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quinta-feira, 16 de junho de 2011

MasterCard apresenta contínuo crescimento e expansão no mercado de pagamentos de despesas corporativas na América Latina


As oportunidades de negócios em todos os segmentos de produtos corporativos representam US$ 982,4 bilhões na região, valor que equivale a 21% do produto interno bruto (PIB) da AL
A MasterCard América Latina e Caribe (LAC) anunciou hoje crescimento expressivo, na ordem de dois dígitos, no mercado de pagamentos de despesas corporativas no primeiro trimestre de 2011. O volume bruto de faturamento (GDV - Gross Dollar Volume) dos produtos corporativos da MasterCard na região aumentou em 31,7% com base nas moedas locais durante o primeiro trimestre de 2011, em comparação ao mesmo período em 2010. Esse resultado sólido é a continuação de um 2010 positivo, no qual o GDV havia crescido 33,7% em relação a 2009.
 
Embora esteja em crescimento, o segmento de pagamentos de despesas corporativas  permanece bastante inexplorado. A oportunidade na região da América Latina e Caribe representa US$ 982,4 bilhões1, o que equivale a 21% do produto interno bruto (PIB) da região. Só no Brasil, a oportunidade chega a US$ 413Bi.
 
Para a MasterCard LAC, o crescimento positivo de dois dígitos em 2010 e no primeiro trimestre de 2011 foi fomentado por alguns fatores, incluindo:
 
·         A estabilidade crescente das economias na região;
 
·         Um foco maior no fornecimento de produtos inovadores para os setores privados e públicos;
 
·         A demanda maior de empresas privadas e do setor público por soluções  mais eficientes para gerenciar suas finanças; 
 
·         A redução das restrições de crédito de alguns bancos em mercados, que historicamente tornava desafiador o financiamento para empresas de micro, pequeno e médio portes.
 
"A oferta de produtos comerciais da MasterCard na região inclui um conjunto amplo de soluções desenvolvidas por meio de pesquisas e articuladas em torno da inovação de produtos. O forte crescimento que tivemos nos últimos anos é o resultado do esforço para levar esses produtos ao mercado, tanto para o setor privado quanto para o público, por meio de maiores investimentos e recursos", afirma Paulo Fernandes, vice-presidente de Desenvolvimento e Gerenciamento de Produtos e Soluções Comerciais para a MasterCard LAC.
 
A MasterCard continua promovendo a inovação em toda a região, por meio de produtos e soluções que geram eficiência e controle com redução de custos para empresas através das:
 
Soluções Corporativas MasterCard – auxiliam empresas  privadas e públicas na gestão e controle de suas despesas com Viagens, Representações e Pagamento a Fornecedores, contribuindo para redução de custos através da eficiência operacional desde o processo de autorização até a reconciliação da despesa.
 
Soluções de Viagens de Negócios MasterCard – a MasterCard entende a necessidade das empresas de gerenciarem suas despesas com passagens aéreas e hospedagem de maneira eficiente e transparente e por isso desenvolveu um conjunto de soluções que contempla desde um produto virtual com uma única conta para todos os funcionários até relatórios diários conciliados com  informações gerenciais customizadas para cada cliente.  
 
Soluções de Dados (Smartdata.gen2) - uma solução robusta de relatórios baseada na Web para o gerenciamento de despesas e informações, que ajuda a empresa a organizar, consolidar, analisar e gerenciar seus dados financeiros de forma mais eficiente.
 
Soluções MasterCard para Pequenas e Médias Empresas - a MasterCard oferece soluções para atender as necessidades de empresas com o objetivo de facilitar a gestão do seu fluxo de caixa através de um  processo educacional na orientação da separação de despesas pessoais e corporativas.
 
Soluções MasterCard para Microempresas – A MasterCard entende este segmento e oferece soluções de pagamento que substituem de forma segura o cheque e dinheiro, fomentando a inclusão dos não bancarizados ao sistema financeiro.
 
