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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Marco Mamari: A ousadia de Steve Jobs nos negócios

Marco Mamari: A ousadia de Steve Jobs nos negócios: "A dica de hoje foi dada por Sylvio Ribeiro no blog Pequeno Guru . Aqui vão algumas atitudes que transformaram Steve Jobs em um dos executivo..."

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Marco Mamari: Vídeo: Os segredos de Steve Jobs para fazer aprese...: "Steve Jobs, CEO da Apple e semi-Deus para alguns, é extremamente conhecido por ser um exímio apresentador. Seus lançamentos de produtos são ..."

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Linha de crédito financiará renovação de áreas de cana

Ainda de olho no rescaldo da inflação provocada pelo etanol na entressafra, o governo decidiu criar uma linha de crédito para financiar a renovação das plantações de cana-de-açúcar por indústrias e produtores independentes. A medida será incluída no Plano de Safra, em junho, informou o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, ao Valor.

Ancorada na elevação da oferta de cana para a produção de etanol, a nova linha buscará elevar a produtividade, via incentivos à adoção de tecnologia nos canaviais. Mas terá forte ênfase no aspecto ambiental, associando a recuperação de terras degradadas e redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa.

"Houve uma perde de produtividade que precisamos recuperar com financiamento adequado para estimular investimentos", afirma Rossi. A linha foi desenhada para embutir um "impacto ambiental positivo", diz ele. "A renovação dos canaviais é importante para o abastecimento de etanol e a garantia de ganhos de produtividade maiores, além de um estímulo ao uso de mais tecnologia".

A linha fará parte do programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), cuja taxa de 5,5% ao ano é inferior aos 6,75% cobrados no crédito rural oficial. As ações do ABC têm limite de financiamento de R$ 1 milhão por beneficiário e prazo de 12 anos para pagamento. Criado em 2010, o ABC visa a reduzir a emissão de até 163 milhões de toneladas de CO2 equivalente na atmosfera. 

Também busca recuperar 15 milhões de hectares de pastagens degradadas e estimular o plantio de até 9 milhões de hectares de florestas.

A forte alta de preços do etanol no início do ano, associada aos riscos de desabastecimento, levaram a presidente Dilma Rousseff a classificar o combustível como "estratégico" para aumentar o poder de intervenção no mercado. 

Por determinação de Dilma, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) assumiu a fiscalização e passou a regular o segmento. 

O intervalo da mistura de etanol anidro à gasolina foi elevado, de 20% a 25% para 18% a 25%. A presidente ordenou a Petrobras a acelerar seus planos de investimento na produção de etanol. Por fim, determinou a redução de preços à BR Distribuidora.

O governo mantém cautela em relação aos preços internos do etanol. E quer ter garantia de geração de excedentes para exportação do combustível, símbolo de alternativa limpa e renovável para o abastecimento energético mundial.

A desaceleração dos investimentos em usinas no Brasil preocupa o governo. Atingidas pela crise global de 2008, várias indústrias foram vendidas a estrangeiros. Em dificuldades para injetar mais recursos no segmento, as multinacionais preferiram aguardar.

De lá para cá, poucas arriscaram elevar suas apostas na produção. Agora, o governo quer estimular o investimento em canaviais. E tem a garantia de que isso ocorrerá dentro de padrões ambientais seguros, já que fez um zoneamento econômico-ecológico identificou 64 milhões de hectares de terras aptas ao cultivo da cana-de-açúcar - 20 milhões com "alta aptidão".

O ministro Wagner Rossi informou, ainda, que planeja a criação de uma linha de crédito para financiar a estocagem de suco de laranja. O objetivo é evitar as fortes oscilações de preços e prejuízos ao produtor derivados da oferta abundante de laranja no auge da safra. "Queremos garantir o suprimento interno, com foco na merenda escolar, e o fluxo comercial das exportações", afirma Rossi. 

A indústria, formada por quatro grandes empresas, resiste à ideia, segundo o ministro. "É um grupo pequeno, de grande protagonismo, que tem condições de fazer prevalecer seus interesses. Mas é gente respeitável e vamos conversar".

O presidente do Sindicato Rural de Bebedouro, José Oswaldo Junqueira, afirma que a armazenagem climatizada tem "custo muito alto" e que uma razão para a queda dos preços é justamente a formação de estoques. "As empresas ganham mais poder", avalia Junqueira. O custo para estocar uma tonelada de suco custaria entre US$ 800 e US$ 1 mil. "É o equivalente à produção de uma tonelada", diz 

Fonte: Valor 24/5/11

RNCOS: Plastic card market to grow at 18.5%


Illustration photo
Despite its small size, country’s plastic card market is among the most dynamic markets in the world, says the report entitled “Việt Nam Plastic Card Market Forecast to 2013.”
The market, which includes credit and debit card, has been witnessing tremendous growth for the past few years. With continuous rise in young population, technological developments, and emerging trends of e-commerce will further propel the industry momentum in the coming years.
RNCOS said that Vietnamese people are increasingly using these payment cards in shopping malls and various on-line portals that carry luxury or world-class brands of consumer goods. This huge demand for payment cards is providing tremendous growth opportunities for card issuers, suppliers, and manufacturers.
Moreover, the payment card market in Việt Nam is largely concentrated and is dominated by the four state-owned commercial banks: Vietinbank, Vietcombank, Agribank, and BIDV. Hence, there is a lot of potential for other banks also to enter into the cards business. Therefore, the market is full of future growth potential.
The research report also indicates that, Việt Nam is still dominated by cash payments. However, continuous government support and rapidly rising population have significantly contributed in decreasing cash payments in the country and have encouraged people to use non-cash modes of payment.

Fuel cards are a key weapon in managing operating costs

Fleet operators must use every tool in their armoury
to keep fuel costs under control and eliminate any
unnecessary expenditure as pump prices rise.
That’s why an increasing number of businesses
are turning to fuel cards and the euroShell card
in particular. It provides fleet decision-makers with access to
a raft of extra management report information that can be
bespoked to meet individual requirements. Therefore, Shell
is delighted to be chosen for the third year in a row as a Fleet
News Reader Recommended fuel card provider.
Issuing company car drivers and employees who drive their
own cars on business with a Shell fuel card ensures they only
use the forecourts and brands of fuel their employer wants
them to use – the euroShell card is accepted at more than
900 Shell stations and 1,800 Esso and Total forecourts with
locations accessible via a mobile phone app as well as online.
Fuel purchasing patterns and vehicle performance
garnered from fuel card reports enable fleet operators to set
individual driver/vehicle improvement targets linked to a
pre-determined MPG figure based on the manufacturer’s data
relating to the specific vehicle. Poor consumption figures will
identify costly driving habits that can be remedied through
management action.
To help fleet chiefs improve operating efficiencies Shell has
married its comprehensive fuel card management reporting
data to a journey management system that aids mileage
administration and meets HM Revenue & Customs’ reporting
requirements.
Shell’s online mileage management reporting system
means that both business and private mileage can be
easily tracked, thus enabling fleet operators to even better
identify cost-saving opportunities; ease fuel and mileage
administration including driver expense claims and ensuring
compliance with the Euro6 VAT directive.
Creating personalised fuel card activity reports and
providing data on individual vehicle consumption rates are
‘must-haves’ if employers are to effectively and efficiently
manage fuel use.
Consequently, Shell Card Online enables fleet chiefs to use
a number of ‘smart settings’ to improve control over the type
of fuel purchased, fuel price and forecourts used and identify
refuelling patterns.

