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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Chip para gerenciamento da frota de caminhões

Juliana Royo e Kamila Pitombeira
05/05/2011  
Com o avanço da tecnologia, diversos tipos de chips ganham cada vez mais espaço no mercado. Seja voltados para a área de telefonia ou para o setor de eletrônicos, eles estão cada vez mais desenvolvidos. Com isso, o mercado de pneus resolveu investir na tecnologia para que os frotistas consigam estar bem informados sobre o que acontece com suas frotas.


Desenvolvido para ser acoplado aos pneus de carga, o chip da Bridgestone foi apresentado na Agrishow 2011, localizada em Ribeirão Preto (SP), entre os dias 2 e 6 de maio. Um dos diferenciais é que o chip pode ser usado em qualquer pneu, não apenas nos da marca Bridgestone. De acordo com Fernando Ferreira da Silva, analista de Marketing da Bridgestone, o chip é colado na lateral do pneu e serve para fazer a gestão da frota.

— Com esse chip, é possível extrair informações de cada pneu que está no caminhão. Ele é acompanhado de softwares, como o Pro-flight, responsável por verificar a parte de pressão no pneu, e o Survey, responsável por identificar anomalias em algum determinado pneu. Em conjunto com os softwares, o chip consegue fazer uma previsão de desgaste do pneu — explica o analista.

Segundo ele, a partir do momento em que as informações são inseridas no chip, uma leitora é interligada e as informações extraídas são: quantos pneus estão no caminhão e quais as suas marcas, quando o chip foi colocado e a partir de qual momento foi começada a gestão desses pneus. Com isso, o frotista sabe o que comprou e o que está rodando no caminhão.

— Acompanhando as tendências do mercado, é colocado muito dinheiro para fazer a gestão do que está acontecendo realmente dentro da frota. A tecnologia está avançando rapidamente por isso desenvolvemos o chip, que pode ser acoplado em qualquer tipo de pneu e em qualquer máquina — afirma Silva.

Ele diz ainda que, através do chip, é possível saber também se foi feito rodízio com o pneu ou não. Além disso, ele ressalta que, ao fazer a recapagem do pneu, não há necessidade de retirar o chip. Para ele, isso minimiza o custo do frotista em relação ao pneu e ao chip.

— O frotista adquire uma maleta de ferramentas portátil. Portanto, a versatilidade de manusear o chip é bastante simples e rápida. A leitora tem um peso razoável e pode ser manuseada em qualquer local por qualquer pessoa — diz.

Para mais informações, basta entrar em contato com a Bridgestone através do site www.firestone.com.br.

http://lynchburgtimes.com/news/2011/05/03/virginia-launches-cellular-expense-management-initiative/

Effort will review usage trends, recommend savings

RICHMOND – More than 21,000 cellular devices — phones, mobile e-mail/smart phones and air cards — used by state and local employees are being targeted for savings.

The Virginia Information Technologies Agency (VITA) has contracted with Tangoe Inc., www.tangoe.com, a leading telecommunications expense management provider, to analyze information on actual usage trends and make recommendations for savings.

Chief Information Officer (CIO) Sam Nixon said the initiative leverages an innovative funding model that incurs no upfront cost to the Commonwealth, but instead provides payment to Tangoe from savings identified and implemented.

Nixon believes some users may be using too many or too few minutes under their existing plans. In addition, cellular devices and related services, particularly smart phones, have evolved substantially in recent years. “We expect to optimize usage and find savings opportunities. This will benefit state agencies and local governments that implement recommendations – and ultimately will benefit taxpayers,” Nixon said.

This initiative aligns directly with Governor Bob McDonnell’s emphasis on government reform and savings. “Managing cellular expenses also is part of the Comprehensive Information Technology Assessments (CITA) by agencies directed by the Governor and General Assembly in the budget bill and addresses recent findings by the Auditor of Public Accounts (APA),” observed Nixon.

VITA has contracts with several vendors for cellular services. The contracts are available to state agencies, colleges and universities, and to local governments, including counties, cities and towns, that want to take advantage of the state’s volume buying power. Virginia government users of these contracts select vendors and plans according to business needs. VITA provides ordering, centralized billing, invoice reconciliation and payment services. The expense management initiative is expected to get underway this month and will take several months to complete.

- From a release

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TCI BPO cresce 31% em 2010 e fatura R$ 224 mi

A TCI BPO anunciou que obteve faturamento de 224 milhões de reais em 2010. A empresa manteve a margem de 30% de Ebitda – lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização - atingindo 63 milhões, um crescimento de 11% sobre 2009. Para 2011, a empresa projeta receita de 300 milhões de reais.

Em 2010, a companhia abriu cinco novas unidades regionais em Minas Gerais, Maranhão, Rio Grande do Norte, Ceará e Alagoas. Outro destaque foi a entrada no mercado de HRO, por meio da importante aquisição da RH Build Up, uma das maiores e renomadas empresas do país em serviços de gestão de Recursos Humanos, que pertencia à Edenred (ex- Accor Services).

Além de aumentar a oferta de serviços de BPO, a companhia adicionou 23 novos clientes à carteira, sem contar os 80 absorvidos com a aquisição da Build Up. Um número inédito na história da empresa.  A TCI BPO também ingressou em segmentos como educação, construção civil, judiciário e e-commerce. Outro setor que apresentou grande aumento de demanda de BPO foi o de Recursos Naturais (Óleo e Gás, Mineração, Energia e Bicombustível), grande aposta da empresa para os próximos anos.

A companhia ainda firmou acordo com a consultoria indiana The Jai Group, visando a sua internacionalização. Com o objetivo de facilitar o acesso da TCI BPO no mercado internacional e das empresas indianas ao mercado latino-americano, a parceria incluiu a exportação de know how em soluções para áreas como finanças e telecomunicações e importação em ferramentas para setores como saúde e algumas indústrias específicas.