“Além disso, o segmento de micro e pequenas empresas é enorme e cresce rapidamente na América Latina. Acreditamos que, elevando o nível da tecnologia disponível nos mercados e aumentando as eficiências com economias de escala, podemos ajudar a elevar o poder de compra do mercado de massa na América Latina e Caribe, promover o empreendedorismo, aumentar a inclusão financeira e reduzir as barreiras no combate à pobreza", acrescente Fernandes.
 
Para mais informações sobre os produtos comerciais oferecidos na América Latina e Caribe, visite: www.mastercard.com.br 
 
Sobre a MasterCard Worldwide 
 
Como líder global na indústria de pagamentos, a MasterCard Worldwide está no coração do comércio, oferecendo conveniência e eficiência a todos, em qualquer lugar. A MasterCard é franqueadora, processadora e consultora para a indústria de pagamentos e facilita o comércio por ser uma ligação fundamental entre instituições financeiras, governos, empresas, comerciantes e portadores de cartões do mundo inteiro.  Em 2010,  a utilização de seus produtos por consumidores no mundo inteiro resultou em um faturamento de US$ 2,7 trilhões. Através de sua rede global – a mais rápida rede mundial de processamento – a MasterCard processa mais de 23 bilhões de transações por ano, com capacidade para  160 milhões de transações por hora, tempo médio de resposta de 130 milésimos de segundo e 99,99% de confiabilidade.  A MasterCard promove o comércio global por meio de sua família de marcas, que inclui MasterCard®, Maestro® e Cirrus®; seu conjunto de principais produtos como crédito, débito e pré-pago; e suas plataformas e funcionalidades inovadoras, como MasterCard PayPass™ e MasterCard inControl™.  A MasterCard  atende a consumidores, governos e empresas em mais de 210 países e territórios. Para mais informações, visite www.mastercard.com. Siga a MasterCard no Twitter: @mastercardnews. 

Uso de cartões de crédito e débito aumentou em 2010, diz BC

BRASÍLIA  – A quantidade de pagamentos com cartões de débito e de crédito aumentou 23% no ano passado, enquanto a emissão de cheques caiu 7,1%, mantendo a tendência de queda verificada nos últimos anos. No todo, juntando cheques, cartões, boletos de cobrança, convênios de arrecadação e transferências, a movimentação do sistema financeiro nacional cresceu 9% em relação a 2009. Os índices constam do Adendo Estatístico – 2010, divulgado nesta quarta-feira (15) pelo Banco Central (BC).

No que diz respeito ao atendimento das instituições financeiras, o canal internet, home e office banking – ou seja, o atendimento bancário pelo computador pessoal ou do trabalho – foi o mais utilizado pelos clientes, com expansão de 26,7% no ano. Já os pagamentos por meio do débito direto, predominantemente intrabancário no mercado interno, tiveram baixa expressividade em termos relativos e representaram apenas 4% do total de transações bancárias.

A publicação mostra ainda que a quantidade de terminais onde se fazem transações com cartão de pagamento manteve-se estável, ao contrário do crescimento acentuado em anos anteriores. Nas redes de comunicação de dados em alta velocidade, permanece elevada a relação de 917 terminais por grupo de 1 milhão de habitantes. Em contrapartida, o índice de uso dessas redes continua baixo, comparado a outros países, porque ainda é pequeno o nível de interoperabilidade e compartilhamento das redes no país.

De acordo com o Adendo Estatístico – 2010, o sistema de pagamentos brasileiro precisa ter mais iniciativas no sentido de aumentar a utilização da plataforma de débito direto autorizado. A publicação também aponta a necessidade de ganhos de eficiência em infraestrutura, de modo a aumentar o nível de interoperabilidade e de compartilhamento nas redes de autoatendimento.

