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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Vivo confirma que Roberto Lima sai da presidência até o fim de junho

SÃO PAULO – O presidente da Vivo, Roberto Lima, vai deixar o cargo até o fim de junho, confirmou há pouco a operadora em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Na nota, a companhia informa que a saída foi uma decisão de Lima e destaca o trabalho feito pelo executivo “que levou a Vivo a consolidar a liderança no mercado brasileiro de telecomunicações, tornando-se e mantendo-se como referência no setor”.

A saída de Lima está relacionada à consolidação dos negócios da Telefônica no Brasil, após a incorporação da Vivo pela Telesp.

Segundo fontes a par do assunto, os espanhóis gostariam que o executivo permanecesse na nova empresa, mas não como presidente. Conforme noticiou o Valor na sexta-feira, o espanhol Luis Miguel Gilpérez López será o executivo responsável pelas operações da companhia unificada. O presidente da Telefônica no Brasil, Antonio Carlos Valente, deve permanecer no grupo, mas terá papel institucional.

Cielo registra lucro líquido de R$ 424,7 milhões no 1T11 e margem de lucro líquido de 39,2%

BN004490 04 de maio de 2011 21:23 HORALOCAL


Barueri, 4 de maio de 2011 – A Cielo S.A. (BM&FBOVESPA: CIEL3 /
OTC: CIOXY), maior rede de pagamentos eletrônicos do País, divulga
hoje os resultados do primeiro trimestre de 2011.

Destaques do 1T11:

• Volume financeiro de transações totalizou R$ 70,2 bilhões, aumento
de 19,5% em relação ao 1T10 e redução de 5,2% em comparação ao 4T10;

• Receita operacional + antecipação de recebíveis líquida totalizou
R$ 1,082 bilhão, aumento de 6,1% em relação ao 1T10 e redução de 5,7%
em relação ao 4T10;

• EBITDA ajustado de R$ 684,3 milhões, redução de 4,1% em relação ao
1T10 e de 4,4% em relação ao 4T10;

• Margem EBITDA ajustada de 63,2%, redução de 6,8 pontos percentuais
em comparação ao 1T10 e aumento de 0,8 ponto percentual em relação ao
4T10;

• Lucro líquido totalizou R$ 424,7 milhões, redução de 3,5% em
relação ao 1T10 e de 4,2% em relação ao 4T10;

• Margem de lucro líquido de 39,2%, redução de 4,0 pontos percentuais
em relação ao 1T10 e crescimento de 0,6 ponto percentual em
comparação ao 4T10;

• Parceira para capturar as bandeiras Mais!, Bônus CBA, Cabal Vale,
Verocheque, Banescard, Sodexo e Sapore; início da captura e
processamento da bandeira Elo, em abril;

• Aprovada na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária no dia
29/04/2011 a proposta de aumento de capital social via bonificação em
ações de 20% e posterior grupamento na proporção de 3 ações para 1.

Para ler o release, clique no link abaixo:
http://www.mzweb.com.br/visanet/web/arquivos/Cielo_ER_1T11_05042011_port.pdf

Teleconferências Sobre os Resultados do 1T11
5 de maio de 2011
PORTUGUÊS
10h (Brasília)
Tel.: +55 11 4688 6361
Senha: Cielo
Webcast: http://webcast.mz-ir.com/publico.aspx?codplataforma=2651

INGLÊS
11h30 (Brasília)
Tel.: +1 412 317 6776
Senha: Cielo
Webcast: http://webcast.mz-ir.com/publico.aspx?codplataforma=2652

Sobre a Cielo

A Cielo é a maior rede de meios de pagamento eletrônicos da América
Latina e responsável por toda a cadeia de serviços de adquirência –
credenciamento de estabelecimentos; captura; transmissão;
processamento e liquidação financeira das transações; além de gestão
de rede para aceitação de cartões – e monitora 100% dessas transações
por meio do sistema único e diferenciado Cielo Lynx. A Companhia está
presente em 98,5% do território brasileiro, com uma rede com 1,1
milhão de estabelecimentos ativos, e a alta tecnologia aplicada em
sua rede permite que ela tenha a melhor disponibilidade de rede do
mercado, com 99,995% ao longo do ano e 100% nas principais datas
promocionais para o varejo. A Cielo oferece o mais completo portfólio
de soluções de pagamento, com o mais moderno parque de terminais
eletrônicos do país – máquinas com idade média de 1,7 ano.

