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terça-feira, 24 de maio de 2011

Cartão Travel Money

O Cartão Travel Money é mais uma novidade e uma facilidade que foi lançada no mercado. O Cartão Travel Money é uma maneira mais segura e mais prática de levar o seu dinheiro para viagens no exterior. Por isso, neste artigo daremos para vocês todas as informações necessárias para você conhecer melhor o Cartão Travel Money.
Ele consiste em um sistema de recarregamento do cartão, além de ser pré-pago, possuir uma senha de proteção e poder ser usado para débitos e saques.

O Cartão Travel Money faz parte da rede de cartões Visa em parceria com a STB – Student Travel Bureau, onde os cartões de débitos são da rede Electron e os de saque são da rede Visa Plus.

Além de serem de uma rede de cartões muito conhecida e confiável, ele possui inúmeras vantagens que atraem muito os clientes, dentre elas estão:

A função de recarregamento do cartão pode ser usada quantas vezes for preciso
Você pode ter cartões adicionais
Aceito em mais de 12 milhões de lugares que sejam filiados ao Visa Electron
Sem cobranças de tarifas quando efetuadas as compras (só é cobrado taxas quando houver saques)
Se houver perda ou roubo do cartão, você poderá adquirir outro sem nenhuma taxa
Consulta de saldo pela internet ou pela Central de Atendimento
Sem adesão de IOF quando utilizar o seu cartão
Possui mais de 144 países com caixas eletrônicos que poderão ser utilizados.
Isso tudo você só irá conseguir se adquirir agora mesmo o seu Cartão Travel Money e curtir muito mais suas viagens para o exterior.

Além disso, este cartão pode ser muito útil, pois você tem a opção de sacar seu dinheiro e utilizar seu cartão para comprar sem preocupações com as mudanças do preço do dólar, pois com o cartão é usado a cotação feita no dia.

Se você quiser saber mais informações basta entre no site clicando aqui

Preencha o formulário e envie para a SBT – Student Travel Bureau para que você possa saber tudo sobre o cartão e também saber de que forma você poderá adquiri-lo, ou então vá ate uma loja SBT próxima da sua casa e saiba mais sobre o cartão.

Não se preocupe mais com dinheiro no exterior, use agora a maneira mais fácil de levá-lo sem ter dores de cabeça nem preocupações.

Fonte: Site SBT

Nova tecnologia simula iPhone na palma da mão

A ideia é certamente estranha, mas três investigadores de uma universidade alemã inventaram uma tecnologia que permite manusear um iPhone à distância, sem tocar no aparelho, simulando o ecrã do telefone na palma da mão. Veja o vídeo

Atender chamadas no telemóvel continuará a necessitar de um dispositivo, mas com a versão imaginária será possível aceder a aplicações e recusar uma chamada, como se vê no início do vídeo.

Com esta tecnologia, os autores Gustafson, Patrick Baudisch e Christian Holz, da Universidade de Potsdam, na Alemanha, pretendem corrigir algumas lacunas de telemóveis e comandos de televisão, permitindo que sejam usados mesmo quando não sabemos onde estão.


Para que o sistema funcione são necessárias duas coisas. Numa primeira fase, as pessoas devem conhecer a posição exacta das teclas de um aparelho comum. Em segundo, é necessária uma tecnologia capaz de detectar o local que está a ser pressionado na mão, para que um computador possa responder e enviar sinais ao telemóvel.

O trio de investigadores recrutou 12 voluntários, utilizadores de iPhones, e testou o seu conhecimento relativamente à localização exacta das aplicações de um telemóvel mas sem a ajuda de um dispositivo.

 Mercado exagerou ao estimar a concorrência entre operadoras de cartões

Analistas de operadoras financeiras fizeram um exame errôneo de mercado, com uma precificação exagerada sobre o ambiente competitivo, avalia o diretor da Geração Futuro, Ângelo Cossi. O lucro líquido de R$ 424,7 milhões da Cielo (CIEL3) ficou “significativamente acima das estimativas” do Citigroup, 37% superior, principalmente devido às receitas maiores com o aluguel de “maquininhas” e de pré-pagamentos, ao mesmo tempo em que as despesas operacionais foram menores.

Já o lucro líquido de R$ 281,3 milhões da Redecard (RDCD3) no primeiro trimestre superou em 12% e em 3% as projeções do Citi e do Barclays, respectivamente. O primeiro banco atribuiu os dados acima do esperado a uma compressão menor do MDR (taxa cobrada dos estabelecimentos comerciais por cada operação realizada) e às receitas mais fortes de pré-pagos. Por sua vez, o Barclays se mostrou surpreso com o avanço na receita de serviços no período.

Desde a divulgação dos balanços da Redecard e Cielo, em 27 de abril e 4 de maio, nesta ordem, os papéis das companhias já avançaram 6,86% e 5,62%, segundo a cotação de fechamento de quarta-feira (18).

Redução de tarifas está entre novas regras dos cartões de crédito Banco Central divulga cartilha para tentar reduzir o endividamento excessivo das famílias; novas regras entram em vigor dia 1º

O Banco Central publica nesta terça-feira uma cartilha sobre o uso do cartão de crédito, para evitar o endividamento excessivo das famílias. A explicação acompanha a chegada das novas regras para cartões, definidas no início deste ano, e que entram em vigor no dia 1º de junho. Entre as principais mudanças, está a redução do número de tarifas cobradas – de até 80 atualmente para, no máximo, cinco – e o estabelecimento de um percentual mínimo de pagamento mensal definido por norma.

