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terça-feira, 3 de maio de 2011

http://colunistas.ig.com.br/guilhermebarros/2011/05/03/lucro-do-itau-unibanco-e-o-maior-da-historia-entre-bancos/

O lucro de R$ 3,53 bilhões do banco Itaú Unibanco no primeiro trimestre deste ano – que acaba de ser divulgado – é o maior da história entre as instituições financeiras de capital aberto, de acordo com levantamento de Einar Rivero, da Economática.

O resultado supera o recorde anterior de R$ 3,2 bilhões, que pertencia ao  próprio Itaú, no primeiro trimestre do ano passado.

O Bradesco, que anunciou lucro de R$ 2,7 bilhões nos três primeiros meses de 2011, fica com a terceira posição do ranking.

Entre os maiores lucros dos bancos, cinco são do Itaú Unibanco, três do Bradesco e outros três do Banco do Brasil.

Leia também:
Itaú mantém meta de expansão do crédito entre 16% e 20% em 2011

Convergência Digital - Negócios - Perto consolida atuação no segmento de POS

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Tetra Pak traça metas ambientais para 2020

edução da emissão de carbono, aumento da taxa de reciclagem e do uso de matérias-primas renováveis estão entre os objetivos da empresa.
Seguindo a premissa do crescimento sustentável, a Tetra Pak anuncia novas metas ambientais até o ano de 2020. O plano global inclui a duplicação da taxa de reciclagem das embalagens e redução de 40% das emissões de CO2, mesmo com a estimativa de crescimento médio dos negócios de 5% ao ano.
Atualmente no Brasil, as principais frentes ambientais de trabalho têm sido o fomento às iniciativas de coleta seletiva, o desenvolvimento de tecnologias de reciclagem e sua transferência para empresas recicladoras, além de educação ambiental. Como resultado, nos últimos cinco anos a taxa de reciclagem evoluiu, atingindo 25% do total consumido.
De acordo com Dennis Jönsson, presidente e CEO da Tetra Pak, as metas de 10 anos fazem parte de um novo programa ambiental ambicioso, que reforça o compromisso da empresa de oferecer soluções para o crescimento sustentável. “Para atingirmos os objetivos, não basta reestruturar e modificar apenas ações e operações da Tetra Pak. Teremos que envolver toda a cadeia de valor, fornecedores, indústria de alimentos e, principalmente, os consumidores”, explica Dennis.
Com a eficiência ambiental no cerne da estratégia dos negócios, a Tetra Pak também aspira ao desenvolvimento de embalagens produzidas com matérias-primas 100% renováveis. Atualmente, as embalagens são compostas por 5% de alumínio, 20% de plástico e 75% de papel, uma fonte renovável proveniente de florestas certificadas.
Para aumentar este percentual, a Tetra Pak assinou um acordo com o produtor brasileiro de polietileno verde de alta densidade, fabricado a partir do etanol de cana-de-açúcar. A expectativa é que ainda em 2011 as tampas das embalagens comecem a ser produzidas com esse material renovável.
Ao mesmo tempo, a empresa também trabalha em parceria com seus fornecedores para aumentar a oferta de matéria-prima certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council). Em 2010, cinco bilhões de embalagens foram entregues no mercado brasileiro com o selo que garante o manejo florestal socialmente justo, ambientalmente correto e economicamente viável.
Perfil-A Tetra Pak é líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos. Trabalhando próximo aos fornecedores e clientes, fornece produtos seguros, inovadores e ambientalmente corretos que a cada dia atendem às necessidades de centenas de milhões de pessoas em mais de 170 países ao redor do mundo. Com aproximadamente 22.000 funcionários baseados em mais de 85 países, acreditamos na gestão responsável e abordagem sustentável do negócio. O nosso slogan “PROTEGE O QUE É BOM” reflete nossa visão de tornar o alimento seguro e disponível, em qualquer lugar. [www.tetrapak.com.br].

