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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Video: Empreendedores podem mudar o mundo

O video fala sobre o poder transformador dos empreendedores sobre a sociedade – motivacional e bem bacana.
Assista o video no youtube clicando aqui.

CARTÃO EMPRESARIAL MASTERCARD

gestão  financeira de uma empresa é bastante complexa, mas pode ser simplificada quando se tem um parceiro como o Cartão empresarial Mastercard. Esse cartão gerencia as despesas da sua empresa oferecendo uma ampla rede de serviços de viagens e negócios, ou seja, muito mais vantagens e tranquilidade.
O principal diferencial do Cartão empresarial Mastercard  é que as despesas de sua empresa são organizadas numa única fatura para que seja mais simples para você efetuar os pagamentos e administrar as finanças. Mas, existem muitas outras vantagens que somente esse cartão pode te dar.CARTÃO EMPRESARIAL MASTERCARD
Somente com o Cartão empresarial Mastercard você administra e gerencia as despesas gerais de compras e a manutenção de sua empresa. Além disso, você poderá fazer com todas as suas despesas se concentrem numa única fatura tendo assim o conhecimento de quanto está gastando. Todos os pagamentos são realizados numa única data e ainda tem acesse a uma rede de mais 32 milhões de estabelecimentos credenciados. Sem contar os muitos caixas eletrônicos.
As pessoas que tem o Cartão empresarial Mastercard encontram muitos descontos especiais em muitos produtos e serviços. Para ter o seu cartão é bastante simples basta entrar em contato com o seu banco e fazer o pedido. Saiba mais acessando o site em www.mastercard.com/br/para_empresas/cartoes_credito/pequena_micro/index.html.

McAfee apresenta soluções de segurança para mobilidade

A McAfee divulgou ao mercado brasileiro amplo portfólio de soluções para dispositivos móveis o McAfee Mobile Security e o McAfee WaveSecure Tablet Edition. Os produtos auxiliam os clientes a protegerem os aparelhos no uso pessoal e no ambiente corporativo.
O software, disponível para smartphones e tablets, oferece segurança móvel que combina três produtos líderes da empresa: WaveSecure, VirusScan Mobile e SiteAdvisor para Android. Ele é ideal para os usuários que querem proteção para os seus dados e privacidade no caso de perda ou roubo, proteção contra as crescentes ameaças de vírus e spyware direcionadas a aparelhos móveis e proteção contra ameaças com base na Web, como sites de phishing que se apoderam de informações pessoais e confidenciais.
O WaveSecure Tablet Edition permite aos usuários do Android com WiFi a possibilidade de encontrarem o dispositivo perdido com um alarme e um rastreamento de localização, evitarem o uso indevido com bloqueio e limpeza remotos e preservarem lembranças importantes e dados pessoais com backup remoto, mesmo de um equipamento perdido. Os usuários também podem disparar um alarme audível para ajudar a encontrar o dispositivo ou atrapalhar um ladrão, bem como enviar uma breve mensagem SMS com instruções para a devolução do aparelho. 

José Aldo se junta ao Bope em gravação no Rio de Janeiro Campeão dos penas do UFC participou da gravação de um reality show ao lado dos membros do Batalhão de Operações Especiais

Texto:
Foto: Reprodução
José Aldo visitou a comunidade de Tavares Bastos com integrantes do Bope
José Aldo mudou completamente sua rotina nesta quarta-feira. O campeão dos penas do UFC se juntou a integrantes do Bope (Batalhão de Operações Especiais do Rio de Janeiro) e participou da gravação de um reality show para a Record.
O atleta visitou a comunidade de Tavares Bastos, na capital fluminense, e postou uma foto ao lado dos membros do Bope em seu Twitter.
“Tavares Bastos, gravação para o reality lutando pelo Bope, Shooto Brasil na rede Record”, afirmou o lutador, sem dar mais detalhes sobre o encontro.
José Aldo está à espera da confirmação de seu combate contra o norte-americano Kenny Florian pelo UFC. Em entrevista recente ao iG, o amazonense revelou que deverá voltar ao octógono em outubro para defender o cinturão.

