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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Facebook lança guia de marketing online

Arquivo pode ser baixado gratuitamente e mostra estratégias de publicidade na rede social
Daniel Telles Marques, para o iG Tecnologia


O Facebook publicou um guia sobre melhores práticas em marketing na rede social. O arquivo de 14 páginas pode ser baixado gratuitamente  e dá dicas sobre comportamento coorporativo online.
Reprodução

Guia trata de comportamento e estratégias de publicidade online
Com tópicos para "criar uma rede social rica em experiências, construindo relações e amplificando o maior importante tipo de marketing - o boca a boca", o guia revela desde princípios do marketing em rede a casos de empresas que usaram o Facebook para promover produtos.
A rede social criada por Mark Zuckerberg ampliou o apelo à publicidade no site na semana passada, ao lançar o serviço de pagamento a usuários que assitem propagandas na rede. A ideia do grupo que desenvolveu a estratégia é aumentar a demanda de anúncios que funcionem como entretenimento de massa. O guia ensina como promover e ampliar a repercussão dessas iniciativas.

Álcool fica mais barato em 12 Estados, mas gasolina ainda leva vantagem em todo o país

O preço do álcool recuou em 12 Estados brasileiros, de acordo com levantamento do R7 com base nos dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgados nesta terça-feira (10). Apesar da queda do preço nesses Estados, ainda compensa encher o tanque com gasolina em todas as unidades da federação.

O álcool está mais barato no seu posto? Vote!

A pesquisa de preços da ANP é feita em quase 9.000 postos do país e leva em conta os valores coletados entre os dias 1º e 7 de maio.

No Brasil, o preço médio do combustível passou de R$ 2,36 na semana passada para R$ 2,304 nesta – uma diminuição de 2,37%. O etanol está mais barato no Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Na última segunda-feira (9), o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que os motoristas brasileiros sentiriam o álcool mais barato nesta semana. A queda para o consumidor vai ocorrer porque o governo tomou medidas pontuais e porque está empenhado em elevar a produção de etanol, segundo Lobão.

Os postos paulistas tiveram a maior redução percentual do preço do álcool na bomba: o litro passou de R$ 2,137 para R$ 2,075 nesta semana, o que representa um recuo de 2,9%.

O Rio Grande do Sul apresentou a segunda maior queda: o álcool está 2,44% mais em conta nos postos do Estado, onde o litro passou de R$ 2,861 para R$ 2,791. No Paraná, terceiro do ranking com as maiores diminuições, o litro passou de R$ 2,274 para R$ 2,226 – queda de 2,11%.

Apesar de o ministro ter dito que o álcool ficaria mais barato em todo o país, nem todos os Estados brasileiros registraram queda no preço do álcool nesta semana. Pelo contrário: o combustível ficou mais caro em 12 unidades da federação ou manteve os preços em três.

Gasolina

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Enquete: o álcool está mais barato?
A gasolina, por outro lado, está mais cara em 16 Estados do país. O preço médio do combustível passou de R$ 2,802 na semana passada para R$ 2,914 nesta, o que representa um aumento de quase 4%, de acordo com a ANP.

O combustível está mais caro no Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Sergipe.

Quando compensa o álcool?

Para descobrir qual combustível compensa, o consumidor deve dividir o preço do álcool pelo da gasolina. Se a conta ficar abaixo de 0,70, vale a pena escolher o álcool porque o rendimento do motor a álcool corresponde a 70% do poder dos motores à gasolina. Vale lembrar que a forma de dirigir e o modelo de veículo também interferem no consumo de combustível do carro.

Com os últimos preços médios nos postos brasileiros – do álcool a R$ 2,304 e da gasolina a R$ 2,914 - divulgados pela ANP, o valor do litro do etanol equivale a 79% do da gasolina. Nesse caso, considerando a média de preços no Brasil, o álcool seria vantajoso se custasse até R$ 2,03.

Código de rastreamento gera processo no Google

Companhia teria recolhido publicidade e métrica de uso de aplicativos para entregar dados a companhias de propaganda móvel

O Google e as companhias de publicidade móvel Flurry e Mobclix foram processados na semana passada em São José, Califórnia (EUA), por supostamente colher dados de localização e números de identificação de dispositivos, além de introduzirem um código contaminado nos dispositivos.

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O processo obtido em favor de um usuário alega que as empresas violaram a lei federal de computação e as leis da Califórnia que regem a criminalidade na informática e a realização de negócios, além do rompimento de um contrato implícito.

A denúncia afirma que os usuários do Android baixaram apps que incluíam códigos embutidos de colheita de informação – APIs para recolhimento de publicidade e app de uso de métrica – e que enviavam dados detalhados, incluindo localização e identificadores para empresas de publicidade móvel. Esta informação, segundo a denúncia, era então usada para rastrear, traçar o perfil e identificar pessoalmente os usuários.

Caso Android

As reportagens sobre a segurança do app do Android parecem ter conduzido o processo. A denúncia cita descobertas por pesquisadores de segurança acadêmica e corporativa que revelam, por exemplo, que metade dos 30 aplicativos da plataforma testados “transmitiam a localização física do usuário e, em alguns casos, o número de telefone para os réus, sem revelar essa transferência para o usuário, para fins não relacionados com o propósito anunciado do aplicativo e, na maioria dos casos, em forma de texto”.

