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sábado, 7 de maio de 2011

http://www.crossbrasil.com.br/2011050712497/Diversos-On-Road/equipe-itau-larga-na-1o-fila-com-popo-e-na-2o-com-caca-bueno-no-trofeo-linea.html

Escrito por Cross Brasil  
Sáb, 07 de Maio de 2011 20:20
Pole escapou do time por apenas 0s1, mas time segue confiante na busca pela vitória amanhã na abertura do Trofeo Linea em Interlagos

A pole position escapou da equipe Itaú por apenas 0s1, mas mesmo assim o time dos pilotos Cacá e Popó Bueno teve motivos de sobra para ficar contente com o resultado dos treinos de hoje do Trofeo Linea, em Interlagos.

Popó fez o melhor tempo na classificação e foi para o Top Qualifying (que reúne os seis mais rápidos) como um dos favoritos para conquistar a pole position. O piloto da equipe Itaú registrou 1m51s670, mas não foi o suficiente para superar o tempo de André Bragantini, em 1m51s497, que vai largar na primeira colocação.

Além da primeira fila com Popó, o time também terá Cacá na segunda fila, com o tempo de 1m51s840, e assim parte em terceiro na primeira corrida, que será disputada na manhã deste domingo, em Interlagos.

"Faltou pouco para conquistar a pole, o que foi uma pena, porque nosso trecho de miolo, com a maior parte do traçado e das curvas em Interlagos, foi o melhor em todos os treinos. O que está faltando é velocidade em reta. Ontem tive problemas sérios de motor e conseguimos solucionar as principais falhas, mas ainda falta performance", diz Popó Bueno.

Uma das preocupações do piloto da equipe Itaú é com as primeiras voltas na corrida de amanhã. "Os carros virão todos juntos e posso ter dificuldades em manter esta segunda colocação caso continue perdendo muito na velocidade em reta", diz Popó. Amanhã, as duas corridas serão disputadas com bandeira amarela na Curva do Café, mas depois deste setor as ultrapassagens já são liberadas normalmente.

No caso de Cacá Bueno, a perspectiva para amanhã é de um rendimento ainda melhor, buscando começar a temporada 2011 com vitória - ele é o atual campeão do Trofeo Linea.

"Queríamos fazer a dobradinha, mas o Andrezinho (Bragantini) estragou os planos", brincou Cacá. "O importante é que começamos o ano de maneira competitiva. Hoje, meu carro saiu muito de frente quando colocou pneu novo, perdendo muito tempo no miolo. Se pudesse combinar o desempenho do meu carro em trechos de alta com o do Popó no segundo trecho, teríamos um foguete", completou.

Em todo caso, William Lube, chefe da equipe Itaú, disse que o time fará um pente fino no carro para conseguir extrair estes preciosos décimos de segundo que podem garantir a vitória amanhã.

"Pelo que mostramos no treino, a gente esperava a pole, mas uma segunda e uma terceira colocação é um resultado bastante animador. Vamos buscar solucionar a questão da velocidade em reta do Popó e da saída de frente do carro do Cacá para conseguirmos ser competitivos na duas provas de amanhã", diz Lube.

Amanhã, os carros do Trofeo Linea disputam a primeira corrida às 10h05. A segunda começará às 13h20. As provas serão exibidas pelo Sportv a partir das 13h.

Grid da prova 1 (amanhã, em SP):
1) 31 André Bragantini 1m51s497
2) 74 Popó Bueno 1m51s670
3) 0 Cacá Bueno 1m51s840
4) 20 Alan Hellmeister 1m52s067
5) 99 Cesar Bonilha 1m52s290
6) 1 Christian Fittipaldi 1m52s597
7) 16 Ulisses Silva 1m52s044
8) 10 Alceu Feldmann 1m52s081
9) 9 Giuliano Losacco 1m52s174
10) 18 Fernando Nienkotter 1m52s200
11) 71 Serafim Jr. 1m52ss301
12) 17 Leonardo Nienkotter 1m52s375
13) 2 Hoover Orsi 1m52s546
14) 4 Alessandro Marchini 1m52s848
15) 19 Rick Rosin 1m53s099
16) 8 Clemente Faria Jr. 1m53s139
17) 12 João Sartório 1m53s597
18) 46 Luciano Kubrusly 1m54s326

Foto:Carsten Horst/RF1
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CPI dos combustíveis já tem nomes de vereadores definidos

A comissão de vereadores tem um prazo de 120 dias para apurar as denúncias

04/05/2011 11:11A- A+
Railton Teixeiracompartilhar:
A Câmara Municipal de Maceió (CMM) anunciou os nomes dos parlamentares que irão compor a Comissão Especial de Inquérito (CPI) que visa investigar e apurar as denúncias sobre o aumento abusivo do combustível. O anúncio foi feito pelo presidente da CMM, o vereador Galba Novaes, na manhã desta quarta-feira, 04.

A CPI dos combustíveis, como foi batizada, é composta pelos vereadores Théo Fortes (PT do B), Marcelo Gouveia (PRB), Eduardo Canuto (PV), Berg Holanda (PR), Francisco Holanda (PP), Tereza Nelma (PSB) e Heloisa Helena (PSOL). A suplência fica com os vereadores Amilka Melo (PDT) e Marcelo Malta (PC do B). Ficará de competência da comissão a escolha do presidente da CPI, que escolherá o relator.

Todos os partidos que compõe a casa foram contemplados e de acordo com Galba Novaes a comissão tem um prazo de 120 dias para apurar as denúncias e investigar o caso e se necessário for a presidência da CPI solicitará a prorrogação dos trabalhos.

Segundo Galba, está é a primeira CPI “democrática” na casa. “Ela (a comissão) foi escolhida pelos próprios vereadores, foi uma indicação dos partidos e não do presidente da casa. Agora diante da atitude democrática iremos responder a sociedade através do minucioso trabalho que será desenvolvido. Daremos toda a logística”, concluiu.  

Conheça as 10 praças de pedágio mais caras do Brasil

Conheça as 10 praças de pedágio mais caras do Brasil
Por MoriahEm 4/05/20115.197 leituras72 comentários


Já falamos aqui no NA sobre as tarifas de pedágio cobradas no país. Ainda assim, a revista Exame decidiu pesquisar sobre o assunto e descobriu as 10 praças de pedágio mais caras do país, relacionando-as por custo a cada 100 km.

Antes de falar das que mais cobram dos motoristas, um dado interessante mostra que apesar do que pagamos para rodar nas estradas do país, o custo cobrado no Brasil é inferior à média mundial! Isso mesmo! No Brasil se paga em média R$8,77 a cada 100 km.

A média mundial, segundo o Banco Mundial, é de R$9,35 a cada 100 km. Ou seja, pagamos pouco para rodar nas estradas do país? Mas existe uma diferença entre lá e aqui. No Brasil as estradas já estão prontas, só necessitando manutenção e reforma. No exterior, quem ganha licitação tem que construir tudo novo.

Bom, levando-se em consideração o custo a cada 100 km, vemos que a maioria das mais caras do país está nas mãos da concessionária CCR. Então vamos lá. Qual é a mais cara do país com ou sem custo por cada 100 km? Nem precisamos dizer, mas se você não sabe é a famosa Anchieta-Imigrantes, que liga São Paulo à Baixada Santista e litoral sul.

Neste complexo de duas rodovias controladas pela Ecovias, que é da CCR, o custo a cada 100 km está bem acima da média mundial. Se paga R$33,11 a cada 100 km. Quem espera por uma redução nos valores cobrados terá de esperar até 2023, quando a concessão termina.

Não gostou da praia pelo custo não é? Então vá para o interior. Mas preste atenção se seu destino for Sorocaba e noroeste de São Paulo, já que para andar na Via Oeste o motorista paga R$23,75 a cada 100 km da rodovia Presidente Castello Branco.

Ainda pela Castello, depois de pagar o absurdo da Via Oeste, você pagará também a terceira tarifa mais cara a cada 100 km do país. A Colinas – que tem péssimo asfalto – cobra R$17,37 por 100 km percorridos. Mas essa rota caríssima tem uma rival.

A Rio – Teresópolis proporciona belas imagens da Serra dos Órgãos, mas para ter direito a isso, você paga R$16,35 a cada 100 km percorridos. Bela vista, alto custo. Lá no sul, os gaúchos de Porto Alegre que queiram aproveitar a praia no fim de semana terão de pagar por isso, e muito!

São R$15,45 a cada 100 km na Free Way. E nela há um detalhe, uma ponte móvel para passagem de navios, que como na travessia Santos-Guarujá, só gera atrasos e desconforto aos motoristas.

