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domingo, 1 de maio de 2011

Tribuna do Norte | Cartão corporativo, o casamento real

Tribuna do Norte | Cartão corporativo, o casamento real

Economia Pauta sobre a criação do Cartão FCO Empresarial é discutida na reunião do Condel

Na última semana foi realizada a Reunião do Conselho Deliberativo do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste – Condel/ FCO. Uma das principais pautas em discussão foi a implantação de um novo instrumento para facilitar o acesso e a utilização dos recursos do FCO por empresários. Com isso foi criado um Grupo de Trabalho no intuito de debater a sistemática de funcionamento do cartão.

O Grupo de trabalho criado também abriu discussão para os demais assuntos: A criação de uma Linha especial voltada para Ciência; Tecnologia e Inovação para o Centro Oeste; a aprovação de condições especiais de financiamentos para municípios de economia estagnada; reformulação de Programa de Financiamento de Conservação da Natureza dando ênfase à recuperação de áreas degradadas e empreendimentos ABC (Agricultura de Baixo Carbono) e por fim a discussão de uma linha de financiamento para o setor cultural.

UFC 129: Lyoto aposenta Couture com um chute à la 'karate kid'

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Brasileiro José Aldo já tem novo adversário pelo cinturão dos penas no UFC

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CCR NovaDutra oferece exames de saúde gratuitos aos caminhoneiros na Via Dutra, em Itatiaia (RJ)

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Programa Estrada para a Saúde acontece nesta quarta (27) e quinta-feira (28), das 15h00 às 21h00.


Os caminhoneiros que trafegarem pela Via Dutra, na região de Itatiaia (RJ), nesta quarta (27) e quinta-feira (28/04), poderão participar de mais uma ação do Programa Estrada para a Saúde. Promovido pela CCR NovaDutra, o evento oferecerá exames de saúde e serviços gratuitos, das 15h00 às 21h00, no posto de serviços Graal Jardim Itatiaia, localizado no km 316 da Via Dutra, no sentido São Paulo.
 
O Programa Estrada para a Saúde é destinado ao bem-estar do motorista profissional e, desde 2001, oferece gratuitamente aos caminhoneiros o trabalho de uma equipe de médicos, enfermeiros, profissionais e estudantes da área de saúde para realizar exames clínicos. Além disso, o Programa oferece informações para melhorar o dia-a-dia ao volante e orientação aos motoristas sobre cuidados com a sua saúde.

Nos dois dias do Programa, serão realizados exames clínicos, avaliação de risco cardíaco, exame de colesterol, teste de diabetes, teste de visão, aferição de pressão arterial, avaliação de estresse, aconselhamento nutricional e atendimento médico.
 
Além dos exames, o caminhão poderá passar por uma check Up automotivo. O Programa Estrada para a Saúde também conta com a parceria da empresa de manutenção preventiva de veículos CAMINHÃO 100% e CARRO 100%, que realiza a verificação sistema de freios, suspensão, pneus, faróis, além de outros itens essenciais dos caminhões.

O Programa Estrada para a Saúde

A proposta da CCR NovaDutra, promotora do Programa Estrada para a Saúde, é oferecer aos caminhoneiros, consultas clínicas e dicas sobre qualidade de vida. Uma vez por mês, ao longo de dois dias, o programa instala infra-estrutura adequada em um posto de serviços localizado às margens da Via Dutra para facilitar o acesso dos motoristas profissionais a serviços gratuitos de saúde. As ações são desenvolvidas por meio de parcerias com universidades, escolas da área de saúde, prefeituras, empresas e instituições ligadas à área de Transportes.

Desde o início da realização do Programa, em 2001, foram atendidos mais de 22 mil motoristas profissionais.
 
A médio e longo prazos, a CCR NovaDutra espera contribuir para a reeducação e mudança de hábitos dos caminhoneiros, o que representaria uma grande conquista social. Motoristas com boa qualidade de vida trabalham melhor, o que colabora para a redução dos índices de acidentes na rodovia.

Para esta edição do Programa Estrada para a Saúde, a CCR NovaDutra conta com as parcerias do Posto de Serviços Graal Jardim Itatiaia, Universidade Estácio de Sá – Campus Resende, Centro Universitário de Barra Mansa - UBM, Cruz Vermelha Brasileira – Filial Barra Mansa, Centro de Formação Profissional Bom Pastor, CAMINHÃO 100% e CARRO 100% - Manutenção Preventiva de Veículos e Polícia Rodoviária Federal.
 
Evento: Programa Estrada para Saúde
Local: Posto Graal Jardim Itatiaia, km 316, sentido Rio-SP, Itatiaia (RJ)
Data: Quarta e quinta-feira (27 e 28/04)
Horário: 15h00 às 21h00


Sobre a CCR NovaDutra: A CCR NovaDutra é responsável pela administração da Rodovia Presidente Dutra, via com 402 quilômetros de extensão e que liga as duas regiões metropolitanas mais importantes do País: Rio de Janeiro e São Paulo. A rodovia abrange uma região altamente desenvolvida, que responde por cerca de 50% do PIB brasileiro. A concessionária tem 15 anos de existência e foi a segunda a integrar o Grupo CCR.
 
