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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Fleet Management – efficiency, control, operational cost savings

Marco Mamari - 
vehicle fleet
In a time when the market forces companies to lower profits to maximum in order to earn new contracts, every penny spent elsewhere counts. And if, as a company, you own a large vehicles fleet over which you have no control whatsoever regarding its efficiency and productivity, that can mean your exclusion from the market or even bankruptcy.
But there is a solution by which you can control all costs involved by a fleet of vehicles and / or machines and you can have a clear image on undertaken activities, expenses and events occurring in the fleet. And this solution its named SocrateOpen Fleet Management. And with it, identifying and tracking each vehicle or machine is very easy. SO Fleet Management allows a comprehensive vehicle/equipment description with information on technical data (type, engine, category, capacity), registration data (temporary/final), procurement contract type (credit, leasing, custody, etc.), costs, maintenance, historical and planned inspections, rentals.
Also, it is a lot easier to operate mechanism by which the vehicles are allocated on people and by which the official report/protocol can be printed in small or detailed forms. Plus, with this solution you can track the insurance contract on each vehicle as standard functionality, the administrator being notified within a predefined number of days before the expiration of each insurance policy. The mechanism can be also applied to other car components with a validity period, like first aid kits or fire extinguishers.
What is extremely important to know is that in SocrateOpen Fleet Management was created a mechanism that allocates costs on resources, allowing the possibility to group them by source or cost categories, in order to obtain the profitability on vechicle.
What does this mean for your business? In short, efficiency, control, operational cost savings. You seem a bit?

Mapfre divulga Relatório de Sustentabilidade 2010

Marco Mamari - A Mapfre apresenta ao mercado a edição 2010 do seu Relatório de Sustentabilidade - documento que traz os resultados operacionais/financeiros, sociais e ambientais das operações mantidas no Brasil.
A companhia evoluiu na publicação de seus indicadores socioambientais, conquistando, nesta edição, o nível A+ de aplicação dos critérios da GRI (Global Reporting Initiative).
 
A participação dos colaboradores também foi fundamental para a construção do documento. "O desenvolvimento sustentável não é apenas um modismo e, sim, o mais importante desafio global para empresas, governos e sociedade. O sucesso das organizações depende hoje de uma nova forma de pensar e de gerir o negócio, uma vez que os resultados econômicos estão cada vez mais atrelados aos impactos ambientais e sociais causados por suas decisões e ações", destaca Marcos Eduardo Ferreira, diretor-presidente da Mapfre Seguros.[2]
 
O Relatório de Sustentabilidade 2010 também traz detalhes sobre o principal acontecimento do ano para a companhia - o acordo de parceria firmado com o Banco do Brasil para a comercialização de produtos de seguros nos segmentos de pessoas e ramos elementares. "Com essa operação, ampliamos nossa capilaridade, garantindo ao mesmo tempo a complementaridade de canais, que será potencializada com estruturas de distribuição independentes e atuação especializada", enfatiza Wilson Toneto, presidente da Mapfre no Brasil.

Seminário "Mudanças Climáticas e as Interfaces com Saneamento" marca a criação da Câmara Técnica para fomentar o tema

