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terça-feira, 26 de abril de 2011

Transporte Modal A evolução da urbanização e a sua influência no transporte modal de carga (8) Texto publicado em 26 de Abril de 2011 - 04h55

Caros leitores,
Hoje, este artigo dá continuidade ao tema “abordagem das interfaces entre o transporte de carga nos diversos modos e a evolução da urbanização das cidades”.

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* A evolução da urbanização e a sua influência no transporte modal de carga (1)
* A evolução da urbanização e a sua influência no transporte modal de carga (2)
* A evolução da urbanização e a sua influência no transporte modal de carga (3)
* A evolução da urbanização e a sua influência no transporte modal de carga (4)
* A evolução da urbanização e a sua influência no transporte modal de carga (5)
* A evolução da urbanização e a sua influência no transporte modal de carga (6)
* A evolução da urbanização e a sua influência no transporte modal de carga (7)

Como já vimos, a nova escala de transporte levou os portos para áreas adjacentes, onde o acesso ao porto, as áreas de circulação e de transbordo das mercadorias, tiveram aumento de espaço para liberá-las rapidamente a armazenagem ou mesmo o embarque direto.

Dentro da nova ordem portuária o navio não deve esperar a carga, como acontecia na primeira metade do século XX, onde os cargueiros tradicionais de carga geral solta permaneciam de 10 a 15 dias atracados.

Relações de escalas dos usos portuários
anos
1850
1950
2000
cais
80 m
250 m
350 m
navio
2.000 t
20.000 t
80.000 t
estocagem
1.200 m²
10.000 m²
175.000 m²
acesso
800 m²
5.000 m²
10.000 m²
circulação
0 m²
9.000 m²
56.000 m²
carga
tonel
solta
contêiner
A evolução do comércio internacional acompanhou a urbanização  mundial, fluxo do campo para a cidade e um maior consumo de produtos manufaturados, o que resultou em um maior volume de mercadorias e a necessidade de trocas comerciais rápidas em função do novo custo do dinheiro, condições que exigiram uma maior capacidade e velocidade na movimentação dessas cargas.






Referência bibliográfica
Apresentação de Processos e Equipamentos que podem contribuir para o aumento da eficiência nas atividades portuárias.
Eng. Sílvio dos Santos, Msc
Laboratório de Transportes e Logística – LabTrans - UFSC
Maritime Summit 2011 – Rio de Janeiro – 28 de março de 2011

 

Oposição quer resposta sobre cartões da PMF

Alguns vereadores já haviam decidido recorrer ao próprio TCM e ao Ministério Público para ter mais informações

A polêmica em relação à falta de esclarecimentos sobre os gastos com os cartões corporativos da Prefeitura de Fortaleza preocupa vereadores da Capital. Diante das informações publicadas no Diário do Nordeste de ontem, os parlamentares pedem explicações ao secretário de Finanças, Alexandre Cialdini.

A matéria veiculada pelo Jornal informou que desde 2008 o TCM solicita informações sobre os gastos com cartões corporativos utilizados pela atual gestão, devido à falta de transparência e publicidade com os gastos com o dinheiro público. Há ainda questionamentos do Ministério Público estadual sobre despesas que foram realizadas fora do Brasil no ano de 2007, e que ainda não foram justificadas.

Segundo informou o presidente da comissão de Orçamento, Finanças, Controle e Fiscalização da Câmara Municipal, o vereador João Batista (PRTB), o colegiado se reunirá, ainda hoje, para discutir com seus membros a questão. A comissão também deve convocar o secretário de Finanças do Município, Alexandre Cialdini, para que ele preste esclarecimentos.

De acordo com João Batista, ainda não havia chegado ao colegiado nenhum documento ou convocação para que a comissão discuta o assunto. No entanto, diante do noticiário apresentada pelo Diário, o parlamentar informou que vai discutir o assunto com os integrantes do grupo para que o secretário de Finanças seja convocado para uma reunião já na próxima terça-feira, dia 3 de maio.

Público

O vereador Plácido Filho (PDT), líder da bancada de oposição, disse que os opositores ao Governo municipal já estão se articulando para cobrar informações a respeito dos gastos da Prefeitura. O pedetista informou ainda que irá acionar a OAB e o Ministério Público para que o TCM tome providências a fim de que se torne público "as despesas com o dinheiro do povo".

"A Prefeitura pediu segredo de Justiça e isso é um absurdo, pois fere o princípio da publicidade, porque é dinheiro público. Tem que divulgar aquilo que é do povo", argumentou o vereador que disse ser "no mínimo suspeito" o pedido de segredo de Justiça da prefeita Luizianne em relação ao processo.

Em maio de 2008, a Justiça determinou que a Prefeitura fornecesse um relatório com todos os gastos feitos com cartões corporativos, assim como os beneficiários. O pedido foi feito pela Câmara e a liminar foi expedida pelo juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública, diz o vereador.

No início daquele ano, a Câmara já havia feito o pedido de prestação de contas, e depois de três meses sem obter respostas, teve que acionar a Justiça. Na época, a prefeita Luizianne Lins se comprometeu prestar os devidos esclarecimentos, no entanto, até o momento, as explicações dadas pelo Executivo municipal não foram satisfatórias para os órgãos envolvidos na investigação.

Em 2009, devido à falta de esclarecimentos, o processo foi transformado em Tomada de Contas Especial. Os cartões corporativos começaram a ser utilizados pela atual gestão em agosto de 2007 e foi criado para dar maior agilidade em gastos emergenciais e essenciais do Município, como despesas em viagens, hospedagem e restaurantes, em caso de estarem em serviços, segundo a própria administração de Fortaleza. Depois das denúncias de má utilização dos cartões, a Prefeitura resolveu cancelar a utilização dos mesmos em março de 2008.

Bovespa tenta se firma em terreno positivo

SÃO PAULO - A Bovespa opera de lado desde o início da sessão desta terça-feira, intercalando pequenas altas e baixas, em meio a um sentimento de cautela entre os investidores, que seguem atentos ao movimento do mercado externo. Pouco depois do meio-dia, no entanto, o principal índice da Bolsa parecia se firmar no campo positivo, puxado por ações de bancos e empresas de construção.

Às 12h14, o Ibovespa registrava alta de 0,46%, na máxima, aos 67.280 pontos, após ter alcançado a mínima de 66.722 pontos (-0,37%). O giro financeiro era de R$ 1,70 bilhão, projetando R$ 5,58 bilhões no final do pregão. Em Nova York, o Dow Jones operava em alta de 0,73%, enquanto o S&P subia 0,79%.

Segundo alguns operadores, muitos investidores seguem em compasso de espera enquanto aguardam a decisão do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) sobre política monetária no país e a divulgação da ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que decidiu pelo aumento da taxa Selic em 0,25 ponto porcentual, para 12% ao ano, previstas para amanhã e quinta-feira.

O setor de construção é um dos destaque do dia: MRV sobe 1,75% e Brookfield avança 1,23%, ambas entre as maiores altas do Ibovespa. Fora do grupo também sobem Rossi (+1,09%), PDG (+1,05%), Cyrela (+0,88%) e JHSF (+2,93%). Chama a atenção, no entanto, o desempenho mais vigoroso dos papéis ligados ao setor de shoppings como BrMalls (+2,53%), Iguatemi (+1,81%) e a empresa de renda BR Properties (+1,43%). "São empresas com defesa contra a inflação", avalia um profissional.