Sobre o Grupo CCR: O Grupo CCR é um dos maiores grupos de concessão de infraestrutura da América Latina, empregando atualmente cerca de 10 mil colaboradores. É responsável por 2.437 quilômetros de rodovias administrados por suas concessionárias nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.  O Grupo CCR também atua em negócios correlatos, tendo participação de 38,25% na STP e de 45% no capital social da Controlar. Além disso, está presente no segmento de transporte de passageiros com a Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo, por meio da Concessionária ViaQuatro, com participação de 58% no capital social da empresa. Comprometida com o desenvolvimento social, o Grupo CCR tem uma série de projetos que beneficiam diretamente seus usuários e comunidades que vivem em regiões onde a empresa atua. São projetos de educação para o trânsito, de qualidade de vida para os caminhoneiros e diversos outros que valorizam, sobretudo, a cidadania e preservação da vida.
 

Tribuna do Norte | Agrishow 2011

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Corte de combustível na polícia tira dezenas de viaturas das ruas

Redução chega até 80% no fornecimento para alguns batalhões da Polícia Militar, conforme denúncias

  Gazetaweb - Dulce Melo

Se a polícia tem como uma das reivindicações melhor condição de trabalho, o Governo parece ignorar e fornecer elementos que auxiliam a paralisação da categoria. Um corte de combustíveis anunciado reduziu em até 89% o fornecimento para alguns batalhões da Polícia Militar, o que deixa dezenas de viaturas impossibilitadas de irem às ruas.

Informações concedidas à Gazetaweb por oficiais de diversos batalhões da capital e do interior, que não querem se identificar por receio de punições, asseguram que há unidades que recebiam mensalmente 11 mil litros de combustível para manter a frota em uma região, e tiveram a redução para apenas 3 mil litros.

“Essa quantidade de combustível gastamos em uma semana. Não tem como manter o pessoal na rua com menos de um terço. Espero que o processo seja agilizado o mais rápido possível e tenhamos condições de trabalho”, disse um comandante.

Segundo o coronel Mário Sérgio, diretor da Agência de Modernização de Gestão e Processos (Angesp), do Governo do Estado, responsável pelo abastecimento de todas as viaturas e ambulâncias, além da manutenção do gerador do Hospital de Urgência e Emergência (HUE), houve um corte padronizado.

“O corte foi padronizado e linear para ajuste de despesas com combustíveis. Mas, o problema também é que houve aumento da frota e a pessoa que fez a aquisição esqueceu de aumentar a cota. Detectamos o fato, fomos ver a diferença e sentimos as dificuldades. Esperamos que na próxima semana tudo possa ser ajustado”, enfatiza o coronel.

Com esse problema, o reforço policial anunciado pelo Governo, por exemplo, deixa de existir, pelo menos no momento. Já que com a redução considerável de combustível, as viaturas ficam paradas nas unidades militares.

Quais os sete pecados do marketing verde?

O consumo de produtos naturais verdes ou ecológicos no segmento da higiene pessoal está em forte crescimento em Portugal, revela um estudo da OMG Consulting, mas o sucesso das marcas que operam neste sector depende da clareza e veracidade com que comunicam com o consumidor.
O relatório da OMG Consulting, unidade de consultoria do Omnicom Media Group, baseou-se num outro estudo, realizado no Reino Unido pela TerraChoiceEnvironmental Marketing. Este, identificou os sete pecados do marketing verde.
O jornal Hiper Super publicou o relatório da OMG Consulting, que agora replicamos no Green Savers.
Leia a notícia do Hiper Super.
Os sete pecados do marketing verde são:
1. É o denominado Trade-Off escondido, ou seja, quando um benefício “verde” é enfatizado, omitindo efeitos negativos;
2. A falta de evidências ou testes é outro dos erros que as marcas devem evitar, pelo que os benefícios ambientais devem ser comprovados.
3. A falsa certificação é outro “pecado”, isto é, quando se cria a ilusão de uma certificação, dando aos consumidores uma ideia de validação “ambiental” que não é verdadeira;
4. A irrelevância é outro dos erros do marketing verde que deve ser evitado. Este erro nota-se quando é enfatizado um aspecto “verde” não relacionado com o produto;
5. Quando são utilizados argumentos ecológicos por uma categoria de produto que não tem benefícios desta natureza;
6. Recurso a falsos argumentos;
7. A informação vaga, que menciona apenas o aspecto “natural” do produto, não é suficiente. Neste caso, a informação deve ser clarificada;

Citibank, Shell relaunch cobranded card in Malaysia - COLLOQUY

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Mato Grosso do Sul começou a cobrar ICMS nas compras pela internet neste domingo

Desde a zero hora deste domingo, dia 1º de maio, todos os produtos comprados pela internet por moradores de Mato Grosso do Sul pagam mais imposto. É que o governo estadual, acompanhando a decisão de mais 19 estados brasileiros, passou a cobrar ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) nas compras online.

Pela nova regra, todos os produtos comprados através da internet de empresas dos estados da região sul e sudeste, exceto Espírito Santo, geram aos cofres públicos estaduais tributos de 10%. Já as adquiridas em empresas das regiões norte, nordeste e do Espírito Santo, são tributadas em 5%.

A operacionalização do novo sistema de tributos ainda está em andamento, por isso, o Governo de MS impôs a cobrança antecipada. A ideia é de que as empresas que vendem online em Mato Grosso do Sul se se cadastrarem no Fisco Estadual com inscrição como substitutas tributárias, para recolherem o ICMS até o dia 9 do mês seguinte à data das compras para pagarem a diferença no imposto.

