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segunda-feira, 25 de julho de 2011

10 formas de liderar pessoas no dia-a-dia

A dica de hoje foi dada por Rafael Gonçalves, jornalista do Atitude Br.
Conhecer a personalidade de seus colaboradores. A história de vida e as metas de cada um dependem da personalidade. Conheça-a e você entenderá melhor seu colaborador.
Não force a natureza das pessoasSe uma pessoa é tímida, não lute contra isso, apenas administre, pois a praia dela não é lidar com público. Se você tem um super extrovertido, colocá-lo para trabalhar fechado num escritório será uma tortura.
Identifique os pontos fortesO sucesso está em descobrir e aprimorar os pontos fortes de seus colaboradores – teimosia, falante, extrovertido, engraçado… Cada característica pode se encaixar em uma função diferente
Posicione as pessoas onde elas rendem  maisO perfeccionista gosta de organizar, o extrovertido de se relacionar, o dominante de comandar, o impaciente de acelerar.
Estimule a melhoria contínuaUm grande talento sem o esforço do treinamento e da repetição não gera resultados.
Defina metasSe você seguir as sugestões anteriores, terá autoridade para cobrar metas mais agressivas. Explique os motivos e estipule-as.
Cobre resultados individualmenteA maioria das pessoas consegue um desempenho 20 a 30% superior quando as metas são quantitativas, e medidas e avaliadas mensalmente.
Institua a meritocraciaPremie, reconheça e promova os melhores, independentemente do tempo de casa. Isso da um “choque de gestão” e motiva.
Dê o exemploAs pessoas só acreditam em um programa de melhoria se quem o propõe o segue rigorosamente e sem complacência.

Vídeo: Como evitar o boca a boca negativo


Essa vídeo-dica faz parte da coluna – Victor Santos | Dicas de um empreendedor – e foi feita especialmente para os leitores do Saia do Lugar.

(Link do vídeo aqui)
Se você quiser se aprofundar no tema sobre marketing boca a boca, basta conferir também o vídeo Como fazer do cliente um veículo de marketing

Alemanha – Sólida, eficiente, silenciosa e credora de devedores duvidosos


Após expurgar os sonhos imperiais que marcaram a vida política do país durante grande parte da primeira metade do século passado, a Alemanha agarrou-se, com unhas e dentes, à oportunidade de se reinventar e erguer a potencia industrial moderna, democrata e arejada que hoje ocupa a primeira posição entre as nações europeias.
Para alguns analistas mais descolados do sendo comum, a Alemanha figuraria como a nação número um em termos globais, o que faz sentido se a observarmos sob uma ótica econômica mais sustentável, menos imediatista e profunda. É também verdade que a sentença acima seria inquestionável se a Alemanha, além de ícone da eficiência industrial, não fosse a credora de devedores tão economicamente frágeis.
Contudo, deixando essa questão de lado para julgarmos no tempo adequado as consequências da encrenca europeia, gostaria de dirigir a atenção ao modelo de desenvolvimento empresarial alemão, ancorado em larga evolução tecnológica e científica, mas tão discreto quanto sólido em comparação a tantos outros modelos. Veja o caso das pequenas e médias empresas que atuam globalmente, o chamado modelo Mittelstand.
Diferente, por exemplo, do propalado modelo norte-americano, com sua panaceia de gurus de gestão surgidos do nada, sempre com o preâmbulo “fanfarrônico” de “a última onda” e invencionices corporativas que, salvo significativas exceções, segregam gerações tidas como ultrapassadas jogando no lixo acervo técnico e experiência, além de criar um clima organizacional doente e de profunda instabilidade.
Engana-se quem me toma como antiamericano. Muito pelo contrário, me incomoda profundamente observá-los submergir, mesmo que pouco a pouco - observem que seus índices não reagem desde a crise de 2008 -, deixando de lado a trágica, mas remota possibilidade de um “não acordo” antes de dois de agosto.
Também sobre os EUA, também me incomoda notar sua influência internacional sendo gradativamente ocupada por uma China que, embora aderente ao livre mercado, não deixa e nem quer deixar de ser uma ditadura moista, com propósitos imperiais, onde tolerância e pluralidade cultural ou política soam como “meras frivolidades ocidentais”.
Faço justiça à Alemanha moderna neste texto não apenas como um contraponto retórico, pois me agrada o seu modelo da eficiência pela eficiência, da precisão como valor, do aprofundamento científico empresarial no lugar do “blábláblá”, do marketing pelo marketing e da crença ideológica frágil de que os mercados não podem sofrer qualquer espécie de regulamentações, pois se constituem como organismos vivos perfeitos e a prova de colapsos.
No entanto, creio também na capacidade de reinvenção norte-americana como valor, na sua democracia plena e constantemente revitalizada. Mas exorto para que olhem o mundo com um radar crítico, voltado para dentro, permitindo colher e assimilar novos e melhores métodos, novas e mais sólidas posturas.
Os valores e as democracias ocidentais agradecem; os credores também. Até a próxima.
Foto de sxc.hu.

