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terça-feira, 17 de maio de 2011

Braskem é signatária da iniciativa da ONU sobre clima

Encontro anual reúne empresas comprometidas com o “Pacto Global” e a iniciativa “Caring for Climate”.

A Braskem, empresa líder das Américas em produção de resinas termoplásticas e maior produtora mundial de biopolímeros, é uma das participantes da edição de Semana do “Pacto Global” de 2011 e do Encontro dos Signatários da iniciativa “Caring for Climate” (Cuidando do Clima) que reúne empresas comprometidas em contribuir para a solução das mudanças climáticas. A semana acontecerá do dia 16 a 20 de maio e o encontro no dia 17 de maio, em Copenhagen, Dinamarca. A edição do Encontro deste ano tem como tema a Contribuição Empresarial para a Sustentabilidade Global após a “Rio+20”, Conferencia da ONU a ser realizada no próximo ano no Brasil.

Desde 2007 a Braskem é signatária do Pacto Global, programa da ONU que visa fortalecer a aplicação da responsabilidade social empresarial no mundo e que conta com a adesão de mais de 1,5 mil empresas em todo planeta. Essas empresas se comprometem a alinhar as suas operações e estratégias com dez princípios universalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção. Desde 2008 a Braskem integra o Comitê Brasileiro do Pacto Global.

O diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, Jorge Soto, será um dos participantes do debate “Rio+20: Objetivos e Oportunidades de Negócios para os Signatários”. Um dos assuntos a serem discutidos no painel será como fortalecer a contribuição das empresas para acelerar a implementação da economia verde, que, segundo o Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente, é a economia de baixa intensidade de carbono, com eficiente uso de recursos e socialmente inclusiva.

“A Braskem foi convidada a participar do grupo “Caring for Climate”, do Pacto Global da ONU, devido ao seu forte compromisso com o tema. Nossas iniciativas relacionadas ao clima são concretas e associadas ao nosso negócio e vêm sendo comunicadas aos diversos públicos. O convite é uma consequência da nossa estratégia empresarial e o aceitamos com muita honra”, disse Soto.

A Braskem é a maior produtora global de biopolímeros, resinas feitas de matéria-prima renovável, desde 2010, quando passou a fabricar polietileno a partir do etanol, avançando em sua estratégia de tornar-se líder mundial em química sustentável. O plástico verde da Braskem acaba de receber da instituição Vinçotte a certificação máxima para produtos de conteúdo renovável. A certificadora belga é uma das principais referências no mundo neste tipo de avaliação.

A Braskem é a maior produtora de resinas termoplásticas das Américas. Com 31 plantas industriais distribuídas pelo Brasil e Estados Unidos, a empresa produz anualmente mais de 15 milhões de toneladas de resinas termoplásticas e outros produtos petroquímicos.

Região registra aumento no emplacamento de caminhões

O aquecimento da economia tem movimentado o setor de transportes e a venda de caminhões em São José dos Campos. Só em abril deste ano, a frota aumentou 80% em relação ao mesmo período de 2010.

Em uma concessionária em Caçapava, o modelo mais leve custa R$ 75 mil. Já os caminhões extra pesados chegam a R$ 400 mil. Custo que para muitos consumidores anda valendo a pena, principalmente para as empresas de transporte, que têm acesso mais fácil ao financiamento de veículos pesados. “O maior volume que temos de venda é o financiamento através do Finame (Financiamento de Máquinas e Equipamentos) com dinheiro do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento). Nesse primeiro trimestre estamos experimentando uma evolução, considerando nossa linha completa, em torno de 40% em relação ao mesmo número do mesmo trimestre do ano passado”, contou diretor de uma concessionária, Sérgio Bulascoschi.


Agilidade do transporte rodoviário ajudou o aumento das vendas de caminhões em São José
O gerente de frota de uma transportadora de Jacareí acabou de negociar uma grande compra. “Nossa frota era de 110 veículos e nós adquirimos mais 20 novos. Desses 20, 12 serão exclusivo para atender empresas do Vale do Paraíba”, disse o gerente Antônio Carlos Perez.

O mercado de caminhões no Vale do Paraíba anda carregado mesmo de encomendas. Na maior cidade da região o crescimento nas vendas foi superior a 80%. Só no mês passado 67 novos caminhões entraram para a frota de São José dos Campos. Trinta a mais que em abril do ano passado.

Segundo o setor, a demanda por dois tipos de carga pode estar influenciando bastante as vendas de veículos pesados na região. “Tem um mercado forte no aquecimento da construção civil e da mineração, e do próprio transporte em si de modo geral, que é focado mais para o transporte rodoviário pela facilidade e rapidez que o transporte rodoviário propicia às entregas”, explicou a diretora do Sindicato de Transporte de Carga, Maria Isabel Corrá.

Ainda segundo a diretora as oportunidades também podem valer para autônomos, mas ela alerta para os riscos desse tipo de aquisição. Parte dos lucros se perde com o financiamento e o serviço a ser prestado precisa ser bem estudado.

Em Taubaté, o cenário é diferente. O número de novos caminhões emplacados em abril foi 30% menor que no mesmo mês no ano passado, porém, foram emplacados 15 novos ônibus, enquanto São José não emplacou nenhum.

 

Emerging markets leading global M&A table By Liu Yiyu (China Daily) Updated: 2011-05-14 09:51

BEIJING - An increasing number of companies from emerging markets, led by China and India, have taken control of businesses in developed economies since 2002.

That's according to a recent study by the consulting firm, A.T. Kearney.

The number of cross-border merger and acquisitions (M&A) by businesses from emerging countries grew 26 percent in 2010, almost three times higher than the overall market for major M&A transactions.

Related readings:
 Chinese M&A to focus on domestic consolidation
 Three motives behind China's cross-border M&As
 Push to speed up mining M&A process
 Zijin Mining eyes M&A opportunities abroad

Acquisitions by Chinese companies have been growing at by far the fastest pace, with an annual growth rate of 42 percent from 2006 to 2010.
Securing supplies of raw materials, especially in the mining sector, is becoming an increasingly important motive for buyers from developing countries, along with acquisition of innovative technology and market access.