Enquanto isso, quem vende pela internet tem que recolher o ICMS aos cofres estaduais através do DAE (Documento de Arrecadação Estadual) ou da GNRE (Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais) antes de enviar a mercadoria para o comprador.

Todo produto flagrado sem um dos dois documentos que comprovem o pagamento do imposto ficará retido no primeiro posto fiscal sul-mato-grossense pelo qual passar e será encaminhado para depósitos da Secretaria de Fazenda.

O comprador, nesta situação, terá que arcar com o pagamento da diferença de alíquota do ICMS entre Mato Grosso do Sul e o estado de origem.

A decisão de cobrar o imposto sobre as compras virtuais é uma tentativa dos estado de abocanharem um pouco do bolo tributário gerado pelo comércio online. Como a maior parte das empresas que vendem pela internet ficam em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, os três estado juntos concentram a maior fatia dos tributos nas transações pela web.

Na última reunião do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), foi aprovado um protocolo assinado por 19 estados que resolveram cobrar o imposto nas compras feitas por consumidores dentro dos territórios de cada um.

Getty Image

Com lojas online concentradas em SP, RJ e MG, outros estados querem fatia do ICMS
O Governo de Mato Grosso do Sul estimou em R$ 38 milhões o montante que teria deixado de arrecadar com as compras pela internet somente em 2010. Outro argumento utilizado pelos estados que aderiram à cobrança do ICMS no estado do consumidor é a necessidade de equilibrar a disputa entre as grandes lojas virtuais com o comércio local.

Fórum HSM Marketing & Customer Trends | Charlene Li

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Log�stica e as atividades de suprimentos na organiza��o p�blica

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Panamericano planeja vender 500 mil cartões pré-pagos

SÃO PAULO - O Banco Panamericano resolveu reforçar sua área de cartões e apostar no mercado de pré-pagos, segmento ainda incipiente no Brasil. Em parceria com a MasterCard e a empresa americana Rêv Worldwide, o banco lança na próxima segunda-feira seu primeiro cartão pré-pago. A meta é vender ao menos 500 mil cartões em um ano, atraindo um público que não tem conta corrente, nem acesso aos bancos, afirma o diretor do banco, Eliel Teixeira de Almeida.

Com a entrada do novo controlador, o BTG Pactual, e a parceria com a Caixa Econômica Social, o objetivo do Panamericano é manter o foco na área de cartões para as classes C, D e E. Por isso, o banco quer buscar novos canais de venda para cartões, como redes de varejo e supermercados, para atrair os "desbancarizados". O produto que está sendo lançado agora é um pré-pago que pode ser recarregado nas 10 mil lotéricas da Caixa e nos cerca de 260 pontos de atendimento do banco.

Estudos da MasterCard indicam que o mercado de pré-pagos tem potencial para movimentar US$ 81 bilhões na América Latina. "É um mercado ainda muito pouco explorado", disse o vice-presidente de produtos da MasterCard, Marcelo Tangioni. Diferentemente de outros cartões pré-pagos lançados no Brasil, em sua maioria voltados para gastos com viagens no exterior, o do Panamericano pode ser usado no País em qualquer estabelecimento que aceite a bandeira MasterCard, que possui mais de 1,5 milhão de lojistas. O cartão também pode ser utilizado no exterior. A estimativa é que a média das recargas mensais fique entre R$ 100 e R$ 200, segundo o diretor do banco.

O cartão começou a ser desenhando antes do anúncio do rombo do Panamericano, que chegou a R$ 4,2 bilhões. Almeida diz que a imagem da instituição junto aos clientes não foi abalada. "No auge de exposição dos problemas, em dezembro, tivemos recorde de vendas", disse o executivo, em entrevista à imprensa hoje, na sede do banco em São Paulo. Com o novo controlador, Teixeira acredita que a instituição vai conseguir transmitir ainda mais credibilidade para atrair novos parceiros e clientes.

"Somos parceiros há muito tempo. Os problemas do banco não abalaram a parceria. O novo controlador só reforça nossa atuação", disse Tangioni, da MasterCard. O Panamericano tem uma base de 2,2 milhões de cartões de crédito emitidos, com as bandeiras Visa e MasterCard.

AmEx hires MasterCard prepaid head to boost products

NEW YORK (Reuters) - American Express Co (AXP.N), which is trying to move beyond its traditional credit card lending business, is hoping MasterCard Inc's (MA.N) head of prepaid debit products can help expand its offerings.

American Express has hired Laura Kelly to oversee its new product development and marketing, according to an internal memo obtained by Reuters.

Kelly will be responsible for "building, launching and marketing all new products globally" as a senior vice president in the company's global payments options group, according to the memo sent last week by that group's president, Alpesh Chokshi.

She joins American Express from MasterCard, where she ran the payment processing network's prepaid debit business. Prepaid cards, which can be used like debit cards but do not have to be linked to a bank account, are a small but rapidly expanding sector of the payment industry. They are sold mostly to young or poor people who do not have bank accounts and who mostly use cash.

Kelly "really helped to put prepaid on the map, not just for MasterCard but for the industry," said payments industry consultant Philip Philliou, a former MasterCard and American Express executive who has worked with Kelly.