Também figuram na lista de maiores altas do índice LLX (+2,04%), TAM (+1,63%), Fibria (+1,61%), BM&FBovespa (+1,52%), OI (Tmar5) PNA (+1,37%) e Cielo (+1,25%).

Bancos

A expectativa para a divulgação de balanços corporativos, que começa a ganhar força nesta semana, ajuda a puxar o setor bancário, na avaliação do gerente da mesa de investimentos pessoa física da Fator Corretora, Alfredo Sequeira. Amanhã de manhã serão conhecidos os números do Bradesco e no mesmo dia à noite, os da Redecard. Na quinta será a vez do Santander.

A elevação da recomendação do JP Morgan para o Banco do Brasil de neutra para "overweitght" também beneficia os papéis do Banco do Brasil. Há pouco, Itaú Unibanco (+0,85%), Bradesco (+0,50%), Banco do Brasil (+0,93%). A exceção fica por conta das units do Santander, que recuam 0,72%. Entre as credenciadoras de cartões, Cielo sobe 1,62% e Redecard avança 0,81%.

Baixas

Hypermarcas recua 2,89% e lidera a lista das mais expressivas baixas do Ibovespa. Icap Brasil lidera as vendas do papel, seguida por Itaú. Aparecem ainda no grupo das principais quedas do índice Duratex (-1,89%), B2W (-1,16%), OGX (-0,91%), Natura (-0,77%), Copel PNB (-0,57%) e PortX (-0,28%).

Vale e Petrobrás

As ações da Vale e da Petrobrás operam com volatilidade desde o início do pregão. Há pouco, o papel PNA da mineradora subia 0,17% e o ON estava estável (0%). Já o PN da estatal de petróleo avançava 0,23% e o ON subia 0,44%. Segundo operadores, ambas as empresas têm sofrido ultimamente com a possibilidade de ingerência política.

"Vale está barata, mas as indefinições sobre como será a gestão de seu novo presidente não estimula compras do papel", avalia um profissional. Na Petrobras, pesa a interferência do governo no que diz respeito ao reajuste dos preços da gasolina, diz.

Hoje a empresa anunciou que sua produção média de petróleo e gás em março, em território brasileiro, foi 2,9% superior a registrada em março de 2010. Com produção de 2.376.186 barris de óleo equivalente por dia (boed) no período, o resultado na comparação com fevereiro deste ano apresentou variação de aproximadamente 1%.

Etanol segue em alta em todo o país

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Como funciona o regime de substitui��o tribut�ria do ICMS

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O POVO Online - Economia - Sefaz fiscalizará 1.236 empresas suspeitas de sonegação

O POVO Online - Economia - Sefaz fiscalizará 1.236 empresas suspeitas de sonegação

Sefaz realizará consulta pública sobre novo Regulamento do ICMS Cuiabá / Várzea Grande, 26/04/2011 - 12:20.

A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz-MT) disponibilizará, a partir do mês de maio, consulta pública na internet sobre o novo Regulamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (RICMS), em elaboração pela Superintendência de Normas da Receita Pública (Sunor). O cidadão poderá registrar sugestões para o aperfeiçoamento dos capítulos disponibilizados para consulta, por meio de acesso ao endereço eletrônico www.sefaz.mt.gov.br , minibanner “Portal da Legislação” (lateral direita da página), link “Consulta Pública” (lateral direita) ou, opcionalmente, por meio do menu superior “Tributário”, “Portal da Legislação”, link “Consulta Pública” (lateral direita).

O novo regulamento tem como embasamento as regras existentes tanto na Constituição Federal, na Lei Complementar Federal nº 87/96, como nas Leis Estaduais que têm reflexo na normatização do ICMS, principalmente, a Lei nº 7.098/98, que consolida normas relativas ao ICMS.

A partir de 2004, houve um intenso trabalho de atualização do atual RICMS, uma vez que este é anterior à publicação da Lei nº 7.098/98 e encontrava-se totalmente desatualizado, inclusive quanto às normas advindas dos Convênios, Ajustes e Protocolos, firmados no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Isto foi necessário porque os comandos regulamentares já não atendiam aos objetivos do ordenamento legal e regras permanentes achavam-se intercaladas com regras transitórias e até mesmo expiradas.

Com o propósito de conferir ao texto regulamentar maior clareza, elegância e simplicidade foram, ainda, realizados agrupamentos de dispositivos afins, bem como o seu enxugamento. Neste contexto, foram criados os Anexos VII a XV, que tratam de diversos assuntos relacionados ao ICMS, tais como isenções, reduções de base de cálculo, entre outros.

Em complemento, a legislação consolidada e disponibilizada ao usuário, seja no âmbito interno ou externo, passou a ser acompanhada de anotações, referências e links, que visam facilitar a pesquisa e proporcionar o atendimento às expectativas de todos aqueles que demandam consultas no sistema informatizado de legislação tributária da Sefaz.

O secretário de Estado de Fazenda, Edmilson José dos Santos, afirma que a consolidação da legislação é medida que interessa tanto ao servidor fazendário como ao contribuinte, bem como aos profissionais envolvidos na área tributária. E, enfatiza: “Estamos garantindo facilidade na busca dos procedimentos concernentes ao ICMS e na aplicação das obrigações tributárias relativas a esse imposto”.

Todavia, apesar do RICMS encontrar-se atualizado, apresenta impropriedades relacionadas à numeração sequencial dos dispositivos, originadas da dinâmica da adequação das normas, que, por vezes, impõe a necessidade de se inserir determinada regra entre as já existentes, implicando a criação de inúmeros dispositivos com numeração intercalada por letras. Assim sendo, vislumbra-se a conveniência e oportunidade da edição de um novo Regulamento, com regras distribuídas e organizadas de maneira a facilitar seu manuseio, o que irá proporcionar uma melhor apresentação das normas em vigor.

Diante disso, a Sefaz iniciou o trabalho de organização, consolidação e adequação de um novo RICMS, que já está em fase final, e que será submetido à apreciação da sociedade em geral, buscando colher sugestões que possam contribuir para uma maior simplificação e clareza do texto regulamentar.

Pessoas Introvertidas também se tornam grandes líderes, diz pesquisadora da Harvard

Contrariando nossa percepção habitual de uma pessoa com personalidade de um líder, pessoas calmas e introvertidas também podem ser igualmente eficazes em liderar equipes, sobretudo quando elas são acompanhadas por seguidores muito extrovertidos e efusivos.

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harvard.edu
Logo da Harvard
Isso é o que revelou a pesquisa de Francesca Gino, professora adjunta de Negociações, Organizações e Unidades de Mercado pela Harvard Business School, de acordo com "primeira análise", recentemente publicada no Working Knowledge, um boletim de notícias da escola. 

Gino identificou traços de uma melhor capacidade de escuta e interiorização dos introvertidos, o que contribui para sua capacidade de lidar e resolver os problemas com calma e eficiência. Em uma equipe de seguidores entusiasmados e comunicativos, os líderes introvertidos são mais propensos a ouvir e implementar idéias, e assim reduzir o risco de estragar o andamento de reuniões em sessões de discussão onde todos estão ocupados em contribuir com idéias e não há ninguém para atuar sobre elas.

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No entanto, se a equipe em questão é predominantemente composta por membros reticentes e passivos, uma pessoa extrovertida pode ser a melhor opção para levá-los pois caso contrário, eles tendem a acabar com muita contemplação, mas poucas idéias práticas​​.