Maior feira mundial de petróleo reúne 33 empresas brasileiras

ela 12ª edição consecutiva, o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e a Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP) organizam o Pavilhão Brasil da maior feira mundial de petróleo offshore, a OTC - Offshore Technology Conference . Neste ano, o evento será realizado entre os dias 2 e 5 de maio e receberá uma delegação com 33 empresas expositoras no Pavilhão Brasileiro, sendo que 18 delas participam pelo terceiro ano consecutivo.
O objetivo do Pavilhão Brasil, integrante do Projeto Oil Brazil - que conta com o financiamento da Agência Brasileira de Promoção de exportações e Investimentos (Apex) e coordenação da ONIP, é o de incrementar exportações e dar maior visibilidade aos fornecedores nacionais de bens e serviços. A OTC 2011, mais uma vez, será promovida na cidade de Houston, Texas, reunindo mais de dois mil expositores de mais de 110 países. A estimativa é de receber cerca de 60 mil visitantes. A delegação brasileira é composta pelas seguintes empresas: Altona; Altus; Automind; Chemtech; Coester; Device; FAP; Flexomarine; Grupo GP; Grupo IFM; Jaraguá; Keppel Fels; Kromav; LabOceano; Lupatech; MCS; Maxen; Metroval; Oceânica; Orteng; Poland; Protubo; Radix; Sacor; Schulz; Stemac; Subsin; T&B; Tomé Engenharia; Usiminas; Vanasa; WBS e WEG.
Além das empresas, estarão presentes no Pavilhão Brasileiro a ABEMI - Associação Brasileira de Engenharia Industrial, a ANP - Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e Rio Negócios, Agência oficial da cidade do Rio de Janeiro responsável por atrair novos investimentos.

Novo marco para etanol e biodiesel


O governo fará um "novo marco regulatório" para o etanol e o biodiesel e a Petrobras fará parte dessa etapa ao reforçar os investimentos nesses segmentos até 2015, informou o presidente da Petrobras Biocombustíveis, Miguel Rossetto. As medidas deverão ser adotadas nos próximos meses, em paralelo à transformação do etanol em combustível estratégico sob fiscalização e controle da Agência Nacional do Petróleo (ANP). "A agenda de regulação é de governo, que tomará a iniciativa de um novo marco regulatório do etanol e do biodiesel por causa do sucesso e do impacto de ambos na economia da energia", afirmou Rossetto ao Valor.
O presidente Petrobras Biocombustíveis diz que o etanol significa 50% do volume de veículos e o biodiesel já tem 5% na matriz energética brasileira. "Eles marcam o perfil da produção sustentável, assumem importância que exigem outro padrão regulatório, mas isso é agenda de governo". No início de abril, a presidente Dilma Rousseff determinou alterações na regulação do etanol como resposta à substantiva elevação de preços, com impacto nos índices da inflação, e as ameaças ao abastecimento interno do combustível. Na sexta-feira, o governo publicou medida provisória para ampliar a banda de variação da mistura do etanol anidro na gasolina. Agora, fará um novo marco regulatório.
A aceleração nos planos de investimento da Petrobras em etanol também responde a um apelo da presidente Dilma Rousseff. "Vamos crescer os investimentos em etanol nos próximos anos e aumentar nosso capacidade", informa Rossetto. "A Petrobras assumiu esse compromisso. O mercado do etanol cresce 10% ao ano e vamos ocupar parte disso, ampliar o abastecimento e também crescer em alcoolquímica. Esse é o nosso negócio e estamos preparados para isso", afirma.
A estatal está em processo de avaliação de seu plano quinquenal de investimento para o período 2011-2015, a ser divulgado ainda em maio. A empresa dará prioridade à área de pesquisa e desenvolvimento, sobretudo para garantir biocombustíveis de "segunda geração". "Vamos investir muito em P&D, na vanguarda tecnológica dos biocombustíveis, no etanol de segunda geração e na melhoria genética das oleaginosas", diz o executivo. E detalha: "Queremos ter variedades mais rústicas, com mais foco no Semiárido, via análise dos ciclos de vida e aperfeiçoamento do padrão de produção".
A Petrobras Biocombustíveis, cuja meta de participação no mercado de etanol estava fixada em 5% até 2014, deve ampliar as apostas nesta área a partir dos investimentos em etanolduto e em novidades logísticas como a hidrovia Tietê-Paraná, ambos planejados para garantir o escoamento da produção do Centro-Oeste no longo prazo. "Nossa agenda é de produção. Temos investimentos em execução no período 2010 a 2014 de US$ 2,5 bilhões. Disso, US$ 1,9 bilhão são só para etanol".
O executivo diz que o braço de novos combustíveis da estatal encerrou 2010 com participação acionária em 14 usinas no Brasil - dez de etanol e quatro de biodiesel. Ao longo do ano passado, a empresa elevou sua capacidade instalada a 1 bilhão de litros de etanol e a 500 milhões de litros de biodiesel. A Petrobras mantém participação nas usinas Guarani, Nova Fronteira e Total. E busca novas empresas com "qualidade econômica, logística e ambiental, além de viabilidade", segundo o executivo. Na mira, estão tanto projetos "greenfield" ou construídos, mas com 100% de mecanização do plantio e da colheita. "Queremos gestão e operação com altos padrões". O crescimento se dará a partir da Guarani em São Paulo e da Fronteira em Goiás. "Compartilhamos gestão e alto padrão. E cresceremos a partir dessas empresas".
Rossetto diz que a Petrobras Biocombustíveis reforçará o "compromisso" com os projetos de biodiesel no Pará e a atuação no óleo de palma. "Vamos construir nossa usina para abastecer o Norte do país. Teremos um conceito de sustentabilidade, amplo rigor ambiental e forte integração com a agricultura familiar".
Valor Econômico

