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domingo, 24 de julho de 2011

Mercado de lutas atravessa fase de forte expansão


O licenciamento da marca no país já conta com empresas de confecção, acessórios, varejo, papelaria e produto editorial.
O número de fãs brasileiros interessados nos eventos do Ultimate Fighting Championship (UFC) é crescente. Prova disso é sucesso inquestionável da venda dos ingressos do evento agendado para o dia 27 de agosto, que acontecerá no Rio de Janeiro.
A ansiedade é tanta que, em menos de duas horas, os 16.572 ingressos para o evento estavam esgotados. Os preços dos tíquetes variavam entre R$ 275 e R$ 1.600. Atualmente as lutas do UFC são transmitidas em 145 países, patrocinadas por grandes companhias como Harley-Davidson e Budweiser.
O licenciamento da marca no país já conta com empresas de confecção, acessórios, varejo, papelaria e agora contará com um novo produto editorial. Com lançamento em São Paulo previsto para o dia 11 de agosto - no Rio de Janeiro uma semana depois - a revista do UFC chega ao mercado brasileiro com uma tiragem de 30 mil exemplares. Destes, 20 mil serão comercializados em banca a R$ 10,90.
A revista, totalmente colorida, com 100 páginas, trará mais que a modalidade esportiva. “A revista é voltada para o estilo de vida do fã de UFC”, explica Alexandre Esteves, proprietário da editora MT, responsável pela publicação da revista Tatame e licenciado do UFC para a revista da marca.
O periódico contará com dicas de cinema, reportagem sobre a vida pessoal dos lutadores, ensaios femininos com as chamadas “ringue girls” entre outros. Cerca de 60% do conteúdo vem de fora do país, o restante é produzido pela equipe da Tatame.
“A Tatame é mais direcionada para o lutador de academia, que quer saber a parte técnica da luta, do esporte”, explica. O lançamento antecipado em São Paulo, ao contrário da maior parte dos negócios do UFC se deve principalmente ao tamanho do mercado editorial do estado.
“São Paulo é o maior mercado de banca do país. São 6 mil bancas contra 3 mil bancas no Rio de Janeiro”, pontua. Durante o UFC Rio, no dia 27, serão distribuídos entre 6 e 7 mil exemplares a título de ação promocional.

BM&F BOVESPA divulga questionário do ISE

Despois de aprovado pelo Conselho do ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&F BOVESPA, o questionário para a seleção da carteira de 2012 está disponível no site da instituição* para as empresas interessadas em aderir ao índice. 

O questionário foi formulado pelo GVCes – Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vergas e esteve em consulta pública até o dia 24/06. A novidade é uma pergunta sobre a transparência de suas respostas. As empresas poderão escolher entre não autorizar a divulgação de suas respostas, autorizá-la sob demanda de partes interessadas ou então por completo. Outra alteração é que a dimensão Mudanças Climáticas passa a contar pontos no questionário. 

Foram revisados a correlação com os indicadores GRI - Global Reporting Initiative e as perguntas do CDP - Carbon Disclosure Project. Além disso, o novo questionário contempla a ISO 26.000, recém-lançada, e os indicadores do Protocolo Verde, um conjunto de compromissos dos bancos com o desenvolvimento sustentável. O site da BM&F BOVESPA disponibiliza uma versão do questionário com marcas das alterações feitas em relação ao ano passado. 

Podem responder ao questionário as companhias das 200 ações mais negociadas na Bolsa. O prazo é 16/09, mas é necessário se inscrever até 30/07. Lançado em 2005, o ISE é composto por 40 empresas, no máximo, e avalia diferentes questões da sustentabilidade em dimensões como Produto, Governança Corporativa, Financeira, social, Ambiental e Mudanças Climáticas. 

A nova carteira será divulgada no dia 25/11 e entrará em vigor no primeiro dia útil de 2012. 

*BM&F BOVESPA

Aposta na tecnologia ‘verde’

Em Maringá, um dos primeiros investidores em pintura automotiva à base d’água é o Centro Automotivo G4. 

O proprietário da empresa, Ricardo Mendwick, tem vasta experiência em diferentes campos do setor automotivo, inclusive na área de motos.
Ele acredita que investir em alternativas de baixo impacto ambiental é o próximo degrau na evolução das técnicas de manutenção, conservação e personalização de veículos. A meta é conquistar o certificado de empresa 100% amiga do meio ambiente. 

"Hoje temos diferentes investimentos nesta área, um deles foi eliminar o descarte de panos sujos da oficina. Nós contratamos um grupo de outra cidade, especializado no tratamento desse tipo de resíduo, para higienizar e devolver os panos para reuso", afirma ele. Outro cuidado é o descarte adequado do óleo, que é coletado, armanezado e reciclado.

