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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Gastos do brasileiro com cartão de crédito foram, em média, R$ 78 em março

Escrito por Ronie Petterson   
Qua, 08 de Junho de 2011 09:09
O brasileiro gastou, em média, R$ 78 em março de 2011 nas compras com cartão de crédito. A constatação é da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abesc), divulgada nesta terça-feira (7). Segundo a pesquisa o tíquete médio (valor gasto por compra) deste ano foi 4% maior que o valor do tíquete do mesmo período do ano passado.

No mês de março de 2010, o consumidor brasileiro gastou R$ 75, em média, nas compras com cartão de crédito. Para este ano, a estimativa da Abecs é que o brasileiro gaste cerca de R$ 78 por compra no cartão.

1º trimestre de 2011

O mercado de cartões fechou o primeiro trimestre de 2011 com faturamento de R$ 145,2 bilhões, sendo R$ 83,7 dos cartões de crédito, R$ 43,3 dos cartões de débito e R$ 18,2 dos cartões de rede/loja. Resultado alcançado graças ao aumento do ticket médio – as transações cresceram em uma média de 17% em relação ao mesmo período de 2010.

Considerando a modalidade, o crescimento das transações foi de 15% para crédito, 20% para débito e 15% para rede/loja. O número total de transações, nesse trimestre, foi de 1.859,7 milhões, sendo 754,5 milhões na modalidade crédito, 780,3 em débito e 324,9 milhões em cartões rede/loja.

Compras no exterior

Outro fator que gerou crescimento do faturamento de cartões de crédito foi o aumento dos gastos de brasileiros no exterior que utilizam em grande parte este meio de pagamento. O valor gasto pelos brasileiros no exterior, utilizando o cartão de crédito, foi de R$5.181 milhões neste 1º trimestre, o que representa um crescimento de 32%, ante o mesmo período do ano de 2010. Já o valor gasto por estrangeiros no Brasil, nesses três primeiros meses, foi de R$2.233 milhões (aumento de 1%).

O crescimento dos gastos de brasileiros no exterior, pode ser atribuído à valorização do real em relação ao dólar, além do aumento do emprego e do poder aquisitivo, que permitem ao brasileiro viajar mais para outros países.
Última atualização em Qua, 08 de Junho de 2011 09:12

Banco Rendimento e Visa lançam o cartão pré-pago Mundo Livre QUA, 08 DE JUNHO DE 2011 11:59

O Banco Rendimento, um dos principais emissores de cartões pré-pagos no Brasil, e a Visa, maior rede comercial de pagamentos eletrônicos do mundo, anunciam o lançamento do cartão Mundo Livre. Como a mais nova opção de cartão pré-pago no mercado brasileiro, o Mundo Livre reúne múltiplas funções em uma mesma solução, criada para usuários que precisam realizar pagamentos rotineiros de baixo valor.

O cartão pode ser carregado de acordo com a conveniência dos usuários que também podem controlar os gastos de forma transparente, ao acessar seu saldo e extrato pelo site quando quiser. “Com a praticidade e a facilidade de aquisição do cartão, o Mundo Livre atingirá um segmento de mercado que é carente de produtos bancários, como os adolescentes que ainda não possuem uma conta corrente e pessoas que buscam uma solução eficaz para as despesas do dia a dia”, afirma Tatiana Ziegler, Gerente de Cartões do Banco Rendimento.
Recarregável em reais, o cartão será útil para atender a necessidade de pequenos pagamentos domésticos, geralmente pagos por empregados como: abastecimento semanal de combustível dos veículos e pequenas despesas de compras na padaria e supermercados. Com isso o patrão passará a contar com praticidade, segurança e melhor controle dessas despesas. O cartão também oferecerá comodidade aos pais que poderão depositar quantias pré-definidas como a mesada dos filhos.
“O segmento de cartões pré-pago é estratégico para o crescimento local e global da Visa”, afirma Percival Jatobá, diretor-executivo senior de Produtos da Visa do Brasil. “Os produtos pré-pagos Visa possuem a habilidade de mudar o comportamento do consumidor e alcançar milhões de pessoas que estão fora do sistema bancário”, completa o executivo.
A nova opção de cartão pré-pago é uma facilidade que será emitida pelo Banco Rendimento que é um dos principais emissores do cartão Visa TravelMoney no Brasil e que conta com um portfólio variado de cartões pré-pagos no Brasil. Com mais este cartão, o Banco Rendimento busca oferecer inovação aos usuários por meio de um produto diferenciado, multiuso, com diversas vantagens e facilidades para realizar pagamentos de despesas de baixo valor e que fazem parte da rotina diária das pessoas.
O cartão Mundo Livre pode ser utilizado para compras em mais de um milhão de estabelecimentos credenciados à rede Visa Electron e para saques em milhares de caixas automáticos credenciados à rede Plus, em todo Brasil. Os usuários podem controlar e consultar os gastos e os locais onde o cartão foi utilizado por meio da página para usuários na Internet. O cartão pode ser emitido para usuários de todas as idades, que não precisam ter conta corrente em banco atrelada ao cartão já que se trata de um pré-pago. O valor mínimo para recarga é de R$ 50,00 (cinquenta Reais) e o máximo é de R$2.000,00 (dois mil Reais) por mês e R$ 10.000,00 (dez mil Reais) por ano, por CPF, independente da quantidade de cartões adquiridos.