Marco Mamari - Durante os dias 25, 26 e 27, a ABES-SP – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, realizou o seminário "Mudanças Climáticas e as Interfaces com o saneamento". Com o enfoque multidisciplinar, o evento reuniu especialistas de várias áreas – entre elas saúde, meio ambiente, saneamento, setor financeiro, empresas de consultoria, entre outras – com o objetivo de fomentar discussões para gerar soluções para um tema que começa a ganhar profundidade no Brasil e no mundo pelos visíveis impactos à humanidade.
Durante a abertura, Dante Ragazzi Pauli, presidente da ABES-SP, enfatizou a satisfação em realizar um evento para discutir as questões ligadas às mudanças climáticas. “É com muita alegria que tivemos a idéia de fazer esse evento que nos possibilita trazer profissionais de várias áreas para discutir essa temática e trazer questões que vão além do saneamento”, destaca o presidente.
Também na abertura do evento, que contou com 160 congressistas, a ABES-SP instaurou a criação  da “Câmara Técnica de Mudanças Climáticas” com o objetivo de capacitar pessoas, – para ganhar profundidade intelectual que o tema exige – fomentar as questões ligadas ao tema que são cada vez mais visíveis à sociedade, e fortalecer as redes de cooperação ao combate das mudanças climáticas no mundo.
O evento começou com um painel para relatar o cenário atual e o possível futuro das mudanças que estamos vivendo no Brasil.
Washington Luiz Rodrigues Novaes, jornalista especializado em temas ambientais, relatou que a área do saneamento tem muito a ver com o que vai acontecer na questão dos recursos hídricos. “Essa é uma área que está se agravando e isso tem muita influência quando notamos que há lugares no mundo onde o fluxo hídrico está se reduzindo, por exemplo, em função do derretimento de geleiras”, observa.
Segundo o jornalista, os desastres climáticos geram uma porção de problemas. Como, por exemplo, nas barragens, onde a estrutura é feita para comportar uma determinada quantidade de fluxo d´água. “Na última temporada de chuvas houve inundações por causa dos ajuzantes. Temos, também, uma previsão dos níveis de elevação do oceano e os eventos externos serão cada vez mais freqüentes”, explica.
De acordo com Novaes, nós vivemos em um tempo novo onde não se trata mais de proteger o meio ambiente, mas de sobreviver.
O grande problema brasileiro, segundo ele, é o de mudanças “mitigação e adaptação às mudanças que já estão acontecendo ainda são um grande dilema para nós brasileiros”, salienta. “Para que haja essa adaptação você precisa ter instituições que proporcionem isso aos demais setores da sociedade. Nós só estamos começando fazer uma política de prevenção contra os fenômenos naturais agora”, relata.
No mesmo painel, o palestrante José Domingos Gonzáles Miguez, coordenador geral de Mudanças Globais de Clima do Ministério de Ciência e Tecnologia, trouxe o panorama das negociações internacionais sobre as mudanças climáticas e ressaltou as perspectivas para cenários futuros. “Isso implica em fazer um sistema de aumento de informação e capacitação, além de manter esse esforço cada vez mais e com mais intensidade”, explica.  “O problema cumulativo cresce muito rápido, a cada ano tem-se um aumento considerável de GEE – gases de efeito estufa. Precisamos cumprir as medidas de redução previstas, por exemplo, na Política Nacional de Mudanças Climáticas”, salienta.
O painel sobre Políticas Públicas, que apresentou as principais políticas e regulamentações, repercussões para o saneamento básico para processos de financiamento e investimentos, licenciamento ambiental, outorga e tecnologias, começou com a palestra de João Wagner da Silva Alves, engenheiro da área de clima e energia da CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, que explicou que o inventário de emissões de GEE é uma prática relativamente nova. “Essa tarefa foi assumida quando os países de todo o mundo ratificaram a Convenção do Clima, adotada na Rio 92. O setor de gestão de resíduos é um dos cinco setores elencados pelo método adotado internacionalmente e que foi elaborado pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima) que cacacterizam as emissões de um país, região ou estado”, ressalta.
De acordo com Alves, esse inventário das emissões de GEE do Estado de São Paulo é fundamental, pois mostra as conclusões de um estudo de três anos que permite definir as prioridades de ação em nível estadual. “O principal é assegurar a compatibilização do desenvolvimento socioeconômico com a proteção do sistema climático”, ressalta.
Oswaldo Massambani, representante da Secretaria do Verde e Meio Ambiente e da Prefeitura Municipal de São Paulo, falou, no mesmo painel, sobre as políticas públicas voltadas para as Mudanças Climáticas no Estado de São Paulo, e alertou que a variabilidade da meteorologia em São Paulo está sob risco de problema da alteração climática. “Precisamos ter estratégias focadas na mitigação e na adaptação, são nesses pontos que as políticas públicas tem que ser focadas em São Paulo”, explica. O painel seguinte foi: “Mecanismos de Mercado” e apresentou os mecanismos existentes para auxiliar empresas a mitigar e compensar os impactos gerados por elas.
A palestrante Juliana Campos Lopes, representante da Fábrica Éthica Brasil, falou acerca do “Carbon Disclosure Project” que é um questionário, formulado por investidores institucionais e endereçado às empresas listadas nas principais bolsas de valores do mundo, visando obter a divulgação de informações sobre as políticas de mudanças climáticas. “O foco desse projeto é se antecipar à um cenário regulatório, que começa a ser exigido em função das constantes mudanças geradas pelo aquecimento global”, observa.
Rachel Bidermann, coordenadora do Curso de Gestão para o Baixo Carbono na FGV – Fundação Getúlio Vargas explicou sobre a plataforma EPC –Empresas pelo Clima que tem como objetivo aglomerar empresas de vários setores – englobando o saneamento – com o objetivo de reduzir as emissões de GEE. “Dentro da plataforma, procuramos criar possibilidades para que as empresas se tornem cada vez mais transparentes”, salienta.
De acordo com a coordenadora, o programa visa, além de assessorar as empresas, a adoção de políticas públicas para criar um ambiente regulatório no país. “Um setor engajado nas políticas públicas de emissão é um setor que reduz as emissões”, analisa.
A palestrante Adriana Sanches dos Santos, representante da BM&FBOVESPA, falou sobre a construção do ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial, cuja missão é ser composto por empresas que se destacam em Responsabilidade Social implantando a sustentabilidade a longo prazo. “A nossa idéia é ter uma metodologia evolutiva e o índice teve uma adesão fantástica desde que começou a ser trabalhado”, conclui.