Talvez a maior sacada da investigação de Gino é o fato de que qualquer um pode ser preparado para se tornar um líder e o impacto ou eficácia de seu estilo dependerá em grande parte, da natureza do ecossistema maior no qual ele ou ela atua. Em conversa com a CNN, Gino salientou que "não importa quem você é e qual é a sua disposição, você pode se esforçar... Algumas pessoas precisam apenas se esforçar um pouco mais e usar uma atitude que se adapte à situação."

Resultados detalhados da pesquisa realizada em colaboração com os professores Adam M. Grant, da Universidade de Wharton School da Pensilvânia e A. David Hofmann, da UNC Kenan-Flagler Business School aparecerão no Jornal Academy of Management no próximo ano, intitulado como "Revertendo a Vantagem da Liderança Extrovertida: O Papel da proatividade do empregado ". 

Brasil tem maior taxa de empreendedorismo do G-20

SÃO PAULO - O Brasil registrou em 2010 a mais alta taxa de empreendedorismo entre os países do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), de acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), divulgada nesta terça-feira, 26, pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O País também aparece na frente entre as nações emergentes que compõem o chamado Bric (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China).

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Os 60 países que participaram do levantamento foram divididos em três grupos. O Brasil ficou no quarto lugar no grupo da eficiência - que reúne as economias norteadas para a eficiência e a produção industrial em escala -, atrás de Peru, Equador e Colômbia.

O Brasil registrou em 2010 o melhor desempenho nos 11 anos em que participou da pesquisa. A Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) foi de 17,5% da população adulta, o que significa que, de cada 100 brasileiros de 18 a 64 anos, mais de 17 são empreendedores em negócios com até três anos e seis meses de atividade. São 21,1 milhões de pessoas. Em relação a 2009, a TEA do País subiu 2,2 pontos porcentuais.

O levantamento mostra também que 22,2% dos empreendedores têm entre 25 e 34 anos de idade. Os homens voltaram a superar as mulheres, respondendo por 51% do total. Além disso, 17,5% têm mais de 11 anos de estudo.

De cada três empreendedores, 2,1 abriram o negócio porque vislumbraram uma oportunidade, enquanto 1 foi por necessidade. Essa taxa está em linha com a média mundial, que é de 2,2 por 1. A principal razão apontada pelos entrevistados para empreender foi independência profissional (43%), seguida de aumento da renda pessoal (35%). O estudo considera a atividade empreendedora formal e informal.

Terça-feira, 26 de abril de 2011 - 05h17       Última atualização, 26/04/2011 - 05h17 Câmara Municipal pode liberar propaganda em relógios de São Paulo

cidades@eband.com.br
Depois de consolidar o apoio de 31 dos 55 vereadores da Câmara, o prefeito Gilberto Kassab aposta na votação de um pacote de projetos a partir de amanhã.

O principal, que foi apresentando no início de 2009, libera a exploração de publicidade em pontos de ônibus e relógios de rua por empresas interessadas em reformar o mobiliário urbano da capital.

Elaborada pela Emurb, a proposta prevê a troca de 1.800 abrigos e de cerca de mil relógios. Além de indicar a hora e a temperatura, os equipamentos passariam a informar a situação do  trânsito, a indicar rotas alternativas e, ainda, a contar com câmeras. A concessão deve render R$ 2,2 bilhões à prefeitura.

Para passar em primeira votação, o projeto precisa de 28 votos, número que deve ser alcançado sem grandes esforços. Para as empresas de publicidade, o projeto é uma saída para as restrições impostas pela lei Cidade Limpa, que desde 2007 veta a propaganda na capital.

Ainda na sessão de amanhã, Kassab espera que os vereadores coloquem em discussão o pacote tributário que prevê um aumento de até R$ 4,4 bilhões na arrecadação.

Entre as propostas contidas no pacote, está a criação da Nota Fiscal Paulistana, que prevê descontos de até 100% no IPTU para quem participar do programa.

Dilma: faremos o que for necessário contra inflação

Por Jeferson Ribeiro, Hugo Bachega e Maria Carolina Marcello | Reuters - ter, 26 de abr de 2011 15:43 BRT


BRASÍLIA (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que o governo está pronto para fazer o que for necessário para combater a escalada da inflação.

"Não nos furtaremos a colocar em ação todas as medidas, e aí repito, todas as medidas que julgarmos necessárias e urgentes", disse Dilma durante a primeira reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) de seu governo.

Com a inflação acumulada em 12 meses perto do teto da meta de inflação, de 6,5 por cento, parte do mercado esperava uma alta de 0,5 ponto percentual no juro básico na semana passada e não o 0,25 por cento definido pelo Comitê de Política Econômica (Copom).

Existem dúvidas também sobre a eficácia das medidas macroprudenciais que vêm sendo adotadas para desaquecer o crédito e, com isso, o consumo.

Segundo Dilma, o governo está atento às pressões inflacionárias e o efeito das medidas já tomadas ainda não se fez sentir plenamente.

A presidente disse ser comprensível que "setores da sociedade, no calor do debate econômico, duvidem de tudo" mas ressaltou que "trataremos com serenidade e segurança as medidas e ações necessárias".

Ela voltou a salientar que sua preocupação é ao mesmo tempo com o controle da inflação e com o crescimento econômico.

"O que garante a estabilidade da inflação no longo prazo é o aumento do investimento e a produtividade", acrescentou.

Dilma disse também que o governo federal dará sequência ao ajuste fiscal através de mecanismos que classificou de "não usuais" ao Brasil e prometeu dar sequência a medidas de reforma tributária.

"(São medidas) para agilizar devoluções de crédito, beneficiar micro e pequenas empresas, estimular exportações e investimentos, diminuir a guerra fiscal e aumentar os empregos formais", disse.

Antes dela, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, também falaram das ações do governo contra a inflação.

Segundo Tombini, será preciso um esforço prolongado para trazer a inflação para o centro da meta, de 4,5 por cento.

Releases

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Ticket Car desenvolve ferramenta que auxilia na economia de gastos com abastecimento

Ticket Car desenvolve ferramenta que auxilia na economia de gastos com abastecimento

O gasto com combustíveis é um dos principais custos de uma frota. Perguntas como quanto gasto por mês? Qual a melhor opção? O que seria mais econômico? São algumas das dúvidas que perseguem os gestores de frota. Pensando nisso, o Ticket Car criou o "Ticket Car Análise Flex", que avalia e indica a opção mais vantajosa para o cliente, levando em conta a região de abastecimento. O objetivo é auxiliar as empresas-clientes na redução de custos com combustíveis.
A novidade está disponível para todos os clientes com veículos flex e controle de mercadoria (que determina, por veículo, a quantidade de etanol ou gasolina liberada para utilização). Os relatórios são emitidos após a transação na base de dados do Ticket Car.
Entre os indicadores da ferramenta estão a quantidade de veículos da frota; gasto total no período, porcentagem dos abastecimentos com etanol ou gasolina, além de calcular o quanto seria gasto sem o Ticket Car Análise Flex e o quanto foi economizado com sua utilização. É possível, também, fazer uma projeção anual da economia obtida.
A solução é indicada para empresas que desejam reduzir gastos com o gerenciamento de veículos e frotas formadas por carros flex. "Essa consultoria permite que nossos clientes diminuam os gastos com a frota e gerenciem esses custos de forma mais proveitosa" explica Marco Mamari, diretor de marketing e produtos do Ticket Car.
Ticket Car - No mercado desde 1990, o Ticket Car é líder e pioneiro em gestão de frota, sendo o primeiro cartão 100% chipado do País com operação online. Inicialmente apenas para abastecimento, é uma linha de produtos e serviços para gestão de despesas veiculares, que inclui gestão de abastecimento e manutenção, serviços de assistência 24h, administração de bomba de combustíveis interna, entre outros. O Ticket Car traz economia média de até 20% na gestão de frotas empresariais e atualmente atende a mais de cinco mil empresas-clientes. Ao todo, são mais de 300 mil veículos geridos, atendidos por mais de dez mil estabelecimentos credenciados.

