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terça-feira, 12 de julho de 2011

Israel Companies Vie for Olympic Gold Ahead of Brazil Games

July 12 (Bloomberg) -- Israel is pushing to increase trade with Brazil as the South American nation prepares to boost spending in advance of hosting the 2014 World Cup and the 2016 Summer Olympics.

Israel is concentrating on three areas in the run-up to the games: homeland security, telecommunications and water technologies, Roy Nir, Israel’s consul for economic affairs in Sao Paulo, said in a telephone interview.

“Israel, as a small country, has to focus on specific niches in which we think we have more chances to win,” Nir said.

Israel is looking to increase sales to fast-growing economies such as Brazil, India and China as growth in the U.S. and the European Union, which buy 60 percent of its exports, remains relatively slow. Brazil’s economy is expected to expand 4.1 percent this year, compared with 2.5 percent for the U.S. and 2 percent in the Euro area, according to the International Monetary Fund.

Israeli exports in June were almost unchanged at $3.73 billion, the Central Bureau of Statistics said on its website yesterday. Brazil is ranked fourteenth in Israel’s export destinations.

Brazil expects to invest 23 billion reais ($14.5 billion) in airports, stadiums, ports and transportation before hosting the World Cup and Olympic Games, Sports Minister Orlando Silva said June 15.

Israeli Exports

Israeli exports to Brazil, led by pesticides, fertilizers, machinery, electronics, and optics, increased an annual 30 percent last year to $935 million, according to Israel’s Central Bureau of Statistics. Imports from Brazil, including meat, sugar, coffee, wood products, chemicals, plastics and grain, rose 25 percent to $259 million.

Industry, Trade and Labor Minister Shalom Simhon in May led a delegation to Brazil that included representatives from the telecommunications industry. Executives from Israeli homeland security companies visited earlier this year and officials from water technology companies are expected to travel to Brazil in the coming months, Nir said.

Brazil will need to increase security in cities, sports facilities, mass transit systems, airports and at borders in advance of the games, said Yochai Rozenblat, president of Nice Systems Ltd.’s Americas unit.

Benchmark Index

Nice rose 24 percent in the past 12 months, compared with a 12.6 percent increase in the benchmark TA-25 stock exchange. The shares trade at a premium to its peers, at 18 times estimated 2011 earnings, compared with 14 times the average.

Technology from Nice, which was founded by Israeli intelligence officers, was used to provide security at the Beijing Olympics and the company is focusing a “lot of attention” on Brazil, Rozenblat said.

“The games are creating a whole kind of momentum in Brazil that also goes to areas not related to the games directly,” he said.

Brazil also will need to boost the capacity of its telecommunications system to provide for a surge in internet and mobile phone users, Nir said. Israel “excels” at telecommunications and companies in this field are already working in Brazil, he said.

One such company is Gilat Satellite Networks Ltd. which provides satellite communications to thousands of remote schools and communities in Brazil.

Gilat fell 22 percent in the past year and trades at 30 times estimated 2011 earnings, compared with the 19 times average of its Bloomberg industry peers.

“In South Africa, the satellite market was really impacted by the games,” said Doron Elinav, Gilat’s vice president of marketing and business development. “We think it will be even more so in Brazil. If there is big project there, it could have a huge impact on the market in general, and we would hope to take a part of that.”

Video Sir Terry Leahy - Every Little Helps

Sir Terry Leahy, former CEO of Tesco, reveals the secrets behind the company's success and offers unique insights into his own leadership style.

BTG e BNDES suspendem proposta para associação de Diniz com Carrefour

SÃO PAULO - O BTG Pactual decidiu suspender temporariamente a oferta de associação entre os grupos Pão de Açúcar e Carrefour, em função da recusa do grupo francês Casino, sócio de Abílio Diniz no Pão de Açúcar, em aceitar a operação. Com isso, o BTG pretende reiterar o caráter amigável da proposta.
Ao mesmo tempo, o BNDES confirmou em nota o cancelamento do apoio à operação, alegando o “não atendimento das condições estabelecidas”.  A íntegra do comunicado vem a seguir:
“Frente ao comunicado do Conselho de Administração do Grupo Casino, rejeitando a proposta de associação entre o Grupo Pão de Açúcar e o Carrefour, a Diretoria da BNDESPAR vem a público informar que cancelou o enquadramento da operação solicitada pela Gama 2 SPE Empreendimentos e Participações S/A, em função do não atendimento às condições estabelecidas. Como reiterado em diversas oportunidades, o pressuposto da eventual participação da BNDESPAR nesta operação era o entendimento entre todas as partes envolvidas.”