"American Express is very open about wanting to go after new types of customers, with new fee services ... and prepaid is certainly a nice springboard for that," he said.

Banks, marketers, and card networks like MasterCard and Visa Inc (V.N) are increasingly trying to build up their prepaid businesses, as a saturated U.S. market and increasing regulation are limiting the growth of traditional credit and debit card businesses.

While American Express does not currently offer debit cards, it is trying to get a foothold in new types of payment technologies, including online, mobile and prepaid. Last year it hired Daniel Schulman from wireless operator Sprint Nextel Corp (S.N) to oversee a new enterprise growth unit.

In her new role, Kelly will report to Chokshi, whose group is within Schulman's unit. She will start at American Express on May 16, according to the memo.

A MasterCard spokesman did not respond to an email seeking comment. The Purchase, N.Y.-based network in March promoted Ron Hynes to take over its global prepaid solutions group, saying at the time that Kelly had "voluntarily elected to pursue another opportunity."

Abrange é premiada pela AmBev como melhor Operador Logístico

Nos dias 5 e 6 de abril aconteceu, na AmBev, a Convenção GEMovi e GETrans, realizada com os Operadores Logísticos e Transportadoras para reconhecer as melhores operações de 2010, alinhar e treinar as equipes para os novos desafios de movimentação e distribuição da AmBev para 2011.

A Abrange foi destaque na convenção, graças ao trabalho de cada um dos seus profissionais, ficando entre as primeiras colocações nas categorias de Operador Logístico a nível Brasil e Excelência na Movimentação e Armazenagem. Além de receber o título Evolução, como Operador Logístico que mais evolui dentro da AmBev no ano de 2010 e receber os prêmios, Fera em Produtividade, Fera em Gente e Fera em Segurança.

“A premiação é resultado do trabalho em conjunto de nossos profissionais e da constante busca pela excelência em nossos serviços. A Abrange Logística busca sempre oferecer soluções inovadoras aos clientes. O comprometimento de nossos profissionais, a qualidade do nosso trabalho e a segurança são valores que foram responsáveis pela conquista dos prêmios”, afirma Percival Margato Júnior, presidente da Abrange.

O GEMovI (Guia de Excelência em Movimentação Interna) é um programa criado pela AmBev, tendo como objetivo principal desenvolver um sistema de gestão orientado para a excelência em logística com foco constante em resultados, além de premiar os parceiros com melhor desempenho no ano anterior.

O processo de avaliação consiste em auditorias corporativas ao longo do ano, buscando reconhecer e premiar os melhores em diferentes critérios, tais como: Feras por Categoria (ex: Produtividade, Gestão, Segurança e Recursos Humanos), Maior Evolução, Melhor Unidade e Melhor Empresa.

 

Pagot anuncia investimentos de R$ 2,9 bilhões em hidrovias até 2014

O diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luis Antônio Pagot, disse, nesta quinta-feira, durante reunião com oficiais da Marinha do Brasil para criação de um Grupo de Trabalho visando incrementar o modal aquaviário na matriz de transportes, que o governo federal vai fazer ‘pesado’ investimento em hidrovias nos próximos três anos.

“O plano para as hidrovias nacionais prevê investimentos de R$ 2,9 bilhões entre 2011 e 2014. Trata-se da construção de portos, derrocamento e dragagem de rios, elaboração de estudos e de cartas hidrográficas. Essas cartas poderão ser elaboradas pela Marinha”, acrescentou Pagot, durante o encontro.

Para Pagot, é fundamental aproximar a parte aquaviária do Dnit e a Marinha do Brasil, ampliando, assim, a participação do transporte por meio de hidrovias, modificando a matriz de transportes, hoje baseada no modal rodoviário.

No encontro desta quinta, foi apresentado o Plano de Atualização Cartográfica para a Bacia Amazônica. As novas cartas hidrográficas, em fase de produção, têm como objetivo melhorar a navegação. Com informações atualizadas e completas, é possível aumentar a segurança nas hidrovias. Explorar o potencial dos rios brasileiros é uma maneira mais barata e sustentável de escoar a produção.

Na terça-feira (26), a Medida Provisória (MP) 513/10 incluiu, no Plano Nacional de Viação (PNV), seis portos para o rio Araguaia, com a intenção de aproveitar o potencial da hidrovia Araguaia-Tocantins. A MP foi aprovada em plenário e encaminhada para votação no Senado Federal. Caso implantada, a hidrovia terá portos nas cidades de Barra do Garças, Araguaiana, Cocalinho, Luciara, São Félix do Araguaia e Santa Terezinha.

Foto: assessoria

Bunge quer ampliar produção de álcool e açúcar no Brasil

A Bunge Alimentos quer intensificar sua atuação na produção de açúcar e álcool, disse nesta quinta-feira o presidente da empresa no Brasil, Pedro Parente.

Ele destacou que a companhia quer fazer novas aquisições e está olhando oportunidades, especialmente na área ligada à produção de cana de açúcar, matéria-prima para as produções de açúcar e álcool.

"Estamos pensando em comprar, estamos olhando. Tudo em agricultura, especialmente na área ligada à cana de açúcar, precisamos trabalhar e crescer mais. O Brasil precisa disso e nós queremos fazer", afirmou, durante a versão para a América Latina do Fórum Econômico Mundial, que acontece até amanhã, no Rio.