Ticket Car desenvolve ferramenta para calcular quantidade de CO² emitida por frotas de veículos

O Ticket Car, líder nacional em gestão de despesas de veículos, anuncia o lançamento de uma ferramenta que permitirá calcular a quantidade de gases emitida por veículos, batizada como Ticket Car Carbon Control.

Com a nova solução, será possível às empresas-clientes obter informações detalhadas sobre a emissão de CO² a partir do consumo de combustível de suas frotas. Além de prover relatórios confiáveis e precisos, será também uma forma de comando e controle para ações de neutralização.

O sistema do Ticket Car Carbon Control também oferece a possibilidade de obter dados de acordo com parâmetros distintos. Dessa forma, o gestor consegue saber, por exemplo, quantos quilos de CO² são emitidos por veículo, centro de custo, base operacional e até mesmo por funcionário. “Essa solução segue os preceitos da sustentabilidade defendidos pela Ticket e é motivada pela união entre governo e empresas engajadas no combate ao aquecimento global”, explica Marco Mamari – Diretor de Produto do Ticket Car.

O objetivo da companhia é contribuir para o controle dos efeitos provocados pelos automóveis ao meio ambiente. “O primeiro passo é poder mensurar, um a um, o grau de emissão dos gases pelos veículos. Sabemos que o álcool é um combustível menos nocivo que a gasolina. Nosso sistema permite, por exemplo, que, no caso de uma frota com veículos flex, o gestor possa substituir o abastecimento com derivado do petróleo pelo etanol, o que representaria uma economia de quase um quilo de CO² por litro consumido”, completa.

A metodologia usada pelo Ticket Car é o GHG Protocol, ferramenta mais utilizada mundialmente para a realização de inventários de gases responsáveis pelo efeito estufa, de forma a entender, quantificar e gerenciar suas emissões. O GHG Protocol foi desenvolvido pelo World Resources Institute (WRI) em parceria com o World Business Council for Sustainable Development (WBSCD). Dentre as características da ferramenta destacam-se o fato de oferecer uma estrutura para contabilização de GEE, o caráter modular e flexível, a neutralidade em termos de políticas ou programas e o fato de ser baseada em um amplo processo de consulta pública.

A metodologia do GHG Protocol é compatível com as normas ISO e as metodologias de quantificação do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), e sua aplicação no Brasil acontece de modo adaptado ao contexto nacional, em uma iniciativa do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), o WRI e o WBSCD. Além disso, as informações geradas podem ser aplicadas aos relatórios e questionários de iniciativas como Carbon Disclosure Project, Índice Bovespa de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e Global Reporting Initiative (GRI).

Ticket Car

No mercado desde 1990, inicialmente apenas para abastecimento, o Ticket Car é uma linha de produtos e serviços para gestão de despesas de veículos, que inclui Gestão de Abastecimento e Manutenção, serviços de Assistência 24h, Administração de bomba de combustíveis interna, entre outros. O Ticket Car traz economia média de até 20% na gestão de frotas empresariais e é um produto que opera 100% em cartão. Atualmente atende a mais de cinco mil empresas-clientes. Ao todo, são 260 mil veículos geridos, atendidos por meio de 10 mil estabelecimentos credenciados.

Sobre a Ticket

Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 33 anos de atuação no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Transporte.

Com abrangência nacional, a Ticket atende a 54 mil empresas-clientes e 5,3 milhões de usuários por meio de uma rede de 280 mil estabelecimentos credenciados nos 4,8 mil municípios brasileiros.

A Ticket é uma empresa Accor Services – que integra as empresas Ticket, Ticket Seg, Accentiv´ e Build Up - braço de serviços da Accor no Brasil, grupo mundial e líder europeu no segmento de hotéis e serviços, presente no País há 33 anos.

FONTE : ASSESSORIA DE IMPRENSA

Mamari dirige Marketing do Ticket Car


Marco Mamari
Com quatro anos de atuação no Ticket Car, Marco Mamari assume um novo cargo na empresa: o de diretor de Marketing e Produtos.
Responsável pela gestão, planejamento e desenvolvimento do produto e serviços agregados, o executivo terá o desafio de dar continuidade ao crescimento do Ticket Car dentro da companhia e alcançar a liderança no mercado.
Até assumir a nova posição, Mamari trabalhou na Gerência de Riscos e Fusões e Aquisições da Ticket. Com mais de 15 anos de experiência no mercado, tem no currículo passagem pela pelas empresas Ernest & Young Auditores Independentes e a KPMG Transaction and Forensic Services em cargos de gestão executiva.

Ticket Car inova ao lançar produto que compensa emissão de carbono no meio ambiente

Ticket Car inova ao lançar produto que compensa emissão de carbono no meio ambiente

O Ticket Car reforça sua posição de pioneiro e líder no mercado de gestão de frota e investe em soluções 100% sustentáveis. A empresa acaba de lançar o Ticket Car Carbon Free, produto voltado à compensação da emissão de carbono para empresas com frotas leves e pesadas.
Com uma proposta inovadora, o Ticket Car Carbon Free, será um produto aliado ao já existente Ticket Car Carbon Control, oferecendo uma solução completa aos gestores de frota para obtenção de informações detalhadas sobre a emissão de CO2 a partir do consumo de combustível de suas frotas e, por fim, promover ações de compensação através de projetos socioambientais.
Os produtos contam, ainda, com a consultoria dos profissionais especializados da empresa e têm como objetivo principal auxiliar na elaboração de métodos eficazes para minimizar e compensar a emissão de poluentes nos veículos de frotas leves e pesadas.
"Cada vez mais a responsabilidade ambiental e social se faz presente no mundo dos negócios. A Ticket compartilha dessa ideia e está totalmente focada em oferecer ao mercado produtos em linha com essas necessidades. Lançar o Ticket Car Carbon Free durante a Fórmula Truck foi a maneira que encontramos de apresentar aos nossos clientes mais uma novidade exclusiva e retribuir à sociedade em favor das causas ambientais", afirma Marco Mamari, diretor de Marketing e Produto do Ticket Car.
Ticket Car recebe certificado de sustentabilidade - A temporada 2011 da Fórmula Truck conta com a participação do Ticket Car como um dos patrocinadores oficiais do campeão de 2010, o piloto Roberval Andrade. A nova equipe se chama Ticket Car Corinthians Motorsport.
Durante a primeira etapa da temporada 2011, que aconteceu em 27 de fevereiro em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, a equipe 100% sustentável da Fórmula Truck recebeu da ONG Iniciativa Verde um Certificado de Sustentabilidade por ter compensado 6,59 toneladas de gases de efeito estufa através do plantio de árvores nativas da Mata Atlântica.
Já na segunda etapa, que aconteceu em 03 de março no Rio de Janeiro, a equipe também recebeu o Certificado de Sustentabilidade por ter compensado 7,89 toneladas de gases de efeito estufa através do plantio de árvores nativas da Mata Atlântica.
Ticket- Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 34 anos no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Transporte.
Com abrangência nacional, a Ticket atende a 54 mil empresas-clientes e 5,3 milhões de usuários por meio de uma rede de 280 mil estabelecimentos credenciados nos 4,8 mil municípios brasileiros.

