Total de visualizações de página

sábado, 4 de junho de 2011

Social Media Marketing Part 3 - Facebook Groups Tutorial



Marco Mamari

Social Media Marketing Facebook Tutorial Part 2



Marco Mamari

Social Media Marketing Tutorial Part 1 - Facebook for Business



Marco Mamari

Facebook Networking Tip



Marco Mamari -

Adding Google +1 Button



Marco Mamari - Videos

registrar.br.com – Fique atento para golpes da Internet

Empreendedores, programadores, designers, responsáveis em TI, pessoal de finanças e afins.
Recentemente recebi um boleto de cobrança de um tal de registrar.br.com, no valor de R$135,00.  Achei estranho, pois eu havia pago o domínio faz 3 meses atrás.
Até que, olhando o boleto, logo percebo a sacanagem:
registrar_br_com
Essa tal de registrar.br.com é mais uma picaretagem de gente que não tem o mínimo de ética e acaba ganhando dinheiro em cima dos erros dos outros. Ao ver seu domínio escrito em negrito e em letras garrafais, você é induzido a pensar que deve pagar o boleto para manter seu registro, quando na verdade você estará pagando pelo serviço (porcaria) de hospedagem deles.
Acontece ainda que o boleto é muito semelhante ao do registro.br, órgão este responsável pelo registro de domínios no Brasil. Qualquer pessoa desavisada, apressada, ou perdida em um monte de outros boletos para pagar, pode acabar se enganando e pagando o boleto.
Pelo que pesquisei na Internet, tem muita gente recebendo tal boleto. Portanto, se você é responsável pela manutenção do site de sua empresa, fique atento.

Como registrar marca no INPI: um guia rápido

Como atuais consumidores de um registro de marca, resolvemos escrever um pequeno guia pra ajudar quem quer fazer isso e tem dúvidas, ou mesmo quem quer ver se realmente vale a pena.
Por que registrar sua marca?
Provavelmente desde o dia em que lançamos o Empreendemia e as pessoas começaram a elogiar nosso ovo de gravata, passamos a ouvir também “Vocês já entraram com o registro de marca? Cuidado hein, vai que alguém registra antes“.
Apesar do tom apocalíptico, esse é um dos fatores que se leva em conta na hora de se tomar a decisão: e aí, vale a pena registrar minha marca?
Pra responder isso, você precisa conseguir responder apenas duas perguntas:
  • Qual o valor da sua marca? Pense nisso tanto hoje, quanto pro futuro – quanto o sucesso da sua empresa depende de uma marca forte e o quanto você vai trabalhar pra essa marca se valorizar?
  • Isso custa mais ou menos do que fazer o registro da sua marca? O orçamento varia dependendo da marca, do tipo de registro, classes etc. (tudo explicado abaixo). Pra ter um orçamento exato pra sua marca, consulte escritórios especializados (dificilmente será menos que R$ 1 mil).
Se sua marca valer menos do que o valor pra protegê-la, realmente não valerá a pena. Essa conta pode ser feita, porque marcas são bens considerados móveis, ou seja, apresentam caráter econômico. Por isso, a marca registrada acaba aumentando o valor da sua empresa.
Se sua decisão for “Ah, eu vou registrar, mas só mais tarde“, cuidado. Na prática, a marca pertencerá a quem iniciar o registro primeiro, o que te trará custos muito maiores para brigar judicialmente por isso depois.

Passo-a-passo para registrar sua marca
1- Verificar se a marca já foi registrada e se é possível registrar a sua marca: é um processo bem simples e qualquer escritório em que você buscar um orçamento conseguirá fazer isso fácil e gratuitamente. A questão aqui é ver se você entrará com um processo de registro normal ou se terá alguns entraves.
2- Determinar em que classes de atividade econômica o registro será feito: o Classificador NICE tem 45 classes para registro, sendo 34 para produtos e 11 para serviços. A análise aqui deve ser MUITO bem feita, pois é comum a necessidade de registro em mais de uma classe, tudo isso dependendo do que sua empresa faz (vide seu contrato social para ajudar no termos) – mas tente não exagerar, pois aqui seus custos podem subir.
3- Registro como marca mista ou marca nominativa: marca mista é aquela que protege nome (fonema/grafia), tipo de letra, cores e símbolo; a marca nominativa é apenas o nome (fonema). Por exemplo, a Empreendemia pediu um registro de marca mista:
Só isso?
Sim, pra entrar com o pedido, o escritório pedirá os seguintes documentos:
Em caso de Pessoa Física: Nome, CPF, RG e comprovante de exercício da profissão, como carteira profissional.
Em caso de PJ: CNPJ, Nome do sócio, CPF e RG.