Inovação logistica

À medida que as empresas tentam criar uma vantagem competitiva no atual mercado global com tantas opções, algumas tendem a enfatizar seus serviços, enquanto outras focam no preço e na eficiência. Mas, no final, todas têm as mesmas metas essenciais para o crescimento das vendas e da lucratividade a longo prazo: diferenciar-se e oferecer valor aos clientes.
A inovação na cadeia de fornecedores pode gerar valor para os clientes através do aumento da eficiência, garantindo fornecimento confiável e possibilidade de preços competitivos. As estratégias descritas neste artigo mostram como a Dow Corning maximizou sua capacidade de fabricação e reduziu custos, fornecendo aos clientes os produtos, os preços e a praticidade que eles desejavam por meio de um modelo de negócios na web, a XIAMETER®.
Passo a passo
A primeira estratégia deste modelo é ter regras comerciais claras que criem eficiência intrínseca. Uma dessas regras estipula requisitos obrigatórios de tempo de processamento (lead time) de pedido. Os tempos de processamento necessários baseiam-se nas estratégias de estoque e produção sob encomenda. Os clientes se adaptaram a esse processo e a quantidade de entregas atrasadas caiu, o que é uma vantagem para todos.
A segunda regra comercial que aprimorou a eficiência na cadeia de fornecimento é o requisito de pedido mínimo. Em muitos casos, o pedido mínimo obrigatório e múltiplo no Xiameter.com é de paletes cheios. A eficiência que esse requisito criou nos deu a capacidade de vender com preços mais competitivos. Embora essa abordagem não atenda diretamente às necessidades de todos os clientes, nossa rede de distribuição global oferece flexibilidade para todos que precisarem.
A terceira estratégia envolve a eficiência na padronização e na consolidação do transporte. As quantidades mínimas de pedido promovem o uso eficiente dos depósitos com a utilização total do espaço disponível. Da mesma forma, os preços são cotados com base em quantidades eficientes e lógicas de um único produto, com uma mesma data de remessa.
Com a consolidação de pedidos e entrega em caminhões ou navios cheios, podemos limitar o número de remessas e reduzir os custos de transporte. Tudo isso aprimora a utilização dos ativos. Além disso, as empresas que conseguem encontrar uma maneira de padronizar produtos e processos podem gerar economias significativas. Assim como oferece “produtos padrão”, a marca XIAMETER® oferece também “processos padrão”, como nossa estratégia padronizada para os Incoterms, por exemplo. São oferecidos “serviços padrão” de depósito, como o empacotamento termo-retrátil, mas são evitadas solicitações personalizadas, como etiquetas especiais ou lotes combinados.
Nossa quarta estratégia baseia-se na tecnologia da informação. A capacidade de chegar até os clientes online e incentivá-los com preços e ofertas especiais faz com que possamos gerenciar a demanda de acordo com o suprimento disponível e reagir rapidamente às diferentes condições do mercado. O site da XIAMETER opera em “tempo real”, vinculando diretamente o sistema de entrada de pedidos ao gerenciamento de planejamento de produção e inventário. Quando um cliente faz um pedido online, a fábrica é automaticamente notificada pelo SAP para produzir o material sob demanda.
Em troca pela conformidade com as regras comerciais, os clientes se beneficiam com os preços competitivos de mercado e a praticidade da compra online. A facilidade de uso do modelo de negócios tem sido um fator determinante na aceitação dos clientes. Eles podem conferir preços, obter informações sobre os produtos, fazer pedidos e verificar o status e histórico deles 24 horas por dia. Alguns clientes fazem pedidos à noite ou pela manhã e gostam de fazer isso a qualquer hora e em qualquer lugar. Temos inúmeros exemplos. Quando um gerente de fábrica se esqueceu de fazer um pedido antes de viajar de férias, ele fez todo o processo em poucos minutos em um cybercafé. Outra cliente fez um pedido grande pelo aparelho móvel, durante uma viagem, mantendo o estoque da fábrica cheio.
Segundos após fazer um pedido, o cliente recebe a confirmação do preço e da quantidade, junto com as condições de crédito e de frete, e a data de remessa, que é baseada na capacidade de fornecimento atual. Não há necessidade de ligar para o atendimento, enviar um fax com o pedido ou esperar a resposta. A maior parte da papelada foi eliminada, uma vez que toda a documentação relacionada ao produto e à entrega está no site e a plataforma de TI envia automaticamente confirmações, avisos de remessa, informações sobre alfândega e impostos e faturas em formato eletrônico. O trabalho termina no momento em que o cliente clica para finalizar o pedido.
Além disso, ele se beneficia da proteção de preços em seus pedidos, que podem ser feitos com até 90 dias de antecedência. Como os preços são baseados no mercado, os clientes podem fechar valores que podem estar mais baixos hoje do que no futuro. Se eles precisam de silicones padrão, pouco ou nenhum serviço técnico e podem planejar suas necessidades de material com antecedência, esse modelo de negócios é o ideal para suas necessidades. Com mais de 2.100 produtos, a empresa já é o maior portal mundial na web para a compra de materiais à base de silício padrão de alta qualidade.
A demanda para que os gerentes de cadeia de fornecimento reajam rapidamente às mudanças e reduzam os custos está mais forte do que nunca. Alinhar os negócios centrais da empresa com os recursos da cadeia de fornecimento é essencial. Além disso, é importante fazer um modelo de negócios bem sucedido desde o início e estar com os processos implantados para gerenciar as operações de acordo com condições externas sempre crescentes. A boa notícia é que as estratégias certas e a execução eficiente podem gerar um retorno imediato sobre o investimento.

Licitação combustivel

PODER EXECUTIVO
PREFEITURA MUNICIPAL DE ROLIM DE MOURA
SUPERINTENDÊNCIA DE COMPRAS E LICITAÇÃO
 
Pregão Eletrônico Nº 033/2011.
Processo Administrativo Nº2076-2011
 
RECEBIMENTO DAS PROPOSTAS: dia 28/04//2011 às 09h00min – horário de Brasília-DF.
FIM DO RECEBIMENTO DAS PROPOSTAS: dia 12/05/2011 às 09:00 min – horário de Brasília-DF.
ABERTURA DAS PROPOSTAS: dia 12/05/2011 às 09:00 min – horário de Brasília-DF.
INÍCIO DA SESSÃO DE DISPUTA DE PREÇOS: dia 12/05/2011 às 09:05min – horário de Brasília-DF.
 
LOCAL: www.bll.org.br Para todas as referências de tempo será observado o horário de Brasília (DF).
 
Objeto: Aquisição de combustível para atender aos veículos em trânsito que estão em viagem para Porto Velho – RO, para atender as necessidades da Secretaria Municipal de Educação Cultura Esporte e Lazer e Secretaria Municipal de Saúde.
 
O Município de Rolim de Moura, através de sua PREGOEIRA, designado pela portaria nº 397 de 15 de Abril, TORNA PÚBLICO, para conhecimento de quantos possa se interessar, que fará realizar licitação, na modalidade de PREGÃO, eletrônico, do tipo MENOR PREÇO, sob o regime de execução indireta, por empreitada por preço unitário (art. 6º, inciso VIII, alínea b, da Lei 8.666/93), conforme descrito, neste Edital e seus anexos. O presente Pregão será processado e julgado em conformidade com a Lei nº. 10.520/2002, Lei nº. 8.666/93 e alterações posteriores, Lei Complementar 123/2006 e Decreto Municipal nº.1530/2009 que regulamenta o Pregão Eletrônico, com as normas deste instrumento e demais normas legais atinentes à espécie.

Varejo amplia uso de cartão pré-pago

O meio de pagamento passa a ser utilizado para compras na rede de supermercado Carrefour, no Rio de Janeiro, e como cartão multiuso por quem não tem conta em banco.
Rejane Tamoto - 5/5/2011 - 21h05
Divulgação
Carrefour lançou cartões pré-pagos para compras de até 60 mil itens. O PanAmericano quer emitir 500 mil pré-pagos até o fim do ano.As formas de utilização de cartões pré-pagos estão em expansão no Brasil. Depois de ser amplamente usado para recarregar o telefone celular, o sistema pré-pago passou a ser adotado em cartões para presentear e, recentemente, em plásticos que podem ser carregados em várias moedas para viagens ao exterior. Agora, bancos e redes de supermercados investem em cartões pré-pagos com bandeiras para compras diversas nos estabelecimentos e uso por quem não tem conta bancária.
De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), a tendência é que o lançamento de pré-pagos para diferentes usos acelere neste ano, seguindo o comportamento dos cartões de mesada, presentes e viagens que são comercializados nos Estados Unidos. A entidade formou um comitê específico para plásticos pré-pagos, em fevereiro, para monitorar o produto no Brasil.