BNDES libera R$ 4,6 milhões para projetos

mpulsionar a inovação tem sido uma das metas do governo federal, que já sinalizou neste ano a criação de quatro fundos setoriais com aporte total de R$ 1 bilhão.
Entre as iniciativas recentes está também a inclusão de financiamentos para inovação no cartão BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Foram incluídos como itens financiáveis serviços de pesquisa, desenvolvimento e inovação para produtos e processos, além de serviços técnicos especializados em eficiência energética e impacto ambiental e design.
Até fevereiro, o BNDES havia credenciado no cartão 65 fornecedores de serviços tecnológicos. Outros 25 estão em processo de credenciamento na instituição.
"De 2010, início das operações, até agora, foram liberados R$ 4,6 milhões", diz Rodrigo Bacellar, chefe do departamento de operações pela internet do BNDES.
Segundo ele, a projeção até o final do ano é realizar mais 500 mil operações de todos os tipos por meio do cartão, 90% delas para micro e pequenas empresas.
Os empresários contam ainda com alternativas como agências de fomento, à semelhança da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). Uma de suas principais linhas, a Prime (Primeira Empresa Inovadora), liberou R$ 82,8 milhões em 2010.
O processo é similar a uma licitação. Pode demorar meses até que a verba seja de fato liberada, então é preciso ficar de olho nos editais.
A NL Informática é uma das que receberam aporte da Finep, de R$ 500 mil, para investir em uma solução inovadora de rastreamento de produtos por radiofrequência.
A empresa criou um software que capta o sinal da etiqueta e transmite ao computador. Com isso, não é preciso passar cada produto pelo leitor do caixa nem fazer contagem manual do estoque.
Contrapartida
Para obter a verba, que não precisa ser reembolsada, Grasiela Tesser, gerente comercial e de marketing da NL, apresentou proposta e competiu com 40 empresas.
"Foi necessário buscar consultoria para elaborar o projeto e reunir uma documentação extensa. O processo todo levou cinco meses."
Como contrapartida, a NL terá de investir a mesma quantia. A solução está em fase de implementação.
A Arcon também terá de fazer aporte. Serão R$ 4 milhões para o desenvolvimento de uma tecnologia de segurança da informação.
Outros R$ 4 milhões serão garantidos pelo Programa de Subvenção Econômica e Inovação Tecnológica da Finep.
"Tivemos que fazer um projeto muito bem fundamentado, que exigiu bastante estudo", conta Marcelo Barcellos, presidente da empresa. O processo, afirma, demorou quase um ano.

AmEx eyes expansion into prepaid cards


American Express was once known as the credit card of choice for wealthier travelers, but the expansion of electronic payment systems around the world may lead to a shift in their market approach. The company has hired a new head of product development from MasterCard in the hopes of expanding their traditional business model.

Laura Kelly comes most recently from Southwest Business Corp, but had served as executive vice president of global prepaid debit cards for MasterCard. American Express president of global payment options Alpesh Chokshi announced that Kelly will oversee the creation and promotion of new products, which could include prepaid cards.

Prepaid cards have been a growing market recently, doubling globally each of the past two years. In 2010, the market accounted for roughly $37 billion. Most prepaid cards are used by lower income people without easy access to banking services or young adults who might not have the reliable income to use credit cards. Both of these populations are outside American Express' usual customer base.

American Express is the third largest credit card network behind Visa and MasterCard. A growth into the prepaid card sector could provide a challenge for the top two companies.