Área de RI: ri@cielo.com.br


BNED:NV

FONTE:CIELO S.A.
CONTATOS:ÁREA DE RI
E-MAILS: ri@cielo.com.br

PALAVRA-CHAVE:RJ
PALAVRA-CHAVE/RAMO DE ATIVIDADE:DIVERSOS
PALAVRA-CHAVE/EMPRESA:CIELO

Resíduo do etanol causa aquecimento

Calcular a quantidade de Gases de Efeito Estufa (GEE) resultantes de todo o processo produtivo do etanol é uma medida necessária para que o combustível seja aceito no mercado internacional como uma fonte de energia limpa. Aluna de mestrado do curso de Microbiologia Agrícola da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), Bruna Gonçalves de Oliveira deu um passo para chegar ao total de emissões. Em sua tese, ela calculou a quantidade de gases emitidos pela vinhaça, resíduo líquido do processo de produção do etanol.

Cada litro de etanol produzido gera 15 litros de vinhaça, um líquido verde, com odor forte, utilizado pelas usinas como fertilizante nas próprias plantações de cana-de-açúcar. De acordo com a pesquisa de Bruna, são gerados 0,069 kg de CO2 equivalente. O cálculo foi feito considerando uma produtividade média da cana-de-açúcar de 90 toneladas por hectare e rendimento de 80 litros de etanol por tonelada de cana moída (dados fornecidos por uma usina de Piracicaba). São, então, 5,5 kg de CO2 eq por tonelada de cana processada.

Para chegar a esse valor, a mestranda utilizou técnicas moleculares para detecção de micro-organismos produtores de metano na canal condutor de vinhaça. Esse canal é formado por tanques abertos no meio das plantações, onde as usinas armazenam a vinhaça.

O estudo revela que os resultados obtidos confirmam a hipótese de que a vinhaça é um importante emissor de metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), que juntamente com o dióxido de carbono (CO2), são os principais gases do efeito estufa. Por apresentarem potenciais de aquecimento global diferentes, CH4 e N2O são calculados com sua equivalência em CO2, o qual apresenta potencial de aquecimento global igual a 1. No canal transportador, não foram verificadas emissões significativas de N2O e observou-se que o CH4 foi responsável por 99,8% das emissões totais, em CO2 equivalente. (Solange Strozzi)

Contran vai implementar chip de rastreamento

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estuda a instalação de chips para rastreamento de novos veículos para o ano de 2012. Anteriormente, a previsão para a adoção do novo sistema de segurança era 2010, mas a medida foi adiada, de acordo com o Contran, por conta da “complexidade da infraestrutura de telecomunicações necessária”.

A decisão altera a resolução 330/2009 do próprio Contran. A partir de janeiro de 2012, o equipamento deverá começar a ser instalado em veículos novos nacionais e estrangeiros. Até agosto de 2012, terão o chip automóveis, camionetas, caminhonetes, utilitários, caminhões, ônibus, microônibus, ciclomotores, motonetas, motocicletas, triciclos, quadriciclos, caminhões-tratores, reboques e semi-reboques.

O chip de rastreamento já foi alvo de uma polêmica que envolveu o Ministério Público Federal. Em 2009, o órgão chegou a recomendar que o Contran não permitisse a instalação do dispositivo. A alegação do MPF foi que a resolução seria contrária ao artigo 5º da Constituição, que determina a inviolabilidade da vida privada e intimidade da pessoa.

