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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Vendas do cartão pré-pago do Grupo Fitta crescem 51%

O Grupo Fitta obteve um crescimento de 51% no mês de maio na venda do seu cartão pré-pago, o Cash Passport, em relação ao mês de abril. O cartão pode ser utilizado para compras em cerca de 32 milhões de estabelecimentos e para saque em mais de 1,8 milhão de caixas eletrônicos no mundo todo.
"Além da economia de 6%, o cartão pré-pago não traz surpresas na hora do cliente pagar a fatura, uma vez que, para cartões de crédito internacionais, vale a cotação do dia do fechamento da fatura. Ele também pode ser recarregado durante a viagem. Todas estas vantagens têm influenciado a procura por nosso produto e contribuído para o aumento expressivo das vendas", afirmou Luiz Ramos, diretor comercial do grupo.

Transportes Gralha Azul do Brasil é certificada pelo SASSMAQ pela quarta vez consecutiva


Frota hoje é composta por cerca de 200 caminhões Foto: Divulgação
Compromisso com a qualidade mantém a empresa há seis anos nos moldes da ABIQUIM, que credencia para o transporte de cargas perigosas. Certificação deste ano é válida até 2013

A certificação consecutiva no Sistema de Avaliação da Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade (SASSMAQ) está colocando a empresa Transportes Gralha Azul do Brasil Ltda (TGA) em uma posição privilegiada: neste ano já é a 4ª certificação que credencia a empresa para o transporte de cargas perigosas - um ramo de atividade que exige planejamento, políticas de segurança e um elaborado sistema organizacional.
A boa notícia foi divulgada na última semana, após a auditoria realizada pela empresa ABS Group, que recomendou a recertificação, com dois anos de validade. Já são ao todo seis anos consecutivos de certificação, resultado do modelo de gestão e seu constante aprimoramento. Com a nova certificação, serão oito anos consecutivos. Uma marca que faz jus à trajetória de expansão e qualidade a que a empresa se propõe, já que ela foi uma das dez primeiras a receber a certificação em todo o Estado do Paraná.
O SASSMAQ analisa 699 itens, divididos em mandatórios (no qual a empresa deve cumprir 100%), específicos da indústria química (70%) e desejáveis (que tem porcentagem livre, portanto não obrigatórios), nos quesitos Gestão e Rodoviário. Obedecidos os itens, conforme as determinações da Associação Brasileira de Indústria Química (ABIQUIM), a empresa então é recomendada para certificação. Na avaliação final, a TGA obteve aprovação de 100% dos itens mandatórios, 99,1% dos itens específicos e 94,5% dos desejáveis.
O auditor Ivanildo Silveira explica que o SASSMAQ foi criado pela ABIQUIM para garantir uma gestão segura e que apenas as empresas certificadas pelo sistema são credenciadas para o transporte de cargas perigosas. “É um método de avaliação que mede a melhoria contínua da empresa no que diz respeito ao sistema de gestão. São avaliadas ao todo seis áreas: gerenciamento; saúde, segurança e meio ambiente; equipamentos; planejamento das operações; e segurança patrimonial e confidencialidade”, explicou.
A auditoria ocorreu entre os dias 13 e 15 de junho, e compreendeu a análise de documentos e da estrutura física; entrevista com motoristas; verificação de instruções, práticas, procedimentos e instalações; inspeção de equipamentos; análise da gestão de resíduos; contratações e treinamentos.

Compromisso pela qualidade
Diante dos resultados, o diretor-geral da empresa, Luiz José Tolardo, atribui o comprometimento da equipe, a busca contínua pela qualidade e o bom relacionamento com fornecedores e clientes como fatores decisivos para os avanços da TGA. “Estamos no caminho certo. É uma dedicação constante pela busca da excelência. Há seis anos iniciamos um plano de reengenharia, para disputar o mercado, conquistar novos clientes e se adaptar às necessidades do ramo. A SASSMAQ foi uma dessas necessidades: uma certificação que permite transportar cargas multimodais, incluindo a área química, que demanda ações preventivas e exigências particulares”, explicou.

21 anos

Em maio, a empresa chegou aos 21 anos de fundação com conquistas significativas. A TGA conta hoje com duas filiais no Estado de São Paulo, uma em Gravataí (RS), uma em Caxias do Sul (RS) e outra em Betim (MG). A matriz, localizada em Quatro Barras, concentra os setores administrativo, comercial e controladoria, dispondo de 47 mil metros quadrados de área, e frota com cerca de 200 caminhões - todos monitorados com sistema de rastreamento.
Atuante no segmento do transporte de cargas multimodais, que incluem produtos químicos, industriais, automotivos, metal mecânicos, siderúrgicos, têxteis e cargas líquidas, a empresa vem investindo em novas tecnologias e pessoal. Hoje, a TGA detém um quadro com 300 funcionários. Os sócios fundadores Luiz José Tolardo e Loreno Bernardo Tolardo falam sobre a trajetória durante os mais de vinte anos.
“Sempre tivemos a preocupação de acompanhar as evoluções do mercado e principalmente primar pela qualidade dos serviços, sem esquecer que o que move um negócio é o comprometimento com o trabalho. As parcerias e o bom relacionamento com funcionários, motoristas, colaboradores, diretoria, gerentes, clientes e fornecedores foi determinante para a evolução da empresa. Queremos agradecer a todos, que são os protagonistas deste sucesso”, disse Luiz.
Loreno Tolardo, como prefeito municipal, também parabenizou os resultados obtidos. “É um motivo de satisfação acompanhar a trajetória de expansão da empresa, assim como todas as demais que estão instaladas no município, que geram desenvolvimento, empregos, renda e fortalecem o setor industrial. Como prefeito, é realmente motivo de alegria acompanhar esta fase pujante de progresso”, afirmou Tolardo.  