ECOFROTAS VÊ GRANDE MERCADO EM PEQUENOS FROTISTAS

Ecofrotas vê grande mercado em pequenos frotistas
Com 11 anos de estrada no mercado, 6 mil clientes, 321 mil veículos sob sua gestão e um faturamento estimado em R$ 3 bilhões para este ano, a Ecofrotas vê nos pequenos frotistas a maior expectativa de crescimento no mercado de cartões corporativos e plataformas eletrônicas de gestão de combustíveis. Segundo Marcos Schoenberger, presidente da empresa, as frotas leves de empresas que possuem poucos veículos, entre 5 e 15 por exemplo, podem representar cerca de 40% do promissor mercado brasileiro a ser explorado pelas operadoras de cartões e empresas de gestão e manutenção de frotas. Outros 20% de potencial de expansão do mercado nacional deverão ficar com as frotas de empresas públicas. A paletra de Schoenberger fechou hoje o Fórum de Cartões Nas Relações Empresariais na CARDS 2011.
De acordo com o executivo, atualmente a Ecofrotas atua com uma rede de 11 mil postos de abastecimento de combustíveis e 200 oficinas, mas deve ampliar significativamente esta atuação a partir do segundo semestre deste ano. A empresa,  que surgiu em 1999 com o Good Card, se transformou em um grupo com serviços de pagamentos e gestão corporativas de frotas por meio de cartões e atualmente tem priorizado o fornecimento de serviços e tecnologias sustentáveis e ecológicas para os segmentos de transportes.
Schoenberger avalia que o mercado brasileiro de cartões voltados para os segmentos de transporte atualmente representa cerca de 35% do mercado total e que o maior nicho de ampliação está concentrado nos pequenos frotistas. "Isto não quer dizer que são somente empresas pequenas que estão neste horizonte. Grandes empresas que possuem uma frota de veículos somente para uso de seus executivos, por exemplo, fazem parte deste grupo de novos negócios", afirma. A tendência cada vez maior de utilização de cartões e outros meios eletrônicos para pagar combustíveis e manutenção de frotas de veículos tem se intensificado nos últimos anos. O gasto com combustíveis é o principal custo das empresas de transporte no mercado nacional. 
Além da operação, controle e gestão dos pagamentos de combustíveis e manutenção dos veículos, a Ecofrotas foi pioneira no fornecimento de uma plataforma online no mercado de cartões nos segmentos de transporte no Brasil, afirma o presidente da empresa, e tem no acompanhamento de novas tecnologias um de seus principais focos.
Segundo ele, desde 2006, a empresa tem centralizado sua estratégia nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento e na oferta de soluções para garantir práticas sustentáveis e ecológicas para as companhias que atuam nos setores de transporte. De acordo com Schoenberger, tratar as operações de abastecimento de combustíveis sem levar em conta os avanços tecnológicos de pagamento e as práticas sustentáveis serão cada vez mais fatores decisivos para as empresas. "Isto é uma das maiores preocupações da Ecofrotas", afirma.

Cards 2011 discute mudanças e novas tecnologias no mercado de cartões

Cards 2011 discute mudanças e novas tecnologias no mercado de cartões

Os rumos do ERP no Brasil



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Sistemas de gestão e controle datam da década de 1940, quando algumas ferramentas para controle de estoques foram desenhadas para monitorizar níveis de existências e suas respectivas localizações. Só na segunda metada da década de 1980 que os softwares de gestão poderam integrar a variável do capital e dos recursos humanos, criando, enfim, um completo software de gestão. Com isso, mais e mais empresas começaram a utilizar softwares de gestão ao longo dos anos. Chegamos então ao atual momento, onde, de acordo com o relatório Latin America Semiannual ERP Tracker, elaborado pela IDC International Data Corporation, consultoria especializada em Tecnologia da Informação, o segmento de ERP dentro da indústria de TI movimentou R$ 1,1 bilhão no Brasil apenas no primeiro semestre de 2010. Segundo a IDC, até 2013 o mercado de ERP no país deve crescer 9% ao ano. É de olho nesse crescimento que a Dzyon S/A se prepara para encarar o mercado com inovações e ferramentas que atendem e cabem no bolso da micro e da pequena empresa, até soluções complexas que suportam todo o organograma de uma grande corporação. Há mais de 20 anos no mercado e clientes de grande porte como Sherwin Williams, Mitsubishi Eletric, Pematec, Tambasa, FlashPower, McAfee, Yamá Cosméticos, Habibs, entre outros, a Dzyon espera triplicar seu faturamento em 2011. Confira entrevista com Francine Nonaka, CEO da Dzyon, sobre ERP, tecnologia, metas e novidades da Dzyon S/A.
Quais as três grandes tendências tecnológicas na área dos softwares de ERP?
1. Inclusão de tecnologia mobile em diversas operações, para dar dinamismo ao trabalho
2. Integração com outros produtos como BI, BSC, Gestão de Conhecimento
3. Facilidade e diversidade de configurações, que eliminam as customizações

Levando em consideração o atual estágio dos programas de ERP, como eles poderiam ser definidos hoje de forma simples e abrangente?
Os sistemas de gestão empresarial servem para padronizar os processos, dinamizar e automatizar, de forma que não haja necessidade de se refazer trabalhos e gerar informações de qualidade. Isso possibilita rápidas tomadas de decisões e melhoria contínua.

Embora seja um conjunto de ferramentas para apoio a negócios, muitas empresas que implantam ERP dizem que ela interfere não só na forma de conduzir como também na de pensar o próprio core business. Isso ocorre mesmo?
Tendo informações de qualidade que são geradas pelo ERP, é possível reavaliar cada unidade de negócio da empresa, checar a sua rentabilidade, deficiências, e então, estabelecer as melhores estratégias.