Divulgação
60 mil itens – Nesta semana, o Carrefour começou a vender o cartão pré-pago para compras de até 60 mil itens diferentes – alimentícios ou não – em suas lojas do Rio de Janeiro. Após um período de testes na capital carioca, o plástico será oferecido nos demais estados. O cartão pode ser adquirido por qualquer consumidor, mesmo o que não tem o private label da rede, sem tarifa de aquisição ou de anuidade.
O plástico pode ser carregado nos valores de R$ 30, R$ 60 e R$ 100, com limite máximo em recargas de até R$ 2 mil . Quanto maior a quantia inicial do cartão, maior o bônus para compras – de 5%, 10% e 15% – creditados em até 48 horas após a aquisição do plástico.

No segundo semestre, a CBSS,  administradora de cartões Visa Vale, deve lançar uma família de pré-pagos com a bandeira Elo. O diretor-executivo Comercial, de Marketing e Produtos da CBSS, Ronaldo Varela, não detalha como será a nova linha, mas adianta que haverá um modelo para o público universitário, outro para mesada e um para presentes. "Serão várias modalidades de uso de pré-pago com a bandeira Elo", afirma Varela.

Amplo – Na avaliação do diretor da Abecs, Eliel de Almeida, o pré-pago deve atrair um público amplo, desde o consumidor que faz parte da classe emergente, mas não tem conta em banco, até o que já tem acesso a outros plásticos, e quer praticidade para controlar o orçamento da família.

De acordo com pesquisa do Banco Central (BC), cerca de metade da população economicamente ativa recebe o salário em dinheiro. Esse é o público que o banco PanAmericano – com a MasterCard e a Rêv Worldwide – quer conquistar. Na última semana, a empresa lançou o primeiro pré-pago multiuso. "Os clientes potenciais são os que trabalham na construção civil e recebem o salário em dinheiro toda semana e não têm conta em banco", afirma Almeida, que também é diretor de cartões do PanAmericano.

O cartão pré-pago multiuso de tarja magnética funciona com senha nas mesmas máquinas que aceitam os cartões de crédito da bandeira MasterCard, em mais de 1,5 milhão de estabelecimentos no País. A meta do PanAmericano é emitir 500 mil cartões pré-pagos até o final deste ano.

Tendência – A analista setorial da Lafis Consultoria, Thais Virga, avalia que a tendência de crescimento é forte no Brasil. Thais menciona uma pesquisa do The Boston Consulting Group que revela que o faturamento gerado por cartões pré-pagos na América Latina, incluindo o México, foi de US$ 12 bilhões no ano passado. De acordo com ela, a participação do Brasil nesse total foi menor que 1,5%.

"Um levantamento da MasterCard estima movimentação de US$ 81 bilhões na América Latina nos próximos cinco anos", diz Almeida. Nesse período, os bancos poderão avaliar os gastos, a frequência e a capacidade de poupança do consumidor para, no futuro, oferecer linhas de crédito específicas. "O próximo passo de quem tem pré-pago será ter um limite de crédito", afirma o diretor da Abecs.

Junto à Apple, transmissor da Intel mudará mobilidade

Sozinha, a peça, com tecnologia 3D, já é inovadora. Mas com parceria, pode ser ainda mais relevante para o mercado
Foto: Divulgação

Kurt Marko, articulista da InformationWeek EUA

A Intel revelou nesta semana o prometido “anúncio de tecnologia mais significativo do ano”. Nomeado de 3-D, ou Tri-gate, o transistor será usado na fabricação dos processadores 22 nm. Ele representa um salto tecnológico importante, muito além do que os concorrentes possam chegar perto em produzir – e isso dobra se a empresa souber usar suas cartas e explorar uma parceria inédita.

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O processdor do 22nm representa a estratégia dupla da Intel, alternando grandes mudanças na arquitetura de sua linha x86 com alterações estruturais no processo de produção em sucessivas gerações de produtos. A primeira estratégia foi o lançamento da Sandy Bridge CPUs, e a segunda irá sair na linha Ivy Bridge, no final deste ano.

Além de ser uma façanha da engenharia e fabricação, o lançamento de uma nova arquitetura e processo no prazo de um ano mostra que o desenvolvimento da empresa está se acelerando. Embora o Tri-gate melhore o desempenho (relógios mais rápidos, maiores cachês) ele também deve promover os esforços da companhia para entrar no mercado de processadores móveis, até então, impenetrável.

E é aí que as coisas devem ficar interessantes.

Entender a relevância para smartphones e tablets e o encolhimento dos processadores não ser sempre um benefício para dispositivos móveis requer uma compreensão da física dos semicondutores. Tenha paciência comigo: transistores menores permitem a execução de circuitos de baixa tensão, sem sacrificar a velocidade – na verdade, o efeito em rede da maior resistência de interconexão (devido aos fios menores) e capacidade (devido aos isoladores mais finos entre os fios) é superado pela maior velocidade de comutação de transistores menores.

Ainda assim, quanto menor o transistor, menos ele age como um perfeito comutador – nunca está totalmente desligado, mas sempre vazando corrente. O transistor tridimensional reduz consideravelmente o efeito por meio de aplicação de controle elétrico para os três lados, em vez de apenas um.

A sabedoria convencional é que, por meio da migração rápida do processo Tri-gate para sua linha Atom, a Intel pode transformar um processador sem potência para processadores Core, somente adequados para netbooks, para uma potência em tablets e smartphones. Na verdade, este é o cenário provável mais desejado, já que a empresa precisa de uma brecha para entrar no segmento de maior crescimento dos processadores.

Mas e se ela resolver deixar as amarguras de lado e fechar parceria com a Apple para fabricar processadores série A usados no iPhone e iPad? Como um desenvolvedor fabless, a Apple concebe esses chips, mas confia em fundições para construí-los; atualmente está usando a Samsung. A Intel nunca “alugou” a sua tecnologia de processadores para os outros, pois ela representa uma vantagem competitiva significativa. Porém, no mercado móvel, a empresa não tem representatividade. No entanto, unir o talento do projeto de semicondutores com o design líder de mercado Apple poderia levar a um duopólio absolutamente hegemônico que marginalizaria os outros competidores. A questão é: será que o ego desses dois gigantes da indústria permite que trabalhem juntos? Ou eventualmente eles vão colidir?

Cielo aumenta participação no mercado de cartões para 57,2% no 1º trimestre

SÃO PAULO - Os terminais da Cielo movimentaram R$ 70,2 bilhões entre janeiro e março deste ano, o equivalente a 57,2% do mercado de cartões de crédito e débito. No trimestre anterior, a participação era de 56,9%. Já a fatia de sua principal concorrente, a Redecard, baixou de 43,1% em dezembro para 42,8% em março deste ano.

O presidente da companhia, Rômulo de Mello Dias, em teleconferência com a imprensa para comentar os resultados do primeiro trimestre, destacou que a Cielo começou em abril a captura dos cartões da bandeira Elo. Mas essa operação não deve ter impacto no lucro da companhia ainda em 2011. "A captura ainda é incipiente. A bandeira não existia até dias atrás" diz ele. Mas deve contribuir com o aumento das receitas nas transações com cartões. Na avaliação de Mello Dias, a medida em que a Elo crescer no mercado e ganhar novos emissores, ganhará importância dentro das transações da Cielo.