O Google não quis comentar o processo. A empresa defendeu sua manipulação de compartilhamento de localização em dispositivos Android, observando que esse compartilhamento é opt-in (processo no qual as pessoas consentem em receber sua comunicação) e que o Google fornece “comunicação e controle sobre a coleta, compartilhamento e uso da localização”.

A Flurry e a Mobclix não responderam comentaram o assunto.

A denúncia chega em meio à crescente inquietação sobre a coleta de dados e privacidade. No mês passado, a Apple foi forçada a se defender da acusação de manipulação de dados de localização após pesquisas levantarem a questão sobre a presença de um banco de dados hotspot Wi-Fi armazenado no iPhone. Desde então, a empresa lançou uma atualização de código para resolver o problema.

Os legisladores discutem sobre os limites da coleta de dados online por meses e, na última semana, o senador Jay Rockefeller afirmou que planeja introduzir uma legislação “Do-Not-Track”, que exige que as empresas honrem com a escolha do consumidor quando estes disserem que não querem suas atividades online rastreadas.

Alguns competidores do Google, como a Microsoft, já apoiaram a lei Do-Not-Track, mas a empresa ainda não se pronunciou. O Google conta com esses dados para monetizar os serviços gratuitos que fornece e defende consistentemente o manejo de dados dos usuários e da utilidade de tornar dados agregados anônimos para melhorar seus serviços.

Venkat Balasubramani, um advogado com um escritório de advocacia e colaborador do blog de Eric Goldman Technology & Marketing Law, caracterizou a denúncia como uma repetição do rastreamento das ações de cookie, em contexto celular.

Dificuldade

A afirmação do processo de que a inclusão de métricas de código em um aplicativo móvel constitui uma infração não deve ir muito longe, ressaltando que as alegações anteriores de que o spam é uma contravenção porque diminui a velocidade do computador foram canceladas. A caracterização do processo dos apps com “acesso não autorizado” como violação das leis federais e estaduais enfrentam desafios semelhantes, afirmou. Contudo, ele apontou que os tribunais se mostraram dispostos a tratar como uma violação da Fraude de Informática e Lei do Abuso em alguns contextos.

Balasubramani explicou em um e-mail que tais denúncias têm, tipicamente, certa dificuldade em mostrar danos específicos. Ele notou que um resultado provável dessa denúncia e de casos similares poderá ser um esforço maior de companhias que exijam promessas dos desenvolvedores para que usem o código de publicidade de forma aceitável. Mas ele também observou que essas empresas normalmente têm termos explícitos de políticas de utilização que requerem que os desenvolvedores não abusem do poder do código.

Roberval Andrade quer voltar a vencer em Caruaru

Atual campeão da Fórmula Truck, o paulista Roberval Andrade estreará novos componentes eletrônicos em seu caminhão na corrida de Caruaru, domingo (15/5), às 13h, na segunda etapa do Campeonato Brasileiro da categoria. Assim, o piloto da equipe Corinthians/Scania espera reencontrar o caminho das vitórias na Capital do Forró – ele subiu ao degrau mais alto do pódio duas vezes, em 2001 e 2002.
“O caminhão está bem acertado. Acredito que tenho boas chances de voltar a vencer em Caruaru neste domingo. A torcida é para que não chova, porque se não a corrida vira loteria”, afirmou Roberval Andrade, que chegou na tarde desta quarta-feira (11/5) ao Recife. “Gosto muito da pista e da torcida daqui de Pernambuco. Por isso, faço questão de chegar na frente nesta etapa. Essa má fase dos últimos anos vai acabar, com certeza”, completou.
Leia mais na edição desta quinta-feira (12/5) do Jornal do Commercio.

Grêmio estreia na Fórmula Truck neste fim de semana

A próxima etapa da Fórmula Truck em Caruaru terá uma novidade. Como adiantado pelo LANCE! dia 03 de abril durante a etapa do Rio de Janeiro da categoria, o Grêmio estreará com uma equipe oficial no campeonato.

Seguindo os passos de Corinthians e Flamengo, o Grêmio porto-alegrense agora também tem seu carro na Fórmula Truck. O piloto será Gerson Trindade Jr. e comandará o bruto número 100.

O acordo é oficial e foi confirmado pelo marketing do clube: - O apoio do Grêmio é oficial na Fórmula Truck. O clube apoia Gerson, que é um grande gremista, em mais uma conquista fora as quatro linhas. O patrocínio do Grêmio será amplamente divulgado no caminhão, boxes, macacões e roupas dos mecânicos - disse Michelly Billo, gerente de Marketing do clube.