Tecnologia de geolocalização ainda é questão polêmica

É final da manhã. O movimento intenso de carros marca a rotina do trânsito no bairro da Imbiribeira, no Recife. Ali, na Avenida Mascarenhas de Moraes, já perto de Afogados, um jovem de 24 anos encosta o carro no pé de uma ponte. É o prefeito. Ele coloca a mão no bolso, saca seu dispositivo móvel e faz um check-in. A partir de então, familiares, amigos e colegas de trabalho são informados, precisamente, da sua localização. O prefeito não é João da Costa e sim o webdesigner Dennis Calazans, responsável pela Ponte Motocolombó, no Foursquare.
Ele conta que a mania começou há alguns meses. Dennis percebeu que algumas pessoas escreviam no Twitter o local onde estavam. Começou a se perguntar o motivo. "Foi assim que descobri o que é geolocalização e conheci o Foursquare. A turma do meu trabalho brincava de disputar a prefeitura da empresa", lembra.

A ferramenta, acessada através de smartphones e outros aparelhos móveis, trabalha o conceito de georreferência. Ao abrir o aplicativo, a pessoa pode buscar bares e cinemas, entre outros tipos de estabelecimentos, num raio de distância definido pelo usuário. Para sinalizar que o local está sendo visitado, é feito um check-in. Existe o recurso de postar comentários para tornar o ambiente virtual mais interativo. O status de prefeito de algum lugar é entregue para os mais participativos.
"Uso o Foursquare para encontrar amigos e lugares. Viajei para Fortaleza, neste ano, e procurei um bar num raio de cinco quilômetros. Observei os que eram mais bem avaliados e fiz minha escolha", fala Dennis. O webdesigner ainda tem uma conta no Google Latitude, mas o acesso às informações ficou restrito à família. "Minha mãe e minha irmã ficavam preocupadas se eu cheguei no trabalho ou se aconteceu alguma coisa. Para evitar um monte de telefonemas, elas acompanham meu GPS pela web", comenta.

Para Rafael Siqueira, diretor de tecnologia e co-fundador do site Apontador (www.apontador.com.br), a internet está se transformando e trazendo novas oportunidades para melhorar a vida das pessoas. "Oferecemos mais de 30 aplicativos diferentes para Android, BlackBerry, iPhone e Windows Mobile. Os mais acessados fornecem dados relacionados a trânsito, cinema e postos de combustível", revela.
De acordo com o empresário, o site, criado em 2000, possui cerca de 12 milhões de visitantes únicos no mês e é um dos mais acessados no Brasil. Foram registrados mais de 850 mil downloads de apps diversos. “Você viaja, tira uma foto com o celular e faz upload dela com coordenadas geográficas e um mapa integrado. São muitas as possibilidades desta nova era”, observa.

Entrevista - O especialista em marketing Estevão Rizzo é proprietário do Foursquare Brasil, comunidade nacional que repercute novidades e tendências na rede social que ajudou a difundir a geolocalização. Desde a criação do Foursquare, em março de 2009, mais de 10 milhões de usuários no mundo inteiro passaram a usar o serviço. No Brasil, cerca de 200 mil pessoas já se registraram no site. Para Estevão Rizzo, o sucesso da rede social é provocado por recursos que a tornam parecida com um game que permite competições entre amigos.

Por que a geolocalização demorou a se expandir?
A tecnologia já existia para mobiles cinco anos atrás. O problema é que faltava popularizar o smartphone. Quando isso aconteceu, várias redes foram surgindo, como Google Wave, Apontador e Facebook Places. Só que o Foursquare foi o site que mais se consolidou em nível mundial.

O que provocou esse sucesso?
Acredito que o Foursquare tem vários diferenciais. Alguns recursos promovem mais interação e dinâmica entre os usuários e, ao mesmo tempo, tornam a rede divertida. Um exemplo são badges, medalhas que podem ser conquistadas em diferentes situações. Também tem o sistema de pontuação para cada atividade realizada no Foursquare. O usuário que mais visita um determinado lugar é eleito prefeito dele.

Como o Foursquare pode ajudar as pessoas?
Chamamos de check-in o ato de um usuário visitar um local e anunciar no Foursquare. Ninguém fica dando check-in em estabelecimentos ruins. Então, isso serve como um guia dos melhores lugares. Também tem a ferramenta de tips, que são dicas e comentários postados sobre um local. Certa vez, um sócio meu foi ao Rio de Janeiro e ia jantar num restaurante que era considerado excelente. Quando ele foi ver o Foursquare, tinha vários comentários negativos dizendo que a comida nem era tão boa assim e o preço não compensava. Ele desistiu de ir!

As empresas também saem ganhando?
Depende da empresa. Check-ins e comentários positivos são publicidade virtual, uma espécie de boca-a-boca na internet. Por outro lado, locais que recebem muitas críticas ficam queimados e podem perder clientes.