O inverno é bom, mas tem seu custo. E isso é bem explorado pela Brita – nome sugestivo – que desembolsa R$14,99 por cada 100 km que você rodou para aproveitar as belezas da região de Canela e Gramado.

No Rio de Janeiro, a região dos Lagos é a preferida pela maioria dos motoristas em fins de semana, mas quem quer curtir o sol na Armação dos Búzios e outras praias da região terá que pagar para a Via Lagos R$14,69 por 100 km rodados.

No complexo das rodovias Anhanguera e Bandeirantes (motódromo?), a AutoBan cobra R$14,27 por 100 km, ligando a capital paulista a uma das regiões mais ricas do Estado, que inclui cidades como Campinas, Rio Claro, Jundiaí, entre outras.

A mais nova rodovia paulista e ser entregue para a iniciativa privada é a Dom Pedro I, que liga Jacareí à rodovia presidente Dutra via Atibaia. A Rota das Bandeiras mal chegou e já cobra R$14,01 por cada 100 km percorridos.

E por fim, a tarifa “menos cara” de todas é controlada pela Convias lá na região de Caxias do Sul – RS. Responsável pelo trecho local da BR116 e RS122, a concessionária gaúcha cobra R$13,81 a cada 100 km que o motorista percorre.

Assim, essas são as que mais cobram por 100 km rodados em todo o território nacional. Se você quiser saber de outros valores e também as mais baratas praças de pedágio do Brasil, é só consultar nossa matéria sobre o tema.

Ultragaz renova frota de caminhões e reforça sua preocupação com o meio ambiente

Líder na distribuição de Gás LP no Brasil, a companhia acaba de adquirir 250 novos caminhões .

A Ultragaz, líder na distribuição de Gás LP (Liquefeito de Petróleo) no Brasil, acaba de adquirir 250 novos caminhões. Os veículos fazem parte do programa de renovação da frota operacional da companhia, em parceria com a empresa de transportes Julio Simões, e estão em conformidade com o Proconve P5 – norma que estabelece os níveis de emissões de gases poluentes no Brasil.

Guilherme Darezzo, gerente de Logística e Frota da Ultragaz, destaca que a iniciativa reforça a preocupação da companhia com a sustentabilidade e o meio ambiente. “Os caminhões novos possuem motores mais eficientes em relação à frota antiga, gerando, assim, uma expectativa de redução total de aproximadamente 35% nas emissões de gases poluentes e de efeito estufa”, ressalta.

É importante destacar que a Ultragaz incorporou a sustentabilidade como bandeira e política de atuação a partir do posicionamento: “Ultragaz Faz Sustentável. E quer fazer sempre mais”, que acompanha o Selo de Sustentabilidade da empresa, usado nos seus programas e campanhas sociais e ambientais. “E a renovação da nossa frota é mais um passo no trabalho que temos realizado em prol da sociedade e do planeta”, finaliza Darezzo.

Perfil da Ultragaz-Primeira empresa de Gás LP do Brasil, faturamento de R$ 4 bilhões por ano, clientes empresariaisde aproximadamente 40 mil, quantidade total de Gás LP distribuído: 1,6 milhão de toneladas/ano, 15 bases de engarrafamento, 22 total de bases de estocagem e distribuição, aproximadamente 40 milhões consumidores finais, quatro mil funcionários, 4.200 revendedores, 43 lojas próprias, uma frota de 2.094 veículos próprios. [ www.ultragaz.com.br e 0800-70-10-123| ouvidoria@ultragaz.com.br ou (11) 3177-6481|Twitter: @UltragazOficial e Brasilgas_Ofic| Facebook: Ultragaz e Brasilgás|*não soma as revendas.

Internet passa a ser o principal instrumento de marketing

Internet passa a ser o principal instrumento de marketing

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Fonte: Fábio Grinberg: fabiogrinberg@hotmail.com

O desenvolvimento empresarial está mudando rapidamente e radicalmente a sua maneira de agir sobre o mercado. As empresas estão se adaptando a uma nova realidade em estratégia de marketing  e cada vez mais voltam as suas atenções ao mundo digital. A internet hoje passou a ser o principal instrumento de marketing de qualquer setor.

Isso porque o mundo digital está deixando de ser visto pelos usuários como um meio de comunicação e informação e passou a ser utilizada principalmente como um instrumento cada vez mais consolidado de venda.

Vários pontos são abordados com relação às razões dessa nova onda virtual estar tomando conta das salas de reuniões de marketing e de empresas de publicidade.

Uma das mais aparentes e que pouco era levada em consideração, por exemplo, é o tempo e a maior acessibilidade da internet em todo o mundo. É o único meio de comunicação ou informação que pode ser acessado 24 horas por dia, sete dias da semana e 365 dias ao ano. A propaganda e a campanha de links patrocinados  de sua empresa podem ser vistas de qualquer lugar, por vários modelos de computadores, notebooks, tablets ou aparelhos celulares.

Outro fator levado bastante em consideração é a possibilidade de personalizar sua campanha com a individualização das mensagens. Isso traz uma cumplicidade e atenção maior da sua empresa aos seus clientes. O poder de prestar um serviço detalhado a um usuário traz, além da interatividade, o termômetro principal para que você sinta o resultado da campanha empreendida, como da aceitação do público com relação a ela.

Sem levar em conta, é óbvio, o baixo custo que terá pagando apenas pelas campanhas de links patrocinados e otimização de sites. Em uma comparação baixa com outros tipos de mídia, a diferença pode chegar a mais de 80%.

Para que uma empresa implemente o marketing digital ela precisa, num primeiro momento, fazer algo tão simples, mas que é vital para que tudo dê certo: identificar seu público alvo. De nada adianta a empresa lançar-se no mundo digital, disponibilizar seus serviços e produtos, se seus consumidores não estiverem enquadrados no perfil de pessoas que acessem a internet. O empresário também precisa definir suas ações e intenções no mundo online.

O que ele disponibilizará para seu público? E o principal. A empresa consegue atender toda a demanda de vendas, caso ela tenha uma repercussão acima do esperado? Atenderá bem seus clientes, terá estrutura e organização para isso? Se uma dessas questões ficar em dúvida na sua cabeça, é hora de repensar não só sua campanha de marketing digital, como também verificar como anda a sua campanha de marketing fora da internet.

Por isso, como sempre reforço é fundamental ter o auxílio de um SEO. Sua empresa precisa entrar no mundo digital já preparada para qualquer tipo de repercussão que ela possa ganhar depois de estar alguns dias no ar. Se seu trabalho de links patrocinados for agressivo, a responsabilidade aumenta ainda mais.

Em pouco tempo você estará na primeira página do Google, entre os 10 sites melhores ranqueados e terá sua empresa avaliada por centenas de clientes. O que você sempre quis que acontecesse, acontecerá. Será visto por todos, porém, dependendo do serviço, pode ter todo o trabalho feito até agora, colocado por água abaixo. A mesma fama que levanta é a fama que derruba.

O custo das palavras também precisa ser analisado detalhadamente. Por exemplo, palavras como “cardápio”, “cardápio magnético” ou “cardápio de mesa”, “spas”, ou ainda, “inspeção de dutos”, custam cerca de R$ 0,40 por palavra. Já palavras mais usadas e específicas, como “desentupidora sp”, chega a R$ 40. Por isso a necessidade de um SEO, para que você não invista dinheiro onde não é necessário ou erroneamente. Pense nisso!!!

Setor automotivo aumentará aportes para marketing em 2011

são Paulo - Aproveitando o bom momento da indústria automotiva no Brasil, grandes empresas já anunciaram que irão ampliar os investimentos em marketing para 2011. É o caso da Kasinski , fabricante de motos, e da Jac Motors e Chevrolet. Uma pesquisa realizada pela

Nielsen Company apontou que do faturamento de US$ 503 bilhões da publicidade no mundo em 2010, 20% foi destinada ao setor automotivo.



No Brasil, somadas as oito empresas do setor automotivo que mais investiram em publicidade, marketing e mídia o montante de 2010 fica em R$ 5,6 bilhões, e em 2011 a expectativa é crescer 9,5%, contra 5,6% da expectativa de crescimento global, de acordo com os números do Ibope Monitor.



"Passada a crise global de 2008, os grandes líderes do setor automotivo voltaram a investir amplamente nos mercados emergentes, que ainda eram carentes de investimentos pesados em publicidade", afirmou Janaína Briovick, especialista em marketing e professora da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp).