Etanol cai R$ 0,20 nos postos da BR e Ipiranga em SP

Etanol cai R$ 0,20 nos postos da BR e Ipiranga em SP
11/05/2011 - 16:44
Agência Estado
Os postos de combustíveis da BR Distribuidora e da Ipiranga no Estado de São Paulo reduziram o preço do etanol hidratado em R$ 0,20 por litro, em média, a partir de hoje, em consequência da queda dos preços nas usinas.
A afirmação é do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo, José Alberto Paiva Gouveia. Nos últimos 15 dias, o preço do etanol hidratado na usina caiu 27%.
Segundo Gouveia, a redução média dos preços nos postos ficará em torno de 10% para estas duas distribuidoras. Já o preço da gasolina registrou um recuo de R$ 0,05 por litro em média, cerca de 0,5%.
Segundo ele, esta queda é apenas o repasse para o consumidor do recuo verificado junto aos produtores. "À medida que as distribuidoras vão adquirindo novos volumes de etanol a um preço menor, estes novos valores vão sendo repassados aos consumidores", disse o executivo.
Gouveia disse que até o final desta semana a expectativa é de que todas as distribuidoras já tenham repassado o recuo dos preços para seus postos.
O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom), Alísio Vaz, explica que a redução anunciada por estas distribuidoras é um evento normal, provocado pelo mercado.
 "Com a entrada da safra do Centro-Sul e maior oferta de etanol, é normal que os preços recuem e cheguem ao consumidor", disse. Vaz afirma que não se trata de queda provocada por pedidos do governo. "É mercado. E como os preços do etanol seguem em queda, novos recuos na bomba são esperados em breve", disse.
Em nota, a distribuidora Ipiranga afirmou que a redução de preços da gasolina e do etanol para revendedores no Estado de São Paulo foi uma consequência da queda no preço do etanol nas usinas.
Em resposta a um pedido da Agência Estado, a Ipiranga enviou uma nota de duas linhas: "A Ipiranga vem reduzindo os preços dos combustíveis como consequência da redução dos custos do etanol nas usinas.
As pesquisas de preço bomba divulgadas pelos órgãos oficiais já refletem a redução."

Trabalhadores devem ganhar R$ 6 bi em PLR

Francisco Carlos de Assis - O Estado de S.Paulo
No melhor cenário projetado por sindicalistas, apenas três grandes categorias de trabalhadores - bancários, petroleiros e metalúrgicos de montadoras - devem injetar na economia neste ano e no início de 2012 pelo menos R$ 6 bilhões a título de Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
O valor é calculado tendo como base o crescimento de 30% no lucro dos seis maiores bancos em 2010 (Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Santander e HSBC, segundo dados da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro - Contraf), o resultado de R$ 35,189 bilhões da Petrobrás, segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), além de acordos com montadoras.
Em 2010, segundo o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro, o setor bancário injetou na economia R$ 3,5 bilhões em PLR. Extrapolando o porcentual de crescimento do lucro das maiores instituições para todo o setor, os bancários poderão receber agora até R$ 4,55 bilhões.
No último fim de semana de julho, a categoria vai se reunir em São Paulo para discutir a pauta de reivindicações que será entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em agosto.
Os petroleiros, segundo o coordenador da FUP, João Moraes, despejaram R$ 1,15 bilhão na economia em 2010. Para este ano, ele estima algo próximo a R$ 1,35 bilhão. A FUP iniciará negociações em setembro, e seus dirigentes estão otimistas. Os petroleiros, de acordo com a Federação, são a única categoria que conseguiu garantir a negociação da PLR separadamente.
Entre as montadoras, duas já fecharam acordo - Volvo e Renault, ambas do Paraná. A Volvo vai pagar R$ 15 mil a cada funcionário: R$ 7 mil em junho e R$ 8 mil em fevereiro, em um total de R$ 48 milhões. A Renault se comprometeu a distribuir R$ 64 milhões, metade em junho e o restante em fevereiro. Os dois PLR somam R$ 112 milhões.
Os R$ 6 bilhões previstos para as três categorias, como indicam os acordos das duas montadoras, não devem ser distribuídos integralmente este ano, pois a legislação não permite o pagamento de duas parcelas de PLR no mesmo semestre.
Especialistas avaliam que, isoladamente, esses números têm pouca força para influir nos índices de preços. Apesar dos ganhos individuais no âmbito global, eles têm pouco impacto em um universo em que a massa de rendimentos efetiva, que envolve salários e abonos, chega a R$ 1,75 trilhão - ou 47,6% do Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 3,675 trilhões no ano passado. 

Centro da CCR atenderá caminhoneiros

são paulo - A concessionária CCR Via Oeste inaugura dia 12 de maio, às 10 horas, um moderno Centro de Atendimento ao Caminhoneiro instalado na Área de Descanso do km 57 da Rodovia Castello Branco (SP 280) - sentido capital, junto ao Posto de Serviços Quinta do Marques, região de São Roque . 

Com novo formato, o Estrada para a Saúde passa a oferecer atendimentos diários, de segunda a sexta-feira, das 9 h às 17 h, facilitando e estimulando o comparecimento dos motoristas que podem escolher o dia e horário mais adequados. O objetivo é promover melhorias na qualidade de vida de milhares de motoristas de caminhão.

No Centro de Atendimento o caminhoneiro poderá fazer gratuitamente exames de tipagem sanguínea, fator Rh, glicemia, colesterol, triglicerídeos e pressão arterial, acuidade visual, entre outros. Além disso, poderá realizar consultas especializadas com enfermeiros e cuidar da saúde bucal (tratamento odontológico preventivo, limpeza e restaurações), além de serviços como corte de cabelo e uma área de descanso com lavanderia, chuveiros, e um amplo estacionamento para 50 carretas, com infraestrutura para atender cargas frigoríficas.

Fusão da Sadia com Perdigão pode repetir o caso Nestlé-Garoto?