"Chinese buyers are paying several times more than what will be required in the market because of a lack of experience," said Bernhard Hartmann, managing director of A.T. Kearney Greater China.

"Chinese buyers often over-value the target's future because of inexperience."

To underline that point, on May 12, shares in Kalahari Minerals Plc, a resources company with interests in uranium, gold, copper and other base metals in Namibia, traded 22 percent lower than an offer price of 290 pence a share made by China Guangdong Nuclear Power Group.

The company, the nation's second-largest builder of reactors, made the offer before the March 11 earthquake and tsunami triggered a nuclear crisis in Japan.

The deal was proposed at a 17 percent premium to Kalahari's 20-day average prior to the announcement on March 7.

Unlike Japan, which is constrained by a lack of resources and secures supplies by long-term contracts, Chinese companies are keen on gaining ownership of the resources, which can lead to an adverse political reaction in the target's home country.

"Raw materials acquisition is by nature very political," said Hartmann. "As long as the political issues are resolved, the big deals will go well."

To acquire know-how and innovative technologies may be more challenging as it is often very difficult to maintain innovation in a Chinese environment, according to Hartmann, adding that he has not seen much success so far.

Inflação: O que é

Quando todos nós  estávamos seguros de que viveriamos apenas uma crescente em nossa economia, eis que um fantasma do passado volta a atormentar o povo brasileiro. Ao que parece, o atual modelo de gestão adotado pelo PT não trouxe apenas benefícios, mas pode começar a deixar uma herança maldita.
Apesar de ser notícia recente em todos os telejornais, e de nosso país ter passado por uma grave inflação pouco antes do plano real, muitos brasileiros ainda se perguntam sobre o que realmente vem a ser a inflação e suas causas.

Inflação: O que é

Em linhas gerais, podemos definir a inflação como uma queda no poder de compra do dinheiro e em seu real valor. Para o povo em geral, é comum ouvir que a inflação é um aumento significativo e descontrolado no valor das coisas, nas mais diversas áreas.

Apesar de muitos economistas afirmaRrem que a inflação é boa para o mercado, ter um nível de inflação próximo a zero significa para a população uma estabilidade de preços nas prateleiras. Atualmente, o que vemos é uma diparada principalmente nos alimentos.

Na inflação, os efeitos são de ordem tanto interna como externa. No âmbito externo, podemos traduzir a inflação como uma desvalorização da moeda local frente a outras, e internamente ela se exprime mais no aumento do volume de dinheiro e aumento dos preços.

Tipos de Inflação

Segundo especialistas temos 3 tipos de inflação. Confira abaixo.

Inflação de Demanda
Fica configurada quando existe um excesso de demanda agregada em relação à produção disponível. As chances da inflação da demanda acontecer aumenta quando a economia produz próximo do emprego de recursos.
Para a inflação de demanda ser combatida, é necessário que a política econômica se baseie em instrumentos que provoquem a redução da procura agregada.

Inflação de Custos
Está associada à inflação de oferta. O nível da demanda permanece e os custos aumentam. Com o aumento dos custos ocorre uma retração da produção fazendo com que os preços de mercado também sofram aumento. As causas mais comuns da inflação de custos são: os aumentos salariais fazem com que o custo unitário de um bem ou serviço aumente, o aumento do custo de matéria-prima que provoca um super aumento nos custos da produção fazendo com que o custo final do bem ou serviço aumente e por fim, a estrutura de mercado que algumas empresas aumentam seus lucros acima da elevação dos custos de produção.

Índices de Inflação
A inflação possui vários índices entre eles o IGP (Índice Geral de Preços), IPA (Índice de Preços no Atacado), INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), INCC (Índice Nacional do Custo da Construção), CUB (Custo Unitário Básico).

Década de 1930 = média anual de 6%;
Década de 1940 = média anual de 12%;
Década de 1950 = 19%
Décadas de 1960 e 1970 = 40%
Década de 1980 = 330%
Nota = Entre 1985 e 1994 as taxas da inflação no Brasil foram altas.
Entre 1990 a 1994 =média anual de 764%
Entre 1995 a 2000 = média anual de 8,6%
Ano de 2004 = 7,60%
Ano de 2005 = 5,69% (IPCA): limite máximo na meta oficial = 7%; objetivo do governo = 5,1%;
Especificamente, temos o seguinte quadro inflacionário pelo IPCA cheio, no período 1998-2009:

1998 = 1,65%
1999 = 8,94%
2000 = 5,97%
2001 = 7,67%
2002 = 12,53%
2003 = 9,3%
2004 = 7,6%
2005 = 5,69%
2006 = 3,14%
2007 = 4,46%
2008 = 5,90%
2009 = 4,31%
2010 = 5,91%


Existem diversos fatores que podem configurar ou causar uma inflação. Confira abaixo alguns deles:

Podemos citar as seguintes causas da inflação:

Emissão exagerada e descontrolada de dinheiro por parte do governo;
Demanda por produtos (aumento no consumo) maior do que a capacidade de produção do país;
Aumento nos custos de produção (máquinas, matéria-prima, mão-de-obra) dos produtos.
Agora vamos aguardar e torcer para que não passe de uma simples “marolinha”.

Fonte: Wikipedia

Transportes pressionam mais uma vez a inflação do Rio de Janeiro

A inflação semanal do Rio de Janeiro, medida pelo (IPC-S/Rio) Índice de Preços ao Consumidor, registrou alta de 1,08% na segunda semana de maio, na comparação com a anterior, quando os preços já haviam sido remarcados em 1,18%, de acordo com as informações divulgadas nesta terça-feira (17) pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Mais uma vez, o grupo transportes é o que apresenta a maior pressão sobre a inflação na capital fluminense, deixando os alimentos para trás, já que o item vestuários também está exercendo influência sobre os preços no Rio.