Para a acadêmica, o crescimento no investimento global em publicidade, 10% maior ante 2009, foi puxado por países emergentes. "Segundo os números da pesquisa, a Índia, o Egito e Taiwan destacaram-se em 2010 como países emergentes. Para 2011, a aposta de analistas de todo o mundo é que o Brasil desponte como um agente que irá alavancar os investimentos nos próximos anos", afirmou, fazendo menção ao fato de a classe média ter entrado na briga por compra de automóveis nos últimos anos.



E é para aumentar a fatia do mercado que Cláudio Rosa Júnior, presidente da Kasinski, anunciou investimento de R$ 50 milhões em 2011, e R$ 100 milhões em 2012. "A expectativa é chegarmos em dois anos a R$ 200 milhões investidos apenas em publicidade e marketing", diz.



Com o novo slogan "Kansisnki Revolucionária", a marca vem se consagrando no Brasil dentro do segmento de duas rodas e, de acordo com o executivo, isso se deve ao amplo trabalho de recolocação da marca. "Todos os investimentos realizados pelo grupo são extremamente importantes, isso porque quando entramos no Brasil, o cliente não conhecia a marca, não conhecia os benefícios", afirmou.



Para melhor estimular essa comunicação, o grupo contratou o apresentador Rodrigo Faro para ser garoto-propaganda da montadora. O objetivo, de acordo com Rosa Júnior, é atingir ainda mais o principal público do grupo: a classe C. "Faro possui uma grande força de comunicação com as massas, e hoje temos programas em que todos podem comprar uma moto. Nossa propaganda fala com o trabalhador que pega ônibus e percebe que pode comprar uma Kansinski", completou.



De olho em outro público-alvo, mas apostando alto na publicidade também, a Chevrolet lançou ano passado a campanha de divulgação para a Montana. Sem abrir números de investimentos, a gerente de Marketing Fernanda Bertocini afirmou apenas que a estratégia de atingir jovens, aventureiros em cursos de especialização deu certo. "Uma pesquisa interna mostrou que depois da nova campanha de divulgação da Montana o crescimento nas vendas foi de 11%."



Para completar as vendas, Bertocini afirmou ainda que houve um grande investimento em internet. "Nossos números mostraram que o cliente que entra no site da Chevrolet fica, em média, 16 minutos navegando, e esse é um número alto", explicou.



Com o apresentador Faustão como garoto-propaganda a chinesa Jianghuai Automobile Company (Jac Motors) também entrou no mercado brasileiro com o pé direito. De acordo com Sergio Habib, presidente da JAC Motors do Brasil, o grupo investiu cerca de R$ 380 milhões para vender os carros importados da JAC no Brasil, montante do qual 36% -R$ 140 milhões- foram voltados para a campanha da marca.



"Dois anos atrás, 52% de nossos clientes afirmavam ter resistência [a comprar um carro chinês]; um ano atrás isso caiu para 35%," afirmou o executivo, em entrevista recente ao DCI. E ele completou, dizendo: "O que aconteceu é que a crise financeira global de 2008 projetou o Brasil no exterior, mas também fez a mesma coisa com a China".







Líder

Entre os investimentos em montadoras no ano passado, a Japonesa Hyundai Caoa foi a montadora que mais investiu em publicidade, de acordo com uma pesquisa do Ibope Monitor, o investimento da montadora ficou em R$ 1.2 bilhão, aumento de 38,3% ante 2009. Entre os maiores investidores em publicidade do país a marca ficou em terceiro lugar.

O segundo lugar no ranking das montadoras foi a Fiat, que também ocupa a 8° posição geral, com gasto de R$ 779 mil.











Em 2015 os gastos com publicidade em redes sociais chegarão a US$ 8,3 bilhões, o que corresponde a US$ 2,1 bilhões a mais do que em 2014. O levantamento da consultoria de mídia BIA/Kelsey mostrou que os displays (anúncios comuns nos sites) ainda serão a maior parte do valor investido na área, US$ 7,7 bilhões, mas soluções como Tweets patrocinados também gerarão lucro.

De olho nesse cenário as apresentações realizadas por líderes de mercado sobre marketing no fórum "As grandes sacadas do marketing" também deram atenção especial à internet.

Para Andrei Orzakauskas, gerente de Produtos da Old Eight, a campanha publicitária lançada no ano passado, feita basicamente pela internet, foi um sucesso. "Percebemos que muitos consumidores vinham para o nosso site pelo Google, digitando palavras como 'sinuca', ou 'festas'. Por isso, investimos em fazer do nosso site um lugar assim", explicou o executivo.

Avicultura Industrial ≈ BRF - Brasil Foods declara independên

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Beto Monteiro terá caminhão novo em Caruaru

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Construção da marca no B2B

No mercado business-to-business (B2B), a gestão estratégica da marca ainda é algo que precisa ser disseminado.

Gabrielle Teco *


O conceito de marca é algo muito antigo. Ainda na Idade Média, os produtos já eram marcados com siglas e símbolos para conseguirem ser identificados. Ao longo dos séculos, as marcas foram ganhando destaque e sofisticação nas mais diferentes áreas. Hoje, este mesmo conceito é muito mais abrangente e envolve estudos minuciosos, tanto de mercado como de comportamento do consumidor. O objetivo é realizar a gestão de todas as marcas de uma organização de forma estratégica, garantindo mais espaço em um mercado cada vez mais competitivo.

No mercado business-to-consumer (B2C), a maioria das empresas possui ampla experiência em gerenciar estrategicamente suas marcas e lidar com os valores tangíveis e intangíveis para conquistar o consumidor final. Já no mercado business-to-business (B2B), a gestão estratégica da marca ainda é algo que precisa ser disseminado. De acordo com o ranking “Best Global Brands 2008”, realizado pela Interbrand, consultoria internacional na área de gestão estratégica de marcas, entre as 100 empresas listadas, menos de 10% pertencem ao mercado puramente business-to-business (B2B).

Considerando os indícios apresentados no ranking, podemos identificar algumas diferenças de estratégia entre empresas B2C e B2B. A maioria das marcas do B2C, por exemplo, utiliza muito a mídia de massa para construção da imagem. Além disso, trabalham simultaneamente com um grande volume de produtos, o que aumenta a presença em todos os canais de venda. Como resultado, o ciclo de compra e consumo destas empresas pode chegar a três ou quatro vezes ao dia, como é o caso da Coca-Cola, primeira no ranking.

Em contrapartida, entre as empresas do mercado B2B, muitos profissionais de marketing seguem as diferenças fundamentais entre os mercados industriais e de consumo como justificativa para negligenciar a relevância das marcas e do branding.

De fato, os dois mercados são diferentes e, portanto, precisam ter estratégias de gestão de marcas distintas. Sabemos que no Brasil o assunto é pouco explorado, porém é de extrema importância que haja uma pesquisa de como os modelos bem sucedidos do B2C podem ser aplicados e/ou adaptados ao mercado B2B, com o objetivo de reforçar a importância das marcas nestas empresas.

Para efetivar melhorias na gestão e, de fato, construir uma marca no mercado B2B, devemos explorar e evidenciar situações do dia a dia. A primeira sugestão é trabalhar o alcance desejado para a marca. É preciso investir e desenvolver, ao máximo, as ações de marketing para fortalecer o nome da empresa. Dependendo da natureza do produto ou serviço, o simples fato de aparecer, seja em sites de busca (em links patrocinados ou não), guias e anuários de fornecedores já garante a visibilidade e maior aceitação dos consumidores.

Se o objetivo for reforçar constantemente a marca, as empresas podem optar por estratégias que incluam propagandas em mídias especializadas ou ações de marketing direto. No mercado B2B, é preciso lembrar constantemente aos clientes ou prospects que a empresa existe e estará lá no momento em que eles precisarem.

Há outras formas de se fazer presente, tais como: participar de feiras e eventos - ainda que não gere negócios imediatos para as empresas, estar presente em feiras e eventos, expondo seus produtos ou serviços e, principalmente, expondo a sua marca, auxilia no estabelecimento do alcance da marca -; manter contato com público através de newsletter; ferramentas de e-mail marketing; entre outras ações neste sentido.

Outra tática é fazer o marketing “boca a boca”, ou seja, disseminar informações em congressos, feiras, eventos ou com fornecedores. É necessário existir um canal de fluxo de informações bem estruturado. Ter boas referências e oferecer testes também são ações imprescindíveis. Os testes, especificamente, aumentam a credibilidade do fornecedor. Muitas empresas no B2B oferecem o sistema “try & buy” aos compradores organizacionais. Testou, gostou, comprou o produto. Se não gostar, o contrato é desfeito sem multa contratual. A ideia é permitir que o desempenho, um atributo bastante relevante para fortalecer as marcas do mercado organizacional, seja testado e comprovado pelo comprador.