Número de cartões cresce 0,85% e supera os 612 milhões em setembro


SÃO PAULO – O número de cartões em circulação no Brasil atingiu a marca de 612,485 milhões em setembro.
De acordo com dados preliminares da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), o montante é 0,85% superior ao apurado no mesmo mês de agosto, quando circulavam no País 607,308 milhões de plásticos.
Em um mês, entraram no mercado brasileiro cerca de 5,177 mil cartões.
Tipos de cartões
Do total de plásticos em circulação no País, o cartão de débito é o que possui o maior número, 245,117 milhões. Em seguida, aparecem os cartões de rede e loja e de crédito, com 218,180 milhões e 149,188 milhões, respectivamente.
Na comparação com agosto, houve crescimento de 0,57% número de cartões de débito. Nos cartões de rede e loja, a alta foi de 1,11%, enquanto que no cartão de crédito a expansão foi 0,95%.
No que diz respeito ao número de transações, das 580,575 milhões registradas em setembro, 243,918 milhões foram efetuadas no cartão de crédito, 235,065 milhões no débito e 101,592 milhões nos cartões de rede e loja.
Todas as operações apresentaram redução em setembro, na comparação com agosto, com destaque para as realizadas com cartões de lojas (-8,99%). Já as operações feitas com cartões de débito recuaram 3,88% e as feitas com cartões de crédito caíram 2,53% no período.
628 milhões de cartões
Segundo estimativas das associação, até o final deste ano, 628,015 milhões de cartões devem circular no País. Se a estimativa se confirmar, o número será 11,1% maior que o registrado no final do ano passado (565,228 milhões).
Do total, 153,375 milhões devem ser cartões de crédito, 249,293 milhões, cartões de débito e outros 225,347 milhões, de redes e lojas. Na comparação com 2009, a estimativa é a de que haja um incremento de 13%, 7% e 15%, respectivamente.
Quanto ao número de transações, a Abecs estima um aumento de quase 17%. Até o final do ano, cerca de 7,131 bilhões de transações com cartões devem ser feitas no País, contra as mais de 6,105 bilhões realizadas ao longo de todo o ano passado.

Mudança nas máquinas de cartão faz crescer vendas com grana de plástico Aparelhos aumentaram de 823 para 1.075 número de transações entre 2009 e 2010


A abertura do mercado de credenciamento de lojistas para bandeiras de cartões, que vai completar um ano no mês que vem, mudou a taxa de crescimento do segmento, segundo dados do Banco Central divulgados nesta quarta-feira (15). O resultado mais importante é que as vendas cresceram.
Caiu o número de terminais que fazem a captura de cartões de crédito (chamados de POS) e o aumento do volume de transações por aparelho, segundo o chefe do departamento de operações bancárias do BC, Daso Maranhão Coimbra.
A taxa de crescimento da rede de aparelhos, segundo os dados do BC, foi de 1% em 2010, no caso do crédito, e teve queda de 2% no débito. Nos anos anteriores, o crescimento foi bem maior, chegando a 28% em 2008 e a 46% em 2007, ambos nos cartões de crédito.
No caso das transações, cada POS instalado nas lojas fez em média a captura de cerca de 823 transações com cartões de crédito em 2009, número que saltou para 1.075 transações em 2010.
O país fechou dezembro de 2010 com 3,406 milhões de POS instalados e habilitados para capturarem operações de cartões de crédito. Mesmo com o aumento das operações por terminal, Maranhão diz que a média brasileira de transações por terminal ainda está abaixo da média internacional e um compartilhamento maior precisa ser incentivado.
O aumento do número de transações por POS ocorre porque os terminais podem após a abertura do mercado fazer a leitura de várias bandeiras. Com o mercado fechado, os terminais da Cielo, por exemplo, só recebiam transações da Visa. Agora, aceitam MasterCard, American Express, Elo e outras bandeiras regionais.
O mesmo ocorreu com a Redecard, que antes aceitava MasterCard e passou a capturar também Visa.
O executivo do BC participou do Ciab, evento de tecnologia bancária promovido pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos).
No evento, Maranhão criticou a falta de compartilhamento dos terminais de autoatendimento bancários. Dos caixas eletrônicos instalados em locais públicos, apenas 65% desses terminais possuíam acesso aberto no final de 2010, ou seja, podiam ser usados tanto por clientes daquele banco como de outras instituições financeiras, segundo dados do Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil Adendo estatístico - 2010, divulgado hoje.
- Temos visto iniciativas de alguns bancos em compartilhar terminais, mas na prática o uso de terminais compartilhados continua extremamente baixo.
Para o executivo, esse problema precisa ser resolvido rapidamente, porque em eventos como a Copa do Mundo, em 2014, o aumento do turismo no Brasil vai exigir maior número de terminais compartilhados.