Leia também:
Governo limita tarifas do cartão e dá mais amparo ao consumidor
Governo cria conta corrente eletrônica sem tarifas por serviços
Para Abecs, novas regras para cartões estimulam concorrência
Atualmente, os bancos exigem cerca de 10% de pagamento mínimo na fatura mensal, segundo a conveniência de cada instituição. A partir de junho, esse mínimo será de 15% e, em dezembro, esse piso sobe a 20%. “As novas regras incentivarão o uso racional do cartão, evitando que as famílias se endividem em excesso”, diz o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Para Tombini, as novas medidas contribuirão para que o cartão continue crescendo de forma sustentável e transparente. Ele destacou que, nos últimos anos, o número de cartões emitidos e o volume de recursos gastos por esse meio de pagamento cresceram bastante, evidenciando que mais pessoas estão usando-o. “Cartões já são usados no dia-a-dia de famílias que compõem a base da pirâmide social.”

Por isso, o BC notou um crescente risco operacionais e legais, que poderiam prejudicar os usuários – muitos deles tendo, pelo cartão, o primeiro acesso a serviços financeiros de suas vidas. O elevado número de tarifas, por exemplo, leva a uma relação mais hostil entre fornecedores e usuários de cartão de crédito, diz Tombini.

Para o procurador-geral da República, o consumidor de cartões vai poder, de fato, comparar as tarifas de cartões depois da resolução 3919, do Conselho Monetário Nacional (CMN), que reformou essas normas para os cartões de crédito. “Isso vai fomentar a concorrência e a redução de preços nesse mercado.”

A diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, Juliana Pereira da Silva, diz que reclamações relacionadas a cartões de créditos estão entre os principais motivos de queixas registradas nos Procons do País. 

Segundo ela, de todas as reclamações relacionadas a assuntos financeiros registrados no Cadastro Nacional de Reclamações Fundamentadas de 2010 – que foi o segundo assunto mais freqüente na lista –, um terço refere-se a cartões de crédito.

Juliana explica que 75% das reclamações relacionadas a cartões de crédito têm relação com cobranças indevidas, que passam, principalmente, por a abusividade na cobrança de tarifas, a falta de informação sobre concessão de crédito, alteração unilateral de contrato, envio não solicitado de cartões e a não entrega de contratos. 

“A regulamentação anunciada aqui hoje vai ajudar a mitigar e diminuir essas reclamações contra cartões”, destaca Juliana. O Banco Central promove hoje, em sua sede Brasília, seminário sobre as novas regras para os cartões de crédito.

Cielo paga R$ 40 milhões pela Braspag, do grupo Silvio Santos Venda da empresa de pagamento online faz parte de plano de reestruturação, diz executivo do grupo Silvio Santos

A Cielo, credenciadora de cartões de crédito, pagou R$ 40 milhões pela Braspag, companhia que pertencia ao grupo Silvio Santos e atua na área de pagamento online. A informação foi divulgada pela Braspag. Em comunicado enviado ao mercado dia 23, a Cielo, empresa que integra o Novo Mercado, grupo das empresas mais transparentes da Bovespa, não citava o valor da transação.

Veja também:
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Lucro da Cielo cai 3,5% para R$ 424,7 milhões no 1º trimestre
Fundo garantidor assume o rombo do Panamericano
Panamericano vendeu R$ 3,5 bi em créditos para BTG e FGC
Segundo comunicado da Braspag, a negociação legou dois meses. Lásaro do Carmo Jr., vice-presidente do grupo Silvio Santos, afirma no texto que a venda faz parte do plano de reorganização do grupo “cujo planejamento estratégico para os próximos cinco anos está focado em três pilares: consumo, com atuação no mercado por meio da Jequiti Cosméticos; comunicação, por meio do SBT; e capitalização, concentrando esforços na Liderança Capitalização (Tele Sena).

“A Braspag é uma empresa importante, mas que sai do nosso foco estratégico, e por isso foi vendida. Fechamos a venda para a Cielo nesta segunda-feira por R$ 40 milhões. Precisamos nos concentrar nos segmentos que temos profundo conhecimento e competitividade. Nosso processo de reestruturação continua e a passos largos, dentro do tempo previsto, e acreditamos no sucesso crescente dos próximos anos”, diz Carmo, segundo o comunicado.

A Cielo, no comunicado que enviou ao mercado, afirma que “ampliará seu portfólio de produtos com uma oferta mais abrangente que, além de englobar outros meios de pagamento como boletos e débito direto, conta com serviços de valor agregado como conciliação financeira e inteligência antifraude, fortalecendo ainda mais o relacionamento com seus clientes”.

Gigante dos EUA de olho nas ideias brasileiras IBM ajuda empresas nascentes com ideias inovadoras a ter acesso a tecnologia e a conseguir financiamento 

SÃO PAULO - Empresas brasileiras "nascentes" - também conhecidas como startups - com até cinco anos de mercado terão, a partir deste ano, a chance de ganhar o apoio da gigante americana de tecnologia IBM para transformar projetos inovadores em realidade. O Brasil entra no circuito do projeto SmartCamp - em tradução aproximada, "acampamento de inteligência" -, que premia companhias com ideias originais.

Segundo o vice-presidente de marketing da IBM, Mike Riegel, o objetivo é promover soluções que ajudam a resolver problemas que afetem um grande número de pessoas, como o atendimento à saúde e o trânsito. A vencedora da etapa nacional, além de ter o projeto implementado, será selecionada a participar da competição mundial, que escolherá o "Empreendedor do Ano" entre projetos de 18 nações.

Riegel diz que a inclusão do País no rol de participantes neste segundo ano de SmartCamp - ao lado da Alemanha e da China, que também foram adicionados à competição - foi motivada pelo aumento do número de empresas brasileiras de pequeno porte de perfil inovador. "O mercado de private equity e venture capital (que aplica recursos em startups) cresceu de US$ 6 bilhões em recursos para US$ 40 bilhões nos últimos seis anos", explica.

