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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Edenred, dona da Ticket, prevê aquisições | Valor Online

Edenred, dona da Ticket, prevê aquisições | Valor Online

Edenred, dona da Ticket, prevê aquisições

 francês Jacques Stern, CEO mundial da Edenred, dona da marca Ticket de cartões de benefícios, inicia este mês suas aulas de português. Em cinco meses, ele quer estar apto para fazer um discurso sem tradutor para os funcionários do Brasil em sua próxima visita ao país, em outubro. Com isso, vai "pagar" uma aposta feita no ano passado com o presidente da companhia aqui, Oswaldo Melantonio Filho, que, de seu lado, tinha de superar a meta de lucro de 2010. Stern não revela o objetivo estabelecido, mas garante que Melantonio venceu o desafio. O resultado líquido do principal negócio da companhia, a Ticket, subiu 14,8%, para R$ 191,9 milhões no país.

Ações criativas em prol da sustentabilidade

Redes de franquias mostram, na prática, que dá para ser mais sustentável

Por Claudio Tieghi*
Divulgação
Na coluna de abril, comentei que ideias criativas valem tanto quanto recursos financeiros para alinhar o negócio à sustentabilidade. Neste mês, vou contextualizar de que forma isso pode ser feito na operação de pequenas empresas e trazer exemplos de franquias, universo com o qual mais me relaciono no dia-a-dia.

Vou começar pelo Yázigi, que empreendeu em toda a rede uma campanha de ecoeficiência. Para dar um exemplo pontual, uma das escolas, localizada na cidade de Limeira (SP), promoveu uma revolução de hábitos. Ao longo do tempo que durou o projeto, a coordenação da escola gerou iniciativas para conscientização ambiental entre alunos, funcionários e familiares. O resultado foi a redução de 10,84% no consumo de energia e de 20,32% nas despesas com este item. A escola diminuiu também em 40% a utilização de copos descartáveis, em 60% o uso de água sanitária e em 37,54% os custos com material de escritório, como o papel. Juntas, todas as unidades da rede reduziram em 8% a emissão de gases de efeito estufa (equivalente a 1,27 tonelada de CO2). Além do benefício com a redução de custos, a campanha educativa beneficiou diretamente os alunos e colaboradores, já que a campanha reduziu em 42% o potencial de risco de acidentes nas unidades.

Outra experiência criativa e eficiente foi feita na rede de lavanderias LavaSecco, que criou um programa para eliminar cabides de arame e plástico e substituir as sacolas plásticas por embalagens produzidas a partir de garrafas PET ou com papel reciclado. Todo esse material plástico foi enviado para reciclagem e a rede agora avalia o impacto ambiental dos itens que passa a adquirir para operação das lojas.

A MegaMatte, do Rio de Janeiro, é um exemplo diferente, já com um norteador claro: o comércio justo. Em busca de certificação internacional, a rede trabalha com fornecedores homologados e franqueados que tenham o mesmo desejo de fazer parte de uma cadeia produtiva que preserva o meio ambiente e valoriza o trabalho humano.

Todas essas iniciativas são tangíveis. Essas empresas e outras não só estão na rota da sustentabilidade como também estão se posicionado no mercado por conta dessa atitude. Se o empreendedor tem uma ideia otimista, com alma, e que consiga engajar todos ao redor, ele está no caminho de criar algo único. Para se tirar uma boa fotografia, Cartier Bresson dizia que era necessário colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração.

O pequeno também tem que ter essa habilidade. A cabeça representa a lucratividade; o olho é o senso de oportunidade de enxergar a sustentabilidade como uma oportunidade e um diferencial; e o coração é o que une e cria sinergia em torno de um ideal. O prêmio Afras, que será no final de maio, vai nos trazer mais exemplos que apresentaremos com exclusividade aqui no site.
* Claudio Tieghi é presidente da Associação Franquia Sustentável e diretor de Sustentabilidade do Grupo Multi 

O que é Fuel Smart?

