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sábado, 14 de maio de 2011

O piloto da RM Competições Volkswagen tomou a frente de Roberval Andrade com o tempo expirado | Craque | Acritica.com - Manaus - Amazonas

O piloto da RM Competições Volkswagen tomou a frente de Roberval Andrade com o tempo expirado | Craque | Acritica.com - Manaus - Amazonas

TEXTO: -A +A Publicado em 14/05/2011 às 14h07Mudar jeito de dirigir ajuda a economizar até R$ 1.700 por anoManter condução "suave" e antecipar situações são segredo do consumo baixo

TEXTO:
-A
+A
Publicado em 14/05/2011 às 14h07Mudar jeito de dirigir ajuda a
economizar até R$ 1.700 por anoManter condução "suave" e antecipar situações são segredo do consumo baixo
Matt Dunham/APO conhecido anda e para das cidades é o maior inimigo da economia de combustível
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Saiba cuidar bem dos pneus do seu carroO que faço se meu carro ficou alagado?Veja as novidades no blog Carros
Lucas Bessel, do R7
O modo como você dirige seu carro pode representar uma diferença de consumo de 25% a 30% de combustível. Em um veículo a gasolina com tanque de 50 litros, essa variação é equivalente a R$ 145 por mês, ou um tanque inteiro - considerando um abastecimento por semana, com o litro do combustível a R$ 2,91.

É uma boa grana, certo? Agora multiplique esse valor por 12 e veja que, em um ano, você pode economizar até R$ 1.740 ao seguir dicas simples na hora de dirigir seu carro.
 
Veja carros da coleção do estilista Ralph Lauren

O grande inimigo da economia de combustível é a aceleração desnecessária. Como regra geral, quanto mais alta a rotação do motor, maior o consumo de combustível. Por isso, prestar atenção ao seu estilo de condução e tentar corrigir alguns vícios ao volante é essencial para salvar uma graninha.

De acordo com o engenheiro Renato Romio, chefe da divisão de motores e veículos do Instituto Mauá de Tecnologia, é importante se antecipar às situações do trânsito, especialmente nos trajetos urbanos.

- O consumo na cidade é maior porque a variação de velocidade é maior. Levar o veículo do estado estático ao estado em movimento é o que gasta mais combustível. É por isso que na estrada, com velocidade constante, o consumo é muito menor.

Romio também diz que é muito importante manter os pneus corretamente calibrados - de acordo com a orientação do fabricante - e a manutenção do carro em dia. 

- Filtros e velas precisam estar em bom estado sempre. Fazer a manutenção programada pelo fabricante é suficiente para garantir isso.
 
Veja dicas para economizar combustível
 
• Evite arrancar bruscamente. Prefira a aceleração progressiva. Isso é especialmente verdade no trânsito congestionado, com muito anda e para. Se puder escolher entre marcha mais baixa e mais alta, fique sempre com a mais alta.
 
• Faça mudanças de marchas dentro da chamada "faixa verde" de rotações, entre 2.000 e 3.000 rpm. Se seu carro não tem conta-giros, preste atenção ao barulho do motor, que começa a "chorar" no momento de mudar a marcha. Evite reduções desnecessárias.
 
• Quando vir um sinal vermelho ou encontrar trânsito parado, em vez de frear, pare de acelerar. Deixe o carro rodar engatado até o ponto de freada (sim, você vai ter que frear em algum momento).
 
• Use freio-motor em descidas. O princípio é o mesmo do ponto anterior. Ao descer com o carro engatado, o próprio movimento das rodas mantém o motor funcionando. O gasto de combustível, dessa maneira, é virtualmente zero.
 
• Quando parado em subidas, não "segure" o carro na embreagem. Além de causar desgaste excessivo de peças - especialmente do disco de embreagem -, essa prática aumenta o consumo de combustível.
 
• Não suba o giro do motor para trocar de marcha.
 
• Não acelere o carro antes de desligá-lo. Essa prática, muito comum no tempo do carburador, não traz qualquer benefício para os carros modernos.
 
• Mantenha as janelas fechadas para diminuir o atrito com o ar. Use o ar-condicionado com moderação.
 
• Se seu carro é automático, mude o câmbio para neutro sempre que encontrar uma parada um pouco mais prolongada.
 
• Escolha trajetos em que você sabe que há mais chances de manter a velocidade constante, ainda que o percurso seja um pouco maior, como em vias expressas.
 
Direção suave

No dia a dia, a questão crucial se resume a uma "direção suave", como define o consultor de informática Andre Cinicola, pão-duro assumido quando o assunto é gasto de combustível e desgaste do carro.

- Não ligava para isso quando era novo de carta, pois a preocupação nos primeiros meses era aprender a dirigir bem. Ainda tinha o gosto especial da novidade, então curtia pisar fundo no acelerador de vez em quando. O carro era a álcool, que era muito barato naquela época (1999/2000).

Cinicola diz que tudo mudou quando passou a dirigir distâncias muito maiores para trabalhar - de São Bernardo do Campo a São Paulo - todos os dias.

- O combustível começou a cutucar o bolso. Não só o combustível, mas todo o desgaste do carro.

O consultor de informática afirma que, ao adotar as dicas acima e prestar mais atenção ao modo de dirigir, o consumo passou a ser muito menor.

- Pesquisando na internet, minhas médias de consumo de combustível são sempre menores do que as de outros donos de carros do mesmo modelo. São menores até do que o fabricante anuncia, quando anuncia.

Segundo Cinicola, com seu antigo carro, um Honda Civic 2000 a gasolina, ele fazia uma média de 12 km/l na cidade e 16 km/l na estrada, quando outros donos fazem 10 km/l ou menos na cidade e 14 km/l na estrada.

Cinicola diz que seus carros seguintes seguiram a mesma tendência, ficando abaixo da média de consumo tanto com álcool quanto com gasolina. E o benefício vai além do gasto no posto.

- Fora isso, os pneus dos meus carros sempre duraram muito, mais de 80 mil km, enquanto muitas pessoas trocam pneus aos 30 mil ou 40 mil km. Freios também são um bom exemplo. Com meu Civic automático, rodava quase 50 mil km com as mesmas pastilhas. O disco de freio e os amortecedores originais duraram 120 mil km.

Não custa lembrar que a checagem do estado de conservação dos componentes do carro deve ser feita de preferência em uma oficina especializada, como ocorreu no caso dos veículos de Cinicola.