Outros pontos importantes
  • Quanto tempo demora? Depois de feito o pedido, o processo leva cerca de 24 meses.
  • Marca registrada, e agora? Você recebe um certificado do governo atestando a exclusividade da sua marca.
  • Quando preciso renovar? A cada 10 anos.
E, o mais importante de todos: contrate um escritório em que você confie para cuidar desse processo.
Quem está cuidando do nosso registro de marca é o Anderson, da Leal Marcas e Patentes, que nós realmente recomendamos (veja mais recomendações da Leal): nossa dor de cabeça com o pedido de registro foi zero e saber que ele está acompanhando (e assim fará até o final), nos deixa tranquilos e com a certeza de que dará tudo certo.
O pedido foi todo encaminhado pela internet mesmo e com atendimento personalizado pelo msn. Bastou apenas acessar o site, preencher o formulário e encaminhar o pedido de registro. E o pagamento ainda pode ser feito em até 10 vezes.

5 dicas para criação de Logotipo

Para você que quer criar um novo logotipo para sua empresa, ou alterar aquele letreiro escrito em Comic Sans, mas não entende lhufas de design gráfico, aqui vão algumas dicas antes de sair contratando qualquer um. Na verdade, quem deve preparar o seu logotipo é algum profissional da área de design gráfico. Porém é bom que você tenha essas noções, pois afinal é você quem está pagando e é você quem irá carregá-lo por todos os lugares.
1. Um logotipo não deve necessariamente dizer o que a empresa faz
apple
Você não precisa colocar o seu produto no seu logo. A Apple não vende maçãs mordidas.
Logotipo de clínica odontológica não precisa mostrar dente, restaurante não precisa mostrar comida, consultório dermatológico não precisa mostrar unha encravada. Além de não ser essencial, pode deixar seu logotipo brega:
dentista
A Sony não mostra uma TV, a FIAT não mostra um carro, a Adidas não mostra um tênis, o Mc Donald’s não mostra um sanduíche.
2. Simples é melhor
Não exagere nas ideias, formas e cores. O seu cliente será incapaz de decorar seu logotipo se ele for uma imagem ultra colorida e cheio de passarinhos e arcoíris. Além disso, quanto mais simples, mais fácil de adaptá-lo sob as demais circunstâncias: panfletos, banners, cartazes, camisetas, eventos etc.
3. Estilo apropriado
wakazoog
Não é porque Web 2.0 está na moda que você vai querer que seu escritório de advocacia tenha um logotipo com letras grandes, redondas e coloridas. Cuidado com modinhas.
4. Rabisque
Muitas ideias só conseguem fluir quando colocadas no papel. Você não precisa entregar ao designer gráfico um draft perfeito com todos as cores e formas que você quer, mas pelo menos alguns rabiscos grotescos ou algumas palavras-chave. Lembre-se que o designer gráfico geralmente só sabe desenhar, não tem a visão de mercado que você tem do seu próprio produto.
5. Converse sempre com o designer
Esta dica serve para qualquer projeto de desenho gráfico. As empresas tem o costume de jogar a bomba nas mãos do designer e só depois de meses voltar para ver o resultado. Geralmente não dá certo, o resultado acaba sendo nada a ver com o que você esperava. Procure sempre acompanhar cada passo que o designer dá.
Mas atenção: acompanhar não significa perseguir! O designer precisa de momentos sozinho para o processo criativo – palpites nas horas erradas podem atrapalhar a criatividade. Agende com ele etapas e deadlines.
Ficaí a dica!

Vídeo: A importância de um bom logotipo (por Doutor Logotipo)

André Gomes, também conhecido como Doutor Logotipo,  é publicitário, designer e empreendedor. No último 21 de Março, André concedeu uma entrevista para o Programa Baixada em Construção, na Rede Record.
Neste vídeo, dividido em dois blocos, André nos conta sobre a importância da logotipia, identidade visual e branding para as empresas, falando de uma maneira simples e didática. André também dá dicas importantes para profissionais e empresas de arquitetura e design.
Em suas palavras: “Marca é tudo que não é tangível. O logotipo vem justamente para cumprir o papel da associação mental para que aquele intangível seja associado a algo tangível, já que o cérebro humano (não só dos arquitetos) trabalha por associação.”
Para saber mais sobre André Gomes, você pode encontrá-lo no Empreendemia, no Twitter, em seu blog e em seu site Doutor Logotipo.

