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domingo, 17 de julho de 2011

Video Royce Gracie vs Akebono

Royce Gracie (6'1" 180 lbs) defeats Legendary Sumo Grand Champion Akebono (6'8" 486 lbs) in 2004 using a shoulder lock.

Use a rede para inovar

Nem sempre é possível conceber e desenvolver as melhores ideias dentro de uma só empresa. Esta é uma realidade percebida por cada vez mais gestores brasileiros, que gradativamente buscam o desenvolvimento e a aquisição de conhecimento e tecnologia por meio de parcerias com organizações, universidades, centros de pesquisa e com a sociedade. Apostando na inovação aberta, esses gestores conseguem colocar processos de inovação em prática com menos custo e mais agilidade.
O incentivo fiscal, a legislação favorável e a qualidade crescente da pesquisa no Brasil fazem do país um cenário ideal para esse modelo de inovação. Organizações como Natura, PepsiCo, Tecnisa, Buscapé e Fiat já trilham esse caminho por aqui e aplicam o conceito com sucesso. Atualmente, metade do portfólio de projetos da Natura vem da parceria com universidades e centros de pesquisa. As empresas Tecnisa e Fiat montaram portais colaborativos e pediram ideias para desenvolver produtos mais sustentáveis, inclusivos e adequados para as necessidades do mundo atual, economizando milhões em pesquisa para a concepção de novos produtos.
Empresas de TI já aderiram também a esse conceito. O Buscapé, por exemplo, transformou os colaboradores responsáveis pela inovação em gestores de uma rede de mais de 4.000 desenvolvedores, que criam novos aplicativos diariamente e participam dos lucros que geram. Toda a documentação e diretrizes de como desenvolver na plataforma está disponível no endereço http://developer.buscape.com/.
Outra empresa que engajou a comunidade na busca por inovação foi a PepsiCo, que lançou a promoção “Ruffles – Faça-me um sabor” e recebeu mais de 2 milhões de sugestões de novos sabores para o snack. Além de boa compensação financeira aos finalistas – R$ 20.000 para os três melhores sabores e mais R$ 30.000 para o sabor vencedor –, a PepsiCo promete lançar os produtos e dar crédito aos idealizadores.
No ganha-ganha da inovação aberta, a marca economiza para colocar um novo produto no mercado e a comunidade é premiada com parte dos lucros e reconhecimento.
Parece ótimo, mas será que há espaço para as pequenas empresas aplicarem a inovação aberta? A resposta é: é claro! A rotina nas pequenas organizações é mais flexível e dinâmica, o que facilita muito os processos de inovação. Em parceria com grandes empresas, as pequenas podem desenvolver tecnologias específicas em maior escala e com menores custos, mas devem ficar atentas à proporcionalidade dos lucros. A ideia é que ambas levem vantagem ao somar capacidades.
A inovação aberta nasceu porque o conhecimento está se disseminando e a mobilidade da mão-de-obra é crescente. É cada vez mais fácil buscar alternativas para colocar uma ideia em prática caso ela seja recusada por uma empresa. Para ficar bem nesse cenário, é preciso superar a época em que os empreendedores guardavam segredos a sete chaves e movimentar conhecimento e tecnologias.

Cérebro global e a infomediação

Como podemos gerar a inovação dentro das empresas? Veja alguns conceitos de Mohanbir Sawhney, palestrante do Fórum HSM Inovação e Crescimento
Suponha que seu cliente tenha todas as informações sobre custos, proposta de valor e tudo o mais sobre sua empresa. Ela seria mais ou menos lucrativa? Essa é a pergunta que Mohanbir (Mohan) Sawhney costuma fazer aos executivos. Como é de se esperar, ninguém afirma que seria mais lucrativo.
“A transparência é um inferno!”, ele mesmo admite, com base no fato de que lucramos com a ignorância alheia, e temos tido alguma dificuldade de nos movimentar nessa era da informação democratizada. Por esse motivo, não conseguimos aproveitar ao máximo o “cérebro global”, isto é, o potencial criativo que reside fora da empresa, para lucrar não mais com a ignorância, e sim com o conhecimento alheio.