Para implantar o sistema, Mendwick investiu em uma nova cabine de pintura, filtros e ferramentas especiais. Apenas o custo com compressor pode chegar a R$ 150 mil. Além disso, os profissionais também precisam passar por reciclagem, só então começa aplicação da tinta. 

"A tinta automotiva à base d´água é uma tendência e a demanda deve crescer. Hoje, para fazer o reparo de um importado de luxo, como um BMW, esta é a técnica que garante chegar com mais exatidão à cor original". 

O grupo se prepara há cinco meses e logo passará a oferecer o serviço para concessionárias, frotistas e clientes da região.

Tecnologia de pagamento via celular deve ganhar mercado em quatro anos

Quatro anos: esse é o tempo estimado para que o celular passe a ser também uma carteira eletrônica. Em vez de carregar cartões de crédito, débito e até o cartão de vale-transporte, as despesas serão pagas com um comando no telefone. 

O prazo de 2015 para a disseminação do serviço só foi possível depois de voos-solo, com resultados tímidos e tropeços, e a percepção de que empresas precisariam unir esforços para abrir esse novo mercado.

As primeiras iniciativas de pagamento móvel no Brasil são de 2006, mas, como ações isoladas de operadoras de telefonia ou bancos, naufragaram na dificuldade de construir uma rede de lojistas que aceitassem o sistema e convencer o consumidor de que pagar com o celular era realmente mais prático e eficiente do que o cartão de crédito ou débito.

E não é só no Brasil que a experiência de mobile payment (pagamento por dispositivos móveis) está em desenvolvimento. Nos Estados Unidos, por exemplo, também pipocam projetos — o mais emblemático é a Google Wallet, em parceria com o Citibank e a Mastercard, que permitirá o pagamento sem necessidade de inserir um cartão na máquina de pagamento. Somam-se a essa ação o desenvolvimento de diversos aplicativos que efetuam o pagamento pelos smartphones, como um criado pela Starbucks.
  O que parece consenso entre as empresas é a necessidade de somar forças para que o pagamento pelo celular deslanche. Depois dos números reduzidos do Oi Paggo, que funciona por envio de SMS, a operadora formou uma join venture com a Cielo para a aceitação do celular nos pontos de venda — a rede deve ser montada até o final do ano, e a expectativa é que o número de estabelecimentos habilitados a receber pagamentos pela bandeira Paggo salte dos atuais 75 mil para 1,9 milhão, o número de estabelecimentos com máquinas da Cielo no Brasil.

Fuel Cards for Small Business

Fuel cards are not just for big businesses with large fleets. Smaller businesses can also benefit a great deal from using fuel cards. If you use a minimum of 300 litres a month and have been trading for over a year you should qualify for a fuel card.
There are a range of fuel cards on the market. When you are shopping around for a fuel card you need to find one that will best suit your needs. Do you need a fuel card that can be accepted in a wide range of locations or do you usually purchase your fuel at the same petrol station all the time? Are you looking for a fixed weekly rate fuel card or a at the pump price fuel card? These are two questions that you need to ask yourself before you can find the fuel card which will benefit your business the most.

Fixed Weekly Rate Fuel Cards

Fixed weekly rate fuel cards set a price per litre for the fuel each week. When you purchase your fuel using a fixed weekly rate fuel card you will pay the price set by the fuel card, not the price the petrol station advertises.
Because you pay a fixed weekly rate you know how much you are paying per litre and in addition to this the price set should be lower than the national average. Therefore often the price you pay will be cheaper than the pump price.
Your fuel card will tell you each week what the price is per litre. Keep an eye on this price every week. If you find the price is getting too high give your fuel card supplier a ring. Often you can negotiate a lower price. A good way to help negotiate a lower price on your fuel it to get a quote from another fuel card company, often their prices to a new customer will be much more competitive. This will give you bargaining power to get a lower price. If this fails you can always swap to another fuel card.
Some businesses have found that carrying several fuel cards is beneficial as the price you pay may vary depending on the brand of petrol station you fill up at. For example, a Total fuel card will give you a better price at Total petrol stations, but not such a favourable price at other forecourts. Therefore it may be wise to have a BP, Total and Shell card and use the corresponding card for the petrol station you are filling up at.
Some businesses will benefit from these types of fuel cards more than others. If you fill up at petrol stations on motorways a lot or petrol is expensive in your area then you will be more likely to benefit from a fixed weekly rate fuel card.