Vantagens. Durante o período da competição, as companhias poderão receber usar ferramentas tecnológicas da IBM. A gigante americana também ajudará os microempresários a traçar planos de negócios mais claros antes da etapa final da competição nacional. Além disso, o relacionamento com a IBM pode trazer visibilidade para o projeto, o que pode atrair outros investidores de longo prazo. As inscrições para o concurso devem ser feitas pela internet, e o prazo vai até agosto. A empresa vencedora será escolhida em novembro.

A baiana Softwell recebeu R$ 1 milhão do braço de investimentos do Banco Mundial depois de participar de um evento promovido pela IBM há dois anos, antes da introdução do "acampamento de inteligência". A empresa, conhecida pela ferramenta Maker - que reduz a necessidade do uso de códigos no desenvolvimento de softwares -, criou um sistema de gestão de serviços de saúde que chamou a atenção do órgão internacional.

O Saúde Digital, já implantado pela Prefeitura de Feira de Santana (BA), organiza a identificação do paciente - com leitura de impressão digital -, armazena o histórico de tratamentos e faz a gestão do atendimento nos hospitais e postos de saúde. Ao ser chamado, o cliente vê em uma tela seu nome e fotografia. "Atraímos a atenção do Banco Mundial em uma apresentação de 10 minutos", lembra Wellington Freire, presidente da Softwell.

Agora, a empresa - que deve faturar R$ 17 milhões este ano, contra R$ 10 milhões em 2010 - investe suas fichas na organização do trânsito das grandes cidades com um projeto atualmente em fase de testes em Salvador, o TechBus. A Softwell criou uma ferramenta de gestão que presta serviços tanto para empresas de ônibus quanto ao usuário.

O passageiro poderá receber informações sobre o quanto terá de esperar pelo próximo coletivo pelo telefone celular. Além disso, os ônibus virão equipados com rede wi-fi e monitores que darão informações sobre a rota, incluindo pontos turísticos. Já as companhias vão receber dados que ajudarão no gerenciamento da frota, como o fluxo de passageiros em diferentes horários. O sistema rastreia os ônibus e informa imediatamente qualquer desvio de rota. "Os ônibus terão câmeras, que poderão identificar criminosos, criando uma ‘lista negra’."

Com o projeto, a Softwell passa a competir no segmento do qual saiu o vencedor global do SmartCamp no ano passado. A empresa StreetLine usa sensores para informar motoristas, pelo celular, sobre as vagas de estacionamento em determinadas regiões. "Boa parte do trânsito hoje é causada por pessoas tentando estacionar", diz Riegel, da IBM. Segundo ele, a empresa se prepara para fazer um projeto piloto da StreetLine em São Paulo.

NF-e: 85% das empresas obrigadas não estão preparadas

Segundo estudo da Serasa Experian, são cerca de 200 mil companhia nesta situação

O sinal de alerta está aceso: 85% das 240 mil empresas que terão de emitir Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) a partir de 1º de abril ainda não estão prontas para realizar o processo. A constatação vem de um levantamento da Serasa Experian.

A empresa de proteção ao crédito encaminhou comunicado ao mercado onde estima que mais de 200 mil empresas ainda não solicitaram o Certificado Digital para NF-e, "e ele é apenas um componente do processo", adverte.

Segundo o Protocolo ICMS 42, contribuintes enquadrados em 240 códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) estão abrangidos pela obrigatoriedade. A partir de abril, empresas dos segmentos industrial, comércio atacadista, operações com o governo e operações interestaduais terão de se enquadrar ao processo.

Mercado de locadoras de veículos cresce 17%

Impulsionado pelo reajuste de tarifas, o mercado de locação de automóveis faturou R$ 5,11 bilhões no ano passado. O valor representa crescimento de 17% em relação ao ano anterior, quando o faturamento do setor chegou a R$ 4,37 bilhões.

"Enquanto a frota cresceu 14%, o crescimento no faturamento foi maior (17%) por conta da recuperação no valor das tarifas, que há anos não eram corrigidas e estavam defasadas", diz Paulo Gaba Jr, presidente do conselho da Abla (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis).

Na locação para pessoas físicas, o preço da diária de carros passou de R$ 60 a R$ 70 para a faixa de R$ 85 no caso de automóveis populares. Nos modelos de médio, porte subiu de R$ 100 para R$ 130, segundo informa a associação.

Do total de R$ 5,11 bilhões faturados pelo setor, o turismo de lazer (relacionado diretamente a locação de carros por pessoas físicas) ainda é pequeno em comparação à participação dos demais --corresponde a 20%.

Já a terceirização de frotas e o turismo de negócios --ligados à locação de pessoas jurídicas-- são responsáveis por 56% e 24% do faturamento, respectivamente.

Até dezembro, existiam no país 2.008 locadoras, que empregavam, juntas, 264.708 pessoas. A frota total das empresas é de 414.340 veículos, com idade média de 15 meses.

A participação do mercado de locação de carros nas vendas das montadoras e importadoras cresceu 9,4 % no ano passado, pouco acima do registrado em 2009, segundo a Abla.

"A expansão do mercado de locação só não foi maior porque não existe uma política de financiamento para o setor. Há oito anos reivindicamos incentivos, mas nada de concreto ainda foi feito. Não há qualquer isenção de impostos ou outro incentivo para que a locação cresça no país", diz Gaba Jr.

Os descontos dados para o pagamento de ICMS são definidos por cada Estado, segundo afirma. "E os descontos no valor dos carros são obtidos diretamente pelas empresas em negociações com as montadoras."

Volkswagen, Fiat e GM lideram os três primeiros lugares no ranking de participação no mercado de locação de veículos. Ford e Renault aparecem em quarta e quinta posições.