Concurso cultural “Loucos por Velocidade” – Vencedora: Claudia Guedes


O concurso cultural “Loucos por Velocidade” já tem um vencedor! A ideia era juntar a paixão do corinthiano pelo time e pela velocidade. O torcedor precisava responder à pergunta “O que você faria para ganhar um macacão do Roberval Andrade e um par de ingressos VIP para a prova da Fórmula Truck em Interlagos?”.
Dentre as mais de mil pessoas que participaram, a escolhida foi Claudia Guedes, que mandou sua frase no último dia do concurso: “Faria uma carta do tamanho do percurso de Interlagos para expressar o meu amor pelo Corinthians e pela velocidade”.
Claudia vai ganhar um macacão de corrida oficial do Roberval Andrade, piloto do Corinthians na F-Truck, e um par de ingressos VIP para a etapa de Interlagos, que acontece no dia 03 de julho. Ela e seu acompanhante terão acesso à área dos boxes e assistirão à corrida no camarote da equipe Ticket Car Corinthians Motorsport.
Parabéns à vencedora e a todos os participantes que contribuíram para o sucesso do concurso! Fiquem ligados que, em breve, mais um concurso cultural do Timão entrará no ar.

Será o fim do carro com motor a combustão?

Quase todo o mundo está em busca de novos meios para substituir os motores à combustão. A cada ano, são produzidos em torno de 65 milhões de novos veículos equipados com esses motores e as previsões dão conta de que em 2020 serão 95 milhões. Haverá gasolina e diesel para todos esses veículos? A que custo? Que outro tipo de combustível poderá substituí-los? Se nada for feito, quais serão os efeitos do aumento da camada de Ozônio na atmosfera? Teremos condições de resistir com tanta poluição no planeta?

Essas são apenas algumas questões que precisam de solução rápida, pois o meio ambiente não vai esperar muito para cobrar, com juros e correção monetária, a fatura dos danos que causamos a ele. Além disso, o mundo, em especial os grandes consumidores dos derivados de petróleo, não deseja mais ficar refém de um único tipo de combustível. Todos sabem que o tempo do petróleo fácil e barato já acabou e ninguém mais tem a ilusão de que o combustível fóssil continuará sendo a solução para o mundo, até porque isso não será possível.

Sendo assim, o que fazer para evitar um colapso global? Buscar alternativas que possam minimizar ou resolver o problema da inevitável escassez dos combustíveis fósseis. A idéia de produzir álcool como fonte de combustível alternativo não vingou, pois todos sabem que uma parte do mundo ficaria dependente da outra, uma vez que nem todos possuem condições ideais para produzi-lo, seja ele derivado da cana, milho ou qualquer outra fonte sustentável.

Além disso, não haveria como produzir alimentos e combustível em volume suficiente para suportar uma demanda mundial crescente. Afinal de contas, somos em torno de 7 bilhões de pessoas e em 2030, deveremos ser 9 bilhões. Nunca é demais lembrar os problemas do Proálcool brasileiro da década de 80. Também, vale ressaltar que recentemente tivemos que importar álcool para atender a demanda. Cabe ainda enfatizar, que do ponto de vista de emissões de gases nocivos a saúde, os motores a álcool e a gasolina poluem na mesma proporção, a única diferença é que os motores a álcool emitem menos CO2 do que os a gasolina e diesel.

A solução que o mundo encontrou até o momento foi desenvolver veículos com novas formas de funcionamento, entre eles, os movidos a ar comprimido, células de hidrogênio e os que mais tem atraído o interesse global, que são sem dúvidas, os híbridos e elétricos. Aliás, em 2010, 10% de tudo que o maior fabricante de carros do planeta, a Toyota, produziu foi híbrido. Isso é muito significativo, principalmente se levarmos em conta que a produção em série de veículos equipados com motores alternativos, é bem recente. 
Então estamos diante do fim dos veículos com motores a combustão? Provavelmente, não. A indústria deste tipo de motor é dominante e boa parte dela continua trabalhando para aprimorá-los, tornando-os mais eficientes do ponto de vista de economia, poluição, desempenho e preço. Não há razão para duvidar que eles serão bem sucedidos nesta tarefa e o petróleo ainda continuará, por algum tempo, abastecendo o mundo, tanto assim que as previsões de empresas especializadas dão conta que em 2030, em torno de 70% dos veículos produzidos ainda serão equipados com motor a combustão.