Gestão Financeira – Parte 1

Dona Marieta da Modda, proprietária da loja de confecção Marieta Fashion, tem observado nos últimos meses que sua empresa não tem apresentado resultados satisfatórios, ou seja, sua conta corrente no banco está negativa, e, em alguns casos, não está conseguindo pagar os seus fornecedores em dia.
Depois de consultar alguns amigos e familiares, resolveu buscar ajuda com um Consultor Financeiro, Sr. Tobias.
Bom dia, sr. Tobias!
– Bom dia, dona Marieta! Tudo bem? Como andam os negócios?
– Eu não sei o que está realmente acontecendo com as finanças da minha loja. Estou usando o limite do cheque especial, e ainda encontro dificuldade para liquidar algumas contas.
– Dona Marieta, gostaria de saber mais sobre a sua empresa…
– Tenho uma loja no centro da cidade, onde vendo moda Feminina. A minha empresa já tem três anos de funcionamento. Sabe de uma coisa, sr.Tobias! Durante dois anos e meio aproximadamente, os negócios estavam caminhando bem. Consegui nesse período ampliar os meus negócios. Nesse tempo aumentei os meus estoques de mercadorias, reformei totalmente o prédio da loja e estava tendo uma retirada mensal equivalente a dez salários mínimos. Acontece que, nos últimos seis meses, a situação financeira da loja começou a ficar complicada.
– Gostaria que a senhora me fornecesse algumas informações financeiras da sua empresa. Preciso saber qual é o seu faturamento médio, o montante das despesas mensais da loja, o valor das suas compras mensais e a sua margem de lucro.
E dona Marieta explicou:
– No ano passado, as vendas médias da minha loja eram de R$ 18.000,00 por mês. Atualmente está faturando R$ 12.000,00 por mês,as despesas da loja são de R$ 4.000,00, a minha retirada mensal é de R$ 2.000,00, as compras que eu faço ultimamente têm sido no valor de R$ 8.500,00 por mês e a margem de lucro é de 60%. Pelas contas que fiz teria que sobrar um lucro líquido de R$ 1.200,00 por mês. Mas acontece que estou com a conta bancária negativa, tenho atrasado o pagamento de alguns fornecedores… Estou bastante preocupada com a situação da empresa.
– Precisamos refazer alguns cálculos e analisar a situação econômica e financeira da sua empresa, dona Marieta! Normalmente, quando uma empresa está sem caixa para pagar seus compromissos, provavelmente está tendo prejuízos. Mas, para termos certeza da real situação da empresa, é necessário coletar outras informações, analisar todos os dados disponíveis e, em seguida, diagnosticar a situação financeira da empresa. Está bem assim, dona Marieta?
E, dona Marietta, bastante pensativa, desabafou:
– Sr. Tobias, eu só tenho a minha loja como fonte de renda e gosto muito do que faço. Desejo muito salvá-la dessa situação complicada e difícil . Portanto,  o sr. faça o que for preciso, que da minha parte prometo seguir as orientações sugeridas.
Depois de efetuar alguns cálculos por meio das informações fornecidas pela dona Marieta, o sr.Tobias quis mais informações sobre a margem de lucro da loja.