O custo crescente de combustível para jatos tem afetado seriamente a lucratividade de todas as transportadoras da indústria. O aumento de um centavo de dólar no preço de um galão de combustível traduz no custo adicional de 25 milhões de dólares anuais para a American Airlines. Apesar do preço do combustível ter flutuado nos últimos anos, os preços médios anuais vêm seguindo a tendência de alta desde 2003, tornando a conservação de combustível mais importante do que nunca.
.Ano e Custo de Combustível para Jatos.: 2003- US$0,85 por galão |2004- US$1,16 por galão| 2005- US$1,66 por galão |2006- US$1,97 por galão |2007- US$2,10 por galão |2008- US$3,03 por galão |2009- US$2,01 por galão |2010- US$2,32 por galão |2011- US$2,67 por galão (esperado).
Como os preços elevados dos combustíveis continuam a afetar a indústria, a American tem procurado agressivamente qualquer potencial de economia. No ano passado, com o auxílio de funcionários de toda a companhia, a American produziu uma conservação de combustível anual média de 123 milhões de galões por meio do programa Fuel Smart. A 2,32 dólares por galão, o preço médio do combustível para jatos da companhia em 2010, isso cria uma média de economia de mais de 285 milhões de dólares.
O programa Fuel Smart, lançado em 2005, é um esforço liderado por funcionários para identificar, avaliar e implantar ideias que reduzem com segurança o consumo de combustível da empresa e continua a ser um passo pró-ativo que a companhia está tomando para combater o aumento nos preços de combustíveis.
.Economia do Programa Fuel Smart.: Ano |.Galões Economizados e |.Média Anual de Economia Baseado no Preço Médio de Combustíveis. 2005- 84 mi (dólares) e $139 mi (dólares). | 2006- 95 mi (dólares)e $187 mi (dólares). | 2007- 96 mi (dólares) e $202 mi (dólares). | 2008- 111 mi (dólares) e $352 mi (dólares). | 2009- 108 mi (dólares) e $217 mi (dólares). | 2010- 123 mi (dólares) e $285 mi (dólares). | 2011- 139 mi (dólares) e $371 mi (dólares) (projeção). *A Média Anual de Economia refere-se ao valor economizado em certas iniciativas projetadas para um ano | .*Ao todo, o programa economizou mais de 500 milhões de galões de combustível para jatos, avaliados em mais de um bilhão de dólares.
O Programa Fuel Smart também contribui para os esforços ambientais da American. Em 2011, a meta planejada da American Airlines de 139 milhões de galões também reduzirá as emissões de dióxido de carbono em 1,36 bilhões de quilos. O CO2 é a emissão que mais preocupa quanto à mudança climática e a American está comprometida em diminuir a quantidade de poluentes emitidos por sua frota de aeronaves.
A equipe do Programa Fuel Smart trabalha diariamente para priorizar ideias que oferecem os maiores benefícios em economia de combustível e facilitar a implantação e o engajamento dos funcionários da linha de frente. Essas ideias já oferecem grande potencial de economia de custos para a American e incluem.: Taxi Monomotor: economizou 2,8 milhões de galões de combustível anualmente e reduziu a emissão de CO2 em aproximadamente 27 milhões de quilos em 2010.
.Lavagem de Motores: economizou mais de 7,2 milhões de galões de combustível anualmente e reduziu a emissão de CO2 em 69,4 milhões de quilos em 2010.
.Winglets: A instalação nos 737 e 757 foi completada, enquanto a instalação nas aeronaves 767-300ER continua este ano. Em 2010, essa iniciativa economizou 35,4 milhões de galões de combustível por ano e reduziu a emissão de CO2 em 342 milhões de quilos.
. Trator para reboque de alta velocidade: Rebocar em vez de taxiar a aeronave entre terminais e hangares de manutenção economizou 3,6 milhões de galões de combustível por ano e reduziu a emissão de CO2 em aproximadamente 35 milhões de quilos.
.Redução de Peso Vazio Básico (OEW) da aeronave: Todo quilo removido de uma aeronave pode ajudar a economizar até 12 mil galões de combustível anualmente em toda a frota. Em outra perspectiva, se 45 quilos de peso desnecessário fossem removidos em toda a frota, mais de 1,2 milhão de galões de combustível seriam economizados por ano. Desde o início do Programa Fuel Smart em 2005, surgiram várias iniciativas importantes para a redução de peso que desempenharam um grande papel na economia de combustível, incluindo: . A remoção de itens desnecessários das cabines, como equipamentos de telefone antigos, luzes de logotipo, mesas de galleys, porta-revistas e tomadas para barbeadores, economizando mais de 1 milhão de galões de combustível por ano.
. A substituição em cargueiros B757 e MD80 existentes por materiais mais leves, que economizarão quase 1,4 milhões de galões de combustível anualmente.
. A substituição do inventário atual da American de 19.000 carrinhos de catering por modelos mais novos fabricados com materiais mais leves. Esses novos carrinhos reduzem o peso médio da aeronave em 56 quilos e são projetadas ergonomicamente para facilitar o uso pelos funcionários. Após a atualização de todos os novos carrinhos mais leves, a American espera economizar mais de 1,8 milhão de galões de combustível anualmente e reduzir a emissão de CO2 em mais 17 milhões de quilos.
.A redução de água potável desnecessária nas frotas dos MD-80, 757, 767-300ER e 777, e ainda reter amplo suprimento para passageiros e tripulação, ajudam a American a economizar 2,4 milhões de galões de combustível anualmente pela redução de peso dessa água.