Strikeforce cria novas regras para GP dos pesados neste fim de semana Evento americano passará a contar com um round extra para evitar empates no torneio

Segundo maior evento de MMA do mundo, o Strikeforce anunciou mudanças nas regras para a edição deste fim de semana (18), quando será realizada a última etapa das quartas de final do GP dos pesos-pesados.

Acompanhe a página de MMA do R7

De acordo com a organização, os combates válidos pelo torneio que terminarem empatados após a realização dos três rounds contarão com mais um assalto, que será decisivo.

A medida foi tomada para evitar que haja empate em um torneio eliminatório de tal importância para o Strikeforce.

No entanto, o round extra contraria a postura adotada na fase das quartas de final, quando Antônio Pezão venceu o lendário Emelianenko Fedor, que deixava a decisão do vencedor, em caso de empate, nas mão de um “árbitro extra”.

Como as duas lutas do torneio acabaram antes do tempo regulamentar, o voto de minerva não foi necessário.

Veja o card completo do Strikeforce do dia 18 de junho
Alistair Overeem x Fabricio WerdumJosh Barnett x Brett Rogers
K.J. Noons x Jorge Masvidal
Daniel Cormier x Jeff Monson
Valentijn Overeem x Chad Griggs
Gesias “JZ” Cavalcante x Justin Wilcox
Conor Heun x Magno AlmeidaNah-Shon Burrell x Joe Ray
Todd Moore x Mike Bronzoulis
Brian Melancon x Isaac Vallie-Flagg

Concorrência faz montadoras cortar margem

SÃO PAULO  — As quatro maiores montadoras não admitem, mas estão se movimentando para enfrentar a concorrência com as inúmeras marcas que chegaram ao País nos últimos anos, algumas com preços até 30% mais baixos e com equipamentos de série que, nos modelos nacionais equivalentes, são opcionais. Dentre as medidas mais incisivas está a redução da margemde lucro, que vem caindo para todas as empresas nos últimos anos,

de acordo com o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Bellini. Há ainda iniciativas de redução de preço como a da Renault, cujo modelo Sandero, que rivaliza diretamentecom orecém chegado J3 da Jac Motors, foi anunciadoa R$ 37,5mil, mas com motor menos potente. O chinês que chega ao Brasil a R$ 37,9 mil tem como rivais dentre as quatro montadoras, o Fiesta 1.6 da Ford, o Gol da Volkswagen,o Palio da Fiat e o Corsa da Chevrolet. Mesmo com essas ações, o domínio das gigantes como Volkswagen, General Motors, Fiat e Ford, únicas opções nomercado automobilístico brasileiro em 1990, continua sendo abalado. A instalação de novas fábricas e a chegada dos importados estão tirando terreno e aperspectiva é de que suas participações recuem ainda mais. Os chamados “new comers” (novos entrantes, na tradução livre) chegaram ao Brasil com suas fábricas a partir de meados da década de 90 e começaram a mudar a composição de forças nesse mercado. Para o analista econômico e professor do Ibmec , Márcio Salvato, quem ganha é o consumidor com a grande quantidade de montadoras no Brasil, pois aumenta a concorrência e gera re-dução de custos. “No Brasil, para agravar a situação das montadoras tradicionais, o consumidor tembaixos índicesde fidelidadeà marca, o que pode beneficiar as orientais com todas as vantagens de preço como carros 30% mais baratos que a média das montadoras tradicionais, mesmo com carros mais bem equipados”, explica o analista. Com este cenário, a perspectiva do especialista no segmento automobilístico Aparício Stefani, da Autodata , é de que o ritmo de queda continue, gradualmente, no mercado automobilístico brasileiro. “As quatro grandes deverão recuar nos próximos anos para algo entre 15% e 20% das vendas. Já as montadoras que aportaram por aqui nos anos 90 devem