"Ford e Renault aparecem tecnicamente empatadas, com 2,49% e 2,48% de participação. No ano passado, tinham respectivamente 3,92% e 3,54%. O que explica em parte a diminuição dessa diferença é a falta de novos modelos da Ford nesse mercado e a aceitação de carros, com o Logan, da Renault, para locações", diz o executivo.

"Mas de uma forma geral faltam políticas específicas para o setor, como um gerente para atender os frotistas, mais promoções e descontos maiores na hora de comprar em maior quantidade", afirma Gaba Jr.

Brasil vai renovar frota de caminhões e ônibus para diminuir poluição do ar O país decidiu reduzir a poluição em 80%, com óleo diesel mais limpo e ônibus e caminhões mais eficientes. A regra, prevista para 2009, ficou para 2012.

O Brasil vai começar a renovar a frota de caminhões e de ônibus pra diminuir a poluição do ar. Faltam sete meses para as regras novas entrarem em vigor. Mas nem todo mundo está preparado para a mudança.
Fumaça preta não é só feio, faz mal à saúde. Dois milhões de pessoas morrem por ano, no mundo, por problemas provocados pela poluição do ar. Só na cidade de São Paulo, são 4 mil.
O Brasil decidiu reduzir a poluição em 80%, com óleo diesel mais limpo e ônibus e caminhões mais eficientes.
A regra, prevista para 2009, ficou para 2012.
Os veículos fabricados nesses três anos e que ainda poluem muito vão rodar por três décadas. O laboratório de Poluição da USP calculou o prejuízo. "A gente calcula que até 2040 nós vamos ter provocado a mortalidade prematura de 14 mil brasileiros", disse o diretor do laboratório de poluição da USP, Paulo Saldiva.
Faltam sete meses para o novo prazo. A Petrobrás já produz o S-50, o diesel com menos enxofre. E partir de primeiro de janeiro, por lei, todo caminhão vai sair de fábrica com motor que polui menos e precisa do diesel limpo. O óleo vendido hoje não vai servir.
"O que vai acontecer são falhas no sistema em função do excesso de emissão de poluentes. Se ele tem 330 cavalos, ele vai cair pela metade a potência", explicou o gerente de marketing Luis Chain.
Mas o plano de começar a reduzir a poluição no início do ano que vem pode encontrar problemas no meio do caminho. Para que o diesel limpo chegue aos motores modernos, é preciso que os caminhoneiros que cortam o Brasil encontrem onde abastecer.
No país inteiro, 14 mil postos vendem diesel. Apenas 300 estão prontos para oferecer o S-50. Para armazenar o combustível, a maior parte dos postos precisa de um tanque extra e isso custa pelo menos R$ 80 mil.
O presidente do Sindicato dos Postos de São Paulo, José Alberto Gouveia, diz que no estado ninguém vai ter o novo diesel em janeiro do ano que vem.
"Se tudo correr muito bem, daqui quatro, cinco anos os postos talvez tenham interesse em vender esse produto", afirmou.
Ele usa a lógica do caminhoneiro. Os veículos novos ainda serão poucos. E os antigos, até podem ser abastecidos com o diesel limpo. A Petrobrás ainda não tem uma estimativa, mas o preço deve ser maior.

Marketing viral precisa ter conteúdo relevante, afirma especialista

“A arte de criar uma peça viral é saber a diferença entre uma boa ideia e uma boa ideia que se espalha como um vírus.” É assim que Matt Smith, diretor estratégico da agência britânica de marketing digital The Viral Factory define uma campanha viral. Essa categoria de marketing e publicidade utiliza mídias sociais para produzir crescimentos exponenciais no conhecimento sobre marca, que se propaga como uma epidemia. O especialista esteve no Brasil este mês apresentando seu trabalho para executivos de empresas e agências de propaganda de São Paulo e Rio de Janeiro.

A The Viral Factory alcançou mais de um bilhão de acessos em mais de 170 campanhas ao longo de uma década de atividade, além de ter sido premiada com três Leões de Outro, três de Prata e três de Bronze no festival de Cannes. Smith conversou com a reportagem de Pequenas Empresas & Grandes Negócios e deu dicas de como realizar uma boa campanha viral.

Por que campanhas virais são tão eficientes?
Nem sempre elas são assim. Como qualquer outra forma de marketing, deve ser usada apenas quando é necessária estrategicamente. Quando realizada desse jeito, traz grandes resultados, porque usa o público como canal de distribuição e cria altos níveis de engajamento e repercussão.

Essas campanhas são uma boa estratégia para pequenas e médias empresas?
Sim, como uma forma de tornar o consumidor consciente da marca. No entanto, fazer apenas uma campanha viral provavelmente não vai ser o suficiente. Uma estratégia eficiente deve ser construída de acordo com a ativação da característica viral para ter uma boa chance de sucesso.

Quais são os casos em que uma empresa deve utilizar uma campanha viral?
Marketing viral é uma ótima forma de conseguir a atenção das pessoas e gerar repercussão e discussões on-line. Portanto é útil em situações como lançamento de produtos, marcas, como suporte para campanhas em massa e por aí vai.

Quais são os maiores erros de uma agência na hora de desenvolver uma campanha viral?
Não ter uma ideia criativa forte o suficiente e não investir o bastante na produção. Também é muito importante ser sincero e verdadeiro e adotar a linguagem correta para o público que você quer atingir.

Quais fatores podem ajudar uma campanha viral?
Além da criatividade e da boa produção, o que não significa o mesmo que uma produção lustrosa, ela precisa ser relevante, agregando valor para o público e incluindo uma boa razão para ter sido feita e depois compartilhada e propagada.

