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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Iveco faz parceria para capacitação de motoristas


• Parceria com o CETT terá inicio em agosto 
• Caminhões Stralis foram cedidos pela Iveco para capacitação de profissionais de empresas do interior paulista, a princípio 
 
A Iveco firmou parceria com o Centro de Ensino no Transporte e Tecnologia(CETT)de Lins, interior de São Paulo, para a formação prática de motoristas de todo o Brasil. Com a parceria, foram cedidos a princípio dois caminhões, sendo um Stralis 570S41T NR 6x2 e um Stralis 740S46T NR 6x4, ambos paraa realização de aulas práticas orientadas e supervisionadas pela instituição.
 
Para Marcelo Bouhid, gerente de marketing da empresa, “ao fornecer veículos para o treinamento de motoristas, a Iveco investe no futuro do País e contribui para a qualificação de motoristas. O objetivo é fazer com que esses profissionais alcancem cada vez melhor desempenho no transporte, além de Conscientizá-los em relação à dirigibilidade segura e responsável”, completa. Com o Iveco Stralis sendo utilizado para as aulas práticas será possível aos participantes conhecer de perto todas as tecnologias embarcadas na família de extrapesados Iveco. 
 
A capacitação é voltada a motoristas portadores de carteira C, D ou E e transportadores e inclui aulas teóricas e práticas num total de 70 horas, distribuídas em seis módulos. Entre eles estão o desenvolvimento interpessoal, saúde do motorista, custos, legislação, laboratórios, além de prática orientada e supervisionada. No módulo voltado à saúde, os participantes recebem informações importantes, como por exemplo, encontrar formas de melhorar sua qualidade de vida e saúde com o que há de disponível nas estradas, além de conscientizar-se sobre uma alimentação mais saudável, ter uma postura correta ao volante, assistir aulas sobre ergonomia, doenças sexualmente transmissíveis, entre outros. Todo o módulo contém informações voltadas para a prevenção de acidentes, saúde preventiva e curativa e noções sobre primeiros socorros. 
No módulo dedicado ao desenvolvimento interpessoal, é possível aprender sobre marketing pessoal, comunicação, gestão da qualidade, ética e cidadania. No módulo de custos, os motoristas aprendem ainda a efetuar sua auto-gestão financeira, calcular custos no transporte e efetuar manutenção preventiva dos pneus. Leis relativas ao transporte de cargas, além de responsabilidade civil e penal fazem parte das aulas do módulo legislação. Já nas aulas de laboratório será possível ao aluno receber instruções de mecânica e informática básica, rastreamento por celular, satélite e gerenciamento de risco. Na etapa de prática orientada e supervisionada é aplicada ao aluno uma avaliação veicular e condução eficaz. 
Caso o motorista, autônomo e/ou frotista, queira obter uma qualificação mais avançada, há a possibilidade de incluir outros módulos no treinamento (Júnior, Pleno, Sênior, Premium) onde ao completar cada um deles o aluno recebe um selo (Bronze, Prata, Ouro e Diamante) que o distingue em relação a outros profissionais. 
O CETT foi fundado em 05 de março de 2010, com o objetivo de profissionalizar e qualificar o setor de transporte rodoviário. Em pouco mais de um ano de trabalho o CETT formou mais de mil alunos nas empresas do Grupo Pão de Açúcar, Tranzape Transporte e Triunfo Transporte e Logística, entre outras. Dependendo da demanda, a Iveco poderá disponibilizar mais caminhões, inclusive de outros segmentos. “Outro ponto positivo desse tipo de parceria é que ele nos possibilita ajudar as empresas na retenção desses motoristas. Com o grande volume de vendas alcançado pelo mercado de caminhões nos últimos tempos, cada vez mais nossos clientes estão com dificuldades para formar e reter bons profissionais”, ressalta Bouhid. 
Para matricular-se no curso é necessário que os interessados (motoristas autônomos e frotistas) dirijam-se à cidade de Lins, São Paulo, apresentando RG, CPF e carteira de motorista habilitação C, D ou E. Antes do inicio das aulas o aluno deve prestar uma avaliação psicológica e outra veicular. Na parte prática será avaliado o seu desempenho quanto ao domínio do equipamento com o qual o motorista pretende trabalhar. 
Serviço: 
CETT - Centro de Ensino no Transporte e Tecnologia 
Curso de Formação, Qualificação e Gestão para formação de Unidade Móvel 
Rua: Campos Sales, 775 - Jardim Campestre 
CEP: 16400-272 
Fone/Fax: (14) 3532-4346 
Lins – SP 
www.cett.motoristagestor.com.br
cont...@motoristagestor.com.br

