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domingo, 22 de maio de 2011

CCR apresenta crescimento de tráfego de 17%


A CCR, responsável pela concessão de diversos sistemas rodoviários, fechou o primeiro trimestre de 2011 com um volume de tráfego 17,2% maior do que o do mesmo período do ano passado.

A comparação da mesma base de tráfego, que exclui o movimento de CCR ViaOeste e CCR SPVias, o aumento verificado foi de 9,1%. O número de usuários do meio de pagamento eletrônico Sem Parar/Via Fácil expandiu-se em 35,4%, atingindo 2.726 milhões de tags ativos. A participação deste meio na arrecadação de pedágio do trimestre chegou a 62,8%.

“O forte crescimento de tráfego verificado em 2010 se manteve nos primeiros três meses do ano. Além do bom desempenho de nosso portfólio atual, seguimos confiantes diante das perspectivas futuras, face ao virtuoso cenário econômico do Brasil e suas potenciais demandas pelo desenvolvimento em infraestrutura, principalmente em função da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016”, afirma o presidente da CCR, Renato Vale.

No trimestre, o aumento da receita líquida da CCR superou o de tráfego. A arrecadação subiu 24,6% em comparação com o mesmo período de 2010, atingindo R$ 1,043 bilhão. O EBITDA (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 662,0 milhões, alta de 24,8%, e o lucro líquido do período sofreu uma leve retração de 1,1%, totalizando R$ 175,2 milhões.

Segundo a companhia, a queda do lucro líquido se justifica pelo aumento de despesas financeiras, consequência do maior estoque de dívida, ação necessária para suportar a política de alavancagem para o crescimento qualificado do Grupo CCR e distribuição de dividendos dos negócios existentes aos acionistas.

Entretanto, a dívida líquida da CCR nos últimos três meses caiu 1,20%, passando de R$ 5,633 bilhões para R$ 5,565 bilhões. Do total da dívida bruta, 84% está denominada em moeda nacional e 72% com vencimento em longo prazo.

Nos três primeiros meses do ano, o Grupo CCR investiu R$ 168,8 milhões.  As concessionárias que mais investiram foram CCR NovaDutra (R$ 51,7 milhões), CCR ViaOeste (R$ 42,2 milhões), ViaQuatro (R$ 20,2 milhões), CCR RodoAnel (R$ 17,4 milhões) e CCR AutoBAn (R$ 16,4 milhões).

Na CCR NovaDutra, o principal aporte foi na implementação das marginais do Rio de Janeiro (Norte) e São Paulo (Sul). A CCR ViaOeste aplicou recursos na ampliação das marginais da SP-270, entre os quilômetros 92 e 106. Já a concessionária CCR RodoAnel fez a primeira intervenção do pavimento rígido no trecho oeste da via.

Na CCR AutoBAn foi dada continuidade às obras do Complexo Anhanguera e a ViaQuatro investiu na aquisição de trens e sistemas para a operação da Linha 4-Amarela.

A grande novidade de abril para o Grupo foi a inauguração, na última segunda-feira (16) da Estação Pinheiros da Linha 4 - Amarela de metrô.

O poder muda de mãos Que papel os países ricos e emergentes vão desempenhar num mundo globalizado, com crise econômica, conflitos étnicos e terrorismo? O professor de Harvard Joseph Nye, uma das principais autoridades em relações internacionais, responde.