Trabalho em casa e E-commerce novas Tendências


E-commerce

E-commerce, ou comércio eletrônico, é a forma online de compra e venda. Ou seja, pela Internet, você pode adquirir os mais diversos produtos e serviços disponíveis na grande rede por meio das lojas virtuais. Você pesquisa, escolhe, especifica características e a forma de pagamento. Depois, recebe, dentro de um prazo determinado, o produto ou serviço diretamente em sua casa.
A vantagem para as lojas virtuais é que elas não necessitam de espaço físico, diminuindo muito os custos. Além disso, estão abertas 24 horas sem precisar de um único empregado nessas 24 horas de trabalho.
O que observamos em relação ao E-commerce é que ocorre de uma forma cada vez maior uma completa evolução na vida das pessoas que vão a cada dia mudando seus antigos e tradicionais métodos comerciais.

Trabalho a partir de casa

A vida moderna está dando cara nova à velha figura do “profissional que dorme no emprego”. Trabalhar em casa virou tendência irreversível; vale como saída para fugir do trânsito, reduzir gastos com um segundo imóvel, passar mais tempo com a família e obter maior qualidade de vida.

É um mercado que só tem a crescer e uma alternativa para quem precisa e quer otimizar espaço, tempo e dinheiro. E com certeza com os avanços tecnológicos daqui a bem pouco tempo será algo muito mais simples e freqüente na vida das pessoas.

Dificuldades de um E-commerce


Nisso temos vários benefícios, hoje várias empresas tem seus produtos sendo comercializados pela internet, temos mercado, livrarias, floriculturas… e porque? Por que trás inúmeros benefícios como, por exemplo, seu produto ficará exposto 24h por dia sete dias por semana, sendo que em qualquer horário alguém pode comprar. E você deve estar pensando como eu posso montar meu e-commerce e já veio em sua cabeça diversos problemas. Primeiro como montar um e-commerce que funcione a segunda dificuldade é montar um e-comerce de qualidade para que possa vender e o terceiro problema, já foi montado um e-comerce, é de alta qualidade e agora como irá divulgá-lo isso é um problema que várias pessoas encontram.

IFRS aumenta o número de retardatárias

O prazo venceu no dia 16 de maio e a partir de 2012 será reduzido de 45 para 30 dias após o encerramento do período.

Neste ano, por conta das exigências do novo padrão internacional de contabilidade (IFRS, na sigla em inglês), a lista de empresas que atrasaram a entrega do balanço do primeiro trimestre não tem apenas as retardatárias de sempre - em geral pequenas empresas em dificuldades financeiras -, mas inclui nomes como as elétricas Eletrobras, Ampla e Coelce, a empresa de investimentos GP, a fabricante de papel Melhoramentos e a indústria do setor de embalagens Dixie Toga. O prazo venceu no dia 16 de maio e a partir de 2012 será reduzido de 45 para 30 dias após o encerramento do período. A multa diária por atraso, conforme a Instrução nº 480 da CVM, é de R$ 500, dez vezes maior que o valor vigente até 2009.





Desde julho de 2007, as companhias abertas brasileiras já sabiam que, a partir do balanço referente a 2010, teriam que divulgar os demonstrativos financeiros consolidados seguindo o padrão internacional de contabilidade, conhecido pela sigla IFRS.



De lá para cá, muito se falou de quanto as normas eram complexas e de como o trabalho de preparação do balanço ia aumentar com as novas regras.



Quase quatro anos depois, começam a aparecer as primeiras "vítimas" do IFRS. A lista de companhias que atrasou a entrega do balanço do primeiro trimestre não tem apenas os suspeitos de sempre - pequenas empresas em dificuldades financeiras -, mas inclui nomes como as elétricas Eletrobras, Ampla e Coelce, a empresa de investimentos GP, a fabricante de papel Melhoramentos e a indústria do setor de embalagens Dixie Toga.



O cenário fica mais preocupante diante da determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de que, a partir de 2012, o prazo de entrega dos balanços trimestrais (ITRs) vai ser reduzido de 45 dias para 30 dias após o encerramento do período.



Embora não tenha quantificado, a CVM informou que o número de alertas enviados a empresas que não tinham entregue o balanço do primeiro trimestre até as 18h do dia 16 de maio, data limite, foi superior à média histórica. O órgão ainda não contabilizou, entretanto, o volume de entregas depois desse horário.



Entre os bancos com ações negociadas na bolsa, Cruzeiro do Sul e PanAmericano também entregaram com atraso os balanços anuais em IFRS, requeridos como obrigação adicional pelo Banco Central, que já havia adiado o prazo final de março para abril. O Paraná Banco promete o envio para o fim deste mês.



A CVM entende que, apesar de a entrega de balanços em IFRS pelos bancos ser regulada pelo Banco Central, que tem primazia na regulação dos bancos, a penalidade por atraso vale para todas as companhias abertas, já que a obrigação de divulgação dos números no padrão internacional também está prevista na Instrução nº 457.



A multa diária por atraso de divulgação, conforme a Instrução nº 480, é de R$ 500, dez vezes maior que o valor vigente até 2009.



Em reunião com investidores, a Eletrobras informou que possui 74 sociedades de propósito específico no grupo e que houve atraso na entrega dessas informações para suas controladas, o que justificou a demora na publicação do balanço anual e consequentemente do trimestral.



A GP Investments também teve problema com a consolidação de empresas investidas. Por meio da assessoria, a companhia informou que o que leva mais tempo na elaboração do demonstrativo é o registro linha a linha dos números das empresas controladas. Com sede nas Bermudas, a empresa divulgou o balanço trimestral apenas no padrão de contabilidade americano US Gaap, que não exige a consolidação da mesma forma. Para efeito de comparação, os ativos totais da GP somavam R$ 12,3 bilhões em dezembro de 2010, conforme o IFRS. Pelo padrão americano, os ativos eram de cerca de R$ 3,3 bilhões no fim do ano passado.



Ampla e Coelce, controladas pela espanhola Endesa, explicaram que o que atrapalhou foi a necessidade de republicação dos resultados dos três primeiros trimestres de 2010 em conjunto com a apresentação dos números referentes ao período de janeiro a março deste ano.