Qual a diferença entre marca, logotipo, ícone e avatar?

Muita gente confunde marca com logotipo, assim como logotipo com ícone e avatar. Conceitualmente eles são bem diferentes, mas estes três últimos são quase que fundamentais para o sucesso de uma marca.
marca é o sentimento que uma pessoa tem em relação a uma entidade (empresa, produto, serviço ou outra pessoa). É algo marcado mais pela emoção e paixão do que pela razão e pelos sentidos vitais (como a visão).
Exemplo: quando queremos comprar uma Ferrari, estamos sendo movidos pela paixão de ter uma Ferrari, e não a simples necessidade de comprar um carro.
O exercício da razão e dos sentidos vitais fica por conta dos logotipos, ícones e avatares.
Um logotipo é uma representação gráfica do nome da empresa, por meio de uma tipografia específica. Ela funciona como uma assinatura, sendo estampada desde nas notas fiscais até nos seus produtos.
Exemplo de logotipos
Exemplos de logotipos: Panasonic, Sony, Microsoft, Fiat, Claro, Vivo, Ford, Coca Cola e Google
Um ícone é um símbolo visual que representa o posicionamento no mercado, a aplicação da entidade ou mesmo o sentimento pela marca. Muitas vezes elas substituem os logotipos ou aparecem complementando-as.
Exemplos de ícones:
Exemplos de ícones: Pepsi, Audi, Polo, Firefox, Globo, Ferrari, Lacoste, Chevrolet e Nike.
Quanto ao avatar, pode-se dizer que é a evolução do logotipo e do ícone. É uma representação que pode envolver todos os sentidos humanos, usando principalmente animações e sons.
Exemplos de avatares
Exemplos de avatares: THX, Vivo e Intel
Este post foi inspirado no livro The Brand Gap (O Abismo da Marca) – editora Bookman.

3 motivos para você fortalecer sua marca

Como Mauro já comentou no artigo “Qual a diferença entre marca, logotipo, ícone e avatar?”, a marca é o sentimento que uma pessoa tem em relação a uma entidade (empresa, produto, serviço ou outra pessoa). É algo marcado mais pela emoção e paixão do que pela razão e pelos sentidos vitais (como a visão).
E ainda digo mais! Na minha visão, marca é a capacidade que a empresa tem em ser lembrada pelo cliente no momento em que ele quer comprar. Como provavelmente não é todo dia que seu cliente acorda e pensa “Caramba, como eu preciso comprar esse produto!”, você precisa fazer um trabalho de construção de marca para ser lembrado no dia que essa demanda aparecer.
Ou seja, sua marca é um dos investimentos mais importantes que você pode fazer.
A importância de uma marca forte
Quem não se lembra instantaneamente desses símbolos?
Uma marca forte facilita a escolha do seu clienteDigamos que você ganhou na mega-sena e está com vontade de comprar um carro de luxo. Ao analisar algumas possibilidades, você vê um carro desconhecido, com características técnicas impressionantes e um preço razoável. Do lado, você pode comprar uma Ferrari. Não é uma escolha muito difícil né?
Pra exemplificar o outro lado, confira essa foto. Veja que o preço é exatamente o mesmo, assim como a quantidade do produto. Pra piorar, o jeitão da embalagem ainda é muito parecido.
Sem o uso de técnicas avançadas como uni-duni-tê e cara ou coroa, fica muito difícil escolher entre as 2 opções. Será que seu cliente não passa por uma situação parecida quando te compara com seus concorrentes?
Marcas fortes geram boca-a-boca a seu favorPare um pouquinho e lembre-se da última vez que você falou sobre uma empresa pra um amigo/conhecido/familiar, etc. Com certeza essa recomendação aconteceu por causa de uma propaganda maneira, por alguma história interessante envolvendo um produto ou por ter tido uma experiência bacana com o atendimento que a empresa te forneceu.
Ou seja, a marca era forte o suficiente para você lembrar dela.
Ter uma marca forte não precisa custar caroQuando pensamos em marca, branding ou outros termos bacanudos do marketing, normalmente o pensamento que vem em seguida é “Ah, mas isso é coisa pra grandes corporações. Eu não tenho tempo/dinheiro/conhecimento/contatos pra focar nisso agora”. Felizmente isso não é verdade.
Te digo isso por um simples fato: a Empreendemia, que hoje tem uma marca conhecida nacionalmente, foi criada por 3 moleques, recém ingressos no mercado de trabalho e sem orçamento pra investir em publicidade. Se nós conseguimos, mesmo sem recursos, você também consegue.
ConclusãoUma marca forte não se constrói do dia pra noite, mas é um investimento que fará toda a diferença no sucesso de longo prazo da sua empresa. Para isso, saiba muito bem quem é o seu cliente e como você quer que ele enxergue sua empresa. Sua identidade visual é o primeiro passo dessa experiência.
No nosso caso, temos um sócio (Mauro) que é o responsável pela identidade visual e design, mas uma possibilidade bacana é usar serviços como o da We do Logos.
Eles têm acesso a uma comunidade de designers e você pode conseguir desde logos até blogs corporativos por preços bem acessíveis. Vale a pena conferir a lista de produtos que eles oferecem. Saiba mais aqui.
Abraços,
Millor Machado (lutando diariamente pra fortalecer a marca da Empreendemia)
Obs.: Esse artigo foi patrocinado pela We do Logos. Isso significa que recomendamos seus serviços como um exemplo, mas não há interferência no conteúdo do artigo. Confira nossa forma de trabalhar com posts patrocinados no artigo Conteúdo útil para empreendedores em primeiro lugar.