João Villaverde,

A China vai alcançar os EUA, em termos econômicos, em algum momento desta década. Mas ainda vai demorar outras três décadas para se equiparar aos americanos na divisão per capita da riqueza produzida pelo país. O problema é que os chineses não desfrutam, como os americanos, de uma capacidade para atingir corações e mentes, o "soft power", aquele poder suave capaz de liderar o mundo no campo das ideias e dos costumes. Essa é a avaliação de Joseph Nye, cientista político, professor da Universidade de Harvard e ex-consultor do Departamento de Estado dos EUA, para quem o Brasil conta com um bônus estratégico na correlação de forças no campo das ideias - o fato de crescer rápido sob um regime democrático, com alternância de poder e eleições livres.
"Imagine o México e o Canadá conspirando com a China para reduzir o poder dos EUA. É exatamente o que ocorre com Japão, Vietnã e Coreia do Sul, que buscam os americanos para contrabalançar o poder chinês na Ásia", afirma Nye, em entrevista, por telefone, ao Valor. "Quando falamos de 'soft power', é isso."
Nye obteve reconhecimento internacional em dois momentos muito distintos. No primeiro, em 1977, o cientista político americano desenvolveu o termo neoliberalismo para denominar os ideias dos economistas da Universidade de Chicago, então proeminentes no debate público americano e cujo líder, Milton Friedman, levara o Prêmio Nobel de Economia em 1976. Segundo Nye, os neoliberais defendiam uma política econômica que perseguia a redução do aparato estatal - dos investimentos às agências públicas, passando pela regulação dos negócios - e viam no mercado, especialmente o financeiro, a saída mais razoável para os problemas econômicos.
Já em 2004, seu livro "Soft Power: The Means to Success in World Politics" (Poder suave: a maneira de fazer sucesso na política global, em tradução livre) trouxe para o debate internacional uma atualização da teoria do italiano Antonio Gramsci (1891-1937), que dividia as nações entre as que exerciam um poder de hegemonia dirigente - no campo da cultura e das ideias - e os que exerciam hegemonia dominante - pela via militar.
"Não vejo o declínio americano. O que há é uma ascensão do resto. Em termos absolutos, os Estados Unidos vão ficar bem"
Para Nye, o "soft power", mais eficaz no domínio de uma nação sobre outras mais pobres, era exercido de maneira exemplar pelos Estados Unidos - de onde emanavam os filmes de Hollywood, as celebridades musicais, os políticos carismáticos. Ao mesmo tempo, o "hard power" americano também era forte - o dólar como moeda universal, o poderio militar, a chefia do grupo dos sete países mais ricos do mundo (G-7) e a influência por meio do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Hoje, o neoliberalismo perdeu força diante da emergência de países onde o Estado tem grande influência - como China, Brasil e Índia, em diferentes escalas - e o "soft power" americano é ameaçado pela crise mundial e pelo vazamento de grampos nas embaixadas americanas por parte do WikiLeaks.
Para Nye, que acaba de publicar o livro "The Future of Power" (O futuro do poder, em tradução livre), o Brasil desenvolveu um modelo exportável para outras nações, ao combinar crescimento e democracia, mas não pode deixar a inflação escapar do controle. Ao mesmo tempo, a ideia de uma teoria para suceder ao neoliberalismo, que alguns economistas chamam de capitalismo de Estado, precisa ser colocada em perspectiva. Tal qual ocorreu com o neoliberalismo, diz Nye, "hoje vivemos outra supersimplificação ideológica na economia, que vê no Estado grande uma solução universal para o capitalismo".
A seguir, trechos da entrevista:
Valor: Em 2004, quando o senhor desenvolveu a teoria do "soft" e do "hard power", o mundo vivia o século americano. A China não era estudada com a mesma intensidade de hoje, eram poucos os governos de esquerda com discurso antiamericano na América Latina e as guerras no Afeganistão e no Iraque tinham grande apoio. Depois da crise de 2008, não apenas passamos a ver países como China, Índia e Brasil ganharem mais espaço no noticiário, como o Estado, antes enxugado, passou a ter predominância nas discussões econômicas. O poder está mudando de mãos?
Joseph Nye: Definitivamente, os países emergentes estão aumentando seu "soft power" com uma rapidez sem precedentes. Mas há nuanças entre eles. O "soft power" vem de valores e da cultura e de como as políticas de cada governo são percebidas por outros países, isto é, o jeito como os governantes se vendem. Então, há uma certa atração por países como Brasil, Índia e China, que nasce do sucesso recente. Mas acho que Brasil e Índia têm um bônus, pois são democráticos. A China, por exemplo, gastou muito dinheiro, alguns bilhões de dólares, para aumentar seu "soft power", com seus institutos confucianos e exposição da marca China no mundo inteiro, mas, ao mesmo tempo, prendeu Liu Xiaobo [escritor e ativista dos direitos humanos chinês, preso pelo governo e ganhador do Prêmio Nobel da Paz]. Esse tipo de atitude, perante os holofotes globais, corta rapidamente seus investimentos em "soft power". Já o Brasil, com suas eleições democráticas, a troca de pessoas nos governos, atrai muita atenção, como a Índia. Acho que sim, o "soft power" dos emergentes está aumentando, mas penso que a China tem uma tarefa muito mais complexa do que o Brasil em virtude de seu regime autoritário.
Valor: E o "hard power" dos emergentes, cresce mais rápido que o "soft power"?
Nye: Com 10% de crescimento econômico anual e com orçamento militar crescendo ainda mais rápido que o PIB anualmente, o "hard power" da China está crescendo forte e rápido. Mas sempre que o "hard power" de alguma nação cresce forte, ela pode acabar assustando seus vizinhos. E se você assusta seus vizinhos demais - e não tem seu "soft power" para contrabalançar -, podem surgir coalizões contra você. Se olharmos com atenção, as relações atuais da China com Corea do Sul, Japão, Vietnã e Índia estão piores do que estavam há dois anos. Preste atenção: todos esses países querem a presença americana para contrabalançar o poder chinês.
Valor: E os americanos têm disposição ou dinheiro para isso?
Nye: Certamente podem equilibrar o poder chinês desse jeito. O governo americano tem quase 50 mil tropas no Japão, e os japoneses dão muito suporte financeiro a essas expedições. Não há um grande custo para o orçamento americano. O que os americanos têm de repensar em sua estratégia militar é outra coisa. Deveriam seguir o conselho que [Dwight] Einsenhower [presidente dos EUA entre 1953 e 1961] fez 50 anos atrás: "Não se envolva territorialmente na Ásia". Embora a guerra no Afeganistão esteja nos custando algo como US$ 100 bilhões ao ano, manter tropas no Japão não nos custa muito, não sei quanto exatamente, mas é pouco comparativamente. Os americanos podem pagar por essas operações, que aumentam sua influência em terras estrangeiras? Podem, porque os outros nos querem lá. É quando você não é desejado, como no Afeganistão, que fica caro.
Valor: Quer dizer que o incremento no "hard power" chinês acaba sendo positivo para os Estados Unidos?
Nye: Exatamente. Imagine o México e o Canadá conspirando com a China para reduzir o poder dos EUA. É o que ocorre com Japão, Vietnã e Coreia do Sul, que buscam os americanos para contrabalançar o poder chinês na Ásia. A diferença é que os Estados Unidos têm muito "soft power" no Canadá e no México, e a China não tem muito em Tóquio ou em Nova Déli.
Valor: Para o estrategista Michael Mandelbaum, a geração dos "baby boomers" [os nascidos entre 1946 e 1964, nos EUA] está envelhecendo e, ao mesmo tempo, os EUA estão tendo de lidar com a crise. Haverá dinheiro para pagar aposentadorias e recuperar a economia?
