efeito estufa, de forma a entender, quantificar e gerenciar suas emissões. O GHG Protocol foi desenvolvido pelo World Resources Institute (WRI) em parceria com o World Business Council for Sustainable Development (WBSCD). Dentre as características da ferramenta destacam-se o fato de oferecer uma estrutura para contabilização de GEE, o caráter modular e flexível, a neutralidade em termos de políticas ou programas e o fato de ser baseada em um amplo processo de consulta pública.

A metodologia do GHG Protocol é compatível com as normas ISO e as metodologias de quantificação do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), e sua aplicação no Brasil acontece de modo adaptado ao contexto nacional, em uma iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), o WRI e o WBSCD. Além disso, as informações geradas podem ser aplicadas aos relatórios e questionários de iniciativas como Carbon Disclosure Project, Índice Bovespa de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e Global Reporting Initiative (GRI).

Ticket Car

No mercado desde 1990, inicialmente apenas para abastecimento, o Ticket Car é uma linha de produtos e serviços para gestão de despesas de veículos, que inclui Gestão de Abastecimento e Manutenção, serviços de Assistência 24h, Administração de bomba de combustíveis interna, entre outros. O Ticket Car traz economia média de até 20% na gestão de frotas empresariais e é um produto que opera 100% em cartão. Atualmente atende a mais de cinco mil empresas-clientes. Ao todo, são 260 mil veículos geridos, atendidos por meio de 10 mil estabelecimentos credenciados.

Sobre a Ticket

Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 33 anos de atuação no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Transporte.

Com abrangência nacional, a Ticket atende a 54 mil empresas-clientes e 5,3 milhões de usuários por meio de uma rede de 280 mil estabelecimentos credenciados nos 4,8 mil municípios brasileiros.

A Ticket é uma empresa Accor Services – que integra as empresas Ticket, Ticket Seg, Accentiv´ e Build Up - braço de serviços da Accor no Brasil, grupo mundial e líder europeu no segmento de hotéis e serviços, presente no País há 33 anos.

FONTE : ASSESSORIA DE IMPRENSA

Gestão de Frota

Gestão de frotas ideal
Própria ou terceirizada, o que se almeja é praticidade com bons custos
Matéria complexa, a gestão de frotas é pauta corrente do dia a dia da maioria das empresas, tanto as de pequeno ou médio quanto grande porte. Afinal, a utilização de um meio de transporte sempre será necessária para a prestação de serviços ou para o trânsito de bens ou pessoas.

Optar por uma gestão interna, com frota própria, ou delegá-la a terceiros é outra decisão com que as empresas se deparam. Muitas delas, segundo dados da Abla (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis) têm optado pela segunda alternativa, ou seja, pelo aluguel de veículos. Segundo registros do anuário da entidade, 52% da locação de automóveis em nível nacional destinam-se à terceirização de frotas.


Faboila Matos


Fabíola Matos,coordenadora de infraestrutura da TBG




De acordo com os especialistas da área ouvidos pela INFRA, trata-se de uma tendência geral delegar a administração desse ativo para terceiros, já que oferece redução de custos em várias frentes e uma série de conveniências. No final das contas, a questão econômica se sobressai como a mais importante. As empresas preferem terceirizar imbuídas por um mesmo objetivo: obter bons custos.

"Obtivemos sucesso num modelo
em que um contratado atua de
forma a complementar
o serviço de outro contratado"


Por terem um grande poder de barganha de preços junto aos seus fornecedores, devido ao grande volume de veículos, peças, serviços mecânicos e consumo de combustível que movimentam, as empresas prestadoras de serviços conseguem preços melhores. Isso faz muita diferença para a maioria delas. Elas acabam por obter o lucro indireto por receber um repasse de custos menor do que teria se tivesse negociando sozinha.

Para outras organizações, no entanto, esse pode não ser o modelo ideal de gestão. Manter e gerir os próprios ativos na área de transporte seria a opção mais acertada para companhias que preferem ter um controle maior sobre a sua equipe de frota.

Assim, por exemplo, estariam monitorando mais de perto alguns indicadores como qualidade das vendas e das entregas de produtos. A administração própria da frota também intensifica a relação com o cliente e facilita a por em prática estratégias de ação, já que é intermediada por um funcionário que, teoricamente, possui vínculos mais fortes e, logo, mais comprometimento com a empresa.

"... devido às diferentes condições de
topografia e tipos de estradas por onde
os carros transitam, a manutenção
consiste num constante desafio, pois o
comportamento dos veículos é diferente
em cada região"

Por outro lado, quando terceiriza, a empresa pode solicitar contratualmente que a prestadora comprometa-se para que seus funcionários trabalhem conforme certos padrões de comportamento e comprometimento, seguindo as diretrizes culturais da corporação. Criando, assim, uma maneira de acompanhar o desempenho da equipe.

Cabe somente ao administrador avaliar qual receita de gestão atende às necessidades da sua atuação e do seu tipo de segmento da maneira mais eficiente.