5 perguntas que você precisa fazer para todos seus clientes

Crie um formulário e pegue o hábito de conversar com os clientes todo mês. Eu acho que você será recompensado com ideias preciosas. Além disso, os clientes gostam de ser perguntados sobre o que gostam.
Um cuidado que você precisa tomar é: não aceite respostas vagas como “você tem um bom serviço”. Mesmo isso podendo ser verdade e ser bom de ouvir, não dá pra fazer muita coisa com isso. Insista um pouco mais e pergunte o que significa bom serviço e se possível, descubra algo específico que gostaram no serviço.
  1. O que te fez comprar de nós inicialmente?
  2. Qual o fator principal em que somos melhores do que as outras empresas que você faz negócios?
  3. O que nós podemos fazer para criar uma experiência melhor para você?
  4. Você nos indica para outras pessoas? Se sim, por que?
  5. O que você digitaria no Google para encontrar uma empresa como a nossa?

7 Characteristics of a Real Life Marketing Strategy


In my opinion, developing and executing an effective marketing strategy is the most important job of any marketer and failure to do so is the single greatest threat to creating anything that looks and feels like business building momentum.
While few would argue with the statement above, marketing strategy as a practical tool remains little more than an academic exercise for most businesses.
Inside Threadless HQ in Chicago
I’ve spent a great deal of time wrestling with the idea of developing useful, real life marketing strategies for small businesses and have concluded that there are a handful of characteristics that can be mined, explored and shaped in order to make marketing strategy the foundation of business building.
The key to discovering an effective marketing strategy lies in understanding first that its essence is much more about why a business does something than what or how the business does something.
These elemental characteristics are rooted deeply in human wants and desires and act to create a connection between a company, its products and services, its people and ultimately its customers.
I believe any company can create a marketing strategy that will actually serve as the catalyst to creating a remarkable business by deeply exploring and embracing one, or some combination of several, of the characteristics outlined below.
Single minded purpose
If I were going to point to a requisite characteristic it might be this one. When a company is built with a single-minded purpose and can communicate that “why we do what we do” in a way that makes meaning in the lives of its customers and prospects, magic can happen.
The idea of higher purpose can be a tricky one too. A customer can resonate with the fact that your mission is to bring peace and harmony to the world, but it’s just as likely that there’s a market hungry to do business with a company that believes bringing beauty to the world through incredibly simple design is why they do what they do.
The key is a thorough understanding and simple and consistent communication of the why. You can’t fake this characteristic but you can move your higher purpose front and center in your marketing strategy.
Some of the companies that enjoy the highest levels of staff and customer loyalty focus almost entirely on why they do what they do, as opposed to simply trying to do what they do better.
The product is almost secondary to this single-minded purpose – Shatto Milk Company’s marketing strategy is one that claims to bring a return to what’s good about creating all natural products in small, hand crafted batches and, by the way, we sell dairy products.
Tony Hsieh, CEO of Zappos, has said repeatedly that Zappos is a customer happiness business that happens to sell shoes.
Desperately seeking inspiration
People want to go on journeys they feel are epic in nature. Now this may sound a little far fetched if you’re simply building a small law firm focused on small businesses, but every business can inspire.
We can inspire by telling stories, by communicating the why, by standing up for simplicity and by bravely connecting our own purpose in life with that of the business and that of the goals and objectives of our clients.
Leadership, the kind that’s drawn from deed and word, the kind that understands that the best way to get more is to want more for others, is inspirational. Firms that draw commitment from customers and staff give them a way to sign up for something that can allow them to be their best self.