Cade deve julgar o acordo em junho ou julho; parecer restritivo de procuradores causa nervosismo, mas não sinaliza decisão

Claudia Faccchini, iG São Paulo | 11/05/2011
Foto: Agência EstadoAmpliar
Sadia e Perdigão fundiram operações em 2009
As restrições à fusão da Sadia com a Perdigão contidas no parecer feito pelos procuradores do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) causaram nervosismo e levantaram dúvidas sobre a aprovação do acordo, de R$ 21 bilhões, pelo próprio órgão antitruste.
Em junho ou julho, os conselheiros do Cade devem bater o martelo sobre a união entre as duas maiores empresas brasileiras do setor de carne e que criou a BRF – Brasil Foods, em 2009.
A grande dúvida é: a fusão Sadia-Perdigão corre o risco de se transformar em uma repetição do caso Nestlé-Garoto, cujo acordo foi vetado pelo Cade em 2004, mas que se arrasta até hoje nos tribunais? Ou será como o caso AmBev?
Firmada em 1999, a união das duas arqui-rivais no setor de cervejas Brahma e Antárctica causou comoção e criou um grupo com 70% de participação de mercado. No caso da AmBev, o Cade determinou, na época, que a empresa vendesse a marca Bavária, que possuía 4,5% de participação de mercado de cerveja. Hoje, a marca pertence à holandesa Heineken.
No caso Sadia-Perdigão, o problema não foram as restrições colocadas pelo procuradores do Cade, já que, pelo gigantismo da operação, é esperado que as autoridades antitruste façam exigências. Os receios recaem sobre o alcance dessas imposições: a manutenção das marcas Sadia e Perdigão é considerada um aspecto crítico para o sucesso da fusão.
Existem vários casos em que a sentença conferida pelo Cade foi oposta às recomendações feitas pelos procuradores e não seguiram nem mesmo os pareceres feitos pela Secretaria de Defesa Econômica (SDE), ligada ao Ministério da Justiça, e pela Secretaria de Assuntos Econômicos (SEAE), do Ministério da Fazenda.Segundo um advogado ouvido pelo iG, o relatório da Procuradoria do Cade não pode ser tomado como um indicativo do caminho que será adotado pelos conselheiros.
Se for exigido que a BRF venda algumas marcas, será o melhor cenário. O problema, porém, será se os conselheiros determinarem que a BRF se desfaça das marcas Sadia ou Perdigão, como sinalizaram os procuradores do órgão em seu parecer. Uma fonte ouvida pelo iG avalia que, neste caso, há um risco de que o processo de arraste na Justiça porque limitaria os ganhos de sinergia da fusão.
Nos dois pareceres anteriores, os técnicos da SDE e da SEAE recomendaram que a BRF deixasse de vender carnes com a marca Batavo e vendesse as marcas Doriana, Calybom, Rezende e Confiança.
Os procuradores do Cade, no entanto, avaliaram que essa opção pode ser insatisfatória para evitar um excesso de concentração, levantando dúvidas sobre a manutenção das marcas Sadia e Perdigão.
BRF mantém confiança na aprovação
“O parecer ( dos procuradores) não tem conteúdo decisório ou vinculante e trata-se apenas de mais um documento de auxilio ao julgamento da operação pelo Cade, que não está limitado aos seus termos. Importante destacar que o parecer não está baseado em qualquer fato novo, mas sim no conjunto de documentos produzidos até o presente momento”, informou a BRF, em um comunicado enviado ao mercado na terça-feira.
“A BRF reafirma a sua convicção de que existem argumentos técnicos capazes de demonstrar ao Cade que a operação é pró-concorrencial e reforça a presença e a competitividade do Brasil no exterior. Tendo em vista a ausência de barreiras relevantes à entrada, a existência de intensa rivalidade e a geração de substanciais sinergias e eficiências que serão repassadas ao consumidor final, a BRF se mantém confiante na aprovação da operação pelo Cade”, afirmou a empresa.
Veja algumas decisões do Cade:
Foto: Divlugação
Anúncio da Kolynos de 1959
Colgate-Kolynos - Com a aquisição da Kolynos, em 1996, a Colgate-Palmolive passou a deter 79% de participação de mercado em cremes dentais. O Cade determinou que a empresa deixasse de comercializar a marca Kolynos, que possuía 47% de participação de mercado, por quatro anos. Em seu lugar, a Colgate lançou a marca Sorriso, que viria depois a ocupar 42% do mercado, conferindo novamente à empresa cerca de 71% das vendas.
AmBev - Em 1999, a Brahma comprou a arqui-rival Antarctica, que possuía dívidas na época de R$ 1,5 bilhão, passando a controlar cerca de 70% do mercado de cerveja. Em seu julgamento, em abril de 2000, Cade impôs que a AmBev, empresa resultante da fusão, vendesse a marca Bavária, que pertencia à Antarctica, contrariando as recomendações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae). Os dois órgãos haviam avaliado que a empresa deveria se desfazer de uma das três marcas líderes, Skol, Brahma ou Antarctica.
Em 2010, o Cade condenou a AmBev a pagar uma multa de R$ 353 milhões, a maior da história do órgão, por exigir exclusividade dos seus produtos em pontos de venda.
Nestlé-Garoto - O Cade vetou a compra da fabricante brasileira Garoto pela multinacional suíça Nestlé em 2004, dois anos após a realização do acordo, por considerar que a empresa passaria a deter uma participação excessiva, de 60%, do mercado de chocolates. A Nestlé entrou na Justiça contra a decisão e disputa se arrasta até hoje. 