Qual o futuro da publicidade no Foursquare?
Percebemos que muitos usuários ativos começam a dar sinais de desgaste e reduzem sua participação na rede. As empresas devem apostar em desenvolver challenges, que são desafios. Sites de compra coletiva já fazem isso, mas a nossa mecânica é diferente. O primeiro usuário a dar check-in num café todos os dias da semana, por exemplo, poderia ganhar um brinde ou um desconto.

As pessoas vão perder a privacidade?
Toda ferramenta inovadora, mesmo quando traz benefícios, gera desconfiança. Aconteceu com o Twitter e, agora, a história se repete com as redes de geolocalização. Costumo dizer que é simples: você só informa o que quer que as pessoas saibam. Ninguém dá check-in em motel e escreve que está com a amante. Por outro lado, um político de um país europeu se deu mal porque a esposa dele estava acessando o Google Maps, que é uma imagem estática. Ao dar zoom, ela viu o carro do marido numa rua repleta de prostitutas! Se eu sair para determinado lugar e não escrever isso nas redes sociais, outra pessoa pode postar dizendo que me viu. Então, no ponto em que a internet chegou, se você quiser fazer algo escondido sem ninguém saber, não faça. É o único jeito.

Setor de cartões fatura R$ 145 bi no 1º tri, alta de 22,5%

O mercado de cartões fechou o primeiro trimestre com faturamento de R$ 145,2 bilhões, crescimento de 22,5% ante o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços).
Somente o setor de cartões de crédito, teve um aumento de 23%, com faturamento de R$ 83,7 bilhões. "Um fator que contribuiu para essa evolução no faturamento foi o aumento dos gastos de brasileiros no exterior, que utilizaram em grande parte esse meio de pagamento", segundo comunicado da entidade.
Os cartões de débito apresentaram faturamento de R$ 43,3 bilhões, com crescimento acima da média, 25%, e os cartões private label responderam por R$ 18,2 bilhões, 21% de aumento. As transações também cresceram, em uma média de 17% em relação ao mesmo período em 2010, reflexo do aumento do ticket médio.
Em nota, o presidente da Abecs, Claudio Yamaguti, avalia que o primeiro trimestre foi positivo para a economia brasileira e, como consequência, o setor de meios eletrônicos de pagamento teve bom desempenho nesse período.
"Apesar das medidas do governo, de elevar juros e conter um pouco o crédito, o consumo das famílias ainda se encontra aquecido, visto que, por enquanto, os efeitos dessas medidas ainda não são sentidos."

Fuel Card News Motoring Updates: Cost of running a car rises by 20% in one year 07/06/2011

The cost of running an average car has risen by 21.1 per cent over the last year, according to research by Sainsbury’s Finance.
A £300 rise in the annual cost of petrol and hikes in insurance, servicing costs and other motoring expenses contributed to the rise.
British car owners are now paying out an average of £3,090 to run their car, which is over a fifth more than a year ago.
The survey of 2,000 adults by Sainsbury’s Finance also revealed that MOT tests and taxes have also risen considerably over the last year.
Ben Tyte, head of motor insurance at the company, said: “The cost of motoring has soared in recent months as all costs, but particularly fuel prices and insurance premiums, continue to rise.
“The cost of driving can be kept better in check by shopping around, particularly for fuel and car insurance.”
In other news, the UK Petroleum Industry Association has warned Britain of a forthcoming shortage of UK-sourced diesel and that imports may need to triple in the next ten years in order to meet demand.

WebMotors anda no carro elétrico Nissan Leaf em São Paulo Totalmente silencioso e de fácil manuseio, modelo é o exemplo de um automóvel para um mundo fictício e ideal

WebMotors anda no carro elétrico Nissan Leaf em São Paulo


(07-06-11) – A Nissan convidou o WebMotors para dar uma volta no Nissan Leaf ao lado do Playcenter. Apesar de o local escolhido estar ao lado de um que já foi o maior parque de diversões da América Latina, a brincadeira não foi tão boa assim. A programação que faz parte do novo evento de relacionamento da Nissan, Nissan Inova Show - “Um evento que percorrerá mais de 30 cidades, levando a experiência da marca e o conceito de inovação japonesa da Nissan para mais de 100 mil pessoas, ao longo de um ano” – que leva você a um rápido passeio no Nissan Leaf e no Nissan March, além de todos os outros modelos da marca.

Pois é, a brincadeira só não foi tão boa assim porque a nossa volta com o Nissan Leaf ficou reservada por inúmeras restrições. Rodamos em um dos oito modelos totalmente elétrico que a Nissan trouxe ao Brasil em um circuito totalmente programado por cones, em uma velocidade máxima de 20 km/h. Valeu apenas pela sensação e oportunidade de conhecer como o modelo funciona. Se você tiver como participar de um Inova Show. Vá ver de perto o Nissan Leaf que ele é legal. Trata-se de um modelo que mostra uma tendência que demorará a chegar aqui, mas que em alguns lugares do mundo já é bem real.