Business Owners Fuel Card

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The BOB fuel card comes with fuel pricing insurance based on the national average price of fuel at the time of purchase.   It guarantees the payback at a 1 to 1 rate when the national average exceeds a set price amount.   Each 6 months the price is evaluated and a new guarantee is sent to the card holder.   For example if a card were purchased the average national price of fuel was $3.65.  Then a month later the national average price of fuel was $4.80, the account would be credited 15 cents on every gallon purchased from that point.  This would continue until the national average price returned to below the $4.65 per gallon mark.
By purchasing fuel with the Wright Express BOB card the business owner would also receive a detailed accounting of his fuel purchases which can be used for tax purposes.
A towing benefit is also part of the BOB fuel card which entitles the card holder to 1 free tow annually with a discounted 2nd tow during the twelve month period and guaranteed tow rates on any additional needed wrecker bills.   In addition all wrecker needs would be handled through a hotline number given to the cardholder.  This means that BOB card holders do not have to hunt for a wrecker; the hotline operator is responsible for supplying a certified wrecker to the scene within one hour of the call.
In the event of a card holder requiring new tires on the vehicle, a call is placed with the hot line and they are given information on where to go to purchase Michelin tires at a set discounted rate.   Each year the amount of BOB business sent to Michelin would be evaluated and a better rate could be achieved.
Through the wrecker and tire companies most vehicle maintenance is also available to the BOB card holders at a guaranteed hourly rate.
The BOB card holder is also entitled to X number of hours for consulting and court for traffic and moving violations.

Fórmula Truck: Roberval quer ficar entre os quatro primeiros em Caruaru

Bispo Neto
Divulgação

Atual campeão quer um bom resultado na segunda etapa da Fórmula Truck.
 

O início dos treinos para a segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck deu a Roberval Andrade a exata noção do desafio que vai enfrentar durante o fim de semana no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Caruaru. O piloto paulista da Ticket Car Corinthians Motorsport, atual campeão, ficou com o quinto lugar no resultado geral dos treinos livres disputados nesta sexta-feira (13), comandados por Felipe Giaffone.

Andrade foi segundo colocado na primeira sessão de treinos no circuito pernambucano. Na última, ficou em quinto, a 1s339 do adversário. "Vai dar para melhorar bem o caminhão para amanhã, quem sabe virar cerca de um segundo mais rápido, mas dificilmente vai dar para chegar no Felipe", admitiu o campeão. "Ele está muito rápido e essa pista favorece os caminhões menores", acrescentou, sobre o traçado pernambucano de 3.180 metros.

Alcançar uma das duas primeiras filas do grid é a meta de Andrade para o treino classificatório deste sábado (14). "Apesar de estar otimista, minha realidade será conseguir um lugar entre os quatro para largar. Essa vai ser, digamos, minha graduação aqui", emendou o piloto, que compete na Fórmula Truck com apoio de Ticket Car, Frum, Supricel, Knorr-Bremse, ZF, Guerra, Mann Filter, Firad, Nino, Superpar, KS, Truckvan e Niju.

O treino classificatório definindo as posições de largada da segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, neste sábado, terá início às 14h. A prova de domingo vai começar às 13h, com transmissão ao vivo da Band, em HD.

Os melhores tempos de cada piloto nos treinos desta sexta, consideradas todas as voltas cronometradas nas duas sessões de treinos, foram os seguintes:

1.º) Felipe Giaffone (SP/Volkswagen), RM Competições, 1min47s734;
2.º) Valmir Benavides (SP/Volkswagen), RM Competições, 1min48s622;
3.º) Wellington Cirino (PR/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 1min48s902;
4.º) Geraldo Piquet (DF/Mercedes-Benz), ABF/Mercedes-Benz, 1min49s073;
5.º) Roberval Andrade (SP/Scania), Ticket Car Corinthians Motorsport, 1min49s088;
6.º) Renato Martins (SP/Volkswagen), RM Competições, 1min49s480;
7.º) Beto Monteiro (PE/Iveco), Scuderia Iveco, 1min49s492;
8.º) Leandro Totti (PR/Mercedes-Benz), ABF Competições, 1min49s629;

Taking Prepaid Cards and Mobile Payments to the Next Level of Innovation and Profitability

Taking Prepaid Cards and Mobile Payments to the Next Level of Innovation and Profitability

Why Attend The 5th Prepaid Cards and Mobile Payments Conference?

A number of organizations are faced with demanding challenges in correlation to adapting to the continuous change within the world of prepaid cards. Significant developments concerning changes in regulations, new methodologies, and innovative technology has caused these very same companies to rethink their strategy and approach. As a prepaid leader, how do you effectively capitalize on these dynamic shifts in a familiar industry in order to take it to the next level?

Within the past few years laws have changed regarding rates and fees for closed loop cards. Important recent Acts and Amendments have significantly influenced the industry due to the fact that prepaid optimization opportunities can be derived from the new regulations.

The increasingly technology savvy world of e-commerce and mobile access has increased the number of consumers that expect 24/7 access to all of the information and products they need. Therefore, innovative merchandising and marketing methods as well as the incorporation of mobile payment technology have started to be leveraged in order to transition prepaid cards from in-store to instant accessibility.

The 5th Prepaid Cards and Mobile Payments conference will have a dual focus on prepaid cards and an exclusive co-located mobile payment day with the mobile commerce event to help you reach the next level. Book your seat today!

New Session topics will include:

The Next Level In Prepaid Cards: Integrating Card Benefits Into E-Commerce and Mobile Platforms
Staying Ahead Of The Game: Understanding Prepaid Regulatory & Compliance Trends To Advance Prepaid Card Strategy And Development
Maximizing The Value of Prepaid Cards Through Integrated Merchandising
What’s Next In Payments? Insight Into Driving Payment Innovation Through Mobile

Citi usa cartão pré-pago para tentar driblar dinheiro

Banco segue estratégia adotada por Panamericano e Bradesco para atrair público de baixa renda não bancarizado.

Com uma barreira difícil de transpor como o dinheiro vivo numa economia ainda bastante informal como a brasileira, os bancos estão cada vez mais interessados em um instrumento que já se mostrou bastante eficiente em outros países para acessar a população não bancarizada: o cartão pré-pago.

O Citibank, por meio de sua administradora de cartões, a Credicard, irá lançar no segundo semestre deste ano uma linha de cartões desse tipo, conta Luiz Almeida, superintendente de produtos da Credicard.

"Nossa grande aposta será no produto de uso geral, para fazer pagamentos, saque e uso em compras na internet", afirma Almeida.

A estratégia já vem sendo adotada por outras insituições financeiras. No fim de abril, o Panamericano, em parceria com a Mastercard e a REV (empresa global de soluções de pagamentos), anunciou um pré-pago multiuso, que pode ser usado para compras, saques e transferências.

Já os esforços dos bancos Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (CEF) no segmento estão concentrados na holding Elo, que além de uma bandeira nacional de cartões, tem um braço específico para plásticos de pagamento antecipado.