Na segunda semana de maio, o grupo transportes ficou 2,66% mais caro, seguida de vestuário 1,62% e do item alimentos, com1,54%.

Apesar do comportamento dos alimentos mostrar que os produtos estão ficando mais baratos, vale ressaltar eles pressionaram a inflação nacional desde setembro de 2010, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). Mesmo assim, ainda se apresentam em patamares considerados elevados. 

Confira também

Alta nos transportes corrói renda das famílias cariocas

Custo dos transportes pressiona inflação no Rio
Entre as maiores altas da semana, constam a melancia, que ficou 43,96% mais cara, a batata-inglesa (42,14%), gasolina (5,52%), tarifa de ônibus urbano (1,25%) e plano e seguro de saúde (0,64%).

Mas ainda há uma boa notícia. Alguns produtos ficaram mais baratos na primeira semana de abril, todos, notadamente, alimentos. A vagem-comum ficou 12,57% mais barato, seguido da laranja-pêra (-11,60%), abacaxi (-8,17%), mamão da Amazônia (-6,43%) e açúcar refinado (-3,40%). 

Transportes no Rio

Desde o começo do mês de abril, o grupo transportes está contribuindo para elevar a inflação do Rio. No dia 2 de abril, o bilhete unitário do metrô passou a custar R$ 3,10, o que pesou na renda final, já que antes o valor era cobrado R$ 2,80.

Pensando no trabalhador carioca que antes gastava R$ 112 em 20 dias (viagem ida e volta), com o reajuste, as despesas passaram para R$ 124, aumento de 10,7%.

Em nota, a Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro) explicou que o reajuste foi determinado pelo IGPM (Índice Geral de Preços do Mercado) acumulado no período de janeiro de 2010 a janeiro de 2011 que foi de 11,5%.

Além disso, entra no cálculo do grupo transportes o preço dos combustíveis, que sofreram grandes pressões nas últimas semanas no Rio (e em todo o Brasil), e também a elevação na tarifa de táxi, cuja bandeirada passou de R$ 4,30 para R$ 4,40 nos 32 mil táxis que circulam pela cidade do Rio. 

Mesmo com as medidas anunciadas pela Petrobras, o álcool caiu apenas 1,06% na capital fluminense e a gasolina aumentou 0,06%. 

A prefeitura do Rio de Janeiro elevou também a tarifa do bilhete único municipal, desde o sábado 7 de maio, que passou de R$ 2,40 para R$ 2,50.

Inflação no Brasil

A inflação medida pelo IPC-S aumentou em cinco das sete capitais pesquisadas pela FGV. Apenas o Rio de Janeiro e Brasília registraram alta menos intensa nos preços entre as semanas do dia 7 e 15 de maio. 

Na capital federal, o IPC-S caiu de 0,50% para 0,47%. Neste caso, o movimento foi influenciado pela alta menos intensa nos preços dos transportes (de 1,44% para 0,83%) e de vestuário (de 1,43% para 1,19%). 

No mesmo período, as demais capitais registraram aumento da inflação. Em pontos percentuais, as elevações foram mais intensas em Salvador (de 0,97% para 1,20%), em Belo Horizonte (de 1,32% para 1,53%) e em Recife (de 1% para 1,12%). 

Em São Paulo, capital com maior peso na formação do índice, a inflação passou de 0,97% para 1,01%, com acréscimo de 0,04 ponto percentual; e em Porto Alegre, também com aumento de 0,04 ponto percentual, os preços subiram 0,89%, depois de terem elevação de 0,85% na semana anterior.

Presidente da CBA confirmou que o vice-governador de Pernambuco já deu o aval para as obras começarem | Craque | Acritica.com - Manaus - Amazonas

Presidente da CBA confirmou que o vice-governador de Pernambuco já deu o aval para as obras começarem | Craque | Acritica.com - Manaus - Amazonas

ECO TRANSPORTE & LOGÍSTICA APRESENTA DADOS SOBRE O USO DE DIESEL ‘LIMPO’ PARA ATENDER NOVO PERFIL DA FROTA DE CAMINHÕES DO BRASIL

São Paulo, maio de 2011 - O mercado automotivo de diesel brasileiro já faz projeções para os próximos anos com base na operação para atender o PROCONVE P-7- Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, instituído pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA), que exige que a partir de 2013 a oferta de combustível apresente teor reduzido de enxofre para veículos pesados e com  motores mais eficientes. De acordo com pesquisa, divulgada pela Petrobras e pelo Instituto Nacional de Meio Ambiente (IEMA), até 2020, 60% do diesel utilizado no país será o S-10, considerado mais “limpo” e ideal para atender a nova frota de veículos pesados. O diesel S-10 é  menos poluente, pois contém 10 partes por milhão (PPM) de enxofre em sua composição, ao contrário do atual diesel S-1800 com 1800 PPM. De acordo com estimativas do IEMA, até o final da década a frota P7 representará cerca da metade da frota de pesados do país com 2,5 milhões de veículos.
A pesquisa será apresentada durante a primeira edição da ECO Transporte & Logística – Expo&Conference, que acontece 18 a 19 de maio, na FECOMÉRCIO de São Paulo, em palestra sobre o novo perfil da frota brasileira de caminhões “Conheça o Novo Perfil da Frota no Brasil: Mudanças e Tendências Tecnológicas para o Setor nos Próximos Anos”, do gerente de marketing de transporte da Petrobras, Alex Barbosa. Dentre os assuntos abordados, estarão questões como os padrões estabelecidos pelo EURO 5 e a aplicação das normas no país; tecnologias e novos motores eficientes para reduzir a emissão de gases; avanços do mercado brasileiro de carros elétricos e híbridos e reciclagem e renovação da frota. A palestra acontece no dia 18 de março, a partir das 16h30.
O evento, um dos principais fóruns de discussão no segmento de sustentabilidade e transporte na Europa, que teve sua edição de estreia em Paris no último mês de março, durante a Semana Internacional de Transporte e da Logística, é organizado e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e a NTC&Logística. Na oportunidade, também serão discutidos temas como: a relação entre transportes e meio ambiente; tendência mundial de desenvolvimento de políticas sustentáveis; avaliação ambiental, econômica e social dos diferentes modais de transporte (ferroviário rodoviário e portuário); formas de obter maior eficiência logística; sustentabilidade na cadeia de suprimentos e matriz de transportes; gestão sustentável de frota; riscos e oportunidades no setor de transportes e a questão da empregabilidade.