Ele cobrou que o governo favoreça o investimento do setor privado, que segundo o executivo, deseja elevar a injeção de recursos no país.

Nos últimos cinco anos, a Bunge investiu US$ 5 bilhões (cerca de R$ 7,85 bilhões) no setor sucroalcooleiro, segundo Parente. O grupo tem oito usinas, sendo cinco incorporadas do grupo Moema.

Parente, que foi ministro da Casa Civil no governo Fernando Henrique Cardoso, fez críticas à infraestrutura de portos, ferrovias e aeroportos brasileiros. Segundo ele, o custo do transporte de soja no Brasil supera em quatro vezes o valor que a empresa gasta pelo mesmo serviço nos Estados Unidos (Jornal Floripa, 28/4/11)
BP conclui compra de 83% da sucroalcooleira CNAA por US$680 mi
A petrolífera BP concluiu a aquisição do controle majoritário da produtora brasileira de etanol e açúcar CNAA (Companhia Nacional de Açúcar e Álcool), por 680 milhões de dólares, informou a companhia nesta quinta-feira.

O valor do negócio, o mesmo anunciado quando o acordo foi fechado, em março, permitirá que a empresa adquira 83 por cento das ações e refinancie 100 por cento das dívidas de longo prazo da CNAA.

Com o negócio, BP adquire duas usinas de etanol, localizadas em Ituiutaba (Minas Gerais) e Itumbiara (Goiás), com capacidade atual de processamento de 5 milhões de toneladas de cana por ano.

"A conclusão deste acordo é mais um passo no fortalecimento da atuação da BP no setor sucroenergético brasileiro, uma vez que a CNAA apresenta ativos de qualidade, localizados estrategicamente e com boas práticas de gestão", afirmou em comunicado Mario Lindenhayn, presidente da BP Biocombustíveis Brasil, que acumula a partir desta quinta-feira a presidência da CNAA.

A BP também adquiriu uma terceira unidade em desenvolvimento, também situada na região centro-sul do Brasil, nos Estados de Goiás e Minas Gerais.

A produção de etanol das três usinas poderá suprir tanto o mercado brasileiro quanto o internacional.

A capacidade combinada de moagem das três usinas, quando em plena operação, está estimada em 15 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por ano. A capacidade de produção anual de cada usina será de cerca de 480 milhões de litros de etanol equivalentes.

Cada usina ainda poderá comercializar por ano cerca de 340 GWh de energia elétrica para o SIN (Sistema Interligado Nacional).

A BP, uma das maiores companhias de energia do mundo, entrou no setor no Brasil em 2008, quando comprou 50 por cento da Tropical Bioenergia, em Goiás (Reuters, 28/4/11

Sindicom sugere à Sefaz maior controle no etanol

Sindicom sugere à Sefaz maior controle no etanol

Pará vai cobrar ICMS nas compras on-line

O estado do Pará, a exemplo de outros 18 estados brasileiros, passará a cobrar, a partir de 1º maio, a parcela do ICMS devida na operação interestadual nas compras realizadas por meio da Internet, telemarketing ou show room. A publicação do decreto de número 79, no Diário Oficial desta sexta-feira, 29, regulamenta a medida.

Segundo a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), a sistemática de cobrança tem o objetivo de realizar a repartição da receita do ICMS incidente nas operações entre os estados de origem (remetente) e o de destino (consumidor) onde estão os consumidores finais. A resistência com relação a partilha do imposto vem de São Paulo e do Rio de Janeiro, que concentram o maior volume das vendas pela internet.

Atualmente, nas compras on-line, apesar da mercadoria ou bem ser consumido em outra unidade da Federação, somente os Estados onde se localizam os fornecedores se beneficiam do imposto incidente na operação, visto que o cálculo do ICMS é feito considerando a alíquota interna do estado de origem. Com a nova sistemática, o consumidor não será onerado, pois o valor do imposto continua sendo o mesmo, somente será dividido entre os estados de origem e destino.

Caso o remetente não proceda a repartição da receita, a mercadoria será retida na entrada do território paraense, até que haja o recolhimento da parcela pertencente ao  Pará. O secretário de Fazenda, José Tostes Neto, afirma que o imposto incidente sobre as operações feitas pela internet é imposto sobre o consumo, e a repartição da receita tributária está garantida na essência da Constituição Federal.

O protocolo ICMS 21, de 1º de abril de 2011, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) regulamentou a repartição do ICMS entre estado de origem e de destino nas compras on line e foi assinado por dois terços dos estados brasileiros. Aderiram os estados do Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe, além do Distrito Federal.

Sistemática

O decreto 79/20111atribui ao remetente, na condição de substituto tributário, a responsabilidade pela retenção e recolhimento, em favor do Pará, da parcela devida na operação interestadual em que o consumidor final adquire mercadoria ou bem de forma não presencial por meio de internet, telemarketing ou show room. A parcela do ICMS será obtida pela aplicação da alíquota interna sobre o valor da operação, deduzindo-se o valor equivalente aos seguintes percentuais aplicados sobre a base de cálculo utilizada para cobrança do imposto devido na origem: 7% para as mercadorias ou bens vindos das Regiões Sul e Sudeste, exceto do Estado do Espírito Santo e 12% para as mercadorias ou bens procedentes das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do Estado do Espírito Santo.