Nye: Se olhar a comissão que Barack Obama destacou para debater o futuro da solvência americana, muitas propostas poderiam resolver os problemas de maneira bem razoável. A questão não é se determinada proposta é pagável, mas se politicamente conseguiremos construir um consenso de forma a trabalhar em torno de um objetivo único. Vemos o início dessas discussões, mas os políticos ainda vão demorar cerca de dois anos para determinar um caminho único.
Valor: Por que algum país ficaria atraído pelos americanos no século XXI, após a explosão da crise econômica mundial?
Nye: Em meu novo livro, "The Future of Power", há um capítulo para discutir isso, ou seja, o futuro dos EUA. Argumento que não vejo o declínio americano. O que há é uma ascensão do resto. Em termos absolutos, acho que os americanos vão ficar relativamente bem, mas, em termos relativos, países como China, Índia, Brasil, estão se aproximando dos EUA e continuarão fazendo isso. Não necessariamente eles ultrapassarão os EUA, mas estão chegando perto. Nesse mundo, os americanos vão precisar de uma estratégia de cooperação e colaboração com os outros. Além disso, é um mundo em que muitas questões vão ficar mais sérias. Temas como mudança climática, segurança cibernética, estabilidade financeira, tudo isso requer cooperação, nenhum país sozinho conseguirá resolvê-los. Os americanos vão ficar com uma política externa mais colaboradora, mais aberta, e isso é muito positivo, mas vai demorar um tempo para que atinjamos esse processo. E acho que Obama está dirigindo-se nessa direção.
Valor: Por quê?
Nye: Não sei se ele está efetivamente se dirigindo à maior cooperação, mas certamente seu discurso e sua figura como presidente vão nessa direção.
Valor: O assassinato de Osama Bin Laden pode desarticular o discurso da "guerra antiterrorismo" e, de certa forma, reverter a perda de hegemonia dos EUA?
Nye: O terrorismo depende de drama e narrativa para capturar a atenção da mídia e impor uma agenda mundial, ou seja, não necessariamente americana, mas de praticamente todos os países. O assassinato de Bin Laden contribui para esvaziar o mito de invencibilidade que ele usou para definir a agenda desde o episódio do 11 de Setembro de 2001. Não é o fim do terrorismo, mas o início de uma série de reveses para a Al Qaeda.
Valor: Na América Latina, assistimos à ascensão de governos que renegam o passado recente de seus países, quando a participação americana era muito grande. Vê espaço para os americanos ampliarem seu "soft power" aqui?
Nye: Não acho que Venezuela e Equador são a onda do futuro, sinceramente. Se perguntar aos países do continente se todos querem seguir a risca esses modelos, não tenho certeza que encontrará a maioria respondendo que sim. Acho que o Brasil é, obviamente, mais importante. Temos visto grande progresso no Brasil. Basta verificar o que fizeram [Fernando Henrique] Cardoso, [Luiz Inácio] Lula [da Silva] e agora Dilma [Rousseff], que também segue o mesmo caminho. São com países como o Brasil que os EUA podem trabalhar muito bem.
Valor: A crise de 2008 reduziu o ímpeto da teoria neoliberal e do Consenso de Washington. Com o recrudescimento do papel do Estado, seja absorvendo empresas e bancos falidos nos países ricos, seja ampliando os investimentos e gastos com pessoal nos países emergentes, o senhor vê uma nova teoria econômica surgindo?
Nye: Algumas pessoas denominam esse modelo pós-crise de capitalismo de Estado, dizendo que esta teoria será majoritária no futuro. Isso é simplista. Da mesma forma que o Consenso de Washington era supersimplificado. Não acho que há um tipo de capitalismo, mas vários. Na Europa, é possível encontrar diferentes modelos de capitalismo: o praticado por escandinavos, outro pelos alemães, outro pelos franceses e outro pelos ingleses. As pessoas esquecem que havia discordâncias entre os teóricos que participaram daquela reunião que gerou o Consenso de Washington.
Valor: Poderia haver alguma divisão, mas, ao fim, era um consenso, não?
Nye: O que caracteriza o Consenso de Washington foi uma simplificação grosseira de que os mercados poderiam resolver tudo e que não precisavam do Estado para nada ou muito pouco. Os tempos de mudança, naquela época, permitiram aquilo. Como ocorre agora, não é? Vivemos hoje outra supersimplificação, de que o Estado capitalista resolve tudo. Mas há nuanças entre China, Índia e Brasil, ou a atuação e o tamanho do Estado nesses países é igual? É claro que não.
Valor: Como o senhor vê os países europeus vivendo a atual situação de dívidas enormes e uma economia de fraco crescimento?
Nye: A Europa vive um período diferente em termos de problemas com dívida soberana. Mas quando se olha alguns anos à frente, sem toda essa urgência do momento, penso que os europeus vão se sair bem. Nada é garantido, claro, podemos ver novos problemas ou surpresas no meio do caminho. Mas acho que a União Europeia vai sobreviver, e, ainda que não vejamos crescimento rápido entre os europeus, podemos esperar algum crescimento, o que já seria ótimo. Penso que, em algum momento, deverá haver uma reestruturação de dívida na Grécia, Portugal, Irlanda ou Espanha, que são os mais problemáticos.
Valor: E nos Estados Unidos?
Nye: Vai depender muito se atingirmos um acordo, nos próximos dois ou três anos, em torno do que fazer e dar prioridade no orçamento. Penso que conseguiremos, mas isso passará pela formação de uma grande aliança. Se olhar os fundamentos de nossa economia, ela ainda é razoavelmente forte. Os EUA, de acordo com o mais recente Fórum Econômico Mundial, ainda é a quarta economia mais competitiva do mundo. Isso diz muito, não? A China é a 27ª.
Valor: Os Estados Unidos ainda poderão ser reconhecidos pela inovação e criatividade?
Nye: Se olhar novas tecnologias, como biotecnologia e nanotecnologia, os Estados Unidos estão na primeira fila da inovação. Ainda que tenhamos problemas para pagar pelo comportamento da última década, não somos uma economia em colapso. É bom lembrar que apenas 12 anos atrás, os Estados Unidos tinham superávit orçamentário. Mas Bush concedeu desonerações fiscais aos mais ricos e entrou em duas guerras que não foram pagas. Esse é um problema sério. Se seremos capazes de resolvê-lo, não sei. Isso depende da política. Mas economicamente é plausível.
Valor: O xadrez geopolítico mudou rapidamente: era um, poucos anos atrás, e outro muito distinto hoje, com EUA e Europa em crise, países emergentes ganhando capa de revistas importantes e revoluções populares em antigas ditaduras árabes. Como será esta década?
Nye: Ainda teremos crescimento rápido em países como Índia, Brasil e China. Acho que a economia americana vai melhorar e caminhar para crescimento de 2% a 3% ao ano, além de considerar bem difícil uma crise em "W". O tamanho da economia chinesa será equivalente à americana em algum momento desta década, em termos de PIB. Mas é importante entender que, mesmo tendo certa equivalência no tamanho da economia, não haverá a mesma qualidade na composição desse crescimento. A China ainda conviverá com grandes bolsões de pobreza e ineficiência. Você mede isso pelo PIB per capita. Nesse caso, a China não será equivalente aos EUA pelas próximas duas ou três décadas.
Valor: Vivemos no Brasil algo relativamente parecido com os EUA dos anos 50, só que sem a União Soviética. Quer dizer, formamos uma classe média, que está por trás do crescimento econômico puxado por mercado doméstico aquecido. O senhor considera esse um modelo exportável?
Nye: Se os brasileiros conseguirem manter a inflação sob controle, a resposta é sim. No Brasil, sob FHC, vocês conseguiram manter a inflação sob controle e Lula foi hábil para continuar aquela política fiscal razoavelmente apertada, especialmente no começo. Ao mesmo tempo, Lula lançou mão do Bolsa Família para fazer algo pela desigualdade. Minha impressão é que se o Brasil continuar com essas linhas, com inflação baixa e queda dos indicadores de pobreza, não há dúvidas que vocês terão um modelo que outros países vão admirar, e eventualmente copiar.