A partir dessas considerações que são aplicáveis de maneira simples nas empresas B2B, podemos analisar um feedback positivo das empresas principalmente pela maior opção no mercado de produtos e serviços com maior qualidade, originalidade e competitividade. Os clientes, por sua vez, tendem a desenvolver maior confiança e fidelidade às marcas nesse formato.

TIM é a primeira empresa brasileira de Telecom no Novo Mercado

O Conselho Administrativo da TIM Participações aprovou a migração da empresa para o segmento Novo Mercado da BM&FBOVESPA, que será deliberada pela Assembléia Geral de Acionistas. Essa decisão foi comunicada hoje, em fato relevante, enviado para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Com a migração, a TIM será a única operadora de Telecom pertencente ao Novo Mercado, com destacada Governança Corporativa. Agora, todas as ações da companhia farão parte do programa de ADR da bolsa de Nova York. Adicionalmente, a política de dividendos da Companhia será unificada e será assegurado, a todos os acionistas, o tag along de 100% nas hipóteses de alienação de controle.

“Estamos no Brasil para ficar. O mercado brasileiro apresenta forte potencial de crescimento, que pretendemos consolidar. Com esta simplificação da estrutura de capital, a TIM potencializará seu verdadeiro valor e passa a ter flexibilidade para aproveitar oportunidades estratégicas”, disse o CEO do grupo Telecom Itália (controlador da TIM), Franco Bernabé.

Operação a Mercado. Todas as ações preferenciais serão convertidas em ações ordinárias. Essa conversão resultará na proporção de que cada ação preferencial terá direito a 0,8406 ações ordinárias. Foi utilizado uma média ponderada dos últimos 60 dias e embasado com estudo preparado pelo Banco Santander.

“A migração da Companhia para o Novo Mercado trará benefícios tanto para a empresa, como para todos seus acionistas. As elevadas práticas de governança corporativa exigidas pelo Regulamento do Novo Mercado, alinhadas às melhores práticas de governança corporativa de mercados como os Estados Unidos e a Europa, aumentarão o potencial de atração de novos investidores e a liquidez das ações negociadas publicamente pela Companhia” afirma o CFO da TIM Participações Claudio Zezza.

Sobre a TIM

No Brasil desde 1998, a TIM foi a primeira operadora móvel a estar presente em todos os estados do País. Com foco em antecipar demandas do consumidor, com inovação e qualidade, a empresa viu sua base de clientes saltar de 36 para mais de 52,8 milhões de clientes no período de março de 2009 a março de 2011, o que representa um crescimento de mais de 40% e market share de 25,1%. Este desempenho é fruto do reposicionamento estratégico da marca TIM, que, cada vez mais centrada no usuário, vem lançando produtos e serviços inovadores, como os planos Infinity e Liberty, e investindo na qualidade de rede.

Em dezembro de 2009, a TIM concluiu, a aquisição de 100% da Intelig, adquirindo uma infraestrutura própria com uma extensa rede de transporte (backbone de 14,5 mil quilômetros) e redes metropolitanas em 15 capitais. Entre outros benefícios, esta infraestrutura vem permitindo à TIM acelerar a expansão da sua rede 3G, reduzir custos operacionais como aluguel de circuitos e abordar novos mercados de voz e dados, tanto residencial quanto corporativo. Outro marco importante para a companhia foi o anuncio, em fevereiro de 2011, do primeiro contrato de MVNO do país em parceria com a Porto Seguro, iniciativa pioneira no mercado brasileiro.

A TIM também investe em seu compromisso com a sociedade: incluída pelo terceiro ano consecutivo na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e no recém criado Índice de Carbono Eficiente (ICO2), ambos da BM&FBOVESPA, a empresa comercializa aparelhos de baixo impacto ambiental, trabalha na redução da produção de cartões físicos de recarga, usando o TIM PDV, integra o Pacto Global da ONU e o Empresas pelo Clima, dentre outras iniciativas. Para mais informações, acesse www.tim.com.br ou http://twitter.com/timtimportimtim. (marilia.assiz@cdn.com.br)

Bovespa ganha 1,6%; dólar cai para R$ 1,61

7/5/2011
A Bovespa teve o seu primeiro pregão positivo neste mês, interrompendo uma sequência de quatro dias consecutivos de ganhos.

Após o estresse com a derrocada dos preços das commodities ontem, os investidores comemoraram duas notícias positivas: a geração de empregos mais robusta nos EUA, e a inflação (IPCA) mais baixa no Brasil.

O pregão brasileiro teve dois destaques bastante positivos. A ação da Tim disparou 7,78%, chegando a subir mais de 10% no decorrer da sessão. Na última quinta-feira à noite, a empresa avisou que deve trocar suas ações preferenciais por ordinárias, o que foi saudado por investidores, já que essa troca tende a melhorar a liquidez dos papéis da empresa.

Outro papel que subiu com força foi a ação preferencial das Lojas Americanas, com valorização de 9,4%. A cadeia varejista informou um lucro líquido de R$ 62,4 milhões para o primeiro trimestre, em um incremento de 28,1% sobre o resultado apurado no mesmo período de 2010.

O índice Ibovespa, que reflete os preços das ações mais negociadas, subiu 1,59% no fechamento, aos 64.417 pontos. O giro financeiro foi de R$ 6,4 bilhões. Nos EUA, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, avançou 0,43%.

"Na nossa visão, as ações de bancos, de empresas ligadas ao consumo doméstico, e da construção civil podem ter boas valorizações nas próximas semanas, se essas expectativas de uma inflação um pouco menor se confirmarem", comenta Eduardo Oliveira, da mesa de operações da Um Investimentos. Ontem à noite, a mineradora Vale anunciou um novo resultado histórico: um lucro de R$ 11,291 bilhões, em um crescimento de 292,2% ante os R$ 2,879 bilhões registrados em igual período do ano anterior. Na comparação com o quarto trimestre de 2010, a alta foi de 12,9%.

A ação preferencial desvalorizou 0,20%, após um forte avanço no pregão de ontem, quando o mercado antecipou um balanço com números robustos.

A taxa de câmbio doméstica teve sua primeira queda no mês, num dia de trégua dos mercados frente à onda de pessimismo mundial. O mercado de câmbio doméstico passa por uma conjuntura de pouca liquidez, numa temporada marcada por algumas remessas de lucros das matrizes para filiais no exterior e pagamento de importações. Nesse contexto, o dólar comercial foi negociado por R$ 1,617, em um decréscimo de 0,49% nas últimas operações de hoje. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 1,620 e R$ 1,602. O dólar turismo foi vendido por R$ 1,720 e comprado por R$ 1,550 em São Paulo.

Locação de carros à francesa

A Arval, subsidiária do grupo francês BNP Paribas, elege o Brasil como prioridade. E, para crescer, vai investir R$ 600 milhões no segmento de locação de veículos para empresas
Por Rosenildo Gomes Ferreira
Com uma receita global de € 72 bilhões em 2010, o grupo francês BNP Paribas se consolidou como uma das principais instituições financeiras do planeta. No entanto, uma parte importante dessa bolada não tem relação direta com o segmento financeiro. Mas sim com a gestão de frotas de veículos de grandes empresas, um negócio tocado por sua subsidiária Arval, vice-líder do setor na Europa. Fundada em 1989, com filiais em 22 países, a companhia sempre teve uma presença discretíssima no Brasil. 
Contudo, com a queda da demanda nos chamados mercados maduros, leia-se Europa e Estados Unidos, a direção da Arval resolveu encarar o Brasil com outros olhos. Uma boa amostra dessa mudança de postura está na indicação do executivo Arnault Leglaye para chefiar a subsidiária local. Com passagem pela Romênia, onde comandou a implantação da empresa naquele país, Leglaye é um especialista em mercados emergentes e desembarcou no mês de janeiro em São Paulo com planos ambiciosos. “Queremos dobrar de tamanho e dominar uma fatia de 10% do mercado de leasing operacional, além de nos transformarmos em uma referência no setor”, disse à DINHEIRO. 
 