"O pré-pago foi redescoberto no Brasil", avalia Antônio Jorge de Castro Bueno, coordenador do Grupo Setorial de Pré-Pagos (GSPP). Ele lembra que a primeira geração de produtos "pague antes, gaste depois" foi de cartões de incentivo (em que empresas podiam pagar bônus e prêmios aos funcionários), mas por serem mal utilizados (incluindo lavagem de dinheiro ao drible de lei trabalhistas) caíram no desuso.

Agora que o desenvolvimento econômico do país tem levado à ascensão social de milhões de brasileiros, o cartão pré-pago se tornou a menina dos olhos dos bancos para abocanhar uma parcela desse público que aidna está fora do sistema bancário.

"O desenvolvimento econômico e social do país criou uma classe ansiosa por ter meios eletrônicos de pagamento", diz Bueno.

Pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Fractal reforça o potencial de migração de meios de pagamento. O estudo aponta que 85% das pessoas de baixa renda pagam suas compras de supermercado com dinheiro.

Foram entrevistadas 2.960 pessoas, com renda mensal de até R$ 800 mensais, em dez cidades brasileiras entre elas São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.

Estratégia Credicard

O primeiro produto da série de pré-pagos da Credicard será lançado para a marca Credicard Emoções, voltada para os fãs do cantor Roberto Carlos.

O segundo passo será o cartão de uso comum, focado no público que não possui acesso a produtos financeiros, que tem restrições a crédito, trabalha no mercado informal ou "não gosta de banco", diz Almeida. Exatamente por conta disso, a oferta será feita principalmente nas 100 lojas da financeira da Credicard espalhadas pelo país.

Muito indentificado com o público de alta renda, o Citibank tem usado a marca da Credicard para chegar a outros públicos. Uma das ações para aumentar a popularidade tem sido, nos últimos dois anos, ações de merchandising no televisivo Programa do Faustão.

Uma terceira linha de produto será na área de câmbio, com um cartão pré-pago para viagem. "Vamos aproveitar que somos o maior banco de câmbio do país e lançar um cartão com bandeira internacional, para que ele seja aceito em vários lugares do mundo", diz Almeida.

Amex to sell gift cards in US Post Office branches American Express launches pilot to sell gift cards in more than 1,800

NEW YORK (AP) -- American Express Co. will begin selling its gift cards in U.S. post offices in June, the company said Monday.

The company will sell $25, $50 and variable loan cards that can have up to $100 loaded on in more than 1,800 post offices as part of a pilot program. The cards, which have no fee other than a purchase price ranging between $3..95 and $5.95, can be used at stores and restaurants in the U.S. that accept American Express, and online.

"As the company looks to move beyond traditional charge and credit products, expanding our distribution network to new and innovative locations like post offices is key to accelerating the company's growth in new payments and digital platforms," said Alpesh Chokshi, president of Global Payment Options for Amex, in a statement.

A U.S. Postal Service spokeswoman said Amex gift cards are the first to be sold in post offices. The program is open to other companies.

U.S. consumers spent about $92 billion using gift cards last year, according to research from the business consultant TowerGroup. Use of gift cards with logos from MasterCard, Visa, Discover and American Express accounted for about $33 billion.

Apple: por que a marca vale tanto

Segundo o CEO do grupo WPP, a liderança e a capacidade de assumir riscos de Steve Jobs tornam a Apple a marca mais valiosa do mundo
Por Redação
Liderança, atender as expectativas e assumir riscos são os motivos que tornam a Apple a marca mais valiosa do mundo, segundo David Roth, CEO do grupo WPP, especializado em marketing e publicidade. Este ano, a empresa de Steve Jobs assumiu a liderança do ranking das marcas mais valiosas feito pela consultoria Millward Brown, parte do WPP, ultrapassando o Google.

Roth falou sobre o sucesso da marca da maçã hoje, 13, durante a premiação “As Marcas Mais Valiosas do Brasil”, evento realizado pela DINHEIRO, em parceria com as consultorias BrandAnalytics e Millward Brown.

Para ele, o motivo principal do sucesso da Apple está em seu fundador, Steve Jobs, que é capaz de disseminar a cultura da empresa para todos os funcionários. Isso resulta na capacidade de atender as expectativas dos consumidores, o segundo principal motivo que faz da marca a mais valiosa do mundo.

Mas, tão importante quanto os outros dois motivos é o fato de Jobs ser capaz de assumir riscos. “Nem tudo que a Apple faz dá certo. Ter coragem e assumir esse risco é fundamental”, afirmou Roth.

As marcas mais valiosas do Brasil em 2011 Puxadas pelo consumo da nova classe média brasileira, as 50 maiores grifes nacionais ganham força e atingem um valor inédito de R$ 135 bilhões. Saiba como PetrobrAs, Itaú, Bradesco, BB e Natura se consagraram no topo do ranking DINHEIRO/BrandAnalytics

 
Vídeo: conheça detalhes sobre o estudo e sua importância para o mercado
 
Em abril de 2010, uma gigantesca mancha de óleo espalhou-se pelo Golfo do México, comprometendo a reputação da maioria das empresas de petróleo. O acidente em um poço em águas profundas da British Petroleum (BP) obrigou a companhia britânica a gastar mais de US$ 40 bilhões em indenizações, multas e nos esforços para tapar o vazamento, que levou poluição e destruição à costa da Louisiana e do Alabama e Texas, nos Estados Unidos. Os danos, contudo, não foram só ambientais.
 
A imagem da BP saiu, literalmente, manchada do episódio, que respingou também em muitos concorrentes. Por esse motivo, chega a ser surpreendente que o valor da marca Petrobras tenha crescido 39% nesse período e chegado a US$ 13,4 bilhões (R$ 23,6 bilhões). Esse desempenho fez com que a petrolífera brasileira fosse, pela segunda vez consecutiva, a marca mais valiosa do Brasil e a 61ª do mundo – à frente, inclusive, da BP, que viu sua grife recuar  27% –, de acordo com a pesquisa As Marcas Mais Valiosas do Brasil em 2011, realizada em parceria pela DINHEIRO e pela BrandAnalytics/Millward Brown. 
 
 
 
Ao contrário da sua rival britânica, a Petrobras é reconhecida como uma companhia com tecnologia de ponta e especialista na exploração de petróleo em águas profundas. Some-se a isso a descoberta do pré-sal e da bem-sucedida capitalização de R$ 120 bilhões, em setembro, a maior da história do capitalismo e se terá uma boa parte da explicação para o salto do valor da marca da Petrobras, em 2010. 
 