Fonte: Valor, 20/05/2011

Fundamentals of Risk Management

Risk Management

Jornal do Brasil - Economia - Pressionados pela inflação, estados pagam 30% a mais em juros da dívida em 2011

Jornal do Brasil - Economia - Pressionados pela inflação, estados pagam 30% a mais em juros da dívida em 2011

Understanding The Value Of Co-branded Cards

A bank, a credit card provider such as VISA or MasterCard and a bank, working in association, implement the co-branded card programs. These programs have become very popular with time and have helped many businesses all over the world. The popularity of co-branded cards, debit cards and prepaid cards as financial tools has increased considerably.
Many businesses in different regions such as Europe, Africa, Asia and America have profited from the co-branded card programs. Co-branded cards are less susceptible to scam or fraud, as they cannot be easily misused in the event of theft or loss. This makes them an ideal financial tool.
Co-branded card programs allow the business entities to have their brand name and logo embossed on the co-branded cards. This in turn will enable them to improve their brand recall value.
Co-branded card programs allow the business entities to associate themselves with prominent credit card providers, such as MasterCard and VISA, which are renowned all over the world. This association allows the businesses to expand their customer base and cater more customers across the world.
Co-branded card programs allow the businesses to provide their customers with a host of attractive discounts and bonuses. This in turn can help them strengthen their relation with the existing customers and attract the new ones.
Co-branded cards prove a convenient financial tool for the card-holders too. They can use these co-branded cards in the same way they use their prepaid cards or debit cards. This is because, just as debit cards or prepaid cards, co-branded cards can allow the customers to make payments while shopping.
In comparison to cash, co-branded cards are comparatively safer and easier to carry. Thus, these cards, just as debit cards or prepaid cards prove helpful to the card-holders.
Both businesses and their customers can profit from the co-branded cards. Co-branded card programs also prove to be a profitable prospect for the credit card providers and the banks associated with them.
Co-branded cards and debit cards can be used to make payment while shopping.