Brasil barra crítica a etanol em relatório da ONU

  • O etanol ficou no centro de um debate científico sobre energias renováveis que terminou ontem em Abu Dhabi





  • PORTAL DO AGRONEGÓCIO

    Foi na conclusão de um estudo do IPCC (o braço científico das Nações Unidas) sobre o potencial da energia eólica, solar, geotérmica, hídrica, dos oceanos e bioenergia para reduzir a emissão de gases-estufa e, assim, enfrentar a mudança do clima.

    Na madrugada de segunda-feira, na discussão sobre a sustentabilidade destas fontes, o Brasil se opôs à relação, no texto, entre a produção de biocombustíveis e a pressão sobre florestas ou a produção de alimentos. Países europeus e representantes dos Estados Unidos insistiam na citação, ao mesmo tempo em que queriam promover biocombutíveis de segunda geração, para onde canalizam suas pesquisas. O Brasil, representado por sete cientistas e liderado por autoridades do Itamaraty, ganhou o embate. O texto de 28 páginas saiu sem a referência.

    Mas foi uma vitória de apenas algumas horas. A primeira frase sobre biocombustíveis no comunicado de seis páginas distribuído à imprensa mundial traz críticas veladas: "Alguns sistemas de bioenergia, incluindo aqueles que envolvem a conversão de terras em biomassa e colheitas energéticas, podem produzir mais emissão de gases estufa do que reduzir". E continua: "Mas outros (..) que, por exemplo, convertem restos de madeira em combustíveis líquidos, podem significar uma redução de 80% a 90% nas emissões comparados aos combustíveis fósseis."

    "Começou a ficar extremamente politizado o sumário", disse, ao Valor, Suzana Kahn, vice-presidente do grupo de mitigação do IPCC, onde representa a América Latina. "E com isso não se deu a atenção que deveria ser dada para a questão científica." O IPCC é a principal referência científica mundial em matéria de aquecimento globalA votação de relatórios deste gênero segue o regime da ONU - eles têm que ser aprovados por consenso e, no caso, por representantes de 192 países. O que foi aprovado agora foi o sumário executivo do Relatório Especial sobre Fontes de Energias Renováveis e Mitigação da Mudança Climática. Trata-se de uma versão resumida de um estudo que agrupa o que a ciência mundial produziu sobre o tema e que tem mais de mil páginas.

    Este é o primeiro relatório do IPCC depois da crise de 2009, quando foi criticado por ter publicado duas informações erradas e pelo vazamento de e-mails constrangedores de cientistas no Reino Unido. O indiano Rajendra Pachauri, que preside o IPCC, referiu-se à mudança do clima ao dizer que o estudo "é uma base sólida para formuladores de políticas públicas enfrentarem o maior desafio do século 21."

    Segundo o relatório, cerca de 80% do fornecimento de energia mundial pode vir de fontes renováveis em 2050 se políticas públicas adequadas forem adotadas.

    Isto poderia significar deixar de emitir entre 220 e 560 gigatoneladas de CO2 equivalente entre 2010 e 2050.

