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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Qual a influência do Marketing na sua vida? Você tem dúvidas sobre o que é Marketing ou sobre qual é a sua função?

Talvez você tenha dúvidas sobre o que é Marketing e pra que ele serve. Fique tranquilo, você não é o único. Há muita gente que confunde Marketing com Propaganda, com política, com enganação, dentre outras coisas. Essas dúvidas são completamente normais, porque o conceito é relativamente novo, mas nós, Profissionais de Marketing (não marketeiros, por favor!), estamos aqui para ajudar a clarear as suas ideias.

Vamos usar como exemplo o equipamento que você está utilizando para ler esse artigo. Vamos supor que seja um notebook, ok? Ok. Como você tomou ciência da existência dele? Caso tenha tido a necessidade ou desejo de comprá-lo espontaneamente e foi diretamente à loja, podemos ter as seguintes situações:

Exposição: o notebook estava bem exposto, acessível às suas mãos, com material promocional (aquelas plaquinhas/adesivos informando as características do produto)? Ponto para o Trade Marketing e para o Merchandising. Estas ferramentas do Marketing são ideais para que o produto esteja visível, acessível e com destaque no ponto de venda, e, com isso, possa ser escolhido por você.

Promoção: você ganhou uma impressora na compra do notebook? Ou um roteador? Isso éPromoção de Vendas! Esse item do Mix de Marketing é importante para que você leve outros itens úteis em apenas uma compra, e para que a empresa alavanque suas vendas.

"Não, eu já conhecia a marca através de propaganda, das redes sociais. Soube que ela tem uma boa imagem no mercado, então decidi comprar." Isso é Branding, o trabalho da marca em si. A empresa se preocupa com a sua imagem perante o mercado, tendo como objetivo conquistar o cliente e, por consequência, concretizar a venda.

Um último caso: "Eu me decidi pelo preço/condição de pagamento. Fiz uma boa pesquisa e comprei na loja que me ofereceu o melhor valor/formas de pagamento". As estratégias de precificação são chamadas de Pricing, um importante item do Mix de Marketing que age desde a negociação de valores entre fabricante e revenda até o preço apresentado para o consumidor final (você). O objetivo é aumentar a vantagem competitiva perante o concorrente, e assim, a compra do produto por você.

O Marketing não deve ser visto de forma pejorativa, como muitas vezes já vimos por aí. A função do Marketing NUNCA foi nem nunca vai ser enganar o consumidor, muito pelo contrário: seu objetivo é "fazer a ponte" entre a marca e você, cuidando para que você tenha o melhor produto, o melhor atendimento, o valor justo pelo bem adquirido, e o mais importante, que você fique satisfeito com a sua compra.

Divisão de peças e acessórios da Fix Implementos Rodoviários vai crescer 40% em vendas durante 2011


Com a incorporação de novos itens em seu portfólio e inauguração de cinco unidades, uma no Sul e 4 no Sudeste, empresa mostra por que se tornou uma das maiores distribuidoras da rede independente
A Fix Implementos Rodoviários, por meio de sua divisão que distribui peças e acessórios para carretas e cavalinhos – a Fix Peças - dá uma cartada decisiva para crescer ainda mais no mercado e anuncia que o ano será marcado pela inauguração de cinco unidades. 
 
Depois da Fix Sul, localizada em São José dos Pinhais, PR, que abriu as portas em março último, a divisão se prepara para entrar também nas cidades paulistas de Jacareí, Campinas e Santos bem como em Betim, MG. “O plano de crescimento segue conforme havíamos previsto, a próxima filial será em Jacareí, em julho, e até o final do ano consolidaremos a nossa marca com outras três. O montante de investimento é de cerca de R$ 4 milhões, mas está valendo à pena. Esperamos subir 40% em vendas, saltando de R$ 18 milhões para um patamar de R$ 25 milhões e, consequentemente, geraremos mais empregos”, anuncia Valter Baldaia, diretor-presidente da empresa.
 