Cosan + Shell = Raízen e pioneirismo

Marco Mamari - Na semana que passou a Raízen foi apresentada ao mundo com o início oficial das operações conjuntas da empresa constituída pela união da Shell e Cosan na produção de açúcar, etanol, cogeração de energia até a distribuição de combustíveis. 
Açúcar, álcool e geração de energia elétrica a partir da biomassa estarão no foco dos investimentos da empresa nos próximos cinco anos. Em 2015 a moagem de cana deve atingir 100 milhões de toneladas gerando uma produção de açúcar de 6 milhões de toneladas e de 5 bilhões de litros de etanol. As 24 usinas incluídas na Raízen devem elevar a energia produzida por cogeração de 900 megawatts para 1300 megawatts.
Assim, em alto estilo, fecha-se um primeiro ciclo de trabalho de formação de uma nova identidade empresarial. Imagine-se a dificuldade  de amalgamar as culturas de uma empresa brasileiramente “caipira”, construída através de décadas por um empreendedor visionário com o espírito corporativo de uma multinacional anglo-holandesa, mais que centenária! Foram muitas e muitas horas de treinamento específico, envolvendo desde “trainees” cuidadosamente recrutados até funcionários com muitos anos de vida em ambas as casas. Um exemplo de planejamento e execução a ser seguido em outros casos de fusão ou aquisição.  
A Raízen já iniciou a migração para a marca Shell dos postos de combustíveis com a bandeira Esso. Dois postos já efetivaram simbolicamente troca de marca e identidade visual. Nos próximos três anos todos os 1.700 postos com a marca Esso/Cosan darão lugar à bandeira Shell/Raízen. Quando a migração estiver terminada a Raízen terá 4.500 postos em todo o Brasil, na segunda colocação no ranking das maiores rede de postos, perdendo apenas para a BR Distribuidora.
A empresa já começa sua vida efetiva investindo no lugar certo. Hoje a capacidade operacional de suas usinas ainda é ociosa.  A Raízen pretende plantar ainda neste ano entre 180 e 200 mil hectares de cana-de-açúcar. Para cumprir essa meta, que inclui área própria e de fornecedores, a nova empresa prevê investimentos da ordem de R$ 400 milhões de reais. Parece uma brincadeira para uma ”joint venture” que foi criada com um audacioso valor de mercado de doze bilhões de dólares!
logo Raízen – domínio público, em commons.wikimedia.

Wanderlei Silva Preparing for Leben 2 at Kings MMA w/ Werdum, Babalu By ...