Marketing B2B x Marketing B2C


O marketing B2C em sua maior parte tem foco voltado para a comunicação, já o marketing B2B é estratégico


À pedidos, vou escrever sobre o marketing B2B – pra quem leu meu post "A verdade sobre B2B e B2C" entendam este post como "Marketing no mercado empresarial".

O marketing B2B está em um mundo diferente do marketing B2C. Logicamente que muitos conceitos são aplicáveis à qualquer tipo de negócio, mas o que é ensinado na maioria das faculdades são conceitos e modelos para o mercado do consumidor final pessoa física. Para os profissionais que saem direto da faculdade para o mercado de consumidor final empresarial (B2B), o que acontece é uma grande confusão quando percebe que grande parte do que aprendeu não é aplicável ao seu negócio, tal como: propagandas na TV, rádio, revista, promoção leve 2 pague 1, etc, onde nada disto é realmente efetivo como no B2C. O que fazer?


Falando um pouco sobre o B2B, um dos grandes problemas que passamos no Brasil é a falta de concorrência em alguns mercados, pois onde há pouca concorrência, há também pouca inteligência e fugindo um pouco do nosso tema, é por isso que a melhoria das relações comerciais entre China x Brasil não são de todo o ruim para as empresas nacionais, pois as obriga a se desenvolverem para não perder share contra estes gigantes do baixo custo. Isso é bom para nós, profissionais do marketing B2B, encarem como uma grande oportunidade!

Voltando ao assunto, o marketing B2C em sua maior parte tem foco voltado para a comunicação, já o marketing B2B é estratégico. Empresas B2B devem trabalhar e focar nos ativos intangíveis da empresa (relacionamento com clientes e fornecedores, modelos de gestão apropriados ao business, benchmarking) e ter a estratégia competitiva como uma de suas bases. A pessoa que pediu este artigo trabalha em uma empresa com mais de 25 anos e há pouco os donos decidiram criar uma logomarca e deram à ela a responsabilidade de gerenciar o projeto, a qual me pediu um conselho sobre como deveria fazê-lo. Vejo que a criação de uma logomarca pode ser uma grande estratégia de Marketing B2B visto que vai muito além de uma simples criação de um bonito logo. A logomarca DEVE refletir o que realmente a empresa é, ou seja, uma "simples" criação de logo pode virar uma grande revolução na empresa. Na empresa onde trabalho, gerenciei e realizei um projeto como este e a proposta era criar uma identidade visual moderna, mas o grande problema era: a empresa não tinha esta mentalidade moderna. O projeto durou cerca de 1 ano, pois não somente mudamos o logo, e sim, toda a mentalidade e conceitos da empresa, onde houve mudança no atendimento ao cliente, implementação de um sistema de qualidade, um modelo de BI, criação de uma loja virtual, mudança nas políticas e até mesmo mudanças físicas no escritório e galpões. Resultado: Aumento na satisfação dos clientes quanto à qualidade no atendimento/serviços, aumento da carteira de clientes, aumento no ticket médio dos clientes e aumento das margens.

Veja que em nenhum momento no projeto foram realizadas propagandas e promoções. Não quero dizer que não devem ser feitos, mas sim, que o cliente empresarial tem objetivos diferentes de um cliente pessoa física, e é este o verdadeiro foco que o marketing no B2B deve possuir e compreender para chegar à um marketing que traga resultados.

Gabriel Igawa

Carta-frete está próxima do fim :: Leopardo Transportes Ltda.

Carta-frete está próxima do fim :: Leopardo Transportes Ltda.

Novas regras para o pagamento de fretes

Sancionada a lei que garante sistema seguro de pagamento de fretes

Ticket Car e Itaú lançam linha especial de crédito para frotistas

O Itaú e a Ticket Car, líder nacional em gestão de despesas de veículos, estabeleceram parceria para a criação do Compror Ticket Car, linha de crédito e de benefícios especialmente desenvolvida para o mercado de frotas.

Por meio do cartão Ticket Car, que pode ser utilizado em mais de 10 mil postos e pontos de venda conveniados a Ticket, os frotistas terão mais facilidade e benefícios ao financiar a aquisição de bens e de serviços –como combustível, frete, manutenção, entre outros–, contando com a flexibilidade de pagamento a prazo associada ao limite de crédito no Itaú, o que melhora o fluxo de caixa das empresas.
O produto possibilita ainda uma economia de até 20% na gestão de frotas empresariais e o atendimento personalizado de gerentes do Itaú e da Ticket Car.
Controle on-line- Além de usufruir uma ampla rede de postos conveniados, é possível credenciar novos postos de acordo com a logística de transporte de cada empresa. Os frotistas podem acompanhar on-line o desempenho da frota por meio dos relatórios e painéis de controle, e definir os parâmetros desejados para o melhor controle dos gastos com abastecimento e manutenção.
Gestão financeira - O uso do Compror Ticket Car elimina o adiantamento de recursos para o motorista e possibilita o gerenciamento financeiro por meio do site Itaú 30 Horas Empresa Plus, ambiente on-line onde é possível consultar notas faturadas, pagas, financiadas e não financiadas. Tudo isso com segurança, pois as informações dos veículos e das operações são capturadas pelo Ticket Car e enviadas para o Itaú de forma 100% eletrônica.
Transporte de carga - A parceria beneficiará 500 mil transportadores de carga em 2011, o que significa mais de 1,3 milhão de veículos de carga em todo o País, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Esses números constituem mais de 400 mil transportadores autônomos e 700 mil empresas de transporte de cargas.
“O setor de transporte de carga vem apresentando crescimento significativo. Por isso, uma das prioridades da área empresas do banco é oferecer serviços específicos para esse mercado, fomentando ainda mais o seu crescimento”, afirma Carlos Eduardo Maccariello, diretor de Produtos Pessoa Jurídica do Itaú Unibanco.
A parceria, lançada oficialmente na segunda etapa da temporada 2011 da Fórmula Truck, que aconteceu no início de abril, no Rio de Janeiro, reforça o importante papel do Ticket Car no mercado de frotas. Ao oferecer o serviço, a empresa espera dobrar a sua carteira de clientes do setor até o final de 2011. Atualmente, o segmento de transporte de cargas corresponde a 30% da carteira de clientes do produto.
Expectativas - “Com esse novo produto, esperamos chegar a 50% do volume de negócios total do Ticket Car. Como o Brasil possui um amplo mercado de transporte de cargas é muito importante estar atento a todas as necessidades do setor. A carência de financiamento é um dos principais fatores que impedem o crescimento desse mercado no Brasil, por isso estamos investindo nessa parceria”, afirma Marco Mamari, diretor de marketing e produto do Ticket Car.
Data: 09/05/2011