Visando melhor atender seus clientes, além da novidade das filiais, a divisão de peças está incluindo produtos que irão se somar aos 11 mil de seu portfólio. Recentemente, inclusive, disponibilizou outros 100 itens para a cabine Iveco com preço diferenciado, entre 20% a 40% inferior às concessionárias e entrega em apenas 24 horas para São Paulo e interior. O primeiro carregamento foi um sucesso e o estoque se esgotou em apenas 15 dias. “A expectativa é dentro em breve também fornecemos para cabines da Mercedes Benz o que reforça o nosso pioneirismo, preços super competitivos e rapidez no atendimento”, comemora Baldaia.
 
Tais fatos demonstram por que a empresa se tornou uma das maiores distribuidoras de peças e acessórios da rede independente, parceira, inclusive, de grandes fabricantes como TRW Varga (lonas de freio), Jost (acoplamento e articulação), Suspensys (sistema de suspensão), Haldex (válvulas) e Goodyear (molas pneumáticas), entre outras.
 
A Fix Peças entrou em operação há quatro anos e está localizada em Guarulhos, SP. 

BRF: após impasse no Cade concorrentes manifestam interesse pela Sadia

A BRF Brasil Foods, empresa resultante da fusão entre Sadia e Perdigão, perdeu R$ 2,26 bilhões em valor de mercado após o início do julgamento da união no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

O relator do processo, o conselheiro Carlos Ragazzo, reprovou a operação anteontem, apontando risco de aumento de preço dos produtos vendidos pelas empresas. O julgamento foi interrompido após o conselheiro Ricardo Ruiz pedir vista e deve ser retomado na próxima quarta-feira. Ruiz indicou que deve seguir o relator em seu voto. Cinco conselheiros decidirão o futuro da BRF.

A notícia caiu como uma bomba no mercado financeiro. Apesar de esperar imposições do Cade à fusão, a maioria dos analistas não considerava a possibilidade de o conselho exigir a dissolução da empresa, formada em maio de 2009. Em dois dias, as ações caíram 9,3% - considerando as cotações de fechamento de terça-feira, véspera do julgamento, e quinta-feira. O papel terminou o pregão a R$ 25,31, queda de 3,21%, mas chegou a perder 6,9% durante o dia. Desde terça-feira, o valor de mercado da BRF caiu de R$ 24,32 bilhões para R$ 22,06 bilhões, uma diferença de R$ 2,26 bilhões.

"Ninguém esperava uma posição tão dura, e o comportamento das ações comprova isso", afirmou Renato Prado, analista do setor de alimentos da Fator Corretora.

"Para o mercado, o pior dos cenários seria a obrigatoriedade de venda de uma das marcas líderes, Sadia ou Perdigão. Do jeito que o Cade está propondo, nem sinergias no mercado externo seriam mais atingidas", disse Gabriel Lima, analista do banco Santander.

O parecer de Ragazzo foi tão duro que levou analistas a começar a incorporar, em seus modelos de análise, a possibilidade de o negócio ser desfeito. Alguns bancos reduziram a recomendação e o preço-alvo para as ações. Diversos cenários estão sendo formados: quanto a BRF (antiga Perdigão) valeria sem a Sadia, no caso da venda de uma das marcas e de o impasse entre o Cade e a empresa permanecer.

Por enquanto, a incerteza continua. "Estamos recomendando ficar de fora do papel enquanto não conhecermos a decisão final do Cade", disse o analista Cauê Pinheiro, da SLW Corretora.

As incertezas também criam novos cenários para as empresas concorrentes. De um lado, os competidores veem grandes chances de o negócio ser desfeito ou se arrastar por anos na Justiça, como no caso Nestlé-Garoto, enfraquecendo as marcas. De outro, vários desses concorrentes fazem fila esperando abocanhar uma parte dos negócios ou mesmo toda a Sadia.