A ECO Transporte & Logística - Expo&Conference conta o patrocínio master da PETROBRAS e apoio da ASLOG e da ÚNICA. Completam a lista de patrocinadores ECO FROTAS (categoria diamante), KEY FRAME (categoria prata) e ANR, SEQTRA, TARGET, FORTAINE e IBERO (categoria bronze).

Cliente tem saldo zerado na fusão Santander Real Migração de sistemas deixa correntistas irritados e banco espanhol passa a liderar lista de reclamações

A última fase da fusão com o Santander deixou muitos clientes do antigo Real irritados e contribuiu para que o banco espanhol chegasse à liderança de reclamações. Levantamento feito pelo iG com números de reclamações em São Paulo, estado com a maior quantidade de ocorrências, mostra que os registros contra o Santander este ano, até 14 de maio, subiram 58% na comparação com igual período de 2010. A instituição financeira também superou o Itaú Unibanco em número de reclamações, somando 795.

Os dados são do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), programa que integra em rede as ações da Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Representa o trabalho do Coordenador do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e dos Procons integrados. Na mesma comparação, o Banco do Brasil é o segundo colocado, com 675 registros e aumento de 40%. Itaú Unibanco fica em terceiro lugar, com 645 reclamações, mas queda de 11,7%. Já o Bradesco é o quarto colocado entre os maiores bancos do país, com 531 registros e recuo de 5,3%.

Marcelo Zerbinatti, diretor de processos e gestão de mudanças do Santander, reconhece que o banco passou por problemas técnicos na última fase da fusão, ocorrida em fevereiro. “Quando demos início à integração dos sistemas das agências, tivemos problemas técnicos na Internet, que duraram de três a cinco dias”, conta. “Esse fato acabou causando congestionamento nas linhas de Call Center.”

Ele acredita que, após esse pico, o ritmo de reclamações tenha caído. “Acompanhamos hora a hora o nível de reclamações no Call Center, e ele está diminuindo”, disse. De acordo com o diretor, a tendência é que o ritmo de registro de insatisfações fique num patamar menor que antes da migração.

Integração de sistemas elevou reclamações

Em 1º de novembro de 2007, um consórcio composto pelo Santander Espanha comprou quase a totalidade do capital do ABN AMRO, que controlava o Real. Em 30 de abril de 2009, o Banco Real foi incorporado pelo Santander Brasil e foi extinto como pessoa jurídica independente.

O último passo da integração aconteceu em fevereiro, quando os sistemas tecnológicos das agências foram unificados. Segundo Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato dos bancários de São Paulo e região, apesar de o processo ter demorado três anos para ser completado, a junção tecnológica foi feita de maneira rápida demais. “Nós alertamos o Santander várias vezes, pedindo para que fizessem essa última transição por áreas, numa mudança paulatina, para evitar transtornos”, diz. “Mas o banco decidiu fazer isso de uma vez.”

Segundo ela, a fusão entre o Banco do Brasil e a Nossa Caixa também gerou muitas reclamações, em função do mesmo problema. Porém, nas uniões entre Bradesco e BCN e Itaú com Unibanco, o nível de reclamação de funcionários e clientes foi menor.

O dinheiro sumiu


Foto: Divulgação
Migração Real Santander teve caso de conta zerada, diz Juvandia
Entre as reclamações que envolvem o Santander no sindicato estão erro de endereços e em saldos das contas. “Houve caso de saldo que apareceu zerado”, disse Juvandia.

O Banco Real era conhecido pela bandeira ligada à sustentabilidade. Também facilitava o acesso dos jovens ao sistema bancário, oferecendo contas aos universitários. Muitos de seus clientes continuaram fiéis, em função do tratamento que recebiam. O executivo Rodrigo era um deles. “Sempre gostei muito do Real. Para mim, era o que tinha o melhor atendimento”, afirma. “Quando mudei de empresa, passei a receber meu salário no Itaú. Mesmo pagando taxas mensais, continuei transferindo tudo para o Real”, diz o gerente comercial, que também preferiu não divulgar seu sobrenome.

Mas as coisas mudaram depois que o Real foi comprado pelo Santander. Rodrigo diz que teve seu cartão clonado, com a retirada de R$ 2,6 mil de sua conta. “Um problema parecido já tinha acontecido quando eu era cliente do Real, e tudo foi resolvido sem problemas”, afirma. “Mas, no Santander, chegaram a sugerir que eu havia fraudado a conta e não queriam me pagar.” A situação só se resolveu depois que Rodrigo enviou uma carta ao banco dizendo para que ficasse com o produto do roubo. Insatisfeito, o executivo fechou sua conta depois do ocorrido.

Já a secretária Mônica, que também preferiu não divulgar o sobrenome, conta que, depois da mudança de Real para Santander, os funcionários da agência onde tem conta não atendem o telefone. Ela reclama ainda da frenética troca de gerentes na agência. “Combinava tarifas e planos com um gerente para, no mês seguinte, entrar outra pessoa e começarmos tudo do zero”, conta. Segundo a secretária, a dança das cadeiras continua até hoje. “Nos contatos que tenho com os funcionários, sinto que estão desmotivados.”

No Twitter, os saudosistas

Casos como o de Mônica e de Rodrigo tornaram-se mais frequentes e reclamações podem ser vistas todos os dias nas redes sociais. No Twitter, por exemplo, continuam sendo postadas frases saudosistas. “De um banco eficaz, pró-ativo e com pessoas com boa vontade .... o #bancoreal passou a ser um banco de má vontade. É geral!” diz Marcos Teles de Farias.