    Os países em desenvolvimento têm papel importante neste quadro porque é neles que vive a maioria do 1,4 bilhão de pessoas sem acesso à eletricidade e onde existem as melhores condições para o desenvolvimento das energias renováveis, destacou o pesquisador Ramon Pichs, um dos coordenadores do trabalhoO relatório fará parte do próximo grande estudo do IPCC, o 5° Assessment Report (AR5), com lançamento previsto para 2014.

Taxas médias de juros sobem pela 3º vez no ano, diz Anefac

SÃO PAULO – As taxas de juros cobradas em operações de crédito para consumidores e empresas subiram em abril ante março, de acordo com levantamento divulgado hoje pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Segundo a instituição, este é o terceiro aumento mensal do ano e o segundo consecutivo.
O juro médio para pessoas físicas teve alta de 0,03 ponto porcentual, passando de 6,78% ao mês em março para 6,81% ao mês em abril. A pesquisa mostra que os juros médios do cheque especial tiveram um aumento de 0,19 ponto porcentual, de 7,78% ao mês em março para 7,97% ao mês em abril. No mesmo período, os juros cobrados pelo empréstimo pessoal bancário subiram 0,02 ponto porcentual, de 4,68% ao mês em março para 4,70% ao mês em abril. Já a taxa média do cartão de crédito se manteve em 10,69% ao mês.
A taxa média para empresas avançou 0,04 ponto porcentual, de 3,92% ao mês em março para 3,96% ao mês em abril. Segundo a Anefac, esta é a maior taxa média de juros para empresas desde agosto de 2009.
“Estas elevações podem ser atribuídas a todas as medidas que vêm sendo implementadas pelo Banco Central para frear o consumo interno e reduzir a inflação”, afirma a Anefac, em nota. Entre as medidas, a entidade cita o aumento dos depósitos compulsórios e a alta da Selic (a taxa básica de juros da economia). A Anefac também estima que as taxas de juros voltarão a ser elevadas nos próximos meses, em razão dos efeitos das medidas já adotadas pelo governo.

"Ogro" Brock Lesnar volta a passar mal e pode encerrar carreira no MMA; Júnior Cigano encara Shane Carwin


Americano apresentou sintomas de diverticulite, doença que o afastou do UFC por um ano
Do R7
MontagemMontagem
Brock Lesnar (à direita) iria enfrentar o brasileiro Cigano no UFC 131

04/09/2010
Escalado para enfrentar o brasileiro Junior Cigano no UFC 131, no dia 11 de junho, o americano Brock Lesnar foi obrigado a se retirar do card devido a apresentar sintomas de diverticulite(Inflamação da parede intestinal) mais uma vez.

Acompanhe a página de MMA do R7

Foi esta doença que afastou o atleta do octógono mais famoso do mundo por um ano, entre 2009 e 2010, e quase impediu o “ogro” de prosseguir sua carreira no MMA.

Os organizadores do UFC se apressaram em anunciar Shane Carwin, que possui 12 vitórias e apenas uma derrota no MMA, no lugar do ex-campeão dos pesos pesados que foi um dos técnicos do reality show da organização, o The Ultimate Fighter.

Quem vencer o duelo entre Cigano e Carwin ganhará o direito de desafiar o campeão Cain Velasquez no segundo semestre, que se recupera de uma cirurgia.

Existe a suspeita de que se a doença se agravar Brock Lesnar pode se aposentar prematuramente do MMA, esporte no qual acumula apenas sete combates, com cinco vitórias e duas derrotas. Fique ligado pelo R7 sobre as novidades deste caso.

Obrigatoriedade da NF-e entra em vigor para sete atividades econ�micas

Obrigatoriedade da NF-e entra em vigor para sete atividades econ�micas

Postos da região devem aumentar o preço a partir de segunda-feira

Para quem gosta de economia, abastecer o veículo até domingo pode significar poupar um pouco de dinheiro, já que o Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Rio Grande do Sul projeta que os preços devem ser reajustados a partir de segunda-feira (16). Os comerciantes devem acompanhar a alteração da base de cálculo do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide no etanol e na gasolina. A tabela não era modificada pelo governo desde o último dia 16 de março.