“A companhia melhorou sua imagem por ser considerada uma empresa que se preocupa com o meio ambiente e devido ao sucesso de sua captação na bolsa”, diz Eduardo Tomiya, diretor-geral da BrandAnalytics e coordenador do estudo. A estatal brasileira, presidida por José Sergio Gabrielli,  pretende dar um salto mais ousado em 2011. “Temos uma infinidade de marcas, como Transpetro, Petrobras Distribuidora, Petroquisa e Gaspetro”, diz Wilson Santarosa, gerente-executivo de comunicação institucional da Petrobras. “Vamos unificá-las.”
 

Gabrielli, da Petrobras: a capitalização de R$ 120 bilhões e a experiência em exploração de petróleo
em águas profundas fizeram da Petrobras a marca mais valiosa do Brasil pela segunda vez consecutiva  
 
O brilho da Petrobras foi acompanhado de empresas de outros setores que também aproveitaram os bons ventos da economia brasileira. O Itaú assumiu o segundo lugar do ranking e se tornou a instituição financeira mais valiosa do Brasil, à frente do Bradesco – ambos também presentes na lista global na 90ª e na 98ª posição, respectivamente. A seguradora Porto Seguro foi a que mais se valorizou neste ano. 
 
Marcas com apelo popular, como Anhanguera Educacional, MRV e Gol, também se destacaram. De uma forma geral, as 50 marcas mais valiosas do Brasil souberam tirar proveito do crescimento econômico, puxado pela força de consumo da classe C, e atingiram um valor inédito de US$ 76,9 bilhões (R$ 135,3 bilhões), alta de 55% em comparação ao ano anterior. 
 
Em reais, a expansão é menor – 37%. Pode-se argumentar que a apreciação da moeda brasileira tenha ajudado as grifes nacionais a alcançar esse resultado. Em parte, a alegação é verdadeira. No entanto, vale a pena observar o desempenho das 100 maiores marcas globais, listadas num ranking produzido pela Millward Brown, a mesma consultoria da pesquisa brasileira. Em 2010, elas se valorizaram apenas 17%. A Apple, que fabrica o iPad e o iPhone, superou o Google e se transformou na marca mais valiosa do mundo.
 
A versão local do levantamento avaliou 200 marcas de 150 companhias brasileiras de capital aberto. No estudo, são consideradas apenas as marcas brasileiras. Assim, estrelas globais como Google, Microsoft e Coca-Cola não participam do universo pesquisado. Da mesma forma, ficam de fora as nacionais pertencentes a empresas fechadas, a exemplo de O Boticário, Habib’s e Claro, entre outras. 
 
Além de mensurar o valor, a BrandAnalytics/Millward Brown realizou uma pesquisa para identificar as marcas mais queridas dos brasileiros, incluindo nessa sondagem as internacionais. A investigação estabelece o grau de identificação e a lealdade do consumidor para com este ou aquele nome. Para isso, foram ouvidas 14,8 mil pessoas em todo o País. 
 

 
 
Para eles, não há marca que mereça mais fidelidade do que o McDonald’s, que assumiu, pela primeira vez, a liderança do ranking A Marca Mais Forte do Brasil, superando o sabão em pó Omo, da Unilever. “Não seríamos uma marca reconhecida se não tivéssemos estabelecido um bom relacionamento com o consumidor”, afirma Marcelo Rabach, presidente da Arcos Dourados no Brasil, que opera o McDonald’s na América Latina.
 
Uma leitura atenta dos números do estudo é reveladora do que aconteceu no País em 2010. O ranking deste ano foi fortemente influenciado  pela pujança da economia brasileira, que cresceu 7,5%. Setores diretamente beneficiados  pela expansão do consumo, como moda, distribuição de combustível e transporte aéreo observaram o valor das suas marcas subir como um foguete. O primeiro teve valorização de 315%. O segundo e o terceiro, 144% e 142%, respectivamente. 
 
Só o segmento de telecomunicações patinou, com uma valorização de 7%. Entre as 50 marcas mais valiosas do Brasil, a Oi e a Embratel foram as únicas que perderam valor. “Esse é um sinal de que os serviços estão padronizados e o consumidor não vê diferenciação entre eles”, afirma Tomiya, da BrandAnalytics.  Entre as estreantes no ranking estão Droga Raia, OdontoPrev, Riachuelo, Banrisul, Hering e Multiplus. 
 

Marcelo Rabach, do Mcdonald's: a marca reformulou o cardápio e apostou na classe C.
Com isso, se transformou, pela primeira vez, na mais admirada pelos brasileiros
 
“Graças à associação com o Bradesco, passamos a vender pelo canal bancário nossos planos odontológicos”, afirma Randal Zanetti, presidente da OdontoPrev. “Temos planos de expansão para a classe média, com planos familiares e individuais.”  Os bancos, mais uma vez, dominam as primeiras posições do ranking. Entre os cinco primeiros lugares, três marcas são do setor financeiro: Itaú, Bradesco e Banco do Brasil. A fabricante de cosméticos Natura é a quinta colocada. “O resultado mostra que as empresas começaram a entender que a gestão de marcas é importante”, diz Tomiya.
 

 
 
Nada mais ilustrativo disso do que a fusão entre o Itaú e o Unibanco, uma das operações mais delicadas no tema gestão de marcas em 2010. “O Itaú tinha atributos de modernidade e tecnologia e o Unibanco, mais jogo de cintura e flexibilidade”, diz Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco. Como unir duas instituições tão diferentes? 
 
“Precisávamos manter as coisas que eram valorizadas no Unibanco, principalmente a questão do relacionamento com o cliente.” Depois de criar uma nova cultura corporativa – trabalho no qual foram ouvidos  16 mil funcionários –, o Itaú Unibanco partiu para as tarefas mais complicadas: definir a marca que iria prevalecer e promover a migração de mil agências do Unibanco. “Pensamos em criar um novo nome, mas as pesquisas mostraram que a marca do Itaú era mais forte e valia mais do que a do Unibanco”, diz Zeca Rudge, vice-presidente de marketing do banco. 
 
O desafio era transferir para a nova marca Itaú os atributos que eram valorizados no Unibanco. O primeiro comercial veiculado, em maio de 2010, que usava a música Imagine, de John Lennon, como tema, deu o tom da transição, com a frase: “Meu nome é Itaú Unibanco, mas pode me chamar de Itaú.” Serviços conhecidos e valorizados pelos clientes do Unibanco ganharam a assinatura do Itaú, como o Itaú 30 horas e o Itaú Uniclass. 
 
As novas agências apostaram em ambientes amplos e transparentes, sem portas giratórias e sensores na entrada. Em vez de filas, o cliente passou a ter à sua disposição sala de espera e senhas para ser atendido. Os correntistas receberam comunicado com bastante antecedência sobre as mudanças e a forma como ela iria ocorrer.  
 