"A gasolina vai matar a indústria do etanol"

Marcos Jank, presidente da Unica
"A gasolina vai matar a indústria do etanol"
Nos últimos anos, o etanol tem sido utilizado como um dos principais cartões de visita do País no Exterior. Foi assim com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é assim com Dilma Rousseff.
Por Hugo Cilo

Até meses atrás, o combustível de cana-de-açúcar tinha um inegável apelo comercial. Hoje, aos olhos do consumidor, o etanol é um ‘mico’. O litro na bomba supera R$ 2 e a gasolina voltou a ser vantajosa para quem possui carros flex. Em entrevista à DINHEIRO, Marcos Jank, presidente da Unica, a associação que representa o setor, atribui o problema a fatores climáticos e afirma que, se o preço da gasolina continuar “artificialmente” administrado pelo governo, o setor do etanol estará condenado. 

DINHEIRO – O setor de etanol corre o risco de apagão. O preço ao consumidor dobrou em menos de 12 meses e falta combustível em várias regiões. De quem é o erro?
MARCOS JANK – Ao contrário do que muitos pensam, ninguém está ganhando com o preço do etanol do jeito que está. Quando o preço supera 70% do valor da gasolina, os consumidores deixam de abastecer com etanol e passam a utilizar gasolina. Então, não somos culpados pelo que está acontecendo. Não somos nós que fazemos o preço. É um problema de oferta e demanda. Houve duas quebras de safras consecutivas, uma pelo excesso de chuva, outra pela falta. Somou-se a isso um crescimento extraordinário da frota de veículos bicombustíveis. Toda essa sequência de fatores causou falta de etanol, disparada de preço e preocupação de desabastecimento.    
 
DINHEIRO – Então, sempre que chover acima ou abaixo da média haverá problemas?
JANK – Se nos preparamos melhor para os imprevistos climáticos, podemos evitar problemas. São Pedro não senta na mesa de negociação quando projetamos o cultivo ou fechamos contratos. Sabemos que, por um lado, a oscilação de preço é ruim. Por outro, sob uma visão mais positiva, essa é uma crise boa. É uma crise de crescimento, assim como acontece com o setor aéreo ou o setor energético.   
 
DINHEIRO – Mas, tanto no setor aéreo quanto no de energia elétrica, não houve uma disparada de preço.  
JANK – Nos últimos seis anos, o etanol esteve na maior parte do tempo abaixo da paridade de 70% do preço da gasolina. Se o etanol não existisse, os brasileiros teriam gasto cerca de R$ 20 bilhões a mais com abastecimento. Então, o País economizou bastante com a possibilidade de ter dois combustíveis. Sem falar nos ganhos ambientais, na saúde pública e na geração de um milhão de empregos em 20 Estados. 
 

"O consumidor não é refém do etanol. O preço só chegou a R$ 2 porque não tinha produto na entressafra"
Bomba de álcool em posto de São Paulo. O Estado consome 50% da produção nacional
 
DINHEIRO – Por que a produção não acompanhou o consumo? As usinas subestimaram o crescimento do mercado?
JANK – De 2000 a 2008, crescemos 10,3% ao ano. Quando veio a crise, um terço do setor enfrentou graves dificuldades financeiras. O que aconteceu foi que a maior parte dos investimentos se dirigiu para a aquisição de empresas com problemas. De 2008 para cá, crescemos apenas 3% ao ano. O consumo disparou e a produção não acompanhou.
 
DINHEIRO – Superada a crise de 2008, para onde foram os investimentos?
JANK – O nosso setor tem todos os ingredientes para atrair investimentos. Temos um gigantesco mercado de carros flex em crescimento, possibilidade de ampliar a exportação, potencial para novos usos, como o plástico verde. O problema é que os investimentos pararam porque o etanol perdeu competitividade frente à gasolina. A gasolina tem preço fixo desde 2005, a R$ 1,10 na refinaria e chega ao consumidor acima de R$ 2,50. Esse valor na refinaria é mantido artificialmente pelo governo. Neste momento, a gasolina está subvalorizada. Tanto é que a gasolina importada é mais cara do que a gasolina nacional. A política de não mexer no preço da gasolina acabou afetando o nosso setor  porque houve um significativo aumento dos custos de produção do etanol. 
 