Como é essa ‘interferência’ na prática? Dê exemplos.
Por exemplo, a empresa faturava relativamente bem, porém, as contas não fechavam e o prejuízo aumentava a cada mês. Com o ERP, foi possível descobrir desvios de mercadoria ou simplesmente perdas que pareciam insignificantes, mas que faziam toda a diferença no final. Com isso, foi possível criar novos procedimentos para evitar esses problemas, ou chegar à conclusão de que alguns segmentos não seriam mais atendidos.

O ERP aumenta o dinamismo nas atividades diárias da empresa, com aviso automático para os responsáveis pelas compras, por exemplo. No momento em que um produto atinge o estoque mínimo, o aviso é dado ao responsável pelo setor que pode rapidamente resolver o problema, sem sofrer o susto do ‘não percebi’ ou do ‘não sabia’. Além disso, o dinamismo também pode afetar de forma positiva outros setores da empresa que necessitem de agilidade, como no caso de alguma aprovação de documentos de acordo com diferentes regras de negócio (desconto, inadimplência, condições de pagamento, prazo, etc).
 

Considerando os custos diretos e indiretos (por exemplo, funcionários para alimentar os sistemas), qual o menor porte de uma empresa que se beneficiaria de um sistema de gestão empresarial?
Qualquer empresa consegue tirar proveito de um ERP. Como a Dzyon também comercializa na forma de locação, fica viável até para empresas pequenas, com 3 funcionários, por exemplo.

Para um negócio desse porte tão pequeno, qual a vantagem mais imediata da implantação?
Numa empresa pequena, muitas vezes cada funcionário é responsável por diversas funções. O ERP facilita o trabalho e libera mais tempo para outras atividades. Além disso, permite o crescimento organizado, planejado e facilita a formação de novos profissionais, não ficando dependente de apenas algumas pessoas.

Como e quando se deu a entrada da Dzyon no mercado de ERP?
A Dzyon está no mercado de ERP desde 1987. Em 1985, Milton Nonaka, fundador da Dzyon, era dono de duas franquias da sorveteria ‘Sem Nome’. Administrador formado pela FGV, ele sentia falta de uma ferramenta que organizasse os dados de caixa, estoque, custos, compras e pagamentos. Foi então que desenvolveu um software ‘caseiro’. Daí, nasceu a InterPlanet, que, a partir de 2000, se tornaria a atual Dzyon. Quando a empresa completou 10 anos, o Milton quase desistiu de continuar com a empresa. Os problemas eram muitos e as dificuldades só cresciam. Os programadores eram treinados e depois partiam, o que impossibilitava a continuidade dos produtos. Então, foi quando resolvi entrar na empresa junto com ele. E, a partir de então, a coisa tem dado certo. Em parceria, conseguimos remodelar os produtos Dzyon, tanto que nosso ERP foi um dos primeiros do mercado a apresentar design gráfico. E assim fomos crescendo. Não queremos oferecer apenas uma ferramenta, porque o que queremos é uma parceria, para assistir também o crescimento dos empreendimentos. Por isso, também trabalhamos com o treinamento pessoal, da mesma forma que fazemos com os nossos colaboradores. Com isso, além da eficiência dos nossos produtos, conseguimos o alinhamento dos colaborados com os valores que cada empresa carrega.

O mercado de sistema de gestão empresarial tem forte presença de grandes multinacionais. Como é atuar em um segmento assim sendo uma empresa independente e autofinanciada?
A legislação brasileira é uma das mais complexas do mundo e, por causa disso, as multinacionais também têm dificuldades em lidar com esse mercado. Além disso, o custo elevado dos demais softwares e o longo tempo de implementação é um grande problema. Então, a Dzyon bate de frente com grandes marcas e nomes, mas há mercado para todos e como temos bons conhecimentos no mercado brasileiro e claro, no desenvolvimento de softwares, vamos cavando nossos espaços no mercado e enfrentando as ‘grandonas’.

Qual o diferencial da Dzyon em relação a esses concorrentes?
O Dzyon ERP têm características bem particulares: como a facilidade, telas amigáveis, altamente configurável em tempo real, ‘rastreabilidade’ das informações de forma extremamente dinâmica, etc.

A segmentação de soluções segundo o porte e o setor de atuação do cliente também faz parte da estratégia?
Sim! A Dzyon sempre trabalhou na verticalização do software. Dessa forma, atendemos cada segmento de acordo com as particularidades de cada um. A implementação é baseada nas melhores práticas de cada mercado, assim, o software se molda perfeitamente ao negócio, e não o contrário.

Qual foi o volume de vendas nos últimos anos e a meta para 2011?
Tivemos um crescimento de 20% em 2009 e mais 20% em 2010. Acreditamos que em 2011 será possível um crescimento de, pelo menos, 100%. Fechamos 2010 com 250 sistemas instalados, 400 usuários do NotaSoft e clientes como Sherwin Williams, Mitsubishi Eletric, Pematec, Tambasa, Habibs, Yamá Cosméticos, Wellness, Vinícola Góes, Sterling Commerce, McAfee, Condomínio Portal do Morumbi, Hakuna, Sinal Vic e FlashPower, entre outros.