A lista de candidatos é grande e pode incluir empresas nacionais, como JBS e Marfrig, mas a americana Tyson Foods lançou-se na frente. Gigante com vendas anuais de US$ 28 bilhões, a Tyson informou oficialmente ao Cade que tem interesse em comprar ativos da Brasil Foods que eventualmente tenham que ser vendidos por determinação do conselho.

"Não só a Tyson como uma centena de outras empresas tem muito interesse na Sadia", avalia o consultor Osler Desouzart, ex-diretor de comércio exterior da Sadia e da Perdigão.

O voto lido quarta-feira pelo relator do processo no Cade, Carlos Ragazzo, é pela determinação para que a Perdigão desfaça a fusão ou venda suas ações na Sadia. Na época da operação, em 2009, a Sadia estava praticamente quebrada após prejuízos bilionários com derivativos cambiais.

No caso mais recente de rejeição a um negócio, o Cade determinou que a Owens Corning vendesse uma fábrica de fibra de vidro adquirida da Saint-Gobain. Esgotado o prazo dado pelo conselho para a venda, o Cade nomeou um interventor que coordenou a venda da fábrica à revelia das empresas. Esse desfecho é possível para o caso da Brasil Foods, fruto da fusão entre Sadia e Perdigão, segundo uma advogada especialista na área.

A Tyson e a Marfrig foram as duas companhias que mais se pronunciaram junto ao Cade no processo da fusão entre Perdigão e Sadia. Cada uma enviou sete petições não confidenciais ao conselho, sendo cinco em resposta a questionamentos do próprio Cade e duas vezes por iniciativa própria. Foi em um desses documentos que a Tyson afirmou estar interessada em ativos da Brasil Foods.

As informações são da Folha Online e do Brasil Econômico, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.