A parcela do imposto será recolhida pelo estabelecimento remetente antes da saída da mercadoria ou bem, por meio de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE). O artigo 4º prevê que nas entradas de mercadorias ou bem adquiridos pela internet, telemarketing ou showroom, sem que o imposto tenha sido retido na unidade federada de origem, será exigida, na entrada do território paraense, a parcela do ICMS devida na operação interestadual.

Há duas situações na cobrança do ICMS para compras on line. Na venda entre estados signatários do protocolo, o estado de origem recolhe o imposto e repassa ao estado de destino. No segundo caso, quando a mercadoria vier de um estado que não assinou o protocolo a parcela do imposto será exigida na entrada do território paraense. Bahia, Ceará e Mato Grosso já começaram a cobrar o ICMS sobre vendas diretas ao consumidor pela internet. No Ceará, a cobrança é feita desde 2008. Desde fevereiro a Bahia passou a tributar as compras on-line em 10% na entrada. No ano passado o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 14,8 bilhões, registrando um crescimento de 40% em relação a 2009, segundo dados da e-bit, empresa especializada em informações do setor.

Itaú e Ticket Car lançam linha especial de crédito para frotistas

Parceria oferece condições especiais para que os frotistas operacionalizem o abastecimento das frotas, acompanhamento online do desempenho e controle dos gastos com abastecimento e manutenção. Iniciativa, que tem como objetivo fomentar crescimento do

Data: 28/04/2011

Fonte: Relações com Imprensa / SÃO PAULO

O Itaú e a Ticket Car, líder nacional em gestão de despesas de veículos, anunciam parceria para a criação do Compror Ticket Car, linha de crédito e de benefícios especialmente desenvolvida para o mercado de frotas.

Por meio do cartão Ticket Car, que pode ser utilizado em mais de 10 mil postos e pontos de venda conveniados a Ticket, os frotistas terão mais facilidade e benefícios ao financiar a aquisição de bens e de serviços - como combustível, frete, manutenção, entre outros -, contando com a flexibilidade de pagamento a prazo associada ao limite de crédito no Itaú, o que melhora o fluxo de caixa das empresas. O produto possibilita ainda uma economia de até 20% na gestão de frotas empresariais e o atendimento personalizado de gerentes do Itaú e da Ticket Car.

Além de usufruir uma ampla rede de postos conveniados, é possível credenciar novos postos de acordo com a logística de transporte de cada empresa. Os frotistas podem acompanhar online o desempenho da frota por meio dos relatórios e painéis de controle, e definir os parâmetros desejados para o melhor controle dos gastos com abastecimento e manutenção.

O uso do Compror Ticket Car elimina o adiantamento de recursos para o motorista e possibilita o gerenciamento financeiro por meio do site Itaú 30 Horas Empresa Plus, ambiente online onde é possível consultar notas faturadas, pagas, financiadas e não financiadas. Tudo isso com segurança, pois as informações dos veículos e das operações são capturadas pelo Ticket Car e enviadas para o Itaú de forma 100% eletrônica.

A parceria beneficiará 500 mil transportadores de carga em 2011, o que significa mais de 1,3 milhão de veículos de carga em todo o País, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Esses números constituem mais de 400 mil transportadores autônomos e 700 mil empresas de transporte de cargas.

“O setor de transporte de carga vem apresentando crescimento significativo. Por isso, uma das prioridades da área empresas do banco é oferecer serviços específicos para esse mercado, fomentando ainda mais o seu crescimento”, afirma Carlos Eduardo Maccariello, diretor de Produtos Pessoa Jurídica do Itaú Unibanco.

A parceria, lançada oficialmente na segunda etapa da temporada 2011 da Fórmula Truck, que aconteceu no início de abril, no Rio de Janeiro, reforça o importante papel do Ticket Car no mercado de frotas. Ao oferecer o serviço, a empresa espera dobrar a sua carteira de clientes do setor até o final de 2011. Atualmente, o segmento de transporte de cargas corresponde a 30% da carteira de clientes do produto.

“Com esse novo produto, esperamos chegar a 50% do volume de negócios total do Ticket Car. Como o Brasil possui um amplo mercado de transporte de cargas é muito importante estar atento a todas as necessidades do setor. A carência de financiamento é um dos principais fatores que impedem o crescimento desse mercado no Brasil, por isso estamos investindo nessa parceria”, afirma Marco Mamari, diretor de Marketing e Produto do Ticket Car.

Itaú Unibanco

O Itaú Unibanco é hoje o 10º maior banco do mundo em valor de mercado. Possui hoje mais de 5 mil pontos de atendimento e cerca de 30 mil caixas eletrônicos no Brasil. Além disso, está presente em 18 países e dois territórios das Américas, Europa e Ásia, com atuações em diferentes áreas de negócio. O Itaú atua no mercado de micro, pequenas, médias e grandes empresas buscando identificar as melhores soluções em negócios para necessidades específicas de seus clientes.

Pensando no crescimento sustentável das empresas, o Itaú se estruturou para ser um grande parceiro de negócios de seus clientes, prestando consultoria financeira e buscando orientá-los não só sobre as necessidades do dia a dia, mas sobre temas que agreguem valor e efetivamente contribuam para a melhoria do desempenho financeiro dos negócios. Esse papel consultivo se traduz, dentre outras iniciativas, na realização de uma série de eventos voltados ao empresário nos quais são abordados temas como educação e gestão financeira, segurança e agilidade nos processos, educação financeira, tecnologia, gestão de mudanças e cenário macroeconômico.