White diz que Lyoto pediu cachê de Anderson Silva para enfrentar Evans Presidente do UFC diz que brasileiro aceitou substituir Phil Davis, mas mudou de ideia e pediu cachê mais alto. Dirigente elogia 'novo Tito Ortiz'


O lutador brasileiro Lyoto Machida pode se encontrar em maus lençóis no UFC. Ao confirmar a substituição de Phil Davis por Tito Ortiz no evento principal do UFC 133, na noite de quarta-feira, o presidente da organização, Dana White, afirmou que o carateca baiano refugou do confronto com Rashad Evans após aceitar o combate, e que teria pedido o cachê pago a Anderson Silva para participar do evento. Por outro lado, Ortiz, que estava ameaçado de aposentadoria forçada caso perdesse sua última luta, conquistou sobrevida ao aceitar enfrentar Evans de última hora.
Em entrevista ao site americano "MMAJunkie", o chefão do UFC se mostrou irritado com a mudança de posição do brasileiro.
- Machida aceitou a luta. Nós sabíamos por alguns dias que isso estava acontecendo (a lesão de Davis) e Machida aceitou a luta. Aí, nós ligamos de volta para confirmar e o pessoal do Machida respondeu dizendo, "Vamos fazer o seguinte: você paga o que paga ao Anderson Silva e nós aceitamos a luta." Isso foi depois de já terem concordado com a luta. Eu disse, "Vocês estão brincando comigo? Digam a Machida para ele conquistar o que o (palavrão) do Anderson Silva conquistou, aí talvez nós paguemos a ele o cachê do Anderson Silva. Tenham um bom dia" - disse White, afirmando ainda que a equipe de Lyoto teria dito que o carateca viajaria aos EUA no dia seguinte se recebesse o mesmo cachê do "Spider".
Com a maioria dos meio-pesados de alto nível já programados para grandes lutas - Maurício "Shogun" Rua e Forrest Griffin se enfrentam no UFC 134, no Rio de Janeiro, e o atual campeão Jon Jones luta com Quinton "Rampage" Jackson no UFC 135, em Denver - o UFC se viu com poucas opções para substituir Davis. Ortiz, porém, mudou de ideia pouco depois de recusar o convite.
- Tito recusou, mas depois me ligou de volta e disse, "Já conseguiu a luta?" Eu disse não, e ele disse, "Deixe-me pensar a respeito. Vou falar com meu time, e te ligo de volta amanhã". Isso foi na terça à noite - contou White.
O dirigente, que chegou a ameaçar Ortiz de aposentadoria caso perdesse sua última luta, contra Ryan Bader no UFC 132, disse que, desta vez, o veterano ex-campeão dos meio-pesados não está ameaçado de demissão. Agora, o "Bad Boy de Huntington Beach", que finalizou Bader no primeiro round, pode até entrar na lista de desafiantes ao cinturão, já que Evans era o desafiante número 1 antes de Jones sofrer uma lesão e forçá-lo a aceitar um combate com Davis para retomar o ritmo.
- Tito apareceu quando precisávamos. Está esquisito pra (palavrão) aqui. Parece que estou lidando com uma nova pessoa. Eu gostei. Gostei do novo Tito. A história é o mais interessante. Tito passou de "Você está próximo de ser demitido" para agora, se bater Rashad Evans, volta à briga (pelo cinturão) - admitiu o dirigente, que já foi empresário de Ortiz no início da carreira.
O canal Combate transmite o UFC 133 ao vivo, direto da Filadélfia (EUA), no dia 6 de agosto.