 
DINHEIRO – Mas a gasolina do Brasil já é uma das mais caras do mundo. O governo deveria, mesmo assim, autorizar reajuste?

JANK – A ideia não é essa. Reconhecemos que o consumidor paga caro pelo combustível na bomba. É caro porque há muitos impostos. O preço da gasolina nos postos é alto, mas na refinaria é equivalente ao dos demais países. Se o governo não quer mexer no preço da gasolina, que olhe para o setor de etanol com mais atenção. Queremos uma taxação reduzida, como acontece com o diesel. Além disso, estamos propondo reduzir o IPI dos carros flex. 
 

"Temos 50% do mercado global de açúcar. Não se pode ajudar um setor e prejudicar outro"
Exportação de açúcar no Porto de Santos
 
 
DINHEIRO – E se o governo não mudar a política de tributação do etanol e mantiver o controle sobre o preço da gasolina? 

JANK – Se  não se fizer nada, diante dessa concorrência em que a gasolina artificialmente precificada é mais vantajosa do que o etanol, com certeza a gasolina vai matar o setor de etanol em alguns anos. Quando o preço do etanol supera 70% do valor da gasolina, as bombas ficam às moscas. 
 
 
DINHEIRO – Vocês querem subsídios?

JANK – Nada a ver com subsídios como os que aconteceram nos anos 1970. O que precisamos é de suporte para quando os preços oscilarem. Os preços do etanol flutuam bastante. O petróleo flutua. Mas a gasolina não. E está cada vez mais claro que o governo não quer mexer nisso por questões de inflação. Precisamos de incentivos.
 
 
DINHEIRO – Qual incentivo?

JANK – Todos os Estados deveriam reduzir o ICMS para 12%, o mesmo do diesel, como fez o governo de São Paulo. Hoje, o etanol recebe o mesmo tratamento tributário da gasolina, que tem mais de 20% de ICMS. Isso faz com que a metade do consumo de etanol produzido pelo País fique concentrada em São Paulo. Nos demais Estados, o etanol não é competitivo. 
 
 
DINHEIRO – Em São Paulo, mesmo com ICMS em 12%, não compensa abastecer com etanol.

JANK – Historicamente, compensa. Nos últimos anos, o etanol levou vantagem sobre a gasolina. Em poucos dias, com o início da safra, o preço cairá. 
 
 
DINHEIRO – Mas se o setor já não consegue produzir etanol para suprir a frota de carros flex, com estímulo ao consumo haveria um cenário ainda mais grave de desabastecimento, concorda? 

JANK – Não. Se o ICMS fosse reduzido, seria possível ter margens maiores no preço do etanol. Isso atrairia investimentos e, assim, aumentaríamos a produção. Para nós, seria bom que o preço do etanol fosse atrelado à cotação do petróleo. Daria mais segurança.
 
 
DINHEIRO – O aumento da produção de açúcar não ajudou a agravar a crise?

JANK – A mídia saiu falando erradamente que deixamos de produzir etanol para produzir açúcar. Não é verdade. O que houve de migração de etanol, que virou açúcar,  é a metade do que se perdeu em razões climáticas. Em 2000, a gente usava 50% da cana para etanol e 50% para açúcar. A partir de 2008, a proporção foi 60% para etanol e 40% para açúcar. O número atual é 55% etanol e 45% açúcar. 
 
 
DINHEIRO – Por que não se reduz a produção de açúcar?