A verdade é que a única certeza que temos, é que somente o tempo poderá dizer o que acontecerá. Enquanto isso, vamos fazer a nossa parte para deixarmos um planeta melhor do que aquele que encontramos.

Pense nisso e ótima semana,

Evaldo Costa
Escritor, conferencista e Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil
Blog: www.carroeletriconews.blogspot.com
Site: www.icbr.com.br
E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com
Siga no Twitter/LikedIn/Facebool/Orkut: evaldocosta@icbr.com.br

Raízen critica ameaça de intervenção no setor de etanol Presidente defende açúcar como fundamental para a balança comercial brasileira AE | 28/06/2011 12:06

O presidente da Raízen, Vasco Dias, criticou hoje uma possível intervenção do governo no setor de etanol e a restrição de crédito para a fabricação de açúcar pelas usinas, como tem afirmado o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.
"Não adianta vir com artificialidade, porque não funciona. A oferta e a demanda do etanol regulam o mercado", disse Dias. "O açúcar é fundamental para a balança comercial do País e tem de ter a produção conjunta com etanol", completou o executivo, durante evento em Sumaré, no interior de São Paulo.
Dias considerou que as conversas do setor produtivo de etanol com o governo para o aumento da produção de etanol "avançaram" e um possível programa federal de fomento ao setor deve prever financiamento para estocagem do combustível e para cogeração de energia a partir da biomassa. "Sem cogeração o projeto não se viabiliza", afirmou.
O presidente da Raízen informou ainda que as empresas do setor de açúcar e etanol discutem com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) "novas condições de financiamento" para investimento na ampliação da produção. O executivo, entretanto, não detalhou as conversas com o governo e o BNDES.
Dias considerou que a oferta e a demanda de etanol serão estáveis nesta safra e avaliou que os preços do combustível de cana-de-açúcar não deverão ter uma grande volatilidade na entressafra, como ocorreu este ano. "Com o ritmo de hoje teremos uma entressafra mais tranquila", disse.

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Como a briga entre etanol e gasolina afeta o seu bolso Etanol voltou a ficar vantajoso na maior parte do país; entenda por que os preços mudam rápido e saiba como economizar

São Paulo - Quando o aumento no preço de um produto limita-se a casa dos centavos, o dano ao bolso do consumidor costuma passar despercebido. Não é o que acontece nos postos de gasolina, onde as alterações decimais impressionam até os motoristas mais incautos.

“Temos uma vasta dependência das vias rodoviária, tanto para transporte de produtos quanto de pessoas”, afirma o economista Roberto Piscitelli. “Qualquer mudança afeta o humor da população, já que os combustíveis têm grande influência na formação dos custos da nossa produção e no orçamento das famílias”, acrescenta.
Com a popularização dos carros flex, o brasileiro acostumou-se a fazer as contas na busca pela escolha mais econômica. Isso acontece porque com a mesma quantidade de combustívul, um veículo a álcool pode rodar até 30% a menos que o exato modelo movido a gasolina. Logo, o etanol precisa ser 30% mais barato para ganhar vantagem. A conta é simples: basta dividir o custo do etanol pelo da gasolina. Se o resultado for menor que 0,7 (70%), o etanol será sempre a melhor opção.

Na primeira semana de junho, foi o que aconteceu em 16 dos 26 estados brasileiros e Distrito Federal, conforme aponta o IPTC (Índice de Preços Ticket Car). O levantamento leva em conta os preços praticados em mais de dez mil postos no país. Em média, o valor do litro do etanol foi de 1,89 real, contra 2,77 da gasolina.
De qualquer forma, a disparidade regional é grande e a análise isolada desses valores pode gerar conclusões precipitadas. Na Bahia, por exemplo, a gasolina foi encontrada ao preço médio de 2,86 reais – o mais caro do Brasil. Ainda assim, ela bateu o etanol no quesito economia, com o derivado da cana cotado ao preço médio de 2,04 reais.

Na hora de encher o tanque, é a relação entre o preço dos dois combustíveis, portanto, que cumpre o papel de fiel da balança na escolha do melhor custo benefício. Mas no embate entre gasolina e etanol, é bom lembrar que os vencedores se alternam em questão de dias.

Prova disso é que no início do ano, época de entressafra da cana, a situação era exatamente inversa. Na primeira quinzena de fevereiro, o álcool só era vantajoso no Mato Grosso do Sul. Nesse período, o preço médio do combustível chegou a impressionantes 2,07 reais por litro na média nacional.
Tamanha volatilidade se assenta na possibilidade dos produtores de cana-de-açúcar poderem optar tanto pelo açúcar quanto pelo álcool a partir de uma mesma matéria prima. Por isso, quando o valor do açúcar encontra-se valorizado no mercado internacional, os usineiros aproveitam o bom momento para ganhar com ele.
“Com estoques muito reduzidos e a perspectiva de atraso no início da safra brasileira, o preço do açúcar chegou a patamares de 45 centavos de dólar por libra peso em fevereiro”, lembra Plínio Nastari, presidente da consultoria de etanol e açúcar Datagro. Hoje esse valor orbita em torno de 27 centavos de dólar.