Mello destaca que para avaliar a participação da Cielo e Redecard no mercado ("market share") não é recomendável fazer a comparação com os números do primeiro trimestre de 2010, quando o mercado de credenciamento era fechado a novos competidores e a Cielo só capturava a bandeira Visa. Como a Visa é a maior bandeira do mundo, era esperado que a Redecard ganhasse mais transações ao começar capturar as operações com a bandeira. Por isso, a empresa destacou na teleconferência a comparação com o quarto trimestre do ano passado, quando o mercado já estava aberto e as duas credenciadoras já aceitavam várias bandeiras.

Na teleconferência, Mello destacou ainda que quando se considera o Santander, a participação da Cielo fica em 56,5% no primeiro trimestre de 2011. A da Redecard fica em 46,2%. Já o banco espanhol fica com 1,3%. O Santander começou a operar neste mercado em abril do ano passado. No quarto trimestre de 2010, as fatias não se alteram pois, segundo o executivo, não havia números do banco espanhol.

Renegociação

A Cielo já renegociou cerca de 85% dos contratos com grandes redes de varejo, segundo o presidente da empresa. No quarto trimestre do ano passado, as renegociações haviam sido feitas com cerca de 70% dos grandes clientes.

O presidente da Cielo destacou que muitos contratos com grandes redes foram renegociados entre os meses de janeiro e março, mas ainda não implementados. Por isso, devem produzir impacto nos números da empresa somente no segundo trimestre. Assim, a expectativa é de que as taxas cobradas dos lojistas por cada transação com cartão (chamadas de MDR), que têm sido baixas nessas revisões contratuais, apresentem nova queda no segundo trimestre de 2011.

Sobre os cerca de 15% dos grandes clientes restantes, Mello destaca que alguns optaram por trabalhar com as duas credenciadores(Cielo e Redecard), outros estão indecisos e ainda podem querer renegociar. Sobre quanto mais a taxa MDR pode cair, Mello diz que essa "é a pergunta de um milhão de dólares". "Não sabemos."

As taxas cobradas pela Cielo dos lojistas pelas transações com cartões de crédito tiveram nova queda no primeiro trimestre. A taxa líquida fechou março em 1,22% por operação feita nos terminais, ante 1,48% em março do ano passado, uma queda de 17,5% em 12 meses.

Nas pequenas redes, as renegociações têm se focado mais na redução do preço do aluguel do terminal que faz a captura das operações com os cartões (chamados de POS). "O preço do nosso aluguel caiu, mas menos que o do mercado", diz Mello. "Proposta comercial é importante, mas o pequeno varejo também está preocupado com o melhor atendimento e a celeridade das operações e a empresa está empenhada em mostrar isso", disse Mello.

A receita com o aluguel dos terminais foi de R$ 268 milhões no primeiro trimestre, queda de 8,9% em 12 meses e de 2,6% ante o quarto trimestre de 2010. O aluguel médio do POS ficou em R$ 53, queda de 10,4% ante janeiro a março do ano passado.

UK Fuel Cards

Fuel cards offer much more than a convenient way to purchase fleet fuel. They also give your business increased control over the way your drivers buy and use fuel. The use of fuel cards not only streamlines but also reduces the cost of fleet administration.

The unique AllStar network

Our fuel cards are accepted at almost every fuel station in the UK. Included within our network are 95% of roadside filling stations, low cost supermarket sites and motorway service stations.

Convenience with full control

Our fuel cards are a valuable tool for controlling unauthorised purchases at forecourt shops. Particular icons are displayed on the back of each fuel card. These allow you to specify which products each individual driver can obtain at forecourts. You can limit the choice to fuel only, fuel and oil only (the default), or a combination of fuels, consumables and car washes.

Saving you money

Following vehicle depreciation, the second biggest area of expense in your fleet budget is fuel. Considering the volatility of fuel prices in the UK, keeping control of your fleet’s fuel cost is ever more important.

Our fuel cards are easy to use. If you choose to assign cards to individual drivers, purchases are authorised by signature – just like charge cards. If you assign cards to individual vehicles, these are authorised by a visual check on the registration plate at the point of purchase. You can also assign cards to a driver and vehicle registration for added security.

Spend less time filing

Our fuel card solution provides you with a single consolidated VAT invoice for the entire fleet that is accepted by HM Revenue and Customs (HMRC) as a VAT receipt. Our invoice gives you a full VAT breakdown by rate, enabling you to reclaim all your VAT from a single document. This saves individual receipts from being collected from drivers for each fuel purchase, while ensuring that opportunities to recover VAT are not lost through missing receipts.

Mileage Capture System

This simplifies the process of re-charging company drivers for private fuel bought with their fuel card.

It is a paperless software system that uses either online or interactive voice response (IVR) technology to capture information from your drivers about their business and private mileage. It uses the cost of the fuel purchased to calculate exactly what drivers owe for their private fuel.

Online fuel management

Our online services put the management of your fuel account at your fingertips, via a secure and password protected website. This allows you to view up-to-date transactions and billing data; order and cancel fuel cards; generate reports; and much more.

Key Benefits Summary

Saves time

Your drivers are always within reach of a filling station accepting their fuel card.
95% of roadside filling stations are covered.
Control costs

Limit the types of products your drivers can purchase with the fuel card.
Nationwide coverage ensures you buy your fuel competitively
Reduced administration hassles

Single VAT invoice saves individual receipts from being collected from drivers for each fuel purchase, while ensuring that opportunities to recover VAT are not lost through missing receipts.
Mileage capture allows you to easily differentiate between business and private mileage and fuel purchases to ensure you only pay for business fuel.
Online information at your fingertips

View and update reports that allow you to view up-to-date transactions and billing data; order and cancel fuel cards.

Controladora do Submarino vai questionar na Justiça cobrança dupla de ICMS

B2W, que também controla Americanas e Shoptime, pretende abrir ações contra 18 estados e o Distrito Federal.

A B2W, controladora de lojas virtuais como Submarino, Americanas e Shoptime, irá questionar na Justiça a decisão de alguns estados de cobrar ICMS de mercadorias compradas por meio não presencial, como Internet e televendas, que chegam de outros Estados, informou nesta sexta-feira (6/5) a Folha de S.Paulo.

A legislação atual permite que o ICMS nas vendas pela Internet seja recolhido apenas pelo estado de saída da mercadoria, geralmente São Paulo ou Rio de Janeiro. Vários estados, contudo, defendem a ideia do compartilhamento da arrecadação entre os estados de origem e de destino dos produtos. Como São Paulo e Rio retêm o imposto cheio, a cobrança pelo estado de destino caracterizaria dupla tributação.

Essa intenção foi formalizada no Protocolo 21/11, assinado em 1.º de abril de 2011 por representantes de 17 estados e do Distrito Federal, e que regula a cobrança de ICMS nas operações entre estados. O documento foi assinado por Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia, Sergipe e Distrito Federal. No fim de abril, o protocolo ganhou a adesão de Mato Grosso do Sul.

Segundo o jornal, a B2W pretende entrar na Justiça contra 18 estados e o Distrito Federal. No Amapá e no DF, a B2W já obteve liminar que lhe favorece.

Ao IDG Now!, a B2W informou, em nota, que "não comenta processos judiciais em andamento".