Brasil está 15 anos atrasado na sustentabilidade no transporte de carga, diz especialista

Bruno Rios reportagem
 
O vice-presidente da Câmara Brasileira de Contêineres (CBC), Washington Soares, criticou a demora brasileira para colocar em prática conceitos que valorizem no dia a dia a sustentabilidade notransporte de cargas. De acordo com o especialista, que também é professor de Gestão Portuária da Universidade Santa Cecília, em Santos, o Brasil está pelo menos 15 anos atrasado quando assunto é sustentabilidade.

“Aqui no Brasil, e até como exemplo clássico disso temos o Porto de Santos, que é o maior da América Latina, nós somos obrigados a conviver com descaso, falta de investimentos e de incentivos fiscais e a já conhecida cultura rodoviarista. É preciso fomentar amultimodalidade através das ferrovias e também da cabotagempara se ter a chamada ecoeficiência no transporte de volumes. É preciso rever processos para que possamos pensar em ter portos, verdadeiramente, sustentáveis.”

Washington explica que enquanto o Brasil perde tempo ao convencer empresários sobre a importância de se investir emmodais menos poluentes (como hidrovias e o transporte por cabotagem), na Europa e no Japão a troca modal já é assunto do passado e o tema central das discussões sobre sustentabilidade no transporte de cargas está voltado às inovações tecnológicas.

Ele esteve mês passado em Nevada, nos Estados Unidos, para participar da conferência POMS 2011, que discutiu a cadeia de produção, operações de cargas e a gestão da cadeia de suprimentos e logística. E percebeu que a realidade no exterior está muito diferente da nossa.

“Lá fora, o tema central das discussões sobre sustentabilidade no deslocamento de cargas está voltado à inovação tecnológica, mudanças de processos e como fazer com que modais poucos poluentes, como as ferrovias, sejam ainda mais eficientes. Aqui, não há sequer a análise do transporte e do modal a ser utilizado. Isso precisa mudar.”
 

Como evitar o consumo elevado de combustível e a emissão de CO2 Os pneus são um dos factores que mais contribuem para o gasto de combustível

Representam entre 20% e 30% do consumo de combustível dos veículos, sobretudo devido à sua resistência ao rolamento.

Por isso, é fundamental que os condutores tenham atenção e controlem regularmente a pressão dos pneus, pelo menos, uma vez por mês, através do indicador que está escrito no livrete, por exemplo. Deste modo, reduz o desgaste do automóvel, aumentando a sua longevidade.

Também o tratamento que se dá ao veículo tem grande relevância. Subir passeios, passar sobre buracos, rolar em terrenos irregulares e travar ou acelerar de forma brusca podem diminuir a vida dos pneus do carro. Além de gastar dinheiro desnecessário, diminui a segurança dos passageiros e aumenta a emissão de gases poluentes.

Contudo, existem outros factores que contribuem para o aumento do combustível e das emissões de gases, nomeadamente o comportamento na estrada. É no meio urbano que o estilo de condução tem mais influência no consumo e nas emissões de dióxido de carbono (CO2) e gases poluentes com implicações na saúde.

Por exemplo: um condutor agressivo que tenha um carro a gasolina é responsável por um aumento de combustível e de emissões de CO2 na ordem dos 80%, face a um condutor que tenha uma condução económica e segura. 

Em contrapartida, é na auto-estrada que o tipo de condução menos influencia o consumo e a emissão de gases poluentes, uma vez que a velocidade máxima permitida foi atingida, não são necessárias manobras que façam variar significativamente o consumo e a emissão de gases.

Fonte: www.deco.proteste.pt

Turista deixa recorde de US$ 10 bi no exterior

Com o dólar baixo e a alta na renda, os brasileiros estão viajando e gastando mais no exterior. 

Nos primeiros seis meses do ano, os turistas deixaram US$ 10,18 bilhões (R$ 15,5 bilhões) lá fora. 

Trata-se do maior valor da história para um semestre e representa um aumento de 44% em relação ao mesmo período de 2010, segundo dados do Banco Central (BC). 