Após seguidos aumentos por causa da entressafra da cana de açúcar – matéria-prima do álcool -, os valores cobrados por litro começaram a recuar na semana passada. O imposto será cobrado sobre uma base de R$ 2,89 para a gasolina comum e R$ 2,62 no etanol.
De acordo com o levantamento feito pela reportagem do Jornal NH na manhã de hoje, em 15 postos, os preços mais baratos praticados eram de R$ 2,670 pelo litro da gasolina comum e R$ 2,190 para o etanol comum. Os combustíveis mais caros eram vendidos a 2,799 na gasolina e R$ 2,499 no álcool.

Parecer do MPC pede que vereador de Manaus devolva R$ 1,7 milhão


Análise das contas da Câmara Municipal, de 2008, identificou 23 irregularidades.
Manaus - O Ministério Público de Contas (MPC) identificou 23 irregularidades no exercício financeiro da Câmara Municipal de Manaus (CMM) em 2008. A Procuradoria recomendou ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) que o então presidente da Casa, vereador Leonel Feitoza, devolva R$ 1.758.024,34, referentes ao uso do cartão  corporativo.

O MPC afirma que foram detectadas irregularidades graves e dano ao erário, relativos à despesa com combustível, paga com o cartão corporativo. O parecer do MPC sugere que o TCE reprove as contas da CMM em 2008 e  determine a tomada de contas especial para detalhar os pagamentos indevidos.

Segundo o parecer, a comissão de fiscalização do MPC não localizou os comprovantes das despesas do montante acumulado como gasto com combustível. A procuradoria recomenda ao TCE que intime os vereadores beneficiados e servidores para prestarem esclarecimentos na tomada de contas especial.

Além do mau uso do cartão corporativo, o MPC identificou que 83,94% das contratações diretas de 2008 seguiram modelo de inexigibilidade e dispensa de licitação, o que para a procuradoria caracteriza menosprezo ao planejamento e ao princípio constitucional licitatório.

Entre as irregularidades listadas também estão o emprego indevido do regime de adiantamento na aquisição de material permanente, falta de remessa ao TCE dos atos de admissão de servidores efetivos, pagamentos antecipados referentes aos serviços de buffet sem formação de termo aditivo e infração ao limite de remuneração aos vereadores, previsto no Artigo 29 da Constituição Federal.

O vereador Leonel Feitoza disse que as recomendações do MPC são ‘normalíssimas’, e informou que o valor da devolução, R$ 1.758.024,34, é referente ao gasto de todos os vereadores. “Cada um vai ter que apresentar os comprovantes de suas despesas. Estou muito tranquilo”, afirmou.

O TCE ainda não tem previsão de quando os balancetes da CMM referentes a 2008 serão julgados. As contas anuais envolvem outros dez processos, relacionados à ilegalidade ou má gestão dos recursos públicos, celebração de contratos com a Lay Out Publicidade, pagamento de serviços de manutenção preventiva e corretiva dos sistemas de detecção de fumaça, acionadores de incêndio e alarme de incêndio; circuito fechado de tv; e controle de acesso (catracas e cancelas) e apuração de irregularidades no pagamento de salários dos funcionários.

Cartão Corporativo
O  cartão corporativo foi substituído pela nomenclatura Cota para o Exercício Parlamentar (Ceap). Pelo benefício, cada um dos 38 vereadores tem direito à verba de R$ 8 mil por mês para despesas de materiais gráficos impressos,  telefone, correio, combustível e lubrificante, alimentação e locação de veículos. No ano passado, os vereadores gastaram aproximadamente R$ 1,7 milhão no ‘cotão’.