Nesse caso, é importante mencionar que a ideia inicial da CVM era de que as empresas já publicassem os balanços trimestrais do ano passado em IFRS, o que foi feito por empresas como Petrobras e Vale, e que facilitaria a elaboração do exercício completo no formato internacional.



A pedido das empresas, o órgão regulador permitiu que esses demonstrativos fossem publicados no sistema antigo, sendo reapresentados posteriormente, quando da divulgação do balanço anual de 2010. Após nova demanda do setor empresarial, a CVM adiou a republicação dos ITRs de 2010 para a metade de maio, mesmo limite de entrega dos balanços do primeiro trimestre.



Mesmo quem estava acompanhando de perto as mudanças contábeis foi pego de surpresa com o IFRS. Membro do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), órgão que traduz as normas internacionais antes da adoção pela CVM, Alfried Plöger diz que a Melhoramentos, empresa da qual é conselheiro, só vai apresentar o informe trimestral na semana que vem. De acordo com ele, uma combinação de IFRS com mudança de sistema operacional do grupo justificou o atraso na preparação.



Não é apenas a aplicação das normas IFRS que atrasa a elaboração dos demonstrativos, explica Bruce Mescher, sócio de auditoria da Deloitte. O processo de captura dos dados e adaptação dos sistemas de controle interno ao novo padrão tem peso decisivo. "Identificar quais as informações necessárias, mapear as fontes, fazer a consolidação de controladas garantindo o alinhamento de práticas e agregar esses dados é uma tarefa muito grande", afirma.



Ele ressalta também que, para alguns setores, como o de energia, a orientação final da CVM só saiu no fim de 2010, o que reduziu o tempo para aplicação.



A Dixie Toga não comentou o atraso com o argumento de que está em período silêncio por conta da oferta para fechar seu capital.
Valor Econômico

E-Mail Marketing é o canal digital mais indicado para se investir, diz estudo

Um estudo divulgado nesta segunda-feira (23/05) pela SeeWhy Softwar, e elaborado com base em 60 mil transações concluídas em diversos sites de e-commerce nos Estados Unidos, constatou que a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras foi o e-mail marketing. Veja o gráfico abaixo.
Mais de 50% das vendas foram originadas de uma publicidade via e-mail. As mídias sociais ficaram com apenas 4%.
Quando se trata da conversão de visitas em compras, o e-mail marketing tem uma representatividade ainda maior, com 67%. As mídias sociais tem um percentual de apenas 2% neste quesito.
Estes números vão contra as análises que acreditam que o e-mail é uma forma decadente de marketing, enquanto que as mídias sociais representariam o que há de mais moderno. Isto não significa que as mídias sociais e outros canais digitais não são relevantes, mas que atualmente os gastos em tais meios são menos recompensados com vendas.

Seminário discute a rentabilidade e legalidade do Email Marketing

O Seminário ‘Como subir o ROI do Email sem violar a Lei?’ vai cruzar as questões legais com as de marketing e usabilidade, num uma iniciativa integrada no ciclo de eventos marketingtecnologico.com, da agência de marketing digital Inesting. 
Ver Galeria
 
O evento decorre no Tagus Park durante a tarde de 26 de Maio, e a empresa organizadora acentua a propósito que o tema do email marketing está mais vivo do que nunca.
“As consciências elevam-se e finalmente o mercado percebe que uma estratégia de email marketing é muito mais que uma base de dados e o Outlook. Por essa razão, impunha-se um evento que cruzasse as questões legais, com as questões de marketing e usabilidade” refere ao Observatório do Algarve Rui Brás, Head of training da Inesting.
Além da comunicação introdutória de Francesco Berrettini, CEO da Inesting sobre a importância do Email no Marketing Digital, decorrerão apresentações sobre a envolvente legal, por Miguel Sengo da Costa.
O tema sobre o Permission Marketing será abordado por Rui Nunes e as questões técnicas da Taxa de Entrega dos emails integram a intervenção Rui Brás, contemplando o seminário a apresentação de um caso de estudo por Bernardo Brandão.
O projecto marketingtecnologico.com é um espaço online para partilha de conhecimento de marketing aplicado às novas tecnologias de informação. Nasceu em 2008 e representa hoje uma comunidade de milhares de utilizadores de língua portuguesa.
Com o propósito de fomentar a discussão em torno dos seus temas e o networking entre os seus utilizadores, ganhou dimensão física com a dinamização de um ciclo de Seminários e Workshops.
Estes eventos acontecem de forma desconcentrada por vários locais do país, em articulação com empresas, media, entidades institucionais e associações empresariais.
Os seminários agrupam-se em quatro grandes áreas temáticas: Search Engine Marketing, Email Marketing, Social Media e Mobile Marketing, que pode consultar aqui.
Rui Brás manifesta ainda a satisfação da empresa já que o seminário no Tagus Park obteve “uma procura elevada e a organização recebeu já o número de inscrições limite, considerando a capacidade da Sala reservada para o evento. Desta forma tornou-se necessário fechar as inscrições para o seminário 'Subir o ROI do Email sem violar a Lei'”.
Fica a promessa de, para os próximos eventos, serem utilizadas salas com uma lotação superior, garante.

BC – Expectativa de inflação para 2011 – IPCA, Selic, PIB

A expectativa de inflação para 2011 voltou a cair, segundo o relatório Focusdivulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (23 de maio). Pelo levantamento, a taxa de 6,31% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo(IPCA) da semana passada recuou para 6,27%, tendência que se repete pela terceira oportunidade seguida, permanecendo dentro da meta do governo de 4,5% (cujo teto é 6,5%). Para o próximo ano, porém, a perspectiva avançou de 5,00% para 5,10%.
Também repercute pela terceira semana seguida o prognóstico de 12,50% da taxa básica de juros da economia, a Selic, para 2011. Para 2012, o BC decidiu manter a projeção de 12,25% ao ano, situação que se repete pela segunda semana consecutiva.
Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) de 2011, o BC nutre pela oitava oportunidade seguida a estimativa de 4,00%, mas para 2011 a taxa voltou a cair, desta vez para 4,10%, ante 4,21% de sete dias atrás.