Impressões ao dirigir

Sem a chave, aperto o botão e pronto. O sistema de proximidade do chaveiro da chave é semelhante ao dos companheiros Nissan Livina e Tiida. Sem nenhum barulho, como se eu estivesse ligando um computador, o Nissan entra em ação. Você só consegue descobrir que a operação foi concluída quando as luzes indicativas do painel se acendem. Sem o menor esforço, movimento a alavanca no console para a posição D, em seguia aperto suavemente o acelerador. A diferença do seletor de velocidade do Leaf para a dos modelos automáticos a gasolina está na suavidade do movimento. Outro detalhe é que a posição P está marcada por um botão. Ainda na alavanca, o Leaf oferece a forma de condução econômica ou normal. Nada de esportividade no caso do elétrico, se você quiser correr vai comprar um V-oitão. O econômetro do Nissan Leaf são arvorezinhas digitais localizadas no visor acima do campo de visão do volante. O painel digital tem velocímetro, indicador de temperatura da bateria, medidor de energia, medidor de energia restante, indicador de nível de capacidade, um display de autonomia e Eco indicator. O monitor padrão tem um GPS (não estava funcionando e nem funciona no Brasil) que exibe a “área de alcance”, ou seja, até onde você consegue chegar com o Leaf, bem como uma indicação das estações de carregamento próximas. 

O que mais impressiona no Nissan 100% elétrico é o silêncio, o carro não faz barulho algum. Durante a apresentação técnica, os engenheiros da Nissan explicaram que uma das maiores dificuldades no desenvolvimento do Leaf ficou por conta do isolamento acústico, uma vez que em carros a combustão o barulho do motor acaba compensando o de algum suposto ruído. O ar-condicionado funciona à todo vapor, porém em caso de viagens mais longas o Nissan lhe propõe por meio da central uma melhor autonomia ou um ar climatizado. Fica ao seu critério. O volante é mais leve que um modelo eletro-hidráulico, afinal de contas ele é totalmente elétrico. A linha de chegada chegou com gosto de quero mais, ou melhor, com gosto de pular as cercas e enfrentar aquele trânsito caótico da avenida Marginal Tiete. Aí sim, poderíamos ver como o Nissan Leaf se sairia! Segundo assessoria de imprensa da Nissan, em outra oportunidade oWebMotors poderá avaliar o Leaf em ruas de verdade. 

Nissan Leaf – Apresentação:

Considerado pela Nissan o primeiro carro 100% elétrico fabricado em larga escala, o Nissan Leaf foi lançado em 2010 e já pode ser comprado nos Estados Unidos, Japão e alguns países da Europa. Desenvolvido em uma carroceria hatch o Nissan Leaf promete uma autonomia de 160 km, distância equivalente a de Piracicaba, interior de São Paulo, à capital. A velocidade máxima que você consegue atingir com o Leaf é de 145 km/h, o motor elétrico localizado no capô dianteiro tem 80 kW (107 cv) de potência e 280 Nm de torque.

Para recarregar completamente a bateria, composta por 48 módulos e 4 células, que fica alojada abaixo dos bancos do motorista, são necessárias 8 horas, em uma tomada de 220 volts. A carga rápida, usando uma tomada de 400 volts, consegue recompor a energia em 80% em apenas 30 minutos.

Os próprios representantes da Nissan admitiram que o pacote de bateria íon de lítio perde autonomia conforme o tempo. Um exemplo citado é o de 80% dentro de um período de 5 anos, e assim por diante. Com a regra abaixo do braço o consumidor que comprar o Leaf tem garantia de 8 anos ou 160.000 km, dependendo da condição do uso.

Não pense que o Leaf só gasta energia, ele tem um sistema regenerativo que aproveita a força da frenagem para alimentar novamente a bateria. Ou seja, ao invés de desperdiçá-la quando o motorista aciona os freios ou reduzir a velocidade tirando o pé do acelerador, um motor elétrico atua como um gerador elétrico, convertendo a energia que seria dissipada em aproveitada. Calcula-se que para cada parte de energia da força aplicada, cerca de 40% seria reaproveitada com a frenagem regenerativa.

Interatividade ao extremo

Antigamente você precisava dar a partida no carro a álcool para esperar o motor chegar à temperatura ideal de trabalho. Com o Leaf você pode deixar o carro na temperatura interna ideal sem tirá-lo da tomada, por meio do seu celular. Você programa o clima interno do carro antes de desconectá-lo da tomada. A vantagem que se leva é a de poder sair com o carro fresquinho sem desperdiçar energia da bateria, aproveitando o máximo da tomada. 

Os motoristas do Nissan LEAF poderão utilizar telefones celulares com acesso à web para ligar o ar-condicionado e configurar funções de recarga remotamente, mesmo quando o veículo estiver desligado. Um timer de bordo controlado de forma remota também pode ser programado para iniciar a recarga.

Nos EUA, o Nissan Leaf é comercializado por US$ 32.700, sem contar os descontos proporcionados por cada governo. Na Califórnia o usuário abate US$ 5 mil, no Colorado US$ 6 mil, no Havaí US$ 4,5 mil e no Tennessee US$ 2,5 mil. Quando a bateria chega ao fim, o usuário tem de desembolsar cerca da metade do valor do carro, mas segundo a Nissan existe a possibilidade de arrumar células ou módulos antes do decreto de morte do carro.