Video: Al Pacino – liderança e motivação

O video abaixo mostra uma cena do filme “Um domingo qualquer”, onde Al Pacino dá um show em como motivar uma equipe e mostra a essência do espírito empreendedor, a luta de todo o dia para crescer.
Aproveitem a mensagem (e a ótima atuação do Al Pacino)!
Link direto para o video aqui.

Video: Steve Jobs “connecting the dots”

O video abaixo (dividido em 2 partes) mostra o discurso de Steve Jobs, fundador e CEO da Apple, numa cerimônia de formatura de Stanford, EUA. Seu dicurso conta como 3 histórias de sua vida, aparentemente sem ligações entre si, foram cruciais na sua carreira e no seu indiscutível sucesso.
Parte 1
Parte 2
Links diretos: parte 1 e parte 2.

Video: He-Man, o verdadeiro empreendedor

Apesar de toda a carga tributária e burocrática que todos nós enfrentamos no Brasil, riscos de altas multas e até prisão (sem falar em ética) não compensam o trabalho, custos e paz de consciência de ser regular e funcionar dentro da lei.
No video abaixo, He-Man fala muito bem sobre como fazer o bem: a maneira certa é sempre a melhor maneira – e nós do Saia do Lugar já falamos mais em 1-Causar impacto positivo; 2-Ganhar dinheiro e Quais são as características do empreendedor?.
obs.: O video do youtube está como explicação sobre a crise financeira, mas isso é sempre adaptável.

Video: Guy Kawasaki – the art of the start (a arte do começo)

Este é o video com Guy Kawasaki dando uma palestra sobre como se começar um negócio. Essa palestra é não só referência em conteúdo e uma de suas aparições mais comentadas, como também nos inspirou muito – recomendamos todos os 39 minutos e pouco desse video (que está com legendas em português!).
Vale lembrar que essa palestra é baseada no livro A Arte do Começo, obviamente escrito pelo Kawasaki.
Aproveitem!
 

Video: definição de Rede Social e suas características

O video mostra de uma maneira bastante didática o que é e como surgiram as redes sociais, porém se valendo de exemplos mais tangíveis do que o normal. Vale muito a pena conferir!

Video Uma forma eficiente de marketing que poucas empresas usam

Reação do cliente
"Ah, mais um vendedor querendo me empurrar produtos..."
Estudando bastante como as empresas se comportam no Empreendemia percebi um fenômeno interessante. O comprador adora encontrar fornecedores, mas acho um saco ser encontrado. Por outro lado, o vendedor adora simplesmente receber contatos ao invés de ter o trabalho de ficar se divulgando.
Mas por que será que tantas empresas focam tanto o esforço em encontrar clientes ao invés de fortalecer sua marca e deixar o cliente vir até elas?
O vídeo a seguir mostra de forma muito bem humorada a realidade dessas 2 abordagens de marketing. Mesmo se você tiver dificuldade com o inglês, com certeza entenderá a diferença entre as 2 estratégias.

(Link para o vídeo no Youtube)
O que mais chama atenção do cara da esquerda é a facilidade que ele tem em conseguir novos contatos, enquanto o cara da direita sobre e dificilmente consegue uma resposta. Porém, o que o vídeo não mostra é que o cara da esquerda investiu muitos recursos fortalecendo sua marca e melhorando seu posicionamento em mecanismos com o Google.
Essa estratégia é chamada de Marketing de Permissão, ou Inbound Marketing em inglês.
Fica então a reflexão, você tem investido em plantar as sementes e ser encontrado ou sua realidade é parecida com a do cara da direita?
Abraços,
Millor Machado (plantando minhas sementes e esperando meus contatos chegarem)

Perguntas essenciais em um Plano de Marketing

A dica de hoje foi mandada por Bernardo Porto através de seu blog.
Questionamentos que devem ser feitos durante um plano de vendas e/ou marketing:
  • Como lidar com tanta informação?
  • Como sair na frente em vendas?
  • Como agregar valor ao negócio, ganhar vantagem competitiva e ser líder?
  • Como fazer parcerias estratégicas?
  • Como garantir a satisfação dos acionistas e dos clientes?
  • Como desenvolver produtos que vendam?
  • Como ser realmente reconhecida como uma empresa inovadora?

Video Ticket Restaurant Smart

Ticket Restaurant Smart è una carta ricaricabile a scalare che contiene i Ticket Restaurant elettronici del beneficiario.
Servizio pensato per offrire ogni giorno una soluzione gradita al personale e innovativa per l'azienda che potrà gestire in piena libertà grazie ad una extranet dedicata.