Na opinião de Nastari, o consumidor continuará observando oscilações bruscas enquanto não houver uma correlação maior entre os preços do etanol e do açúcar. Apesar de reconhecer que esta situação reforça a dependência da gasolina ante a possibilidade de consolidar o etanol – “nacional e renovável” – como principal combustível, ele é contra uma intervenção mais dura do governo no setor. “O exercício da liberdade de escolha do produto mais rentável é que vai dar longevidade e sustentabilidade para os investimentos. Do ponto de vista econômico, o ideal é que a produção de açúcar e álcool gere o maior valor possível para o país, permitindo a expansão da produção de cana e da capacidade industrial.”

O economista Roberto Piscitelli discorda. “Como a cana é um produto sazonal, o governo deveria exigir uma contrapartida que não tem sido dada pelos produtores, formando estoques reguladores para evitar essas variações”, diz. “Afinal de contas, houve um estímulo à produção e utilização de carros flex e o modelo de hoje só beneficia o lado mais selvagem do capitalismo.”

Segundo estimativas da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), o etanol irá de fato perder terreno este ano. Enquanto a produção total da cana-de-açúcar deve crescer 2,9%, o percentual dedicado ao açúcar sofrerá um aumento mais de duas vezes superior a este percentual, passando de 38,1 milhões para 40,9 milhões de toneladas. Se as previsões se confirmarem, a cana destinada à produção de açúcar abocanhará 48,1% do total destinado à moagem nesta safra.

Para Antonio Rodrigues, diretor técnico da UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), é preciso ajustar o descompasso entre a redução da oferta de etanol e o aumento de carros flex nas ruas. E o setor privado está interessado na discussão.“Para nos é difícil trabalhar sem uma encomenda, sem uma previsibilidade ou demanda firme”, sustenta. “Se você quer um combustível que é agrícola, a melhor forma de garantir a oferta é que haja contrato. Nenhum produtor rasga um contrato de açúcar", emenda.
Enquanto novas formas de regulação não são implementadas, o consumidor continua à mercê das flutuações do combustível, que também afeta o valor da gasolina nas bombas. Isso acontece porque além do álcool hidratado (etanol), as usinas também produzem álcool anidro, que é misturado à gasolina em um percentual definido pelo governo. A alíquota, hoje na proporção de 25%, é apenas uma das ferramentas utilizadas para amenizar as alterações nos preços e evitar uma pressão maior sobre a inflação.

Apesar de não ter ingerência direta sobre a formação do preço da gasolina – que também sofre acréscimos referentes à distribuição e revenda – o governo, como acionista majoritário da Petrobras, tem participação na exploração e produção de petróleo, podendo ou não repassar o aumento no preço da commodity ao combustível derivado do óleo. Na outra ponta, a interferência também se dá pela cobrança de tributos federais e estaduais.

Alternativa
Para os que procuram fugir dos preços altos, fica a opção de usar o gás natural veicular, mais conhecido por GNV. Atualmente, o preço do metro cúbico já chega bem perto do etanol: 1,70 do GNV contra 1,89 do litro do álcool na média nacional apurada pela Ticket Car. Ainda assim, quem roda muitos quilômetros por dia deverá economizar com a conversão.

Um carro 1.0 com capacidade de andar 10 km/l com gasolina, fará cerca de 13km/m³ com GNV e 6,5 km/l com etanol. Nessas condições, quem percorre 50 quilômetros por dia, terminará o mês desembolsando196 reais com o GNV, valor bem modesto quando comparado aos 415 reais demandados pelo carro a gasolina ou aos 436 reais pelo veículo a etanol rodando nessas mesmas condições. Além disso, automóveis movidos a gás ganham desconto no IPTU em alguns estados. No Rio de Janeiro, o abatimento chega a 75%.

Contudo, o preço de instalação do kit deve ser levado em conta por quem se entusiasmar com a possibilidade. Os cilindros do gás ocupam espaço no porta-malas, podem contribuir para a desvalorização do veículo na revenda e não saem por menos de 2.000 reais.

Operação entre Carrefour e Pão de Açúcar já começou "errada", critica fonte

Apesar da confiança dos executivos envolvidos na operação, técnicos ligados ao Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC) avaliam que o processo de fusão do Pão de Açúcar com o Carrefour "já começou errado". Isso porque os acionistas não informaram previamente as autoridades do governo para que, antes de ser concretizada, a operação pudesse já ter alguma avaliação sob o ponto de vista da concorrência. “Eles poderiam ter apresentado ao SBDC antes todas as informações da fusão. Se tivessem feito isso, o processo (de avaliação) poderia ser mais rápido”, afirmou uma fonte ao Globo.