Pump Price Fuel Cards

Pump price fuel cards, as the name suggests means that you pay whatever the price at that pump. These fuel cards are ideal if you fill up a lot at supermarkets or petrol is at the cheaper end of the price range in your area.
One of the most popular at the pump price fuel cards is an Arval fuel card. These fuel cards can be used at over 8000 locations throughout the UK which is more than most other fuel cards.
 

Brasil é nº 1 em encargos trabalhistas Estudo da Fiesp confirma posição do País, onde indústrias gastam com contribuições 32,4% dos custos da contratação de empregados

Marcelo Rehder, de O Estado de S. Paulo
Confirmado: o Brasil é mesmo o campeão mundial dos encargos trabalhistas. Levantamento inédito da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), feito com base em dados compilados pelo Departamento de Estatística do Trabalho dos Estados Unidos (BLS, sigla em inglês de Bureau of Labor Statistics), mostra que os encargos já correspondem a praticamente um terço (32,4%) dos custos com mão de obra na indústria de transformação brasileira.
Trata-se do valor mais alto de toda a amostra, 11 pontos porcentuais superior à média dos 34 países estudados pelo BLS (21,4%). Na Europa, por exemplo, o peso dos encargos no custo da mão de obra é de apenas 25%.
Quando comparado aos países em desenvolvimento, com os quais o Brasil compete comercialmente em escala mundial, a posição do País é ainda pior. Os encargos são 14,7% dos custos em Taiwan, 17% na Argentina e Coreia do Sul e 27% no México.
Apesar de o título brasileiro de campeão mundial já estar consolidado há um bom tempo no debate econômico, faltavam informações sobre a representatividade dos encargos trabalhistas no custo da mão de obra em um conjunto de países.
No Brasil, os encargos sobre a folha salarial são compostos principalmente pelas contribuições patronais à Previdência Social. No caso da indústria de transformação, a contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sozinha, corresponde a 20% da folha de salários.
Há também a contribuição por Risco de Acidente de Trabalho, o Salário Educação e contribuições ao Incra, Sesi, Senai e Sebrae, que correspondem a até 8,8% da folha de salários.
Somando-se as contribuições do empregador ao FGTS, indenizações trabalhistas e outros benefícios, como o 13.º salário e o abono de férias, o total de encargos chegou a 32,4% dos gastos com pessoal da indústria em 2009, ano-base do estudo do BLS.
Para a Fiesp, a indústria brasileira enfrenta uma perda de competitividade que tem levado a um quadro de desindustrialização do País. "Os encargos incidentes na folha de salários traduzem-se em encarecimento da mão de obra e, consequentemente, dos custos de produção de bens e serviços, afetando a competitividade local", diz o diretor do departamento de competitividade e tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, que coordenou o trabalho. "O problema é mais grave na indústria de transformação, cujos bens em geral competem em mercados com escalas globais."
Fora do pacote. O estudo da Fiesp é conhecido no momento em que o governo se prepara para lançar a nova versão da política industrial brasileira, chamada de Política de Desenvolvimento Competitivo. A expectativa dos empresários do setor era de que o pacote incluísse medidas para desoneração da folha de salários da indústria de transformação.
No entanto, poucos ainda apostam nisso. A equipe econômica já deu sinais claros de que não deverá incluir a desoneração na proposta de política industrial a ser divulgada no dia 2 de agosto. O projeto deverá ser apresentado separadamente em outro momento.
De acordo com Roriz Coelho, a situação da competitividade da indústria brasileira ficou ainda mais dramática por causa dos "graves efeitos da excessiva valorização" do real ante o dólar.
Segundo ele, entre 2004 e 2009, o valor em dólares dos encargos trabalhistas no Brasil aumentou 119,5%, muito acima do que ocorreu na maior parte dos países. Na Coreia, a alta foi de apenas 1,2%, enquanto em Cingapura não chegou a 30%.
Porém, como o custo em dólar da mão de obra no País ainda é relativamente baixo em comparação com a maioria das economias avaliadas, o valor dos encargos no Brasil, de US$ 2,70 a hora, é inferior à média dos 34 países (US$ 5,80 a hora).
"O valor em dólares dos encargos incidentes em uma hora da mão de obra industrial no País é inferior ao da maioria das economias desenvolvidas, mas supera o de nações em desenvolvimento e mesmo de algumas desenvolvidas, como Coreia do Sul", argumenta o diretor da Fiesp.