Sawhney, autor, junto com Satish Nambisan, de The Global Brain (ed. Wharton School), é um dos especialistas que ministrarão palestra durante o Fórum HSM Inovação e Crescimento, que será realizado nos dias 28 e 29 de junho.
Ele postula que os clientes são a razão de existir da empresa e que, por isso, são os colaboradores mais valiosos dos esforços de inovação. Mas reconhece, no livro Collaborating with customers to innovate (ed. Edward Elgar), escrito com seus colegas Emanuela Prandelli e Gianmario Verona, que a inovação é difícil de conceituar e de implementar como processo metódico, repetível e administrável. Afinal, ela não ocorre por acaso.
Além disso, a atividade inovadora pressupõe riscos. Uma abordagem destinada a reduzir o risco é a racionalista, que divide o processo em etapas consecutivas, de maneira a permitir a identificação de erros o mais cedo possível e ao menor custo. As principais etapas do processo são criação de ideias, seleção de ideias, desenvolvimento de protótipos, desenvolvimento do produto e lançamento do produto.

Após cada etapa, uma decisão deve ser tomada e, então, o processo prossegue ou não. Contudo, essa é uma abordagem rígida, que não permite muita adaptação ou flexibilidade ao longo do caminho –o que não combina com o ambiente de complexidade e mudança das últimas décadas. Por esse motivo, ganhou terreno a abordagem cognitiva, que entende a inovação como um processo que se baseia fortemente em criação e uso de conhecimento.

Na visão cognitiva, a organização aprende enquanto inova, a partir dos sinais que recebe do ambiente e, então, interpreta para balizar escolhas estratégicas. “Na abordagem cognitiva, o planejamento tradicional dá lugar ao aprender fazendo, permitindo às empresas se adaptarem melhor a contextos complexos e dinâmicos”, dizem os autores. Diferentemente da outra abordagem, há um rico intercâmbio de indivíduos envolvidos na inovação do produto: clientes, fornecedores, pesquisadores, universidades e assim por diante. Todos devem trabalhar em paralelo.

O conhecimento produzido é armazenado em rotinas específicas que serão integradas ao conhecimento que a empresa já possui. Devido à execução paralela de estágios típicos do processo de inovação e às diferentes competências, essa estrutura reduz o tempo de desenvolvimento de um produto, estimula a criatividade das pessoas e aumenta o campo de escolhas para a empresa.
Competências dispersas, inovação distribuída

Em anos recentes, percebendo que os resultados esperados em produtividade de inovação não estavam sendo atingidos, as empresas tiveram de ampliar as fronteiras da geração de ideias e produtos. Começaram, então, a adotar a inovação aberta, em grande parte facilitada pelas tecnologias de comunicação. A área de P&D permanece necessária: ela desenvolverá a ideia para que seja comercializada.

Se competências e atividades estão distribuídas, fala-se, agora, na inovação distribuída, que abrange atividades dispersas no espaço, realizadas por atores heterogêneos e conectadas de diferentes maneiras e sem sincronia. A inovação distribuída prevê a aproximação do entorno da organização de seu núcleo e, por isso, requer instâncias interorganizacionais para coordenar atividades paralelas e fragmentadas. Se o conhecimento é agora modular, as tarefas podem ser divididas em pequenas partes que sejam desenvolvidas por pessoas ou organizações especializadas e, depois, combinadas num todo.
A figura do infomediário

As redes digitais permitem que muitas pessoas compartilhem ideias sistematicamente e criem um sistema distribuído de aprendizado. Se, antes, o departamento de marketing era a ponte entre os clientes e a empresa, hoje, a tecnologia da informação permite que qualquer área da empresa, com P&D, logística e operações, se conecte aos consumidores. Afinal, a informação pode ser trocada entre os participantes de um mercado a baixíssimo custo.

Uma consequência desse fenômeno é que intermediários surgiram para facilitar a troca e funcionam como interface entre empresas e clientes. Os chamados “infomediários” facilitam aos clientes o acesso às informações sobre a empresa e permitem que as organizações alcancem os clientes. É o que lemos no artigo “Innovation and virtual environments: towards virtual knowledge brokers”, assinado pelos mesmos autores de Collaborating with customers to innovate.