Essa iniciativa não é obrigatória por lei, mas seria de bom tom, dizem técnicos, já que importantes e recentes processos se arrastaram por muito tempo devido à falta de antecipação de informações aos órgãos antitruste. É o caso da compra da Sadia pela Perdigão, que resultou na criação da BRF Brasil Foods.

A BRF corre o risco de deixar de existir, caso o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vote contra o negócio por entender que ele é prejudicial à concorrência e, consequentemente, ao consumidor. O primeiro voto, do relator Carlos Ragazzo, foi justamente neste sentido e, agora, os demais conselheiros avaliam se há alguma possibilidade de acordo com a empresa.

Dentro do governo, também há a ideia de que uma possível fusão entre os gigantes do varejo Pão de Açúcar e Carrefour não seria aprovada sem nenhuma restrição, devido ao porte das companhias. Mas o tamanho dessas travas, no entanto, ainda é difícil mensurar, porque os técnicos do governo ligados à área vão avaliar o processo de forma regional. Ou seja, estudando o impacto do negócio em diversas praças do país, já que o mercado varejista tem importantes players regionais e, por isso, com concentrações de mercado diferenciadas.

Segundo outra fonte ligada ao SBDC, a fusão do Carrefour com o Pão de Açúcar seria parecida, em termos de análise da concorrência, ao processo que envolve a união das Casas Bahia com o Ponto Frio, controlado pelo próprio Pão de Açúcar.

Apesar desse foco, o negócio envolvendo o grupo do empresário Abílio Diniz com o Carrefour também será analisado sob o foco nacional, por exemplo, levando em consideração o poder de compra que ganhariam em relação aos milhares de fornecedores. “É preciso avaliar se esse ganho seria, de fato, repassado ao consumidor”, avaliou a fonte.

Da Agência O Globo

Risk Assessment and SWOT Analysis

Risk Assessment and SWOT Analysis for student venture plans

How to Do a SWOT Analysis [Hafihz.com]

Michael Porter on Competitiveness

Michael Porter, the Bishop William Lawrence University Professor at Harvard, addresses the Columbus Partnership on competitiveness for a region and its urban areas.

What is Strategy?

This 1 minute clip from Micheal Porter is a must see for each of us to learn what strategy really is!

Bertin vende ativos e busca sócios para concluir usinas Grupo negocia recursos com BNDES, além de financiamento internacional; usinas são "meta maior" do grupo

Para levantar capital e continuar à frente das seis usinas termelétricas em atraso que foram alvo de decisão hoje da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Grupo Bertin está vendendo ativos e já negocia um sócio para o empreendimento. "O empreendedor desmobilizou ativos contra sua vontade com a PCH Sacre 2 ao grupo Brookfield. Estamos em negociação para a venda de mais duas PCHs de nosso parque renovável e mais 2 UTEs (termelétricas) a gás, cujo pedido de transferência acionária já foi submetido à Aneel, além de outras UTEs", revelou Inaê Lobo, diretora jurídica do Grupo Bertin.
A empresa também já efetuou a compra de lastro, segundo ela, para o complexo das seis usinas até julho, além do contrato de combustível para as termelétricas e está em busca de um sócio para os empreendimentos. "Estamos negociando a entrada de investidores estrangeiros estratégicos. Não podemos divulgar os nomes, pelo acordo de confidencialidade. O processo de duo diligence está em fase final", ressaltou.
Segundo Inaê, o grupo negocia recursos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e financiamento internacional. As usinas, segundo ela, são a "meta maior" do grupo. A advogada declarou-se "parcialmente satisfeita" com a decisão da Aneel, e evitou falar se a empresa acionaria a Justiça para obter a dilatação do prazo para entrada em operação das usinas em sete meses.
Decisão
Hoje, a Aneel acatou parcialmente o pedido de reconsideração do grupo para a data de adiamento do início da operação de seis usinas termelétricas, que deveriam ter entrado em operação em janeiro deste ano. O órgão regulador já havia tomado uma decisão sobre a questão no fim de março, sem direito a recurso, negando o pedido da empresa para postergação da data de suprimento das usinas. O Bertin, no entanto, entrou com mandado de segurança para ter direito a nova apreciação da diretoria colegiada da agência.
Depois do mandado de segurança e da sustentação oral da empresa, o órgão regulador reviu parcialmente a decisão anterior e atendeu parcialmente o pedido da empresa, excluindo do período de atraso o prazo de 101 dias, que representa o tempo em que o Ministério de Minas e Energia demorou para fazer a concessão da outorga. O pleito da empresa era de que fossem excluídos sete meses do período de atraso.
A revisão da decisão da Aneel ocorreu por três votos a dois. Votaram a favor do pleito do Bertin os diretores Julião Coelho, Edvaldo Santana e André Pepitone. O diretor-geral da agência, Nelson Hü;bner, e o diretor Romeu Rufino, mantiveram o voto anterior para que esse prazo não fosse excluído do período de atraso.