CCR NovaDutra oferece exames de saúde gratuitos aos caminhoneiros em Guaratinguetá (SP)

CCR NovaDutra promove nesta quarta-feira (25/05), na região de Guaratinguetá (SP), o primeiro dia de mais uma ação do Programa Estrada para a Saúde. Serão dois dias consecutivos em que os caminhoneiros terão acesso a exames de saúde e serviços gratuitos, das 15h00 às 21h00. Toda a estrutura do Programa foi montada no pátio do posto de serviços Graal Três Garças, localizado no km 58,6 da Via Dutra, no sentido São Paulo.
O Programa Estrada para a Saúde é destinado ao bem-estar do motorista profissional e, desde 2001, oferece gratuitamente aos caminhoneiros o trabalho de uma equipe de médicos, enfermeiros, profissionais e estudantes da área de saúde para realizar exames clínicos. Além disso, o Programa oferece informações para melhorar o dia-a-dia ao volante e orientação aos motoristas sobre cuidados com a sua saúde.
Nos dois dias do Programa, serão realizados exames clínicos, avaliação de risco cardíaco, exame de colesterol, teste de diabetes, teste de visão, aferição de pressão arterial, avaliação de estresse, atendimento odontológico, aconselhamento nutricional, atendimento médico e vacinações.
Além dos exames, o caminhão poderá passar por uma check Up automotivo. O Programa Estrada para a Saúde também conta com a parceria da empresa de manutenção preventiva de veículos CAMINHÃO 100% e CARRO 100%, que realiza a verificação sistema de freios, suspensão, pneus, faróis, além de outros itens essenciais dos caminhões.

O Programa Estrada para a Saúde

A proposta da CCR NovaDutra, promotora do Programa Estrada para a Saúde, é oferecer aos caminhoneiros, consultas clínicas e dicas sobre qualidade de vida. Uma vez por mês, ao longo de dois dias, o programa instala infra-estrutura adequada em um posto de serviços localizado às margens da Via Dutra para facilitar o acesso dos motoristas profissionais a serviços gratuitos de saúde. As ações são desenvolvidas por meio de parcerias com universidades, escolas da área de saúde, prefeituras, empresas e instituições ligadas à área de Transportes.

Desde o início da realização do Programa, em 2001, foram atendidos mais de 22 mil motoristas profissionais.

A médio e longo prazos, a CCR NovaDutra espera contribuir para a reeducação e mudança de hábitos dos caminhoneiros, o que representaria uma grande conquista social. Motoristas com boa qualidade de vida trabalham melhor, o que colabora para a redução dos índices de acidentes na rodovia.
Para esta edição do Programa Estrada para a Saúde, a CCR NovaDutra conta com as parcerias do Posto de Serviços Graal Três Garças, Escola do Comércio de Profissionais de Beleza – Guaratinguetá, Escola de Enfermagem Dr. Benedito Meireles, Secretaria Municipal de Saúde de Guaratinguetá, Odontomóvel Ford, CAMINHÃO 100% e CARRO 100% – Manutenção Preventiva de Veículos e Polícia Rodoviária Federal.
Evento: Programa Estrada para Saúde
Local: Posto Graal Três Garças, km 58,6, sentido Rio-SP, Guaratinguetá (SP)
Data: Quarta e quinta-feira (25 e 26/05)
Horário: 15h00 às 21h00

Detran alerta para troca preventiva de pneus

 Muitos proprietários trocam os pneus apenas “na última hora”. Especialista aponta que muitos acidentes podem ser evitados
Marcus Wagner
Uma campanha do Detran está alertando motoristas para a necessidade de se trocar os pneus desgastados na hora certa, antes que apresentem um risco à segurança de quem está trafegando no veículo. A mobilização é importante porque muitos acidentes poderiam ser evitados, caso os proprietários dos veículos tivessem esta preocupação. Os profissionais que lidam com este serviço descrevem que é muito comum realizarem serviços de troca quando os pneus já passaram do limite de desgaste tido como máximo para a rodagem.

A campanha do Detran alerta para os detalhes que envolvem a percepção de quando a troca se faz necessária, pois como em qualquer área a prevenção é indispensável. O motorista deve ficar atento a um mostrador na banda externa do pneu chamado de TWI que indica o grau do desgaste. Esse dispositivo possui uma altura inferior à área de rodagem e quando essas duas áreas estão niveladas, é hora de trocar o pneu.

“A parte mais importante do pneu é a manutenção preventiva, a gente tem sempre que ir a uma loja para que um técnico vai recomendar. Uma coisa fácil de entender é que há uma marca específica que avisa que é a hora de trocar”, confirmou o gerente de oficina Diogo Fonseca.

De acordo com as informações do Detran, o trabalho de conscientização é considerado como uma obrigação pelo órgão e ainda tem como meta diminuir a violência no trânsito e preservar a integridade de todos. Nas oficinas, os profissionais já estão sentindo uma melhora na atitude dos motoristas.

“A gente está conseguindo conscientizar, estamos fazendo um trabalho com algumas entidades que estão trabalhando em cima disso para a questão da segurança. Ainda há aqueles que estão com pneus em condições ruins e acham que os pneus estão em condições para rodar e tecnicamente não estão. Os motoristas mais jovens já estão vindo com uma consciência melhor, trabalhando em cima do manual do veículo, que é a parte mais importante. Independente da manutenção que você vai fazer, as informações estão no manual. Eles procuram ainda sempre uma loja especializada para ter uma informação correta”, afirmou Diogo.

O motorista pode optar por recauchutar os pneus, ao invés de comprar novos e diminuir o custo final, mas é necessário ter uma série de cuidados para que o barato não saia caro. Esse procedimento é diferente do que era feito antigamente quando só se cobria a parte superior do pneu e também é necessário que o prestador do serviço seja certificado pelo Inmetro.

Para os motoristas de Teresópolis os cuidados devem ser maiores por conta do clima que muitas vezes acaba deixando a pista molhada e se o pneu não estiver em boas condições o risco é muito grande.

Outro conselho dado pelo gerente da oficina é para quem vai substituir apenas dois pneus. Ele explica que muita gente acaba realizando um procedimento errado por falta de conhecimento: “Na compra de dois pneus caso não precise trocar os quatro, que sempre acontece quando não se faz rodízio, a inversão dos pneus, as pessoas normalmente querem colocar na frente porque é onde gasta mais. Teve uma pesquisa que comprovou que os melhores pneus, mais novos devem ser colocados sempre na traseira por questão de segurança. Sempre que for colocar somente dois, peça a quem for fazer o serviço para colocar na parte de trás porque foi comprovado e realmente faz uma diferença grande no desempenho do carro”.

Quem quiser conferir as dicas do Detran é só acessar o site do órgão e clicar no link da campanha na internet: www.detran.rj.gov.br.

Empresas se rendem às redes sociais

O avanço das redes sociais em atividades como colaboração, troca de informações e fonte de pesquisas esgueirou-se com facilidade no seio das empresas e sua aceitação rápida e estrondosa pegou todos de surpresa. No início, eram consideradas fontes de dispersão, principalmente para funcionários mais jovens. Mas elas ganharam características profissionais e impactaram o mundo corporativo. Os casos de sucesso provam que não é mais possível ignorar as redes sociais.

Algumas companhias ingressaram nesse mundo com ações direcionadas ao atendimento a clientes via Facebook e Twitter. Não demorou para perceberem que as discussões geradas nessas redes sobre a empresa poderiam ser usadas de forma estratégica, inclusive para a criação de novos serviços e mapeamento mais eficiente do mercado.