Alguns desses infomediários evoluíram para o papel de corretores virtuais de conhecimento, que facilitam o acesso das empresas ao conhecimento do cliente que alimentará o processo de inovação. Esses corretores simplesmente se deram conta de que o subproduto da conexão entre pessoas e empresas, ou seja, o conhecimento tem valor no mercado.

Como infomediário, por exemplo, o site Edmunds.com auxilia compradores de automóveis a fazer a melhor compra. Entretanto, após perceber que uma de suas comunidades poderia ser valiosa para seus parceiros da indústria de peças automotivas, o site passou a fazer a corretagem virtual. Agora, permite que representantes do setor de peças conduzam discussões na comunidade e respondam perguntas dos consumidores.
Referências:

NAMBISAN S. e SAWHNEY M. The global brain: your roadmap for innovating faster and smarter in a networked world. New Jersey: Wharton School Publishing, 2008

PRANDELLI, E., SAWHNEY M. e VERONA G. Collaborating with customers to innovate. Northampton: Edward Elgar, 2008

PRANDELLI, E., SAWHNEY M. e VERONA G. “Innovation and virtual environments: towards virtual knowledge brokers”. Organization Studies. Disponível online em . Acesso em 18 abr. 2011

Por Alexandra D. de Sousa, administradora de empresas e diretora da Palavra-Mestra.

Portal HSM
22/06/2011

Inovação compartilhada

Já percebeu quantas novas ideias pairam ao seu redor todos os dias? Muitas empresas que buscam a inovação constante e trabalham com Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) já perceberam. O conhecimento não se limita a um laboratório no sentido clássico, ele flui livremente pelas redes de colaboração e na velocidade da internet.
O conceito do conhecimento compartilhado foi tema de estudo de Mohanbir Sawhney, diretor e professor do Centro de Pesquisa em Tecnologia e Inovação da Kellogg School of Management, da Northwestern University. Ele chama esse conhecimento de “cérebro global”. Para ele, é fundamental o desenvolvimento de redes colaborativas, que ainda esbarram em desconfiança das empresas quando se trata de revelar informações sobre custos, proposta de valor e tudo o mais sobre sua empresa.
Sawhney, que participou do Fórum HSM Inovação & Crescimento 2011, acredita que para aproveitar os benefícios da inovação colaborativa é preciso que a empresa tenha mente aberta e mude a cultura de “protetora de sua propriedade intelectual”, superando as barreiras internas que podem surgir ao tentar implementar novos mecanismos de inovação.
No mercado já existem exemplos bem sucedidos de como a colaboração de consumidores e de uma rede de pesquisa podem resultar em projetos inovadores. Um deles, da conceituação e produção do carro Mio, da Fiat, já mostramos aqui no blog. A empresa criou um site onde os usuários podiam interagir dando opinião sobre a criação do novo modelo.
Nesse caso ainda é um carro-conceito, mas em outro setor, a Phillips criou já há mais de 10 anos o High Tech Campus, um centro de pesquisa localizado em Eindhoven, na Holanda, para desenvolver pesquisas no setor em que atua. Numa área enorme, mais de oito mil pesquisadores, empreendedores e desenvolvedores de organizações governamentais, empresas parceiras e universidades trabalham juntos desenvolvendo tecnologias e produtos. O resultado, além das novas tecnologias e produtos, é maior proximidade com o mercado: mais de 200 clientes da empresa já se ofereceram para trabalhar ao lado dela.
Outro exemplo, aqui no Brasil, é a Nous Software que recebeu o último prêmio do Instituto Intranet Portal na categoria “Colaboração”. O NOUS é um software que propõe uma gestão do conhecimento e aprendizagem colaborativa por intermédio de uma rede que una os propósitos da organização a capacidade de criação de valor. Na própria empresa o software é usado em praticamente todos os processos de negócio.
Possibilitar o compartilhamento de ideias, conhecimentos e experiências parece ser mesmo um dos muitos, e bons, caminhos para a inovação. E você o que acha? Se você conhecer algum caso interessante de inovação aliada à colaboração, conte-nos aqui.