Como levar dinheiro em viagens? Confira as opções

No planejamento das férias, como diversas vezes eu já abordei por aqui, há a necessidade de uma programação financeira, e parte dela diz respeito à quantia que você precisa levar para gastar durante o período que pretende ficar fora de casa. Aí vem a dúvida: como levar o dinheiro para pagar as despesas?
Quando a viagem é internacional, as opções mais comuns são: papel-moeda, cartão de crédito e débito, cartão pré-pago e cheques de viagem (traveller checks).
Carregar apenas dinheiro vivo não é uma boa ideia, obviamente por questão de segurança, mas é sempre bom ter uma quantia em papel em mãos, principalmente no início da viagem, ao chegar ao destino, para bancar pequenos gastos, como transporte, telefonemas ou mesmo um lanchinho.
Mas qual desses meios de pagamento é o mais indicado para levar? Em minha opinião, combiná-los é a forma mais adequada e segura de levar dinheiro enquanto você viaja. Assim, quando um não funciona você tem outras opções. Mas você sabe quais as características de cada um deles e como utilizá-los? Confira abaixo as dicas:
Papel-moeda (dinheiro vivo)
A compra geralmente é feita em casas de câmbio, pagando a cotação “turismo”. As moedas mais utilizadas por brasileiros que viajam para o exterior são o euro e o dólar. Mas é interessante pesquisar, já cheguei a encontrar diferença de até 3% entre um local e outro.
Ao comprar moedas estrangeiras pesquise a cotação entre as casas de câmbio
Mesmo que o país de destino trabalhe com outra divisa, não vale a pena comprá-las por aqui, sua cotação tende a ser elevada em razão da pequena oferta. Nesse caos, para comprar a moeda local, leve então o dólar ou o euro e troque, em cada país, à medida que precisar.
Mas atenção: fuja das casas de câmbio em aeroportos. Nesses locais, troque apenas a quantia necessária para as despesas iniciais. Lembre-se que lugares de grande circulação de turistas (um outro exemplo são os hotéis) não possuem uma boa cotação na hora da troca e você pode perder dinheiro.
Um outro ponto a considerar e pesquisar: as operações de câmbio incorrem em cobrança de taxa que varia entre cada instituição, podendo ser fixa ou um percentual sobre a operação. Há inclusive aqueles que não cobram nada, portanto é por elas que você deve optar.
Cartão de crédito
Já fiz um post bem extenso só sobre os mesmos. Clique aqui e confira!
Porém, uma dica importante: antes de sair do Brasil, avise o banco emissor. Para evitar fraudes e garantir a sua segurança, todas as transações que fogem do seu padrão tradicional de uso são analisadas com maior detalhe e podem demorar mais para serem liberadas, quando não bloqueadas.
Além disso, para evitar dor de cabeça durante a sua viagem é importante verificar alguns dados do cartão como, por exemplo, o limite e a data em que expira. Informe-se, também, sobre os números de atendimento de emergência e carregue-os sempre com você.
Procure se saber ainda sobre como proceder em caso de perda ou roubo do cartão. Dependendo da situação, o emissor pode enviar um novo em até 48 horas.
Cartão de débito
Atualmente, os bancos permitem o uso do cartão de débito para realizar compras no exterior, mas para isso pode ser cobrada uma tarifa de transação a critério de cada instituição. Assim, antes de sair de casa, verifique com o seu banco se este serviço está disponível.
Você também pode sacar dinheiro, em moeda local, com cartão de crédito ou débito, o que é sempre bom em uma eventualidade. No caso dos cartões de débito, é preciso pedir ao banco que habilite o serviço antes. Saiba que também pode ser cobrada uma taxa em cada operação.
Cartões de débito e crédito permitem saques no exterior
Mas fique atento, assim como acontece com os cartões de crédito, sobre o uso do cartão de débito no exterior também incide IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Dessa forma, vale fazer as contas, considerando a taxa do banco e a cobrança do imposto, para saber se compensa sacar.
A boa notícia é que o câmbio utilizado pela instituição para converter as compras ou saques, a serem debitados da sua conta aqui no Brasil em reais, é bem próximo da cotação comercial, mais em conta que a turismo.
Se informe também sobre o uso de senhas para não passar sufoco na hora de sacar.
Mesmo que você não vá usar, é importante saber que pode contar com esta alternativa em situações de aperto.
Assim como no cartão de crédito, procure se informar sobre como proceder em caso de perda ou roubo do cartão.
Cartão pré-pago
Trata-se de um cartão magnético, conhecido como Travel Money, que o viajante adquire aqui no Brasil, já carregado com a quantidade em dinheiro que pretende levar. Ao receber o cartão, você ganha uma senha, com a qual poderá fazer saques em diversos países, além de poder utilizá-lo para fazer compras. Estes cartões podem ser carregados em euros, dólares e, mais recentemente, em libras. A cotação utilizada é a “turismo”.
Os saques são feitos em caixas eletrônicos (geralmente com bandeira PLUS). Se a moeda local for diferente daquela carregada no cartão, a troca é feita pela taxa de câmbio do dia. Esse meio de pagamento é interessante porque proporciona segurança e evita o desconforto de estar levando dinheiro em papel-moeda.
Além disso, via de regra, ele oferece custos mais atrativos, pois não é cobrado IOF nas transações ou taxa por compra efetuada (apenas quando você carrega o cartão), com exceção do saque, para o qual debitada uma tarifa é de 2,50 (na moeda adquirida no cartão) por transação.
Se ao retornar o cartão ainda tiver saldo, este poderá ser mantido para uma próxima viagem ou sacado em reais, de acordo com as normas cambiais vigentes.
Cheques de viagem
Aqui pra nós: depois do surgimento dos cartões de débito, eles ficaram um pouquinho fora de moda. Porém, ainda são bastante comuns nas viagens ao exterior. Além do que é também uma forma segura de levar dinheiro para a viagem, pois seu valor só é reconhecido depois que é assinado.
Cheques de viagem também são uma forma segura de levar dinheiro
Quando você os adquire no banco (mediante a apresentação de RG, CPF, passagem aérea e passaporte) deve assiná-los e, na hora de trocá-los, no país de destino, é pedida uma nova assinatura. Os valores variam de acordo com a moeda escolhida, e atualmente é bem comum comprar cheques de viagem em euro ou libra, além do tradicional dólar. Nessa modalidade, a cotação também é a moeda “turismo”.
A desvantagem é que existe a cobrança de taxa sobre a operação, variável entre as instituições, e há também limitação do valor de compra. Na hora da troca por dinheiro, você fica ainda sujeito aos horários de funcionamento das instituições.
Por outro lado, se você for roubado, a emissora pode reembolsar o valor perdido, o que é um alívio a mais.