Gestão de Riscos

Nas  últimas  décadas, o  tema  gerenciamento de riscos de instituições financeiras tornou-se assunto obrigatório para os órgãos reguladores, com ênfase no monitoramento do risco e, para os acionistas, com ênfase na governança e na  transparência, motivados por profundos reflexos do gerenciamento de riscos na sobrevivência das instituições.
Independentemente do perfil, mercado, região ou forma de atuação de uma instituição financeira, seja ela uma agência de fomento, banco múltiplo, cooperativa de crédito, banco de investimento ou banco especializado na gestão de grandes fortunas, todas guardam uma característica em comum, que é o adequado gerenciamento de riscos, considerado essencial para a sua sustentabilidade no longo prazo.

Com isso, objetivando atender às recomendações do Acordo de Basiléia II e aos normativos do CMN e BACEN para o gerenciamento dos riscos de crédito, mercado, operacional e liquidez, a GoiásFomento tem atuado de forma contínua para implantar tais recomendações e exigências, mediante práticas de gerenciamento de risco.

O estabelecimento das Políticas de Gerenciamento de Risco é prerrogativa do Conselho de Administração – CONSAD, mediante proposta da Diretoria Executiva - DIREX. No entanto , o gerenciamento de riscos faz parte de uma ação contínua com a contribuição de todas as áreas da Goiásfomento sendo sintetizado pela Assessoria de Gerenciamento de Riscos que forma um eixo estratégico de suporte ao desenvolvimento equilibrado e sustentado da instituição, buscando a minimização de perdas e adoção de um padrão rígido, conforme orientações dos órgãos regulamentadores e fiscalizadores.
RISCO DE CRÉDITO
A possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação.
RISCO OPERACIONAL
A possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processo interno, pessoas e sistemas, ou de eventos externos.
RISCO DE MERCADO
A possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da  flutuação nos valores de mercado de posições detidas  por  uma instituição financeira.

Como é o comportamento do consumidor na praça de alimentação Franquias devem entender diferenças entre os perfis de clientes para oferecer produtos adequados

As franquias de alimentação têm apresentado um desempenho acima da média nos últimos anos. A quantidade de lojas do segmento cresceu 201% entre 2001 e 2010, enquanto o mercado de franchise alcançou 69% de expansão no mesmo período. Já o número de novas empresas especializadas em gastronomia aumentou 277%, comparado aos 209% de crescimento geral do setor.
O faturamento acompanhou os resultados. As franquias de alimentação viram suas vendas ampliarem em 359%, comparado aos 204% de expansão do setor. Os dados são de uma pesquisa realizada pela ToolBoox – Métricas de Ponto de Venda, para entender o perfil e o comportamento de consumo dos frequentadores de restaurantes de praças de alimentação de shoppings brasileiros.
Com o aquecimento do mercado, conhecer os principais atributos levados em conta pelos consumidores é essencial para se diferenciar. De acordo com o levantamento, realizado em São Paulo, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Belém, Salvador, Recife, Goiânia e Porto Alegre, os problemas enfrentados pelos clientes em apenas uma loja franqueada podem afetar toda a rede.
Consumo em praças de alimentaçãoAtendimento é maior reclamação
Dos entrevistados, 29% não voltariam a qualquer restaurante da marca, caso tivessem problemas em algum dos pontos de venda. “Quando somamos com os que deixariam de frequentar por um tempo, este número sobe para 42%”, explica Luiz Sedeh, Diretor de Desenvolvimento da ToolBox – Métricas de Ponto de Venda, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Entre os principais motivos de reclamação, o atendimento é o maior. Segundo o estudo, 44% deixariam de ir ao restaurante caso fossem mal atendidos no local e 29% evitariam a unidade por um tempo. Já a limpeza é o atributo mais importante para 70% dos pesquisados. Mais da metade dos consumidores (59%) não voltariam à loja se observassem falta de higiene no local.
Para outra parcela, problemas deste tipo poderiam impactar a rede como um todo: 40% não frequentariam mais qualquer unidade da marca. O mesmo pode ser dito em relação à comida, já que 42% afirmam que a má qualidade dos produtos servidos é associada a toda a rede de franquias.
Qualidade e rapidez para conquistar clientes
O ponto de venda, como em todo o varejo, também é fundamental para as marcas de alimentação no momento de decisão de compra. Nos shoppings, a maioria (74%) dos consumidores opta pelo restaurante ao chegar à praça de alimentação. Dos que já escolheram o local previamente, 42% mudam de ideia.
O desafio para as empresas é como se destacar em um ambiente altamente competitivo. “Entendemos que a mudança de opção é causada, principalmente, pela visibilidade e as ofertas no cardápio. O tamanho da fila também pode afastar o cliente”, diz Sedeh, lembrando que 84% dos entrevistados não aguardam mais do que 10 minutos para serem atendidos.
O tempo de espera, inclusive, é um dos principais problemas a serem trabalhados pelas redes. “Não dá para ter fila. As empresas precisam criar esquemas diferenciados, especialmente nas horas de pico, que são o almoço e o jantar. O investimento em profissionais qualificados é essencial. O mínimo que uma pessoa que está no meio do trabalho quer é ser atendida com rapidez e qualidade. Isso conquista o consumidor de fato”, acredita Filomena Garcia, Sócia-Diretora da Franchise Store, em entrevista ao portal.
Consumo em praças de alimentaçãoNovidades e produtos diferentes para cada perfilO ideal é que os restaurantes conheçam o perfil do consumidor e criem estratégias baseadas nisso. De forma geral, quase metade do público pesquisado (49%) gasta em média mais de R$ 15,00 por refeição, o que pode mudar de acordo com o cliente. Enquanto 15% dos homens consomem acima de R$ 20,00, apenas 6% das mulheres atingem este valor.
As preferências também variam em relação ao sexo. Durante a semana, as mulheres gostam de refeições mais saudáveis e evitam carne vermelha, além de optar por locais que oferecem uma bebida incluída no preço. Por outro lado, os homens querem pratos bem servidos e combos de refeições com uma sobremesa.
Para se diferenciar, os restaurantes podem trabalhar ofertas e opções no cardápio, além da experiência no ponto de venda. O importante é criar uma conexão com o consumidor na hora da compra, entendendo o que o público quer e oferecendo produtos e preços de acordo com o perfil dos clientes.
“Mesmo em uma praça de alimentação é possível se diferenciar na ambientação. O varejo tem que ser dinâmico, atualizar o cardápio, desenvolver um produto para o inverno ou para o verão. Dentro do próprio mix de produtos a marca pode tornar o que já existe em novidade, dando destaque aos produtos em determinados períodos”, ressalta Filomena.
Consumo em praças de alimentação