Ticket Car, um compromisso com a sustentabilidade


Ticket Car, um compromisso com a sustentabilidade

Além de contar com um campeão dentro das pistas, os veículos da equipe Ticket Car Corinthians Motorsport ainda contam com soluções vencedoras, que colaboram na preservação do meio ambiente:Ticket Car Carbon Control e Ticket Car Carbon Free. Enquanto o primeiro mensura o volume de emissão de CO2 da equipe, o segundo compensará automaticamente a emissão de poluentes por meio do plantio de árvores em regiões de proteção ambiental.

Ticket Car Carbon Control

Controle preciso, compromisso assegurado

Líder nacional em gestão de despesas de veículos, o Ticket Car também faz o seu papel quando o assunto é o controle da emissão de CO2. Dessa maneira, nasce o Ticket Car Carbon Control, uma ferramenta que calcula a quantidade de gases emitidos pelos veículos.

A nova solução permite que, assim como a equipe Ticket Car Corinthians Motorsport, as empresas-clientes possam coletar informações detalhadas sobre a emissão de CO2 a partir do consumo de combustível de suas frotas. Além de prover relatórios confiáveis, também é uma forma de comando e controle para ações de compensação.

O sistema Ticket Car Carbon Control também oferece a possibilidade de obter dados de acordo com parâmetros distintos. Dessa forma, o gestor consegue saber, por exemplo, quantos quilos de CO2 são emitidos por veículo, centro de custo, base operacional e até mesmo por funcionário. “O primeiro passo é poder mensurar, um a um, o grau de emissão dos gases pelos veículos. Sabemos que o álcool é um combustível menos nocivo do que a gasolina. Nosso sistema permite, por exemplo, que, no caso de uma frota com veículos flex, o gestor possa substituir o abastecimento com derivado do petróleo pelo etanol, o que representaria uma economia de quase um quilo de CO2 por litro consumido”, explica Marco Mamari, diretor de Produto do Ticket Car.

Ticket Car Carbon Free

Sustentabilidade em ações precisas


Para complementar o serviço oferecido pelo Ticket Car Carbon Control, o Ticket Car reforça sua posição de pioneiro e complementa as suas soluções 100% sustentáveis com o Ticket Car Carbon Free.

Voltado à compensação da emissão de carbono para empresas com frotas leves e pesadas, o serviço oferece uma solução completa aos gestores de frota para obtenção de informações detalhadas sobre a emissão de COa partir do consumo de combustível de suas frotas. Por fim, o Ticket Car Carbon Freepromove ações de compensação através de projetos socioambientais.

Os produtos ainda contam com a consultoria dos profissionais especializados da empresa e têm como objetivo principal auxiliar na elaboração de métodos eficazes para minimizar e compensar a emissão de poluentes nos veículos de frotas leves e pesadas.

Apresentado durante a Fórmula Truck, o Ticket Car Carbon Free garantiu à equipe Ticket Car Corinthians Motorsport diversos certificados de sustentabilidade, emitidos pela ONG Iniciativa Verde, por conta da compensação em cada etapa da temporada.

Sindicato reclama da falta de segurança à saude de funcionários de postos

Os mais de cinco mil empregados em postos de combustíveis estão exigindo mais segurança no exercício da profissão. De acordo com Gilson da Silva Sá, diretor do Sinpospetro (Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de MS), além das altas ocorrências de assaltos à postos, os sindicato também reivindica uma segurança maior na exposição dos funcionários aos produtos químicos e tóxicos que compõem o combustível, principalmente o benzeno.
Segundo o sindicato, a exposição excessiva ao benzeno foi uma das causas da morte do frentista Gilberto Filiu, no ano passado. O frentista morreu devido a uma intoxicação causada pelo banzeno. Gilberto teve exposição à substância durante 29 anos.
De acordo com Gilson, o Sinpospetro tem solicitado o apoio do Ministério do Trabalho e Emprego em Mato Grosso do Sul para marcar mesas redondas com donos de postos para fazê-los cumprir acordos coletivos e legislação vigente sobre vários aspectos no ambiente de trabalho. Segundo a denúncia do sindicato, os donos de postos de combustíveis não cumprem principalmente os seguintes acordos e legislações vigentes: Seguro de vida em grupo (cláusula 22ª da Convenção Coletiva de Trabalho); Não fornecem uniformes aos empregados; não tomam providências para que o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) análise, detalhada e corretamente os riscos aos quais estão, de fato, expostos os trabalhadores, tais como: ergonômicos – trabalho em benzeno e outros hidrocarbonetos aromáticos), evitando-se orientações gerais ou medidas de controle inespecíficas.