Notícias: Marco Mamari é promovido a diretor de Marketing e Produtos do Ticket Car 16.6

Notícias: Marco Mamari é promovido a diretor de Marketing e Produtos do Ticket Car 16.6

Edenred Brasil apresenta case de “Inteligência Empresarial”


A Edenred Brasil, empresa que integra as marcas Ticket e Accentiv´Mimética, em parceria com a Vidya, especializada em consultoria de riscos, comemora o sucesso do programa “Preventive Business Intelligence – PBI” para proteção contra fraudes corporativas e melhorias dos processos.
Seus colaboradores e fornecedores constituem hoje uma força de prevenção de perdas inteligente e proativa focada em resultados e na melhoria constante dos processos e do ambiente de trabalho.

Essas e outras informações serão apresentadas durante o Fórum de Gestão Estratégica de Riscos para Auditoria 2011, em 13 e 14 de abril, na palestra “Inteligência Empresarial”, que será ministrada pelo Consultor de Riscos da Edenred Brasil, Alvarim Couto, no primeiro dia do evento.
Os principais objetivos a serem abordados são a aplicabilidade das técnicas e da metodologia de inteligência humana no setor corporativo, com foco na contribuição à conscientização e à participação dos colaboradores nos processos de prevenção de perdas, na avaliação dos benefícios e resultados possíveis de serem obtidos com a aplicação de alguns métodos na proteção a fraudes nos escritórios.   

“A ideia de aderir ao programa consiste em introduzir as técnicas e metodologia do programa no dia a dia dos colaboradores Edenred, que podem utilizar o conhecimento adquirido como facilitador na hora de reconhecer possíveis fraudes e oportunidades de melhorias dos processos”, afirma Alvarim Couto, consultor de riscos da Edenred Brasil.

Desde 2006 foram realizadas 845 entrevistas com colaboradores, fornecedores e clientes e, a partir daí, mapeados 601 riscos iminentes aos processos da empresa. Com a análise dessas fragilidades, foram implementadas 530 táticas para a melhor gestão dos pontos críticos da Edenred. A analise de PBI mapeou networks que envolviam a quase totalidade dos colaboradores e prestadores de serviços, permitindo que a Edenred acelerasse a implantação de um Código de Ética e criasse um sistema de alerta permanente e invisível e diminuísse as perdas por fraudes ou ineficiência de fornecedores, terceiros e prestadores de serviços. Com isso, a empresa verificou um aumento da eficiência nas investigações e recuperações de perdas.

O Fórum de Gestão Estratégica de Riscos para Auditoria 2011 é um evento do International Quality & Productivity Center – IQPC e acontece nos dias 13 e 14 de abril de 2011, no Hotel Mercure, Vila Olímpia, em São Paulo.
(Redação - Agência IN)

Cotação Ações Edenred (EDEN)

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Edenred reorganiza operações | Valor Online

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HSBC negocia com a francesa Edenred para oferecer cartões-benefício

HSBC negocia com a francesa Edenred para oferecer cartões-benefício

Frota de São Paulo ultrapassa os 7 milhões de veículos Balanço do Detran-SP contabiliza somente veículos registrados na capital paulista

publicado em 25/04/2011 às 17h45:
Frota de São Paulo ultrapassa os 7 milhões de veículos
Balanço do Detran-SP contabiliza somente veículos registrados na capital paulista
Do R7
Texto:   

Daniel Teixeira/AE
Frota de veículos na capital paulista ultrapassou os 7 milhões em março de 2011, segundo Detran-SP

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A frota de veículos na cidade de São Paulo ultrapassou os 7 milhões no mês de março de 2011, segundo dados divulgados pelo Detran-SP (Departamento de Trânsito do Estado de São Paulo). O número total chegou a 7.012.795.
De acordo com o órgão, o automóvel é o veículo mais comum: 5.124.568, o que corresponde a 73% do total da frota da cidade. O segundo lugar fica com as motocicletas, triciclos e quadriciclos, com 889.164 unidades (12% dos veículos da capital paulista). Os 718.450 micro-ônibus, camionetas, caminhonetes e utilitários ficam em terceiro lugar, totalizando 10% da frota paulistana.

Em um ano, o incremento na frota foi de 221.667 veículos, o que corresponde a pouco mais de 3%, já que, no mesmo período do ano passado, a frota da capital paulista era de 6.791.128, segundo dados do Detran-SP.

A capital representa um total de 32% da frota de todo o Estado de São Paulo, composta por 21.890.207 veículos. Em março de 2010, esse número era 20.476.504.

Enquanto a cidade demorou oito anos para pular de 5 milhões para 6 milhões - de janeiro de 2000 a 2008 -, os 7 milhões foram batidos em apenas três anos. 

São Paulo tem 17 mil km de vias pavimentadas. Para-choque a para-choque, a frota atual formaria uma fila de 26 mil km de ruas e avenidas, quase duas vezes a distância de São Paulo até Cabul, no Afeganistão. Para efeito de comparação, na década de 1970 a capital registrava 965 mil veículos para número parecido de vias: 14 mil km.

Assustador o crescimento de veiculos

Frota de carros no Rio deve ultrapassar os
3 milhões até 2020, quase o dobro da atual
Estudo da Coppe/UFRJ prevê que Estado terá um carro para cada dois moradores
Evelyn Moraes, do R7 | 25/04/2011 às 17h55
  
Uanderson Fernandes / Agência O Dia

Engarrafamentos devem piorar em todo o Estado até 2020, segundo UFRJ

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A frota de automóveis no Estado do Rio de Janeiro será quase o dobro da atual até 2020, segundo estimativa do professor de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Paulo Cezar Ribeiro. De acordo com o Estudo da Evolução da Frota, entre 2016 e 2020, o Rio terá um carro para cada dois moradores.

A pesquisa prevê que a frota de 1,867 milhão de automóveis, que circula atualmente no Rio, ultrapasse os 3 milhões nos próximos nove anos.

O professor atribui esse crescimento a três principais indicadores: à vontade de ter veículo próprio, ao interesse do governo federal no comércio de automóveis e ao crescimento da indústria automobilística no Brasil.

- Existem três grandes indicadores que comprovam que estas taxas tendem a aumentar. Primeiro, a vontade de cada um ter o seu carro. Segundo, porque o governo tem interesse que as pessoas comprem carros para arrecadar impostos. E, terceiro, que todas as fábricas de automóveis estão vendendo carros no Brasil. É um mercado que só tende a crescer.

Entre 2001 e 2010, o número de veículos, incluindo carros, motos, caminhões e ônibus, aumentou 43% em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense; 38% em Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; 29% em Itaguaí, também na baixada, e em Niterói, região metropolitana; e 28% na capital fluminense.

De acordo com Ribeiro, há dez anos, somente a zona sul do Rio apresentava 500 automóveis para cada 1.000 habitantes. Os bairros com maior concentração de veículos eram Ipanema e Leblon.