Qual é a melhor mídia social para aumentar o poder de uma campanha viral?
Todas elas! Isso é muito importante, porque você precisa ir onde o seu público quer estar, não onde você quer. Quanto mais mídias sociais você usar, mais pessoas você vai atingir, potencialmente criando um efeito viral em cada um desses canais.

Cite uma boa campanha que você tenha presenciado recentemente.
A campanha “Touch the Rainbow”, da marca de doces Skittles. [Nela o usuário é convidado a tocar um dos doces na tela de um vídeo e participar de uma das cinco cenas produzidas]

IFRS, risco operacional e Basiléia O risco operacional deve evidenciar, a cada dia, que os objetivos da organização estão sendo alcançados, de forma segura e fidedigna, com responsabilidade e ética

O que será que IFRS (International Financial Reporting Standard), risco operacional e Basiléia têm em comum? A transparência das informações, seja operacional e financeira, das organizações para seus sócios e investidores, ou comumente conhecidos como Stakeholders – partes interessadas que devem estar de acordo com as práticas de governança corporativa executadas pela empresa.

O IFRS, conhecido como padrão contábil internacional, tem como principio básico à apresentação (disclosure, em inglês), pois as notas explicativas apresentam de forma clara e objetiva esclarecimentos sobre os itens do balanço, ativo, passivo e resultados.

O risco operacional deve evidenciar, a cada dia, que os objetivos da organização estão sendo alcançados, de forma segura e fidedigna, com responsabilidade e ética. Os controles internos na gestão de riscos são atualmente muito mais que uma necessidade, pois é inerente às atividades de todas as empresas, afinal qual empresa não possui riscos?

Já a Basiléia foca o mercado financeiro em geral para um fortalecimento, pois ainda encontramos muitas fragilidades na gestão de investimentos, riscos, compliance e governança corporativa e, em certos casos, até na gestão de produtos.

Mas qual a dificuldade? Processos e entendimento dos riscos e das possibilidades do negócio. Afinal, implementar controles internos e compliance, além das dificuldades existentes, tem a questão do desconhecimento da atividade.

Antes de implementar qualquer tipo de controle, devemos identificá-los, juntamente com os procedimentos da organização, geralmente conhecida como mapear os processos, entender o que a empresa e seus departamentos fazem para, depois, partirmos para controles mais seguros e implementar uma gestão de riscos com controles internos e contábeis efetivos e funcionais.

Algumas empresas ainda não entenderam esta necessidade e fazem algumas destas atividades sem a definitiva força, mas somente para atender parcialmente ao órgão regulador. É verdade que existem organizações com uma concepção de seriedade e atendimento da tão falada conformidade e governança, mas por outro lado, muitos ainda estão distantes deste ponto de equilíbrio.É verdade que, em certos casos, o custo de implementação pode ser grande, mas justamente por faltar o básico. O tempo demonstra que o investimento dá retorno, afinal, esta busca pelos melhores processos de controle pode proporcionar maior eficiência e eficácia operacional.

Devemos buscar uma maior mobilização e, principalmente, valorizar a implementação de controles e cultura organizacional, pois a gestão de riscos é parte de um processo de governança corporativa, contábil e gerencial. Mesmo sem a obrigatoriedade imposta pelos órgãos reguladores, mas pela necessidade de demonstrar a efetividade do negócio e segurança dos investimentos, clientes, fornecedores, funcionários, entre outras partes interessadas. Pense nisso.

Marcos Assi é professor e coordenador do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios, e autor do livro "Controles Internos e Cultura Organizacional – como consolidar a confiança na gestão dos negócios" (Saint Paul Editora). Consultor de Riscos Financeiros e Compliance da Daryus Consultoria. 

Coca-Cola, Santander e SKY entram em favelas para vender mais Pacificação de comunidades no Rio de Janeiro é oportunidade para marcas

Coca-Cola, Santander e SKY entram em favelas para vender mais
Pacificação de comunidades no Rio de Janeiro é oportunidade para marcas
Por Cláudio Martins, do Mundo do Marketing | 24/05/2011
pauta@mundodomarketing.com.br

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Com a pacificação das favelas do Rio de Janeiro, algumas empresas começam a enxergar a oportunidade de se aproximar dos consumidores da base da pirâmide. As comunidades estão se tornando pontos de investimentos de marcas como Sky, Santander, Capemisa e Coca-Cola que estão de olho em potenciais clientes nestas localidades. As estratégias utilizadas vão desde a realização de eventos à instalação de lojas para a comercialização de produtos e serviços.

Além da oportunidade de promover suas marcas a partir de ações de Responsabilidade Social, as empresas também procuram captar novos consumidores. Com o aumento da renda, nos últimos anos, os públicos das classes C e D estão gastando mais e tendo acesso a produtos que anteriormente não poderiam consumir. Mas não basta apenas oferecer os produtos aleatoriamente aos clientes, é preciso educar os consumidores sobre as vantagens de obter o que lhes é oferecido.

A Sky foi uma das primeiras empresas a investir nas favelas. A operadora de TV via satélite criou em setembro de 2010 um serviço próprio para as comunidades pacificadas, que estreiou na Cidade de Deus, conjunto de favelas da Zona Oeste do Rio de Janeiro. O Sky UPP oferece 89 canais ao preço de R$ 39,90 e é voltado especialmente para os consumidores de comunidades pacificadas. Com um preço mais acessível, o produto tem o objetivo de atrair o interesse dos consumidores e combater os “gatos” na comunidade, que chegam a custar, em média, R$ 30,00.