Qual sua estratégia de crescimento?
Estamos investindo em novos produtos como Auditor da NF-e, Auditor SPED, BI, além de outros produtos já consagrados estarem tendo uma maior demanda a partir de agora (Armazenamento de NF-e, Dzyon Contabil,).

A idéia da Dzyon é atingir qual patamar em 2011?
Olha, hoje temos 45 colaboradores. Somos uma empresa de médio porte. A Dzyon cresceu bastante nos últimos anos. Estamos no mercado há muitos anos e temos um produto sólido e de confiança. Em 2010, ultrapassamos os R$ 3 milhões em faturamento. Agora, para 2011, esperamos chegar nos R$ 10 milhões.

O chamado Ponto Eletrônico, obrigatório a partir de março, já está integrado aos sistemas da Dzyon?
Sim. Desde o primeiro prazo que foi prorrogado, o sistema Dzyon Gestão de Pessoas já está totalmente preparado para atender as novas exigências sobre o Ponto Eletrônico.

Como foi a integração do ERP Dzyon ao gigante número de mudanças nas legislações fiscais e contábeis e parceria com IOB?
Estamos sempre atentos às mudanças de legislação e, devido à boa concepção do sistema, as alterações são desenvolvidas facilmente, sem traumas. Contar com a inteligência fiscal da IOB faz toda a diferença nesse mercado. Ficamos tranqüilos porque sabemos que nossos clientes estão sempre dentro da legislação. Utilizar a inteligência da IOB faz toda diferença na hora de ofertar um serviço deste tipo. A complexidade da legislação, como já havia dito, faz com que empresas de grande porte tenham dificuldades em suas áreas contábeis e financeiras. Então, nossos módulos, integrados com tecnologia IOB, são ferramentas que agregam muito ao trabalho de uma corporação.

Como a Dzyon se posiciona hoje especificamente neste mercado, com soluções para emissão de NFe e módulos fiscais/contábeis (independentes e que funcionam junto de outros ERPs)?
Hoje, a Dzyon se posiciona produzindo ferramentas para empresas de todo e qualquer porte. No entanto, nos últimos anos, focamos nossos produtos e forças na criação de ferramentas gestoras com qualidade e baixo custo, visando o pequeno e médio empreendedor. É sempre muito complicado para o pequeno e médio empresário adquirir Softwares de Gestão, já que o custo sempre foi muito alto. Então, resolvemos criar softwares compatíveis com as necessidades dessas empresas, como o NotaSoft e locação de licenças para utilizar os módulos ERPs de forma separada. Se a empresa precisar apenas do Módulo Comercial, pode adquirir 1 licença e ir somando novos módulos conforme a necessidade e o crescimento da empresa. Assim, conseguimos ofertar softwares de gestão para uma infinidade de médias e pequenas empresas, que também precisam entender e utilizar as informações contidas e armazenadas no ERP.

Em todos esse anos de atuação da Dzyon no mercado de ERP, quais as principais mudanças até os dias atuais, principalmente em relação ao tratamento dos gestores com os dados obtidos através dessas ferramentas?
Todo cliente vai evoluindo junto com o software. A cada nova função implementada, um novo aprendizado, uma nova forma de avaliar os dados. Com isso, novas necessidades vão surgindo. É bem gratificante acompanhar esse crescimento do cliente. Primeiramente, todos querem arrumar a casa, organizar. Depois, ficam atentos à qualidade do trabalho, redução de custos e outras coisas. E então, já conseguem disponibilizar informações para fornecedores, parceiros e clientes, mostrando transparência e eficiência.

Sobre a Dzyon
A Dzyon S/A, desenvolvedora de softwares de gestão empresarial, utiliza a melhor tecnologia disponível no mercado como ferramenta de apoio para implementação das estratégias de negócios dos clientes e modelos de gestão empresarial. Há mais de 20 anos no mercado, desenha seus softwares sobre a plataforma Progress, o que possibilita atendimento a empresas de quaisquer portes e segmentos graças a suas características de modularidade e customização. Na web, a empresa está em www.dzyon.com.
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Vendas de carros batem recorde em abril no País | Notícias | Acritica.com - Manaus - Amazonas

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Estudo condena substituição da frota do Senado por veículos alugados

Análise realizada durante a gestão de Heráclito Fortes como primeiro-secretário indicava que a terceirização da frota seria mau negócio. Atual responsável contesta