- Eu tenho uma pesquisa, que fiz há dez anos, que mostra que só na zona sul, em Ipanema e no Leblon, havia 500 veículos para cada 1.000 habitantes. Só na Barra da Tijuca, eram 700 automóveis para cada mil habitantes.


Gráfico mostra taxa de crescimento da frota em alguns municipios do Rio de Janeiro em nove anos

Segundo o professor, um investimento a longo prazo no transporte público pode ser uma solução para evitar engarrafamentos por mais tempo.

- O governo tem que investir a longo prazo em um sistema de transporte público de trem, metrô e ônibus que seja eficiente, seguro e rápido. Se o quadro não mudar, isso vai piorar, os congestionamentos serão mais extensos e vão durar mais tempo.

As essências do marketing online | Consumidor Moderno

As essências do marketing online | Consumidor Moderno

Analistas mantêm previsão para PIB e sobem para inflação

BRASÍLIA - A projeção dos analistas do mercado financeiro para o desempenho da economia brasileira em 2011 foi mantida em relação à última semana, pela quarta vez consecutiva. De acordo com o boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central (BC), a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano permaneceu em 4,00%. Para 2012, a previsão de expansão recuou, de 4,25% para 4,21%.

Na mesma base, a aposta para a Selic em 2011 permaneceu a mesma das quatro últimas semanas, de 12,25%. Da mesma forma, a previsão para 2012 ficou inalterada em 11,75%. Por sua vez, a estimativa de inflação (IPCA) subiu pela sétima semana seguida, de 6,29%, para 6,34%. Para 2012, as perspectivas se mantiveram em relação às três últimas semanas, em 5,00%.

A expectativa para o crescimento da produção industrial em 2011 recuou, de 4,08% para 4,06%. Para o ano seguinte, a projeção também caiu, de 4,68% para 4,65%. A projeção para a taxa de câmbio em 2011 foi finalizada em R$ 1,65, se mantendo em relação à semana anterior. Já para 2012, a taxa caiu de R$ 1,71 para R$ 1,70.

A aposta para o saldo da balança comercial no ano corrente cresceu de US$ 17,20bilhões para US$ 18,00 bilhões. E para 2012, subiu de US$ 10,00 bilhões para US$ 10,05 bilhões.

Para as transações correntes, (todas as operações do Brasil com o exterior) a projeção de déficit recuou de US$ 61,50 bilhões para US$ 60,50 bilhões. Já para o próximo ano, a previsão permaneceu em US$ 69,10 bilhões.

A projeção para o Investimento Estrangeiro Direto (IED) de 2011 (caracterizado pelo interesse duradouro do investimento na economia) permaneceu em R$ 45,00 bilhões. Na mesma base, a projeção para 2012 ficou inalterada, em US$ 45 bilhões.

Nutricash oferece benefício ValeCultura - 25/04/11

Nutricash oferece benefício ValeCultura

Cartão Multi Cultura está pronto para atender à demanda da região nordeste

A Nutricash, especialista no desenvolvimento de produtos e serviços direcionados à concessão de benefícios ao trabalhador e gerenciamento de frota, aposta no produto ValeCultura iniciando a operação na região Nordeste. Denominado Multi Cultura, o cartão de benefícios da Nutricash para o consumo cultural pode aumentar em 20% o volume de transações da empresa.
“Acreditamos no potencial do cartão Multi Cultura, por se tratar de um produto que agrega conhecimento à população e motiva o colaborador. Estamos prontos para comercializar o serviço e atender à demanda das empresas, inicialmente na região nordeste, que vem recebendo cada vez mais investimentos”, analisa a diretora geral da Nutricash, Rosane Manica.
De acordo com cálculos do governo federal, o ValeCultura deve injetar R$ 600 milhões no setor cultural. Criado em 2009, o benefício prevê que as empresas forneçam R$ 50,00 mensais para os funcionários de baixa renda, para o consumo de bens e passeios culturais. Atualmente, o projeto está aguardando votação na Câmara dos Deputados.
A Nutricash estima que o cartão seja aceito em mais de 500 estabelecimentos comerciais, além de grandes redes de cinemas, livrarias e centros de eventos. As empresas que aderirem ao benefício terão a oportunidade de abater os custos no imposto de renda, gerando a renúncia fiscal de R$ 7 bilhões anualmente.
O projeto do governo federal prevê um benefício em torno de R$ 50,00 mensais voltado para o colaborador que recebe até cinco salários mínimos. O crédito vai permitir que o trabalhador destine parte do seu orçamento para a compra de livros, DVD’s, CD’s, ingressos para cinemas, teatros, circos, zoológicos e museus. “Além de aquecer o mercado cultural brasileiro, ampliando os investimentos, o ValeCultura vai beneficiar cerca de 12 milhões de trabalhadores diretamente”, acrescenta a executiva.

Sobre a Nutricash

A Nutricash, empresa com atuação em gestão de frotas e concessão de benefícios ao trabalhador, oferece às companhias um portfólio completo de produtos e serviços. Com mais de 15 anos de experiência, a Nutricash tem atuação comercial e rede credenciada em todas as regiões do País, permitindo uma cobertura e atendimento eficaz em todo o território nacional.
No portfólio da Nutricash estão soluções completas para companhias que visam a aumentar a produtividade de seus funcionários e a eficiência de sua frota, além de gerir e agregar valor aos seus negócios. A empresa oferece aos seus colaboradores a oportunidade de usufruir de cartões como o Multi Benefícios Nutricash, cartão de compras e serviços com desconto em folha de pagamento, além de disponibilizar, para o segmento de refeição e alimentação, soluções como o Nutricash Refeição, Nutricash Refeição Eletrônico, Nutricash Alimentação e Nutricash Alimentação Eletrônico. No campo da gestão de frotas, a Nutricash oferece, através do MaxiFrota, diferenciais que auxiliam as empresas na redução de custos e no controle total e em tempo real, por meio de serviços e produtos com alta tecnologia, praticidade e segurança.
Buscando sempre a excelência em seus serviços, a Nutricash investe em tecnologia e tem serviços cada vez mais modernos, inovadores e seguros, apropriados ao perfil de cada cliente.

Os segredos da longevidade da GE

O tumulto econômico de 2008 e 2009 serviu para enfatizar um fato da vida no mundo dos negócios: as empresas morrem. Em um contexto de crescimento e expansão, é fácil esquecer que as organizações –não importam seu tamanho ou a quantidade de “tentáculos” que tenham–  otineiramente fecham as portas ou são forçadas a fazê-lo. Basta se lembrar de Lehman Brothers, Enron, Andersen, WorldCom, Barings, Digital, Pan Am e milhares de outras. Em um só mês de meados de 2009, oito empresas de capital aberto, com ativos de mais de US$ 1 bilhão, entraram com pedido de falência nos Estados Unidos.

Como demonstram esses números e nomes, a sobrevivência corporativa no longo prazo não é fácil. Algumas companhias morrem relativamente jovens; outras se arrastam sem esperança na velhice, como a General Motors. Apenas poucas empresas são robustas o suficiente para se renovar e sobreviver ao longo de um século. Entre elas está a General Electric (GE).

Em 1878, Thomas Alva Edison criou a Edison Electric Light. A companhia evoluiu e se tornou a Edison General Electric e, em 1892, se juntou à Thomson-Houston Electric para formar a General Electric. Em 1896, quando o índice Dow Jones foi lançado, a GE era uma das empresas listadas –e ela é a única da primeira lista que ainda faz parte do índice.