Diálogo com consumidores é necessário
Mas nem todas as empresas aguardaram a expulsão dos traficantes das favelas para iniciar seus trabalhos. Já em 2008, dois anos antes da intensificação dos combates, a Capemisa Seguros instalou seu primeiro ponto de venda na Rocinha, comunidade da Zona Sul do Rio de Janeiro. Em 2011, a seguradora inaugurou a segunda unidade, desta vez, no Complexo do Alemão, em abril.

Para as marcas terem sucesso nestes locais, não basta apenas abrir uma loja. É preciso comunicar aos consumidores os produtos que estão sendo comercializados e instruí-los sobre os benefícios. “Nosso objetivo nas favelas é abordar um público que ainda não teve acesso ao seguro, nem sempre por questões financeiras, mas às vezes por falta de informação”, explica Laertes Lacerda, Diretor Comercial da Capemisa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

À primeira vista, as favelas são muito parecidas. Antes de se lançar nesta empreitada, no entanto, as empresas devem ter um amplo entendimento do terreno em que estão andando. “É preciso conhecer a lógica das comunidades. O conceito das marcas deve dialogar com o pensamento destes consumidores. Ele não quer ser igual aos outros clientes, deseja que as empresas falem sua própria língua”, diz Renato Meirelles, Sócio Diretor do instituto de pesquisa Data Popular, em entrevista ao portal.

Com o objetivo de promover identificação entre a marca e os consumidores, a seguradora contratou dois moradores do Complexo como corretores. Para esclarecer os habitantes do Alemão sobre os serviços comercializados na agência, a Capemisa contou ainda com promotores de vendas também da própria região, visitando a casa das famílias para divulgar o seu portfólio de produtos.

Oportunidades para negócios
Outra empresa que investe em uma estratégia semelhante é o Santander. A marca também chegou ao Alemão antes da pacificação, inaugurando uma agência em maio de 2010. Hoje, após um ano, a empresa começa a colher os frutos da iniciativa, contabilizando pouco mais de mil clientes no local. Os investimentos também buscam promover o desenvolvimento social e cerca de 70% do quadro de funcionários da agência é formado por moradores da comunidade.

Para permitir uma melhor compreensão das finanças por parte dos consumidores e estimular a venda de serviços bancários, o Santander promove em parceria com o AfroReggae núcleos de estudos e palestras sobre economia doméstica e administração. “O Complexo do Alemão tem cerca de 90 mil microempreendedores, que procuram nosso serviço de microcrédito para ampliar os seus negócios e aumentar o seu faturamento”, diz Marisa Monteiro, Gerente Executiva de Eventos e Patrocínio do Santander, em entrevista ao portal.

Além das linhas de microcrédito, outro serviço muito procurado pelos consumidores é a Poupança. À medida que os moradores vão adquirindo conhecimento sobre como administrar sua vida financeira, há um despertar do interesse por investir e aplicar o que foi aprendido. Mas é importante lembrar que o relacionamento com as marca deve ir mais adiante do que a simples transação da compra. É necessário estar presente em outras ocasiões junto aos consumidores.

Eventos como forma de relacionamento
É o que faz a Coca-Cola para fortalecer sua marca junto aos moradores do Complexo do Alemão. A empresa participou do “Desafio da Paz”, uma maratona realizada no último dia 15 e patrocinada pelo Santander, para angariar fundos para ONGs da comunidade. Foram mais de mil inscritos e entre os participantes havia atletas profissionais e pessoas da comunidade.

Durante a competição, que teve seu trajeto baseado na rota de fuga dos traficantes em novembro de 2010, a Coca-Cola realizou ativações de marca, com a distribuição de batecos infláveis para a torcida e camisas com a mensagem “Razões para acreditar. Os bons são maioria”, reforçando a ligação entre marca e o novo momento vivido pela comunidade.

O Santander também utilizou o evento para fortalecer o vínculo com os moradores, que puderam se inscrever gratuitamente na agência do Complexo. O banco doou ainda R$ 15 mil ao final da corrida para as ONGS Ler é 10, Descolando Ideias e Leia e Favela. Para chegar a este valor, a empresa contabilizou o somatório da quilometragem de todos os participantes da competição e multiplicou por três, dessa forma envolvendo todos os atletas no resultado.

“Nosso objetivo é deixar algo a mais para a comunidade"

Presidente do Santander cobrou resultados da Ferrari em Barcelona

Emilio Botín, presidente do Banco Santander, principal parceiro da Ferrari na F-1, cobrou duramente a escuderia por resultados mais expressivos na temporada durante o GP da Espanha, no último fim de semana. A melhor colocação do time italiano em 2011 foi um terceiro lugar no Grande Prêmio da Turquia, dia 8 deste mês.

Segundo o jornal espanhol As, Botín reuniu-se com o chefe de equipe Stefano Domenicali para exigir explicações sobre o desempenho inferior ao esperado. Em relação à corrida de Barcelona, o banco firmou um contrato com a organização para dar nome ao evento a partir deste ano e, também em função da renovação de Fernando Alonso até 2016, havia uma expectativa bastante grande em torno do desempenho do espanhol em seu país.

Longe de ser a melhor equipe desde os treinos até a corrida, a melhor posição de um ferrarista ficou com o próprio Alonso: um quinto lugar, após pular de quarto para primeiro na largada e não ter conseguido manter sua posição. O brasileiro Felipe Massa passou por problemas mais uma vez e não conseguiu completar a prova.

Ainda segundo a publicação, ao ver o desempenho do espanhol sucumbir diante de seus rivais (o pódio foi formado por Sebastian Vettel, Lewis hamilton e Jenson Button, respectivamente), o presidente do Santander começou uma discussão com Domenicali ainda nos boxes do time, de acordo com testemunhas. O contrato de patrocínio entre a empresa e a Ferrari gira em torno de 40 milhões de euros por ano (aproximadamente R$ 91 milhões).