Crie metas e formas eficazes de crescimento profissional em 2011

Fonte: Portal HSM

Especialista em Coaching explica as melhores formas para criar metas como reflexão, clareza e objetividade. Leia mais!
Em janeiro, é comum profissionais refletirem sobre o que desejam para suas carreiras no novo ciclo que se inicia. As empresas fazem o mesmo, revendo seu planejamento e sua estratégia neste período. Profissionais sonham com promoções, crescimento, aumento de salário. Empresários buscam o crescimento da companhia.
Jaqueline Weigel, diretora geral da Weigel Coaching, empresa especializada em coaching, orienta que para o desenvolvimento de negócios e pessoas, antes de pensar no futuro, pode ser interessante analisar o ano que passou. “Quais foram os planos de 2010? Em quais você teve sucesso? Em quais não e por quê? Além disso, é importante ficar atento e entender que sem um planejamento claro e objetivo, com base em dados sólidos, é comum profissionais e empresas dispersarem no meio do caminho”.
Jaqueline aponta três razões que, de uma forma geral, causam a frustração das metas para um novo ano: falta de foco, pouca disciplina e má organização. “Observamos em nossos clientes que quando o planejamento é falho ou superficial, fatalmente ocorre um dos três aspectos citados. E desta forma não há plano que se concretize” explica. Para a executiva, é preciso ter clareza do que se quer construir, e organização mental e emocional para executar o plano.
Além disso, Jaqueline Weigel explica que, para planejar melhor, é preciso usar a razão e deixar um pouco de lado a empolgação, tão comum neste período. “É necessário dedicar um tempo, estabelecer bem os objetivos, ligá-los a um objetivo maior, de longo prazo, e somente depois agir. A maioria começa fazendo ações, mesmo sem ter um plano mestre como apoio”, define.
Outro problema constante é a falta de clareza. “É muito comum as pessoas traçarem metas abstratas, como sucesso, felicidade, crescimento, realização. Isto são valores do resultado, não metas. Não são possíveis de mensurar. É preciso definir especificamente o que se deseja construir. É isto que nos mantém no foco durante todo o percurso”, ressalta.

As atitudes e comportamentos exigidos pelas organizações 22 de março de 2011 | Dicas, Notícias

O mercado de trabalho vive em constante mudança e muito se fala no perfil de sucesso do profissional moderno. Por conta desta mutação do cenário corporativo e das diversas áreas de atuação, é difícil afirmar quais as condutas e ações mais adequadas para toda e qualquer situação de trabalho. Porém, existem competências técnicas e comportamentais que devem estar presentes em todas as atividades profissionais, de acordo com as tendências do mundo organizacional.
Em geral, todo profissional possui competências técnicas (executar suas atividades do dia a dia) e estratégicas (ter a consciência da situação global da empresa, para onde caminha, situação de mercado e desafios), e o comportamento humano (como postura e relacionamento interpessoal).
O profissional de sucesso precisa saber lidar com pessoas, deve agir com naturalidade às pressões do dia a dia, tem que ser flexível e precisa saber reagir rapidamente a mudanças, no entanto as cobranças dependerão de cada empresa e podem ser diferentes dependendo da área de atuação. Por exemplo, umaárea técnica http://emprego.catho.com.br/vagas/tecnica/exige ações mais precisas e pontuais, enquanto umaárea comercialexige uma maior humanização nas ações, como questões de negociação e retenção de clientes. “Administrar a parte técnica não é algo crítico para as organizações, pois quando há a contratação de um profissional, entende-se que ele domina determinadas atividades que competem a sua demanda. O mais desafiador é despertar na pessoa uma visão mais consciente da empresa em que atua e seu papel como parte estratégica da corporação”, aponta*Nelson Moschetti*, consultor de RH da*Crowe Horwath RCs*, empresas de auditoria e consultoria.
As competências podem ser divididas em dois grandes grupos: as técnicas e as comportamentais. Na parte técnica, espera-se do profissional que seja suficientemente habilidoso, para realizar de forma correta suas atividades. “Um erro comum é que, muitas vezes, as pessoas se prendem às ações do momento e não pensem que na evolução da carreira podem passar a desempenhar funções diferentes”, alerta*Víctor Martínez*, especialista em análise de perfil comportamental e CEO da*Thomas Brasil*, empresa de gestão de pessoas. Já a competência comportamental é a capacidade de integrar e identificar as próprias emoções, motivações e pensamentos, colocando-os de forma prática frente às situações do dia a dia.
Uma pessoa que possui o comportamento adequado às exigências da empresa, mas não tem conhecimento de suas atividades, tecnicamente falando, não atingirá o sucesso. O oposto também coincide, pois uma pessoa que sabe muito do que faz, mas não se porta conforme às expectativas da organização, naturalmente será visto com maus olhos. Para Víctor, em relação as competências comportamentais, quando um profissional é contratado, o bom senso indica 75% da conduta que deverá ter no ambiente de trabalho. “O restante, como valores e cultura da empresa, só será revelado durante suas atividades de rotina e com a convivência neste novo ambiente”, completa.
Gestores centralizadores não dão espaço para novas ideias e prendem seus subordinados em suas ações e decisões. Então, no papel de líder, é importante saber criar um ambiente na equipe que facilite a solução de problemas, estimule a inovação e dê autonomia aos liderados. “A alta direção da empresa precisa ter um discurso que estimule a prática de um bom ambiente de trabalho e com boas condições para os profissionais. Essa filosofia deve ser passada para a média gerência e para o primeiro nível de chefia, como supervisores”, opina Moschetti.
O diferencial competitivo do profissional está em saber gerir as próprias características. Ou seja, no autoconhecimento e na identificação das competências e do perfil comportamental. Após conhecer as próprias características, é preciso analisá-las junto às exigências do mercado atual, e desenvolver outras, caso necessário. “O profissional não pode estar voltado apenas para a expectativa do que a empresa pode fazer por ele. A chamada proatividade é fundamental para alcançar o sucesso e fazercursos de especializaçãohttp://www.catho.com.br/cathoeducacaona área. MBAs, por exemplo, auxiliam no avanço da carreira”, finaliza Nelson Moschetti.
Fonte:As atitudes e comportamentos exigidos pelas organizações – Sucesso Profissional – Jornal Carreira e Sucesso

Conheça cinco atitudes que podem prejudicar (ou até comprometer) a carreira 19 de janeiro de 2011 | Dicas, Notícias