Anfavea: Produção de veículos aumenta 1,9% em abril ante 2010

SÃO PAULO - A indústria automobilística brasileira produziu 280,3 mil veículos no mês passado, 1,9% a mais do que no mesmo período de 2010, informou há pouco a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O volume, contudo, ficou 4,9% abaixo dos 294,48 mil veículos de março.
Nos quatro primeiros meses do ano, a produção somou 1,11 milhão de unidades, o que implica alta de 4,1% sobre o volume dos quatro primeiros meses do ano passado.
Segundo as projeções da Anfavea, o ano deve fechar com 3,68 milhões de unidades produzidas, renovando o recorde de 2010, quando o setor produziu 3,64 milhões de veículos.
No quarto mês de 2011, a produção de carros de passeio e utilitários somou 263,34 mil unidades, avanço de 3% sobre abril de 2010. Na mesma base de comparação, a fabricação de caminhões caiu 13,4%, para 13,42 mil unidades, enquanto a de ônibus encolheu 7,7%, chegando a 3,37 mil unidades.
A entidade informou também que a ocupação nas montadoras atingiu 141,02 mil empregados em abril, 1% a mais do que em março.
De acordo com a Anfavea, a produção de máquinas agrícolas automotrizes no Brasil ficou em 6,91 mil unidades em abril, resultado que correspondeu a um decréscimo de 11,6% frente ao mesmo período de 2010.
Na comparação com março, quando foram produzidas 7,52 mil unidades, houve contração de 8,2%. Com isso, a produção de máquinas nos primeiros quatro meses acumulou 26,71 mil unidades, um queda de 4,8% na comparação anual.
(Luciana Seabra | Valor)

Mobil investe em ação de marketing diferenciada para caminhoneiros

Além de brindes do tipo “compre e ganhe”, a marca dará uma viagem com tudo pago e mais R$ 5 mil ao vencedor de concurso cultural.

A Mobil acaba de lançar a promoção “Mobil Delvac Comprou Ganhou”, que ficará em vigor entre os meses de maio e julho. Trata-se de uma ação de marketing diferenciada em todo o Brasil para a linha de lubrificantes Mobil destinada a caminhões.

O objetivo da campanha é aproximar ainda mais o público consumidor e a marca, o que inclui a premiação de um cliente sortudo e sua família com uma viagem de cinco dias para um resort, com todas as despesas pagas. O ganhador ainda leva um cartão de débito com R$ 5 mil para gastar como quiser.

Para participar desse concurso cultural, o consumidor deve responder no site [www.concursocurtaaviagem.com.br] a pergunta “O que te deixa mais feliz quando você está com o pé na estrada?” A melhor resposta dará ao ganhador a opção de escolher o roteiro: Angra dos Reis, Arraial D`Ajuda, Caldas Novas, Manaus ou Gramado.

Além do concurso, todo caminhoneiro que comprar 20 litros de Mobil Delvac MX, nos pontos de vendas espalhados por todo o país ganha, na mesma hora, uma camisa exclusiva Mobil Delvac. Já ao comprar 20 litros de Mobil Delvac Super 1400, o caminhoneiro será presenteado com um super boné.

Segundo Bruno Lopes, coordenador de marketing da Mobil Lubrificantes para a linha diesel, a empresa preparou uma ação de divulgação especial que estará presente nos principais veículos especializados. A marca anunciará nos programas “Globo Estrada” (no ar de segunda a sexta-feira, das 15h às 17h, na Rádio Globo) e no programa “Pé na Estrada” (no ar aos domingos, a partir das 9h30, na RedeTV!). Os dois são apresentados por Pedro Trucão, que também participou da videoconferência de lançamento da campanha entre os distribuidores Mobil, promovida no dia 3 de maio.

Quem passar pelas principais rodovias do país e folhear as revistas mais importantes do público de caminhões também verá outdoors e anúncios da promoção. “As linhas Mobil já são sucesso entre os caminhoneiros. O concurso cultural, brindes e as ações de divulgação são maneiras de estreitarmos ainda mais nossa relação com os consumidores, retribuindo e reforçando a confiança que têm em nossa marca”, conclui Bruno. [www.concursocurtaaviagem.com.br].

Perfil-A Cosan Combustíveis e Lubrificantes foi criada em 2008, quando a Cosan, maior grupo sucroenergético do país, concluiu a compra dos ativos da Esso Brasileira de Petróleo. A empresa é responsável pela operação dos ativos de distribuição de combustíveis da Esso, além da produção e distribuição de lubrificantes Mobil no Brasil e possui cerca de 1700 postos de combustíveis em 20 estados brasileiros. Sua criação está alinhada com a história vitoriosa da Cosan e, principalmente, com a missão do Grupo de ser referência mundial em energia limpa e renovável para melhorar a vida das pessoas.

Investida de Ronaldo no marketing esportivo é notícia no Financial Times

A investida de Ronaldo no ramo do marketing esportivo ganhou repercussão internacional e virou notícia do Financial Times de hoje, 6. A matéria fala sobre os negócios feitos por ele, as parcerias com Sir Matin Sorrel e Marcos Buaiz, as apostas e a importância  que o seu nome e fama representam para a 9INE.

Leia um resumo da reportagem:

No caminho do jogo entre Brasil e Escócia, no Emirates Estadium, Ronaldo não está preparado para jogar. Vestido com um terno escuro, dentro de um carro particular, ele tem a companhia do novo parceiro de negócios, Sir Matin Sorrel, do WPP Group.

“Eu não estava indo para parar de trabalhar, e eu nunca quis ser um treinador ou um dirigente," diz Ronaldo. "Mas eu queria aproveitar a minha ligação com o futebol. Depois de todos estes anos, tenho muito boas relações com muitas das maiores empresas e muitos dos atletas."

O momento é muito bom para o ex-jogador, dono de 45% da 9INE, fazer contatos no ramo devido à Copa do Mundo de 2014, Olimpíadas de 2016 e o crescimento do consumo e da publicidade no Brasil. Esses fatores foram decisivos para a parceria com Sir Martin, que também tem 45% de participação na agência de marketing esportivo.

"O crescimento econômico (no Brasil) foi colossal e há uma população jovem, novos meios de comunicação fortes e a penetração da internet é muito boa.", diz Sir Martin. "Estamos a procura de novas formas de contato com os consumidores de uma forma tangível e emocional, e trabalhar com Ronaldo é uma oportunidade muito interessante para nós."

Já nos primeiros meses de existência, a 9ine assinou contratos para gerenciar “esportistas celebridades” como o jogador de futebol Neymar, Falcão, do futebol de salão, e Anderson Silva, lutador de MMA. Além disso, a 9INE fechou com a GlaxoSmithKline para desenvolver estratégias de marketing para produtos de consumo esportivo.

O nome Ronaldo e sua posição de “estrela” possuem força no mercado, o que contribui para os negócios da empresa. Marcos Buaiz é o dono do restante de 10% das ações, que auxilia o amigo nos negócios. “Minha maior dificuldade até agora é com o planejamento estratégico, que é o marketing e publicidade realmente consiste É por esta razão que venho estudando muito. - Não tanto nas aulas, mas com a minha equipe aqui", diz ele. "Eu suponho que terei a vida do dia-a-dia de um executivo normal", acrescenta.

A agência de Ronaldo espera um crescimento de 9,5 por cento este ano para as receitas de marketing. Além disso, as agências brasileiras têm uma reputação de excelência. "Nos próximos anos, todas as empresas estarão fazendo campanhas com o futebol. Nós já temos relações com as marcas que mais investem, e com muitos clientes em potencial”, aposta.