As vantagens de um automóvel elétrico diante de um movido a combustão são várias. No modelo limpo não é necessário trocar o óleo ou o filtro, assim como reparar velas ou regular válvulas. Porém, se você espetar o Leaf em uma tomada de 220 volts da sua casa para carregá-lo em 8 horas, será o mesmo que você ligar um forno elétrico por 8 horas. Ambas as situações indicam um consumo de 3,3 kW/h. A Nissan oferece uma situação para tomadas de 110

volts, com um tempo necessário de 20 horas para a carga máxima, seria o equivalente a um microondas ligado durante todo este período. O valor sugerido para o kW/h em São Paulo é de 20 centavos, logo, o valor de uma recarga para o Leaf na capital na tomada de 220 volts ficaria em R$ 5,28. Para você rodar 160 km com um carro flexível é necessário usar 16 litros de álcool. Com um preço médio de R$ 1,80, o desembolso para percorrer a mesma distância seria de R$ 28,8.

Pílulas

- O Nissan Leaf passou no crash teste. Suas baterias são a prova d’água e não pegam fogo
- Em temperaturas mais baixas as baterias de íon de lítio funcionam melhor
- Com o Proálcool bem aquecido, dificilmente carros totalmente elétricos cheguem por aqui
- O valor estimado para ter um Leaf importado no Brasil, caso fosse possível fazer essa operação, é de US$ 230 mil
- Os oito Leaf que estão no Nissan Inova estão registrados como veículos de demonstração
- O conjunto de baterias do Nissan Leaf pesa 290 kg

Anfavea: Produção de veículos sobe 2,1% em maio

A indústria automobilística brasileira produziu 303,54 mil veículos no mês passado, 2,1% a mais do que no mesmo período de 2010, informou há pouco a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O volume ficou 8,4% acima dos 280,12 mil veículos de abril.

Nos cinco primeiros meses do ano, a produção somou 1,40 milhão de unidades, o que corresponde a uma alta de 3,7% sobre a quantidade do mesmo período de 2010.

Cabe lembrar que a entidade mudou a partir do balanço de abril a metodologia do cálculo de produção e exportação do setor, deixando de considerar na conta os veículos desmontados, conhecidos pela sigla CKD (completely knocked-down vehicles).

No quinto mês de 2011, a produção de carros de passeio e utilitários somou 280,91 mil unidades, avanço de 1,1% sobre maio de 2010. Na mesma base de comparação, a fabricação de caminhões subiu 18,6%, para 18,49 mil unidades, enquanto a de ônibus avançou 6,2%, chegando a 4,13 mil unidades.

A entidade informou também que a ocupação nas montadoras atingiu 141,91 mil empregados em maio, 0,7% a mais do que em abril.

De acordo com a Anfavea, a produção de máquinas agrícolas automotrizes no Brasil ficou em 7,21 mil unidades em maio, resultado que correspondeu a um decréscimo de 10,4% frente ao mesmo período de 2010.

Na comparação com abril, quando foram produzidas 6,92 mil unidades, houve expansão de 4,2%. Com isso, a produção de máquinas nos cinco primeiros meses acumulou 33,94 mil unidades, uma queda de 6% na comparação anual.
Fonte: Valor Online

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO O presente Artigo, traz em seu conteúdo um breve resumo do que vem a ser o Planejamento Estratégico dentro de uma organização, com algumas definições de renomados autores.

Segundo Maximiano (2000), A administração é o processo ou atividade dinâmica, que consiste em tomar decisões sobre objetivos e recursos. O processo de administrar (ou processo administrativo) é inerente a qualquer situação em que haja pessoas utilizando recursos para atingir algum tipo de objetivo. A Administração é definida como o processo de tomar e colocar decisões em pratica a partir de metas e objetivos através da alocação de recursos. Simplificadamente administrar é o ato de planejar, organizar, dirigir e controlar as ações de uma organização. Sendo o planejamento a primeira etapa desse processo. Com a globalização, cada vez mais está diminuindo a distância entre as nações, e apesar do grande avanço tecnológico todas as etapas da estruturação de uma empresa precisam ser cumpridas para que os objetivos principais possam ser concretizados. Já Chiavenato (1999), define administração como:

O processo de Planejar, Organizar Dirigir e Controlar o uso dos recursos organizacionais para alcançar determinados objetivos de maneira eficiente, pois administrar não significa executar tarefas ou operações, mas sim fazer com que elas sejam executadas por outras pessoas em conjunto, já que administração visa alcançar os objetivos organizacionais de maneira eficiente.

Conforme Oliveira (199) A etapa de Planejamento Organizacional esta subdividida em: estratégico, tático e operacional. O Planejamento estratégico de total responsabilidade dos níveis mais altos da empresa (presidência e diretoria) diz respeito tanto à formulação de objetivos quanto à seleção dos cursos de ação a serem seguidos para sua consecução, levando em conta as condições externas e internas à empresa e sua evolução esperada, missão, visão, valores e políticas são definidos nessa etapa. Enquanto que o Planejamento tático ou Intermediário – è o amortecedor dos impactos ambientais, pois recebe ordens do nível Institucional, Tem por objetivo otimizar determinada área de resultado e não a empresa como um todo. Portanto, trabalha com decomposições dos objetivos, estratégias e políticas estabelecidos no planejamento estratégico, Elaboração de meios para obtenção dos fins, são desenvolvidos a níveis organizacionais inferiores, buscando tornar eficientes os recursos disponíveis para a consecução dos objetivos previamente fixados, seguindo todo um roteiro pré-determinado pelo nível mais elevado. Já o Planejamento operacional pode ser caracterizado como o nível onde tudo acontece, ou seja, a execução das tarefas determinadas no nível Estratégico,tambem considerado como a formalização, principalmente através de documentos escritos, das metodologias de desenvolvimento e implantação estabelecidas, basicamente, os planos de ação ou planos operacionais,correspondentes a um conjunto de partes homogêneas de planejamento tático.