– Sr. Tobias, o cálculo que eu faço para calcular o preço de venda e determinar o lucro bruto da minha empresa é o seguinte. Uma peça que compro a R$ 10,00, por exemplo, aplico 60% e vendo a mesma peça a R$ 16,00. Esse cálculo é feito com a maioria dos produtos comercializados. Se estou vendendo R$ 12.000,00 por mês, o meu lucro bruto mensal é de R$ 7.200,00 (60% de R$ 12.000,00), deduzindo as despesas da loja de R$ 4.000,00, mais as minhas despesas pessoais de R$ 2.000,00 sobram $1.200,00 de lucro líquido. Mas, infelizmente, não sei aonde está indo esse dinheiro
– Agora sei por que sua loja não tem caixa para pagar os compromissos em dia… O prejuízo mensal de sua loja, de acordo com os números fornecidos, é de R$ 1.500,00.
Espantada, dona Marieta falou:.
– Gostaria de entender como foi que o sr. encontrou esse prejuízo de R$ 1.500,00 por mês. Se isso for verdade, tenho que tomar providências urgentes.
– Perfeitamente, dona Marieta! Observe esses cálculos:
– Sua margem de lucro bruta não é de 60% e sim de 37,50%. Vou explicar melhor.
O produto que custou R$ 10,00 e foi vendido por R$ 16,00 proporcionou um lucro bruto de R$ 6,00, que corresponde a 37,50% sobre o preço de venda efetuado.
Para facilitar esse cálculo, você pode utilizar uma fórmula matemática bastante simples, que irei demonstrar a seguir:
Margem de lucro = preço de venda (-) custo da mercadoria vendida dividido novamente pelo preço de venda e, em seguida, multiplicado por 100. Observe a fórmula com os números abaixo.
R$ 16,00 (-) R$ 10,00 : R$ 16,00 = 0,3750, multiplicando o resultado encontrado por 100, obteremos a margem de lucro de 37,50%.
Sabendo que a margem de lucro é de 37,50%, aplicando esse índice no faturamento da empresa, que é de R$ 12.000,00, iremos encontrar o valor correspondente ao lucro bruto da empresa, que é de R$ 4.500,00.
O valor das despesas totais da loja é de R$ 6.000,00, resultando assim um prejuízo de R$ 1.500,00.
Portanto, se a empresa está tendo prejuízo, ela não consegue gerar caixa para honrar seus compromissos em dia. A causa do prejuízo foi a queda nas vendas, o que representou um aumento relativo das despesas.
Quando as vendas eram de R$ 18.000,00, a despesa total de R$ 6.000,00 representava 33% das vendas, agora essa mesma despesa representa 50% das vendas atuais.
Para a empresa voltar a dar lucro, é necessário que o volume das vendas seja suficiente para cobrir todas as despesas. A estratégia nesse caso seria: aumentar o volume de vendas e/ou diminuir as despesas.
Outro aspecto relevante que está ocasionando a falta de liquidez (caixa) é o excesso de compras em relação ao volume de vendas atuais. O5 volume de compras em função das vendas atuais deveria ser em torno de R$ 7.500,00, no entanto as compras atuais da loja são de R$8.500,00, gerando um excesso de R$ 1.000,00.
Recomendamos alguns procedimentos e controles financeiros, para possibilitar a adequada gestão financeira da sua empresa, dona Marieta.
Portanto, dona Marieta e o leitor estão convidados a acompanhar nossas orientações com o objetivo de melhorar a Gestão Financeira de uma atividade comercial de pequeno porte.
Fonte: Saiba Mais – Gestão financeira