Com 118 anos de idade, esse titã norte-americano é verdadeiramente uma corporação global. Mais da metade de seu faturamento vem de fora dos Estados Unidos. Seus 327 mil funcionários trabalham em unidades da GE em 160 países. É uma das empresas mais bem-sucedidas e inovadoras do mundo, um parâmetro para as demais.

Quais são, afinal, os segredos da longevidade da GE? Sua receita de sobrevivência poderá ser mantida diante da redução do poder econômico dos Estados Unidos e de uma competição realmente global?

Sempre viva
“A média de vida natural corporativa deveria ser de dois ou três séculos”, escreve Arie de Geus no livro A Empresa Viva (ed. Campus/Elsevier), observando algumas relíquias que ainda prosperavam, como o Sumitomo Group e a Stora, da Escandinávia. A verdade, porém, é que as companhias não se aposentam e se mudam para a Flórida para jogar bingo. Elas geralmente morrem jovens. A GE é exceção.

De Geus menciona uma pesquisa holandesa sobre expectativa de vida corporativa no Japão e na Europa que indica a média de 12,5 anos. “A expectativa de vida média de uma multinacional –da Fortune 500 ou equivalente– está entre 40 e 50 anos”, afirma De Geus, observando que um terço da lista da Fortune de 1970 havia desaparecido em 1983. Ele atribui tal falência endêmica ao foco dos gestores nos lucros e no resultado final, em vez de na comunidade humana que forma a organização.

Na tentativa de chegar ao fundo desse mistério, De Geus e vários de seus colegas da Royal Dutch/Shell realizaram uma pesquisa para identificar as características da longevidade corporativa. Como seria de esperar, a dificuldade está em manter a excitação no nível mínimo. Os seres humanos centenários defendem uma vida de abstinência, cuidados e moderação, e o mesmo acontece com as organizações. A equipe da Shell identificou quatro características das empresas longevas: são “sensíveis ao ambiente em que estão”, “coesas, com forte senso de identidade”, “tolerantes” e “conservadoras nas finanças”. Essas conclusões encontram eco no clássico de Jim Collins e Jerry Porras Feitas para Durar (ed. Rocco).

Como a GE está mais para John Wayne do que James Dean, Arie de Geus gostaria dela. Seu progresso tem se baseado, não há dúvida, em alicerces sólidos. Ganhou US$ 3 milhões nos primeiros sete meses de existência e tem sido administrada de forma cautelosa e prudente desde então. Uma geração passa o bastão para a outra sem fissuras. E todos estão comprometidos com a mudança, em maior ou menor grau. Richard Pascale concluiu que a “genialidade da GE está na escolha dos sucessivos presidentes, cada um deles tendendo a contrapor os extremos de seu predecessor”, depois de estudar a empresa para seu livro Administrando no Limite (ed. Record), do início dos anos 1990.

De fato, eles têm apresentado bom desempenho de forma consistente. Em Feitas para Durar, Collins e Porras descobriram que os números de Jack Welch em sua primeira década no cargo, tão comemorados, não eram os melhores da história da GE. Na verdade, o famoso presidente aparecia em quinto lugar, entre sete, quando os resultados eram medidos por retorno sobre o valor. “Ter um presidente do calibre de Welch é impressionante. Ter um século de presidentes do calibre de Welch, todos desenvolvidos dentro da organização... essa é uma das razões para a GE ser uma empresa visionária”, concluem eles. É um retrospecto formidável. Nenhuma outra grande companhia tem sido tão bem-sucedida em recrutar líderes internamente ou conseguido sustentar desempenho tão consistente ao longo de tão extenso período.

O jeito Imelt
O atual presidente da GE, Jeff Immelt, assumiu o posto apenas alguns dias antes de 11 de setembro de 2001. O atentado terrorista aos Estados Unidos teve impacto substancial sobre a empresa, por causa de sua atuação no setor de seguros. Immelt tem buscado um caminho menos midiático que seu antecessor. Ele não tem o talento de Welch para slogans, mas, sob seu comando, a GE continuou a apresentar resultados comparativamente impressionantes com menos festa.

Ao falar em um evento da London Business School, Immelt deu pistas de como está imprimindo seu estilo à GE e sobre sua liderança em tempos de turbulência. De certo modo, suas palavras ecoam as de seu famoso antecessor. Cinco temas-chave fazem a ligação entre o passado, o presente e o futuro, como ele demonstrou:

Pragmatismo. Uma organização não sobrevive por mais de um século sem boa dose de pragmatismo. Diante da situação econômica mundial, Immelt dá de ombros. “Presidentes de empresa não são economistas. Os ciclos acontecem. Passa-se por um ciclo econômico cada dez anos. Cada 50 anos, há um recomeço. Precisamos ser pragmáticos.”

No passado, a GE se mostrou adepta do conceito de mudar com os tempos. À medida que os serviços financeiros cresceram rapidamente nas décadas de 1980 e 1990, a GE Capital se tornou um dos principais concorrentes na área de serviços financeiros. Quando o mundo se globalizou, a GE liderou o caminho. “A globalização foi reordenadora”, diz Immelt, analisando os percalços econômicos do mundo. “Mas nós somos uma corporação global. Nós segmentamos países ricos em recursos, como o Canadá. Eles possuem estratégias que condizem com nossa visão de futuro.” O pensamento da GE sobre inovação e globalização está constantemente sendo refinado.

Há cerca de três anos, Immelt levou para dentro da GE Vijay Govindarajan, professor da Tuck Business School, do Dartmouth College, dos Estados Unidos, para assessorá-lo como especialista em inovação [veja entrevista com Govindarajan na HSM Management 80]. “Uma das coisas interessantes sobre a sucessão de presidentes na GE é que cada um muda o arcabouço estratégico da empresa à luz das condições de mercados emergentes”, afirma Govindarajan. “Reginald Jones, por exemplo, introduziu o planejamento de portfólio, enquanto Jack Welch enfatizou temas como o 6-Sigma e fez a mudança de produtos para serviços. O legado de Jeff Immelt será julgado com base em quão bem ele introduziu a cultura da inovação em uma empresa bem conhecida por sua cultura de desempenho.”

Renovação constante. Uma visão de mundo pragmática significa que a GE tem se mostrado adepta do conceito de se renovar e se reinventar. Immelt destaca o fato de que a empresa lançará mais produtos nos próximos dois anos do que em toda sua história, o que evidencia seu apetite por mudança e renovação. A GE sabe que ficar parada é o caminho certo para ser atropelada.

Ouvindo Immelt, observa-se um sentimento de confiança e competência, mais do que rastro de ego transmitido por muitos presidentes de empresa no cenário mundial. “Comandar a GE é um trabalho de tempo integral. Eu tive cinco dias de folga em nove meses”, admite ele. “Você precisa estar confortável consigo mesmo. Meu conselho para as pessoas é fazer aquilo de que gostam. O que eu amo sobre a GE é que sentamos no banco da frente do trem da história, seja na China, seja onde for.”

Immelt está sentado confortavelmente, mas não de forma complacente. Ele se descreve um otimista, mas ansioso sobre o futuro. “Nós temos uma plataforma para mudanças de verdade e estou convencido de que a GE vai emergir como  umaempresa melhor”, afirma.