Preço dos combustíveis sobe até seis vezes mais que inflação

Governo garante que preços não subirão mais; etanol ficou 39,2% mais caro nos últimos 12 meses, enquanto inflação subiu 6,51%

Klinger Portella, iG São Paulo | 06/05/2011 16:14A+A-

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Um dos grandes vilões da inflação no País atualmente, o preço dos combustíveis enfrenta trajetória de forte alta nos últimos meses, por conta de um descasamento entre oferta e demanda e de problemas climáticos. Em um ano, os motoristas viram os preços saltarem praticamente 40% nos postos de combustível do País, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Nesta sexta-feira, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que o preço dos combustíveis não vai subir e, já a partir de próxima semana deve começar a cair. “Posso garantir”, afirmou Lobão, depois de reunião de mais de três horas sobre o tema com a presidente da República, Dilma Rousseff.

O preço dos combustíveis

Compare a evolução da média de preços da gasolina, etanol e diesel nos postos brasileiros

Gerando gráfico...
Fonte: ANP
 

Apesar da declaração do ministro, o que se nota, na análise dos números, é que o preço dos combustíveis já subiu. Na média nacional, os preços do litro de etanol saltaram de R$ 1,684 em abril do ano passado para R$ 2,345 em igual mês de 2011, uma alta de 39,2%.

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Lobão: preço dos combustíveis não vai aumentar no País
Falta de combustível traz rombo de US$ 18 bi na balança
ANP: preço do etanol sobe em 16 Estados
Calcule o que é melhor: álcool ou gasolina
O resultado é bastante superior à inflação acumulada no período. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou os doze meses encerrados em abril com alta de 6,51%.

O mesmo movimento de alta foi observado nos preços da gasolina (de R$ 2,557 para R$ 2,825). O Gás Natural Veicular (GNV) e o diesel tiveram variações menores, embora os preços também tenham subido no mesmo período.

Quando observado o comportamento dos preços em 2011, a situação não é diferente. O etanol teve inflação de 26% entre janeiro e abril, com preços saltando de R$ 1,860 para R$ 2,345 na média nacional.

A gasolina, por sua vez, ficou 8,36% mais cara neste ano, com os preços saindo de R$ 2,607 em janeiro para R$ 2,825 em abril, segundo a ANP.  



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Fórmula Truck corre no dia 15 em Caruaru, com transmissão da Band

Os caminhões da Fórmula Truck chegam ao Nordeste no próximo dia 15. A única prova da categoria na região será em Caruaru, Pernambuco, uma das sedes mais tradicionais da Truck, recebendo as provas desde 1997.

A prova terá transmissão da Band a partir das 13h (de Brasília) e contará pelo Campeonato Brasileiro . A primeira etapa foi no Rio de Janeiro, vencida por Geraldo Piquet, da equipe ABF. Wellington Cirino foi o segundo, com João Maistro em terceiro.


Após não completar na capital fluminense , Felipe Giaffone é um dos que buscará atrapalhar os líderes. O paulista por sinal é o maior vencedor da Truck em Caruaru, com três vitórias, em 2007, 2008 e 2009. Ano passado o ganhador foi Valmir Benevides.


A narração será de Téo José, com comentários de Eduardo Homem de Mello e reportagem de Luiz Silvério.

Este homem tem R$ 1,5 bilhão para investir. E agora?

José Augusto Fernandes Filho, presidente da Queiroz Galvão Exploração e Produção, tem um plano agressivo de crescimento. Saiba os próximos passos
Por Tatiana Bautzer
Uma empresa conservadora é até bem-vinda no setor petroleiro privado brasileiro, cheio de promessas que nem sempre se cumprem. Essa é a imagem da Queiroz Galvão Exploração e Produção,  que chegou às bolsas já lucrativa, mas sem projeções mirabolantes. Quarta maior produtora do País, atrás da Petrobras, Shell e Chevron, com 20 mil barris diários de óleo equivalente, a Queiroz Galvão estima chegar a 150 mil barris em 2018. 
Pode parecer uma surpresa, então, que o presidente da empresa, José Augusto Fernandes Filho, rejeite o adjetivo para a companhia. “Somos conservadores só na comunicação com o mercado de capitais.” “Mas somos bastante agressivos na exploração, não temos nenhuma aversão ao risco.” Por trás da aparente contradição está o fato de que o maior desafio da companhia no curto prazo é aumentar rapidamente seu portfólio.  
 

"O desempenho das ações desde o IPO superou a expectativa de muita gente" 
 
O caixa está cheio: do R$ 1,5 bilhão obtido com a abertura de capital na bolsa,  em fevereiro deste ano, 80% serão usados para expandir as reservas, consideravelmente menores que as das concorrentes. Enquanto a Queiroz Galvão tem 345 milhões de barris em recursos riscados (ajustados pela probabilidade de sucesso), a OGX detém 6,7 bilhões e a HRT, 1,5 bilhão de barris. 
 
O dinheiro está queimando nas mãos e a QGEP procura novos ativos. Já negocia a compra de participações em blocos de petróleo e concorrerá na próxima rodada de leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP), prevista para setembro, na qual serão vendidos  principalmente blocos na costa norte e nordeste, na chamada “região equatorial brasileira”. “Declinamos algumas oportunidades porque queremos crescer com qualidade”, afirma Fernandes Filho.
 
 

 
 
Analistas acreditam que as melhores oportunidades de compras de participações estão em blocos concedidos nas bacias de Santos, Campos e Espírito Santo, e não nas licitações da ANP.  Para desenvolver as concessões que já detém, a Queiroz Galvão desembolsará neste ano US$ 150 milhões perfurando poços nas Bacias do Jequitinhonha, no sul da Bahia, e em Santos e espera uma média anual de US$ 100 milhões depois disso. 
 
Gustavo Gattass, analista do BTG Pactual, considera que a petroleira é uma opção bem mais segura que a de concorrentes como OGX ou HRT, que ainda não entregaram uma gota de petróleo e acumulam prejuízos. Mas o desafio da Queiroz Galvão também não é pequeno. “A QGEP precisa fazer o caixa gerar novas oportunidades, enquanto as outras companhias já têm campanhas exploratórias definidas e precisam do dinheiro para completá-las”, diz Gattass. 
 
Outro paradoxo da Queiroz Galvão é a relação da companhia com a Petrobras. Sua sócia no campo de gás de Manati, a estatal é operadora de sete dos oito blocos da companhia. Para Fernandes Filho, a proximidade com a Petrobras só traz vantagens. “O conhecimento das bacias brasileiras pela Petrobras, com as quais trabalhamos há dez anos, é inigualável”, diz Fernandes Filho. 
 
“Sempre digo aos analistas que o plano de investimentos dela não interfere no nosso.” A preocupação dos analistas é  de que a Queiroz Galvão seja muito dependente de uma empresa que, em última análise, também é sua concorrente. Outra dúvida é o que ocorreria se a QGEP fosse sócia em áreas que mais tarde sejam consideradas não prioritárias pela estatal.
 
Pelo menos nas bolsas, o conservadorismo foi bem recebido. Desde o IPO, as ações da Queiroz subiram 5%, enquanto os papéis da OGX  perderam 24% neste ano e os da HRT, 9%. “O desempenho superou a expectativa de muita gente”, comemora Fernandes Filho. Aos poucos, a empresa, subsidiária de um dos grupos mais fechados do Brasil, vai assimilando a cultura de companhia aberta. 
 