Startups: segredo é inovação desde o início

Se você está pensando em empreender em um negócio já existente ou criar um modelo de negócio do zero, já deve ter lido ou ouvido falar que a inovação precisa nascer com a sua startup, certo?
Hoje, o segredo é partir para ideias criativas e não necessariamente investir muito dinheiro ou ter um diferencial tecnológico complexo. Não basta só conhecimento. É importante não ter medo de arriscar, inclusive no processo de gestão.
Algumas pesquisas do IBGE já mostraram que as pequenas empresas são as que mais inovam, mesmo em relação aos grandes empreendedores. Em muitas situações, a flexibilidade de gestão das startups permite mais ousadia para enfrentar os concorrentes. Com bons empreendedores tecnológicos, é possível desenvolver soluções e explorar novas oportunidades.
Por exemplo, quem opta por negócios na web tem a vantagem do dinamismo e de ter um rápido retorno do que busca. O crescimento do e-commerce e a participação cada vez maior nas mídias sociais são fatores favoráveis também para esse mercado. Com ideias inovadoras, muitas pessoas já têm deixado seus cargos em empresas e partido para o empreendedorismo digital.
Um infográfico publicado pela Focus mostra que atualmente o arranque inicial das startups, no mundo digital, é constituído por uma ou duas pessoas. Somente 20% das empresas, logo na etapa inicial, possuem estrutura maior. Por desenvolver aplicativos com custo baixo, a maioria gasta menos que U$ 170 com hardware por mês. Inovar também permite economizar, não é mesmo?
Mas é fundamental investir adequadamente na gestão do seu negócio. O consultor associado do Instituto Inovação, Guilherme Pereira, lembra que a tecnologia apenas não vai resolver sempre todas as dificuldades, nem garantir sucesso.
Conforme a área desejada, é possível discutir métodos inovadores para começar um projeto o mais rápido possível com um produto mínimo viável e já testá-lo em clientes potenciais, coletando feedbacks e fazendo rápidos ajustes até chegar ao negócio ideal. Tudo para não gastar tempo nem dinheiro com algo que não terá a aceitação do consumidor.
Se você está interessado no tema, uma oportunidade para debater e entender o mundo dos negócios, inclusive as startups, sob uma expectativa inovadora é a EXPO Y, maior Festival de Cultura de Negócios Y do Brasil, que será realizada, nos dias 18, 19 e 20 de julho, no pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera em São Paulo. A iniciativa é uma parceria da ResultsON com a HSM Management.

Todo mundo quer ser Geração Y

Já percebeu quanta gente se autoclassifica Geração Y?
Com todo respeito, outro dia, em uma reunião com executivos, um senhor quase sexagenário se autointitulava Geração Y. Está na moda e a gente sabe que a moda consome, devora o conceito e regurgita o pouco que sobra,  a aparência.
Parece que ninguém quer ficar de fora.  Ser Y virou uma espécie de desejo de consumo de muita gente. Mais do que uma geração, estamos falando de um estilo de vida, de um conjunto de atitudes.
Há tentativas de definir a geração Y. Entre elas, o artigo da Wikipédia que diz o seguinte:
A Geração Y, também chamada geração do milênio ou geração da internet, é um conceito em sociologia que se refere, segundo alguns autores, à coorte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década 1990, sendo sucedida pela geração Z.
Essa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram-nos de presentes, atenções e atividades, fomentando a autoestima de seus filhos. Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo.” (O grifo é meu.)
Apesar da definição, vejo pessoas com mais idade e com a mesma atitude. Ou seja, baixa tolerância à frustração, imediatismo, ambição desmedida, dificuldade de lidar com processos e com pressão, dificuldade para lidar com  normas e regras, com limites de horários, busca de “individualismo” ou informalidade na forma de se vestir. Também noto alguns que questionam muito pouco sobre aspectos mais relevantes e significativos em relação aos objetivos de vida e autoconhecimento, apesar de adotarem postura de algum interesse sobre sustentabilidade – atitude que, de fato, mais cobram do que praticam.
Há um artigo baseado na pesquisa realizada  pelo Professor Jean Pralong da Escola de Negócios em Rouen na França, com o qual simpatizo muito, que afirma o seguinte: “Não há diferença de gerações entre as atitudes das pessoas no trabalho”.
Na definição do professor, Geração Y  é o título dado para distinguir as pessoas nascidas entre 1978 e 1994  e que são muitas vezes caracterizadas como tendo facilidade com tecnologia e atitude egocêntrica cínica no local de trabalho.
O estudo intergeracional realizado pelo Professor Pralong foi realizado com 400 participantes de formações semelhantes, variando de alunos até trabalhadores assalariados com 60 anos. O estudo mostrou que as atitudes no local de trabalho e ideias sobre carreiras da Geração X (nascidos entre aproximadamente 1959 e 1981) e da chamada geração Y são as mesmas.
O estudo mostrou que não existe diferença entre 25 anos de idade e 45 anos de idade no trabalho. Isso mostra, portanto, que no plano científico, “a Geração Y não existe”, afirma Pralong.  O estudo foi publicado na Revue Internationale de Psychosociologie em 2010.
Quem ganha com a tal geração Y? Esta é uma pergunta que costumo fazer:  A quem interessa? Quanto se fatura sobre as atitudes –  ou falta delas -,  desejos, angústias, dúvidas em relação aos jovens e aos não tão jovens assim, que buscam uma ideologia para viver?
A desculpa para alguns comportamentos está pronta, explícita e até reconhecida publicamente. Já ouvi pessoas dizendo: “Você vai ter que se acostumar porque eu sou Geração Y”.
Dorme com esse barulho!