Nova Direção: Leglaye, CEO da Arval do Brasil, chega com a missão de dobrar a filial de tamanho
 
Para atingir esse objetivo, o CEO, que não revela o faturamento da Arval no Brasil, conta com alguns trunfos. Um deles é o sinal verde da matriz para investir na ampliação da frota. Hoje, a Arval possui 8,5 mil veículos para atender 200 clientes corporativos, o que a coloca na quinta posição de um ranking dominado pela Total Fleet, que possui 22,3 mil unidades e é controlada pela mineira Localiza. A meta de Leglaye é chegar a 25 mil unidades ao final de 2013. Para isso, terá de fazer um desembolso estimado em R$ 600 milhões, levando-se em conta o custo médio unitário de R$ 35 mil. Apenas neste ano, deverão ser investidos R$ 180 milhões. Uma parte será gasta no desenvolvimento de aplicativos de gestão. 
 
Como, então, avançar em um setor extremamente pulverizado e no qual as concorrências normalmente são decididas pelo valor cobrado? A resposta está no pacote de serviços de acordo com o executivo. É que, diferentemente da locação para pessoas físicas, liderada no País também pela Localiza, a gestão de frota exige bem mais do que apenas a disponibilidade do carro escolhido pelo cliente. 
 

Gigante financeiro: a Arval está sob o guarda-chuva do BNP Paribas, conglomerado com receita de ? 72 bilhões
 
É preciso oferecer uma série de serviços, que vão da definição do modelo que melhor se adapta ao cliente e ao escalão da companhia até ao controle do cronograma de manutenção, passando pela gestão de multas de trânsito. “Ao contrário do que acontece em muitas empresas, nossos clientes não são atendidos por uma central de telemarketing”, afirma Leglaye . “E sim por um profissional que conhece o contrato e as características de cada empresa.” É com essa estratégia que a Arval pretende atrair novos clientes e até mesmo roubar alguns da concorrência. 
 
 
 
 
A decisão da Arval de expandir-se ocorre no momento em que o setor de locação experimenta um período de grande efervescência. Dados da Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis (Abla) indicam que a receita do segmento cresceu 30% no ano passado. Saltou de R$ 4,37 bilhões para R$ 5,68 bilhões. E a expectativa é avançar outros 20% neste ano. “As empresas descobriram a importância de terceirizar a frota de veículos.Com isso, elas podem se concentrar em sua atividade principal”, diz Paulo Gaba Júnior, presidente do conselho nacional da Abla.
 
“Além disso, elas ganham fôlego financeiro, pois reduzem seus investimentos em ativos e em manutenção.” Em um segmento marcado pela pulverização, muitas vezes é o item preço que costuma definir a parada. Leglaye diz saber disso e afirma que não vai comprar mercado, atuando com valores que coloquem em risco a rentabilidade da operação. “Seria uma forma de crescer rápido, sem dúvida”, afirma. “Mas essa política jamais fez parte de nossa estratégia.”

Perto: rumo aos R$ 20 milhões com POS : Hardware | Baguete

Perto: rumo aos R$ 20 milhões com POS : Hardware | Baguete

Cliente = Dinheiro x Decisão

Qual é o maior patrimônio de uma empresa? Os imóveis? As máquinas? Mobília? A conta bancária? Os investimentos? – Não, tudo isso não é nada se a empresa não tem o mais importante: O cliente.

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Por Claudio Gomes




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O Cliente é o combustível de qualquer negócio. Seja uma pizzaria, uma cadeia de supermercados, uma joalheria, um vendedor ambulante ou distribuidores de marketing de rede. São os clientes que movem a economia e decidem o destino de várias empresas. Os clientes possuem as duas armas mais poderosas de toda economia: O dinheiro e o poder de escolha.
O dinheiro.
O dinheiro pode ser definido como: A forma convencionada para representar valores i.e, o dinheiro representa algo que o indivíduo valoriza muito. Quanto você acha que vale o salário para uma pessoa?
Vamos imaginar o caso do Marcelo. Ele trabalha na construção civil. No fim do mês, quando ele recebe seu salário, ele sabe que aquele dinheiro que ele recebeu representou: Acordar muito cedo, pegar um ônibus lotado para chegar ao trabalho, trabalhar debaixo de sol ou chuva, aguentar o encarregado mal humorado e ainda por cima, ter que comer a comida na marmita. Da mesma forma, temos o caso de Flávia, que é gerente de banco, que também acorda cedo, pega todo dia um engarrafamento no seu carro para chegar a sua agência, aguenta a pressão das cobranças das metas mensais do banco, resolve problemas entre funcionários, gestão de pessoal, motivar equipes, etc. E olha que tem dia que ela nem tem como almoçar direito! Flávia tem que enfrentar tudo isso para ter seu salário.
Se prestarmos atenção, podemos até afirmar que cada centavo que nós temos é fruto do nosso suor. Entenda que dinheiro num é só um pedaço de papel, mas sim, o equivalente de um contexto muito maior. Dessa forma, ao vender, você tem que ter certeza de que o benefício de seu produto vale cada centavo (ou suor) de seu cliente. Muitos vendedores perdem venda por falta dessa consciência. Não conhecem seus produtos a fundo e desconhece seus benefícios.
Acabam não acreditando que seu produto vale o preço estabelecido e transparecem essa insegurança ao falar com os clientes.
Imaginemos então, que a Flávia foi ao shopping comprar o sua tão sonhada TV de LCD. Chegando lá, ela se assusta em saber que existem várias marcas, modelos, tamanhos e preços diferentes. Nesse momento, ela terá que pegar seu dinheiro e fazer uma escolha.
A escolha.
Flávia alimentou uma necessidade e um desejo de ter uma TV de LCD. Ela terá que decidir, dentre todas as TV´s de LCD do shopping (que não é uma tarefa fácil). Ela terá que ir de loja em loja e comparar todas as opções. E é aí, nesse exato instante, que entra a figura do vendedor.
Eu defino venda como: Vender é ajudar uma pessoa a se decidir pela sua opção. Se você entender o que eu acabei de dizer, você já deu um grande passo para efetuar suas vendas.
Agora imagine que você está atendendo a Flávia. Anote as dicas que você precisa saber para que ela compre de você?
1. Crie uma primeira boa impressão. – As pessoas compram você antes de comprar o produto.
2. Entusiasmo. – Sem ele não vai dar!
3. Chame a pessoa pelo nome.
4. Conheça tudo sobre o produto. – Quanto mais você souber sobre o produto, melhor. Conheça as funções, cores, composições, preço da concorrência, qualidade, garantias, etc.
5. Use perguntas inteligentes para saber o que a pessoa necessita. – Não tem mistério, se você conseguir essa informação, é só você oferecer o que ela deseja. Simples assim!
6. Reflita tudo que o cliente disse e dê sua sugestão. – Se você souber o que a pessoa necessita, ouça com muita atenção (se possível tome nota ou repita em voz alta para que o cliente perceba). Faça uma pausa e mostre que você refletiu
sobre o que ela disse. Seu cliente irá amar em saber que você o ouviu e que pensou em sua necessidade. A maioria dos vendedores sugere o que se encaixam em "suas" necessidades e não a dos clientes.
7. Fique feliz ao ouvir: Quanto custa? – Se perguntou o preço, é porque quer comprar. Basta discutir valores.
8. Seja um consultor e não vendedor – Adquira a postura de um consultor. Lembre-se, sua função é ajudar a pessoa a tomar a melhor decisão. A pessoa tem que sentir que você é uma pessoa gabaritada e qualificada a ajudá-la.
9. Mostre o que a pessoa pedir – É comum alguns vendedores tentar "empurrar" o que eles querem para obter uma comissão mais alta.
10. Venda benefícios e não produto. – Não venda Omega 3 mas sim um coração sadio; Não venda carro mas sim status; não venda vestido mas sim uma noite de arrasar!
11. Fale o preço e cale-se. – Isso mesmo... Cale a boca! Esse é o momento que a pessoa irá pensar.
12. Se houver objeção, discuta valores. – Mostre as vantagens do seu produto em relação ao preço. Falaremos disso mais detalhado em outra ocasião.
13. Faça o fechamento da venda. – Iremos estudar o fechamento em outra oportunidade.
A fórmula da venda.
Como vimos, o cliente possui dois poderes: Dinheiro e decisão. O dinheiro tem um valor muito forte, pois foi através do trabalho que ele conseguiu esse dinheiro. Já que esse dinheiro é muito importante, ele só trocaria esse dinheiro por algo que vale a pena cada centavo.
A decisão de um cliente em comprar (ou seja, trocar seu dinheiro) só ocorre se, num determinado momento, ele descobre que o produto oferecido preenche todas as suas necessidades e valor cobrado é justo.
Analise o seu concorrente
É fundamental compreender como o seu cliente se sente a respeito de seus concorrentes diretos. Dessa forma, você pode montar um contra-ataque eficiente – sem criticar nem promover a concorrência.Independentemente do teor das respostas, não fique na defensiva nem fale mal do concorrente. Críticas diretas não são uma estratégia inteligente. Afinal, você estará insultando o cliente que escolheu o concorrente. Em vez disso, faça perguntas específicas e ajude-o a fazer comparações.
Cabe ao vendedor, guiar o cliente para tomar essa decisão.
 