Existem também empresas que acabam por adotar um modelo próprio. É o caso da TBG (Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil), proprietária e operadora do maior gasoduto da América Latina, que percorre solos entre as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do País.

A gestão vigente na empresa determina que a sua frota de 71 veículos, contratados através de processo licitatório, seja regida por um mesmo contrato em todas as suas regionais. A administração geral passou a ser centralizada na matriz, sob o comando da gerência de Infraestrutura. As três gerências regionais (Campo Grande, Campinas e Florianópolis), por sua vez, possuem profissionais de infraestrutura locais para fiscalizar o contrato.

Até a implantação do padrão atual, cada regional trabalhava com um contrato diferente e a TBG seguia o critério de utilizar a locação de veículos e o fornecimento de motorista de uma só empresa. Mas, depois da reestruturação do setor de transportes, criou-se uma figura intermediária: o assessor de logística. Sua função aperfeiçoou a gestão, pois veio para executar os planejamentos de manutenção e fazer cumprir as diretrizes do Manual de Segurança para Veículos interno.


Frota de TBG é composta de 71 veiculos

Agora, junto com os motoristas, o assessor de logística pertence a uma contratada diferente da que fornece os veículos. Para a empresa, este modelo novo implicou no estabelecimento de uma parceria muito maior entre os motoristas e o fornecedor da frota.

“Obtivemos sucesso num modelo em que um contratado atua de forma a complementar o serviço de outro contratado. É claro que esta ‘simbiose’ gerou, na contratante, a necessidade de aparar pequenas arestas. Mas o processo não deixou de demonstrar que uma parceria bem formatada pode e deve dar certo”, avalia Fabíola Matos, coordenadora de Infraestrutura da TBG.

Na terceirização, ganhar em praticidade também está no cerne da questão, pois figura, depois do fator econômico, como quesito mais almejado pelas empresas que optam por um pacote de serviços de gestão de frotas.

João Claudio Bourg, presidente da Abla, defende que ao locar veículos, as empresas economizam, mas, sobretudo, poupam tempo para tocar o próprio negócio. “Uma empresa precisa desembolsar muito dinheiro para comprar uma frota própria. Fora isso, deixa todos os problemas ou questões administrativas para a locadora resolver”, afirma.



Da esq. p/ dir.: Ailton Queiroga(da Compsis),Marco Mamari (da Ticket Car),João Bourg (da Abla) e Reginaldo Rodrigues (da L’Oréal)

Para o diretor de produtos da Ticket Car, Marco Mamari, com a terceirização as empresas obtêm, especialmente, melhoria do padrão da gestão de suas frotas. Ele dá um exemplo: quando há necessidade de manutenção de um veículo, um profissional especializado discute os termos do conserto de igual para igual com o pessoal de oficina, ou seja, a conversa acontece de técnico para técnico.

Manutenção e controle de combustível concentram, segundo Mamari, os maiores gastos com uma frota. Ao delegar a tarefa de gestão desses itens, a empresa ganha em tempo também, já que pessoas mais especializadas ficariam a cargo de atender demandas específicas como esta.

Na TBG, por exemplo, devido às diferentes condições de topografia e tipos de estradas por onde os carros transitam, a manutenção consiste num constante desafio, pois o comportamento dos veículos é diferente em cada região. A empresa faz manutenções preventivas e corretivas – sendo, as de prevenção, feitas por recomendação das montadoras dos veículos e por exigência contratual.

As manutenções corretivas também são realizadas em concessionárias autorizadas.
Em ambos os casos, a contratada se compromete a disponibilizar veículos reservas similares aos substituídos, ou seja, com as customizações necessárias para transitar em terrenos difíceis.

Segundo informa a gerência de Infraestrutura da TBG, além disso, existe uma verificação constante nos veículos, feita pela própria empresa de forma independente. Há uma Lista de Verificação de Veículos padrão, em que são apontados os diversos itens que necessitam de constante manutenção. Desta forma temos uma dupla checagem dos veículos, diz Fabíola Matos.

Todos os tipos de frotas possuem uma vida média própria e atingem um momento em que o valor gasto na sua manutenção supera o seu valor de mercado. “Quando, numa avaliação, as curvas entre os custos de manutenção versus o valor de mercado começam a se encontrar, é sinal que o veículo atingiu o seu custo ótimo de venda”, ensina Marco Mamari, da Ticket Car.

Ficar de olho em custos de manutenção e combustível, optar pelas melhores práticas administrativas são os itens básicos da cartilha da gestão de frotas. Mas, muitas empresas também estão optando por novas tecnologias, apostando nelas como ferramentas de maior aperfeiçoamento da gestão.