Na Proteste, entidade civil independente de Defesa do Consumidor, semelhante ao Procon, as reclamações sobre o Santander dispararam. A alta foi de 580%, de cinco registros entre janeiro e abril de 2010, para 34 no mesmo período desse ano. No Banco do Brasil o aumento foi de 107%, para 27 registros; no Bradesco foi de 100%, para 26; e no Itaú ficou em 54%, para 68 reclamações.

Tatiana Viola de Queiroz, advogada da Proteste, registrou casos de penhora de salário nessa migração. “Uma pessoa entrou com reclamação pois teve 80% de seu salário penhorado pelo Santander, que alegou estar descontando dívidas atrasadas”, disse. Em outra ocasião, uma conta corrente registrou um débito de R$ 3.400,00 por tarifas não pagas.

No mais novo capítulo da fase de pós-integração, sindicato e banco fizeram um acordo sobre demissões. Nessa semana, foi fechado um entendimento para a criação de um centro de realocação interno no banco. O acordo foi assegurado depois que o sindicato recebeu informações, em abril, de que, num estudo interno, o banco avaliava a possibilidade de demitir milhares de pessoas.

“Queremos um relacionamento duradouro com os clientes”, diz Santander

Marcelo Zerbinatti, diretor de processos e gestão de mudanças do Santander, disse que fica preocupado ao ouvir reclamações sobre má vontade no atendimento do banco. “A orientação é atender a todos da melhor maneira possível. Não queremos fazer negócios com os correntistas que durem apenas uma semana, 15 dias. Queremos um relacionamento de ganha-ganha.”

O executivo afirmou que é difícil discutir cada reclamação feita na reportagem, por não ter o histórico dos clientes. Ele disse, entretanto, que a troca freqüente de gerentes não é praxe. “Na migração, orientamos as agências a manter clientes ligados aos antigos gerentes, para evitar problemas.”

Ele também afirma que as agências são orientadas a atender os correntistas o mais rapidamente possível e, quando isso não é possível, retornar. “O cliente pode estar ligando em horário de pico da agência, e encontrar dificuldades. Temos estudos e projetos para melhorar nossos canais de atendimento.”

No caso do saldo zerado, Zerbinatti acredita que possa ter havido um problema específico na conta do consumidor. Ele garante que, após os simulados, a migração não apontou nenhuma alteração em saldos. “O que pode acontecer é, às vezes, o cliente não entender o novo extrato, e nossa equipe não ter sanado adequadamente as dúvidas.”

Erros de correspondência e clonagem

O executivo disse também que a migração de cadastros foi feita em maio de 2009. “Tínhamos canais abertos para resolver os problemas de endereço.”

No episódio da clonagem de cartão, Zerbinatti afirmou que algumas ocorrências exigem um tempo maior de apuração, o que pode ter levado à insatisfação do cliente. “De qualquer maneira, a orientação é primeiro resolver o problema do correntista, e depois partir para os procedimentos de rotina.”

Saiba mais:

Santander Brasil tem lucro 17,5% maior no primeiro trimestre

Best Of Bas Rutten

Bas Rutten knockouts

Do not fuck with Bas Rutten

AGRO-PECUáRIA - DOURADOS - - MS Mato Grosso do Sul, Segunda-Feira, 16 de Maio de 2011 - 17:01 Ministro ressalta a importância do tema sustentabilidade em Simpósio

A produção sustentável agrega valor ao produto, aumentando desempenho da pecuária e agricultura nacionais

“Hoje não é possível pensar a agricultura e a pecuária sem pensar em sustentabilidade, porque é importante para o nosso futuro e para o nosso presente”, disse o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Gonçalves Rossi, durante a solenidade de abertura da 47ª Expoagro, no dia 14 de maio, sobre o tema do 10º Simpósio da Agricultura, realizado pela Embrapa Agropecuária Oeste, empresa vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), pelo Grupo Plantio na Palha (GPP), juntamente com o Sindicato Rural de Dourados e parceiros.

Segundo o ministro, agrega-se valor, quando se faz produção sustentável. “Dessa forma, qualificamos o nosso produto para os melhores mercados e nisso a Embrapa é, não só pioneira nesses estudos de sustentabilidade, como tem prestado um serviço admirável em todos os sentidos necessários para o aumento do desempenho de nossa pecuária e agricultura. Estou muito feliz de ver a participação da Embrapa na Expoagro”, comenta.

O Simpósio da Agricultura, que acontece nessa terça-feira, dia 17 de maio, das 7h às 17h, tem como alvo principal os produtores rurais da região e possui como tema “Em busca da sustentabilidade”. As inscrições estão abertas e podem ser feitas através do site http://www.cpao.embrapa.br/simposio_agricultura_2011/ e das 7h às 8h no auditório do Sindicato Rural de Dourados, no Parque de Exposições.

Durante a abertura da Expoagro, várias autoridades presentes lembraram a importância do desenvolvimento de tecnologias pela Embrapa, que contribuem para o avanço da agricultura e pecuária brasileiras.

Para o Chefe-Geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Fernando Mendes Lamas, a vinda do ministro do MAPA caracteriza a importância de Dourados, da região e do estado no contexto de produção agropecuária. “A abordagem que o ministro fez sobre a questão de sustentabilidade é algo que está na ordem do dia, porque qualquer atividade não sustentável está ameaçada, pois não remunera, não gera empregos, não contribui para distribuição de renda e ainda agride o meio ambiente. “Está fora do contexto quem estiver pensando em uma atividade sem sustentabilidade”, destaca Lamas.