No such thing as business ethics


The happy theory of business ethics is this: do the right thing and you will also maximize your long-term profit.
After all, the thinking goes, doing the right thing builds your brand, burnishes your reputation, helps you attract better staff and gives back to the community, the very community that will in turn buy from you. Do all of that and of course you'll make more money. Problem solved.
The unhappy theory of business ethics is this: you have a fiduciary responsibility to maximize profit. Period. To do anything other than that is to cheat your investors. And in a competitive world, you don't have much wiggle room here.
If you would like to believe in business ethics, the unhappy theory is a huge problem.
As the world gets more complex, as it's harder to see the long-term given the huge short-term bets that are made, as business gets less transparent ("which company made that, exactly?") and as the web of interactions makes it harder for any one person to stand up and take responsibility, the happy theory begins to fall apart. After all, if the long-term effects of a decision today can't possibly have any impact on the profit of this project (which will end in six weeks), then it's difficult to argue that maximizing profit and doing the right thing are aligned. The local store gets very little long-term profit for its good behavior if it goes out of business before the long-term arrives.
It comes down to this: only people can have ethics. Ethics, as in, doing the right thing for the community even though it might not benefit you or your company financially. Pointing to the numbers (or to the boss) is an easy refuge for someone who would like to duck the issue, but the fork in the road is really clear. You either do work you are proud of, or you work to make the maximum amount of money. (It would be nice if those overlapped every time, but they rarely do).
"I just work here" is the worst sort of ethical excuse. I'd rather work with a company filled with ethical people than try to find a company that's ethical. In fact, companies we think of as ethical got that way because ethical people made it so.
I worry that we absolve ourselves of responsibility when we talk about business ethics and corporate social responsibility. Corporations are collections of people, and we ought to insist that those people (that would be us) do the right thing. Business is too powerful for us to leave our humanity at the door of the office. It's not business, it's personal.
[I learned this lesson from my Dad. Every single day he leads by example, building a career and a company based on taking personal responsibility, not on blaming the heartless, profit-focused system.]

"I don't have any good ideas"

Now I know you're bluffing.
First, everyone has good ideas. Maybe not as fast or as often as others, but are you telling me that in your entire life, you've never had one good idea? Ever?
Second, and way more telling, what happens if I give you a good idea. Here. Take it. Now what? You have it, right?
Now you need to find a second reason for not making things happen. "I don't have enough time." "I can't get the resources." "I'm not sure, really sure, guaranteed, that this is a good idea." "My boss won't let me."
And so the lizard brain speaks up, and so the cycle continues, and so the Resistance wins.
There are more good ideas, right here, right now, for free, than ever before. More opportunities to connect and lead and make a difference and an impact and a living. Fewer guarantees, sure, but more ideas.
It's your choice about whether or not you do anything with them, but please don't tell me you don't have any good ideas.

Video A origem das boas ideias

A primeira coisa que vem na cabeça quando pensamos em empreendedorismo é: ter uma ideia de negócio.
Fuçando pela internet achei um vídeo sensacional do TED (evento em que ocorrem as melhores palestras do mundo) que trata justamente sobre esse tema.
Infelizmente não consegui achar uma versão do vídeo com legendas, então segue um pequeno resumo pra quem tiver dificuldades com o inglês.
Características de boas ideias
Como será que surgiu a ideia de fazer essa montagem?
Ideias levam tempo para amadurecer
É muito comum pensarmos naquela ideia genial que mudou o mundo do dia pra noite. Porém, na realidade uma ideia leva tempo até que seja transformada em algo palpável que cause impacto na vida das pessoas.
Para inovar e criar uma empresa a partir de uma ideia, é fundamental saber que ideias levam tempo para amadurecer e tomar a forma de algo que seja realmente aplicável na prática.
Boas ideias são um somatório de palpites
Uma ideia sozinha não serve pra muita coisa. Se você quer construir algo relevante, saiba que muitas outras ideias serão somadas à ideia inicial. Inclusive, se você pretende fazer uma ideia ter impacto, se prepare para ouvir palpites contrários à sua opinião.
Saber ouvir as pessoas e agrupar palpites à sua ideia é o que diferencia as pessoas que conseguem construir algo das que ficam só no mundo das ideias.
A inovação acontece quando as pessoas estão conectadasO pensamento comum é de que as ideias inovadoras surgem quando você está trancado em um laboratório focado em resolver algum problema específico e tem a sorte de pensar em uma ideia genial. Porém, a construção de uma boa ideia (soma de palpites) é acelerada quando você se conecta com outras pessoas.
Pra resumir, tem uma frase muito bacana do vídeo: A sorte favorece as pessoas que estão conectadas.
(Link para o vídeo no Youtube)
Conclusão
Na prática, pra que sua empresa tenha um grande diferencial competitivo, você precisa ser uma máquina de geração e execução de ideias.
Se você quiser se aprofundar no assunto, recomendo muito ouvir o episódio 1 do Empreendecast: como gerar ideias para sua empresa.