Essa elevação se deu apesar do aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nos gastos com cartão no exterior, que subiu de 2,38% para 6,38% no final de abril. O objetivo do governo era reduzir o endividamento dos brasileiros. 

Os dados do BC mostram, porém, que os brasileiros apenas trocaram o cartão de crédito por outras formas de pagamento (cartão pré-pago e dinheiro em espécie, por exemplo), nas quais o imposto é de 0,38%. 

Dólar cai a R$ 1,53 

Mesmo com forte atuação do Banco Central - a autoridade monetária comprou dólares por quatro vezes -, o dólar caiu e fechou ontem a R$ 1,537. É a menor cotação da moeda desde 15 de janeiro de 1999.
 
Mesmo com IOF maior para cartão, gastos sobem 44% 

How to avoid hidden fees on holiday spending money


Spend wisely: How to avoid hidden fees on your holiday spending
Spend wisely: How to avoid hidden fees on your holiday spending
Holidaymakers are wasting £457million on hidden fees when using their credit card or taking money out with their debit card while abroad, according to new research. 
The majority of credit, debit and prepaid cards charge customers when they're used abroad, often without warning. 
One in ten people are unaware of the fees for spending on plastic while on holiday, according to a study by uSwitch.com. 
The comparison website estimates that this summer, 21 per cent of holiday makers will risk charges by using their debit card to withdraw cash while they’re away. 
But these fees can be avoided. 
From cash to credit, debit or prepaid cards – there are many options to help avoid sneaky fees for spending abroad. We explain how. 
Cash
It is essential that you do not leave organising your spending money until the last minute. If you do, you’ll get stung by poor rates and hefty commission fees at the airport. Or worse still, fork out for fees unnecessarily for spending on your credit or debit card. 
The best way to get cash in advance is to order from online currency exchange specialists, such as ICE, FairFX, Travelex and Post Office. You will often have to order a minimum of £500 to avoid paying delivery charges. You can also order cash to pick up at the airport - this is often the cheapest way of getting cash for your holiday. Check the website of the airport you are travelling from to see what deals are available.
On the High Street, the Post Office and branches of M&S Money in Marks and Spencer both offer 0% commission and half decent rates.
Pre-paid cards

Holiday: What fees to avoid

Cash withdrawal fee: Most credit, debit and prepaid card will charge a fee or a minimum charge, which is typically set at £2.75 for withdrawing money out of a cash machine while on holiday. Some will charge a flat fee regardless of the size of the withdrawal. The best prepaid cards and some credit and debit cards avoid these fees.

Dynamic currency conversion: Some overseas retailers, restaurateurs, hoteliers and car hire firms will charge you in sterling, rather than the local currency. By doing this they can make a nice profit on the exchange rate, so you should insist on paying in the local currency.

Loading fees (prepaid cards only): Many prepaid cards will charge you to load cash on to it, the extra charge usually costs 2.75 per cent and this is applied onto the exchange rate.

Purchase fee (prepaid cards only): Most of the best prepaid card will not charge you for using your card, as long as you've loaded it with the correct currency. Using your card outside of the designated currency will usually mean paying a charge as high as 3 per cent of the transaction.