Cartão pré-pago é mais vantajoso do que crédito


Desde o mês de abril, quando o Banco Central aumentou a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para compras com cartão de crédito fora do País, turistas brasileiros adotaram maciçamente o cartão pré-pago para fugir do aumento do imposto.
Especialistas em finanças pessoais confirmam que a modalidade é melhor alternativa do que o crédito para quem está planejando uma viagem neste momento.
A emissão desse tipo de cartão cresceu 30% desde a medida do BC. O dado é do Banco Rendimento, maior emissor de pré-pagos com a bandeira Visa no Brasil e que já contabiliza 387 mil cartões ativos. Mastercard e American Express também têm as suas opções de cartão pré-pago. Ambos lançaram a modalidade no fim de março deste ano. A Visa tem a opção disponível desde 2003.
A aposentada Yara Lopes, recém-chegada da França, afirma que, durante a sua viagem, o cartão pré-pago funcionou muito bem. “É mais seguro do que ter o dinheiro na mão e mais barato do que usar o cartão de crédito”, diz.
Para comparar: o IOF que incide sobre compras com o cartão de crédito é de 6,38%. No pré-pago, o imposto é de 0,38%. “Paga-se apenas o imposto pela troca do dinheiro. É o mesmo custo que levar espécie”, comenta Liao Yu Chieh, professor do Insper (ex-Ibmec São Paulo).
Ele lembra, no entanto, que há custo para emitir o cartão (R$ 10, em média), para fazer saque e, em alguns casos, taxa para uso do débito. “Por isso é importante comparar as opções de pré-pagos disponíveis no mercado”, completa.
Os cartões Visa Travel podem ser obtidos em casas de câmbio, nos Bancos Rendimento, Schahin, Banco do Brasil, Bradesco ou Confidence. Os cartões Mastercard Travel podem ser comprados apenas em casas de câmbio filiadas à bandeira. Já o American Express Global Travel Card pode ser adquirido nas agências do banco Itaú.
Como usar
O cartão pré-pago é uma tarjeta magnética que pode ser recarregada a qualquer momento, inclusive durante a viagem. Os saques são feitos em caixas eletrônicos que tenham a bandeira do cartão (Visa, Mastercard ou American Express). A função débito também pode ser usada nos estabelecimentos que aceitam as bandeiras.
“Aí está uma desvantagem: se você quiser fazer uma compra na rua, em alguma feira ou coisa assim, não poderá usar o cartão pré-pago”, comenta Chieh, do Insper. Ele pondera, no entanto que, nos lugares em que se aceita o cartão de crédito, aceita-se também o de débito pré-pago.
Caso sobre saldo no cartão pré-pago ao final da viagem, o turista pode vender o valor restante ao estabelecimento onde ele comprou o cartão. Há ainda a possibilidade de manter o valor no cartão para utilizar em um próxima viagem.
“Eu, como pretendo voltar para a Europa em breve, preferi não vender o saldo que restou”, diz a aposentada Yara. Roberta Scrivano

Ryanair disponibiliza 1 milhão de lugares a 9,99 euros Lugares são para viajar às terças, quartas e quintas durante o mês de Setembro

A Ryanair anunciou esta manhã que a partir da meia-noite de terça-feira 14 de Junho, vai disponibilizar 1 milhão lugares a 9,99 euros para viajar às terças, quartas e quintas no mês de Setembro.