Como gerar ideias inovadoras

Uma das coisas que mais me orgulha em todo o processo de criação da Empreendemia é contar como surgiu a ideia do produto.
Ao conversar por poucos minutos com um empreendedor mais experiente sobre um projeto de empresa, percebi a importância de colocar empreendedores em contato. Nesse momento surgiu a ideia do Empreendemia e então as nuvens se abriram, um raio de luz surgiu no horizonte e um quarteto de anjos começou a tocar jazz em seus trompetes (ainda bem que não eram vuvuzelas).
O grande problema é que normalmente as pessoas acham que é só ter uma ideia e magicamente uma empresa é construída. Antes da ideia surgir, é importante estar preparado; depois da ideia, ainda existe MUITO trabalho pela frente.
Como gerar ideias de negócio
Seguem alguns pontos de um artigo sobre o tema que escrevi para a Endeavor Brasil.
  • “Que tipo de atividade você faria mesmo que de graça?” – É muito mais fácil ter ideias geniais relacionadas a áreas que você tem paixão. Pensar só em dinheiro não te tornará a pessoa mais criativa do mundo.
  • “Ouça o maior número possível de pessoas” – Uma ideia inicial é sempre imatura, ela precisa ser validada e evoluída. Conversar com pessoas reais é  a melhor forma de evoluir essa ideia.
  • “Pense grande, comece pequeno e evolua rápido” – É importante sair logo do lugar, comece a trabalhar ao invés de ficar anos só no planejamento.
Conclusão
Não fique esperando magicamente o dia em que terá uma ideia genial. Depois que ela surgir, saiba que isso é só o começo.
Agora que você deve estar morrendo de curiosidade sobre o tema, não deixe de conferir o artigo completo: Ideias inovadoras não surgem do dia pra noite.
Abraços,
Millor Machado (orgulhoso pela ideia do Empreendemia e por ter um artigo no blog da Endeavor Brasil)

O segredo por trás das ideias geniais

No mundo empreendedor existe o famoso mito momento “Eureka!”. Esse é o momento em que o empreendedor tem uma ideia genial e de uma hora pra outra constrói sua empresa, assim como um maravilhoso ser mitológico que emerge majestosamente do oceano, reluzente, poderoso e o mais importante, inexistente na vida real.
Na realidade, os momentos “Eureka!” existem sim. A própria Empreendemia surgiu a partir de um momento “Eureka!”. A grande questão é: da concepção da ideia inicial até ter uma empresa lucrativa e auto-sustentável, o empreendedor precisa comer muito feijão com arroz.
A importância da execução das ideias inovadoras
O que importa é colocar a mão na massa, literalmente
Um produto/serviço é um somatório de ideiasComo explicado no artigo A origem das boas ideias, a inovação acontece quando uma série de ideais e palpites se acumulam e formam um produto ou serviço que pode ser utilizado por alguém.
A iniciativa de ter uma ideia é fundamental, mas você é recompensado pelo que faz até o fim, não pelo que você começa. A ideia é só o começo.
A história valoriza quem tira ideias do papelSegundo um estudo de um pesquisador que não me lembro o nome, em média 12 pessoas no mundo tem ideias similares sobre um produto ou serviço. O que diferencia a vencedora das outras 11 é a capacidade de colocar essa ideia em prática.
Um exemplo sensacional é o telefone. Innocenzo Manzetti criou o primeiro telefone funcional e Elisha Gray foi o primeiro a patentear o invento. Porém, quem ganhou fama, dinheiro e o nome escrito na história foi Alexander Graham Bell, que decidiu gastar seu tempo distribuindo o produto por aí ao invés de ficar meramente falando que tinha uma ideia genial.
Tirar uma ideia do papel não é tão fácil assimQuando temos uma ideia considerada genial, é normal pensar algo como “Tive uma ideia genial! Trilhões de pessoas vão bater na minha porta querendo esse produto! Semana que vem estarei na capa de todos os jornais e revistas!”.
Depois, começamos a ler sobre empreendedores mais experientes e todos falam “Vai com calma meu querido, não é tão fácil assim. Leva tempo até o produto ficar pronto e o mercado adotar sua inovação”.
A primeira reação ao ler algo do tipo é “Ah, eu sei que ele fala isso, mas minha ideia é tão genial que vai ser diferente!”. Depois de um tempo você acaba vendo que realmente, não era tão fácil assim. Nunca é, vai por mim.
Conclusão: Ideias razoáveis bem executadas valem mais do que ideias geniais no papelÉ comum o empreendedor iniciante achar que uma ideia muda o mundo. Porém, é essecial saber que para uma ideia mudar o mundo, ela precisa de uma equipe para transformá-la em produto, capital para financiar seu desenvolvimento, uma rede de contatos para colocá-la no mercado e muito trabalho. Muito mesmo.
Abraços,
Millor Machado (com a mão na massa, no sentido figurado)