O consultor sênior da TGT Consult, Waldir Arevolo, afirma que esse uso convergente da mídia está se mostrando a melhor prática do mercado. Segundo ele, usar as inovações das redes e se aproveitar da coletividade para gerar boas experiências “é uma forma de manter a marca sempre em evidência, aprimorar os serviços e impactar os negócios”.

Outro elemento importante que as redes sociais trouxeram foi uma forma mais eficiente e rápida de avaliar a imagem perante clientes, assim como resultados de campanhas de marketing. De acordo com o analista da consultoria IDC, e professor de pós-graduação da PUC-SP, Alexandre Campos, antes as empresas só conseguiam identificar certas tendências relacionadas à sua marca ou a serviços por meio de extensas pesquisas de mercado.

“Hoje, o retorno é imediato e o aumento do acesso às redes só vai reforçar isso, principalmente no Brasil”, diz, acrescentando que vale destacar a chegada do Facebook no Brasil como indicativo da importância de tendências como marketing digital e negócios na web 2.0.

As redes também contradizem a ideia de que um alcance abrangente só era viável para grandes empresas, com altas quantias para investir. A opinião de especialistas é que elas trouxeram outro nível de competitividade, reforçando a crença de que entrar nelas, com planejamento, é uma atividade fundamental atualmente.

Seguindo as tendências das redes sociais, a Bolsa de Mercadorias e Futuros Bovespa (BM&F Bovespa) começou a estudar, em 2009, qual seria a estratégia ideal para tirar proveito delas com a meta de popularizar o mercado de ações, que até alguns anos tinha um público muito restrito. A primeira etapa foi escolher as que tinham mais a ver com a proposta, o que resultou na escolha do Twitter, Facebook, Yahoo Respostas e Orkut.

O Twitter, pela característica de fonte de informações rápidas, passou a ser utilizado para divulgar cursos gratuitos, inscrições, números da bolsa, entre outros. O Yahoo Respostas para responder questões de usuários da rede sobre os temas que dizem respeito à Bovespa. E Orkut e Facebook como comunidades: participantes entram, tiram dúvidas, criticam e dão orientações para nortear a estratégia da Bovespa.

A empresa ainda não tem métricas bem definidas dos resultados, mas já notou grande retorno em seguidores, que formam um público diferente dos que apenas visitavam o site. “Trata-se de um grupo que interage mais e que gera informações importantes. Essa experiência já apoia voos maiores da Bovespa nas redes sociais”, avalia a gerente de Internet da BM&F Bovespa, Renata Martins.

A experiência foi turbinada com o lançamento de um aplicativo que simula a participação no mercado de ações e é uma competição, em que os participantes compartilham resultados e conseguem comparar o desempenho com outros amigos. “O planejamento para 2011 é manter esse trabalho e aumentar a abrangência de atuação nas redes, aproveitando as tendências e oportunidades”, diz Renata.

A operadora Porto Seguro também possui atuação intensa nas redes sociais, mas iniciou estratégia um pouco antes, em 2007, quando a área virou uma gerência específica diretamente ligada à vice-presidência executiva da organização. O primeiro trabalho foi de monitoramento das redes sociais, para o qual contratou uma empresa especializada.

“Terceirizar foi importante para começar, não tínhamos tanto conhecimento e precisávamos diagnosticar as redes sociais. Nos surpreendemos com alguns dados que indicavam como as pessoas se relacionavam com a marca, entre outras informações. A partir daí, traçamos estratégias”, relata o gerente de Canais Eletrônicos da Porto Seguro, Rafael Caetano.

O foco inicial era ser forte em atendimento, integrando o processo com o serviço de atendimento ao cliente (SAC) da empresa, cujas solicitações acontecem mais via Twitter. Depois, realizamos ações no Facebook, Orkut, LinkedIn, Twitter e Youtube, inclusive via compartilhamento de vídeos e fotos relativos a atividades da companhia.

Em relação à tecnologia, a empresa usa algumas das principais ferramentas do mercado para monitorar, o que apoia a equipe interna. Hoje, a Porto não contrata mais profissionais para esse fim, a menos que precise de um esforço pontual maior, em campanhas específicas.

Para Caetano, a integração das redes sociais com outras mídias também traz muitos frutos. Foi o que aconteceu na campanha do Trânsito Mais Gentil, que pregava tolerância no trânsito e tinha como um dos objetivos reduzir o número de sinistros, que impactam diretamente no negócio da organização.

“A campanha foi disseminada por meio dessa integração e tornou-se um dos nossos casos de sucesso.” Para o futuro, o gerente de Canais Eletrônicos da Porto Seguro relata a busca por compreender como as pessoas interagem e se comportam nas redes para ajudar os corretores de seguros a estreitarem relacionamento com os clientes por meio desses canais.

“É importante que o grupo de corretores consiga entender e diagnosticar necessidades dos clientes pelas redes que não seriam identificadas de outras formas. A Web 2.0 tem esse poder”, afirma.

Tecnologias

O empenho de algumas companhias em atrelar as redes sociais às suas tecnologias núcleo comprova a demanda do mercado. É o caso da Oracle, que trabalha com o conceito de mídia social no seu middleware. Segundo o consultor sênior de Vendas da Oracle do Brasil, Dênis Abrantes, a ideia é levar todo o conceito das redes sociais para dentro das aplicações, tanto para uso interno quanto para aplicações externas.

O principal discurso da empresa é o da produtividade: com informações disponíveis em tempo real, graças às características colaborativas, o tempo dos processos e das atividades é reduzido sensivelmente. “A intenção é colocar à disposição das companhias todos os recursos das redes em camadas especializadas de software, para que elas sejam aplicadas da melhor maneira para cada organização”, diz Abrantes.

A SAP, também seguindo a mesma trilha, quer aprimorar soluções de busca inteligentes e análise de conteúdo gerado pelas redes. São ferramentas de monitoramento independentes do ERP, que permitem aos usuários observar seu próprio contexto e o dos concorrentes na mídia social para embasar as tomadas de decisão.

A organização também se dedica a soluções para integrar as redes sociais como mais um canal de atendimento na estrutura de SAC das companhias, integrada também às ferramentas analíticas. “A estratégia é oferecer soluções que possibilitem aos usuários uma postura proativa em toda a rede social, além de avaliar tendências”, diz o arquiteto de soluções SAP, Diego Anunciato.

Como lidar com as obrigatoriedades fiscais?

No que depender do governo federal, o Brasil entrará em 2011 na era fiscal digital. O ano começa com novas exigências para ampliação do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), estrada que está sendo construída no País para modernizar a forma de cumprimento das obrigações acessórias, substituindo toda a documentação fiscal em papel pelo formato eletrônico.

Com esse objetivo, foram estabelecidas novas obrigatoriedades. Na área de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), entra em vigor a segunda geração desse modelo, que promete maior integração com as outras bases de dados e vai cobrar das empresas uma melhor gestão das informações fiscais.