Segundo o comunicado da companhia aérea, estas tarifas baixas «com tudo incluído» vão estar disponíveis para mais de mil rotas Ryanair em toda a Europa e devem ser reservadas em www.ryanair.com antes da meia-noite de quinta-feira 16 de Junho.

Estes bilhetes da Ryanair «incluem todas as taxas e encargos, como tal, todos os passageiros que decidam evitar as despesas opcionais, ao efectuarem o pagamento com o cartão pré-pago da MasterCard, transportando só a mala de mão e não optando pelo embarque prioritário, poderão viajar à tarifa publicitada de 9,99 euros», acrescenta a nota da empresa.

A briga na visão da Cielo Presidente da maior credenciadora do País conta os bastidores da supercompetição após a abertura do mercado de cartões

Cátia Luz, de O Estado de S. Paulo
No fim de tarde de uma sexta-feira gelada, o presidente da Cielo, Rômulo de Mello Dias, pediu à secretária que desse um recado a todos os funcionários que estivessem na sede da credenciadora de cartões naquele momento. Todos, não importava o nível, deveriam descer o para o pátio da empresa, no bairro de Alphaville, em São Paulo.
Era 23 de julho do ano passado e a Cielo vivia os primeiros dias do fim da exclusividade das maquininhas de cartão no País. Até então, os cartões da bandeira Visa só passavam nas máquinas da Cielo, antiga VisaNet, que teve de mudar de nome para se adequar às novas regras do setor. A bandeira MasterCard ficava a cargo da outra grande credenciadora do País, a Redecard.
Naquele início do cenário multibandeira, a Cielo tinha perdido e ganhado contas. Mas a percepção de perda, no entanto, era muito maior na equipe. Por isso, o presidente da empresa havia convocado os funcionários de supetão. "Subi em um banco e comecei: ‘Perdemos a empresa X. Por sinal, os modelitos que ela vende já estão fora de moda. Não comprem mais lá! Tal agência de viagens também. Nada de fechar pacotes com ela!’. E por aí foi", relembra Dias. Terminada a lista das más notícias, passou para as boas. "Comecei a listar os clientes que havíamos conquistado. A cada nome, os funcionários aplaudiam. Deixei por último as contas maiores. Aí a turma veio abaixo e se deu conta de que também havia ganhos."
A cena acima dá ideia do que representou o início da concorrência para um mercado até então habituado ao conforto da exclusividade. Com a possibilidade de o lojista escolher só uma máquina para todas as bandeiras, as credenciadoras se viram, pela primeira vez, obrigadas a disputar o cliente. As duas companhias, donas de quase 100% do segmento, entraram em confronto direto.
No setor de cartões, que movimentou no ano passado mais de R$ 500 bilhões no País, Cielo e Redecard fazem o credenciamento de estabelecimentos comerciais e são responsáveis pela comunicação da transação entre eles e a bandeira. Um negócio que tem a participação de pesos pesados: Bradesco e Banco do Brasil são sócios na Cielo, enquanto Itaú Unibanco está por trás da Redecard.
Naqueles primeiros meses do fim da exclusividade, as empresas navegavam às cegas porque não tinham ideia do seu desempenho em relação à concorrente em um mercado aberto. O cenário só começaria a desanuviar com os balanços do 3º trimestre, em outubro. "Era como se estivéssemos pilotando um avião com muita chuva, parte com informação precisa e parte na base do barômetro", explica Dias.
As pressões, segundo ele, vinham de todos os lados e de todos os níveis. Não eram poucos os funcionários que chegavam com frases do tipo: "Fui almoçar e o POS (maquininha) do restaurante não era mais Cielo". No conselho, as perdas de grandes contas geravam cobrança.
Mas o executivo recebeu apoio para seguir na orientação prevista: preservar as margens. "Não iríamos na base do share pelo share. Não adiantaria nada ter um cliente que me trouxesse prejuízo". Quem estava no dia-a-dia de vendas podia descer o preço dos serviços até um limite. Para ir além, só com a aprovação de outras instâncias.