http://harmonianatureza.com.br/cliente-dinheiro-decisao/

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Material de treinamento TICKET Car

http://www.ticketplus.com.br/portal/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=2C9EE2502F226602012F2BC3D935386C

Frotistas ganham linha especial de crédito no Itaú ‎

O Itaú e a Ticket Car, líder nacional em gestão de despesas de veículos, anunciam parceria para a criação do Compror Ticket Car, linha de crédito e de benefícios especialmente desenvolvida para o mercado de frotas. Por meio do cartão Ticket Car, que pode ser utilizado em mais de 10 mil postos e pontos de venda conveniados a Ticket, os frotistas terão mais facilidade e benefícios ao financiar a aquisição de bens e de serviços – como combustível, frete, manutenção, entre outros -, contando com a flexibilidade de pagamento a prazo associada ao limite de crédito no Itaú, o que melhora o fluxo de caixa das empresas. O produto possibilita ainda uma economia de até 20% na gestão de frotas empresariais e o atendimento personalizado de gerentes do Itaú e da Ticket Car.

Além de usufruir uma ampla rede de postos conveniados, é possível credenciar novos postos de acordo com a logística de transporte de cada empresa. Os frotistas podem acompanhar online o desempenho da frota por meio dos relatórios e painéis de controle, e definir os parâmetros desejados para o melhor controle dos gastos com abastecimento e manutenção. O uso do Compror Ticket Car elimina o adiantamento de recursos para o motorista e possibilita o gerenciamento financeiro por meio do site Itaú 30 Horas Empresa Plus, ambiente online onde é possível consultar notas faturadas, pagas, financiadas e não financiadas. Tudo isso com segurança, pois as informações dos veículos e das operações são capturadas pelo Ticket Car e enviadas para o Itaú de forma 100% eletrônica.

A parceria beneficiará 500 mil transportadores de carga em 2011, o que significa mais de 1,3 milhão de veículos de carga em todo o País, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Esses números constituem mais de 400 mil transportadores autônomos e 700 mil empresas de transporte de cargas. “O setor de transporte de carga vem apresentando crescimento significativo. Por isso, uma das prioridades da área empresas do banco é oferecer serviços específicos para esse mercado, fomentando ainda mais o seu crescimento”, afirma Carlos Eduardo Maccariello, diretor de Produtos Pessoa Jurídica do Itaú Unibanco.

A parceria, lançada oficialmente na segunda etapa da temporada 2011 da Fórmula Truck, que aconteceu no início de abril, no Rio de Janeiro, reforça o importante papel do Ticket Car no mercado de frotas. Ao oferecer o serviço, a empresa espera dobrar a sua carteira de clientes do setor até o final de 2011. Atualmente, o segmento de transporte de cargas corresponde a 30% da carteira de clientes do produto. “Com esse novo produto, esperamos chegar a 50% do volume de negócios total do Ticket Car. Como o Brasil possui um amplo mercado de transporte de cargas é muito importante estar atento a todas as necessidades do setor. A carência de financiamento é um dos principais fatores que impedem o crescimento desse mercado no Brasil, por isso estamos investindo nessa parceria”, afirma Marco Mamari, diretor de Marketing e Produto do Ticket Car.

Itaú Unibanco

O Itaú Unibanco é hoje o 10º maior banco do mundo em valor de mercado. Possui hoje mais de 5 mil pontos de atendimento e cerca de 30 mil caixas eletrônicos no Brasil. Além disso, está presente em 18 países e dois territórios das Américas, Europa e Ásia, com atuações em diferentes áreas de negócio. O Itaú atua no mercado de micro, pequenas, médias e grandes empresas buscando identificar as melhores soluções em negócios para necessidades específicas de seus clientes. Pensando no crescimento sustentável das empresas, o Itaú se estruturou para ser um grande parceiro de negócios de seus clientes, prestando consultoria financeira e buscando orientá-los não só sobre as necessidades do dia a dia, mas sobre temas que agreguem valor e efetivamente contribuam para a melhoria do desempenho financeiro dos negócios. Esse papel consultivo se traduz, dentre outras iniciativas, na realização de uma série de eventos voltados ao empresário nos quais são abordados temas como educação e gestão financeira, segurança e agilidade nos processos, educação financeira, tecnologia, gestão de mudanças e cenário macroeconômico.

Sobre a Ticket

Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 34 anos no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Transporte. Com abrangência nacional, a Ticket atende a 54 mil empresas-clientes e 5,3 milhões de usuários por meio de uma rede de 280 mil estabelecimentos credenciados nos 4,8 mil municípios brasileiros. A Ticket é uma empresa Edenred – que integra as empresas Ticket e Accentiv´ Mimética.

Sobre o Ticket Car

No mercado desde 1990, o Ticket Car é líder e pioneiro em gestão de frota, sendo o primeiro cartão com chip do País com operação 100% online. Inicialmente apenas para abastecimento, é uma linha de produtos e serviços para gestão de despesas de veículos, que inclui gestão de abastecimento e manutenção, serviços de assistência 24h, administração de bomba de combustíveis interna, telemetria, leitura de tacógrafo e uma ampla oferta de produtos sustentáveis, como o Ticket Carbon Control e Carbon Free que busca a compensação do CO2, juntamente com diversas ONGs e comunidades, entre outros. O Ticket Car atualmente atende a mais de cinco mil empresas-clientes. Ao todo, são mais de 300 mil veículos geridos, atendidos por meio de 10 mil estabelecimentos credenciados.

Fonte: Bagari/Economia e Finanças

CARTA-FRETE É DEFINITIVAMENTE PROIBIDA POR RESOLUÇÃO DA ANTT ‎

Com a regulamentação, os caminhoneiros poderão comprovar a renda e terão liberdade para escolher as melhores condições no abastecimento

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no Diário Oficial da União a resolução nº 3.658/2011 que regulamenta o pagamento dos caminhoneiros autônomos. Com isso, fica proibido o uso de carta-frete ou de qualquer outro meio não homologado pela ANTT. José Araújo “China” da Silva, presidente da União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam), conta que essa é uma das maiores conquistas para a classe. “Antes o sistema não tinha nenhum controle e cada um trabalhava na maneira que julgasse mais vantajosa. Agora existe uma regra e as companhias terão que cumprir”, comemora.

As empresas têm até 180 dias para se adequar a nova norma sem serem penalizadas. Transportadoras e embarcadoras podem escolher entre duas formas de pagamento: depósito direto na conta do caminhoneiro ou contratação de uma empresa homologada pela ANTT.

A Agência irá habilitar empresas como administradoras de meios de pagamento eletrônico de frete que cumprirem os requisitos previstos na resolução. Basicamente, as empresas candidatas à homologação devem ter sistemas de pagamento com recursos tecnológicos que permitam efetuar créditos para liquidação dos fretes, operações de saque e débito e utilização de senha para impedir o uso não autorizado. Nesses cartões deverá constar o valor do frete, do vale-pedágio, do combustível e de eventuais despesas. No site da ANTT ficarão disponíveis informações sobre as empresas habilitadas.

A nova resolução põe fim a uma prática com mais de 50 anos: a carta-frete. Forma comum de pagamento pelo transporte de carga, o documento não tem valor fiscal e é emitido sem permissão legal pelas próprias empresas, que liberam os caminhoneiros para abastecer somente nos postos acordados para realizar a troca da carta-frete por dinheiro ou cheque. O caminhoneiro também é submetido a um consumo mínimo e ainda ao pagamento de um valor superior no litro do combustível, infringindo o Código de Defesa do Consumidor, que proíbe condicionar o fornecimento de um produto ao consumo de outro.

Além de prejudicar cerca de 1,19 milhão de transportadores autônomos, a carta-frete também dificulta a fiscalização e facilita a sonegação de impostos. Estima-se que o setor movimente R$ 60 bilhões anualmente, mas 73% estariam na informalidade. Segundo dado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o governo brasileiro registra como movimentação de frete em relação a caminhoneiros apenas R$ 16 bilhões por ano.