Nas reformas das agências e na integração tecnológica, foram gastos R$ 835 milhões. Trata-se de um gasto quase bilionário, mas que trouxe resultados bem visíveis. A bem-sucedida fusão fez com que a marca Itaú se valorizasse 44% em 2010, avaliada em US$ 9,6 bilhões.
 
O crescimento de valor da marca do Itaú só não foi maior que o do Banco do Brasil (BB), entre os bancos. Em 2010, a marca da mais antiga e tradicional instituição financeira do País valorizou-se quase 50%. Durante os anos de 2009 e 2010, quando a maioria dos seus competidores ficou na retranca e tornava mais rígida a liberação de empréstimos, o banco estatal assumiu uma postura diferenciada, mais sintonizada com as demandas dos clientes. 
 
“A concorrência estava com um pé atrás”, afirma Aldemir Bendine, presidente do BB. “Adotamos uma abordagem mais incisiva no crédito.” O resultado, que beneficiou pequenas e médias empresas, como também a nova classe média brasileira, fez com que o banco ganhasse credibilidade junto ao público. “Os clientes passaram a enxergar que o banco estava ao lado deles nos momentos bons e ruins”, diz Bendine. 
 
“Houve uma percepção muito forte da população e isso reforça os atributos da nossa marca.” A estratégia mostrou-se acertada. O Brasil foi um dos primeiros países a sair da crise financeira global. Além de ganhar participação de mercado, o BB melhorou também seu desempenho. No primeiro trimestre de 2011, a instituição lucrou R$ 2,9 bilhões, cifra recorde para o período. 
 

Roberto Setubal, do Itaú: a bem-sucedida fusão com o Unibanco custou R$ 835 milhões e fez a marca se valorizar 44%
 
Lucro e valorização. Foi isso o que colheu quem apostou na força de consumo da classe C. “A educação passou a ser um bem de consumo dessa classe”, diz Alex Dias, CEO do grupo Anhanguera Educacional, maior instituição privada de ensino do País. Com receita de R$ 1 bilhão em 2010, a Anhanguera tinha 30 mil alunos em 2006. Hoje, esse número multiplicou-se por dez. 
 
A receita líquida da construtora mineira MRV saltou mais de 80% no ano passado. Com forte presença na classe média, a companhia tem 85% de suas vendas atreladas ao projeto Minha Casa Minha Vida, do governo federal. “Não temos três ou quatro marcas para atender nichos diferentes”, diz Rubens Menin, presidente da MRV, que está presente em 42 cidades e 17 Estados brasileiros. “Nosso foco sempre foi a classe média.” Com essa atuação, a MRV passou a Cyrela e se transformou na marca mais valiosa no setor de construção. 
 
Muitas empresas resolveram criar marcas novas, voltadas exclusivamente para atender a classe C. A estratégia faz sentido quando se trata de uma marca de combate, cujo único apelo é o preço. Essa abordagem não se sustenta no caso das grandes grifes. Considere-se o exemplo do McDonald’s. 
 
A rede de lanchonetes desenvolveu a campanha “Grandes prazeres, pequenos preços”, na qual oferecia, a preço reduzido por um determinado período de tempo, um sanduíche tradicional de seu cardápio. “Algumas empresas caem na armadilha de ter produtos especiais para a classe C”, diz Rabach. A promoção se transformou na porta de entrada de novos consumidores à rede, que recebe diariamente 1,5 milhão de clientes em seus 616 restaurantes espalhados por quase todos os Estados brasileiros.
 

 
 
A marca que mais se valorizou em 2010, no entanto, não apostou nesses novos consumidores. A Porto Seguro, que se uniu ao Itaú Unibanco, em 2009, passou a oferecer seus seguros em mais de quatro mil agências do Itaú no ano seguinte. Resultado: em 2010, sua marca exibiu um crescimento de impressionantes 323%. Mas isso, de forma isolada, não explica o resultado. 
 
A seguradora,  mais do que qualquer outra no setor, apostou em um forte relacionamento com o seu cliente. Habitualmente, o consumidor tem contato com uma seguradora em dois momentos: na hora de assinar o contrato e no caso de um sinistro. Na Porto Seguro, quem compra um seguro de carro recebe assistência em casa para problemas elétricos ou com seus equipamentos da linha branca e eletroeletrônicos. 
 
No ano passado, um milhão de residências foram visitadas por técnicos uniformizados da empresa. “Fugimos da commodity”, diz Fábio Luchetti, vice-presidente-executivo da Porto Seguro. “Passamos a interagir com o cliente.” Para estar entre as marcas mais valiosas, é preciso saber que isso faz toda a diferença.
 

 
 
Entenda como é feita a pesquisa
O que é o ranking das marcas brasileiras mais fortes e mais valiosas?
O ranking das marcas brasileiras mais fortes e mais valiosas é realizado pela BrandAnalytics em conjunto com a revista DINHEIRO, pelo grupo WPP e utiliza a base das pesquisas de mercado da Millward Brown, chamada de BrandZ. 
 
Qual a diferença entre o ranking de marcas mais valiosas e o de marcas mais fortes?
O ranking de marcas mais fortes compila as informações da pesquisa de mercado do BrandZ e classifica as marcas mais fortes do Brasil a partir da lealdade do consumidor. O segundo é um ranking que considera basicamente o valor das ações das empresas em mercado e o seu desempenho financeiro. O ranking de valor de marca integra os dados de mercado (como conhecimento, preferência por uma marca, satisfação e lealdade) com dados financeiros (valor dos ativos tangíveis, rentabilidade e liquidez das operações).
 
Como é feito o ranking das marcas mais fortes? 
A partir da base de dados do BrandZ, é feita uma pesquisa de mercado com os consumidores. É perguntado aos consumidores de diversas categorias qual a marca que o entrevistado conhece. Tradicionalmente, a força de uma marca era medida pelo seu Top of Mind. A esse conceito foram adicionados parâmetros que refletem a conversão do conhecimento em preferência e em lealdade. Daquele conhecimento, quanto está sendo convertido para a preferência (e influência no processo de compra) e quanto está se convertendo em consumidores leais. Em nossa pesquisa de mercado foram consideradas 37 categorias e feitas 14.800 entrevistas. Foi analisado o comportamento de 460 marcas brasileiras e multinacionais no País. Obtivemos para cada marca, em cada categoria pesquisada, a presença (conhecimento) e multiplicamos pelo nível de lealdade (voltage). Esse indicador é a base para classificarmos as marcas brasileiras mais fortes.
 