concentrar entre 5% e 10% das vendas”, explica. Contra - ataque. A invasão de importados não pode ser atribuída apenas aos representantes de marcas asiáticas,

principalmente da China e da Coréia. De acordo com dadosda Associação Brasileira das EmpresasImportadoras de Veículos Automotores (Abeiva), a participação dos importados no mercado total subiu de 6,07% para 6,4%, até maio deste ano. A entidade, que representa marcas que não possuem fábrica no Brasil informa que a diferença entre essa participação demercado e as vendas internas é o resultado das importações das próprias montadoras,

que trazem modelos fabricados em suas unidades no exterior. No acumulado de cinco meses do ano, as empresas associadas à entidade trouxeram do exterior 71,2 mil automóveis, ou 22,36% do total de veículos importados no Brasil, que atingiu um total de 318,4 mil unidades vendidas. Na análise de Stefani, essa alta

das importações se justificam ao passo que as empresas concentram sua produção em um país para obter ganhos de escala. No Brasil, exemplifica ele, a maior parte da produção está concentrada em automóveis compactos. Essa é considerada mais que uma tendência, uma vocação da indústria nacional, costumava citar

o ex-presidente daAnfavea, Jackson Schneider, hoje na Embraer. Por estemotivo, Stefani rejeita a ideia de que a chegada de coreanos e chineses façam o Brasil passar pelo mesmomomento que os Estados Unidos com a chegada dos japoneses àquele país. Ele relembra que a crise automobilística que levou Detroit, a cidade símbolo dessa indústria nos Estados Unidos, à bancarrota foi a venda de automóveis importados, fato que provocou o fechamento de milhares de postos de trabalho.Aqui, apesar dos modelos chegarem via importações, já há movimentos para a implantação de linhas de produção da chinesa Chery, assim como a Hyundai, do Grupo Caoa, que se estabeleceu em Anápolis (GO). Apesar desses números da Abeiva, as montadoras nacionais parecem não se convencer de que os veículos estrangeiros não são uma ameaça ao mercado nacional. Em janeiro, como fechamento do balanço anual da indústria, o presidente da Anfavea, Cledorvino Bellini, afirmava que a expansão dos veículos estrangeiros no Brasil afetava as margens e, consequentemente a rentabilidade das operações das montadoras instaladas no País. Ele, que tambémpreside a Fiat no Brasil, disse que as montadoras vem reduzindo suas margens de lucro para que as montadoras consigam competitividade ante os importados, mais especificamente, os orientais. O executivo disse que as empresas de grande

representatividade no Brasil já reduziram muito os repasses do indicador de inflação oficial no Brasil, o IPCA nos último anos. “Reduzimos a margem de preço para ficarmos mais competitivos”. Procuradas, as empresas não se manifestaram até o fechamento da edição.A GM possui um plano de investimento de R$ 5 bi-

lhões até 2012. A Volkswagen prevê investimentos de R$ 6,2 bilhões até 2014. A Ford possui um plano de investir R$ 4,5 bilhões até 2015. A Fiat deverá investir

cerca de R$ 10 bilhões até 2014.