RIO – Construir uma carreira sólida é o desejo de nove entre dez profissionais, principalmente aqueles que estão iniciando sua trajetória no mercado de trabalho, com muitos planos a realizar. Mas não basta ter força de vontade e espírito empreendedor: certos cuidados são necessários no dia a dia, já que algumas atitudes tomadas no ambiente profissional podem comprometer – e muito – a imagem do funcionário, dizem especialistas. Em artigo publicado no site americano Glassdoor, especializado em mercado de trabalho, a especialista em gestão de carreira Heather R. Huhman aponta cinco atitudes que podem prejudicar ou comprometer a carreira:
- *Falar mal do atual ou de ex-chefes* – Pode ser de forma inconsciente, mas é surpreendente como, atualmente, muitas pessoas desabafam e falam mal do atual (ou de ex-chefes) nas redes sociais. Fique atento para não se comprometer, principalmente com um ex-empregador que poderá dar referências quando você se candidatar a um novo trabalho. Aja profissionalmente e evite compartilhar suas opiniões na internet. Em vez disso, prefira conversar com um amigo ou com algum membro da família.
- *Não investir em sua marca pessoal*- Marca pessoal é uma peça importante quando o assunto é gestão de carreira. Uma das primeiras coisas que a maioria dos recrutadores faz antes de convocar um candidato para uma entrevista é procurar seu nome nas ferramentas de busca. Logo, é importante pensar se você já criou uma presença profissional marcante na internet e se o seu perfil do LinkedIn, por exemplo, corresponde ao currículo que você enviou. Pesquise seus dados com frequência na tentativa de administrar os resultados, para que os mais positivos apareçam em primeiro lugar no momento de uma possível busca.
- *Ter uma aparência excessivamente casual no local de trabalho*- Se você pensa em escalar degraus na empresa, ter uma aparência muito casual pode ser fatal. Dificilmente alguém vai pensar em você como um executivo ou gestor caso continue se vestindo como se ainda estivesse na faculdade. A aparência é parte de sua personalidade profissional: faça um esforço para se vestir melhor escolhendo roupas com um bom caimento e, dependendo do ambiente de trabalho, com um estilo mais clássico.
- *Deixar de cumprir prazos*- Se você costuma perder prazos ou evita comunicar ao seu chefe que precisa de mais tempo para cumprir determinadas tarefas, provavelmente será visto como pouco confiável ou incompetente. Atitudes como essa são as primeiras a serem levadas em conta quando a empresa precisa demitir por redução de custos, por exemplo.

Colaboradores que trabalham como se fossem sócios podem trazer mais resultados 10 de dezembro de 2010 | Dicas, Notícias

*Fonte: Portal HSM***
Talentos que possuem a capacidade de criar, inovar e buscar novas oportunidades para as organizações em que trabalham são os chamados *intraempreendedores. Este perfil de profissional tem sido cada vez mais valorizado pelas empresas de recrutamento* e o principal motivo está nos valores que agregam nas companhias em que passam.
De acordo com Edmundo Brandão Dantas, professor-adjunto da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, em cenário de concorrência acirrada, *as organizações que valorizam o espírito empreendedor internamente e proporcionam liberdade aos colaboradores para proporem ideias e colocá-las em prática ganharão vantagem competitiva*.
“O método do intraempreendedorismo também tem se mostrado interessante para empresas mergulhadas na burocracia e em estado de estagnação competitiva. Neste caso, *o intraempreendedor busca resgatar o foco no cliente e no produto*, o que permite a redefinição clara da missão da empresa, o resgate da comunicação e a proximidade das pessoas aos focos, o desmantelamento das estruturas funcionais e a reorganização da empresa pelos fluxos reais de trabalho, ou seja, os processos”, complementa Dantas em seu artigo “Empreendedorismo e IntraEmpreendedorismo”.

As dez empresas mais admiradas por suas habilidades para atrair e reter talentos 14 de março de 2011 | Dicas, Notícias

ocê tem ideia do que o grupo Goldman Sachs, Apple, Walt Disney e Procter & Gamble têm em comum? Embora atuem em segmentos completamente distintos, essas empresas fazem parte da lista elaborada pela revista Fortune das 10 companhias mais admiradas por suas habilidades para atrair e reter talentos.. Alguns processos seletivos são exaustivos, mas os benefícios e oportunidades de desenvolvimento na carreira oferecidos aos funcionários dessas organizações as tornaram objetos de desejo de profissionais. Confira os atrativos de cada uma.
- Apple – Além de seu visionário líder Steve Jobs, a Apple está repleta de talentos. Uma figura tranquilizadora é Tim Cook, diretor de operações que tem sido capaz de intervir como o número um durante a batalha de Jobs contra seus problemas de saúde. A doença do CEO da Apple, embora não revelada, tem deixado os acionistas cada vez mais inquietos em busca de informações sobre o futuro da empresa.
- Goldman Sachs Group- A reputação do Goldman Sachs pode ter perdido algum brilho após a crise financeira, mas ainda é considerado um exemplo excepcional de descoberta e desenvolvimento de líderes talentosos. Tudo começa com um processo extraordinariamente exaustivo de contratação: os candidatos podem ter que enfrentar cerca de dez entrevistas antes de receber uma oferta.
Uma vez conquistado o emprego, eles podem frequentar a Universidade Goldman Sachs, que oferece oportunidades de treinamento e desenvolvimento para os funcionários em todas as fases de suas carreiras.
O Goldman também é agressivo com relação à diversificação de suas lideranças. Uma de suas iniciativas é o programa de *coaching*chamado EMPower, que monta equipes com vice-presidentes e diretores por cerca de três meses. A idéia é dar ao VPs uma oportunidade de expressar os seus objetivos de carreira e a trajetória atual, e criar um plano para ajudá-los a alcançar altos níveis de gestão.
Outro programa tem como alvo as mulheres líderes de negócios na empresa e avalia regularmente os sucessos ou falhas da organização no apoio ao crescimento dessas profissionais dentro da organização. De 2001 a 2009, a empresa viu o percentual de mulheres na função de sócio-diretor crescer 12% nos Estados Unidos. O percentual de mulheres na função de diretoras administrativas e vice-presidentes dentro da empresa é de 3%.