Campanha "Separe o lixo e acerte na lata" ganha hotsite

O hotsite dará suporte à campanha nacional - Separe o lixo e acerte na lata - que está sendo veiculada nos principais meios de comunicação. O site será alimentado periodicamente e contribuirá com a mobilização social de separação dos resíduos sólidos. Serão divulgadas informações que estimulem a reciclagem, valorizem o trabalho dos catadores e destaquem as ações do programa de erradicação da miséria voltadas para geração de emprego e renda às famílias desses trabalhadores.

Essas mudanças de atitudes colocam o Brasil em patamar de igualdade aos países que mais se preocupam com o meio ambiente. Navegando pelo hotsite você irá conhecer mais da riqueza ambiental e social do lixo, aprender a forma correta de separação dos resíduos sólidos e entender melhor sobre os impactos no meio ambiente, a prática do consumo consciente e a importância da redução do volume de lixo.

FIQUE POR DENTRO

Assista a um dos vídeos da campanha Separe o lixo e acerte na lata:



FONTE

Os pedidos da Anfavea ao governo Entidade pede incentivos para baixar custos de produção

Paulo Ricardo Braga, AB

Dilma Roussef já recebeu o diagnóstico dos fabricantes de veículos sobre a (falta) de competitividade da indústria automobilística local, apresentada de forma abrangente para a cadeia de veículos, máquinas agrícolas, partes e peças. Um resumo do levantamento foi explicado pelo presidente da Anfavea, Cledorvino Belini, também a um grupo de jornalistas, sem revelar as recomendações e reivindicações do setor. "Caberá ao governo estabelecer as políticas para a indústria", disse na ocasião o executivo, sem entrar em detalhes, mas insistentemente batendo na tecla dos altos custos de produção no Brasil, 60% maiores do que na China, segundo estudo comparativo encomendado à consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC). Nos bastidores, entretanto, foi possível encontrar pistas para decifrar o restante do documento, que entre outras solicitações, pede redução de impostos trabalhistas, proteção contra importações e instalação de montadoras em CKD, incentivo e financiamento público à pesquisa e desenvolvimento, mecanismos para incentivar exportações e investimentos em infraestrutura logística. 

O que os fabricantes gostariam como efeito do chamado plano de desenvolvimento da competitividade (PDC)? Que o governo encontre meios de derrubar o custo da matéria-prima e reduza o custo do trabalho. Para muitos técnicos, este é um ponto delicado: a massa de salários foi o fator de crescimento do mercado e ninguém imagina redução real de remuneração e benefícios. O caminho seria desonerar a folha de pagamento – e não apenas no caso das exportações. 

Em linhas gerais, os fabricantes automotivos pretendem o fortalecimento, desenvolvimento e consolidação da indústria automobilística brasileira como player global, posicionando-se como centro gerador de inteligência automotiva e como importante produtor mundial. 

Já a também pretendida redução de custos logísticos dependerá de uma série de investimentos em infraestrutura, passando por rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. O governo sabe que os fabricantes foram em busca de benefícios fiscais e acabaram criando polos regionais, onde há carências de toda natureza para suprimento e serviços. O Estado de São Paulo responde por dois terços da produção de componentes automotivos, que precisam ser enviados às linhas de montagem mais distantes agora. Os fabricantes pensam em utilizar mais a cabotagem, o que dependeria de uma abertura para operações com bandeira estrangeira. 

Se de um lado a regionalização traz benefícios para o País, de outro onera os custos de produção e traz dificuldades logísticas. E a descentralização ocorre com base em recursos de fundos regionais e do BNDES, fonte à qual recorrem todas as montadoras e seus principais fornecedores. A Fiat, por exemplo, solicitou o equivalente a US$ 5,8 bilhões a fontes oficiais de financiamento, a maior parte do BNDES (R$ 3,8 bilhões), para tocar sua nova fábrica em Goiana, Pernambuco, beneficiando também seus parceiros e empresas do grupo. 