UNIT Prepaid Card System-Recharge your business


The concept of Shop until you drop just got an extra edge. It is shop until you crop the balance on your card. Sounds something worth reading?? Well in a country like India where the penetration of electronic payments are only 5% of the total transactions, a prepaid card for shopping will get a “wow” treatment from all shoppers.
Prepaid cards come as a new marketing vehicle to get your customers hooked on to your brand. Speaking technically a prepaid card gives the impression of being alike to credit card but operates like a debit card. The prepaid card operates with a preloaded amount imbibed on it. Prepaid card are slowly but steadily penetrating in the Indian market.
Prepaid cards, as they popularly known in India, have different uses like gift card, reward card, point’s card, and even a club card. The cards are enabled with barcode magnetic strips at the back. UNIT prepaid Card gives customer personalization and adds to the company’s brand image. On a further note it refers to attracting the new customers and keeping the old customers happy.
Prepaid cards are used by the consumers as a form of identification, while purchasing, to the retailer. The prepaid card gives the holder to avail to the benefit of re-use.  It’s a system of money management.  Unit prepaid card program comes with specialization in end to end customer prepaid card solutions.
Prepaid Card System can be of help in:
  • Shopping
  • Petrol pumps
  • Spas
  • Saloons
  • Gymnasiums
  • Foreign trips

UNIT Prepaid Card Program

prepaid card program helps to manage data about the customer’s account of the retail outlet. It provides something “extra” to the existent customers listed under the card database then to those who are not listed. It’s a plan to study the consumer’s buying practicability.
Unit prepaid cards help the customers as the use is extremely convenient and flexible. It gives the whole perspective for budget handling and money management individually. Prepaid cards can be reloaded and used for various purchases. It’s not necessary to have a bank account to use these cards.
Types of Prepaid Card Program
  • Closed Loop Prepaid Cards
The closed loop prepaid cards work like gift cards. Closed loop means the cards would be applicable for one issuer only. These cards cannot be redeemed for cash. There are no particular laws governing the transaction through prepaid cards so if the card is lost or stolen the money cannot be refunded.  The closed loop cards work for discounts, gifts and rewards.  Card issuers don’t need any particular license for this card system.
  • Open Loop Prepaid Cards
Open loop cards work like prepaid credit cards. The card user uses the value already prepaid to the card.  The benefit of these cards is that the operation is like that of a debit card. Open loop card don’t need a banking account and popularly known as “teen cards” in US and UK.
Open loop prepaid cards have seen growth of 5 – 6 % each year. The cards were first launched in UK six years ago.
The prepaid card program also brings affinity towards the consumers without the sole use of rewards. Then there are also partnerships between different retail outlets so the area for choosing the reward increases for the consumer. UNIT prepaid card software uses the CRM technology and prepaid card programs work on the execution of it.

Unit prepaid card program sees that it becomes the key to your growth in the industry. Unit prepaid card software:
  • Manages a huge database,
  • Helps to interact with customers on regular basis and
  • Holds huge transaction details.
  • Provides the flexibility in operating the program.
In places like Europe and U.S the penetration of prepaid card market is so high that at least 80 % of population has themselves listed under the database of one or the other prepaid card.
Most banks and governments are launching prepaid cards. Teenagers who don’t have an account with the bank can get a prepaid card of required amount from the banks and use it. Parents are finding this method really innovative for responsible use of money for their kids.
But as an old customer leads to bring a new customer, prepaid card program have surely pioneered the list of “must- have “list of the retail market owners. Unit prepaid program help to keep up with the all time changing dynamics of businesses environment.
To make a prepaid program work it is required for the market owner to define the audience groups, segregating them accordingly and understanding each group well and develop such customer oriented strategies that the customers feel the “something better than the rest” psyche. It also depends on the prepaid card software handling.
Unit Solution’s prepaid program offers customized CRM solutions for every category of business. Prepaid program are one of the major departments which deals with the business execution and also brings in ‘recharged’ hearts and minds of the customer....