Anatel quer financiar inovação em telecom

A Anatel quer fortalecer os fornecedores nacionais de telecomunicações e, em breve, lançar uma proposta regulatória para incentivar a adoção da tecnologia brasileira pelas empresas – mesmo as internacionais – que atuam no mercado regulado pela agência.
 
O anúncio foi feito pela superintendente executiva da reguladora, Simone Scholze, em participação no evento EUBrasil, A Digital Agenda For Brazil, realizado durante a BITS, nessa terça-feira, 10.
 
“Sabemos que o mudo é global, que os fornecedores são internacionais, mas queremos mudar isso. Não se trata de reserva de mercado, mas de estimular a produção brasileira”, enfatizou Simone.
 
Sem citar a data de lançamento do regulamento, a diretora revelou que ministérios como o das Comunicações e da Ciência e Tecnologia são parceiros, bem como o Ipea e o BNDES.
 
Sejam bonzinhos
Na prática, mecanismos regulatórios e de crédito – como o financiamento pelo BNDES – vão ser usados para incentivar o desenvolvimento de tecnologias e a adoção da produção nacional por parte das operadoras de telecomunicação que atuam no Brasil.
 
“Queremos empresas de qualquer lugar, da Itália, da Espanha, mas queremos que se comportem aqui como boas cidadãs brasileiras, assim como fazem nos seus países”, declarou a superintendente.
 
A agência fornecerá um certificado de excelência em P&D às empresas participantes, bem como elaborará um ranking que será usado como critério para empréstimos e homologações de produtos.
 
Por trás da lista está o aumento da exigência para liberação de empréstimosdo BNDES às teles, montante que, segundo Simone, responde por $ 15 bilhões, dos R$ 67 bilhões que devem ser investidos pelas operadoras desde 2010 e até 2013 pelas teles. 
 
Simone fez questão de frisar que não se trata de uma movimentação isolada do Brasil. De acordo com a diretora, a Índia, por exemplo, tem a meta de chegar a 50% dos equipamentos de telecomunicações comprados de fornecedores locais até 2020.
 
“Nem precisamos falar de China e Rússia. Ou seja, os BRICs estão se movimentando, e o Brasil não pode ficar pra trás”, explicou.
 
Made in Brasil
Fortalecer a indústria nacional não é uma iniciativa inédita no governo petista.
 
A própria Telebrás, estatal ressuscitada no governo Lula para encabeçar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), hoje “Programa”, em fase de implantação, privilegia os fornecedores nacionais. A gaúcha Digitel, por exemplo, já assinou um contrato de R$ 17 milhões para fornecimento de equipamentos no PNBL.
 
O EUBrasil fez parte da programação da Business IT South America (BITS), que se realiza até a próxima quinta-feira, 12, no centro de exposições da Fiergs, em Porto Alegre.

DIRETORA DE RH DA TICKET FAZ PALESTRA NO CIEE

O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) promove dia 17 de maio, terça-feira, o Ciclo CIEE de Palestras Sobre RH, que terá como palestrante convidada Eliane Aere, diretora de Recursos Humanos da Ticket e diretora-geral da unidade de negócios do Ticket Car, que proferirá a palestra A retenção e o desenvolvimento de talentos nas empresas.

O evento terá início às 8h30, no auditório Ernesto Igel (Rua Tabapuã, 540 – Itaim Bibi – São Paulo/SP).

A palestrante é graduada em Direito e possui pós-graduação em Tecnologia da Informação pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Eliane iniciou sua carreira no grupo francês Accor por meio da Ticket, em 1998, na área de customer services, passando pela área comercial como supervisora de filiais e, posteriormente, como gerente regional. No período de 2000 a 2002 foi diretora de gestão organizacional e gerenciou o mais importante projeto de reengenharia e troca de plataforma tecnológica da empresa.

O evento é gratuito e as inscrições devem ser feitas pelo site www.ciee.org.br/portal/eventos. Há estacionamento conveniado na Rua Tabapuã, 445.