Video A economia do compartilhamento

Ter o que é necessário no momento certo sem a necessidade de adquirir. Parece um conceito abstrato, mas ele é muito real na economia mesh, também conhecida como economia do compartilhamento.
Empresas que prestam serviços como compartilhamento de carros e escritórios colaborativos são criadas com esse princípio. O modelo veio para ficar: é sustentável, evita desperdícios e proporciona agilidade em uma época em que cada vez mais tempo é dinheiro.
Para saber mais, assista a palestra de Lisa Gansky, autora do livro “Mesh – O Futuro dos Negócios é Compartilhar” e guru da nova economia digital no Vale do Silício (EUA).
Leia mais sobre o assunto no Portal HSM:
O Brasil está pronto para a economia do conhecimento?

Como as empresas podem ganhar com o Foursquare

Com dez milhões de usuários em todo o mundo e investimentos crescentes, o Foursquare mostra seu potencial de ferramenta de marketing. A rede social, baseada em geolocalização e acessada principalmente em smartphones, permite que o relacionamento com o público extrapole o virtual e incentiva os clientes a frequentarem – fisicamente – os estabelecimentos.
O usuário pode compartilhar sua localização fazendo um “check-in” por meio de um aplicativo ou pelo site da ferramenta. Também é possível fazer comentários e acessar a opinião de outras pessoas que fizeram “check-in” no mesmo local, formando uma rede de indicações e gerando exposição gratuita para as marcas.
Uma das grandes sacadas do Foursquare é a usabilidade com dinâmica de game. Distintivos (“badges”) são conquistados à medida que determinados objetivos são alcançados pelo usuário. Por exemplo: quanto mais “check-ins” o usuário fizer, mais pontos ganha e, conforme a assiduidade, pode se tornar prefeito (“mayor”) de um local.
Como as empresas podem faturar? Entrando no jogo, as empresas podem engajar o público a atingir uma “badge” específica. Podem ainda incentivar a competição ao premiar o cliente mais fiel com descontos, a exemplo da rede Starbucks, ou com um tratamento VIP, uma vaga no estacionamento ou uma mesa especial. Um case brasileiro é o dos hotéis Pestana, que presenteiam o cliente que fizer mais “check-ins” com um upgrade na categoria de hospedagem paga.
Promoções mais simples, também conhecidas como “specials”, podem ser o diferencial de uma empresa em relação aos concorrentes. Um pequeno brinde em troca de um “check-in” pode ser o fator decisivo na escolha do cliente, que visualiza uma lista dos estabelecimentos cadastrados nos arredores quando acessa o aplicativo e pode calcular qual oferta é a mais vantajosa.
O Brasil é a próxima aposta do Foursquare, startup que vê o crescimento do serviço no país como “orgânico”. A rede cresce por aqui tão rapidamente quanto o acesso à internet por dispositivos móveis. Todos estão atentos – e a sua empresa?