Publicação: 03/05/2011 11:44 Atualização:
Veículo do Senado: a opção pelo aluguel impediria a utilização de placas oficiais (Paulo de Araújo/CB/D.A Press - 16/9/07)
Veículo do Senado: a opção pelo aluguel impediria a utilização de placas oficiais

A alternativa de substituir a frota oficial do Senado por veículos alugados foi condenada por estudo da Coordenação de Transportes da Casa, durante a gestão do ex-primeiro-secretário Heráclito Fortes (DEM-PI). No relatório intitulado Estudo de viabilidade econômica e operacional visando a terceirização da frota do Senado, a que o Correio teve acesso, técnicos da Casa chegaram à conclusão de que com os recursos despendidos em dois anos no contrato de locação com os preços mais baratos do mercado seria possível comprar 90 carros de luxo — modelo Corolla, da Toyota, ou Vectra, da Chevrolet — em vez de alugar.

No estudo de agosto de 2009, a tabela que leva em consideração as despesas de manutenção e depreciação dos veículos mostra que em dois anos o Senado gastaria R$ 74,4 mil para alugar um veículo da categoria executiva, excluídos o combustível e o salário do motorista. Para manter um carro novo, a despesa seria de R$ 30,2 mil em dois anos, traz o relatório.

O documento descarta a terceirização citando o impedimento do uso de placa oficial nos veículos. “A locação impediria a utilização de placas de representação nos veículos que atendem os senadores. Decreto Federal 6.403, de março de 2008, estabelece que é vedado o uso de placa oficial em veículo particular”, informa o relatório. O texto aponta que a redução de valores nos contratos com empresas que atuam na manutenção da frota própria e de gastos com combustível é o melhor caminho para cortar custos.

Outro problema é a frota “superdimensionada”. O estudo lista 226 veículos, 45 da Secretaria Especial de Editoração, 86 dos senadores, mais cinco reservas, dois da Presidência da Casa, 12 para alienação e 81 veículos de serviços.

A terceirização também implicaria desperdício de itens já adquiridos, como cabine de pintura, equipamento de lavagem automática, balanceadora e alinhadora de rodas, boxes, guinchos e ferramentas. “Contraria o bom senso o fato de que, após as adequações de infraestrutura, a Casa abdicasse dessa estrutura”, conclui o estudo.

O argumento de que o aluguel da frota liberaria área de 4 mil metros quadrados do Senado também é contrariado. O estudo afirma que somente com a terceirização total seria possível desmontar o setor de manutenção. Se a gestão dos carros dos senadores for terceirizada, restarão 126 veículos de serviço sob a responsabilidade da Casa.

O atual primeiro-secretário, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), afirma que o estudo não levou em conta todos os itens de despesas ao informar que a locação é mais dispendiosa. Lucena acrescenta que os carros locados não têm, necessariamente, que ficar no Senado. “Não foi levada em consideração a estrutura. São mais de R$ 300 mil só de mão de obra locada, mais as peças. O carro pode ficar na garagem do senador. E um equipamento de lavar carro custa R$ 50 mil. Os funcionários contratados para lavar carros custam isso também, mas o gasto não cessa”, diz. O primeiro-secretário afirma que a terceirização promoverá economia de R$ 6 milhões anuais. A despesa atualmente é de R$ 17,8 milhões.

Agronotícias

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Inflação de alimentos seguirá até 2012, diz BID - Notícias Agrícolas

Inflação de alimentos seguirá até 2012, diz BID - Notícias Agrícolas

ICMS a recuperar cresce junto com o aumento das exportações

Noticiário cotidiano - Geral
Ter, 03 de Maio de 2011 08:22
Empresas de setores com exportações crescentes estão vendo seu volume de créditos a recuperar do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) crescer em ritmo acelerado. Das dez maiores exportadoras brasileiras de capital aberto, em seis - Vale, Petrobras, Braskem, BRF Foods, JBS e Usiminas - houve aumento dos valores do imposto a recuperar em dezembro de 2010 na comparação com o mesmo mês de 2009, segundo informações das demonstrações financeiras consolidadas.

Em três dessas companhias - Braskem, BRF Foods e JBS - ao menos parte da elevação é creditada expressamente a operações relacionadas à exportação. Em outras três - Vale, Fibria e Suzano Papel e Celulose - já há provisão de perdas com créditos de ICMS,pois parte dos créditos do imposto são considerados irrecuperáveis. Na Fibria e na Suzano, a provisão para perdas cresceu embora tenha diminuído o ICMS total a recuperar

Na Vale, o imposto a recuperar passou de R$ 570 milhões em dezembro de 2009 para R$ 871 milhões em dezembro do ano passado. Na BRF Foods, o ICMS a recuperar cresceu de R$ 600 milhões para R$ 646 milhões. A provisão para perdas com o imposto subiu, em igual período, de R$ 70 milhões para R$ 78,4 milhões. O frigorífico Marfrig, viu seu total a recuperar do imposto crescer de R$ 293 milhões para R$ 474 milhões. A Fibria, fabricante de celulose e papel, elevou a provisão do imposto de R$ 406 milhões para R$ 481 milhões entre 2009 em 2010.