O auxílio-combustível e o vale-alimentação, criados pela Resolução 040/2007, foram considerados inconstitucionais pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), em setembro de 2008. Os benefícios também foram alvo de uma ação de improbidade administrativa do Ministério Público em 2009.
Contrato da SSP com Oscip é questionado
O Ministério Público de Contas (MPC) propôs ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a reprovação das contas de 2008 da Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP), sob a alegação de que foram constatados casos de “grave violação à ordem jurídica”, com destaque para o contrato com Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Instituto Dignidade Para Todos (IDPT), de R$ 8.940.324,16, no exercício.
O MPC identificou que, nos casos concretos, as parcerias com o IDTP foram uma forma de terceirização “abusiva e reprovável já que apenas proporcionaram fuga das normas de administração pública, especialmente das que impõem licitação e contratos, para compras e serviços, e concurso e cargo públicos, para admissão e gestão de pessoal”. O IDTP era remunerado com valores que variavam de 4% a 5% do valor contratado.
Em função das constatações, o MPC propôs, ainda, a tomada de contas especial em consequência da falta de prestação de contas das despesas com os  termos de parceria. O processo foi encaminhado à relatora, auditora Yara Amazônia Lins dos Santos, a quem compete examinar a ação.
De acordo com o Parecer do MPC, o Termo de Parceria entre a SSP e o IDTP tinha o “nítido condão de fugadas regras aplicáveis à gestão de recursos humanos e materiais. “A Oscip não ofereceu nada para somar ao Estado, a não ser a condição jurídica de intermediário para a realização de compras, tomada de serviços e mão de obra (...) se limitou à condição de braço executivo, ainda sim de modo – intoleravelmente –oneroso ou remunerado (...) como se tratasse de um contrato oneroso de prestação de serviços com  empresa privada”. De forma resumida, diz o Parecer: “a serventia se resumiu à intermediação fugitiva do regime jurídico aplicável (...) com objetivo ilícito de fornecimento, intermediação e gestão de mão de obra (agentes sociais, agentes supervisores, dirigente, secretária, coordenador de campo, consultor de informática, mecânico, auxiliar de serviços gerais, eletricista de auto, técnico em monitor, técnico em informática, auxiliar de laboratório, auxiliar de necropsia, digitador, auxiliar e técnico de laboratório, auxiliar de enfermagem, técnico em raio x e coordenador de campo)”.
“Trata-se de terceirização juridicamente vedada por representar afronta ao regime de pessoal, capitulado no Artigo 37 da Constituição Brasileira, que exige vínculo direto entre a administração pública e o servidor, sob o pressuposto republicano do processo impessoal de seleção pública. Oxalá tal pessoal, recrutado sem concurso público, não migre para os quadros da recém-criada Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico e Social (AADES), sem aprovação prévia em concurso público”, diz o parecer.

Procon-JP divulga pesquisa onde constata variação de até 54,6% em preços dos pneus | PARAÍBA.com.br

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Anfavea considera prematuro avaliar impacto de medida


Para associação, não é possível saber se a medida prejudicará as vendas.
Anfave diz que decisão busca 'equilíbrio entre parceiros comerciais'.

Da Agência Estado
Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) considera que ainda é prematuro avaliar se a decisão do governo brasileiro de impor barreiras às importações de automóveis irá prejudicar a venda de veículos no mercado interno. "Ainda não temos condições de avaliar qual será o reflexo da medida nas vendas", afirmou o diretor de relações institucionais da Anfavea, Ademar Cantero. Segundo ele, já é certo, porém, que as montadoras instaladas no Brasil que importam veículos de suas fábricas em outros países precisarão rever seus cronogramas. "A lógica diz que será necessário um replanejamento", disse.
Apesar do possível impacto nas vendas no mercado interno, Cantero disse acreditar que a decisão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) busca "equilíbrio entre parceiros comerciais". "Nosso entendimento é que o governo brasileiro tomou essa decisão devido a um tratamento descompensado", afirmou.A maioria dos veículos importados no mercado brasileiro é trazida ao país pelas próprias montadoras aqui instaladas. Nos quatro primeiros meses do ano, segundo dados divulgados pela Anfavea na semana passada, foram importados 245,9 mil unidades, o 28,5% em relação ao mesmo período de 2010, enquanto a de modelos nacionais recuou 0,7%.
O maior parceiro comercial do Brasil no setor automotivo, tanto na importação como na exportação, é a Argentina. Desde o final do ano passado, o governo argentino tem adotado o licenciamento não automático, pelo qual a autorização para a entrada do produto no País pode levar até 60 dias. O Brasil adotará a partir de agora o mesmo procedimento. Antes, isso era feito de forma automática.
Procurada, a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) preferiu não comentar a medida do governo, alegando que o seu departamento jurídico ainda está analisando a mudança.