Como é calculado o valor da marca?
Empresas são compradas e vendidas diariamente no mercado de capitais. O produto resultante da multiplicação do preço pelo número de ações em circulação, nos fornece o valor de mercado da empresa. Esse valor, ajustado pelo valor do endividamento e itens não operacionais, nos fornece o valor da empresa. Desse valor, parte são ativos tangíveis (máquinas, equipamentos, capital, estoques) e parte são os denominados ativos intangíveis (capital humano, organizacional e de relacionamento). 
Nas 50 mais valiosas, os ativos intangíveis representam 56% do valor da empresa e essa proporção varia de empresa para empresa. Na categoria de cosméticos, por exemplo, os intangíveis representam aproximadamente 96% do negócio. Em empresas de serviços, 88%. Do valor dos ativos intangíveis é separada a importância da marca na geração de valor ao acionista. E para chegar a esse número são feitas pesquisas de mercado com consumidores finais, clientes e investidores com o objetivo de compreender qual a contribuição da marca em relação a outros intangíveis da empresa.
Portanto, a contribuição da marca é baseada nos seus diferenciais competitivos versus seus principais concorrentes na categoria. Também é feito um múltiplo de mercado que considera o risco da marca em função da sua força, levando-se em conta parâmetros como conhecimento, lealdade, condições de mercado e proteção legal. 
Para o ranking “As Marcas Mais Valiosas do Brasil em 2011”, a primeira etapa relacionada com o valor dos ativos intangíveis é baseada em dados de mercado das empresas (preços das ações) e estrutura de capital. Esses dados utilizados em nosso estudo são obtidos na Bloomberg. Já a segunda etapa é relacionada a pesquisas de mercado e análise legal das marcas. A pesquisa de mercado é feita utilizando-se o BrandZ, maior banco de dados de força de marca da Millward Brown. 
 
Como se calcula a contribuição da marca?
Com base nos diferenciais percebidos da marca, em relação aos concorrentes. A pesquisa, realizada para cada categoria e público mencionado, nos oferece um grande “mapa de percepções” e de atributos de escolha para uma marca na categoria. Na categoria bancos, por exemplo, o Bradesco é a marca mais percebida em relação à presença e à acessibilidade. Mas, no quesito confiança, o mais reconhecido é o Banco do Brasil. 
Em tecnologia, o Itaú é o mais recordado. Além dos atributos mais emocionais, a pesquisa também testa os funcionais (preços mais baixos, qualidade de produtos, entre outros) e de relacionamentos como melhor atendimento. Em cada categoria, é definido qual atributo é importante e quanto ele é associado à marca. 
Isso constitui os diferenciais competitivos percebidos. Essa análise resulta no quão dependente da marca é esse atributo. Em outras palavras: se uma empresa perdesse a marca, qual o impacto no seu resultado econômico? Para o caso de uma empresa como a Natura, a importância da marca é muito elevada (70%). Em empresas B2B, a marca tem uma contribuição bem mais baixa (3%). 

Bolsa prevê que IPOs somem R$ 55 bilhões até dezembro De janeiro a maio, foram captados R$ 11,5 bilhões pelas empresas na Bolsa; auge recente de aberturas de capital ocorreu em 2007

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A Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa) prevê que as ofertas iniciais de ações e as ofertas subsequentes cheguem a R$ 55 bilhões até o final deste ano. A expectativa foi traçada nesta manhã pelo diretor-presidente da BM&F Bovespa, Edemir Pinto, durante teleconferência com jornalistas para comentar o desempenho do primeiro trimestre.


Foto: Divulgação
Magazine Luiza estreia na Bolsa de Valores de São Paulo
“Nossa expectativa é fechar o ano com algo em torno de R$ 55 bilhões em IPOs e follow-ons”, afirmou Edemir, referindo-se à sigla em inglês para as ofertas públicas de ações (inicial public offering) e ao termo usado para as ofertas subseqüentes, quando uma companhia volta ao mercado para fazer uma nova operação.

“O volume registrado até agora não pode ser anualizado”, avisa Edemir. De janeiro até agora foram registrados R$ 11,56 bilhões em ofertas inicias e subseqüentes. A fila de aberturas de capital deste ano foi aberta pela companhia de calçados Arezzo, que captou mais de R$ 560 milhões. A última oferta pública inicial a ir ao mercado foi a do Magazine Luiza, com a captação de mais de R$ 800 milhões, encerrada no dia 2 de maio.

Das ofertas registradas na Bovespa neste ano, R$ 4,7 bilhões foram em IPOs e R$ 6,8 bilhões em ofertas subsequentes. Todas essas operações precisam ser registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o órgão que regula o mercado de capitais. No site da instituição há quase R$ 9 bilhões em ofertas iniciais e subsequentes de ações sendo analisadas.

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Caso se confirmem as provisões da BM&F Bovespa, no entanto, o volume poderá ser encarado pelo mercado como uma retomada nas ofertas por parte das empresas brasileiras, que teve seu auge recente em 2007, quando foram ao mercado ações no valor de mais de R$ 70 bilhões. Com a crise financeira internacional, que teve seu pior momento em setembro de 2008, as ofertas iniciais secaram.

No ano passado, o total de ofertas na Bolsa somou R$ 149 bilhões, mas esse número foi inflacionado pelos R$ 120 bilhões que a Petrobras captou em uma oferta subseqüente em setembro, dentro de seu programa de capitalização para a obtenção de recursos para os investimentos na exploração de petróleo da camada do pré-sal.

Frustração

Edemir Pinto afirmou que o desempenho do mercado foi frustrante no início deste ano. “Ficamos frustrados com os primeiros quatro meses do ano com os volumes negociados”, disse ele. Essa frustração, continuou, foi maior porque a expectativa de crescimento do mercado também não veio.

“O mercado ficou interpretando as regras macroprudenciais adotadas pelo Banco Central e o risco foi um componente que o investidor pesou muito, principalmente o estrangeiro”, disse Edemir. “Essas medidas hoje estão mais claras. E percebeu-se que elas não estão voltadas para os mercados de derivativos ou de ações e esse ponto é importante para a retomada da Bolsa”, completou Eduardo Guardia, diretor financeiro da BM&F Bovespa.

De janeiro até o dia 12 de maio, o Ibovespa, o principal índice de ações do mercado brasileiro, acumula queda de 7,65%.

A BM&F Bovespa divulgou seu balanço do primeiro trimestre do ano na noite de ontem. A receita líquida dos três meses somou R$ 472 milhões, com alta de 2,5% sobre o mesmo período de 2010. O lucro líquido trimestral ajustado foi de R$ 384,2 milhões, com queda de 5,2% sobre os R$ 405,1 milhões do mesmo trimestre do ano passado. A empresa pagou R$ 166 milhões em dividendos e juros sobre o capital próprio, o que representa 80% do lucro líquido.

TomTom sees fleet management services growth

TomTom, which provides fleet management systems to trucking firms, expects smaller rivals to go out of business in the fragmented sector in the next three to five years, an executive said on Friday.

TomTom, the Dutch company better-known for personal navigation devices (PND) used by car and truck drivers, has been forced to move into new but related businesses because of competition from the likes of Google, which offers similar navigation products for free.