O desafio de atrair e reter talentos 16 de maio de 2011 | Dicas, Notícias

*Empresas desenvolvem políticas para serem desejadas, mas maior trunfo é a transparência*
Fonte: Clara Massote, especial para o Estado
Sabe aquela história de trabalhar a vida inteira na mesma empresa? Pois é, mudou. “É uma questão cultural. Hoje, os colaboradores buscam por desafios, não por estabilidade. Um bom salário não basta para manter um funcionário em seu cargo”, diz a diretora da empresa de recrutamento Projeto RH, Eliane Figueiredo. O aquecimento da economia – que cria cada vez mais vagas e estimula a competitividade das empresas – deu impulso a esse movimento e gerou uma nova cultura no mercado brasileiro: a busca e retenção de talentos.
Para manter bons funcionários na casa, companhias de variados portes e setores vêm lançando mão de inúmeros recursos – dos mais simples aos mais sofisticados. “A cada perda fica mais difícil para uma empresa encontrar outro colaborador à altura”, afirma Eliane. De acordo com a consultora, as políticas de retenção de talentos vêm sendo aplicadas há cerca de dez anos por empresas brasileiras, mas ganharam força com o bom momento vivido pela economia.
Os benefícios mais comuns são planos de previdência, bolsas de estudo e programas de qualidade de vida. Na outra ponta, há até a oferta de ações da empresa ao colaborador. Mas o recurso mais eficiente, de acordo com a especialista, é uma relação transparente entre diferentes níveis hierárquicos.
Sobrevivência. A escassez de profissionais qualificados também pesa. “As instituições de ensino não conseguem formar o tanto de profissionais que o mercado precisa”, explica a diretora executiva da Associação Brasileira de Recursos Humanos de São Paulo (ABRH-SP), Eliane Aere.
Para a diretora, a atração e retenção de talentos é uma estratégia de sobrevivência das empresas baseada, principalmente, no clima organizacional e nas perspectivas de carreira do colaborador. “Para que a retenção seja eficaz, deve haver uma convergência entre o que o funcionário deseja e o que a empresa tem a oferecer”, resume.

Murilo Ninja anuncia aposentadoria no MMA por meio da Internet

A derrota neste sábado, em Londres, foi a última luta de Murilo Ninja. Logo após O duelo contra Tom Watson, no BAMMA 6, o atleta escreveu no seu microblog que iria encerrar a carreira.

Aos 31 anos, o irmão mas velho da família Rua, postou na internet. "Eu gostaria de anunciar oficialmente esta noite a minha aposentadoria de lutas profissionais de MMA".

O atleta ainda agradeu as pessoas que o apoiaram durante os anos que competiu e disse que foi dífícil tomar essa decição, mas que sai orgulhoso de todo o trabalho realizado por ele. "Foi uma estrada fantástica e esse é um momento difícil. Mas chega uma hora pra tudo na vida, e é hora de seguir em frente. Eu tenho orgulho de tudo o que fiz no MMA e todas as experiências que eu tive na profissão que eu abracei com amor. Muito Obrigado a todos!", foram algumas das palavras do lutador.

Co 33 lutas no currículo, Ninja conquistou 20 vitórias, 12 derrotas e um empate. Ele chegou a ser campeão do extinto EliteXC. Participou de lutas no Meca, Pride, Cage Rage, entre outras. E Ganhou de atletas como Zé Mario Sperry e Joey Villasenor.