Procuram-se líderes Empresas qualificam seus talentos bancando cursos de pós-graduação, especialização acadêmica, MBAs, mestrado e doutorado

Genilson Cezar,

Investir continuamente na formação de lideranças é uma preocupação crescente das empresas brasileiras. Mas não poderia ser diferente, avaliam executivos e dirigentes de instituições de ensino voltadas ao mercado corporativo. "Procuramos os melhores valores, os melhores talentos - essa é a condição imprescindível para continuar crescendo. A empresa precisa apostar, permanentemente, no desenvolvimento das pessoas e na sua capacitação profissional. Isso é fundamental para o nosso negócio", resume Rodrigo Pacca, gerente de recrutamento e seleção da Ambev, a maior empresa de bebidas do país, com quase 30 mil empregados.
"As empresas querem seus executivos mais qualificados para comandar. Essa é a exigência de um mercado cada vez mais competitivo, com custos apertados. É menos uma questão técnica, e mais uma preocupação com a gestão de pessoas e do negócio", completa Licínio Mota, diretor-geral de pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo. Só de janeiro a junho deste ano, a escola fechou contrato com 25 empresas para realização de cursos de pequena e longa duração, inclusive Master in Business Administration (MBA).
Trata-se, portanto, de um mercado em expansão, como mostra a intensa oferta dos cursos de MBA, na maioria das vezes subvencionados integralmente pelas empresas. Na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), que tem contrato com cerca de 300 empresas, os cursos de MBA com duração de um ano e meio podem custar entre R$ 18 mil a R$ 20 mil. Já na Business School São Paulo (BSP), atualmente com 40 alunos em atividades de MBA Executivo, esses valores podem chegar a R$ 50 mil, ao longo de dois anos de atividades. Os programas são os mais variados. Em 2010, mais de 600 empresas contrataram especialistas do atendimento corporativo do Senac São Paulo para desenvolver soluções customizadas para treinamento de mais de 50 mil pessoas.
Os programas de educação executiva se consolidam também em torno das chamadas universidades corporativas, que são formas inovadoras de organização do desenvolvimento educacional dos empregados. É o caso da Universidade Ambev, que integra todos os programas de aprendizagem da companhia. Em 2010, a empresa investiu R$ 22,5 milhões no treinamento de mais de 40 mil pessoas. Foram 74 programas, 712 cursos e mais de 38 mil horas de treinamento, em módulos presenciais e online. Este ano, a cifra saltará para R$ 26,7 milhões, aumento de 18,7%.
Segundo Rodrigo Pacca, a ampliação dos gastos no desenvolvimento de lideranças reflete o crescimento da companhia, que no ano passado investiu R$ 2 bilhões para ampliar sua capacidade produtiva em 15%. Mas sempre manteve os gastos nos programas educacionais. "A Ambev passou por diferentes ondas de mercado. Crescendo ou se retraindo, no entanto, nunca precisou reduzir seus investimentos em educação executiva. Essa é uma área estratégica para o aperfeiçoamento dos nossos profissionais", diz ele.
A Brookfield, uma das maiores incorporadoras do país, com 41 mil imóveis entregues, totalizando mais de 13 milhões de m2 de área construída e em desenvolvimento, também usa a universidade corporativa como iniciativa pioneira para formação de lideranças. A empresa tem mais de cinco mil colaboradores. As ações da universidade alcançam 290 executivos, 60 dos quais gerentes e superintendentes alvo de intensos programas de desenvolvimento.
"A ideia é passar uma visão sistêmica do negócio, dos instrumentos e das formas de gestão de pessoas cada vez mais efetivas", destaca Ana Cláudia Freire, gerente de educação corporativa da Brookfield Incorporações.