Trata-se do caso da Construtora Camargo Correa que, a quatro mãos, desenvolveu junto com a Compsis, empresa voltada para o desenvolvimento de tecnologias e infraestrutura na área de transportes, um software customizado de gestão de transporte pesado, visando atender a necessidades específicas da construtora. O software ainda encontra-se em fase de implantação, mas, estima-se que esteja sendo operado por cerca de 2.000 colaboradores.

Na TBG, a empresa fornecedora da frota disponibiliza um software que permite fazer todo o gerenciamento à distância, incluindo o acompanhamento das formas de utilização e das infrações cometidas. Além disso, o software faz rastreamento com acompanhamento via internet e gera mais de 40 tipos de relatórios, permitindo um completo acompanhamento da frota.

Independentemente do modelo adotado, a empresa deve avaliar de maneira constante as estratégias de gestão em prática para que estejam sempre em consonância com as suas necessidades internas. O paradigma ideal não há. No final, o que prevalece como consenso é adotar práticas que ofereçam as melhores vantagens competitivas.

Grupo discute as melhores práticas de gestão

Em atuação desde 2008, o GGF ou Grupo de Gestão de Frotas foi organizado com o objetivo de ser um centro de discussão e produção de informação para este setor. Assuntos relacionados a processos administrativos, operação, novas ferramentas de trabalho, contenção de custos, boas práticas no mercado, entre outros são debatidos nas reuniões do grupo que, hoje, conta com 14 empresas associadas.

Reginaldo Rodrigues, líder e fundador do GGF, trabalha há 10 anos como gestor de Frotas da L’Oréal, no Rio de Janeiro. Para ele, a maior qualidade da sua organização, que classifica como um “grupo de estudos”, é colocar o associado em contato com a aprendizagem. “Nossas reuniões são mensais e pautadas de acordo com as necessidades das empresas que participam dos encontros. E só passamos para um tema novo quando esgotamos o anterior”, explica.

No total, as empresas do Grupo administram juntas cerca de 6.000 veículos. Algumas das participantes são: L’Oréal, Mantecorp, Bureau Veritas, Farmoquímica, White Martins, Merck, NET, entre outras.

Ticket Car na Fórmula Truck patrocina equipe 100% sustentável

A temporada 2011 da Fórmula Truck, que começa no dia 27 de fevereiro em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, contará com a participação do Ticket Car, líder nacional em gestão de despesas de veículos da Ticket, como um dos patrocinadores oficiais do campeão de 2010, o piloto Roberval Andrade. A nova equipe se chama Ticket Car Corinthians Motorsport.

Por meio dessa parceria, o Ticket Car oficializa sua entrada no segmento esportivo e reforça sua presença no mercado de frotas pesadas. O objetivo do Ticket Car é estar cada vez mais próximo de seu público. A Fórmula Truck é uma grande vitrine nacional para o mercado de frotas pesadas e, apoiar um campeão como o Roberval Andrade, fortalece ainda mais nossa imagem e reforça nosso importante papel nesse segmento, afirma Marco Mamari, diretor de Marketing e Produto do Ticket Car.

Lançamento exclusivo para a Fórmula Truck
A presença do Ticket Car no evento será marcada, ainda, pelo lançamento oficial do Ticket Car Carbon Free, produto que, aliado ao já existente Ticket Car Carbon Control, oferecerá uma solução completa aos gestores de frota para obtenção de informações detalhadas sobre a emissão de CO2 a partir do consumo de combustível de suas frotas e, por fim, promover ações de compensação através de projetos socioambientais.

Os produtos contam, ainda, com a consultoria dos profissionais especializados da empresa e têm como objetivo principal auxiliar na elaboração de métodos eficazes para minimizar e compensar a emissão de poluentes nos veículos de frotas leves e pesadas.

A equipe 100% sustentável da Fórmula Truck
As duas soluções serão utilizadas pela equipe Ticket Car Corinthians Motorsport em todas as etapas da Fórmula Truck, desde a locomoção das equipes para cada uma das etapas da temporada, até o momento das corridas. O Ticket Car Carbon Control terá como função calcular o volume real de emissão de CO2 da equipe e o Ticket Car Carbon Free, lançamento da empresa, compensará automaticamente a emissão de poluentes por meio do plantio de árvores em regiões de proteção ambiental. O projeto terá como parceiros ONGs especializadas, além de envolver pequenas cooperativas de trabalhadores, gerando trabalho e renda para as regiões de plantio.

Cada vez mais a responsabilidade ambiental e social se faz presente no mundo dos negócios. A Ticket compartilha dessa ideia e está totalmente focada em oferecer ao mercado produtos em linha com essas necessidades. Lançar o Ticket Car Carbon Free durante a Fórmula Truck foi a maneira que encontramos de apresentar aos nossos clientes mais uma novidade exclusiva e retribuir à sociedade em favor das causas ambientais, finaliza Mamari.

Recapitulução

Irei postar a partir de hoje, notícias passadas e atuais, as quais gostaria de registrar. Deixando, assim um histórico sobre a minha vida profissional e itens que gostaria de compartilhar.