Os acionistas já estão no conselho de administração, com o apoio de executivos profissionais na gestão. Além disso, a Queiroz acaba de criar um programa de opções de ações, equiparando-se à OGX e HRT, que disputam profissionais do setor e estão entre as empresas brasileiras que mais remuneram seus diretores. A HRT pagou R$ 31 milhões ao seu alto escalão, entre salário e opções de ações, no ano passado, e a OGX, nada menos que R$ 64 milhões. É bom mesmo a Queiroz premiar seus executivos para atravessar um momento tão crucial de crescimento.

Agrishow: Volume de negócios ultrapassou R$ 1 bilhão

Agrishow: Volume de negócios ultrapassou R$ 1 bilhão

Dois campeonatos para a equipe Ticket Car





Gestão de Tempo, o grande desafio dos tempos modernos

Um bom exemplo

Profissionais vindos de outras áreas contam como imprimiram suas marcas na gestão de pessoas e o que a atuação em recursos humanos acrescentou em suas trajetórias



Desde o fenômeno da globalização, poucas áreas passaram por tantas e tão profundas transformações quanto a de Recursos Humanos. A necessidade de atuar estrategicamente modificou o perfil do profissional desejado pelo mundo corporativo. A partir da década de 90, ser um gestor de RH significou sair do casulo operacional e contribuir de fato para qualificar o capital humano das organizações. O mundo girou rapidamente, a função adquiriu novos contornos e um dos reflexos dessa mudança pode ser observado pelo principal posto de RH ser ocupado, em alguns casos, por executivos egressos de outras áreas. Mas por que algumas empresas topam fazer tal experiência?

O headhunter Francisco Ramirez, da Arc Executive Talent Recruiting, atribui essa movimentação à própria mudança do papel de RH. "Graças ao protagonismo que vem experimentando na última década, RH é uma área que exige um nível de senioridade. Poucas empresas, ou possivelmente nenhuma empresa importante, têm a sua área de RH preenchida por um profissional que não seja muito bem preparado. Essa é uma matéria de que as companhias não descuidam mais", analisa Ramirez, que atuou durante boa parte da carreira como executivo de recursos humanos.

O princípio é o de contar com um bom executivo, mesmo que não seja um especialista na área. "O RH deve ter uma visão privilegiada dos negócios, uma visão estratégica e uma alta capacidade de gestão. Porque aí, na segunda linha, pode-se ter gente muito boa para assessorar em recrutamento, seleção, desenvolvimento, remuneração, nas outras coisas", explica. A seguir, MELHOR mostra três exemplos de executivos que ingressaram em RH.

Novos ares
Na Ticket desde 1988, Eliane Aere teve um histórico de mudanças significativas e desafios arrojados até chegar à diretoria de recursos humanos
Eliane Aere, diretora de RH da Ticket, concedeu a entrevista para esta matéria numa sala de embarque. O que aparentemente é apenas uma circunstância também pode servir como metáfora para a carreira desta executiva, que está sempre prestes a alçar novos voos. Antes de RH, ela dirigia a área de TI, que, por sua vez, havia assumido após ter ficado 14 anos na área comercial da empresa.

Formada em direito, Eliane ingressou na Ticket em 1988, na área de atendimento a clientes. Migrou para a área comercial, com passagens por várias cidades e estados. Em 2000, quando era gerente regional no interior paulista, foi convidada a assumir a área de tecnologia. Era a época de uma mudança organizacional intensa, que incluía a troca dos papéis pelos cartões, o que implicava modificar processos e substituir a plataforma tecnológica. "Fui convidada para a área de tecnologia porque precisavam de alguém que tivesse uma visão ampla do negócio, de mercado, para ajudar a fazer essa reengenharia dos processos e preparar a empresa para atuar nesse novo modelo", conta.

Para se preparar para a empreitada, fez uma especialização de 2 anos em TI na FGV. Após 6 anos em tecnologia, recebeu a proposta do presidente de assumir também o RH. "Achei um desafio e tanto." Mas aceitou de pronto. "Após migrar de comercial para TI, achei que de TI para RH seria mais tranquilo." A executiva explica que, pela formação de advogada, o lado técnico e a linguagem de RH foram assimilados facilmente. Também pesou a seu favor a experiência de gerir pessoas. "Eu já tinha gerenciado equipes muito grandes, com dispersão geográfica". E o próprio público-alvo da empresa a aproximava da área que iria liderar. "Os nossos produtos e serviços, na sua maioria, são desenvolvidos para RH. Faz parte do nosso negócio entender bem esse mundo", observa.

Eliane novamente voltou à sala de aula. "Primeiro fiz umas atualizações na área jurídica. Depois fiz uns programas mais voltados à cultura organizacional. E também fui me atualizar nessa parte de competências."

O maior desafio, segundo ela, foi lidar com o aspecto intangível que o oficio de RH demanda. "Como é que você pensa a cultura organizacional? Isso é abstrato. Cultura organizacional é uma coisa que está nas paredes, está nas pessoas, no jeito da empresa de ser, de agir, se comportar. Estou há 6 anos em RH e isso continua me desafiando, todo dia eu aprendo alguma coisa", diz.

O trânsito por segmentos diversos do negócio, na opinião de Eliane, exerce influência no modo como ela atua em RH. Da experiência na área comercial, considera que trouxe o enfoque de vendas. "Não adianta você criar um programa em RH se a liderança não aderir. Então, ter uma habilidade de vendedor ajuda muito." E afirma ter se valido da lógica da engenharia adquirida em TI. Tal bagagem diferencia a trajetória da executiva, mas não é necessariamente isso que a destaca. Na opinião dela, a atitude é um aspecto que conta muito para entregar resultados. "Não quer dizer que viver só em RH não seja bom também. O importante é ser uma pessoa criativa, atenta, que estude, se atualize. Porque também não adianta só passar pelas áreas e não conseguir converter o conhecimento adquirido em benefício da outra área ou do público com o qual você está vivendo", analisa.

Função exponencial
Ouvir os funcionários e pautar a política de RH de acordo com os valores da empresa. Esse foi o binômio utilizado por Daniel Dystyler em sua empresa de TI
No ano 2000, a Kaizen, empresa de TI com sede em Campinas (SP), começou a experimentar um crescimento bem mais acelerado do que os seus primeiros cinco anos de existência. Até então, os sócios desempenhavam as funções relacionadas à TI e se dividiam para cumprir as demais, necessárias para o andamento do negócio. "A empresa era pequena, então a gente cobrava escanteio e ia cabecear, fazia um pouco de tudo", conta Daniel Dystyler, um dos sócios.

A companhia havia chegado a um ponto que demandava uma área de RH mais estruturada. "Nossa preocupação era como manter os valores da empresa espalhados por todos os funcionários. E, para o pessoal que já era de casa, como iríamos tratar a questão do plano de carreira. Essas perguntas começaram a surgir", lembra. Por afinidade, Dystyler chamou a responsabilidade para si. "Comecei a estudar mais isso, trazer as melhores práticas e a estruturar uma área, batizada de gestão de talentos. Era uma espécie de RH estratégico, porque pensávamos em longo prazo as práticas de retenção, de celebração, de motivação."