Sistema de gestão de frota para caminhões Mercedes-Benz reduz o consumo em até 15% FleetBoard permite análise do comportamento do motorista ao volante, fornecendo dados que o auxiliam a alcançar uma condução econômica e defensiva e um melhor desempenho

A Mercedes-Benz, com o objetivo de contribuir para que os clientes obtenham menor custo operacional e maior produtividade com seus caminhões, oferece ao mercado o inovador sistema FleetBoard de gestão de frota via Internet. O produto está disponível para os pesados Actros e Axor.

"Essa avançada ferramenta, de uso extremamente amigável, proporciona muitas vantagens para os clientes, especialmente a redução de até 15% no consumo de diesel e a possibilidade de diagnóstico remoto de falhas, o que otimiza o trabalho das equipes de oficina", diz Joachim Maier, vice-presidente de Vendas da Mercedes-Benz do Brasil.

Produto exclusivo da Mercedes-Benz do Brasil, empresa do Grupo Daimler AG, maior fabricante mundial de caminhões, o FleetBoard é utilizado com sucesso, há mais de 10 anos, na Europa e em outros continentes. Presente hoje em mais de 20 países, esta moderna solução tecnológica equipa 65.000 veículos de mais de 1.000 clientes.

Oferecido no mercado brasileiro pela Mercedes-Benz, o equipamento do FleetBoard é um item de série no modelo Actros 4844 8x4 para aplicações fora de estrada. As versões rodoviárias Actros 2646 LS 6x4 e Actros 2546 LS 6x2 já vêm equipadas com a pré-instalação para receber o computador de bordo do FleetBoard.

Para os caminhões Axor, a preparação e o equipamento do FleetBoard são opcionais. Para adquirir esses serviços, basta entrar em contato com um concessionário Mercedes-Benz.

FleetBoard proporciona total confiabilidade para o frotista

"O FleetBoard é um produto moderno, seguro e extremamente confiável, indicado em especial para os clientes que valorizam inovações e alta tecnologia a seu serviço", afirma Andre Weisz, gerente do produto.

Segundo o executivo, essa é a única solução completa de gestão de frota para caminhões Mercedes-Benz oferecida aos transportadores no Brasil. Um produto desenvolvido por engenheiros da própria Empresa e totalmente integrado à linha CAN do sistema de gerenciamento eletrônico dos veículos. O cliente não precisa adquirir equipamentos de várias marcas e nem fazer adaptações, como a instalação de sensores para obter dados do caminhão.

A Mercedes-Benz oferece as mais recentes tecnologias para colocar os serviços do FleetBoard à disposição do cliente. A posição dos caminhões, por exemplo, pode ser identificada a qualquer momento via satélite. Os dados transferidos e recebidos do veículo são transmitidos por meio das operadoras brasileiras de telefonia celular e disponibilizadas ao gestor de frota através de um aplicativo on line na Internet.

Cristovam quer BNDES financiando a inovação

[senador Cristovam Buarque ]
Página Multimídia


O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) sugeriu nesta quarta-feira (13) que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) use seus recursos e competência para criar um setor voltado para o investimento em inovação, podendo inclusive acrescentar a letra "I" no final de sua sigla. Segundo ele, o investimento em inovação é o único caminho que o Brasil tem para o futuro e para deixar de ser uma economia montadora e passar a ser uma economia criadora.
- Não vai dar para mantermos nossa economia exportando minério de ferro. O poder de concorrer vem de criar produtos novos - alertou.
Cristovam também parabenizou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e a presidente da República Dilma Rousseff, por desistirem de participar do processo de fusão dos supermercados Pão de Açúcar e Carrefour. Para ele, não é papel do banco financiar operações do varejo. O senador questionou o que fazer agora com os R$ 4,5 bilhões que seriam captados no mercado financeiro com títulos da dívida pública para financiar a fusão.
- O potencial desse dinheiro hipoteticamente está aí. Com os R$ 4,5 bilhões poderíamos erradicar o analfabetismo em todo o Brasil. O que seria mais importante: fundir dois supermercados ou erradicar o analfabetismo? Estudos demonstram que uma pessoa alfabetizada ganha 40% mais - afirmou.
O senador também assinalou que o banco tem um estoque de empréstimos no valor de R$ 315 bilhões. Ele disse que, com esse dinheiro, seria possível financiar por dez anos 25 institutos como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), ou criar uma rede de instituições de alta eficiência para desenvolver o conhecimento. Cristovam ainda observou que o banco deveria investir nas universidades, exigindo um vínculo maior com o setor produtivo e disse que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) é um exemplo do que se pode fazer com ciência e tecnologia, ao custo de R$ 243 milhões por ano.
- Precisamos usar o dinheiro público observando com muito cuidado o custo de oportunidade. Não podemos usar o dinheiro do pré-sal para pagar juros aos bancos, por exemplo - afirmou.
Da Redação / Agência Senado