Rumo Logística apresenta projeto de negócio de R$ 1,3 bilhão

A Rumo Logísticaempresa  do grupo Cosan que é o maior player de logística do mundo em exportação de açúcar e grãos, apresentou hoje em evento em Sumaré o seu projeto de investimentos de R$ 1,3 bilhão que potencializará sua prestação de serviço logístico e mudará o modal de transporte de açúcar produzido na região Centro-Sul paulista ao Porto de Santos de rodoviário para ferroviário.
Com capacidade de recebimento e escoamento de 1 milhão de toneladas ao mês, o projeto está em linha com o Plano Diretor de Desenvolvimento de Transportes (PDDT) do Governo do Estado de São Paulo e tem por objetivo transportar 11 milhões de toneladas de açúcar/ano por ferrovia até 2013. Hoje também foi anunciado o início das obras do terminal de Itirapina (SP). Localizado estrategicamente em um ponto que atende todas as linhas ferroviárias existentes na região, o investimento de R$ 200 milhões em Itirapina colocará o terminal na vanguarda tecnológica do setor: será equipado com sistemas especiais para que o produto transportado mantenha seu padrão de qualidade, seus armazéns contarão com técnicas de controle de pragas e de temperatura interna, além de mecanismos de proteção do produto estocado para que as perdas por dissolução ou por dispersão aérea sejam minimizadas. Com a migração do modal de transporte de açúcar, estima-se uma redução no número de viagens de caminhões nas rodovias paulistas, o que diminuirá a emissão de CO2 na atmosfera e colaborará com a melhor conservação das estradas estaduais. “O início das obras do Terminal de Itirapina, integrado a todas as ações da Rumo que estão em curso, mostram nosso compromisso tanto com a eficiência logística como com a melhoria das condições de vida da população” diz Julio Fontana, presidente da Rumo Logística. “Com a reversão de modais, estimamos retirar até 30 mil caminhões das estradas por mês, o que diminuirá consideravelmente a emissão de CO2”, conclui o executivo.Além de aquecer sensivelmente a economia do município de Itirapina e dos outros locais nas quais a Rumo está inserida, as iniciativas da companhia estão alinhadas ainda com a Política Estadual de Mudanças Climáticas de São Paulo, que prevê a redução de 20% das emissões de gás carbônico no estado até 2020. “Juntos, trabalharemos para que o Estado de São Paulo tenha cada vez mais soluções logísticas de alto valor agregado, operando de maneira sustentável, eficiente e rentável”, acrescenta Marcos Lutz, presidente da Cosan.

Sete ferramentas úteis para os Empreendedores Individuais Conheça as ferramentas que o Sebrae lança para apoiar a atividade dos profissionais que trabalham por conta própria

O Sebrae lança nesta quinta-feira (30), a partir das 10h, na tenda montada na Semana do Empreendedor Individual, localizada na Ceilândia (DF), o SEI Sebrae, um programa de capacitação baseado em sete soluções educacionais nas áreas de finanças, vendas, gestão, empreendedorismo, compras, planejamento e cooperação. O lançamento será na CNM 01 Área Especial - Praça do Encontro, perto do Restaurante Comunitário.

O programa é uma das ações da 3º Semana do Empreendedor Individual, que começou na última segunda-feira (27) e prosseguirá até o próximo sábado (2) em todo o país. O SEI tem como base sete soluções educacionais propostas pelo Sebrae nas áreas de finanças, vendas, gestão, empreendedorismo, compras, planejamento e cooperação.