Senso comum. Outra razão por trás do sucesso da GE é o fato de ela ter sido construída em torno de uma cultura simples, de bom senso. Nada muito sofisticado, para não distrair. “É claro que temos profissionais muito bons, mas todos saímos do mesmo ‘saco’ que as pessoas das outras empresas. Mesmo assim, acho que temos algo único”, disse Fred Borch, ex-presidente da empresa, em 1965. “Esse nosso caráter único, acredito, vem do ambiente de trabalho: respeito uns pelos outros e esforçar-se para que o trabalho seja o mais divertido possível.” Immelt é a personificação da calma e dá valor a mensagens simples, mas poderosas.

“Empresas e países devem focar as próprias capacidades. Nós queremos ser bons em produzir coisas. Em outros tempos, terceirizamos demais. Se você espera algum dia ser um concorrente de longo prazo na Índia ou na China, sua cadeia de suprimentos lá tem de ser completa”, explica.

Cultivo do talento. Manter a simplicidade das coisas significa que a GE muda de presidente em ritmo menor do que as rivais. A empresa raramente procura headhunters, pois já reconheceu há muito tempo que é melhor e mais barato desenvolver o talento e promover as pessoas internamente. É significativo que os executivos da GE sejam entusiasticamente cortejados por outras organizações.

“Precisamos de empreendedores que estejam dispostos a assumir riscos calculados nos negócios e, ao mesmo tempo, saibam como trabalhar em harmonia com uma entidade empresarial maior”, disse o ex-presidente da empresa Reg Jones. “Os requisitos intelectuais para isso estão anos-luz além do que é exigido em organizações menos complexas.”

Fundamental para o argumento de De Geus é o fato de que há mais coisas importantes para as empresas –e para alcançar a longevidade– do que apenas fazer dinheiro. “A dicotomia entre lucro e longevidade é falsa”, afirma ele. Sua lógica é impecavelmente direta. O capital não é mais o rei; agora quem manda são as habilidades, as capacidades e o conhecimento das pessoas. O corolário desse raciocínio é o seguinte: “Uma empresa de sucesso é aquela capaz de aprender de forma eficiente”. O aprendizado é o capital do futuro. Aos olhos de De Geus, aprender significa estar preparado para aceitar a mudança contínua.

Welch é famoso por ter incrementado a universidade da empresa em Crotonville e, sob o comando de Immelt, a GE investe US$ 1 bilhão por ano em treinamento. “Haverá diferentes conjuntos de capacidades – agilidade de adaptação, líderes que sabem como se conectar com parceiros, pessoas que aceitam bem a incerteza e mobilizam todo mundo – e empresas como a GE precisam ser mais descentralizadas”, diz Immelt. “Os negócios têm de ser mais pessoais, transparentes e abertos, e essas serão as características da liderança do século 21.” Em algum lugar da GE, o próximo Welch ou Immelt está sendo desenvolvido.

Forte foco no futuro. A GE tem se mostrado capaz de fazer a gestão do essencial de suas atividades diárias de forma altamente eficiente e, ao mesmo tempo, manter-se alerta para o longo prazo. “Estamos sempre executando nossa estratégia de longo prazo”, afirma Immelt. “Há temas importantes com os quais a empresa tem de se envolver, como a política energética, e é melhor se envolver do que partir do pressuposto de que o status quo vai cuidar das coisas. Todas as organizações precisam ter em mente os temas mais relevantes, aqueles que vão dar forma a nossa época. Sistema de saúde pelo qual as pessoas possam pagar e energia limpa são dois desses temas no século 21.”

O atual líder da GE vai além: “Queremos sempre ter visões e pontos de vista simples sobre o futuro. Temos de ser parte desse futuro ou seremos deixados para trás. Cada equipe de gestão deve ter um ponto de vista real sobre os próximos 10 ou 20 anos. O setor de serviços financeiros não será o mesmo. O cenário industrial vai mudar radicalmente. O governo passou para a sala seguinte e não vai mais sair de lá”. [Vale acrescentar que parte desse foco no futuro de Immelt é sua preocupação com mercados emergentes como o Brasil, que ele visita com grande frequência, sinalizando suas prioridades.]

*Esta reportagem foi publicada pela Revista HSM Management (br.hsmglobal.com) e agora no Mundo do Marketing por meio de parceria que os dois veículos mantêm.

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Preço do álcool no Rio sobe quase 10% em abril Em Irajá, na zona norte da capital fluminense o litro custa em média R$ 3,15

O abastecimento com etanol (álcool) no Rio de Janeiro está cada vez mais caro. Segundo o IPTC (Índice de Preços Ticket Car), o combustível vegetal teve alta de 9,98% na primeira quinzena de abril. Mais uma vez, a gasolina é a melhor opção para os motoristas cariocas. Encher o tanque com etanol custa, em média, R$ 2,62/l, enquanto que com gasolina sai por R$ 2,90 o litro. 

A análise dos números ainda permite observar que os condutores da região central pagam mais caro pela gasolina, que chegou a R$ 2,93 o litro. Para o consumidor que optar pelo álcool, a zona norte é a região mais cara, a R$ 2,70 o litro.

Apesar do aumento para ambos os combustíveis, os valores podem apresentar grande variação. Para abastecer o carro em Bangu, na zona oeste, o motorista paga R$ 2,32 por litro de etanol. Já em Irajá, na zona norte, o mesmo volume custa R$ 3,15. 

Para a gasolina, a diferença é menor. O litro mais barato do combustível está na zona sul, na Lagoa, por R$ 2,74. Porém, o preço mais alto não atinge o mesmo patamar do álcool. Em Bonsucesso, na zona norte, o desembolso será de R$ 3,10 por litro. 

Outro aumento apontado pelo levantamento mensal do Ticket Car foi a alta do Gás Natural Veicular, que subiu 4,5% no período e já pode ser encontrado a R$ 1,77/m³. 

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Alta nos preços do álcool faz consumo cair 23% no Rio
Para quem tem veículo flex (que funciona com gasolina e álcool) a dica é fazer uma conta simples na hora de abastecer, de acordo com Eduardo Lopes, coordenador de Produto do Ticket Car.
- Divida o preço do etanol pelo da gasolina. Resultados inferiores ou até 70% dão vantagem para o combustível vegetal, mais que isso o derivado do petróleo é a melhor opção. Vale a pena lembrar que mesmo nos casos de vantagem econômica para a gasolina, o etanol é sempre ecologicamente mais indicado.

Por exemplo, utilizando os valores mais altos encontrados para os dois combustíveis, ao dividir R$ 3,10 por litro de gasolina por R$ 3,15 por litro de álcool, o valor encontrado é de 0,98. Ou seja, acima de 0,7 (70%), o vantajoso é, como no caso apresentado, abastecer com gasolina.

Brasil

Em mais um período de alta desde o início do ano, o álcool segue mais caro para abastecimento no país. Segundo o Índice de Preços Ticket Car, nos primeiros quinze dias de abril, o preço do combustível vegetal manteve-se, em média, a R$ 2,37 por litro em todas as regiões brasileiras, 6% mais caro que em março.

Com isso, a gasolina é a melhor opção para quem tem veículo flex, já que o combustível é vantajoso, na relação custo versus desempenho, em todos os Estados e no Distrito Federal, com preço médio de R$ 2,82 por litro.

Quem abasteceu com diesel desembolsou, aproximadamente, 0,9% a mais do que em março. Encher o tanque com diesel custou cerca de R$ 2,06 por litro.