Cidades sustentáveis em debate no MMA

O Ministério do Meio Ambiente está preocupado com os problemas resultantes do crescimento desordenado das cidades, preocupação da Transparência Municipal que realizou estudo classificando as maiores aglomerações urbanas. Veja no Observatório.
21/07/2011
Ministério do Meio Ambiente
 Quando se pensa em meio ambiente, a primeira ideia são as florestas. Mas as ruas das zonas urbanas também fazem parte das preocupações ecológicas. Por esse motivo, o MMA iniciou nesta quarta-feira (20) uma oficina com técnicos do Governo Federal e cientistas que vão debater Cidades Sustentáveis. O encontro, que será realizado em três dias, vai resultar em uma agenda ambiental que norteará políticas públicas nacionais para os próximos anos.
“O meio ambiente se relaciona com o uso do solo, mobilidade urbana, qualidade do ar, poluição sonora e construções. Essa é uma temática muito ampla e precisamos focar em abordagens específicas que vão orientar nossas ações”, disse o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, Nabil Bonduki, durante a abertura da oficina.
O secretário enfatizou que o MMA tem estimulado que as políticas públicas sejam aplicadas em conjunto de cidades vizinhas, organizadas, por exemplo, em consórcios regionais, ou que estados se organizem para melhor resultado de seus investimentos. Nabil Bonduki citou que mananciais não se limitam à geopolítica e também que a Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê novas logísticas para tratamento do lixo.
A primeira apresentação da oficina foi da arquiteta Liza Andrade, consultora do MMA. Ela fez uma exposição sobre as metodologias a serem desenvolvidas e falou sobre os principais aspectos a serem abordados, como a degradação provocada por ocupação de áreas que deveriam ser preservadas, como encostas e margens de córregos e rios.
Liza Andrade citou o Atlas Brasil, lançado neste ano pela Agência Nacional de Águas (ANA), que tem a perspectiva de que 55% dos 5.565 municípios brasileiros podem ter déficit no abastecimento de água nos próximos anos.
A arquiteta também falou dos avanços na área de saneamento básico no Brasil entre os anos 2000 e 2008. O esgoto coletado, que era de 35,3% passou para 68,8%, e os lixões que estavam em 72,3% das cidades hoje estão em 50,8%, devido às políticas desenvolvidas pelo Governo Federal.
As cidades, que ocupam 1% do território nacional, concentram 85% da população brasileira, em processo insustentável de urbanização. Esse tema foi abordado durante o primeiro dia da oficina promovida pelo MMA. Entre os assuntos enfocados estiveram não apenas o saneamento, mas o excesso de automóveis, a carência de parques e a inclusão de aspectos ambientais nas obras públicas e privadas.
Na quinta-feira, serão debatidos os espaços territoriais especialmente protegidos que têm a função de preservar recursos hídricos, paisagem, a reprodução da fauna e da flora. E na sexta-feira o contexto dos debates será a ocupação urbana, com ênfase nos impactos das mudanças climáticas, sentidos especialmente pelas populações mais pobres. 
Fonte: Cristina Ávila/ MMA

Video MMA: As melhores encaradas antes das lutas

MMA tornou-se um esporte link externo grandioso não só por causa dos atletas, lutase golpes mas também por causa do bom trabalho de marketing que o fez tomar o lugar do boxe entre os fãs das lutas. E um dos momentos que mais chamam a atenção do público é quando os lutadores dão aquelas encaradaspara meter medo e desestabilizar o adversário.
MMA: As melhores encaradas antes das lutas
Algumas dessas encaradas, feitas também na cerimônia de pesagem, entraram para a história por exalarem toda a tensão que cerca o combate, com provocações, xingamentos e até empurrões. Tudo para que dentro do octógono, o adversário esqueça da técnica e use apenas a força, o que pode significar uma finalização por nocaute ou estrangulamento no MMA. Confira!
Anderson Silva vs Vitor Belfort
Heath Herring vs Yoshihiro Nakao
Felice Herrig vc Nicdali Rivera
Quinton ‘Rampage’ Jackson vs Wanderlei Silva
Don Frye vs James Thompson

UPDATE 1-Edenred shares sag as investor sells 8 pct stake

PARIS, July 20 (Reuters) - Shares in French vouchers and prepaid cards group Edenred fell by 5 percent early on Wednesday as a U.S. investor was offloading an 8 percent stake in the company. "We have been informed of a placing involving 8 percent of the capital," a group spokeswoman said. Barclays Capital was doing the placing on behalf of Southeastern Asset Management in a range of 20.30 euros to 20.60 euros, traders said. French holding company Eurazeo and U.S. real estate group Colony Capital are the main Edenred shareholders, with a combined stake of 27.36 percent. Edenred competes with catering services companies Sodexo and Compass Group, as well as credit card networks MasterCard and Visa. (Reporting by Juliette Rouillon, Blaise Robinson, Noelle Mennella and Dominique Vidalon; Editing by David Holmes) Keywords: EDENRED/ (dominique.vidalon.reuters.com; +33 1 49495432; Reuters Messaging:dominique.vidalon.reuters.com@reuters.net) COPYRIGHT Copyright Thomson Reuters 2011. All rights reserved.
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UPDATE 2-Edenred optimistic on second half after LatAm lift