Se você quer liderar, lidere

A dica de hoje foi dada por Seth Godin em seu blog
Líderes lideram. Será que isso é simplista?
Escritores escrevem. Por isso, se você quer ser um escritor, escreva. E garanta que as pessoas leiam o que você escreve.
E líderes, como fazem? Líderes lideram.
Se você quer ser um líder, não fique esperando o dia em que virará líder, vá liderar.

Em busca da uma ideia (semi) nova

Para abrir um negócio de sucesso, é preciso ter uma sacada, uma ideia genial, algo capaz de revolucionar o mercado. Só assim você conseguirá atrair a atenção dos investidores, conquistar os consumidores e bater a concorrência. Certo? Errado.
Especialistas alertam: muitas vezes, é muito mais vantajoso trabalhar em cima der uma ideia já existente no mercado do que tentar criar algo totalmente novo. Exemplos de empresas que faturaram alto em cima de propostas já existentes não faltam. O Facebook não inventou o conceito de redes sociais; o Google não foi o primeiro site de busca da internet; o Buscapé não foi o primeiro site a comparar preços de produtos. Os três negócios partiram do mesmo princípio: que tal usar uma ideia que já exite e aperfeiçoá-la, tomando como base erros e acertos cometidos por concorrentes no passado?
Para quem ainda está atrás da “grande ideia”, vale a pena checar as nove razões para apostar em ideias velhas, de acordo com o site da Inc.
Aperfeiçoar uma ideia é mais fácil do que criar algo do zero. Inventar um modelo de negócio ou um produto são ações que demandam energia e tempo. Esses recursos podem ser mais bem gastos estudando um modelo existente e descobrindo o que funciona ou não ali.
É mais fácil trabalhar com padrões estabelecidos. Analisando o que foi feito antes na mesma área, fica mais evidente se você está ou não no caminho certo.
Não será preciso educar o público. Quem lança um produto inovador precisa gastar dinheiro com publicidade e marketing, para convencer o mercado de que a novidade vale a pena. Se você é o segundo a apostar no invento, o público já vai estar predisposto a comprar sua ideia.
Você pode aprender com os erros – dos outros. Lançar um produto é um tiro no escuro: ele não foi testado, e não há como saber se vai cair nas graças do público. Observando os erros cometidos pelo concorrente, fica mais fácil aperfeiçoar o produto ou serviço oferecido.
Sua flexibilidade é maior. Caso o precursor da ideia tenha feito sucesso, é possível que não se sinta à vontade para inovar ou dar retoques na ideia inicial. Como sua empresa está começando, você é livre para adicionar novidades à ideia antiga.
Suas pesquisas de mercado serão mais eficientes. Como o público já está familiarizado com o produto, será mais fácil testar suas reações às mudanças que você pretende implantar.
Você pode criar um produto ou serviço melhor. O público gosta de encontrar um produto ao qual já está habituado, mas com algumas diferenças que o tornam mais interessante. Essa é a sua chance de lucrar com isso.
Dá para aprender truques de marketing. É possível fazer isso de duas maneiras: observando o material promocional do precursor, ou pesquisando reportagens e comentários em redes sociais sobre a empresa concorrente.
É mais fácil conseguir investimentos. Os investidores estarão mais propensos a colocar aportes em uma ideia já aprovada pelo mercado.