Além da segunda geração das notas fiscais, o governo inicia a entrega em formato digital das informações de Pis-Cofins, uma nova fase do Sped. O primeiro grupo para atender à exigência, em 2011, abriga as companhias tributadas pelo lucro real. No início de 2012, a regra passa a valer para todos os contribuintes.

Neste especial, a Computerworld elenca os principais desafios que as empresas enfrentarão com os novos requisitos e obrigatoriedades do Sped. E mostra que, passadas as fases de implementação, é necessário elaborar estratégias para tirar vantagem das informações geradas.

Depois de massificar o uso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), tendo obrigado praticamente todos os segmentos da economia brasileira a adotarem esse formato em substituição à documentação em papel, o fisco preparou novas regras para 2011. Vem aí a NF-e de Segunda Geração (2G), indispensável ao aprimoramento da gestão dos sistemas fiscais.

“Vamos entrar em 2011 na era fiscal digital com o lançamento da NF-e de Segunda Geração, mais aperfeiçoada e orientada a eventos”, informa o coordenador técnico do Programa Nacional da NF-e, Álvaro Antônio da Silva Bahia. Segundo ele, a fase de correria das empresas em busca de soluções, preocupadas em apenas atender à norma, já passou. Agora, o foco será a melhoria dos sistemas de emissão dos arquivos e gerenciamento dos dados, que devem ser armazenados corretamente pelo prazo exigido pela legislação brasileira, que é de cinco anos e mais o exercício corrente.

O primeiro ciclo da NF-e foi concluído em dezembro do ano passado, quando quase todas as empresas, que operam legalmente no mercado, conseguiram se enquadrar nas novas regras. De acordo com as estimativas de Bahia, que também é coordenador técnico do Encontro Nacional de Coordenadores Tributários Estaduais (Encat), 95% das companhias alcançaram o cronograma de obrigatoriedade em 2010.

Pelas estatísticas do Portal da Nota Fiscal Eletrônica, havia no início deste mês de fevereiro mais de 480 mil empresas de todos os portes, emitindo a NF-e. O total de notas autorizadas pelas Secretarias Estaduais de Fazenda (Sefaz) ultrapassa 2 bilhões.

Histórico

A NF-e começou a ser exigida ao primeiro grupo de contribuintes de pessoa jurídica em 01/04/2008. Entre os segmentos da economia mapeados pelo fisco federal para aderir ao formato eletrônico, restaram para 2011 apenas os órgãos públicos, as empresas de telecom, as gráficas e as editoras de jornais, revistas e livros. Essas empresas deveriam ter substituído as notas fiscais em papel pelo modelo digital em 2010, mas tiveram as datas prorrogadas para este ano.

Diferente do que acontece no Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), a emissão da NF-e é exigida por empresas grandes e pequenas, independentemente do seu faturamento. A regra é válida para a cadeia inteira dos segmentos de mercado. Por envolver todos os contribuintes, a exigência mudou a rotina das companhias, principalmente as menores, que não usam sistemas de gestão empresarial (ERP), nem mesmo contam com departamentos de TI para orientá-las nos projetos.

“Percebemos que na fase inicial, as empresas estiveram mais preocupadas em preparar seus sistemas para atender à obrigatoriedade e não colheram os benefícios da NF-e”, avalia Bahia. A 2G, que começa neste ano exige que as companhias fiquem mais atentas ao uso de suas ferramentas de gestão fiscal.

Nova fase

A segunda fase terá início em abril próximo, quando todas as organizações precisam migrar para a versão 2.0 do software emissor de NF-e, que envia os arquivos para validação pela Secretaria de Fazenda Estadual (Sefaz). Até o dia 01/04, todos devem estar com o programa instalado para gerar os documentos em novo formulário.

A versão antiga (1.10) sairá do ar em 31/03. Os contribuintes que usam aplicativos próprios ou soluções de mercado devem se antecipar e não deixar a mudança para a última hora. O coordenador técnico do programa nacional da NF-e avisa que não haverá mais prorrogação da data, que inicialmente era 01/10/10 e foi transferida para este ano.

A NF-e 2.0 traz novo layout para facilitar o preenchimento dos dados e aumenta a qualidade das informações. Houve a inclusão de arquivos XML e de novas regras para disciplinar o ambiente de autorização da Sefaz e validação. As novas funcionalidades prometem reduzir o tempo de resposta do fisco. Os que utilizam o programa emissor gratuito do fisco já podem usar a versão atualizada, que está no ar há dois meses.

O software grátis do governo é mais voltado para as pequenas e médias empresas, que não têm condições de contratar uma solução de mercado. O aplicativo é indicado para emissão de pequenos volumes, com capacidade para gerar entre 400 a 500 NF-e por dia. A solução não oferece serviço de armazenamento dos arquivos, deixando essa responsabilidade para o contribuinte.

Cronograma para 2011

A NF-e de 2G contempla também outras novidades previstas para o segundo semestre de 2011. Essa nova fase adotará um modelo de informações estruturado, que permitirá o acompanhamento de todo o ciclo de vida do documento fiscal.

O ponto de partida para a implementação dessa infraestrutura é a incorporação da Carta de Correção Eletrônica (CCE), com testes previstos para junho e a entrada em operação no mês de julho. Além de permitir que as empresas corrijam erros da NF-e com mais facilidade e rapidez, Bahia afirma que a CCE passará a ser anexada aos documentos fiscais.

Essa base de informações será útil, principalmente, em casos de mercadorias roubadas, que terão suas NF-e com CCE e anexado o boletim de ocorrência registrado na delegacia de polícia. O controle impedirá que as empresas comprem produtos irregulares. A CEE vai se integrar com Conhecimento de Transporte (CT-e), que deverá se tornar obrigatório neste ano para documentar a prestação de serviço de transporte de cargas realizadas no Brasil pelos meios rodoviário, aéreo, ferroviário e outros.

Faz parte do projeto da NF-e de 2G o lançamento, no segundo semestre, do Cadastro Nacional de Emissores, com informações de todas as companhias que estão gerando o documento eletrônico, bem como a data em que foram enquadradas na obrigatoriedade. Essa base de dados ficará disponível para consulta.

Na agenda de 2011, estão ajustes na Sefaz Virtual de Contingência, para oferecer 100% de disponibilidade, quando o contribuinte for transferido para esse ambiente. Geralmente, a empresa é direcionada para esse serviço, quando não consegue emitir da NF-e pelo sistema convencional da Sefaz e precisa do documento fiscal com urgência para não impedir o seu processo de negócios.

Para 2012, a NF-e de 2G permitirá o cancelamento mais rápido das notas. Hoje, o prazo é de sete dias. O novo formato vai encurtar esse tempo para 24 horas. Somente poderão ser anuladas NF-e autorizadas pelo Fisco e que as mercadorias ainda não saíram.