Spending fee(debit cards only): This is the cost applied for using your card abroad – similar to the fee applied to some prepaid cards for using it abroad. Some card providers charge you for using your on holiday. For example, you will be charged every time you spend on a Halifax, NatWest, Santander, Lloyds TSB or RBS debit card while you’re abroad. Use another payment method such as a credit card or debit card to avoid this.
How you want to spend your money on holiday is entirely up to you, obviously. But there are some clever ways to avoid paying more if you organise yourself in advance. You may want to take some cash and then have the security of a debit or credit card for additional spending. 
Another option is a prepaid card – there are dozens on the market but the best ones will not charge you to load cash, spend or withdraw money. These cards are similar to spending on a debit or credit card but you have to ‘load’ them up with money beforehand. 
One advantage of using a prepaid card, as opposed to cash, is for a small fee (usually £10) most providers will replace the card with your funds intact.
However, there are some things to watch out for. Remember to check the exchange rate of the card against competitors to make sure you’re getting the most for you money. 
Avoid cards which charge you for setting them up, making purchases, loading and withdrawing cash. Also remember to load the card with the correct currency, as using a card outside of the currency it was set up for use in, can be costly. 
Credit cards 
Firstly, you should only use a credit card for your holiday spending if you can afford to pay off the balance at the end of the month – otherwise you will start to accrue interest charges. 
Spending on a credit card which is not designed for use abroad can mean that you’re slapped with hefty loading fees as well as poor rates of interest. 
You have to beware of withdrawal fees of about £3 per transaction which are usually slapped with immediate interest on top. 
However, there are some cards on the market which, as long as you pay your balance off each month, are suitable for use abroad:
  • Halifax Clarity Credit card: No exchange rate or withdrawal fee and comparatively low average interest of 12.9 per cent. (From August, existing customers will be subject to a personal rate of interest plus the base rate.)
  • Sainsbury’s Gold card: No loading or cash withdrawal fees and average APR of 9.94 per cent on spending and 20.1 per cent on cash. The card costs £5 a month but comes with Worldwide family travel insurance. Unlike the Halifax card you won’t be charged interest on withdrawals if you them off in full each month. 
  • Metro Bank personal credit card: No foreign usage fee and no cash withdrawals and an average APR of 13 per cent from the date of withdrawal. 
  • Santander Zero: No exchange rate fee or charges for withdrawing cash. The card is only available to Santander customers if your main current account has been with the bank for more than 3 months, paying in £1,000 a month, or if you have a mortgage or investment with Santander. Relatively high interest rate on cash advances at 27.9 per cent from date of withdrawal. 
Debit cards 
It is more tricky to avoid debit card charges while abroad as this will probably mean switching current accounts. 
In the past Nationwide held the title for the best debit card to use abroad until, to the annoyance of customers, it cut the perk last year.
It now charges both 2 per cent commission and a £1 cash withdrawal fee on foreign transactions for its FlexAccount. Cunningly, this works out just slightly cheaper than many rivals. Qualifying account holders do now get free basic travel insurance in compensation of the erosion of the benefits on currency.
 
There are only two accounts which do not charge for using them abroad: Metro Bank, the first start-up bank to launch in the UK since the late 19th Century. It does not charge commission or withdrawals. It is without doubt the best debit card for spending abroad but as a branch-focused bank with a new and limited network, it's probably only worth opening an account if you live in or near London, for now.  
There is also the Norwich & Peterborough's Gold Classic card that offers fee-free spending and ATM withdrawals while you're abroad. However, there is a £5 a month fee for the account, unless you pay £500 a month into your link account.


Read more: http://www.thisismoney.co.uk/money/cardsloans/article-2017661/How-avoid-holiday-money-fees-Best-prepaid-credit-cards.html#ixzz1TLiB9Guo

Video Maximising Incentives & Rewards Engagement in Call Centres

Colin Hodgson, Edenred UK Director of Sales discusses the customisation of incentives & rewards for call centres.

Video The Benefits of Prepaid Cards

Colin Hodgson, Edenred UK Director of Sales discusses the advantages of prepaid reloadable cards.

Cielo vê concorrência mais branda no segundo semestre


Um ano depois da abertura do mercado de cartões no Brasil, a competição no setor parece estar mais branda, na visão do presidente da Cielo, Rômulo Dias. A dinâmica da concorrência teve forte impacto na receitas da empresa no quarto trimestre de 2010, mas apresentou um arrefecimento nos primeiros seis meses deste ano.
Isso não quer dizer que o mercado não continuará aquecido. Em teleconferência com analistas na manhã desta quarta-feira, Dias afirmou que o volume financeiro de transações em cartões de crédito e débito da Cielo deve crescer de 19,5% a 21,5% no segundo semestre, com valores de R$ 168,8 bilhões a R$ 171,7 bilhões. Entre janeiro e junho, o incremento foi de 20,5%, totalizando R$ 144,8 bilhões. A competição mais branda irá permitir uma redução da taxa de desconto líquida cobrada dos lojistas.
Para os cartões de débito a taxa deverá cair de 119 pontos-básicos no primeiro semestre para algo entre 112 e 116 pontos na segunda metade do ano, de acordo com as expectativas da Cielo. Para os plásticos de crédito, a taxa de desconto será de 70 a 73 pontos-básicos, inferior aos 75 pontos no primeiro semestre.
Os investimentos em terminais eletrônico da adquirentes que transacionam as vendas (POS), no entanto, continuarão crescentes e devem mais do que dobrar de julho a dezembro em relação ao visto na primeira metade de 2011.
O fim do domínio de Cielo e Redecard como processadoras de pagamentos eletrônicos no País foi marcado por renegociação de contratos com lojistas. Muitos acordos ainda estão sendo renegociados, um ano depois.
Apesar de mais intensa no final de 2010, o aumento da concorrência teve impacto nos números da Cielo do segundo trimestre deste ano, anunciados na noite de terça-feira. Entre abril e junho, as despesas operacionais tiveram um aumento de 16,2% sobre o mesmo período de 2010.
"Os custos e as depesas cresceram a taxas superiores às receitas, que causou impacto no lucro líquido", afirmou o vice-presidente executivo de Finanças e diretor de Relações com Investidores, Clovis Poggetti Junior.
A companhia teve lucro líquido de R$ 423,6 milhões no segundo trimestre, queda de 7,5% em relação ao obtido no mesmo período do ano passado. As ações da Cielo recuavam 2,55% às 13h28, cotadas a R$ 41,30, enquanto o Ibovespa cedia 1,32%, apesar de a empresa vislumbrar um cenário menos adverso de competição adiante.