* H1 revenue 501 mln euros, up 9.8 pct
* H1 vouchers issue volume up 10 pct
* First signs of stabilisation in central Europe
* Eyeing significant rise in H2 revenue, issue volume -CFO
(Adds CFO comments from call, details)
By Dominique Vidalon
PARIS, July 18 (Reuters) - French vouchers and prepaid cards group Edenred said it was confident about the rest of the year after first-half sales were boosted by demand in Latin America and central Europe.
The company, which owns the Ticket Restaurant brand of meal vouchers, also said it benefited from sharply higher financial revenue thanks to interest rate gains.
Edenred competes with catering services companies Sodexo and Compass Group , as well as credit card networks MasterCard and Visa .
Chief Financial Officer Loic Jenouvrier said he was looking at the second half with "optimism" and "realism", and predicted a "significant" rise in revenue and issue volume.
He reiterated a goal of annual organic growth in issue volume -- the face value of its vouchers and the amount put on prepaid cards -- of 6-14 percent in the medium term.
In the first half, the volume of vouchers issued by Edenred grew 10 percent, driven by a 21 percent jump in Latin America.
Jenouvrier said Edenred was confident about second-half growth prospects in Latin America despite less favourable comparables.
Total revenue grew 9.8 percent to 501 million euros ($703 million) in the first half, helped by a 16 percent jump in like-for-like financial revenue.
Last month, domestic rival Sodexo posted a 6.2 percent rise in like-for-like vouchers revenue in the first nine months of its 2011 fiscal year, also driven by strong demand in Latin America.
Edenred split off from hotels group Accor in July 2010. Its shares closed down 0.07 percent on Monday, giving the company a market value of 4.7 billion euros. Its shares are up 18 percent this year.
The first-half sales were disclosed after the market close.
($1 = 0.713 Euros)
(Editing by Christian Plumb and David Hulmes)

Senado promove licitação para carros oficiais Empresa vencedora, localizada a cerca de 30km do Congresso, poderá alugar por até dois anos 81 Toyotas Corolla, ao custo mensal de quase R$ 2 mil por veículo. No total, Senado gastará R$ 1,7 milhão com os carros