Para os transportadores autônomos os principais benefícios serão a liberdade de escolha e a inclusão social. “Os caminhoneiros poderão optar pelas melhores condições oferecidas pelos postos. Além disso, com a regulamentação do pagamento eles terão como comprovar a renda e participar de programas de financiamento para renovar a frota”, explica. A Unicam foi a entidade que alertou o governo quanto à necessidade da abolição da carta-frete. “Essa conquista mostra que vale a pena lutar. O empenho da Unicam, das entidades representantes dos autônomos e das empresas transportadoras de cargas foi finalmente reconhecido”, comemora.

Sobre a Unicam (www.unicam.org.br)

A União Nacional dos Caminheiros (Unicam) é uma entidade de classe que representa os caminhoneiros em todo o país, com o objetivo de defender os direitos e interesses referentes à atividade dos caminhoneiros autônomos e microempresários.

Com 12 anos de história, já obteve 13 vitórias importantes para o segmento, como a atribuição de crédito do PIS/COFINS aos pagamentos dos serviços do caminhoneiro, a aprovação de leis para disciplinar o setor de transporte, melhorias relacionadas à infraestrutura portuária, e, recentemente, à aprovação da lei que elimina a carta-frete.

Sobre José Araújo “China” da Silva (o China)

Presidente da Unicam, José Araújo “China” da Silva fundou o primeiro Sindicato dos Caminhoneiros do Estado de São Paulo, em 1987. Caminhoneiro, trabalhava em uma distribuidora de petróleo quando começou a perceber os problemas do setor e decidiu agir. No início ajudava os colegas a resolver as dificuldades diárias e, quando deixou a companhia, decidiu ampliar sua atuação fundando a Unicam em 1998, em São Paulo.
Fonte: Paula Ferezin NOTÍCIAS - Veículos

Inflação atinge 6,51% em 12 meses e supera meta do governo

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou variação de 6,51% no acumulado dos últimos 12 meses, segundo pesquisa divulgada hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Esse resultado é superior ao centro da meta do governo, de 4,5%, e acima do teto, que prevê dois pontos de tolerância (6,5%). A inflação acumulada nos últimos 12 meses é a mais alta desde julho de 2005, quando os preços subiram 6,57%.

O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse que o resultado do IPCA de abril mostra que a inflação no Brasil já está desacelerando. Segundo ele, o indicador de abril já apresenta uma queda e está abaixo das expectativas do mercado.

IPCA de abril já mostra queda na inflação, diz Mantega
Preço do combustível pressiona custo de vida em São Paulo
Cesta básica fica mais barata em 14 capitais; SP tem alta

Márcia Ribeiro-29.abr.11/Folhapress

Posto de Rifaina vendia, no fim de abril, gasolina por R$ 2,999 o litro
Em abril, o IPCA --índice oficial de inflação do país e baliza o regime de metas do governo-- registrou alta de 0,77%, praticamente estável em relação a março, quando a variação foi de 0,79%. É a maior alta mensal desde abril de 2005 (0,87%). Em abril de 2010, a taxa havia ficado em 0,57%. No acumulado do ano, o índice ficou em 3,23%.

A inflação é umas principais preocupações do governo que vem tomando medidas para conter o consumo (como elevar o custo do crédito e a taxa básica de juros, a Selic ).

TRANSPORTES

Pressionados pela entressafra e a menor oferta de álcool, os combustíveis foram os vilões da inflação em abril e impediram uma desaceleração significativa do IPCA. Sozinhos gasolina e etanol representaram 39% da variação do IPCA em abril, de 0,77%.

O etanol subiu 11,20% em abril e já acumula alta de 31,20% no ano. Já a gasolina, que sobe no embalo da sua mistura em 25% com o biocombustível e da demanda aquecida, teve alta de 6,26% em abril --no ano, a variação chega a 9,58%.

Em abril, os maiores preços médios da gasolina em foram registrados em Goiás (2,40%), Distrito Federal (R$ 2,90) e Rio de Janeiro (R$ 2,89). Em São Paulo, ficaram em R$ 2,73.

A disparada dos preços dos combustíveis praticamente anulou a desaceleração dos alimentos, cuja taxa cedeu de 0,75% em março para 0,58% em abril.

A Importância da Gestão de Riscos na Prevenção de Roubo de Carga Rodoviário

Descrição: Os riscos nas operações logísticas mais comuns a qualquer atividade empresarial as quais não poderão ser desconsideradas na análise de risco são respectivamente: “Roubo de carga (embarcada ou armazenada), avaria da carga (decorrente de acidente no transporte ou sinistro no armazém como inundação, incêndio e/ou desabamento), acidente ambiental (decorrente do derramamento de produtos químicos transportados em áreas de mananciais), acidente automobilístico (decorrente da combinação de fatores como a negligência ou imprudência do motorista, das más condições das estradas e/ou das más condições metereológicas), bloqueio da estrada (decorrente de fenômeno natural como deslizamento de terra, queda de ponte, inundação), manifestação sociais (greves; movimento dos sem terra, índios), greve (movimento sindical que paralisa os motoristas e os carregadores, ou ainda os agentes alfandegários) e naufrágio (acidente no transporte fluvial ou marítimo de carga, decorrente das más condições climáticas e até por ações “piratas)” (FARIAS, 2010, p.2). Seja qual for o tipo de análise de risco (matemático ou subjetivo) utilizada pela gestão risco, o principal objetivo é garantir que o produto desde sua origem, armazenagem, movimentação, transporte e entrega ao cliente final seja feita da melhor forma possível e segura, tudo com o fito de se obter melhor resultado operacional, administrativo e financeiro. Nos casos em que apesar da análise de risco tenham sido favoráveis ao transporte de carga rodoviário e, mesmo assim, por questões fortuitas a ação humana na proteção dos bens transportados possa ocorrer alguma forma de perda, são importantes três ações de contra-medidas da gestão de risco como forma de preservação do ativo organizacional, a fim de minimizar os efeitos de uma crise estabelecida em um fato concreto como por exemplo de roubo de carga. “Medida de Intervenção Direta – são ações imediatas de intervenção sobre o sinistro em andamento. Que vão desde o bloqueio do veículo de carga e o acionamento de apoio dos órgão governamentais (policia, bombeiro, SAMU etc.), até o envio de veículo para transbordo da carga e a ativação do Comitê de Crise que a empresa deve estabelecer em sua política de Gestão de Risco; Medidas de Limitação da Crise – significa estabelecer os limites da crise e não permitir que se estenda além destes, compartimentando as conseqüências por meio de ações de contenção. Proteger o nome da empresa cobrindo o logotipo da mesma no veículo, retirar o uniforme do motorista e acionar a assessoria de imprensa; Medidas de Restauração da Operação – são as medidas que visam retornar as operações afetadas pela crise, no menor tempo possível. O transbordo da carga para outro veículo e a continuidade da viagem, ou a transferência da carga de um armazém afetado para outro mais seguro, ou ainda a troca do motorista que não esteja em condições de seguir viagem, entre outras de acordo com cada crise” (FARIAS, 2010, p.2). Estas são algumas medidas de gerenciamento de risco que podem ser adotas no transporte de carga rodoviário, todavia, cada empresa deve estabelecer seu plano de gerenciamento de risco com base nas análises estabelecidas, necessidades, critérios de riscos envolvidos e de acordo o contexto do negócio da atividade logística. A GESTÃO DE RISCO E A ISO 31000 Pode-se observar que quando se fala em gerenciamento de risco vimos logo à importância que ela tem em todo o processo logístico, mas precisamente no transporte de carga rodoviário. “O foco no transporte de carga não é à toa, ocorre que cerca de 60% dos custos da logística está no transporte. Sendo assim, os custos em decorrência de perdas nesta atividade trás impacto direto para toda sociedade e não apenas para as transportadoras, gerenciadora de risco e seguradoras, pois estas perdas acabam por ser repassadas para os consumidores finais” (MORETTI, 2010, p. 20). Com o advento da ISO 31000 o gerenciamento de risco deve ser organizada a partir do framework (estrutura) de processos proposto pela norma no qual visa à estruturação da gestão de riscos nas organizações. Apesar de que a ISO 31000 não apresente os métodos que devem ser utilizados para a identificação dos riscos, análise de risco e monitoramento dos riscos os quais serão somente apresentados na ISO 31010, todavia, ela dá a estrutura de como fazer a gestão e apresenta os processos que cada gestor de risco pode seguir, utilizando as ferramentas já existentes e utilizadas hoje, pois nenhuma delas foi invalidada. A ISO 31010 traz em sua norma, 28 tipos de análise de gestão de risco os quais as organizações podem escolher a melhor forma que se adapta ao seu negócio. Desta forma cada gestão de risco poderá mensurar seus riscos e suas perdas em decorrência de sua atividade final. Qualquer que seja o método de análise de risco utilizado pela gestão de risco no transporte de carga rodoviário, este deve mensurar de forma clara e objetiva quais os impactos financeiros e possíveis perdas podem ocorrer em decorrência desta atividade. Sendo assim, pode-se citar o método Brasiliano que tem contribuído de forma decisória junto às organizações de transporte de carga rodoviário onde os recursos financeiros devem ser investidos de forma a proteger o ativo organizacional, proporcionando melhores resultados financeiro. Embora o custo da perda em um caso concreto de roubo de carga via rodoviário seja percebido apenas do total da carga subtraída, é importante ressaltar que há outros custos envolvidos os quais não são percebidos por muitas organizações e que devem ser levados em consideração.Para exemplificar outros custos em decorrência de um roubo de carga rodoviário, Moretti (2010, p. 21) propõem a seguinte equação de perda: CP= Sp + St + Cc + Rc – (I-P) CP – custo da perda Sp – é a substituição permanente do produto, aquilo que foi efetivamente roubado. St – é a substituição temporária, ou seja, os recursos gastos com a operacionalização de substituir temporariamente o caminhão, motorista, pedágios, frete, e tudo que foi gasto para atender a ocorrência. Cc – é o custo conseqüente, que é a perda gerada em decorrência da ocorrência, que pode ser, em muitos casos, maior do que o valor da carga, por exemplo a perda de um cliente. Rc – é a redução do dinheiro em caixa, que neste caso só será contabilizado o dinheiro, em espécie, caso tenha sido roubado ou se também era transportado. I – é a indenização que o seguro pagará, caso a carga seja segurada. P – é o prêmio pago pelo seguro até o momento da ocorrência e sabemos que o valor é maior devido ao tipo de carga e a quantidade de ocorrência existente. De fato o custo da perda em decorrência de um sinistro logístico vai muito além da perda do produto roubado incluindo desde o não cumprimento dos prazos acordados com o cliente até a sua necessidade, quando não for atendida. Assim a análise de risco juntamente com uma gestão de risco alicerçada com a ISO 31000 dá aos gestores que atuam neste seguimento oportunidade concretas de análise de risco com foco na excelência operacional na busca por ferramentas de gestão que auxiliam a tomada de decisão na hora de escolher qual a melhor forma de se transportar um bem material no transporte de carga rodoviário. Contudo, apenas a análise e gestão de risco não resolvem os problemas destacados. É preciso que as transportadoras, gerenciadoras de risco e operadores logísticos invistam continuamente em recurso tecnológicos de segurança, tanto para a proteção de seus veículos quanto para os centros de distribuição – CD’s ou locais de armazenagem. Deve-se investir na infraestrutura dos referidos locais de forma que está propicie ao corpo operacional maior segurança, bem estar e conforto durante a operacionalização dos produtos e serviços dispostos nestes ambientes. Ressalta-se que a qualidade desta atividade depende da integração dos profissionais de logística e segurança para a melhoria continua dos serviços oferecidos aos clientes. Ainda, confira o Post sobre Segurança e Logística Quem tiver mais informações a acrescentar, deixe um comentário. Não deixe de assinar o feed. Abraço e até a próxima! Siga este e demais artigos no Twitter @portal_oguedes