Serviço
GRATUITO
Evento: A retenção e o desenvolvimento de talentos nas empresas.
Palestrante: Eliane Aere, diretora de Recursos Humanos da Ticket e diretora-geral da unidade de negócios do Ticket Car.
Data: 17 de maio, terça-feira.
Horário: 8h30.
Local: Auditório Ernesto Igel (Rua Tabapuã, 540 – Itaim Bibi, São Paulo).
Inscrições obrigatórias: pelo site www.ciee.org.br/portal/eventos
Estacionamento: conveniado na Rua Tabapuã, 445.

Edenred adota SiteSeeing como ferramenta de auditoria e monitoração para o site do Ticket Car

Edenred adota SiteSeeing como ferramenta de auditoria e monitoração para o site do Ticket Car
Mais de 5 mil clientes do Ticket Car, entre transportadoras e empresas com frota de veículos, acessam diariamente uma aplicação de gestão de frotas através do site da companhia. Auditar o processo trouxe garantias para os usuários e para a empresa

A Edenred, que integra as empresas Ticket e Accentiv´ Mimética, líder mundial em cartões e vouchers de serviços pré-pagos, acaba de adotar o SiteSeeing, sistema de monitoramento de aplicações online do ponto de vista do usuário final. O SiteSeeing iniciou sua auditoria dentro da Edenred pelo Ticket Car, monitorando o desempenho e tempo de resposta da aplicação de gestão de frotas e deve se estender para outros produtos da companhia. De acordo com Geraldo Spinelli, diretor adjunto de tecnologia de cartões para América Latina da Edenred, ser auditado e monitorado por uma empresa externa dá garantias para as duas pontas do negócio. “Com uma solução de monitoramento do ponto de vista do usuário final, estamos lidando com a verdade e percepção do nosso cliente e temos parâmetros precisos para efetuar os ajustes e assim atender às suas expectativas. Para nós, é uma espécie de trustee, um ombusdman”, analisa.

Tudo começou com o Ticket Car, um dos produtos da Ticket indicado para controlar frotas, e que inclui gestão de abastecimento e serviços de manutenção. Segundo a companhia, esse produto reduz, em média, 20% dos custos de frotas, facilitando o controle de gastos com veículos. Atualmente, o Ticket Car conta com cerca de 5 mil empresas-clientes e uma rede credenciada de 10 mil estabelecimentos.

O sistema de funcionamento do Ticket Car é muito parecidocom o Ticket Restaurante que a maioria das pessoas conhecem. As empresas que contratam o serviço recebem cartões que possibilitam o abastecimento do veículo ou a gestão da frota, além de contar com uma ampla rede credenciada. Por trás desse sistema está a plataforma mundial Watts, uma aplicação bem completa de gestão desenvolvida internamente pela competente equipe de TI e negócios Ticket Car da Edenred. “Através desta aplicação, os nossos clientes fazem o gerenciamento das despesas e manutenção de seus veículos, entre outros. Tudo online e em tempo real. Esse é um grande diferencial de mercado da Ticket”, descreve Spinelli.

O acesso a essa aplicação se dá por meio do site www.ticketcar.com.br. Após o login, os administradores das frotas conseguem acessar o sistema web, visualizar o status dos gastos por veículo, definir parâmetros de utilização dos cartões - por exemplo, restrição de uso aos finais de semana, limitar quantidades de transações, limitar tipo de mercadoria, entre outros - solicitar novos cartões, bloquear e desbloquear cartões, agrupamento e gerenciamento de limites e créditos, além de gerenciar as despesas através de relatórios. “Quando um motorista abastece um dos veículos da frota com o cartão Ticket Car em qualquer lugar do país, a empresa fica sabendo na hora. Em tempo real, aquela despesa já é computada e a empresa tem controle de quando, onde, quantos litros e quanto o motorista gastou naquela parada”, explica Spinelli.

Os executivos destacam que essa aplicação é a única porta de entrada para os serviços do Ticket Car e por isso mesmo é considerada missão crítica para o negócio. “O acesso a essa aplicação é feito via web e, portanto, precisa estar 100% disponível para o usuário”, conta Sérgio Belmonte, gerente de projetos e tecnologia de cartões. Spinelli dá mais subsídios para provar a criticidade da aplicação. Ele revela que entre os clientes estão empresas com frotas pequenas e com frotas pesadas de até 6 mil veículos, incluindo Corpo de Bombeiro, Policia Militar, ambulâncias do SAMU e frotas de empresas de utilities (concessionárias de energia elétrica). “Estamos falando do abastecimento e manutenção de veículos ligados a serviços essenciais para a população e, portanto, a gestão online e em tempo real tem que funcionar a contento. A nossa responsabilidade é ainda maior, se olharmos por esse ponto de vista”, reflete.

Movidos pelo compromisso com as empresasclientes
Um dos pilares na prestação de serviços da Edenred é a preocupação com seus mais de cinco milhões de usuários. Tanto é verdade que Geraldo Spinelli e Sérgio Belmonte, executivos de TI, repetem constantemente em seus discursos que o cliente sempre tem razão. Mais que isso, Spinelli conta que seus colaboradores – técnicos do departamento de TI – e até ele já se deslocaram para atender os clientes ‘on site’.