Proteção e isenções fiscais

Mas, afinal, o que os fabricantes pretendem obter do governo? A resposta está em um tratamento estratégico no PDC, para crescimento setorial, no mesmo patamar do dedicado aos segmentos de energia, biotecnologia, defesa e petroquímica, acompanhado de ações “estruturantes”. 

O setor também pede algum protecionismo para se defender de novos competidores: gostaria da definição de padrões de exigências mínimas para novos fabricantes que venham a se estabelecer no País, com estabelecimento de níveis mínimos de utilização de insumos locais para fabricação de veículos leves, incluindo peças estampadas ou formatadas no Brasil. Cabines de veículos comerciais devem ser montadas aqui, recebendo tratamento para pintura. Igualmente, seriam agregados na construção dos veículos chassis, direção, parte elétrica, freios e suspensão. A revisão final, ensaios e o ferramental devem ser parte do suprimento nacional. 

A indústria incluiu, ainda, pedidos para a área de engenharia. Os players devem ter estrutura de pesquisa e desenvolvimento em local bem definido, para chassis, carroceria, parte elétrica, powertrain, protótipos, ferramental de produção e instrumental de design. Essa infraestrutura deve ser acompanhada de laboratórios de eletrônica, motores, transmissão, testes e desenvolvimento de materiais. Não deveriam faltar também pistas de testes. 

Nada disso será possível, entretanto, sem crédito oficial, preferencialmente via Finep, com juros próximos de zero para investimento em tudo que diz respeito a avanços na engenharia automotiva. Esse incentivo seria acompanhado de isenções fiscais para itens de segurança e meio ambiente (airbags, ABS, chips veiculares, atendimento às normas ambientais), bem como maior prazo para recolhimento de tributos. 

Os veículos comerciais deveriam merecer IPI zerado para sempre (não temporariamente, como é o caso hoje) e linhas especiais de recursos para atendimento à legislação do Proconve. Sistemas e componentes para essa finalidade seriam também desonerados. 

E o setor de autopeças, como seria beneficiado? A resposta começa por incentivar a eliminação de gargalos na cadeia de suprimentos, incluindo produtos metálicos, plásticos e borracha, eletrônicos. Haveria fundos específicos para atender a evolução do segmento de autopeças, com a participação (de novo) do BNDES, que poderia antecipar recursos dos projetos e criar um refis, com a inclusão das empresas no programa Revitaliza. As taxas de juros ficariam próximas da TJLP. 

Proteção externa

E como evitar a concorrência desleal no mercado automotivo que provoca o avanço das importações? Os fabricantes locais recomendam ao governo examinar de perto a subvaloração e subfaturamento e instituição de requisitos técnicos mínimos, que equivalem a barreiras não-alfandegárias. Haveria uma fiscalização especial para empresas voltadas especialmente à importação (tradings). 

De outro lado, deveria haver incentivo à exportação, com desburocratização, regulamentação do drawback financeiro e regimes aduaneiros especiais, visando à redução dos custo das exportações. 

Esse aparato de recomendações, muitas vezes na forma de solicitação, poderá ser conferido, provavelmente, em mais alguns dias adiante, com a revelação do pacote que chegou às mãos da presidente Dilma Roussef. Ainda que o setor automotivo seja considerado área prioritária no PDC, ele terá um difícil obstáculo a vencer: o cobertor curto, ou escassez de recursos para cobrir todas as carências do parque industrial. 

Programa Mais Alimentos renova parceria com indústria até 2014

"O programa possibilitou ao pequeno agricultor acesso a novas tecnologias que resultaram em aumento de produtividade", afirmou o vice-presidente da Anfavea, Mário Fioretti. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, destacou a importância da parceria com o setor industrial para proporcionar condições de aumentar a produção da agricultura familiar.

O Mais Alimentos também fortaleceu a indústria nacional. Os acordos de Cooperação Técnica com a indústria determinam que os equipamentos financiados (cerca de 4.200) devem se enquadrar aos critérios de nacionalização da produção: o produto precisa ter ao menos 60%, em peso e valor, de seus componentes, produzidos no Brasil.