TomTom's fleet management system enables customers such as compressor and machinery maker Atlas Copco and Dutch telecoms company KPN to track fleets of trucks or other vehicles, and to monitor their fuel consumption, speed, and driving patterns.

The TomTom unit only accounted for about 4 percent of group sales last year, but it ranks second in Europe with a 10 percent market share after Masternaut, which is headquartered in England and which merged with French firm Cybit earlier this year.

"The fleet management sector is extremely fragmented, we have different competitors in every country and we intend to take a leading role in consolidating this market over the coming years," said Thomas Schmidt, TomTom's business solutions managing director.

"One can benefit from takeovers only if you get the synergies and since there are so many players, literally hundreds sometimes in one region, it would take too long, years sometimes, to consolidate the technology platforms, which is why we prefer to grow organically," Schmidt said.

Johan Fagerberg, a telecoms researcher from the Berg Insight Institute in Sweden, agreed that acquisitions would not make sense for TomTom in this market.

"There are too many local companies for these small players to survive in this market," said Fagerberg adding, "I don't think TomTom would benefit from acquisitions because the platforms are very different and migrating clients to new platforms can be quite complex."

TomTom has the fastest growing fleet management business in Europe, Fagerberg said, and in a few years it has grown from a very low level to become the number two player in Europe.

Berg Insight said in a report on the industry last year that the European fleet management market has entered a growth period that will last for several years.

Qualcomm is the largest player globally and in the Americas. Navigation firm Trimble and FleetMatics are tied for second place in the Americas, according to Berg Insight.

TomTom is in the process of trying to expand its content and services business, its in-dash or built-in navigation devices as well as its fleet management division, to offset falling sales at its flagship PND unit.

TomTom competes in the PND market with Garmin, which is stronger in the North American market, and in the commercial digital map market with Google and Navteq, which is owned by Nokia Corp.

Last month TomTom cut its full-year revenue target citing a rapidly contracting PND market and falling sales of its flagship product as more consumers opt for free or cheap navigation software on their smartphones.

(Reporting by Roberta B. Cowan; Editing by Sara Webb)

CEOs, inovação e crescimento Líderes que focam somente em corte de custos não conseguem manter crescimento sustentável e perdem talentos

Líderes que focam somente em corte de custos não conseguem manter crescimento sustentável e perdem talentos

16/05/2011 05:05Mudar o tamanho da letra:A+A-

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Eu fiquei surpreso com a repercussão do mais novo relatório publicado pelo Conference Board entre os integrantes da comunidade de inovadores. O Conference Board é uma entidade independente e sem fins de lucro fundada em 1916 nos Estados Unidos com o objetivo de proporcionar às organizações o conhecimento prático de que necessitam para melhorar seu desempenho e melhor servir a sociedade. No estudo chamado “The CEO Challenge” (O Desafio do CEO), o Conference Board revela o que os CEOs estão pensando e como eles estabelecem suas prioridades.

Na pesquisa realizada, os CEOs receberam 10 prioridades para que eles as ordenassem (da mais importante até a menos importante). Crescimento, sem surpresas, foi classificado como a prioridade número 1, basicamente por todos os participantes. Após o item crescimento, houve uma divergência significativa na opinião dos CEOs em função do tipo de indústria.

Nas indústrias fortemente regulamentadas os líderes classificaram regulamentos governamentais como o segundo item mais importante, enquanto que empresas de manufatura e serviços (com exceção das empresas de serviços financeiros) classificaram a inovação como a segunda prioridade mais importante.

As empresas de serviços financeiros em sua maioria classificaram a inovação como uma das suas últimas prioridades. Provavelmente essa classificação é resultado do aumento da fiscalização federal, depois do colapso das hipotecas (sub-prime), o crônico problema do cartão de crédito com altas taxas de juros e outras questões da indústria financeira que estão atraindo a atenção de Washington.

Uma citação que chamou a minha atenção no estudo do Conference Board foi a seguinte: "Os CEOs tendem a equilibrar a redução de custos, o desenvolvimento de talentos e a inovação em produtos / serviços como sua principal estratégia para impulsionar o crescimento, mas num momento de crise, a redução de custos pode abafar os outros dois fatores”. Essa referência me faz pensar que todos os CEOs têm reduzido ao máximo a sua estrutura de custos e agora eles tem que se mover para a inovação e o desenvolvimento de talentos para crescer. Basta ver a recente guerra por talento entre as empresas de alta tecnologia.

No site do Conference Board que descreve o relatório, as principais prioridades estão listadas em ordem de classificação, com o crescimento em primeiro lugar, e considerado quase duas vezes tão importante quanto as três prioridades seguintes: o talento, a redução de custos e a inovação. Curiosamente, as últimas três prioridades têm quase exatamente o mesmo peso. Se a gente não levar em conta o setor de serviços financeiros, a inovação é claramente a segunda prioridade mais importante para os CEOs.

Mas o que é o mais interessante sobre essas prioridades é que algumas são resultados e outras são insumos. O crescimento das empresas é um resultado alcançado quando bons profissionais (talento), criam produtos atraentes (inovação) que os clientes querem comprar. O crescimento das empresas é impulsionado por novos produtos, novos serviços e novos modelos de negócio – os quais são impulsionados pela inovação. É difícil ter um crescimento orgânico, sem inovação. Por isso a inovação é um ingrediente-chave para o crescimento do negócio.

Mas também é difícil para uma empresa crescer sem bons talentos, e bons talentos são atraídos por empresas em crescimento que tem produtos inovadores, visões interessantes, e que oferecem oportunidade de crescimento para o indivíduo. Todos esses fatores ocorrem quando a inovação está presente, e muitas vezes falta quando a inovação está ausente da agenda de uma empresa. Profissionais talentosos são muito procurados e eles tendem a migrar para as organizações que têm as idéias mais convincentes e as oportunidades para converter ideias em novos produtos e serviços. A inovação é um ingrediente-chave para atrair e reter bons talentos.

Das quatro prioridades anunciadas, apenas a redução de custos está sozinha. A redução de custos não dirige o crescimento do negócio, e muitas vezes inibe a inovação. Talento não é atraído para as empresas que consistentemente se concentram na redução de custos e o processo de redução de custos não induz ao crescimento de novos talentos ou à geração de muitas idéias criativas.

A redução de custos é uma maneira conveniente para sustentar os lucros, sem crescimento, mas apenas no curto prazo. Pode-se argumentar, de fato, que a redução de custos é a antítese do crescimento do negócio, e o simples fato de ele aparecer com tanto destaque nas prioridades dos CEOs é um reflexo da conjuntura econômica que enfrentam, em vez de um objectivo de longo prazo.