Video Sales Forecast, Part 3 - Back to the Spreadsheet

In this third video on sales forecast, we take the assumptions from the second part and use them to create and develop a sales forecast for 12 months and then the following two years.

Video Sales Forecast, Part 2: Logic

In this second video, we examine a simple example for solving questions that come up so often with new businesses. Looking at sales for a new restaurant, we consider tables and seats, hours open, meals, and some simple assumptions to estimate sales.

Video Sales Forecast, Part 1 - Structure

The backbone of a normal sales forecast is typically a spreadsheet. It could be created from scratch or come already structured with business plan software. This first video on sales forecast explores the standard structure of rows and columns.

Video Fazendo Acontecer | Episódio 1 -- Subdesempenho Satisfatório

Video Apresentação do Fórum HSM - Negociação 3.0

José Salibi Neto, Chief Knowledge Officer da HSM, mostra quais serão os principais assuntos que serão apresentados pelos palestrantes do evento Fórum HSM - Negociação 3.0, que acontecerá em São Paulo, nos dias 23 e 24 de agosto de 2011

Video A comunicação é a grande revolução no ponto de venda

Ricardo Pastore, coordenador do núcleo de estudos do varejo da ESPM, fala das tendências que estão modificando as estratégias de marketing de varejo. Só o fator preço já não é o mais fundamental para o consumidor. A tecnologia torna a comunicação com o cliente cada vez mais próxima.

Video YouTube HP takeover Video

YouTube home page studies look at the impact of Homepage mastehad ad untis on brand engagement and direct response. Results of over 300 studies discuss exposure and frequency of interaction covered..

Transportes Silveira Gomes adquiri ferramenta de telemetria

A TSG - Transportes Silveira Gomes atende diversos estados dentro do território do Brasil – principalmente do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Pensando na sua frota, a transportadora adquiriu o OnixFrota Fácil. Homologado ao produto Frota Fácil da Iveco, esta equipamento permite processar dados de telemetria fornecidos via GPRS e visualizá-los no Software de Rastreamento Enterprise, Rastreamento On-line e Integração.

Com este serviço de telemetria, é possível verificar dados importantes sobre o caminhão, a partir de diversas análises operacionais, além de possibilitar a redução do consumo médio e dos custos com manutenção. O Frota Fácil é um produto opcional para os caminhões Iveco Cursor e original de fábrica nos caminhões Iveco Stralis NR 410, 460 e Stralis Eurotronic.

Queda na safra da cana-de-açúcar faz preço do etanol disparar

Reprodução de InternetEsta ficando cada vez caro andar de carro pelas ruas na região Centro-Sul do país, isso porque, a safra da cana-de-açúcar vem quebrando atualmente, tornando menor a oferta do álcool. No Rio o preço médio do etanol está na faixa de R$2,21, enquanto São Paulo o valor está em R$1,81.
Segundo uma pesquisa feita pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), registrou o preço médio do litro do combustível entre R$ 1,999 na bomba entre o período de 1 a 14 de julho deste ano, contra R$ 1,937 em junho, um aumento de mais 3,2% e R$ 1,554 em julho do ano passado.
O motivo para pouca produção está por conta da longa estiagem e a idade avançada do canavial, que ultimamente não vem tendo uma renovação nas mudas dos últimos anos.
Com esse aumento que o etanol vem ser mais um problema para o governo Dilma resolver, que ainda esta tentando acalmar o fantasma da inflação.

Video Gracie vs. Riccio Challenge Fight - U/L by TheMMAForums.com

Gracie vs. Riccio - Challenge fight with no gloves, rounds and headbutts allowed. Old skool Vale Tudo. Upped by themmaforums

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