O processo gerou reclamações na área comercial, já que a Cielo parecia mais lenta que a concorrência. "Eu respondia que era deliberado. Sou mais rápido para várias coisas, mas pra dar preço mais baixo não sou". E as investidas não vinham apenas do concorrente. O executivo conta que alguns clientes blefavam e era preciso "pagar para ver". "Houve pouca matemática e muita sensibilidade pra cuidar disso aí. O limite das negociações era a rentabilidade mínima que a gente definia." Mas diante da agressividade da concorrência e de perdas maiores do que o planejado, a Cielo teve de fazer diversos ajustes na estratégia.
Resultados
Em outubro, quando a Redecard divulgou o balanço do 3º trimestre, com uma queda no lucro líquido de 2,7% em relação ao mesmo período de 2009, a Cielo correu para antecipar o seu anúncio, que seria feito uma semana depois: havia registrado um aumento de 23%.
No 4º trimestre, o lucro líquido da Cielo ficou praticamente estável em relação ao mesmo trimestre de 2009, enquanto o da rival cedeu quase mais de 13%. Ficava claro que a estratégia da Redecard era manter preços agressivos para ganhar participação de mercado. A supercompetição fez as ações das duas empresas perderem o chão.
Em fevereiro, tanto Cielo quanto Redecard registraram os valores mínimos de seus papéis desde o fim da exclusividade. O preços refletiam as incertezas do mercado diante da guerra: ninguém sabia quando o ciclo de quedas de preços iria parar. A intensidade da disputa culminou com a substituição do presidente da Redecard, Roberto Medeiros, por Claudio Yamaguti, vindo do Itaú Unibanco. Procurada, a Redecard não deu entrevista.
"Na conference call do quarto trimestre, houve uma mudança de discurso da Redecard. A empresa assumiu um tom mais brando", afirma Luciana Leocadio, analista-chefe da corretora Ativa. "Depois disso, a competição ficou mais moderada."
Neste um ano de transformação da indústria de cartões, a Redecard ganhou fatia de mercado, mas a partir de uma estratégia de preços considerada agressiva demais por boa parte de investidores e analistas. De janeiro a março, o lucro líquido da Redercard despencou 20%, contra um recuo de 3,5% da rival. A impressão geral, até agora, é que a estratégia da Cielo se saiu melhor.
Novos rivais
Mas essa foi apenas a primeira parte da disputa nos cartões. Uma nova fase já começou com a chegada de novos competidores. Com foco no pequeno comércio, o Santander (em parceria com a GetNet) abocanhou 1,4% de participação. "Agora estamos aumentando a oferta de produtos para atender as grandes empresas", diz Cassius Schymura, diretor da área de cartões do Santander.
Companhias estrangeiras também anunciaram a entrada no País. Mas o processo não é simples. "Adequar plataformas à legislação e ao padrão brasileiros leva tempo", diz Marcos Leite, presidente da processadora CSU, que passou a atuar no setor com o Banrisul. Construir uma ampla rede de distribuição também não será fácil, já que os maiores bancos brasileiros estão por trás dos dois grandes players.
Mas o potencial de crescimento do mercado nacional tem falado mais alto que as restrições para as estrangeiras. "Em 2010, o Brasil registrou cerca de 7 bilhões de transações de cartões. Nos EUA, esse número é cinco vezes maior", afirma Paulo Caffarelli, vice-presidente da ABECS.
A americana First Data, maior empresa de meios de pagamentos eletrônicos no mundo, promete em dois meses anunciar os primeiros serviços de captura e processamento de transações no Brasil. "Estamos em negociação com vários parceiros", afirma Maria Fernanda Teixeira, presidente da First Data no País. A Elavon (associada ao Citi) e a Global Payments também anunciaram o ingresso no País.
A briga no setor está só começando. "O sarrafo (aquele travessão que os atletas de salto em altura têm de ultrapassar) está subindo", disse Dias, o presidente da Cielo, ao se referir à concorrência no setor. A Cielo vai ter de saltar mais alto.