O Senado realizou nesta sexta-feira (22) o processo licitatório número 104/2011, que altera a estrutura de transportes individuais posta à disposição dos 81 senadores. Ao todo, 38 empresas, com sedes distribuídas por todo o país, disputaram o direito de faturar quase R$ 1,7 milhão em um contrato de um ano, prorrogável por igual período. Caso não haja alterações no pregão, os 81 senadores vão ter à disposição nos próximos dias um Toyota Corolla zero quilômetro, modelo novo, automóvel de luxo cujo preço médio é cerca de R$ 60 mil.
O valor final foi calculado sobre o preço oferecido pela empresa vencedora, a brasiliense Rosário Locadora de Veículos LTDA. (Conecta), que concordou em oferecer o mesmo preço (R$ 1.770,00) sugerido pela Giro Locadora (Grupo Gasol) – que havia vencido na primeira fase do pregão, mas foi desclassificada por inadequação econômico-financeira. Tendo começado às 9h30, o pregão foi encerrado às 12h45, com recurso contestatório apresentado pela Giro contra a própria desclassificação; pela Uzeda Comércio e Serviços LTDA., contra inadequação econômico-financeira da Conecta;  e pela baiana LM Transportes, pelo mesmo motivo.
“Estamos felizes por poder realizar um trabalho diferenciado, para poder surpreender positivamente um órgão tão exigente como é o Senado”,  disse ao Congresso em Foco Silmara Aparecida Zani, representante da Conecta, festejando mais um grande contrato – a empresa já presta serviços de locação com órgãos e empresas como o Ministério de Ciência e Tecnologia, o Governo do Distrito Federal e a Petrobras. Há 13 anos no mercado, a empresa funciona a cerca de 30 quilômetros do Congresso.
Segundo a Comissão Permanente de Licitação, o contrato de locação tinha valor anual estimado em R$ 5,9 milhões. O preço mensal antes estimado por veículo era R$ 6,1 mil, mas o Senado trabalhava com a expectativa de que o preço final ficasse em torno de R$ 4 mil. Assim confirmou-se a práxis de pregão presencial para o setor de locação de veículos, quando o preço final costuma cair para menos de 50%.
A empresa vencedora deve ter 5% de reserva unitária da frota (como são 81 carros a serviço dos 81 senadores, a empresa deve por à disposição do Senado 85 carros), bem como deve apresentar atestado técnico compatível com o objeto da licitação. Caberá ao Senado o fornecimento de combustíveis e a provisão de motoristas, que devem compor o quadro de servidores. O licitante se compromete apenas com o funcionamento adequado e a manutenção dos veículos.
Na justificativa do contrato, o Senado visa a “adoção de um novo modelo de gestão da frota”, concebido pela Mesa Diretora da Casa. O prazo de entrega dos automóveis é de até um mês após a assinatura do contrato. Mas, como este site mostrou em 5 de maio, tal adoção não foi bem vista por alguns servidores do próprio Senado.
Cartel e parentescos
A despeito da aparente transparência do pregão presencial, a disputa foi marcada por controvérsias. Uma das maiores empresa do ramo no Brasil, a Localiza Rent a Car já havia tentado impugnar o edital de licitação, com o argumento de que as regras afrouxavam as exigências de capacidade técnica impostas às empresas. A Localiza não participou do pregão.
A reportagem apurou que empresas participaram em grupo do processo licitatório, o que configuraria a prática criminosa de cartel. Como é corriqueiro nesse tipo de processo, o preço do aluguel oferecido por determinadas empresas é significativamente reduzido – os lances inferiores a R$ 2 mil mensais por carro de saída eliminaram diversas corporações.
Um dos licitantes tem vínculos de parentesco com autoridades. Caso da Locamérica Frotas, de propriedade do filho do ex-senador e ex-vice-governador de Minas Gerais Arlindo Porto (PTB-MG), que também exerceu cargo de ministro da Agricultura no governo Fernando Henrique Cardoso, entre 1996 e 1998. Não há, no entanto, proibição legal para a concorrência nesses casos, e a empresa atua sem restrições legais desde 1993 em Minas Gerais.
Em “análise técnica”, um advogado apontou à reportagem o que considera irregularidade no processo – a participação de licitantes, junto à administração pública, que tenham vínculo de parentesco com autoridades. “A participação em licitações e eventual contratação de empresas de familiares de gestores ou dirigentes de órgãos públicos, principalmente agentes políticos, malfere o principio da moralidade previsto no artigo 37 da Constituição”, disse o advogado baiano especializado em licitações Vandilson Rosa Matos, que representa um grande escritório de advocacia em Brasília.
Ele acrescenta que a regra é mesma que serviu de base para a edição da Súmula nº 13 editada pelo Supremo Tribunal Federal, que proíbe o nepotismo em órgãos públicos. “Não há conflito de princípios, no cotejo do principio da moralidade com o principio da livre iniciativa, uma vez que, em se tratando de licitações publicas, na seara do Direito público, deve prevalecer o principio da moralidade. A livre iniciativa reside no campo do Direito privado”, completou o especialista, para quem a lei do nepotismo precisa evoluir para alcançar a pessoa jurídica nas licitações e contratos administrativos.
Mas há quem veja o lado positivo da licitação do Senado, que tem histórico de irregularidades em terceirização de serviços e produtos. “É um avanço, uma benfeitoria para a administração pública, que uma instituição de hierarquia maior sirva de exemplo para a locação de veículos. Hoje a terceirização não é muito bem vista”, disse um dos licitantes ao Congresso em Foco – Paulo Batista da Silva Júnior, representante da Empresa de Transportes Apoteose (Emtel), também sediada e em funcionamento desde 1993 em Belo Horizonte.
Eliminação em massa
Dezenas de empresas foram eliminadas da disputa logo de saída, segundo critérios do pregão (exclusão das ofertas que não estivessem na faixa de 10% acrescidos ao menor preço oferecido). Ao final, apenas Conecta, Giro e LM permaneciam na peleja. Venceu a Giro, mas em seguida foi inabilitada por não cumprir os requisitos econômico-financeiros.
Ao passo em que os preços desabavam, uma das licitantes desclassificadas protestava contra os preços diminutos oferecidos – reclamações que se estenderam ao local do certame, uma sala de dimensões reduzidas que mal acomodava as dezenas de participantes da licitação. “Isso aqui é uma prostituição!”, declarou à reportagem Lucia Monteiro, gerente comercial da Stillo Auto Locadora. “O preço vencedor não paga nem o seguro total que o Senado pede.”
O maior preço foi oferecido pela empresa Trópicos Tour Locadora de Serviços LTDA.: R$ 5,9 mil mensais pelo aluguel do mesmo Toyota Corolla escolhido na licitação. O carro atualmente utilizado pelo senadores é o FIAT Marea, cuja frota será vendida, provavelmente em leilão.

Itaú-Unibanco Cancela a emissão do Megabônus!