Transportes Cordenonsi aposta em soluções de gestão da Benner

Transportadora catarinense estabeleceu controles efetivos em seus processos de negócios e uma oferta de serviços inovadores aos clientes.

Com uma frota com idade média de 3,5 anos, a Transportes Cordenonsi, transportadora de carga frigorífica sediada em Xaxim, SC, sentiu a necessidade de garantir um controle mais efetivo de suas atividades, optando por implementar um conjunto completo de soluções de Benner Sistemas, fornecedora nacional de software de gestão empresarial.

Para o melhor gerenciamento das ações relacionadas diretamente ao transporte de carga perecível, a Cordenonsi passou a utilizar a solução especializada Benner TMS (Transportation Management System), o que lhe garantiu mais agilidade e eficiência operacional. A transportadora também integrou, por meio da solução de gestão Benner Corporativo, a sua área de controladoria ao seu departamento de suprimentos, responsável pelo controle do estoque de mercadorias, conseguindo assim o gerenciamento e automatização de todas as suas cobranças e pagamentos. Outro grande investimento da Cordenonsi na tecnologia da Benner Sistemas diz respeito à adoção da ferramenta de BI DSS Benner, que gera relatórios com indicadores de desempenho de todas as áreas da transportadora e que servem de apoio à tomada de decisão gerencial.

"As soluções da Benner superaram as nossas expectativas, pois além de proporcionar maior agilidade aos nossos processos internos, são flexíveis, nos possibilitando criar módulos conforme a nossa necessidade. Com informações agéis e confiáveis, reduzimos custos e tempo para a tomada de decisão e potencializamos a nossa capacidade de inovação", afirma Fabiano Matiello, controller da Cordenonsi.

Soluções

A adoção do Benner TMS, produto voltado para a gestão dos processos de transporte que promete melhoria da qualidade e produtividade em todas as etapas da atividade de distribuição, possibilitou à Cordenonsi realizar o planejamento, execução, monitoramento e controle de todas as iniciativas relacionadas à consolidação de carga, incluindo o carregamento do veículo, a cobrança e o recebimento do frete. A solução identifica os custos por tipo de carga, rotas, cliente e veículo utilizado. A emissão de documentos, uma das funcionalidades do Benner TMS, reduziu completamente os erros de digitação de informações importantes, como por exemplo da Nota Fiscal, evitando entre outros problemas, o retrabalho.

Já o Benner Corporativo, solução que permite a gestão e administração completa de toda a operação financeira de uma empresa, incluindo o controle de patrimônios, integrou todos os processos financeiros, contábil, orçamentário e tributário, à área de suprimentos (estoque e compras) da Cordenonsi, tornando o controle e monitoramento das mercadorias desde a requisição até o recebimento, mais eficiente, e agilizando assim o fluxo dos materiais.

Até mesmo o departamento de manutenção de frotas e suprimentos, responsável pelo controle preventivo das frotas e por disponibilizar itens como pneus e combustíveis aos caminhões, foi automatizado. A Cordenonsi criou um módulo dentro do Benner Corporativo para que sua equipe realize a manutenção preventiva das frotas corretamente, evitando erros financeiros, reduzindo custos com materiais desnecessários e evitando ou antecipando a indisponibilidade da frota por necessidades de manutenções corretivas emergenciais.

O DSS Benner, plataforma que integra dados de todos os sistemas de gestão, permitindo ainda a coleta de dados externos, como indicadores de mercado, informações econômico-financeiras e pesquisas de mercado, para serem usados na análise gerencial, está sendo utilizado em todos os departamentos (negócios, logística, suprimentos, financeiro e controladoria) da Cordenonsi. Estão sendo trabalhados os principais números relacionados ao alcance de metas e desempenho operacional e de faturamento, lucratividade, gastos das frotas e atividades relacionadas. Antes, essas informações eram disponibilizadas em planilhas MS Excel e atualizadas manualmente. Com o DSS Benner, elas são disponibilizadas via e-mail aos principais executivos da transportadora. "Com o DSS Benner, conseguimos centralizar as informações críticas do negócio de forma rápida e simplificada e visualizá-las por meio de uma interface amigável e sofisticada, garantindo análises precisas", ressalta Matiello.

Os relatórios gerados pelo DSS Benner com os principais indicadores de desempenho das frotas também são enviados por e-mail aos clientes da Cordenonsi, para que eles não só acompanhem o tráfego diário, mas para que monitorem em quanto tempo suas cargas estão sendo transportadas e o quanto estão investindo com o serviço. Caso prefiram, os clientes também podem realizar o acompanhamento desses indicadores em tempo real, por meio de um portal interativo e via Web. Segundo Fernando Cordenonsi, gestor de negócios da Cordenonsi, com a ferramenta de BI foi possível oferecer às empresas uma visão mais analítica e gerencial de todo processo relacionado ao transporte de suas cargas. Atualmente os indicadores mais utilizados são o tempo de viagem, a efetividade da entrega da carga transportada, os gastos adicionais com a estadia do condutor e informações financeiras.

Deve ainda ser implementada até o final de 2011 uma solução fornecida pela Benner para a gestão e otimização do tráfego das frotas, reduzindo custos com veículos ociosos e obtendo ganho operacional. A solução Benner CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico) também deve ser adotada.

I have a bunch of questions about credit cards and credit versus debit?