Para tratar da satisfação dos clientes e de outras questões igualmente importantes, a Edenred possui um comitê que se reúne semanalmente. Durante as reuniões, Spinelli recebia feedbacks de clientes sobre o tempo de resposta do site e lentidão da web, o que não fazia sentido já que os sistemas de monitoração e gestão de infraestrutura diziam que tudo estava bem. “Zelamos por nossas instalações de TI e temos ferramentas de gerenciamento e monitoração que indicam a situação. Mesmo com todo nosso cuidado, recebíamos retornos sobre lentidão, entre outras”, lembra Belmonte.

“A partir dessas discrepâncias, geramos uma demanda por um sistema que nos ajudasse a antecipar e entender o que acontecia do lado de lá, na casa do cliente. Pensamos em desenvolver internamente, pois não achamos nada no mercado que atendesse às nossas expectativas, foi quando conhecemos o SiteSeeing”, reitera o gerente. “A partir de então, entendemos que precisávamos de um sistema que nos informasse, com isenção, a real visão e percepção dos usuários sobre nossos serviços online. O SiteSeeing nos deu esse panorama.”

O negócio através do olhar do usuário
A solução contratada pela Edenred tem a vantagem de oferecer a visão e a percepção do usuário final. “Independentemente de quem esteja com a razão, queremos saber como o nosso cliente está se sentindo em relação ao nosso sistema. O SiteSeeing avisa qualquer oscilação de tempo de resposta ou indisponibilidade de acordo com nossos níveis de serviços. Hoje temos uma ferramenta que gera evidências concretas do que está e do que não está acontecendo”, diz o gerente.

A monitoração provida pelo SiteSeeing é feita fora da Edenred, diretamente dos servidores da empresa fornecedora do software. Isto, concordam os executivos, é mais uma garantia de que se trata de uma auditoria imparcial. “A monitoração é independente da Edenred e somos informados quando o cliente está percebendo um problema. Tudo de forma automática. Recebemos alertas do sistema via email, SMS, além de relatórios detalhados. Da mesma forma, quando não existe problema algum, o SiteSeeing nos ajuda a comprovar isso em nossas relações comercias e ajuda a encontrar, dentro da casa do cliente, onde exatamente está o gargalo”, explica Sérgio Belmonte.

“Quando conhecemos o SiteSeeing, unimos o útil ao agradável. Trata-se de uma ferramenta inteligente, configurável e o serviço de monitoração é prestado de forma isenta, o que confere maior credibilidade à qualidade do nosso serviço. Graças aos diagnósticos que recebemos, melhoramos nossa infraestrutura e melhoramos nossa eficácia. Hoje, o SiteSeeing é mais importante na qualidade e na imagem de inovação conferida ao Ticket Car”, comenta o diretor . Mas a área de TI encontrou outras aplicações para a ferramenta. “O SiteSeeing nos ajuda também a fazer o tunning do sistema. Tem uma aplicabilidade grande”, diz Belmonte.

E após a bem sucedida aplicação da ferramenta ao Ticket Car, a equipe de TI já decidiu utilizar o SiteSeeing para monitoração do site do Ticket Restaurante e Ticket Alimentação. “O caminho de entrada desse tipo de pedidos é também a internet. Nesse caso, estamos falando de mais de 50 mil empresas-clientes, sobretudo pequenas e médias empresas que podem acompanhar suas solicitações via web. Precisamos monitorar essa aplicação também”, comenta Spinelli. E o diretor vai mais longe: “O próximo passo será levar esse tipo de controle e auditoria para o site Ticket Car dos países da América Latina”, antecipa.

Sobre a Ticket
Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 34 anos no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Transporte.

Com abrangência nacional, a Ticket atende a 54 mil empresas-clientes e 5,3 milhões de usuários por meio de uma rede de 280 mil estabelecimentos credenciados nos 4,8 mil municípios brasileiros.

A Ticket é uma empresa Edenred – que integra as empresas Ticket e Accentiv´ Mimética.

Sobre a Edenred
Líder mundial em cartões e vouchers de serviços pré-pagos, no Brasil a Edenred integra as marcas Ticket e Accentiv´Mimética, oferecendo soluções que proporcionam maior bem-estar às pessoas e apoio ao melhor desempenho das empresas.

A empresa, presente em 40 países com 6 mil colaboradores, cerca de 500 mil empresas-clientes, 33 milhões de usuários e 1,2 milhão de estabelecimentos credenciados, desenvolve duas famílias de produtos:

Benefícios para os trabalhadores e cidadãos na área de alimentação (Ticket Restaurante e Ticket Alimentação), Transporte (Ticket Transporte) e de qualidade de vida (Ticket CESU, Childcare Vouchers, entre outros)
Soluções para a produtividade da empresa: gestão de despesas profissionais (Ticket Car), programas de incentivo e recompensa (Top Premium, Presente Perfeito) e novos produtos eletrônicos pré-pagos.
Em 2009, o volume de cartões e vouchers emitidos pela Edenred totalizou 12,4 bilhões de euros, sendo mais de 50% em países emergentes.

Sobre a Resource Siteseeing
A Resource Siteseeing é especializada em monitoramento de aplicações, infraestrutura e indicadores de negócio. Independentemente da tecnologia, monitora o desempenho de qualquer tipo de aplicação de negócio e identifica as causas de lentidão ou indisponibilidade, sugerindo ou efetivando ações corretivas. Para maiores informações, acesse www.siteseeing.com.br