NF-e ainda gera dificuldade no interior do Amazonas


por CIMONE BARROS
Internet em banda “estreita”, quedas de energia e falta de capacitação técnica são principais problemas dos comerciantes
Com a obrigatoriedade de emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) na venda para órgãos públicos, transações interestaduais e comércio exterior, comerciantes do interior do Amazonas têm dificuldades para se adequar às exigências da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-AM). Entre os motivos estão a falta de conhecimento para operar os sistemas dos órgãos arrecadadores, além da “precariedade” de infraestrutura, como Internet e energia elétrica.
“Não se pode vender nada para Prefeitura se não tiver nota fiscal eletrônica. Por isso, estamos correndo para ajudar o pessoal a emitir o documento. No primeiro momento parece que é bicho papão, mas não é; e todo o sistema está disponível gratuitamente no site da Sefaz (www.sefaz.am.gov.br)”, explica o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CDLM), Ralph Assayag.
A Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas (FCDL), em parceria com Sefaz, vai realizar seminários de Educação Fiscal em dez municípios do Estado para explicar como funciona a NF-e e treinar lojistas e empresários.
Para o servidor público da Sefaz e um dos palestrantes, Dhélio Costa, hoje o contribuinte do interior sofre com a conexão de Internet e a irregularidade da energia elétrica, que “cai duas, três vezes por dia”, em muitos municípios. “Quando não há sinal de Internet, o lojista entra em contato com o contador dele que, geralmente, fica em outro município para emitir a NF-e, porque para emitir é preciso ter certificado digital”, contou.
Outra opção paliativa quando a Internet “cai” é a forma de contingência de emissão. Trata-se da mesma nota, mas o DANF (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) que acompanha a mercadoria não será impresso em papel comum A4, mas em papel moeda. Após o procedimento, o contribuinte tem 168 horas para transmitir o arquivo da operação para a Sefaz.
Para quem tem dificuldades de operar o software da NF-e, uma saída imediata é recorrer a um agente do município. “A Secretaria já realizou cursos de qualificação para os servidores do interior”, disse Dhélio.
De acordo com a Sefaz, até o último dia 12 , 6.522 empresas solicitaram o credenciamento e estão habilitadas para emitir NF-e. O Empreender Individual e o produtor rural estão dispensado de emitir o documento.
Vendas perdidas no interior
De acordo com o presidente da CDL de Manacapuru, Nazareno da Silva, 60 lojistas foram preparados para usar aNF-e. Segundo Silva, fornecedores da prefeitura do município já perderam vendas por problemas na Internet, um dos maiores gargalos.
“Nosso maior problema é Internet que é via rádio. Quando chove fica péssima e inviável para emitir a NF-e. O Estado tem de olhar com carinho para essa questão”, disse o dirigente.
Segundo Silva, alguns lojistas que não aderiram à NF-e têm pouco conhecimento de informática e dificuldade com documentos eletrônicos. Outro fator é que não compraram um sistema (software) especializado que permita todo um acompanhamento. Dependo do alcance do software, número de itens que ele inclui, pode custar de R$ 3,5 mil a R$ 12 mil.
Fonte: http://acritica.uol.com.br/noticias/NF-e-gera-dificuldade-interior-Amazonas_0_481152033.html via www.joseadriano.com.br

Don't Sell Your Soul, Market It

In an open letter to college graduates in Forbes last week, Carl Schramm, the head of the Kauffman Foundation and a man I admire, encouraged young people to follow a path of entrepreneurship, reasoning that, "Although they are necessary parts of our society, governments and nonprofits are not self-sustaining. In order to do their good works, they must rely on the underlying wealth created by business." If reliance on the wealth of others makes a business not self-sustaining, then no business is self-sustaining. The music industry, for example, is not self-sustaining, because it relies on the wealth of consumers, who use their money to buy albums.
Humanitarian organizations provide a service — they heal the sick, care for the poor. Donors pay the organizations to provide this service to others. How is this different — or less self-sustaining — from the spa that sells a gift certificate to one person to purchase a treatment for another? Or from paying someone to clean your house or prepare your taxes? It's the same basic contract, but the humanitarian work is more powerful. When you raise a person up, you create the possibility that they will create wealth. Not so with a massage.
Philanthropy is at least as "self-sustaining" as the music industry, the cosmetics industry, or any number of others that are funded with our discretionary income. Those industries appeal to natural and created human desires. If you can make people feel as if they can't do without something, and you can provide that something, you have a self-sustaining industry.
We have been operating under a mistaken theory of philanthropy. The false notion that philanthropy is not, in and of itself, a self-sustaining business model has huge side effects. It stops us from ever considering that we might be able to build a market for philanthropy massive enough to take on significant social problems.
Most people want to help others. Their lives would feel incomplete without this connection to humanity. We can tap into this human desire by marketing compassion with the same rigor as we market luxury cars. In doing so, we can stimulate people to help others even more. Don't you give to charity because you are asked? Would you have given as much or as often if you were not?
That act of asking is marketing. The limits of its power have not been tested.
John Kenneth Galbraith wrote."The most important and intrinsically most evident source of consumer demand is the advertising and salesmanship of those providing the product. First you make the good, then you make the market." David Ogilvy put it more crudely but practically in 1987: "try launching a new brand of detergent with a war chest of less than $10,000,000." It would be considered malfeasance in the for-profit sector to launch a new product without an adequate ad budget to build the market for the product. Yet the humanitarian sector is supposed to build a market for philanthropy without diverting a penny from current programs for it.
In 2009, Save the Children, one of the largest global development charities, spent $3.31 million on advertising. The Walt Disney Company ("Entertain the Children") spent $2 billion — 600 times more. That's a factor equivalent to the difference between the height of a 10-month old infant and the Sears Tower.
We could save a lot more children if we became serious about building the market for it.
In the absence of that seriousness, we not only lose children, we put humanitarian organizations and their good intentions at the mercy of institutional and government grants for programs that aren't aligned with their missions and that underfund important fundraising and administrative operations. It forces organizations to sell their souls.
Franklin Roosevelt said that, "If I were starting life over again...I would go into the advertising business...Advertising nourishes the consuming power of men. It sets up before a man the goal of a better home, better clothing, better food for himself and his family." Surely advertising can set up before people the goal of a better world as well, and it can be just as successful in realizing it.
Toward that end, this week my colleagues and I are launching Advertising for Humanity, a full-service brand agency for the humanitarian sector and corporate social responsibility initiatives. Our purpose is to begin marketing benevolence as brilliantly as Budweiser markets beer.
The humanitarian sector needs and deserves the same marketing acumen that the for-profit sector has feasted on for years. The only way that humanitarian organizations will ever become self-sustaining — and will ever approach the scale needed to address today's massive social problems — is by stimulating demand for philanthropic goods and services. The market for that philanthropy must be built, in the same way Starbucks built a market for lattes.
If humanitarian organizations market their souls this way, they won't have to sell them. We can advertise our way to humanity.