Adaptado de Oliveira, (1999). Quadro 1
Amplitude diz respeito à abrangência do Planejamento, se considera a empresa como todo ou apensa parte dela, enquanto que o risco diz respeito ao prazo de execução do planejamento, o prazo determina o tempo de execução do mesmo. A flexibilidade situação e o posicionamento do ambiente interno.

3.1 Planejamento Estratégico

De acordo com Las Casas, (2001), Planeja-se quando há um objetivo de alcançar, delineando-se as formas de alcançá-lo. Quando não se pensa no que será feito, há ausência de planejamento. Toda atividade a ser realizada requer um planejamento, desde a constituição de uma família, até uma viagem de negócios. O planejamento é uma atividade comum no dia-a-dia de todo e qualquer ser humano.
Kotler (1992) Planejamento estratégico é definido como:
O processo gerencial de desenvolver e manter uma adequação razoável entre os objetivos e recursos da empresa e as mudanças e oportunidades de mercado. O objetivo do planejamento estratégico é orientar e reorientar os negócios e produtos da empresa de modo que gere lucros e crescimento
satisfatórios.
O Planejamento estratégico é simploriamente comparado ao jogo de xadrez, pois muito se assemelham no alcance de objetivos, devido ao uso de estratégias através de varias táticas e recursos. (Steiner, In: Oliveira, 1988, p. 20): apud Farah 2003 Em termos conceituais, o planejamento se utiliza de cinco dimensões, Assunto abordado: produção, finanças, marketing,...; Elementos do planejamento, tais como objetivos estratégias e orçamentos; Dimensão de tempo: curto, médio e longo prazo; Unidades onde o planejamento é elaborado, podendo ser em departamentos, corporativo, em subsidiárias; Características como estratégico ou tático, confidencial ou público, complexo ou simples. Conforme Oliveira, (1999) O planejamento Estratégico corresponde ao estabelecimento de um conjunto de providências a serem tomadas pelo executivo para a situação em que o futuro tende a ser diferente do passado, não podendo ser confundido com previsão, predição, resolução de problema ou plano, pois o mesmo é a interação de todos esses elementos.
Conforme Kotler (1992), No Planejamento Estratégico a Missão e a Visão da empresa são estabelecidas À visão é a declaração da direção em que à empresa pretende seguir, ou ainda, um quadro do que a empresa deseja ser. Trata-se ainda da personalidade e caráter da empresa. Assim, a declaração de visão de uma empresa deveria refletir as aspirações da empresa e suas crenças. A missão da empresa deve refletir a razão de ser da empresa, qual o seu propósito e o que a empresa faz. Geralmente a declaração da missão é curta, com no máximo duas sentenças ou um pequeno parágrafo. Oliveira (1999), A visão juntamente com a Missão é o caminho que a mesma pretende seguir, e como fará para alcançar esse caminho. Também pode ser dada como a imagem que a organização tem de si mesma. A principal Missão de qualquer empresa é maximizar o lucro dos seus acionistas, através da utilização dos seus recursos, para a definição da mesma faz-se necessário definir quem são seus clientes, qual o papel que a empresa deseja representar no mercado, o que esta irá fazer para a melhoria de si mesma e quem esta atendendo, qual o negocio principal.