É isso mesmo, segundo informações da Central de Atendimento UNICARD do Itaú-Unibanco os cartão pré-pagos MegaBônus tiveram a emissão cancelada a partir de Julho de 2010, porém quem já tem o seu cartão não será cancelado. O Cartão MegaBônus foi criado e distribuido através do tipo de mercado chamado Marketing Multinível alcançou cerca de 1,33 milhões de cartões emitidos, porém com a compra do Itaú o Unibanco perdeu forças e o Marketing Multinível não faz parte do perfil do Banco Itáu, com tudo os cartões pré-pagos do MegaBônus hoje não são mais emitidos.

Pré-Pago Panamericano, Banco Panamericano lança Cartão Pré-Pago!

Com a chancela da Mastercard, o PanAmericano lançou hoje o primeiro cartão pré-pago multiuso do país, com foco em compras diárias.
O segmento de pré-pagos ainda é incipiente no Brasil, mas tem potencial para movimentar US$ 12 bilhões na América Latina (puxado por Brasil e México), segundo estudos da Mastercard. E o volume pode chegar a mais de US$ 80 bilhões em seis anos.
Até esse produto, existiam no país apenas os pré-pagos com foco no uso em viagens ao exterior, como o Travel Money, da Visa. O cartão PanAmericano/Mastercard, com tecnologia da Rêv, funcionará em todos os estabelecimentos que aceitam a bandeira, no Brasil ou no exterior.
Seu funcionamento é semelhante ao do celular pré-pago: o usuário carrega uma quantia (limitada a R$ 3.000 por vez e R$ 6.000 ao mês) e, à medida que vai comprando, o dinheiro é debitado, sem taxa de uso.
As vantagens também são as mesmas: menos burocracia para ativar o produto e maior controle de gastos –o que deve atrair as classes C, D e E, que compõem a massa não bancarizada do país e são foco do PanAmericano.
Metade da população adulta não tem acesso a serviços bancários e 55% ainda recebe seu salário em dinheiro vivo, segundo relatório recente do Banco Central.
A estimativa “conservadora” do banco é que ao menos 500 mil cartões sejam emitidos no primeiro ano. Segundo Eliel Teixeira de Almeida, diretor de cartões do PanAmericano, cada cartão deverá movimentar, nesse período, de R$ 100 a R$ 200 ao mês.
ESCÂNDALO
O projeto do cartão pré-pago em parceria com a Mastercard já existia antes de ter vindo a público, em novembro do ano passado, um rombo de R$ 2,5 bilhões do banco –parte dele provocado por operações com cartões de crédito.
Os recursos carregados pelos usuários vão ficar em uma conta gráfica do banco, hoje controlado pelo BTG Pactual, em parceria com a Caixa. “Mas não é um dinheiro que ficará parado muito tempo. O ciclo é rápido, de 30, 60 dias”, diz Almeida.
Segundo o executivo, a relação do banco com os clientes não mudou após o escândalo. “No auge de exposição dos problemas, em dezembro, tivemos recorde de vendas.”
OUTROS SERVIÇOS
Com o cartão, também será possível realizar saques no Banco24Horas, mas com taxa de R$ 3,50. Checagem de saldo e confirmação de compras também vão poder ser feitas pelo celular, via torpedo SMS, e pela internet.
O produto, afirma Almeida, pode ser usado por consumidores (em compra on-line, vale-presente, mesada etc.); pelo governo (para transferências, por exemplo) e pelo setor corporativo (como no pagamento de benefícios).
Para adquirir o cartão, a R$ 15, basta informar o CPF. O produto está disponível em todas as 250 unidades do banco.
A recarga pode ser feita na rede bancária, após impressão de boleto bancário no site (www.prepagopanamericano.com.br). Mas também o cartão pode ser recarregado nas 10 mil casas lotéricas do país.
No Primeiro Semestre de 2012 será lançado o pedido pela Internet, onde o Diretor Eliel Tavares acredita ultrapassar a marca de 1 milhão de cartões emitidos em todo Brasil.

VISA PRÉ-PAGO NACIONAL

O Banco Rendimento Lança o Cartão pré-pago em reais, recarregável, protegido por senha, emitido pelo próprio Banco Rendimento em parceria com a VISA. Pode ser utilizado para compras em mais de 1 milhão de estabelecimentos credenciados à rede Visa Electron e em mais de 10 mil caixas automáticos espalhados em todo o Brasil, a cada saque realizado haverá um custo de R$ 7,00. Para efetuar recargas neste cartão basta acessar www.cartaomundolivre.com.br, se cadastrar e escolher o valor que deseja. A cada recarga realizada haverá um custo de R$ 0,90. Tarifa de Emissão: R$ 10,00 - Valor da carga inicial: R$ 100,00.