Setor produtivo discute viabilidade da hidrovia Paraguai-Paraná nesta quinta, em Brasília

Com viabilidade econômica, técnica e, principalmente, um modal essencial para o desenvolvimento de Mato Grosso. Este é o perfil da hidrovia Paraguai-Paraná, que volta à pauta de discussões entre setor produtivo e poder público nesta quinta-feira (19), a partir das 9h, na Câmara dos Deputados, em Brasília. O encontro é uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), por meio do Conselho Temático de Infraestrutura (Coinfra), em parceria com o governo do Estado.
Intitulado "Workshop Hidrovia Paraguai-Paraná", o evento reunirá além de representantes do setor produtivo, o governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, especialistas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), membros do Conselho Pró-Hidrovia, do Movimento Pró-Logística, o presidente em exercício do Sistema Fiemt, Jandir Milan, o presidente do Sistema Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (Sistema Fiems), Sérgio Marcolino Longen, representantes de empresas com atuação no ramo instaladas em Cáceres, Corumbá, Assunção, Santa Fé, Nueva Palmira, entre outras, além de diversas autoridades públicas.
"Precisamos de eixos integrados de desenvolvimento e a hidrovia se mostra um importante modal logístico não só para Mato Grosso, mas para outros Estados, regiões e países. Quando se analisa o retorno do investimento, ainda a ser realizado, constatamos que a hidrovia Paraguai-Paraná é uma das vias de escoamento que dá maior retorno.
Integração, benefícios sociais, desenvolvimento regional, baixo impacto ambiental, baixo custo do frete, além da geração de emprego e arrecadação de tributos são relevantes questões que envolvem a viabilidade dessa hidrovia", avalia o presidente em exercício do Sistema Fiemt, Jandir Milan.
No encontro ocorrerá uma apresentação do contexto socioeconômico do modal, suas vantagens, impactos reais e em seguida estará aberto o espaço para a discussão sobre o tema. Para o presidente do Coinfra e diretor do Sistema Fiemt, José Alexandre Schutze, será um oportunidade ímpar para apresentar e reforçar às autoridades e especialistas presentes a importância da hidrovia. "É algo indiscutível.
Hoje temos um dos fretes mais caros e somos um dos maiores produtores do país, é antagônico. Precisamos mobilizar ações como esta para comprovar, com dados e estatísticas, o quanto a hidrovia Paraguai-Paraná é necessária e está dentro de nossa realidade", comenta. 

Conta de luz vai entrar na era do cartão pré-pago

Opção deve ser regulamentada no 2º semestre; sistema será semelhante ao já existente no celular

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) quer regulamentar, no segundo semestre, a modalidade de conta pré-paga de energia elétrica. A exemplo do que já acontece com os telefones celulares, nesse tipo serviço o consumidor define e paga previamente um valor por um número determinado de créditos. O assunto deverá ser regulamentado depois de passar por consulta pública. 

Segundo a agência, essa modalidade propicia ao consumidor uma melhor gestão do consumo de energia, pela possibilidade de monitoramento do consumo em tempo real. Com isso, o consumidor poderá economizar na conta de luz. O sistema vai informar, por meio de avisos sonoros e luminosos, quando os créditos estiverem próximos de se esgotar. 

A modalidade poderá beneficiar, por exemplo, proprietários de casas de veraneio que atualmente são obrigados a pagar uma taxa mínima mensal, mesmo que o imóvel permaneça fechado durante todo o ano. 

Boa aceitação no exterior 

De acordo com a agência, diversos países, como Reino Unido, Estados Unidos, França, Austrália, Moçambique, África do Sul, Peru, Colômbia e Argentina, já têm a opção de pré-pago na luz. 

Pesquisas realizadas na Colômbia e na Argentina demonstraram grande aceitação e satisfação do consumidor, com índices superiores a 80%, diz a agência. 

No Brasil, a opção já foi adotada, em caráter experimental, pela distribuidora Ampla, do Rio, em 2005.

Cartões corporativos: governo Dilma já torrou R$ 16 milhões 16 de maio, 2011


O governo da presidenta Dilma Rousseff mantém o ritmo acelerado do governo Lula nos gastos com cartões corporativos. Até o final de abril, só a Presidência da República já havia torrado R$ 4,9 milhões, gastos considerados sigilosos por “razões de segurança”. No total, a conta do governo federal é de R$ 15,7 milhões, mais do que a Prefeitura de Natal pediu ao Ministério das Cidades para consertar todas as ruas da cidade.
O Ministério da Justiça, através da Polícia Federal, é o segundo órgão que mais gastou com cartões corporativos este ano: R$ 3,5 milhões.

Sefaz calcula novo valor de ICMS sobre combustíveis (Notícias Secretaria da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul)

Data: 17/05/2011

Desde o dia 16 de março, a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz) cobra ICMS como base num preço de R$ 2,62 o litro de gasolina na bomba - valor bem aquém do efetivamente pago pelos consumidores nas últimas semanas no Rio Grande do Sul. Esse valor é apurado em pesquisas periódicas de preço médio ponderado. Com base nos últimos dados, a Receita Estadual atualizou o preço-base para a cobrança do ICMS para R$ 2,89 o litro. A Sefaz informa que os novos valores referência de ICMS sobre combustíveis passarão a valer a partir de segunda-feira (16).

Esta atualização é feita por todos os Estados quando observam significativas variações de preços pagos pelo consumidor sem adequada tributação. O ICMS deve incidir sobre o preço médio praticado pelo mercado. De acordo com o cálculo de Margem de Valor Agregado (MVA) produzido pela Receita Estadual, o preço médio do mercado gaúcho para gasolina é R$ 2,89. Já o preço bomba do álcool foi reajustado para R$ 2,79, para efeito de incidência do ICMS.

"É importante salientar que a maioria dos Estados já reajustou os preços-base dos combustíveis há mais tempo, o Rio Grande do Sul aguardou ao máximo para refletir esse aumento dos preços no ICMS", explicou o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves.

O aumento dos preços dos combustíveis se deu por causa da insuficiência da safra do álcool anidro, elemento que compõe 25% da gasolina utilizada nos automóveis. Assim, os preços das bombas ficaram bem maiores do que aqueles tributados pelo ICMS no Estado.

A eventual redução dos preços do álcool no mercado, em decorrência de um ajuste da oferta do produto, será verificada em futuras pesquisas, que são realizadas ordinariamente pela Receita Estadual. Havendo redução dos preços, o ICMS também volta a ser reduzido, de acordo com a tendência do mercado.