O pagamento dos cursos é um atrativo. Tanto os cursos internos quanto os externos (seminários, workshops, conferências, etc.) oferecidos pela Universidade Alcoa são 100% financiados pela companhia, desde que aprovados pela área de negócio. Os cursos de ensino superior, educação continuada, pós-graduação, especialização acadêmica, MBAs, mestrado e doutorado são parcialmente financiados pela Alcoa, variando de 60 a 90% de reembolso, de acordo com a avaliação de desempenho do funcionário.
Em muitas empresas, as ações educativas perpassam todo o quadro de colaboradores. É o caso da Ticket, um dos maiores grupos do sistema de refeição e alimentação-convênio, com mais de quatro milhões de cartões eletrônicos em operação, 57 mil empresas-clientes e uma rede de 320 mil estabelecimentos credenciados.
A companhia atua com um quadro de 650 colaboradores, e no ano passado realizou 1,6 mil ações de treinamento, mais de duas ações por pessoa. O foco principal do treinamento, no entanto, é no nível de liderança, indica Edna Bedani, gerente de desenvolvimento de recursos humanos da Ticket. Segundo ela, pelo menos 120 executivos passaram por todos os programas de capacitação de líderes.
"Tivemos executivos que passaram pelo Insead, um programa gestão estratégica para dirigentes empresariais, realizado em Fontainebleau, na França. Alguns profissionais fizeram cursos de formação na Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte (MG). Outros foram enviados para cursos em inglês fora do Brasil", conta Edna.
A Ticket investe algo como 4% de sua folha de pagamentos nesse esforço educacional, de acordo com a diretora de RH. "Pelo menos 30% da verba é destinada à formação de lideranças corporativas", afirma. Nada é gratuito, indica ela. "A empresa ganha em ter pessoas capazes de colocar sua estratégia de negócios em prática, além de obter mais sinergia entre seus profissionais. Ou seja, faz o alinhamento das pessoas à execução das atividades. Isso aumenta a produtividade, melhora nossa competitividade. O que acaba nos dando também uma liderança natural no mercado", afirma Edna.
Para os colaboradores, muitos dos quais executivos em postos de liderança que participaram dos programas de capacitação, o esforço é mais do que necessário. É comum ter que superar algumas barreiras e fazer sacrifícios, como, por exemplo, conciliar trabalho e estudos, o que, em alguns casos, exige inclusive a realização de cursos no exterior. O resultado, porém, é compensador, aponta Erik Novaes, gerente de projeto da administração central da Ambev, que fez curso de MBA Corporativo para gerente sênior, com funções de liderança, na Business School São Paulo, no ano passado. Foram nove módulos, teóricos e práticos, durante quatro dias por semana, ao longo de nove meses.
"Fiz MBA como gerente de projetos de logística. Éramos 25 profissionais. Passamos por todas as atividades da companhia e por apresentações de professores renovados e consultores, além de aulas em inglês, que terminaram com visitas à unidade operacional da Budweiser nos Estados Unidos. Desde então, já fui promovido duas vezes, em dezembro de 200 e em junho deste ano. O curso facilita o desenvolvimento de projetos futuros da empresa", diz Novaes.
Rubens Leonardo Marim, superintendente jurídico da Brookfield Incorporações, considera que os cursos realizados na "universidade corporativa" criada pela empresa, embora não substituam as instituições de ensino formais, são ferramentas fundamentais para o desenvolvimento de liderança, para o pensamento estratégico da organização, e criam uma linguagem comum para a tomada de decisão de negócios. Ivonete Corneli da Silva, gerente contábil da Ticket, que fez o MBA Executivo de Contabilidade e Controladoria, pago integralmente pela empresa, acha que ganhou mais segurança no desenvolvimento de sua função. "O profissional precisa estar preparado para os avanços pelos quais a área de contabilidade está passando, com novas regras legais que chegam ao mundo corporativo, globalizado e mais competitivo. Com essa reciclagem, já estou dando um bom retorno para empresa. Mas ainda preciso ter um retorno melhor da companhia", acredita.