José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), diz que a elevação de créditos a recuperar de ICMS hoje é um problema concentrado entre os exportadores de básicos, em razão de um ritmo crescente nos últimos anos de vendas dessa classe de produtos ao exterior. Para a indústria de manufaturados, que tem perdido espaço na exportação, diz Castro, o problema ficou mais ameno. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, a fatia dos manufaturados nas vendas ao exterior caiu de 42,5% no primeiro quadrimestre de 2010 para 37,5% em igual período deste ano.

Beneficiada pela alta do preço do minério de ferro e pela forte demanda chinesa, as exportações da Vale passaram de US$ 10,8 bilhões em 2009 para US$ 24 bilhões no ano passado. O ICMS a recuperar da mineradora saltou 52%. As exportações da BRF Foods cresceram de US$ 1,5 bilhão para US$ 2,1 bilhões, e o volume de ICMS a recuperar subiu R$ 46,2 milhões.

O valor de créditos de ICMS a recuperar das empresas altamente exportadoras cresce porque a operação de venda ao exterior é desonerada do imposto. Numa venda ao mercado interno, o ICMS pago na compra de insumos e produtos intermediários que fazem parte da cadeia produtiva geram créditos que são descontados do imposto devido na venda. Como a exportação é livre de ICMS, a empresa não consegue usar os créditos.

A alternativa para as empresas é usar os créditos nas vendas ao mercado doméstico. O problema é que nem sempre as vendas locais dão vazão a todos os créditos ou muitas vezes o mercado doméstico não é tão relevante no Estado em que foram gerados os créditos. Como o ICMS é um imposto estadual, o crédito só pode ser usado no Estado em foi pago o imposto.

A BRF Foods, por exemplo, diz em suas demonstrações financeiras que os créditos do imposto são acumulados em razão da sua atividade exportadora, além da venda no mercado doméstico a alíquotas reduzidas de ICMS e de investimentos em imobilizado. O frigorífico acumula créditos do imposto em cinco Estados diferentes.

A Fibria declara no balanço que a sua provisão de perda com créditos de ICMS refere-se ao ICMS pago no Espírito Santo e no Mato Grosso do Sul, onde a produção da fabricante de celulose e papel é preponderantemente voltada à exportação. A empresa informa que provisiona 100% do crédito de ICMS gerado no Mato Grosso do Sul e 50% do originado no Espírito Santo.

O tributarista Júlio de Oliveira, sócio do Machado Associados, lembra que são poucos os Estados que permitem a transferência de créditos para terceiros. Ele explica que a transferência só costuma ser permitida por meio do uso do crédito como pagamento a fornecedores. "Geralmente é restrita à aquisição de ativo imobilizado." Esse tipo de transferência, explica Oliveira, também acaba gerando perda às empresas porque o fornecedor só aceita o crédito como forma de pagamento com deságio. Segundo o advogado, em alguns casos esse desconto chega a 60%.

"A impossibilidade de gerar o crédito causa um custo adicional à empresa. Trata-se de um imposto que foi pago e seria ressarcido, teoricamente, mas que na prática torna-se irrecuperável", diz Oliveira.

Em seu balanço a Fibria diz que o custo do produto vendido pela companhia aumentou em 4% em 2010 na comparação com o ano anterior. O aumento da provisão para perda de créditos de ICMS é apontado pela empresa como um dos fatores para a pressão de custos, ao lado do maior custo relativo das paradas de manutenção e do aumento do custo da madeira.
Fonte: Valor Econômico/Marta Watanabe | De São Paulo

Fórmula Truck é atração em prova da Indy em São Paulo


A Fórmula Truck, maior categoria automobilística do continente, esteve presente mais uma vez em um evento ligado ao Automobilismo. Desta vez, a participação dói na Itaipava São Paulo Indy 300 Nestlé, que aconteceu no último final de semana, em São Paulo, no complexo do Anhembi.
A categoria fez uma participação especial com uma exibição antes da largada da prova da Indy. Seis caminhões (um de cada marca presente da Truck) deram algumas voltas pelo circuito oficial.
Neusa Navarro Félix, presidente da F-Truck, estava presente no evento e avaliou como muito positiva essa participação: “Para nós, da Fórmula Truck, primeiramente é uma honra fazer parte de um evento de tanta grandiosidade como este. Claro, que poder exibir os nossos caminhões foi muito especial. O público pode conferir de perto como são os caminhões da F-Truck. Foi um grande sucesso”, disse Neusa Navarro.