Dificuldade das empresas

A nova estrutura para a NF-e de 2G, com maior integração entre as bases de dados, aumenta os desafios das empresas que precisam ficar mais atentas ao gerenciamento e à qualidade das informações transmitidas ao Fisco.

Marco Zanini, presidente da NFe do Brasil, que provê soluções fiscais pelo modelo de software como serviço (SaaS), constata que a inteligência fiscal está madura no País e chama a atenção das companhias para os erros de informação, que podem gerar multas. Ele acredita que passada a primeira fase de obrigatoriedade, o Fisco vai intensificar as fiscalizações.

O executivo observa que muitas pequenas e médias desconhecem a legislação e acham que basta mandar os arquivos para o Fisco para estar em conformidade com as regras da NF-e. Elas não se preocuparam com o armazenamento dos dados, que precisam ser guardados por seis anos. Zanini diz que inúmeras ficaram vulneráveis a riscos fiscais e podem ser penalizadas com multas.

Outras organizações até têm os dados armazenados, mas sem nenhum controle. “Os arquivos estão guardados em várias máquinas. Alguns vão ter dificuldade para buscar as informações das NF-e, emitidas em caso de uma fiscalização”, diz o diretor geral da Invoiceware, Alberto Freitas, outra companhia especializada em soluções fiscais por SaaS.

Freitas constatou situações mais críticas em que funcionários carregam os arquivos das NF-e em pendrives no bolso. Com a entrada na 2G, o executivo acredita que as organizações ficarão mais atentas.

Para o diretor da Central de Custódia de Documentos Eletrônicos (CCDE), Flávio Richieri, mesmo grandes corporações ainda têm dúvidas sobre as normas da NF-e. O executivo cita que algumas acham que o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe) substitui a NF-e e deixam de cobrar os arquivos eletrônicos para fazer a conferência antecipada e o armazenamento.

Desafios para entrar na nova era fiscal

As companhias precisam fazer várias mudanças internamente para avançar para a NF-e de 2G, com adaptações não apenas da área TI, mas em outros departamentos, como fiscal, comercial, cobrança e logística. Veja a seguir os desafios que terão de ser vencidos em 2011. O coordenador do programa nacional da NF-e, Álvaro Antônio da Silva Bahia, considera que as exigências trazem oportunidades para os negócios.

Fiscal: As informações prestadas pela NF-e, declarações complementares e Escrita Fiscal Digital devem ser precisas e consistentes. O fisco tem mecanismos para cruzar eletronicamente todas as operações de entradas e vendas da empresa. É possível validar todas as transações e o efetivo cumprimento das obrigações previstas na extensa legislação nacional, além de cada unidade federada. O técnico considera que a automação da recepção e a escrituração das NF-e recebidas são ainda mais benéficas para a redução de custos e melhora da qualidade das informações prestadas ao fisco.

Comercial: É fundamental o perfeito saneamento do cadastro de clientes e fornecedores. Aquisições de mercadorias sem a validação da autenticidade do arquivo XML NF-e, via webservice ou pelo programa visualizador/validador gratuito do governo, pode causar sérios problemas, uma vez que a empresa pode receber produtos acompanhados de NF-e falsas. Atenção especial também deve ser dada às NF-e de fornecedores, emitidas em contingência sem o posterior envio do arquivo XML para o fisco no prazo de até 30 dias, após a data de processamento do documento. Depois desse prazo, o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe), mesmo emitido em Formulário de Segurança, torna-se inválido se estiver associado a uma NF-e constante na base de dados do fisco, conforme previsto na legislação.

Logística:A inclusão dos campos “número do pedido” e “número do item do pedido” na versão 2.0 do arquivo XML da NF-e permitirá às empresas muitos ganhos nos seus processos de recebimento de mercadorias e logística, segundo Bahia. As companhias devem procurar, o quanto antes, seus fornecedores e clientes para discutir o alinhamento do processo já existente ou iniciar a discussão de um modelo de integração B2B.

Cobrança: Os usuários da NF-e têm à disposição um webservice para validação online da situação cadastral dos seus clientes na Sefaz (habilitação da Inscrição Estadual). O serviço que funciona interligado ao uso do número da duplicata no arquivo XML da NF-e permitirá uma melhor integração da área de cobrança da empresas com instituições financeiras, abrindo novas oportunidades de relacionamentos e negócios.

Mash processa NF-e por meio do SaaS

Uma alternativa que tem sido buscada pelas pequenas e médias empresas (PMES) para processar a NF-e é a de software como serviço (SaaS). Esse foi o caminho trilhado pela Mash, uma das marcas mais conhecidas de moda masculina para ficar em dia com o fisco.

Apesar de ter um departamento de TI, a confecção tomou a decisão de buscar um provedor no mercado para cuidar da NF-e, e então não se preocupar com o armazenamento dos dados. O gerente de tecnologia da Mash, José de Moraes Carvalho Neto, explica que a empresa fez uma análise de custos e constatou que não justificaria investir em servidor para rodar essa aplicação dentro de casa.

“Teríamos de montar uma estrutura para manter essa aplicação estável. Era preciso também fazer backup dos arquivos que necessitam ser guardados de acordo com a legislação brasileira. Não é meu core business”, diz o executivo. Hoje, a Mash faz cópias de no máximo duas semanas de seus bancos de dados e a NF-e iria exigir armazenamento por muitos anos.

Diante desse cenário, a Mash foi buscar no mercado um parceiro de SaaS, mas queria um provedor que desse a opção de a empresa manter sua certificação digital hospedada em casa. “Não é seguro deixar a certificação digital nas mãos de terceiros. É como entregar uma carta em branco assinada”, considera Carvalho Neto, que contratou a Invoiceware para emitir a NF-e já na versão 2.0, que terá de ser adotada por todas as companhias a partir de 01/04.

A Mash começou o projeto em 01/10, quando as organizações do seu segmento entraram na obrigatoriedade. Até então, a empresa emitia as notas em papel. Hoje, ela processa cerca de 3,5 mil NF-e por mês, referentes à venda de seus produtos para clientes atacadistas, grandes magazines e franquias da marca.

Com a mudança, Carvalho Neto avalia que a Mash teve um ganho de produtividade de 40%. Além disso, o executivo diz que a confecção não precisará mais de espaço físico para guardar os documentos em papel e também contratar mais faturista. No processo antigo, seriam necessárias mais duas pessoas para emitir as notas. Hoje, uma funcionária consegue gerenciar o trabalho.

Calendário do Sped e NF-e para 2011

01/03: Empresas de telefonia, TV a cabo e provedores de internet terão de emitir a NF-e;

01/04: Todos que emitem a NF-e precisam migrar para a versão 2.0; Exigência da NF-e nas vendas para órgãos públicos e nas operações internas praticadas pelos Estados do AC, AL, BA, CE, ES, GO, MS, MG, PB, PE, PI, RN, RO, SC, SE, TO e DF.