Fonte: Valor, 04/07/2011

Torcedora vê vitória corinthiana vestindo macacão de corridas


Contemplada no concurso cultural “Loucos por velocidade”, promovido pelo Corinthians em seu site oficial, a fisioterapeuta paulistana Cláudia Guedes de Oliveira Ribas cumpriu na última quarta-feira (06), a promessa feita domingo (03), no autódromo de Interlagos. Acompanhada do marido Rodrigo, ela esteve no estádio do Pacaembu vestindo o macacão de corridas de Roberval Andrade, piloto que representa as cores do alvinegro nas pistas da Fórmula Truck.
O macacão de corridas foi o prêmio que Cláudia recebeu por ter vencido o concurso cultural. Ela e Rodrigo acompanharam a corrida da Truck em Interlagos do camarote da equipe Ticket Car Corinthians Motorsport. No jogo, o casal vibrou com a vitória por 2 a 1 sobre o Vasco da Gama, que manteve o Corinthians como líder do Campeonato Brasileiro. A temporada da F-Truck terá sequência no dia 7 de agosto, no autódromo em Londrina.

Inflação e gastos públicos causam apreensão


Os seguradores estrangeiros continuam apostando firme no potencial do mercado brasileiro. Contudo, ainda identificam alguns gargalos que preocupam. “A inflação, de fato, assusta um pouco. É preciso ver até onde vai. Ainda há o risco da indexação”, comenta o presidente da Allianz Seguros e da Allianz Saúde do Brasil, Max Thiermann.
 
Outro problema econômico apontado por ele é a questão dos gastos públicos. Max Thiermann afirma que houve uma “euforia por investimentos”, com exagero nos gastos no final do Governo passado e que é preciso mesmo frear essa tendência.
 
Em contrapartida, ele enxerga alguns motivos para otimismo no mercado de seguros. O presidente da Allianz revela que os negócios da seguradora no mercado brasileiro dobraram de tamanho nos últimos quatro anos, com crescimento médio anual sempre acima do mercado como um todo.
 
Nem mesmo as mudanças nas regras do resseguro, alvo de críticas de especialistas e grupos estrangeiros, preocupam Max Thiermann. Até mesmo porque ele entende que ainda é cedo para avaliar as conseqüências. “Essas regras novas estão em vigência há apenas 90 dias. Na prática, não houve interferência nos contratos vigentes. Vamos ver no momento da renovação. É uma das nossas preocupações, mas não é a principal”, frisa o executivo.
 
Max Thiermann diz que o mais importante, no momento, é apostar na diversificação dos negócios, caminho que a Allianz vem seguindo com sucesso. Ele adianta que a meta é atuar na maioria dos ramos de seguros possíveis. “No ramo de automóveis, já temos um milhão de veículos segurados. A aproximação com o corretor nos ajudará muito nesse processo”, salienta, acrescentando que a meta da companhia é crescer até 18% este ano, o que ocorreu, de fato, no primeiro semestre. “Esperamos manter esse ritmo até o final do ano, sem abrir mão dos resultados”, afirma.
 
Outra preocupação da seguradora é ampliar sua atuação no mercado do Rio de Janeiro. Antes de tudo, para alcançar esse objetivo, a Allianz vai investir no relacionamento com o corretor de seguros do estado, oferecendo mais “calor humano” e recuperar “o tempo perdido”.[7]
 
A primeira conseqüência dessa política de aproximação foi uma homenagem prestada a Max Thiermann pelo Clube dos Corretores do Rio de Janeiro, no final da semana passada. Segundo o presidente da entidade, Amilcar Vianna, a Allianz tem planos ambiciosos para o mercado brasileiro. “Estou sabendo que a maior seguradora do mundo quer ser, agora, também a maior do mercado brasileiro”, acentuou Amilcar Vianna, que elogiou a disposição da companhia de ser uma seguradora de “A a Z” (atuando em todas as modalidades de seguros).

VALE SOCIAL EXPANDE PARCERIA COM MUNICÍPIOS DA BAIXADA

O serviço, que já é conveniado com as Prefeituras de Caxias e Japeri, estará disponível também para os moradores de Belford Roxo e São Gonçalo nos próximos dias

A Secretaria de Transportes do Estado do Rio está ampliando sua rede de convênios com os municípios fluminenses para unificação do Vale Social, benefício que garante gratuidade para deficientes físicos e doentes crônicos em transportes intermunicipais, incluindo metrô. O serviço, que já é conveniado com as Prefeituras de Caxias e Japeri, estará disponível também para os moradores de Belford Roxo e São Gonçalo nos próximos dias. Com isso, o usuário poderá usar o mesmo cartão para viagens municipais e intermunicipais.

Para divulgar o serviço, a Setrans participou neste sábado de um mutirão social em Belford Roxo, onde ofereceu atendimento e cadastramento do benefício. A intenção foi aproximar mais o serviço da população, e estimular as prefeituras da Região Metropolitana a aderirem a unificação do serviço.

- O Vale Social é um beneficio garantido por lei. A partir das unificações, o Governo do Estado espera contribuir de forma mais abrangente para a efetivação deste direito. Hoje, depois de diversos investimentos feitos pelo Governo em tecnologia e pessoal, o Vale tem estrutura para proporcionar esta facilidade à população do Grande Rio, que depende deste serviço para seus deslocamentos diários - explica o secretário de Transportes do Estado, Julio Lopes.