3.2 Planejamento Tático

O plano tático operacional deve ser permanentemente utilizado para planejar, passo a passo, o alcance da meta. É comum a observação de objetivos e metas corretamente elaborados, mas sem nenhum sucesso na hora da implementação.
Subdivisões do Planejamento Tático
O Plano Financeiro, que segundo Gitman (2002), Planejamento Financeiro é um aspecto importante da empresa, porque ele mapeia os caminhos para guiar, coordenar e controlar as ações da empresa para atingir seus objetivos. È o planejamento realizado em dois momentos, em longo prazo e em curto prazo, sendo o primeiro normalmente feito para períodos de 2 a 5 anos. Atua integradamente com o plano de Marketing e de Produção. Nele esta contido desde despesas com alugueis, energia elétrica, salários de funcionários, ate previsão de vendas, a partir dessas são desenvolvidos os planos de produção. Vários momentos históricos contribuíram para a mudança de comportamento dentro das organizações na forma de pensar o departamento financeiro das organizações, como exemplo: o desenvolvimento industrial trouxe uma nova complexidade ao mundo dos negócios e os administradores defrontaram-se com o problema financeiros dos lucros, das fusões, das incorporações.
No entanto, a quebra da bolsa de Nova York (1929) resultou em desafios financeiros, e toda a organização se voltou para o setor de finanças, onde trabalhavam financistas e advogados que passaram a ocupar altos cargos hierárquicos. Ainda em Gitman (2002), O Plano Financeiro deve levar em conta todos os aspectos econômicos do país, durante sua constituição, evitando dessa forma que a culpa das possíveis falha seja creditada ao departamento Financeiro, afinal a economia é algo muito oscilante. As pessoas embora conscientes de que a organização é um conjunto de departamentos e que as decisões são tomadas apartir de um consenso, ainda assim julgam o departamento financeiro como o culpado de todo e qualquer fracasso.
Plano de Marketing – Las Casas (2001), Este que é dado como um relatório ou documento que expõe as informações detectadas no processo de planejamento. Os resultados da analise ambiental das metas e dos objetivos de Marketing e dos principais elementos da estratégia de Marketing devem ser especificados por escrito durante o processo de Planejamento Estratégico de mercado. Tem como principal propósito, identificar os fatores que podem ser definidos como fraquezas, forças, oportunidades e ameaças, além de ajudar no monitoramento dos resultados, pois especifica os resultados esperados antecipando a situação final do Planejamento macro. Para isso, utiliza-se de método de pesquisas aplicado diretamente nos consumidores, e da observação do comportamento dos concorrentes, assim côo do cenário econômico do país.
O terceiro Plano a ser traçado é o Plano de Pessoal, Chiavenato (2004), que No período de contratação o departamento Pessoal precisa ser minucioso na hora de Recrutar e de Selecionar os futuros colaboradores da organização, para tanto na hora da elaboração do plano de Pessoal leva-se em conta a necessidade de treinar as pessoas, para que seja garantido o aumento da produtividade da empresa. Para tanto se faz necessário à garantia da estabilização do número de efetivos, com redução nos dois primeiros anos, disponibilidades de meios seguros de trabalho, bem como assegurar a formação inicial e contínua, visando o acréscimo da qualificação dos trabalhadores, além de Desenvolver o potencial humano elevando o índice de qualificação pessoal e profissional dos trabalhadores, pois a satisfação do cliente interno esta em primeiro lugar.
O Plano de Produção é projetado após as previsões de vendas feitas pelo Plano Financeiro, dependente ainda do departamento de Vendas que tem por principal função a conquista das vendas como o próprio nome sugere.
Plano de vendas Cobra (1994), Como todo plano possui objetivos e metas,assim como políticas e métodos de vendas,o plano deve ser revisto periodicamente a cada três meses, deve possuir táticas de vendas com produtos e clientes de cada região. Prever necessidades de treinamentos, reuniões regionais com equipes de vendas e revendedores se houver mais de uma filial.

3.3 Planejamento Operacional

È a realização de todos os outros planos, pois é originado na produção, ou seja, pode ser considerado como a formalização, principalmente através de documentos escritos, das metodologias de desenvolvimento e implementação estabelecidas. O planejamento operacional cria condições para a adequada realização dos trabalhos diários da empresa. O mesmo define-se como a materialização prática para a realização das metas definidas no planejamento estratégico. É projetado para curto prazo, para o imediato, envolve cada tarefa ou atividade isoladamente e preocupa-se com o alcance de metas especificas,é definido para cada tarefa ou atividade. Oliveira, (1999) Os Planejamentos Operacionais correspondem a um conjunto de partes homogêneas do Planejamento Tático, em seu conteúdo está descrito quais os recursos necessários para o desenvolvimento e implantação,assim como os procedimentos básicos, os produtos ou resultados almejados, além dos prazos estabelecidos e dos responsáveis pela execução. Las Casas, (2001) Planejar Estrategicamente significa estar em sintonia com o mercado, visando à adaptação da direção estratégica de uma empresa, às mutantes oportunidades do mercado, considerando sempre os recursos disponíveis e objetivos perseguidos.


Referência


GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira Essencial, 2 ed. Porto Alegre, Bookman, 2002. 610 pág.

KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento,
Implementação e controle. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1992.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Plano de Marketing para Micro e Pequena empresa. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2001,158 p.

MAXIMIANO, Antônio César Amaru, Teoria geral da Administração – Da revolução Urbana á Revolução Digital, 3º ed. São Paulo: Atlas, 2002; 518 pág.

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento Estratégicos-Conceitos Metodologia e Práticas. São Paulo. Atlas, 1999.303 p.

Kotler's formula for faster growth


Philip Kotler, known as the guru of marketing, yesterday laid out a number of recommendations for Bangladesh to achieve faster economic progress.
The suggestions are: targeting some selective countries to attract investment, following the models of emerging economies such as China and India, making cheaper and better products for the poor, and branding the country based on its strength.