JANK – O preço é bom. O Brasil hoje representa 50% do mercado mundial de açúcar. De cada quilo comercializado no mundo, meio quilo é brasileiro. Esse setor trouxe, em 2010, US$ 13 bilhões de saldo comercial. É o quarto produto da pauta de exportação. Precisamos encontrar medidas que estimulem um setor, sem prejudicar outro. 
 
 
DINHEIRO – O governo já fala em colocar a Agência Nacional do Petróleo (ANP) para controlar o setor de etanol. Isso é bom?  

JANK – Nós nunca tivemos problemas com isso. Criou-se uma ideia de que o setor era contra o controle. Quem vai controlar a gente, é problema do governo. Queremos saber é que tipo de regulação será feita. Fixação de preços, proibição de exportação e de taxação sobre o açúcar são políticas equivocadas. 
 
 
DINHEIRO – E se o governo criar um teto? 

JANK – Nós já temos um teto, que é 70% do valor da gasolina. Indiretamente, já somos regulados. A gasolina é um mercado de monopólio. Só assim é possível estabelecer um preço fixo. O etanol não. 
 
 
DINHEIRO – Teremos uma crise do álcool nos próximos anos, como a dos anos 1970?

JANK – Nas décadas de 1970 e 1980, faltou etanol. Os carros, porém, eram só a álcool. Hoje, os carros são flex. Isso promove o ajuste dos preços. O consumidor não é refém do etanol. O preço só chegou a R$ 2 porque não tinha produto na entressafra. Deve voltar a custar menos de 70% da gasolina. O preço do etanol nas usinas, que chegou a R$ 1,60, tende a recuar para perto de R$ 0,90. 
 
 
DINHEIRO – Sem alarde, o Brasil importou etanol de milho dos EUA para evitar um colapso, o mesmo etanol que 
tem sido criticado.

JANK – De fato, tivemos de importar 200 milhões de litros de etanol de milho americano, no início de abril. Mas isso foi menos de 1% do que o Brasil produz. Foi apenas para suprir o consumo de uma semana. Uma questão pontual. Por outro lado, exportamos 1,5 bilhão de litros na mesma safra. Quando se produz commodities agrícolas, é preciso ter um mercado livre. Uma hora ou outra, será preciso comprar de fora. 
 
 
DINHEIRO – Se faltou etanol para o consumidor, o governo não deveria ter reduzido a mistura de 25% de álcool na gasolina?

JANK – Não resolve. Isso é muito menos efetivo do que ampliar o programa de financiamento de estoques. O importante é não mudar demais a regra do jogo. Isso gera muitas incertezas.  
 
 
DINHEIRO – O consumidor vive muitas incertezas em relação ao etanol...

JANK – É uma decepção que fez parte do jogo. É preciso evitar voo de galinha. Forçar o etanol a ficar barato e ter uma nova quebradeira de usinas, como aconteceu em 2006, não faz sentido. Queremos que as empresas  cresçam de forma mais harmônica. Durante muito tempo o etanol foi vendido abaixo do custo de produção, por menos de R$ 1 na bomba. O que o consumidor não quer é volatilidade. Vou passar a semana em Brasília com ministros para encontrar saídas.  O fato é que concorrer com a gasolina administrada, não dá.

Jovem Pan: Presidente da Mastercard fala do desafio de assumir o cargo

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Seguradoras do setor de veículos devem investir em produtos especializados

SÃO PAULO - As seguradoras que trabalham com o setor de veículos devem investir em produtos especializados, para conquistar o consumidor.

Segundo apurado pelo Seguros dia a dia, devem ganhar força no setor os produtos desenvolvidos para determinados públicos, como os jovens, mulheres, taxistas, motociclistas, pessoas com necessidades especiais, entre outros.

Além disso, as seguradoras devem melhorar os serviços adicionais oferecidos aos clientes (atendimentos para a residência, pets, descontos em sites …), bem como devem ganhar espaço os produtos com prêmios 50% menores do que a média do mercado.

“Cada vez mais, as pessoas procuram por produtos que se adequem melhor às suas necessidades, buscando serviços que as atendam da maneira mais completa possível”, disse o vice-presidente da SulAmérica, Luis Furtado.