Formado em ciências da computação, Dystyler explica que o processo foi um tanto empírico, amalgamando estudo, observação e benchmarking para formatar as práticas na Kaizen. "Participei de grupos de discussão, de eventos de RH, em que empresas comentavam seus cases, conversei com diretores de RH, umas ideias faziam sentido para a gente, outras não." Para ajudar nessa reflexão, foi criado um conselho, constituído pelos sócios e por funcionários representantes de cada uma das áreas.

Já em 2001, foi instituída uma pesquisa interna, anônima, que era uma espécie de termômetro para medir o clima. "Ouvíamos muito quais eram os anseios, os medos, as preocupações, o que estava bom e o que estava ruim. Com isso, fomos orientando os investimentos, as melhorias, os planos." Na primeira aferição, Dystyler conta que os dirigentes tomaram um susto. "Não imaginávamos que havia tantos problemas escondidos. E a partir daí fomos resolvendo."

A parte operacional não chegou a ser um problema para o executivo, pois o desenho da empresa vinculava o departamento pessoal à diretoria administrativa. Dystyler cuidava do que era estratégico. Ainda assim, precisava de assessoria em temas específicos. Para isso, trouxe um profissional com formação acadêmica em RH, que já estava na empresa, mas passou a atuar o tempo todo na área. "Ele era meu braço direito e tocava operacionalmente todas as implementações", diz.

De 2006 a 2010, a Kaizen esteve presente em todas as listas da melhores para trabalhar, do Great Place to Work. Nos primeiros quatro anos, ficou entre as três melhores do segmento de TI. No ranking geral, chegou a figurar no 8º lugar e, por dois anos, ocupou a 11ª colocação.

No ano passado, a empresa foi comprada pelo Grupo Sonda. Hoje, Daniel Dystyler é diretor de soluções de data center.
Elementos em comum
Com as variáveis qualidade, competências e pessoas, o engenheiro Domingos Jatene fecha a equação de um RH bem-sucedido
Em 2003, após uma reformulação na área administrativa no grupo a que pertence, a metalúrgica MTP-Tubos, em Guarulhos (SP), ficou com o departamento pessoal vago. O presidente, levando em conta o pedido de um grupo de funcionários, propôs ao engenheiro Domingos Jatene que assumisse o posto. À época, ele era o gestor das áreas de qualidade e de meio ambiente.

E havia muito por fazer no DP. "Os benefícios existiam, mas não havia uma área pensando a política de benefícios. Recrutamento e seleção eram feitos totalmente via agência", exemplifica Jatene.

A proposta, porém, foi aceita sem hesitação. Em parte, porque alguns temas do escopo de RH eram familiares ao engenheiro, um estudioso da gestão de qualidade. Em 1987, ele já havia incorporado conceitos como plano de carreira, avaliação de desempenho e treinamento para a qualidade na área que liderava. Outro motivo para aceitar foi a possibilidade de alçar essa experiência a uma nova dimensão. "A oportunidade de treinar, desenvolver, conscientizar pessoas estava me sendo dada de uma forma muito mais ampla."

Pelo fato de a qualidade permear todas as operações da indústria, Jatene tinha um trânsito por todas as áreas, item facilitador da nova atividade. "Eu tinha a visão do negócio. Conhecia bem a empresa, a cultura, o ambiente, as pessoas."

Apesar da bagagem, os primeiros tempos foram duros. Jatene experimentou as vicissitudes comuns a quem propõe mudanças. Um exemplo foi quando decidiu abrir canais de comunicação. "O pessoal era pouco afeito a ouvir reclamações. Era preciso mudar essa cultura e ver por que os processos de RH não estavam produzindo a satisfação dos clientes internos", conta. E, como essa, havia outras transformações em curso. "Foi um momento dramático, porque algumas pessoas não se adaptaram, pediram para sair. Foram dois anos turbulentos. Mas estávamos convictos de que era preciso mudar."

O rumo, porém, estava claro e norteado por um modelo de gestão por competências, que tem elo com qualidade. "Um dos princípios de gestão da qualidade é que as pessoas precisam ser competentes para executar as tarefas. E essa construção de gestão por competências foi o segredo da junção entre qualidade e pessoas", explica.

O modelo reorientou as práticas de RH. As competências técnicas e comportamentais foram mapeadas. A partir daí, cargos e funções foram redefinidos, contratações e promoções efetuadas com base nesse critério e os treinamentos passaram a girar em torno da eliminação dos gaps das pessoas. No plano individual, Jatene também buscava capacitação. Fez um MBA em gestão de pessoas e tornou-se frequentador de workshops e seminários.

Com o tempo, os resultados foram aparecendo e a nova cultura se consolidando. De 2008 a 2010, a MTP marcou presença na lista das revistas Você S/A e Exame das melhores empresas para você trabalhar. O modelo de gestão por competências está sendo implantado em outras três unidades do Grupo Brasil.

Jatene considera que a experiência em RH o tornou um profissional mais completo. "Qualidade dá um senso crítico quanto ao efeito e a gestão de pessoas dá um poder de análise muito grande sobre as causas dos principais problemas da empresa", analisa. E contribuiu para criar uma possibilidade de carreira quando se aposentar. Ele terminou o mestrado acadêmico em administração em 2010. "A possibilidade de dar aulas é algo que me agrada", diz.

Com aumento do preço dos alimentos, empresa oferece consultoria para saber os valores médios

No mês de março, segundo dados da FGV – Fundação Getúlio Vargas, o grupo de alimentação registrou alta de 0,98%, com o avanço nos preços de itens como hortaliças, legumes, carnes bovinas e pescados frescos. Os valores da cesta básica também registraram alta e, de acordo com dados do DIEESE, ficaram mais caros em março, em 14 das 17 capitais onde o Departamento realiza a pesquisa mensalmente. No acumulado de 12 meses, todas as capitais pesquisadas apresentaram aumentos de preços, o que pôde ser verificado nos preços repassados aos consumidores por restaurantes e supermercados.

De olho no mercado de refeição e alimentação-convênio e nas últimas pesquisas apresentadas, a Ticket oferece um serviço de consultoria exclusivo para suas empresas-clientes que traz informações sobre os valores médios de refeições e cestas básicas nos principais centros de todo o Brasil. Para conferir essa variação de preços, basta acessar aqui.

Por meio desse serviço, empresas encontram o valor ideal do benefício ao trabalhador de acordo com a região desejada. Além disso, através de um simulador, é possível projetar a economia gerada à empresa com o aumento do valor dos benefícios. Em segundos é possível obter todas as informações. Basta informar o produto, valor atual e pretendido, e a quantidade de funcionários.

Somente em 2010, aproximadamente 10.000 acessos foram contabilizados no hotsite da Ticket. Este ano, a empresa espera um aumento de 15% na procura pelo serviço. “A ideia é facilitar a vida dos gestores com um serviço prático, ágil e que os auxiliem na decisão sobre o valor do benefício mais adequado aos seus colaboradores”, enfatiza Julio Zancopé, gerente de Marketing e Produtos Regulamentados da Ticket.

De acordo com o gerente, o principal objetivo do serviço online de consultoria é mostrar que manter os valores do Ticket Restaurante e do Ticket Alimentação equiparados aos preços praticados nas regiões é um investimento que pode trazer até 40% de economia à empresa. “Além dos resultados imediatos em economia, a empresa ganha em produtividade, retenção de talentos e melhoria da qualidade de vida do colaborador” finaliza Zancopé.

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