Anfavea: Produção de veículos sobe 2,1%

Marco Mamari - SÃO PAULO - A indústria automobilística brasileira produziu 303,54 mil veículos no mês passado, 2,1% a mais do que no mesmo período de 2010, informou há pouco a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O volume ficou 8,4% acima dos 280,12 mil veículos de abril.
Nos cinco primeiros meses do ano, a produção somou 1,40 milhão de unidades, o que corresponde a uma alta de 3,7% sobre a quantidade do mesmo período de 2010.
Cabe lembrar que a entidade mudou a partir do balanço de abril a metodologia do cálculo de produção e exportação do setor, deixando de considerar na conta os veículos desmontados, conhecidos pela sigla CKD (completely knocked-down vehicles).
No quinto mês de 2011, a produção de carros de passeio e utilitários somou 280,91 mil unidades, avanço de 1,1% sobre maio de 2010. Na mesma base de comparação, a fabricação de caminhões subiu 18,6%, para 18,49 mil unidades, enquanto a de ônibus avançou 6,2%, chegando a 4,13 mil unidades.
A entidade informou também que a ocupação nas montadoras atingiu 141,91 mil empregados em maio, 0,7% a mais do que em abril.
De acordo com a Anfavea, a produção de máquinas agrícolas automotrizes no Brasil ficou em 7,21 mil unidades em maio, resultado que correspondeu a um decréscimo de 10,4% frente ao mesmo período de 2010.
Na comparação com abril, quando foram produzidas 6,92 mil unidades, houve expansão de 4,2%. Com isso, a produção de máquinas nos cinco primeiros meses acumulou 33,94 mil unidades, uma queda de 6% na comparação anual.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/06/06/anfavea-producao-de-veiculos-sobe-2-1-em-maio-924619657.asp#ixzz1OXjaMzkJ 
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Copa de 2014 leva Kassab a autorizar mais 1,2 mil táxis

Marco Mamari - Sorteios serão feitos pela Loteria Federal em data ainda a ser definida; ainda não há localização de pontos

A atual frota de táxis da capital, de 32.607 veículos, será acrescida em 3,68% com a emissão de 1,2 mil novos alvarás. A autorização foi publicada no sábado, no Diário Oficial. 

Segundo o decreto do prefeito Gilberto Kassab, poderão participar motoristas profissionais. Eles irão concorrer aos alvarás por intermédio de sorteios da Loteria Federal. A última vez em que isso ocorreu foi em 1996. 

Entre as justificativas apresentadas estão estudos feitos pelo DTP (Departamento de Transportes Públicos), que concluíram ser necessário ampliar a oferta de táxis devido a fatores que incluem o crescimento da população na metrópole e uma previsão de aumento significativo de movimentação de passageiros e turistas devido à Copa de 2014, já que a capital é uma das cidades-sede do evento, apesar de ainda não ter estádio pronto. 

Onde? 

A data em que os alvarás serão emitidos não foi divulgada. A lei que normatiza o serviço de táxi prevê que só motoristas profissionais cadastrados podem participar. 

Os locais que receberão os veículos e os pontos ainda não foram divulgados. 

Com base no número atual, a proporção de habitantes/táxi é de 344, número bem superior ao do Rio de Janeiro, local onde a média é de um para 198 habitantes. 

O valor da bandeirada de táxi comum é de R$ 4,10, e o do quilômetro rodado, R$ 2,50.

Supricel investe na sustentabilidade

Marco Mamari - Criado há 27 anos, o Grupo Supricel iniciou suas atividades com base nos valores e necessidades de seus clientes. Primeira empresa do grupo, a Supricel Logística recebeu posteriormente a companhia de outras três empresas em diferentes ramos de atuação: Supricel Combustíveis, Construtora e Incorporadora e Restaurantes.

Fundada em 2006, a Supricel Construtora e Incorporadora foi criada focando na inovação segundo as perspectivas do mercado imobiliário. De acordo com o diretor-executivo da empresa, Oswaldo Bongagna, seus produtos e serviços estão têm como premissa os mais rigorosos padrões de qualidade, segurança e confiabilidade. Como consequência disso está o respeito ao meio ambiente.
Uma das primeiras ações estratégicas da empresa, segundo Bongagna, foi buscar certificações como ISO-9001, PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat) e Qualihab, todas com o objetivo de garantir a qualidade e procedimentos confiáveis, que envolvem também a preservação da natureza.
Com a conquista do Prêmio de Qualidade em 2010, a Supricel alcança reconhecimento em nível nacional, o que a coloca entre as melhores empresas do Brasil no segmento de edificações. (Alinne Schmidt)
Leia a íntegra da reportagem na edição impressa do JP ou no
 JP Virtua

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