Números
Apesar das medidas do Banco Central para frear o consumo, representantes do mercado de seguros de automóvel acreditam que a carteira do setor deve continuar em expansão ao longo deste ano. Em 2010, o crescimento apurado foi de 15,2%, com receita de cerca de R$ 20 bilhões.

Atualmente, o mercado estima que entre 30% e 35% da frota de veículos nacionais esteja segurada, o que quer dizer que restam ainda 30% de potenciais consumidores, já que uma parcela da frota, como os carros antigos, de empresas, entre outros, não fazem seguros.

Para atingir este público restante, o setor, além de investir em novos produtos, acredita que seja necessário retirar a obrigatoriedade do uso de peças novas no conserto de carros, uma vez que, na visão deles, este é um dos principais impasses para um maior desenvolvimento da carteira de seguro de automóveis.
SÃO PAULO - As seguradoras que trabalham com o setor de veículos devem investir em produtos especializados, para conquistar o consumidor.

Segundo apurado pelo Seguros dia a dia, devem ganhar força no setor os produtos desenvolvidos para determinados públicos, como os jovens, mulheres, taxistas, motociclistas, pessoas com necessidades especiais, entre outros.

Além disso, as seguradoras devem melhorar os serviços adicionais oferecidos aos clientes (atendimentos para a residência, pets, descontos em sites …), bem como devem ganhar espaço os produtos com prêmios 50% menores do que a média do mercado.

“Cada vez mais, as pessoas procuram por produtos que se adequem melhor às suas necessidades, buscando serviços que as atendam da maneira mais completa possível”, disse o vice-presidente da SulAmérica, Luis Furtado.

Números
Apesar das medidas do Banco Central para frear o consumo, representantes do mercado de seguros de automóvel acreditam que a carteira do setor deve continuar em expansão ao longo deste ano. Em 2010, o crescimento apurado foi de 15,2%, com receita de cerca de R$ 20 bilhões.

Atualmente, o mercado estima que entre 30% e 35% da frota de veículos nacionais esteja segurada, o que quer dizer que restam ainda 30% de potenciais consumidores, já que uma parcela da frota, como os carros antigos, de empresas, entre outros, não fazem seguros.

Para atingir este público restante, o setor, além de investir em novos produtos, acredita que seja necessário retirar a obrigatoriedade do uso de peças novas no conserto de carros, uma vez que, na visão deles, este é um dos principais impasses para um maior desenvolvimento da carteira de seguro de automóveis.

Mercado nacional de tecnologia vai movimentar US$ 200 bi até 2020

são pauloNos próximos nove anos, o mercado nacional de tecnologia da informação (TI) vai movimentar aportes que podem chegar a US$ 200 bilhões por conta de fatores como economia  aquecida e em ascensão, características demográficas e investimentos em pesquisa e desenvolvimento, representando crescimento de 192%. Entre 2009 e 2010, o Brasil movimentou US$ 68,4 bilhões em TI. No mercado global, o valor pode flutuar entre US$ 1,5 e US$ 3 trilhões. - Este cenário vai favorecer a ascensão do status do País à quinta maior economia do mundo; o Brasil atualmente ocupa a sétima posição no ranking mundial, de acordo com o Índice Brasscom de Convergência Digital (IBCD).

No entanto, o Índice Brasscom, criado com o objetivo de avaliar o mercado brasileiro de TI, apontou que o Brasil possui pontuação 6,75 em 2010 (em uma escala de 0 a 10), crescimento de 15,4% em relação ao número obtido no estudo anterior, em 2008 (5,85). Pelos indicadores, o crescimento ainda é insuficiente para acompanhar as tendências globais.