Sobre a Ticket

Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 34 anos no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Transporte. Com abrangência nacional, a Ticket atende a 54 mil empresas-clientes e 5,3 milhões de usuários por meio de uma rede de 280 mil estabelecimentos credenciados nos 4,8 mil municípios brasileiros. A Ticket é uma empresa Edenred – que integra as empresas Ticket e Accentiv' Mimética.

Sobre o Ticket Car

No mercado desde 1990, o Ticket Car é líder e pioneiro em gestão de frota, sendo o primeiro cartão com chip do País com operação 100% online. Inicialmente apenas para abastecimento, é uma linha de produtos e serviços para gestão de despesas de veículos, que inclui gestão de abastecimento e manutenção, serviços de assistência 24h, administração de bomba de combustíveis interna, telemetria, leitura de tacógrafo e uma ampla oferta de produtos sustentáveis, como o Ticket Carbon Control e Carbon Free que busca a compensação do CO2, juntamente com diversas ONGs e comunidades, entre outros. O Ticket Car atualmente atende a mais de cinco mil empresas-clientes. Ao todo, são mais de 300 mil veículos geridos, atendidos por meio de 10 mil estabelecimentos credenciados.

Como seu iPhone sabe onde você está

A localização de pontos de acesso Wi-Fi e torres celulares permite que a Apple acompanhar os seus passos, e isso é uma informação que vale muito; veja como a tecnologia funcionaPor Macworld / Reino Unido29-04-2011- (Atualizado em 29 de abril de 2011 às 15h25)Página 1 de 1Leia:Arquive:Compartilhe:Avalie: AAGostou dessa notícia?50entre na conversa
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A experiência dos usuários de iPhone com GPS é tão rápida e instantânea que a resposta publicada esta semana pela Apple sobre o rastreamento de localização no iOS, que causou queixas relacionadas à privacidade no iPhone, parece estranha: "Calcular a localização de um telefone usando apenas os dados do GPS pode levar alguns minutos. O iPhone pode reduzir esse tempo para apenas alguns segundos ao usar informações de pontos de acesso WI-Fi e de torres celulares para encontrar rapidamente satélites GPS."

Vários minutos? Mas o iPhone não leva apenas alguns segundos para descobrir onde eu estou?

Bem, sim... mas apenas quando ele usa alguns "truques" para evitar um processo lento, que era normal quando os receptores GPS surgiram no mercado. Simplificando as coisas, a Apple não está sendo inteiramente precisa sobre como tudo isso funciona e o que ela está fazendo. Por isso, vamos explicar onde as torres celulares e os pontos de Wi-Fi entram nessa história.

Os primeiros receptores de GPS levavam 12,5 minutos, para obter uma localização; buscas futuras na mesma região ainda podiam levar alguns minutos. E se você desligasse um receptor por algumas semanas ou viajasse com ele para algumas centenas de quilômetros, poderia ser necessário começar do zero.

O surgimento do chamado GPS assistido (AGPS) conseguiu diminuir essa espera. Em vez de depender de downloads em tempo real dos dados de posicionamento vindos dos satélites, as localizações futuras podem ser estimadas de forma precisa o bastante para descobrir as posições. Esses cálculos podem ser baixados em segundos ou até mesmo processados em um aparelho.



iPhone 4: fonte de dados de localização do usuário

O AGPS exige um receptor GPS para funcionar. O iPhone e os modelos 3G do iPad incluem AGPS, assim como praticamente todos os aparelhos rivais com chips GPS, especialmente smartphones Android (o AGPS permite o uso de circuitos GPS muito mais simples e baratos em telefones, reduzindo assim o custo e o gasto de bateria).

É aí que a declaração da Apple (publicada na quarta-feira, 27/4) deixa de ser totalmente precisa. A “maçã” usa AGPS para melhorias em localizações de GPS nativas, e as localizações de redes Wi-Fi e torres de celulares são fatores adicionais para fornecer uma conexão inicial rápida, além de melhorar a precisão do GPS.

As operadoras de celular possuem medições de GPS extremamente precisas das localizações de suas torres. Com uma base de dados de tais torres, é possível medir a força de sinal daquela extensão. Mas as torres celulares ficam muito longe umas das outras para fornecer precisão como GPS, e elas não funcionam bem em áreas menos populosas, onde é necessário menos cobertura, do que em um ambiente urbano.

BuscaWi-Fi
É por isso que a Apple, a Google e outras empresas se voltam para o posicionamento de pontos Wi-Fi. Originado pela Skyhook Wireless, esse processo no começo exigia carros especialmente equipados com antenas Wi-Fi e receptores GPS altamente sensíveis que rodavam pelas cidades para capturar sinais relativos a bilhões de pontos. Como acontece com as torres celulares, se você possui informações de rede e força de sinal suficiente, é possível aproximar uma localização.