Moral da história: coloque a inovação como uma prioridade e isso vai impulsionar o crescimento do seu negócio. Coloque a inovação como uma prioridade e você vai atrair e reter os melhores talentos. Inovação é a plataforma que irá criar os resultados que os CEOs desejam.

Icebergs, os fertilizantes naturais do Oceano Antártico

Biólogos pesquisadores descobriram que grandes pedaços de gelo que se desprendem dos icebergs na Antártida estão sendo os responsáveis por um aumento no número de algas no oceano. E elas estão ajudando a tirar CO2 da atmosfera
REDAÇÃO ÉPOCA
Os icebergs do mar da Antártida são os grandes fertilizadores do Oceano Antártico, segundo um novo estudo conduzido por biológos marinhos da Fundação Nacional de Ciência, dos EUA. A pesquisa, liderada pelo biólogo Ken Smith, descobriu que os icebergs influem diretamente no desenvolvimento das algas que sugam o dióxido de carbono da atmosfera, transferindo, depois, esse carbono para o oceano.

Por causa do aquecimento global, pedaços enormes de gelo têm se desprendido dos icebergs e flutuado para o Mar de Weddell. Esses pedaços de iceberg, ricos em minerais, têm depositado sedimentos e principalmente ferro na superfície do oceano, que está ajudando a fertilizar as algas e a aumentar seu número.

Durante as três expedições que realizou, o time de Smith estudou uma área conhecida como “corredor dos icebergs”, um local em que muitas partes desprendidas flutuam livremente, seguindo as correntezas. Usando robôs submarinos e aparelhos GPS, eles acompanharam alguns pedaços de gelo e estudaram as formas de vida que se criaram logo abaixo deles. O processo completo está detalhado na versão eletrônica da revista Deep Sea Research Part II: Topical Studies in Oceanography.

Usando um robô chamado “Lagrangian”, que mergulhava fundo o suficiente para chegar à parte inferior do iceberg e coletava material biológico e algas mortas, os cientistas puderam medir, pela primeira vez, a quantidade de carbono orgânico encontrado nas profundezas, logo abaixo de um pedaço de gelo de seis quilômetros de largura por 35 quilômetros de largura e uma altura de 28 metros.

A descoberta aponta que há cerca de o dobro de carbono na água nas áreas em um raio de até 30 quilômetros desses icebergs do que em mar aberto. Portanto, os pesquisadores descobriram também que os icebergs da Antártida têm um papel fundamental no controle dos níveis de carbono marinhos - além de contribuírem para que se desenvolvam as algas que tiram o carbono da atmosfera.

“Esse papel dos icebergs, de retirar carbono da atmosfera, pode ter implicações sérias para o clima global, e isso precisa ser melhor compreendido”, afirma Smith.

Depois de obtidos esses resultados, Smith e sua equipe se preparam para desenvolver novos métodos e ferramentas para medir os efeitos da movimentação do gelo no “corredor dos icebergs” através de longos períodos. Isso poderia, segundo o biólogo, prover mais informações sobre como os icebergs afetam a química e a biologia do Oceano Antártico.

LH

Apple enfrenta novo processo por compartilhar dados de usuários

A companhia de Steve Jobs irá enfrentar o banco dos réus em um novo processo que afirma que os dados de localização de usuários e outras informações pessoais no iPad e iPhone estavam sendo compartilhadas com anunciantes, sem autorização.

A Apple é acusada de cumplicidade ao “coletar e transmitir intencionalmente” dados de usuários a terceiros. O caso também cita os nomes Pandora e The Weather Channel e deixa claro que outras empresas também podem ser adicionadas à lista.

Lymaris M Rivera Diaz, o queixoso,  acusas as companhias de compartilhar dados pessoais, incluindo histórico de locais e o UDID (Unique Device Identifier) “sem o consentimento ou aviso aos consumidores”. Os dados teriam sido usados por anunciantes  para rastrear “os interesses e gostos de usuários de dispositivos móveis na Internet”. O processo é baseado nos problemas levantados pelo Wall Street Journal a respeito do compartilhamento de informações com anunciantes, assim como o caso recente do rastreamento de informações do iOS.

Os usuários entraram com várias ações similares contra a Apple nos últimos meses. Um processo em Nova York iniciado este mês também acusa a Apple, a Pandora e o Backflip Studios (produtora de games para iOs, como o Paper Toss) de compartilharem informações pessoais de usuários com anunciantes, de acordo com o Apple Insider.

Em outro caso, duas pessoas processaram a Apple devido a coleta do cache do histórico de localização feita pela Apple. Esse fato veio a público em abril, depois que pesquisadores disponibilizaram um aplicativo que interpretava os dados de localização criados por dispositivos iOS e inseria em um mapa.

A Apple disponibilizou recentemente o iOS 4.3.3 para lidar com essas reclamações a respeito do cache de dados de localização mantido nos iPhones e iPads com conexão 3G. Essas informações, de acordo com a companhia, não são mais armazenadas nos arquivos de backup do computador, e o dispositivo mantém os dados de localização por apenas sete dias.

Preços internacionais do petróleo avançam com notícias da Europa | Valor Online

Preços internacionais do petróleo avançam com notícias da Europa | Valor Online

Preço em usina cai 10% mais do que para consumidor

Até o final de abril foram processadas cerca de 23,69 milhões de toneladas de cana-de-açúcar
De acordo com a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica) os preços do etanol já apresentam queda significativa devido ao início da safra, mas apenas uma pequena parte dessa redução foi repassada ao consumidor.
A Unica divulgou que nas usinas os preços chegaram a cair 40%, mas nas bombas o etanol caiu apenas 4% para o consumidor.
Cerca de 64,62% dos 23,69 milhões de toneladas de cana-de-açúcar processadas até o final do mês passado foram destinados à produção de etanol. Na safra anterior o percentual foi mais baixo, ou seja, 59,18% foram destinados à produção do biocombustível.
A fabricação de etanol atingiu 894,84 milhões de litros, sendo 329, 37 milhões de litros de álcool anidro (sem adição de água, usado na mistura com a gasolina) e 565,48 de álcool hidratado (combustível vendido nas bombas). De acordo com o diretor técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues, as usinas estão se esforçando para normalizar o fornecimento do combustível.
Houve uma queda de 37,32% em abril em relação à março na comercialização de etanol hidratado no mercado interno, comparado com abril de 2010 a queda é de 61,49%. Por causa do mercado cativo da gasolina que, por lei, deve ser misturada ao biocombustível, as vendas de etanol anidro cresceram 40,05% em relação ao mesmo período do ano passado.
Em relação a produção de açúcar, a queda é de 68,89% em relação ao mesmo período da safra anterior. Saíram das usinas 794,96 mil toneladas do produto.