"O acréscimo de R$ 0,067 será absorvido pela queda do preço do álcool e não deverá ser repassado pelos postos de gasolina ao consumidor" ressalta o subsecretário da Receita Estadual.


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Minotauro é confirmado no card do UFC Rio

O card do UFC Rio, que acontece no dia 27 de agosto, tem mais um brasileiro confirmado. Antônio Rodrigo Nogueira, o Minotauro, participará do retorno à franquia ao Brasil e provavelmente enfrentará o norte-americano Brendan Schaub. A informação foi divulgada pelo próprio lutador baiano.
Nogueira foi campeão do Pride e não luta desde fevereiro de 2010, quando perdeu para Cain Velásquez. O intervalo sem lutas se deve a uma cirurgia realizada no joelho. Recuperado, ele estará pronto para voltar ao octógono em agosto.
Outra luta confirmada é a do brasileiro Paulo Thiago, que enfrentará David Mitchell. Além dele, Alexandre Cacareco lutará contra Rousimar Toquinho, em duelo que já deveria ter acontecido no dia 3 de março, mas foi cancelada a pedido de Cacareco, por motivos particulares.

CONFIRA OUTRAS LUTAS DO UFC RIO

Depois de nocautear Vitor Belfort, Anderson Silva fará no Rio de Janeiro sua nona defesa consecutiva do cinturão dos pesos médios. O rival dessa vez será o japonês Yushin Okami, exatamente seu último algoz. 
Vindo de um verdadeiro massacre sofrido contra o norte-americano Jon Jones, que lhe tomou o cinturão dos meio-pesados, o curitibano Maurício Shogun terá a chance de se vingar de Forrest Griffin no Rio de Janeiro.
O outro brasileiro confirmado no UFC Rio é Luiz Cane, o Banha. Ele terá pela frente o búlgaro Stanislav Nedkov, que faz sua estreia no maior torneio de MMA do mundo e ainda está invicto em 11 lutas profissionais. 
O catarinense Thiago Tavares representará Florianópolis contra Spencer Fisher. Essa pode ser a última chance do brasileiro de seguir no Ultimate. Em dez lutas no torneio, são 5 vitórias, 1 empate e 4 derrotas. 
Ainda invicto em uma carreira de oito lutas profissionais de MMA, o carioca Edson Barbosa foi o mais um dos brasileiros confirmados para o card do UFC Rio. Ele vai enfrentar o inglês Ross Pears

Tablets irão ficar até 36% mais baratos com desoneração

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que a desoneração dos tablets produzidos no Brasil pode baratear os produtos em até 36% em relação com o mesmo importado. Ele explicou que com a retirada de um conjunto de tributos, entre eles o PIS/Confins, a redução do preço será possível. 

Paulo Bernardo participou do seminário Estímulos à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) no Setor de Telecomunicações, promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). 

Ainda nesta semana, o governo irá publicar a medida provisória (MP) que vai regulamentar a produção de tablets no país. A MP irá incluir os equipamentos na mesma categoria dos computadores e notebooks, concedendo ao produto desoneração de impostos.

Usuários do Ticket Car têm vantagem exclusiva na hora do táxi

O check-in não é o único momento de longa espera nos aeroportos. Outra fila também incomoda: as de táxis. Pensando nisso, o Ticket Car traz mais um benefício para os seus usuários. A partir de agora, usuários do produto terão mais conforto e praticidade na hora do embarque e desembarque no guichê Rádio Táxi Vermelho e Branco do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
“Mais uma vez ampliamos o leque de produtos, serviços e parcerias para nossas empresas-clientes, estabelecimentos credenciados e usuários. Com essa iniciativa, queremos reforçar a liderança nacional do Ticket Car no segmento, aliando praticidade e ferramentas de gestão para despesas veiculares com frotas pesadas, leves e locomoção”, afirma Marco Mamari, diretor de Marketing e Produto do Ticket Car.

Sobre o Ticket Car
No mercado desde 1990, o Ticket Car é líder e pioneiro em gestão de frota, sendo o primeiro cartão com chip do País com operação 100% online. Inicialmente apenas para abastecimento, é uma linha de produtos e serviços para gestão de despesas de veículos, que inclui gestão de abastecimento e manutenção, serviços de assistência 24h, administração de bomba de combustíveis interna, entre outros. O Ticket Car atende, atualmente, a mais de seis mil empresas-clientes. Ao todo, são 330 mil veículos geridos, atendidos por uma rede de 10 mil estabelecimentos credenciados.