É comum para um aparelho com rede como um smartphone tirar uma imagem (snapshot) de fontes próximas de Wi-Fi e sinal celular e passá-la para um servidor, que responde com um conjunto aproximado de coordenadas. Segundo o recente pronunciamento da Apple sobre o assunto, a empresa leva isso um passo à frente ao armazenar em cache subconjuntos de dados sobre redes e torres próximas para reduzir a atividade de rede e aumentar tais buscas. Isso também altera alguns resultados de computação para o telefone ou tablet. E isso significa que se não houver sinal celular ou conexão Wi-Fi disponíveis, tal informação de localização ainda pode ser útil.

A Apple liberou pela primeira vez o posicionamento de Wi-Fi e torres celulares com o iPhone original em uma atualização para o iOS no início de 2008. Esse foi o “conserto” da companhia para o fato de que seu primeiro smartphone não tinha um receptor GPS, que só chegou com o lançamento do iPhone 3G.

É possível ver cada um deles ou ambos em ação sempre que abrir o aplicativo Mapas. Normalmente, você vê um grande círculo azul aparecer quase instantaneamente, um resultado do que deve ser uma consulta da base de dados local. O círculo fica menor à medida que mais informações são utilizadas, ainda de fontes celulares e Wi-Fi.

Esses dados também são usados para fornecer mais pistas para decodificar as melhores informações de satélites GPS, permitindo o uso de fragmentos tão pequenos de informações ou até mesmo sinais “crus” para conseguir uma melhor localização. Finalmente, o círculo se transforma em um simples ponto quando o iOS está confiante de que tem um fecho sólido do GPS.

Fora dos carros e em direção às nuvens
A Apple deixou de usar a Skyhook Wireless como fornecedora de dados a partir do iOS 4.0 para iPhone e iPod Touch, e com o lançamento da versão 3.2 para iPad. Há uma razão para isso. Quando seu smartphone usa posicionamento Wi-Fi, ele envia uma imagem do sinal atual para a Apple, que disse em sua declaração que essa informação é utilizada de forma anônima.

Mas isso também é uma inteligência de mercado incrivelmente útil: sobre a periodicidade com a qual os usuários estão enviando dados e onde esses usuários estão agrupados. Isso pode ser usado para anúncios direcionados e outros propósitos, além daqueles em aplicativos que buscam por dados de localização. É claro que a declaração da Apple deixa claro que nem toda imagem de Wi-Fi é enviada para a empresa. Mas ao utilizar essa colaboração em massa (crowdsource), a “maçã” escapa da necessidade de enviar carros equipados por aí.

Governo prepara lançamento do PAC da ciência para o dia 20 novembro

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) anunciará no dia 20 de novembro os detalhes do Plano de Ação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Nacional, que foi anunciado no início de outubro.

O plano prevê investimentos de R$ 39,1 bilhões entre 2008 e 2010 para expandir, consolidar e modernizar o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.
O anúncio estava marcado para o final de outubro, mas foi remarcado por que várias observações e propostas foram sugeridas por setores ligados à area, e precisou ser reavaliado, a assessoria do MCT disse à Revista Sustentabilidade.
Os recursos virão de vários ministérios, do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), das fundações de amparo à pesquisa estaduais, da iniciativa privada e de governos estaduais.
O plano já foi discutido em outubro pelo Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT) com a presença do Presidente Luis Inácio Lula da Silva.
De acordo com o Ministério, os recursos serão divididos em quatro eixos: R$ 8,9 bilhões para expansão e consolidação do Sistema Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação (CT &I); R$ 13,5 bilhões para a promoção da inovação tecnológica nas empresas; R$ 15,3 bilhões para a pesquisa e desenvolvimento em áreas estratégicas; e R$ 1,4 bilhão para o desenvolvimento social.

Inovação é a palavra chave para os próximos dez anos, garante secretário do MCT

O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia (Setec/MCT), Ronaldo Mota, disse hoje (19) que não é possível inovar sem produzir conhecimento. De acordo com ele, o Brasil tem tido grande sucesso em produzir conhecimento, mas insucesso em transferí-lo. “Sem a primeira etapa, não há ciclo completo”, explicou.

Para Mota, inovação é a palavra chave para os próximos dez anos e que se o País não tivesse um mercado global na dimensão e na escala de hoje, a palavra inovação não teria significado. “Inovação está associada à ideia de mercado, de atendimento de demandas. É o motor da competitividade e do desenvolvimento sustentável. E quanto mais a demanda for globalizada, mais inovação passa a ter, com relevância”, disse.

Segundo o secretário, o Brasil se destaca em produção científica. O percentual do Produto Interno Bruto (PIB) que o País investe em C&T é quase o mesmo dos países desenvolvidos. Em 1995, o Brasil detinha 0,8% da produção científica mundial. Hoje, atinge 2,7%. Na América Latina, tinha 39% da produção científica. Agora, o País é responsável por 55% da produção do conhecimento.

“Não temos problemas de qualidade e nem de quantidade na formação dos nossos doutores e mestres. Crescemos uma média de cinco vezes mais do que a média mundial”, explicou Mota.

O secretário participou do Seminário Universidades e Empresas: Relações e Interesses, na Delegação da União Europeia no Brasil, em Brasília. O evento faz parte do ciclo de debates promovido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e União Europeia (UE), tendo por objetivo realizar discussões relevantes para elaboração de documento técnico. O material é fundamentado para distribuição a setores ligados à temática em questão. O encontro foi o segundo da série e o primeiro deste ano