Empresas de pré-pagos querem estimular regulamentação do setor

O Grupo Setorial de Pré-pagos (GSPP) foi formalizado como uma entidade independente do Fórum Internacional de Pré-pagos (PIF). O GSPP está agora sob a direção de um grupo de empresas que atuam no mercado de pré-pagos, incluindo as de vale alimentação e refeição, transportes, vale combustível e telefonia.

A entidade, que surgiu como um capítulo do PIF em 2009, visa apoiar o desenvolvimento saudável de um setor que movimentará R$ 100 bilhões no Brasil em 2011. As primeiras iniciativas do GSPP serão voltadas para as questões legais e regulatórias que impactam o setor de pré-pagos, identificando os casos de sucesso em programas de pré-pagos e modelos de negócios bem sucedidos no Brasil.

No evento de formalização do GSPP também foi eleita a diretoria da nova organização com o diretor da TSYS, Antonio Jorge de Castro Bueno sendo eleito presidente do grupo.

"A decisão de formalizar o GSPP é parte de uma estratégia para agregar legitimidade às demandas do setor e o seu relacionamento com o governo", disse Castro Bueno. "Vamos continuar atuando em parceria com o PIF e inclusive ampliar o leque de parceiros internacionais buscando contato com outras instituições pelo mundo", acrescenta.

A assinatura da ata de fundação e de toda a documentação que formaliza o funcionamento do GSPP aconteceu em São Paulo, na sede da TSYS, uma das maiores fornecedoras mundiais de tecnologia para processamento de meios de pagamento, membro fundadora e patrocinadora do Prepaid International Fórum, bem como responsável pela sua criação.

O Grupo Setorial de Pré-pagos (GSPP), é uma entidade que reúne empresas e consultores que operam, administram, emitem, analisam, proveem soluções ou distribuem formas de pré-pagamento.

A organização considera como instrumento pré-pago toda forma de pagamento para a compra de produtos e/ou serviços cujos fundos foram pagos pelo usuário ou por terceiros antes de sua utilização. Dependendo do produto, esta forma de pagamento poderá ser utilizada em um só estabelecimento ou rede (sistema fechado) ou em diversos estabelecimentos de várias redes (sistema aberto).

O objetivo do GSPP é fazer com que este mercado cresça, se desenvolva e tenha respeitabilidade no Brasil, com transparência, concorrência, regulamentação e auto-regulamentação, informação ao público consumidor e conscientização das empresas usuárias.

Os membros fundadores do GSPP são as seguintes empresas: Acesso Soluções de Pagamento Ltda ; Andrioli E Giacomini Advogados ; Appi Tecnologias S.A; Boa Vista Serviços S.A; E-Safetransfer S.A; Incomm Brasil Pré-Pago Ltda ; Instituto Banco Do Empreendedor (Bemcred); Redetrel - Rede Transações Eletrônicas Ltda ; RPC Rede Ponto Certo Tecnologia e Serviços Ltda; Sacs South Amerecan Cards Services, Administradora De Cartões S.A; Telecom Net S/A Logística Digital; Ticket Serviços S.A; Tsys Serviços De Transações Eletrônicas Ltda; Unik S.A; Vale Fácil Administração E Serviços De Cartões E Convênios Ltda; VB - Serviços Comércio E Administração Ltda; Verity Consultoria Em Tecnologia Ltda; VR Desenvolvimento De Negócios S.A