"A formalização é o primeiro passo para o empreendedor individual reunir condições para se consolidar e crescer. O passo seguinte é o da capacitação. Por isso, o Sebrae desenvolveu essa linha de soluções, que auxiliará a tornar o profissional mais competitivo e preparado para enfrentar os desafios impostos pelo mercado", afirma o presidente da instituição, Luiz Barretto.

O programa SEI é composto por sete linhas de produtos: SEI Vender, SEI Comprar, SEI Controlar meu Dinheiro, SEI Planejar, SEI Administrar, SEI Empreender e SEI Unir Forças para Melhorar. Conheça as sete soluções de capacitação do programa.

Os conteúdos serão oferecidos em formatos de oficinas (presenciais), cartilhas (impressas e em áudio), mensagens SMS por celular e kits educativos, com nova metodologia semipresencial. A exceção fica para a oficina na área de gestão, SEI Administrar, que será desenvolvida somente por meio da aplicação dos kits Aprender a Empreender e Aprender a Empreender – Serviços. O kit inclui também uma telenovela, produzida por meio de parceria com o canal Futura.

Melhor aproveitamento

A metodologia da capacitação foi desenvolvida estrategicamente para o Empreendedor Individual, com materiais simples, histórias que servem como exemplo e com as quais os alunos possam se identificar, além de oficinas com carga horária reduzida, de apenas três horas, para melhor aproveitamento do conteúdo. A ideia é que o participante saia das oficinas totalmente capacitado para aplicar o aprendizado em seu negócio.

Antes de serem definidas, as metodologias foram aplicadas em projetos-piloto. Os temas SEI Vender, SEI Controlar meu Dinheiro e SEI Administrar foram testados e estão prontos para serem ministrados para grupos de empreendedores individuais de imediato. Os conteúdos das quatro oficinas restantes estarão disponíveis até o final de julho. As outras modalidades de aprendizagem, em formato de cartilha e de mensagens de texto no celular, devem ficar acessíveis a partir de setembro.

Conheça cada um dos produtos:

1 – SEI Vender
Trabalha os conceitos de mercado e elementos do marketing, de forma integrada, de maneira a potencializar a capacidade de negociação e ampliar as vendas. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas, uma cartilha e a capacitação a distância via celular (SMS). Para o segmento de varejo há ainda a opção do kit educativo Boas Vendas, composto por material impresso (com exercícios sobre o tema) e vídeos para o participante dar andamento ao aprendizado fora da sala de aula. Ao todo, são dez vídeos em formato de telenovela sobre conceitos de negócio, ponto comercial, a importância de comprar bem, a definição do preço de vendas, o atendimento ao varejo, fidelização de cliente, concorrência, divulgação e lucros.

2 – SEI Controlar meu Dinheiro
Mostra a importância do controle de caixa (diário e futuro) bem como das contas a pagar e a receber para uso mais racional do dinheiro, investimentos adequados e maior capacidade de negociação. A solução apresenta estratégias importantes que irão ajudar o empreendedor individual a fazer a análise financeira do seu negócio. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas, uma cartilha e a capacitação a distância via celular (SMS).

3 – SEI Comprar
Aborda elementos essenciais da compra e estratégias para adquirir os produtos ou serviços necessários, com a qualidade adequada, preços e prazos de pagamento favoráveis para atender bem aos clientes e aumentar os lucros. Entre os tópicos estão planejamento de negociação com fornecedores, relação custo-benefício nas compras para melhor atender ao cliente, seleção e procedência do que deve ser comprado. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas, uma cartilha e capacitação a distância via celular (SMS).

4 – SEI Empreender
Estimula o desenvolvimento das características empreendedoras do aluno com os objetivos de aumentar sua competitividade e a permanência no mercado. A solução compreende os princípios, fundamentos e práticas do empreendedorismo, além de reflexão sobre o potencial empreendedor do participante e da importância da tomada de decisões responsáveis e conscientes em um negócio. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas, uma cartilha e a capacitação a distância via celular (SMS).

5 – SEI Unir Forças para Melhorar
Os participantes terão a oportunidade de conhecer as vantagens e ganhos de empreender ações coletivas, formando uma rede de negócios para aumentar a competitividade no mercado, além de superar problemas, desafios e necessidades comuns. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas, uma cartilha e a capacitação a distância via celular (SMS).

6 – SEI Planejar
Contribui para que o empreendedor individual possa adotar um processo de trabalho mais organizado para melhorar o desempenho de sua empresa e aumentar sua competitividade de modo sustentável, oferecendo produtos e serviços de qualidade e com preços atrativos. O conteúdo será trabalhado em três formatos: oficina presencial, com duração de três horas, uma cartilha e a capacitação a distância via celular (SMS).

7 – SEI Administrar
Ensina como planejar um negócio, melhorar os resultados, contornar e evitar problemas. A solução também busca desenvolver a características do participante como empreendedor. Os conteúdos serão trabalhados por meio de dois kits educativos: o Aprender a Empreender (nas modalidades telessala e semipresencial), na área de gestão, e o Aprender Empreender – Serviços, no setor de serviços. 

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