American Express GlobalTravel Card

 A AMEX não poderia ficar de fora e não lançar também o seu cartão pré-pago, porém um cartão apenas para Viagens Internacionais que pode ser recarregado em três moedas diferentes: Dollar Americano, Euro e libra esterlin e pode ser usado fora do Brasil em milhões de locais como hotéis, lojas, restaurantes, supermercados e todo outro tipo de estabelecimento, além de sites onde os Cartões American Express são aceitos. Você também pode usá-lo para saques em caixas eletrônicos (ATMs) em todo o mundo, onde os Cartões American Express são aceitos, inclusive no Brasil.

Seu American Express GlobalTravel Card tem a garantia de uma variedade de benefícios.

  • Fácil de usar

    Tudo que você precisa é assinar os comprovantes de compra nos estabelecimentos e usar sua senha nos caixas eletrônicos (ATMs).
  • Recarregável

    Você pode recarregar (adicionar fundos) no seu próprio ritmo e conveniência. Quando voltar para casa, guarde seu Cartão para sua próxima viagem.
  • Aceito globalmente

    O Cartão é aceito globalmente, incluindo nos países que utilizam uma moeda diferente do Cartão. Use o Cartão em milhões de estabelecimentos no exterior e em sites internacionais que aceitam Cartões American Express. Você também pode usá-lo para saques em caixas eletrônicos (ATMs) em todo o mundo, onde os Cartões
    American Express são aceitos, inclusive no Brasil.
  • Controle total do orçamento de sua viagem

    Gaste somente o saldo que você tiver carregado no Cartão.
  • Simples de gerenciar

    Verifique seu saldo e histórico de transações on-line ou pelo telefone, onde quer que você esteja 24 horas por dia, sete dias por semana.

Young Card Bradesco Visa Buxx

O cartão pré-pago internacional de estilo jovem.
A sua principal característica é servir como cartão mesada, permitindo o pagamento de compras à vista, no Brasil e Exterior, substituindo o dinheiro em transações comerciais, de maneira fácil, rápida, segura e conveniente.
Segurança para o adolescente e conveniência para o responsável.

A carga do cartão é feita pelo responsável, que deverá ser correntista, poupador ou associado dos cartões de crédito Bradesco Visa e MasterCard.
Após adquirir o cartão, o jovem, com idade a partir de 12 anos, pode ser presenteado com créditos por um parente ou amigo que seja correntista/poupador ou associado dos cartões de crédito Bradesco Visa e MasterCard.

Outras Informações
Alguns serviços disponíveis para o responsável:
  • • possibilidade de agendamento de cargas no cartão
  • • ativar ou desativar a função de saque
  • • suspender e ativar o uso do cartão

Parametrizações do Cartão
Valor máximo de carga por mês: R$ 5.000,00.
Valor mínimo de carga: R$ 20,00.
Quantidade máxima de saques mês: 20 saques.
Valor máximo por saque: R$ 150,00*.
* no Exterior a conversão da moeda respeitará esse valor como máximo, inclusive considerando a soma da tarifa de saque.

Cartão pré-pago é opção para fugir de alta de imposto; compare opções

 
Economia aquecida e dólar barato. Este cenário, que vem se arrastando desde o ano passado, fez disparar os gastos dos brasileiros no exterior. Nunca se gastou tanto lá fora.

IMPOSTOS DAS COMPRAS NO EXTERIOR

Modalidade de compraIOFQuando é cobrado
Para tentar diminuir esses gastos, o governo aumentou a alíquota do IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) de 2,38% para 6,38% para quem fizer compras no exterior com cartão de crédito.
Ou seja, comprar com o cartão de crédito fora do país ficou mais caro.

Alternativa

Uma alternativa para fugir desse aumento de impostos é a utilização dos cartões pré-pagos. Neles, o consumidor paga 0,38% de IOF na hora de adquirir ou recarregar o cartão.
Em uma compra de R$ 500, por exemplo, o IOF cobrado no cartão de crédito é de R$ 31,90. No pré-pago, é de R$ 1,90.
Esse tipo de cartão pode ser utilizado em estabelecimentos comerciais no exterior de forma semelhante a um cartão de débito no Brasil.
Também é possível realizar saques (neste caso há uma tarifa extra) em caixas eletrônicos recebendo na moeda do país onde a pessoa está.
Alguns cartões pré-pagos também permitem realizar compras em sites no exterior.

Desvantagens

Uma das desvantagens do pré-pago é que, diferentemente do de crédito, ele não permite parcelar a compra.
Os cartões de crédito também possibilitam participar de programas de milhagem, já os pré-pagos não.