Aggreko aposta no gás natural

A Aggreko planeja subsitituir o diesel por gás natural em 30% dos seus geradores nos próximos três anos. Especializada em alugar sistemas para fornecimento de energia elétrica, a empresa tem 350 MW em máquinas de geração no Brasil, dos quais 95% são alimentados a diesel.
A mudança foi provocada pela expectativa de capilarização da rede e do aumento da oferta do energético devido à exploração do pré-sal, informa Diógenes Paoli Neto, diretor da empresa para América do Sul. “Acabamos de colocar no mercado um produto para esse segmento, seguindo tendência global”.
Essa decisão acompanha as perspectivas otimistas em relação à operação brasileira cujo faturamento vem crescendo à média de 15% a 20% anuais, com foco principal na área de petróleo. A Aggreko quintuplicou sua base de Macaé no ano passado, alcançando área de 12.500 m². Também no final de 2010 chegou a Paraupebas (PA) e no porto de Pecém (PE). Nos próximos 12 meses vai se estabelecer em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, além de expandir presença no Nordeste. Mantém ainda uma planta de 40 MW em operação em Manaus, onde segue prestando serviços até dezembro deste ano.
Paoli Neto não descarta montar equipamentos no Brasil em futuro próximo, dependendo do volume do mercado e do câmbio. Hoje as máquinas são montadas na Escócia com componentes chineses, indianos e também brasileiros. A potência dos equipamentos disponíveis no mercado nacional, porém, respondem por 5% do total mundial da empresa.
Outro segmento em que a Aggreko vem conseguindo resultados importantes é o de locação de bancos de carga para testes de geradores térmicos. Dos 600 MVA em operação global, cerca de 10% estão no país e movimentados com frequência para comissionamento de máquinas em plataformas petrolíferas. Os testes duram de 3 a 4 meses mas há casos que se estendem muito mais, como o da P-43 que exigiu 1 ano e meio. “As seguradoras passaram a exigir esse tipo de trabalho porque os prejuízos em caso de problemas são enormes”. Um nova janela de oportunidade se abre agora com a ampliação de térmicas nos próximos leilões de geração de A-3 e A-5. Recentemente foram concluídos testes com a usina Campina Grande (PB - 169 MW), da Borborema Energética.
Fornecedora presente na maioria dos grandes eventos esportivos mundiais, a Aggreko também está de olho na Copa 2014 e Olimpíadas 2016. A companhia vem conseguindo realizar grandes contratos nesse setor de atuação desde as Olimpíadas de Atlanta. Participou da copa de futebol na África e acaba de fechar com a organização das Olimpíadas de Londres para os jogos de 2012. “Não temos nenhum pré-acordo ainda mas vamos trabalhar para disputar esse fornecimento”.
Fonte: Energia Hoje

Usinas de cana são insuficientes, diz Unica

Eduardo Schiavoni 

ribeirão preto - O presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Marcos Jank, afirmou que o País precisa de novas usinas de forma urgente para garantir a oferta de etanol até 2020. Segundo o presidente, as unidades existentes irão investir em mais produtividade, mas não será suficiente para garantir o abastecimento. "No curto prazo, o setor consegue ampliar a capacidade de processamento, hoje em 640 milhões de toneladas de cana, para até 960 milhões de toneladas de cana até 2020", disse Jank. No entanto, na avaliação do setor, o crescimento até o final da década, de 320 milhões de toneladas de cana, seria menor que as 400 milhões de toneladas necessárias para suprir a demanda.



As declarações foram feitas em um seminário organizado pelo Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroalcooleiro (Ceise Br) ocorrido na última quinta-feira em Sertãozinho, cidade de cem mil habitantes localizada a 20 quilômetros de Ribeirão Preto, no nordeste paulista.



Ainda de acordo com Jank, há problemas em atrair novos empreendimentos porque as margens de lucro estão desaparecendo. "Como fazer essa ampliação a um custo de US$ 140 ou R$ 250 por tonelada de cana e com as margens desaparecendo?", indagou.

"É só ir ao BNDES pedir financiamento e perguntar se é viável produção de greenfields [novos projetos] com esse custo e ele [o banco] vai dar resposta que não", completou. 

Para Adézio Marques, presidente do Ceise Br e organizador do evento, essa questão é um dos maiores desafios para o setor sucroalcooleiro nos próximos anos. "Temos imensos desafios pela frente. Um dos maiores é dobrar a atual produção de cana até 2020. Já mostramos competência quando a partir de 2003 e até o final do ano passado dobramos o nível de produção máximo alcançados nos últimos 500 anos. Mas certamente o maior desafio que temos é o de formar estes novos profissionais que estão atentos às mudanças e focados em buscar informação para transformá-la em conhecimento."







Para evitar a crise de oferta e de alta de preços, como a que ocorreu entre março e abril deste ano, Jank disse que o setor negocia com o governo medidas no "curtíssimo prazo", para garantir o abastecimento na próxima entressafra, nos primeiros meses de 2012. Segundo ele, estão em pauta um programa de financiamento para usinas estocarem etanol, no início da safra de cana, e a contratação de um volume de álcool anidro suficiente para o aumento da demanda da gasolina, à qual é misturado em até 25%.



"Existe programa de estoques de etanol em andamento que não funciona, porque os recursos saem tarde e é preciso pensar uma maneira para que isso ocorra no começo da safra e garanta volumes necessários para atravessar entressafra", disse Jank. "O segundo ponto é ampliar sistema de contratação de etanol [pelas distribuidoras] e garantir que para cada litro de gasolina haja o correspondente de 0,25 litro do anidro", completou o presidente da Unica. As negociações já começaram e que hoje esteve no Rio de Janeiro para conversas com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis (ANP) sobre o assunto. O executivo cobrou o envolvimento de outros elos da cadeia produtiva, principalmente as distribuidoras, na contratação de etanol anidro suficiente para a mistura à gasolina. "É preciso que as distribuidoras se responsabilizem pela contratação conjugada de anidro à gasolina para terminarmos a safra com garantia de que não haverá falta de anidro na entressafra."

O economista Antonio Vicente Golfeto, ligado à Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto e que pesquisa há mais de duas décadas o setor sucroalcooleiro aponta a iniciativa como extremamente válida, mas acredita que esse momento é fundamental para o setor, que deve garantir o abastecimento mesmo se precisar assumir algum prejuízo temporário. "Não podemos deixar que aconteça o que aconteceu no fim da década de 1980 e começo de 1990, com o Proálcool. Garantir o preço competitivo é fundamental para que o setor não perca credibilidade, e imagino que essa é a intenção de toda a cadeira do etanol", comenta.



Comprometimento

O executivo cobrou o envolvimento de outros elos da cadeia produtiva. "É preciso que as distribuidoras se responsabilizem pela contratação conjugada de anidro à gasolina para terminarmos a safra com garantia de que não haverá falta na entressafra", ressaltou o presidente da Unica.



Ele criticou ainda a decisão da BR Distribuidora, empresa da Petrobras, em tornar público o anúncio de redução de até 13% no preço do etanol hidratado nas bombas. "Não era necessário o anúncio, porque os preços já caíram nas usinas", disse. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq) apontam uma queda acumulada de 33% no preço médio do etanol comercializado entre usinas e distribuidoras em São Paulo em pouco mais de 20 dias, com o início da safra.

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