PROGRAMA

O Mais Alimentos, linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), foi criado pelo MDAem 2008, como estratégia para estimular a modernização produtiva das unidades familiares. Desde então, financiou em todo o País a comercialização de mais de 40 mil tratores (até 80 cv), 2,6 mil caminhões e 160 colheitadeiras.

O programa atende projetos individuais (até R$ 130 mil) e coletivos (até R$ 500 mil), com juros de 2% ao ano, até três anos de carência e prazo de pagamento do empréstimo de até dez anos. A partir deste Plano Safra da Agricultura Familiar, projetos de até R$ 10 mil enquadrados no programa passam a ter juros de 1% ao ano.

Além de tratores, são financiados máquinas, implementos agrícolas, colheitadeiras, veículos de transporte de carga, projetos para construção de armazéns e silos, cerca elétrica para isolamento do rebanho, melhoramento genético, correção de solo, formação de pomares e melhoria da logística administrativa das propriedades rurais, como a informatização dos estoques, entre outras ações.

FONTE

Historiador diz que só fim do euro salva a União Europeia; leia íntegra

O historiador Niall Ferguson, professor da Universidade de Harvard, nos EUA, sempre foi um crítico do uso de uma moeda única na União Europeia (UE).

Em 2000, após a adoção do euro, ele já previa que o moeda não duraria dez anos devido às diferenças fiscais entre os países.

Agora, afirma, a Europa precisa agir rápido: acabar com a união monetária para salvar a União Europeia.

Ferguson deu nesta quarta-feira uma palestra em Edimburgo (Escócia) dentro da TED, conferência sobre tecnologia, entretenimento e design que termina na quinta-feira.

Autor do livro "Civilization: The West and the Rest" (Civilização, o Ocidente e o Resto), falou sobre o declínio do Ocidente, após mais de 500 anos de domínio sobre o resto do mundo.

Depois, conversou com jornalistas sobre a crise econômica na Europa e nos Estados Unidos.

O que a Europa deve fazer para conter a crise da dívida?
Quando a Europa adotou o euro, eu já dizia que não iria funcionar, porque você não pode ter uma união econômica sem união fiscal. Em 2000, escrevi que a moeda não duraria mais de dez anos, porque as enormes diferenças entre os países causaria o colapso do sistema. É o que vemos agora.

A política de empréstimos não está revolvendo o problema. O que fazer?
Há duas opções para a Europa hoje, ou se transformar numa federação, como os Estados Unidos, ou abandonar essa ideia de moeda única. Mas não há vontade política para a federação. Estamos muito próximos de uma crise enorme. Os mercados já se voltaram para países como Itália e Espanha. Não faz sentido manter uma política de moeda única se você questionar a participação desses países.

Não é possível excluir países e salvar a moeda?
Eu acho que é preciso acabar com a moeda única para salvar a UE. Não há outrasolução. A Grécia não vai ser competitiva com a mesma política monetária da Alemanha. Portugal também não. Há seis meses, ainda era possível manter o euro e excluir da união monetária um país ou outro. Mas essa solução foi sendo adiada e hoje não é mais uma opção.

Por que a Europa está demorando para tomar uma atitude mais drástica?
Porque as pessoas em Bruxelas (sede da UE) e em Frankfurt (sede do Banco Central Europeu) continuam a negar a realidade.

E o problema do déficit nos Estados Unidos?
Essa discussão sobre calote é estúpida. Entramos num território muito perigoso quando encontramos na mesma manchete de jornal os termos EUA e calote. Mesmo com o enorme problema fiscal dos EUA, não devemos falar de calote nesse momento. É incrível que os republicanos tenham ficado tão doutrinários que não queiram nem sequer discutir o fim de buracos no sistema tributário e nas despesas do país para reduzir o déficit. Para quem não tem um cérebro histérico, essa ideia de calote nos Estados Unidos é chocante.