Além de São Gonçalo e Belford Roxo, a Setrans também deverá se reunir em breve com Niterói e Maricá para discutir o convênio. Entretanto, residentes de qualquer município fluminense que se enquadrem no perfil de beneficiário podem requerer o Vale Social. Para receber o cartão, o cidadão deve se apresentar em um dos 152 postos de atendimento espalhados pelos 92 municípios do Rio e levar um formulário para ser preenchido por um médico. Atualmente, o serviço atende cerca de 80 mil usuários.

Durante a ação em Belford Roxo, chamada “Cidadania, um direito de todos”, o Governo do Estado também assinou a parceria para oferecer o programa Renda Melhor ao município, um auxílio financeiro complementar ao Bolsa Família, que será oferecido a 20 mil famílias da cidade.

Governo australiano anuncia taxa de carbono para 2012

O plano, detalhado hoje pela primeira-ministra Julia Gillard, fixa uma taxa equivalente a 17,3 euros por tonelada de CO2 emitida pelos maiores poluidores, a partir de 1 de Julho de 2012. Cerca de 500 empresas estarão abrangidas. A taxa será aumentada em 2,5 por cento ao ano até 2015. Nessa altura, será substituída por um sistema de comércio de licenças de emissões, tal como o que existe na União Europeia desde 2005 – na qual as empresas transaccionam entre si o direito de poluir.

Além de indústrias, também estarão sujeitos à taxa os sectores da aviação, transporte marítimo e ferroviário. Carros de passageiros estão excluídos.

A taxa faz parte de um plano mais amplo para um futuro energético mais limpo para o país – que tem no carvão um dos seus principais produtos de exportação e a sua principal fonte para produzir electricidade. A Austrália comprometeu-se voluntariamente a reduzir em cinco por cento as suas emissões de gases com efeito de estufa até 2020, em relação a 2000. Na prática, isto implica evitar o lançamento do equivalente a 160 milhões de toneladas de CO2 por ano, a partir de 2020.

Julia Gillard disse hoje que a taxa de carbono permitirá atingir essa meta. “Isto equivale a retirar 45 milhões de carros das ruas”, disse a primeira-ministra. Mas, segundo o jornal The Australian, apenas um terço do esforço será obtido com a redução de emissões no próprio país. O resto terá de ser garantido através da compra de direitos de emissão de CO2 no mercado internacional.

O plano terá efeitos sobre o aumento dos preços, com uma subida esperada de 0,7 por cento na inflação, no primeiro ano de aplicação da taxa. Para compensar este impacto, o Governo vai utilizar o equivalente a 19 mil milhões de euros das taxas – cerca de dois terços do total a arrecadar em três anos – para reduzir impostos e aumentar pensões e outras prestações sociais. “Nem todos ficarão melhores financeiramente – não há uma árvore do dinheiro. Mas quero que as pessoas que mais necessitam de ajuda recebam a ajuda de que necessitam”, disse Gillard.

Indústria contesta apesar de incentivos

A indústria também receberá incentivos para enfrentar os desafios que terá pela frente. Cerca de 6,9 mil milhões de euros serão destinados a ajudar os sectores exportadores com maiores emissões, como a siderurgia e a produção de alumínio, e a encerrar as centrais térmicas mais poluentes. No sistema de comércio de emissões, esses sectores receberão 94,5 por cento das licenças gratuitamente, contra 66 por cento para as empresas exportadores com emissões mais moderadas.

Mas a ideia do Governo é mal recebida pela indústria, que se tem movimentado amplamente contra o plano. “Apoiámos as acções na área das alterações climáticas, mas estamos desapontados com a falta de consultas genuínas por parte do Governo”, afirmou o porta-voz da Xstrata Coal, um dos maiores exportadores mundiais de carvão, num comunicado citado pela agência Reuters.

Já o Conselho Mineral da Austrália, que representa a robusta indústria mineira do país, classificou a taxa de carbono como “uma experiência perigosa” e “um investimento muito pobre no futuro do nosso ambiente e economia”, segundo um comunicado divulgado no site da organização. “O formato da taxa está errado. A indústria australiana está a sujeitar-se à maior taxa de carbono do mundo, para financiar um plano que não irá reduzir as emissões”, completa o comunicado.

Outros sectores económicos, da agricultura à distribuição, também reagiram negativamente ao anúncio dos detalhes da taxa de carbono.

O plano será agora submetido a votação parlamentar até ao final do ano. Em duas ocasiões, em 2009, a ideia de se colocar um preço sobre o carbono foi rejeitada. Um terceiro chumbo poderá ser uma sentença para o Governo de Julia Gillard, no poder há apenas um ano, mas actualmente com baixa popularidade. Segundo o líder da oposição conservadora, Tony Abbott, ouvido pela Reuters, “o plano certamente estabelecerá como próximas eleições um referendo à taxa de carbono”.