Um dos pontos destacados pelos realizadores da pesquisa é a banda larga: o preço ainda é considerado muito alto e o serviço, ineficiente. O Brasil conta hoje com 38,4 milhões de acessos à rede, dos quais somente 20% são de 2 megabits por segundo (Mbps) ou mais. E ao analisar o cenário regional, a situação é mais grave, prejudicando a inclusão digital. "A aceitação da banda larga é muito inferior no norte e nordeste por conta dos altos preços, com qualidade baixa", conta o diretor de Infraestrutura e Convergência Digital da Brasscom, Nelson Wortsman.

As conexões de banda larga no País, por sua vez, tiveram um crescimento de 51,5% na comparação com março de 2011 para o mesmo período de 2010. São 38,4 milhões de conexões de banda larga, 20% das quais apresentam velocidade superior a 2 Mbps.



Segundo o índice, o acesso à internet e a computadores atingiu 45% e 53% da população, respectivamente.

A previsão da Brasscom é que o crescimento da demanda por banda larga aumente 35 vezes até 2019. Segundo estudo da AT Kearney, encomendado pela associação, os smartphones e tablets (computadores de mão) aumentaram 24 e 122 vezes, respectivamente, o tráfego da rede de internet.

Lutador Junior Cigano é convidado do Programa do Jô; Assista aqui ao vivo!

Brasileiro melhor ranqueado entre os pesos pesados do UFC, o catarinense Júnior Cigano se prepara para enfrentar o “ogro” Brock Lesnar na 131ª edição do evento, no dia 11 de junho, no Canadá. A luta será o embate final entre os treinadores da 13ª temporada do The Ultimate Fighter (TUF), o reality show do maior evento de MMA do mundo.

Júnior é o convidado de hoje do Programa do Jô. Assista ao vivo aqui no InfoExtra.


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Veja o vídeo abaixo:

Luiz Henrique manifesta preocupação com perda de competitividade da indústria

O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) leu nesta quarta-feira (4), em Plenário, artigo de sua autoria publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, em que manifesta preocupação com os “fortes indícios de desindustrialização” e a queda da competitividade de vários setores da indústria nacional.
No artigo, o senador rejeita a ideia de que os estados sejam os responsáveis pela queda de competitividade. Para ele, estados e municípios são o elo mais fraco, pois não regulam o câmbio nem as taxas de juros “sufocantes” que desfavorecem as exportações, tampouco são responsáveis pela mais alta carga fiscal entre os países emergentes.
- Não são eles os responsáveis pelos inadiáveis investimentos na infraestrutura dos portos, aeroportos, energia, ferrovias, hidrovias e rodovias federais – observou, repetindo o texto do artigo.
Segundo Luiz Henrique, o governo federal concentra dois terços de tudo o que é arrecadado no país, enquanto estados e municípios dividem o um terço restante. Por outro lado, acrescenta o senador, os países que invadem o mercado brasileiro têm uma estrutura de gestão descentralizada que lhes permite o dinamismo das forças locais.
- Com a criação de impostos mascarados de contribuições, do tipo PIS, Cofins, a União deixou de compartilhar esses tributos com estados e municípios. Assim, caiu de 71% para 45% a participação desses entes federados no bolo dos impostos federais – lamentou.
Para o senador, os estados estão oprimidos por uma dívida com a União que lhes tira a capacidade de custeio e investimentos. Ele cita o exemplo de Santa Catarina, que em 2000, quando foi negociada a dívida, devia R$ 4,2 bilhões. Segundo o senador, o estado já pagou R$ 6 bilhões e ainda deve R$ 10,2 bilhões.
- Sinto, com muita satisfação, sintomas claros de que o governo da presidente Dilma Rousseff deseja pactuar uma nova relação federativa com os estados e municípios. E esse é o tema central de toda e qualquer mudança. É mais importante se discutir a distribuição dos recursos e também dos encargos de estados e municípios, do que instituir o IVA federal, simplificando o sistema tributário, universalizando o pagamento dos tributos, combatendo a elisão e a sonegação fiscal – assegurou.
Da Redação / Agência Senado