Question by Ron Brgundy V2: I have a bunch of inquiries about credit cards and credit versus debit?
I do not qualify for a credit score card due to the fact i'm unemployed. I have a handful of thousand in the financial institution and require to spend by credit score card. The vendor accepts credit score cards.
If I buy a prepaid mastercard, that would be a "debit" or "debit card". Would the vendor probably accept this sort of payment? On their internet site it is just asking for the card amount and expiration date and many others.
Very best solution:
Answer by efflandt
Do you have your money in a checking or financial savings account. If you have a checking account, you should get a debit card which can be used at places that accept credit score cards.
Nevertheless, for a savings account, the card you would get would probably only be an ATM card to make deposits and withdrawals, but not payments.
See Extra answers at the bottom of this page. What do you assume? Answer below!
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The Potent Perks of a Prepaid MasterCard
There are hundreds of individuals who select a prepaid MasterCard debit card about conventional private finance choices. These men and women frequently referred to as "underserved" are in a position to forego the use of banks and credit card payments using private prepaid debit card as a substitute.
Credit score cards permit buyers to spend for goods on credit score. This basically implies they are investing funds that they do not have however, and shell out on interest after. This allows issuing banks and card organizations to make funds, as the total sum of money compensated for the very same products will be well worth much more than if compensated for in cash.
Debit cards have supplied shoppers much more possibilities by allowing them to pay out for purchases directly from their bank or pre-compensated card accounts, staying away from the pitfalls of credit score card interest charges. Companies such as the prepaid MasterCard debit card have enabled men and women to invest cash without carrying cash.
Payments done this way have become far more prevalent in shops and outlets. They also are utilised for payments of expenses, and for on-line transactions. In contrast to a credit card where debts can pile up beyond one's capability to shell out, as soon as the money on a prepaid debit card have been spent, no even more expenses might be charged.
The prepaid card has also helped employers preserve on administrative processing costs by depositing payroll straight to an employee's card. The prepaid MasterCard card, for instance, can obtain direct deposits of cash. The cardholder can then access his or her money from a selection of locations about the planet, producing individual finance more practical.
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MiCash, Inc. is a provider of finance providers, these kinds of as prepaid MasterCard prepaid debit and payroll cards. Their mission is to serve the millions of individuals who lack formal ties with typical banks, therefore giving them better usefulness and protection. They also partner with main retailers to support carry client loyalty and retail revenue. For parties interested in the services of MiCash, check out www.MiCash.net , or call (866) 642-2741.
Jeff Paul is a author and copy editor who likes to share details on several diverse topics.

The Prepaid Debit Card Advantage


The Prepaid Debit Card Advantage
A prepaid debit cardis a wonderful choice to making use ofcredit score cards, and is even better in a whole lot of techniques. It’s an ingenious fiscal invention that addresses the most widespread difficulties individuals experience with mismanaged credit cards – mounting month to month bills.
Because of the need to come up with a fiscal solution to handle the developing problem of the steadily expanding number of users defaulting on their credit card payments, the debit card was created. Significant card organizations these as MasterCard, Visa and American Express are now providing prepaid debit cards.
What are prepaid MasterCard and Visa debit cards? Just how more beneficial are they than conventional credit cards?
If you use prepaid solutions these kinds of as cellular phones, then you'll have an thought of how prepaid debit cards perform. You can add money or reload the debit card by visiting the bank or transferring money on-line. Once the account has ample money, you can use it in a very comparable way as you would use a typical credit card. The magnificence of making use of a prepaid MasterCard or Visa debit card, nonetheless, is that the quantity of your obtain will instantly be deducted from your card and you can preserve swiping your card until the balance is employed up.
With a prepaid debit card you can say goodbye to the dangers of mounting piles of financial debt connected with credit score cards.  This is achievable while nevertheless savoring the usefulness of cashless purchases on-line and in brick and mortar stores, between other positive aspects, as you would using a credit card.
Resource Box:
MiCash Inc. is one particular of the leaders in providing fiscal providers, providing a single of today’s most progressive economic instruments, theprepaid debit card from MasterCard. Prepaid debit cards offer many of the conveniences that a credit card brings, but without having the chance of overspending. To come across out a lot more, go to http://www.micash.netor call 866-642-2741.
Jeff Paul is a writer and copy editor who likes to share info on a lot of various matters.

Prepaid Debit Cards Are Growing In Popularity Posted by on May 18th, 2011


Prepaid debit cardsare a developing in popularity at a brisk rate, thanks in huge part to their potential for quick and straightforward storage of funds. Estimates as of June 2009 show that there are 127 million prepaid MasterCard units in circulation in the United States, according to the web site MasterCard.com. Meanwhile, MasterCard also had some 8.7 billion in U.S. debit card obtain volume in 2008, up from billion in 2003 according to the Nilson Report of December 2009. These figures may have currently hit new highs right now.
These figures underscore how the prepaid debit card is gaining ground across the nation. Currently, debit cards have been ready to offer Americans with a host of useful benefits. They are a method for cashless investing, and for simplifying the way individuals can transfer cash across long distances. Regardless of whether they are loved ones who are off to college and want funds, or they are traveling freelancers who need to have a area to directly acquire their pay, a prepaid card account provides a way for cardholders to easily receive their funds in spite of being total continents away.
The monetary security and the convenience that these cards have to provide is a major reason why folks are drawn to these payment merchandise. Folks will not require to carry checks that they require to convert into money, nor will they be charged service fees for cashing these checks in banks. As an alternative, the verify can be deposited directly to the card account, and the cash is therefore safely stored away. The cardholder may select to withdraw some of the amount as nicely.
The prepaid MasterCard units have also drawn admiration from corporations and small organizations that need to have methods to enhance their processes, such as company payroll and procurement. For instance, to allow for speedy on-internet site acquiring of miscellaneous workplace wants, the organization can quickly budget expenses by loading the exact amount of funds necessary to its representatives' prepaid debit cards. The business also can quickly adopt these cards as a signifies of processing payroll, with the employee maintaining the card as a way not just to obtain income, but also to shell out for their wants without making use of money.
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