Prof. Philip Kotler at a session with the media
at Sonargaon Hotel, Dhaka
“To brand Bangladesh better, the concerned people should run a good campaign into those countries in which Bangladesh wants their products or services to sell more and to know a lot about it,'' said Prof Kotler at a session with the media at Sonargaon Hotel.
Kotler, a well known personality among business students, academicians and marketing executives worldwide, put forward these suggestions hours after he landed for the first time in Dhaka.
“Bangladesh should select some countries, which can invest in here, where they can run a strong campaign, which I believe could turn upside down the whole economy within no time,'' he said.
''China, India, Russia, and Brazil all have done it. Even Indonesia is progressing really well. They have a GDP growth of 6.9 percent right now. So why can't Bangladesh?” said Kotler
The 80-year-old professor of international marketing at JL Kellogg Graduate School of Management of Northwestern University is acclaimed for writing textbooks on marketing and broadening the idea of marketing.
He became an icon in the academic arena for popularising a ground-breaking theory of marketing -- the Four Ps (Product, Price, Place, and Promotion).
''Marketing is about really creating fans. The magic of marketing is being the right time with right product with right place with right people. The great companies always build community,'' he said.
He praised Nobel laureate Prof Muhammad Yunus and Grameen Bank for helping the poor by giving microloans.
''It generates little income opportunity. So, Grameen Bank may be one of the ways to make Bangladesh best known to the rest of the world. So, I give best thanks to him,'' said Kotler.
The professor also pointed to Bangladesh's garments, the biggest export earner.
He said the garments made by Bangladesh are creating an impact among customers in advanced economies.
''Your garment is going to Marks and Spencer. Made in Bangladesh has got a good meaning," he said.
Kotler suggested Bangladesh focus on widening industries that generate more foreign exchange through export, and also attracting foreign capital.
He said Bangladesh, a country of over 160 million population, can follow the examples of Japan, which made better and cheaper products to lift its economy from the devastation of the World War 11.
''Japan, after the Second World War, started copying US products, but they made it better and cheaper, '' he said, adding that the strategy helped Japan win.
After four to five years, the US manufacturers started envying the Japanese, the marketing boss said.
''You can always win the market through making better and cheaper product.''
Kotler stressed the need for a strong tourism industry, saying that it plays an important role in portraying a good image of the country among people abroad.
''You really have to run a good campaign if you want others to know.''
He suggested following the Singapore growth model as the country has advanced by focusing on education, healthcare and financial markets.
The professor also asked Bangladesh to target a niche section of people abroad, especially those who have capital.
''You don't need 6.5 billion people of the world to know about you,'' he said, advising that Bangladesh should take lessons from other emerging economies.
''The common thing between Bangladesh and BRIC countries (Brazil, Russia, India and China) is all of them are densely populated. So, if they can do it, I believe Bangladesh has the potentiality of doing it as well.''

Ronaldo quer ser o novo fenômeno no marketing

O Fenômeno dos gramados saiu de cena na noite desta terça-feira. Ronaldo, agora, planeja tornar-se um fenômeno do marketing esportivo e da publicidade. E seus primeiros passos foram firmes. Sua empresa, a 9ine, já está com clientes de ótimo potencial em sua carteira.
A 9nine faz o gerenciamento das carreiras do santista Neymar, do são-paulino Lucas, além de Anderson Silva, o brasileiro campeão do UFC, e de Falcão, a estrela do futsal. Está em negociações também com o meia Paulo Henrique Ganso e tem planos de conquistar Kaká.
Além disso, a empresa de Ronaldo teve participação decisiva na vinda de Adriano para o Corinthians e vai correr atrás de um patrocinador que ajude a pagar parte do salário do atacante. Captar patrocínios para os atletas que gerencia é um dos objetivos da 9ine.
"Quero aprender tudo sobre publicidade e marketing", deseja Ronaldo. "Viemos para fazer a diferença", conclui o ex-atacante de 34 anos, que é detentor de 45% das ações da empresa. No mercado, comenta-se que ele investiu cerca de R$ 5 milhões no negócio.
O agora empresário Ronaldo Nazário tem planos ambiciosos na sustentação de carreiras promissoras
Para abrir a 9ine, ele associou-se ao WPP, considerado o maior grupo do mundo no setor e que detém igualmente 45% das ações, e ao empresário Marcus Buaiz, dono de 10% das cotas.
A empresa também tem negócios com a Ambev (Ronaldo é patrocinado da empresa, por meio da marca Guaraná Antárctica desde o início da carreira como jogador), com o grupo Pão de Açúcar (por meio da marca Extra).
Na última segunda-feira, anunciou também acordo com a Duracell, que vai explorar a imagem de Ronaldo e terá outras ações publicitárias comandadas pela 9ine. O Fenômeno busca outros negócios para a empresa, mas não pretende ter uma carteira extensa.
"Não estamos interessados em quantidade. Queremos trabalhar com jogadores de potencial e dar um suporte completo a eles", explicou o ex-jogador.

Número
R$ 5 milhões seria a valor do investimento de Ronaldo na empresa de publicidade 9ine

TERRA todos os canais radiona Webradiono Terra email horóscopo tempo assinaturas e serviços Enviar para amigosComentarRelator de BRF no Cade vota por reprovação de criação do grupo


O relator do caso Brasil Foods (BRF) no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Carlos Emmanuel Ragazzo, votou pela reprovação da união entre Perdigão e Sadia que deu origem ao grupo.
Após leitura de seu relatório em julgamento no Cade nesta quarta-feira, Ragazzo pediu que o negócio seja desfeito.

The Secret Weapon of Great Leaders

Melba Duncan, author of the HBR article "The Case for Executive Assistants," explains why technology can't replace personal support.

Dancing into a Turnaround

Jack Meyer, chairman of the Boston Ballet, on bringing financial discipline to a creative organization.