Componentes da Apple já estariam em Jundiaí


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Componentes da Apple já estariam em Jundiaí

Por Rogerio Jovaneli, de INFO Online
 
• Sábado, 07 de maio de 2011 - 17h21
Reprodução
SÃO PAULO – Reportagem deste sábado do Jornal de Jundiaí revela que dez carretas descarregaram ontem componentes eletrônicos da Apple no condomínio de galpões GR Jundiaí.
Os caminhões, protegidos por escolta armada, vinham do porto de Santos, entrando na GR por volta das 16h15, relata o jornal.
No texto, o JJ diz ter ouvido de dois supervisores holandeses da Syncreon que pessoas estavam sendo treinadas para preparar mercadorias a serem despachadas por navios.
"Não sabemos onde serão montados os equipamentos da Apple, mas podemos dizer que já estamos treinando essas pessoas", teria revelado um dos homens, em inglês, de acordo com o Jornal de Jundiaí.
Entenda a história
No mês passado, a INFO revelou http://info.abril.com.br/noticias/mercado/apple-ja-tem-endereco-em-jundiai-12042011-30.shl que a representação comercial da Apple no Brasil mudou, no dia 3 de março, o endereço de registro de sua filial da cidade de Santo André, região metropolitana de São Paulo, para Jundiaí, no interior do estado.
O local – Rodovia Vice-Prefeito Hermenegildo Tonolli, 1500 –, que fica no Distrito Industrial, em Jundiaí, é um condomínio fabril (GR Jundiaí) de 50 mil metros quadrados, ocupado em sua maior parte (70% da área) por galpões modulares, sendo os de nº 16 e 1, com 2.015 metros quadrados e 1.835 metros quadrados de área total, respectivamente, alugados pela filial da Apple.
Ambos os galpões são citados como parte do endereço da filial da Apple, segundo o documento daJucesp.
Na reportagem, trouxemos a informação de que o galpão 16 pertence à Syncreon, empresa especializada em serviços de logística integrada para indústrias globais, enquanto o galpão 1 é de outra empresa de logística, a HB Logistics, do grupo Hesselbach.
A fábrica da Foxconn, tradicional integradora de produtos da Apple no mundo, fica a cerca de cinco quilômetros de distância do condomínio da GR (confira na próxima página a visita do INFO no Ar à Foxconn e à GR Jundiaí).
Em seu site, a Syncreon diz atuar no “manuseio, processamento e gerenciamento do fluxo de entrada e saída de materiais e produtos para fabricantes e OEMs”. No idioma inglês, a sigla significa “Original Equipment Manufacturer”, um termo usado para designar quando uma empresa monta produtos para marcas terceiras, exatamente como trabalha a Apple com seus parceiros no mundo.
Procurada, a Syncreon confirmou a transferência de parte de suas operações do município de Santo André para a cidade de Jundiaí, exatamente para o condomínio da GR, conforme o documento da Junta Comercial.
Questionada a respeito do nome da parceira e do segmento, a Syncreon disse na época não poder revelar tais informações em virtude de um acordo de sigilo.
A ficha da Syncreon na Jucesp diz que a empresa desempenhará no galpão de Jundiaí as atividades de “armazenagem geral e serviços de embalamento e desembalamento de materiais e componentes de propriedade de terceiros e sua movimentação para o local cliente”.
Ao que tudo indica, a área industrial do condomínio GR será um ponto para receber e armazenar componentes de produtos Apple fabricados na China que, numa segunda etapa, serão montados na planta industrial da Foxconn, na mesma região.
Atualmente, os produtos da Apple comercializados no Brasil chegam ao país via importação e recolhem até 50% de seu valor em impostos. Com a montagem nacional, a companhia vai beneficiar-se de vantagens fiscais e será de capaz de reduzir seus preços ou ainda ampliar sua margem de lucro.
No caso específico da produção de iPads, a Apple e outros fabricantes de tablets aguardam uma definição do Governo Federal que pode classificar esse tipo de produto como “computador pessoal”. Se isso se confirmar, o iPad deixará de recolher alíquota de PIS (1,65%) e COFINS (7,6%).
Em abril, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou que a Apple e a Foxconn vão produzir o tablet da Apple no Brasil até o fim de novembro deste ano.
Segundo ele, a fabricante taiwanesa pretende investir US$ 12 bilhões (cerca de R$ 19 bilhões) no país, nos próximos cinco anos, com direito à construção de uma “cidade inteligente” que daria emprego a 100 mil pessoas.
O projeto apresentado na terça por Mercadante cita que 20 mil desses postos de trabalho a serem gerados em função do investimento da companhia no país serão destinados a engenheiros e 15 mil a técnicos especializados.
A instalação da nova operação da Foxconn em Jundiaí teria duas fases. A primeira, que começará neste ano e irá até 2013, envolveria a produção de componentes para telefones celulares, notebooks, tablets e monitores de escritório, e posteriormente, entre 2014 e 2016, envolveria a produção de aparelhos de TV de alta definição.
Além de Jundiaí, onde já possui operação, a Foxconn possui unidades fabris também em Indaiatuba, Manaus e Sorocaba.