01/07: As demais pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real; Exigência da NF-e para empresas que atuam na área de edição de jornais, revistas e livros;Carta de Correção Eletrônica.

Novidades para o segundo semestre

• Nota Fiscal de 2a geração

• Cadastro Nacional Emissor

• Obrigatoriedade do Conhecimento de Transporte

• Entrada em operação da Sefaz Virtual de Contingência

PIS-Cofins: prepare-se para a etapa mais complexa do Sped

A transição que o governo preparou para as empresas no Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) chega a uma das etapas de maior complexidade: o Sped Pis-Cofins. Somente as empresas sujeitas ao acompanhamento econômico-tributário diferenciado já deve entregar o documento. A grande maioria das empresas tem o prazo de 1º de julho de 2011, no caso das companhias tributadas pelo lucro real e 1o de janeiro de 2012, para as tributadas pelo lucro presumido ou arbitrado.

Os cuidados que devem ser tomados em relação às outras fases do Sped, no entanto, devem ser redobrados. Embora as empresas já tenham um histórico de adaptações ao sistema de escrituração digital, o Sped PIS-Cofins é de uma complexidade muito maior, por suas características que exigem o detalhamento das transações por item, não mais por nota fiscal.

Um dos setores que sofrerá bastante impacto é o de varejo, que frequentemente lida com centenas ou milhares de itens em uma única nota fiscal. O desafio de configuração e implementação completa dos sistemas é grande, mas um muito maior, segundo especialistas, é a qualidade dos dados.

De acordo com o sócio diretor da Essence, Gabriel Rodrigues, esse conjunto de fatores já deveria estar sendo estudado pelas corporações para se adequar ao sistema. “Quem começou agora, já está atrasado”, afirma o executivo. Segundo ele, um projeto pode demorar até seis meses para ser concluído e podem custar 145 mil reais. A multa por mês de atraso na entrega dos documentos é de 5 mil reais.

Segundo o gerente de produto da IOB Soluções, Edson Lima, o sucesso dos projetos Sped já implementados não garantem o mesmo feito no Pis-Cofins. Muitas empresas adaptaram a sua forma de trabalhar, mas não atentaram para a qualidade das informações que estavam entregando. “A preocupação concentrou-se muito na parte sistêmica, no layout, mas não observou a qualidade dos dados. No caso do Pis-Cofins, se um produto estiver classificado incorretamente, a companhia pode perder capital, pagar tributos que não deveria”, avalia.

Lima diz que em um país onde as alterações legais ocorrem em um ritmo de quatro por hora, os que não possuem um processo para atualizar cadastros e estar em conformidade com a regulação vão enfrentar muitos problemas. “Qualidade da informação, sem dúvida, é o calcanhar de aquiles do Sped, questão que perdura desde o início da escrituração digital, em 2008.”

O diretor de pesquisa & desenvolvimento da Sonda Software, Eduardo Borba, coloca a qualidade de dados como um dos três pontos de sucesso para um projeto bem implementado. O pré-requisito para um projeto bem-sucedido é manter os dados bem estruturados antes, pois o impacto de cadastros errados pode ser muito grande nas empresas”, avalia.

Borba aponta como fundamental a reavaliação dos próprios processos empresarias, geralmente representados pelo ERP, e da própria infraestrutura. Poucas organizações têm capacidade de processamento de dados requerida para a quantidade de transações que o Sped Pis-Cofins pode gerar.

Nesse contexto, Borba acredita que o Sped Pis e Cofins pode ser o estímulo que faltava para muitas corporações adotarem modelo de software como serviço (SaaS), já que permite uma forma mais rápida de se adaptar às novas necessidades jurídicas. Assim, aquela velha história de deixar alguns serviços de TI nas mãos de terceiros para se dedicar a questões mais estratégicas, finalmente pode ser adotada por algumas organizações.

Borba afirma também que os novos processos fiscais devem representar uma nova era para os departamentos de TI: é a oportunidade para que saiam da mesmice e apareçam com propostas e oportunidades de projetos que melhorem não só os processos internos, mas também a gestão da empresa como um todo.

As pequenas companhias poderiam ser vistas como alvo preferencial do modelo SaaS. Mas as possibilidades que elas oferecem já atraem outras de maior porte. A Synchro formatou a oferta Sped nesse modelo e acabou atraindo o interesse de grandes corporações.

Segundo o presidente da Synchro, Ricardo Furnari, a oferta acabou conquistando uma indústria química multinacional, uma grande rede de livrarias e uma companhia aérea. Todas com negócios distintos, mas dentro da mesma aplicação no modo SaaS. “Mas o que percebemos é que o modelo caminha com força para o mercado de middle market, atendido por ERPs produzidos no Brasil. Adaptar o ERP começa a se transformar em um investimento muito alto para organizações de grande complexidade fiscal.

E isso acontece em um momento no qual os departamentos de TI enfrentam cada vez mais dificuldades em realizar altos investimentos, que seriam necessários para muitas empresas que precisam adicionar capacidade própria de processamento para melhoria e implementação de novos processos fiscais.

Como Borba, Furnari acredita nessa nova onda de tecnologia como impulsionador do mercado de SaaS. “Quando as soluções atingirem alta escala, os custos tendem a ficar reduzidos, o que deixa a oferta ainda mais atraente para as pequenas empresas.”

Para Furnari, o importante é não confundir SaaS com o conceito genérico de cloud computing pública. A ideia de que os dados na nuvem são desprotegidos assustam companhias que precisam abrigar dados fiscais. SaaS pode existir com armazenamento privado e seguro e as organizações detalham as condições em seus contratos, com os devidos níveis de serviço (SLAs).

Borba estima que um projeto realizado em SaaS pode ter seu tempo reduzido entre 40% e 50%. Os mesmos números podem ser aplicados à economia direta em recursos financeiros aplicados. A explicação é o alto número de atualizações e de manutenções exigido pelas ferramentas. Quando está na casa do cliente, a responsabilidade por elas é do próprio. Mas no modelo SaaS, tudo é feito em tempo real e está embutido no contrato de aluguel de software.

Receita aumenta poder de monitoramento

Prática comum das empresas que se veem envolvidas em novas obrigações governamentais é o aproveitamento da possibilidade de retificação de documentos, quando os prazos apertam. O problema dessa atitude, hoje, é que o Fisco tem aparatos tecnológicos sem precedentes. As entregas de documentos são cruzadas, então eles conseguem saber onde a empresa mexeu e identificar a existência de problemas de processos na corporação.

A maior dificuldade para entrar corretamente no modelo, segundo Edson Lima, da IOB, está nas empresas que possuem múltiplas unidades. Todas as unidades precisarão conversar com a matriz, que gera um arquivo único e envia ao Fisco. O desafio tecnológico é integrar os diversos sistemas, eliminar ilhas de dados e, mais importante, ter toda informação à disposição para futura análise do Fisco e para a própria companhia.