Steve Jobs is cited more often than any other company leader for his ability to inspire through telling stories about the Apple brand.
An obvious innovation
Every industry engages is some practice that customers just come to live with. And then someone comes along, either from outside of the industry or as method of survival, and shakes it up but suggesting there’s a better way.
Creating what ends up looking like an obvious innovation in an industry and then embracing that change as a marketing strategy is one way that companies create a clear differentiation.
Rackspace, a hosting company located in Austin Texas, created an obvious innovation in the hosting industry by simply making a decision to provide real service. While that shouldn’t seem like an innovation it was in an industry that appeared to abhor actually talking to its customers.
To sum up Rackspace’s marketing strategy – “Fanatical Support isn’t just what we do. It’s really what makes us, well, us. It’s our need to make a difference in the lives our customers—no matter how big or small. Really, it’s our way of life.”
Let us entertain you
People will give their last dollar to be entertained. I believe this has never been truer than it is today. Since so many of the products, services and ideas we sell can be acquired for free these days, the money’s in the package and the experience.
Fun, joyful, theater and stage aren’t words that are always connected with business, but bring them in and a new world opens up. I had reason to spend a day at Google recently and they get this one very well. Work is often long, hard and boring, but when do we ever tire of play? Make that fact that yours is a business that’s fun to go to work in and fun to do business with central to your strategy and people will be drawn to the game.
Step inside the offices of t-shirt maker Threadless and you’ll be greeted by giant stuffed creatures, two Airstream “think pods,” offices decorated by staff to show off departmental personality, and a basketball court in the warehouse. The place is definitely fun.
The role of convenience
This one goes hand in hand with simplicity and surprise, but it’s something different entirely. Some businesses are actually hard to do business with. We may love what they do, but scratch our heads at how they do it. This one is all about non-friction, speed of change and a mentality of yes.
Take down the barriers to communication, give people the tools to do what they want, rethink meetings, eliminate the policies of control, trust your customers and staff and, above all, use technology to enhance personal relationships rather than wall them off.
Being easy to do business with is a marketing strategy that can become a culture and mantra that spreads word of mouth and drives customer adoption faster than any promotion or campaign ever could.
Evernote is easy to do business with. Their products sync across all of my various tools and just work, without the need to consult an owner’s manual.
Simplicity is harder than it looks
Life’s too complicated, instruction manuals and return policies and messages and mission statements and features and design are all too complicated. One of the most attractive features of organizations that enjoy high levels of commitment is a lack of features.
Simplicity is the most appreciated attribute of the products and services we love to love. And yet, it can be one of the hardest to actually achieve. This can’t really be achieved by simply stripping out features. If this is to be a marketing strategy it must become a way of life that informs every decision.
37 Signals is a great example of a business that has embraced simplicity as a marketing strategy. They make great software that does just a handful of things very, very well. According the CEO Jason Fried they spend more time considering what features to leave out of a release then what to add.
The element of surprise
Few things enamor like exceeding someone’s expectations. This might end up sounding more like a personality trait, but companies that turn customers into volunteer sales forces fully understand and use the power of giving more than was promised and surprisingly beating expectations as a marketing strategy.
Who doesn’t like to get little unexpected gifts, free overnight shipping, and hand written notes? And yet, when was the last time you got any of those?
Again I return to Zappos. Zappos has an unstated policy of surprise. If you order shoes on a Monday, the order confirmation will suggest that you allow 3-5 days for shipping, but don’t be surprised if they show up the next morning.