Celular e comércio eletrônico: novas fronteiras do mercado de cartões

CEO da Cielo, Rômulo Dias, projetou os rumos do segmento no país

Com um crescimento de 23% no primeiro trimestre do ano, o mercado de cartões de crédito e débito no país tende a se disseminar ainda pelos segmentos ainda não atingidos. Em entrevista no Papo de Economia desta semana, o CEO da Cielo, Rômulo Dias, projetou os rumos do segmento diante das novas tecnologias disponíveis aos consumidores.

— Diferentes formas de captura, que não necessariamente cartão físico, estão prontas para se disseminar no mercado — adiantou Dias, acrescentando que as grandes apostas são o comércio eletrônico e o uso do celular para transações eletrônicas de pagamento.

Confira o vídeo:


Presente em 98,5% dos municípios brasileiros, a Cielo é líder em soluções de meios de pagamentos eletrônicos no Brasil e na América Latina. No ano passado, a empresa contabilizou R$ 262 bilhões em transações eletrônicas.

Hoje, a empresa lançou oficialmente o primeiro aplicativo do mercado brasileiro que transforma os smartphones e tablets com o sistema operacional móvel Android em uma máquina da Cielo para viabilizar transações com os cartões de crédito Visa, MasterCard, American Express, Elo e Aura.

— Nossa intenção é disseminar essa solução de captura para todos os celulares, atendendo a necessidade de profissionais autônomos, por exemplo, que não costumam usar cartão — resumiu o CEO da Cielo.

HERTZ amplia negócios na região Centro-Oeste



A Hertz Rent a Car anuncia a compra da franquia Rental Frota no Brasil e nos próximos meses amplia seus negócios para Belém, Brasília, Goiânia, Palmas e São Luís. Os objetivos da Hertz com essa aquisição é fortalecer ainda mais a sua força de vendas e com isso aumentar sua capilaridade, crescendo em praças com grande potencial; além de estruturar melhor as operações locais, oferecendo melhores serviços e soluções para os clientes da região.

Para a ampliação de mercado a Hertz apostou em novas contratações e treinamentos regionais; em novas lojas e estruturas para atender aos novos padrões visuais Hertz; além de nova frota. “Comprar a Rental foi a uma excelente oportunidade para a empresa, pois as praças onde atuava tem grande potencial e excelentes clientes corporativos, sem contar o forte apelo turístico das regiões”, comenta o diretor comercial da Hertz, Helio Netto.

Seguindo a tendência do crescimento da região Centro-Oeste, a Hertz desde o ano passado vem crescendo e expandindo na região. “Identificamos a oportunidade e tomamos a decisão após nos certificarmos que será um bom negócio para todos os envolvidos. O modelo de negócios da Hertz visa a capilaridade, e a parceria com os franqueados faz com que isso seja possível. Mantermos este mix é saudável e nos ajuda a crescer”, finaliza Netto

Cartão Virtual Caixa Mastercard


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O titular é o responsável por determinar o limite máximo para utilização. Sempre que necessário, o limite pode ser alterado, respeitando-se o limite máximo do cartão de crédito convencional.
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Veja Também – HSBC- Cartão Combustível

Além disso poderá fazer a suas comprar em diversos estabelecimentos  como em farmácias da rede Pão de Açúcar  e ter a sua compra parcelada em  até 6x sem juros  você ainda aproveita todas as vantagens e facilidade de acesso que o Itaucard possui. Acesse online e saiba todas as informações do seu cartão de crédito, confira a Fatura do Cartão Pão de Açúcar através do endereço eletrônicowww.itaucard.com.br tendo em mãos o seu cartão.
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