Etanol dificulta combate à inflação


Ainda não se sabe se aumento do combustível é momentâneo
A alta nos preços do etanol deve dificultar o combate à inflação pelo governo, segundo economistas. Para eles, não há risco imediato de descontrole nos preços, mas o encarecimento do combustível vai requerer cuidados adicionais.

Carlos Langoni, ex-presidente do Banco Central e diretor do Centro de Economia Mundial da FGV (Fundação Getulio Vargas), acredita que ainda é cedo para saber se o aumento do etanol é um fenômeno momentâneo.

Apesar disso, segundo ele, a estabilidade nos preços dos alimentos, da energia e dos combustíveis não deve durar tanto quanto as autoridades estimam. Por conta disso, o BC deve aumentar ainda mais os juros, chegando até a 13% ao ano.

Para a economista-chefe do Royal Bank of Scotland, Zeina Latif, a influência do etanol na inflação não deve ser tão grande, mas vai dificultar a manutenção da meta em 6,5%. Ela diz que o governo vai precisar contar com dólar barato e com estabilidade nos preços dos alimentos para conseguir o objetivo.

Já o diretor do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), Adriano Pires, defende que o aumento do combustível em plena safra de cana-de-açúcar não é sazonal e sinaliza uma demanda maior que a produção, que não cresce há dois anos.

Pires argumenta que os reajustes continuarão até 2013 ao menos. O lado bom seria um aumento diluído em vez de um grande reajuste no fim do ano.

Déficit de etanol deve superar 25%


Mantidas as recentes taxas de evolução do setor sucroalcooleiro, nas próximas cinco safras haverá um déficit de mais de 25% da oferta de etanol em relação à demanda. A produção anual estimada será de 780 milhões de toneladas de cana, enquanto o mercado só estará bem atendido com um mínimo de 980 milhões de toneladas.

Na extensão do cenário para dez safras, a situação tende a se agravar. Em 2021, a oferta brasileira de etanol estará 40% menor que a necessidade do mercado. A safra será de 970 milhões de toneladas para um consumo superior a 1,3 bilhão de toneladas.

Ou seja, tanto em cinco quanto em dez anos a produção de cana-de-açúcar será insuficiente para garantir o fornecimento de etanol necessário à demanda do Brasil.

Os dados constam da empresa independente de consultoria Projeto Brasil Sustentável. O trabalho projeta a relação entre a oferta de etanol e a expectativa de consumo pelo mercado em dez anos.

Desde a crise financeira de 2008, cresce a distância entre a demanda pelo etanol e sua produção. Ao comparar três indicadores relevantes do mercado do açúcar e do álcool - faturamento bruto da principal fornecedora de equipamentos para usinas de etanol, quantidade de projetos greenfield (usinas novas) inaugurados e aumento da frota flex -, a pesquisa mostra o aumento do desequilíbrio nos últimos três anos.

Congressistas dos EUA decidem cortar ajuda do etanol Política de subsídio é criticada por provocar alta nos preços dos alimentos


Os congressistas americanos decidiram nesta quinta-feira (7) cortar a ajuga governamental para o etanol produzido no país, o que reformará uma política que tem sido objeto de uma revisão por desviar grandes quantidades de milho para combustível e impactar os preços dos alimentos.
A senadora democrata pela Califórnia, Dianne Feinstein, disse que o acordo com os dois senadores de Estados agricultores, Amy Klobuchar (Minnesota) e John Tune (Dakota do Sul), poderá reduzir o déficit orçamentário dos Estados Unidos em R$ 2.024 bilhões (US$ 1,3 bilhão).
A medida, caso receba a aprovação do presidente americano, Barack Obama, colocará fim ao subsídio de 45 centavos de dólar por galão de etanol no dia 31 de julho, o que significaria uma economia de R$ 3,1 bilhões (US$ 2 bilhões) até o fim de 2011.
Uma tarifa de 54 centavos de dólar por galão para a importação de etanol - criticada pelo Brasil por impedir as exportações de etanol de cana de açúcar ao país - também expirará nesse dia.
O fim da tarifa ao etanol é uma antiga reivindicação da indústria brasileira, que vê a medida como uma oportunidade de ampliar suas exportações, embora atualmente as usinas tenham dificuldade de abastecer até mesmo o mercado interno, mais atraente do que as vendas externas.