Proibição na web cria "criminosos", diz professor de Harvard

Lawrence Lessig, 50, professor de direito de Harvard (EUA), defende a flexibilização das regras de propriedade intelectual.

Autor de livros como "Remix", disponível gratuitamente sob uma licença da "Creative Commons", Lessig diz que é preciso haver liberdade para que a cultura comercial conviva com a do compartilhamento - que ganha cada vez mais espaço na internet.

Lessig, que virá ao Brasil para o fórum HSM Negociação 3.0, que acontece em 23 e 24 de agosto, falou com exclusividade à Folha. A seguir, trechos da entrevista:

Propriedade intelectual

Precisamos de mais pensamento empírico e menos religião no que diz respeito à propriedade intelectual.

É verdade que, com a internet e as tecnologias disponíveis, as empresas têm hoje menos condições de "controlar" o uso de suas marcas.

Mas, junto com o risco, vem uma grande oportunidade para as companhias. Quando 50 mil pessoas no Facebook voltam as atenções para um produto porque amigos usaram a marca [em um "remix"] e recomendaram [o vídeo] ao seu círculo de contatos, isso é mil vezes mais eficaz que o resultado obtido através de um anúncio.

Compartilhamento

Exceto em questões de privacidade, espero que nunca tenhamos um mundo onde seja possível controlar o uso de uma ideia. Leis de direitos autorais não controlam ideias; patentes regulam apenas invenções. E a lei das marcas registradas assegura somente a integridade na esfera comercial.

As ideias devem se espalhar livremente pelo globo.

Propriedade intangível

A lei sempre compreendeu a diferença entre o que é propriedade tangível e o que é intangível, e essas diferenças devem ser protegidas.

A mudança, hoje, é que estamos rodeados por muito mais propriedade intangível do que antes, e as leis que regulam o que é intangível foram criadas para o mundo antigo, e não para o novo.

As pessoas e as empresas sentem a mudança, que é profunda, e se dividem em dois grupos: o que tenta fazer valer as velhas regras no novo mundo e o que tenta descobrir as regras certas para o novo mundo. Eu faço parte do segundo grupo.

Geração de criminosos

Vivemos uma era em que nossos jovens deixaram de ver televisão para fazer televisão. E temo que estejamos produzindo uma geração de criminosos por causa do sistema de regulação desatualizado.

A lei do direto autoral poderia ser atualizada para servir melhor aos interesses de artistas e evitar transformar crianças em criminosos. Deveríamos estar fazendo isso.

Ideias como "uso justo" têm que ser centrais e protegidas para possibilitar a existência de ambas as culturas criativas: a comercial e a do compartilhamento.

E é preciso haver liberdade, que significa permissão para qualquer um usar sua capacidade de criar.

O "Creative Commons" oferece a autores a possibilidade de marcar seus conteúdos com as liberdades que eles pretendem que as obras carreguem.

CSU CONTACT CENTER CRESCE 20% EM 12 MESES


portal TI Inside 25/07/2011

Prestes de completar um ano à frente da CSU Contact Center, Luis Guilherme Prates, diretor geral da empresa, comemora o crescimento de 20% em faturamento em relação ao ano anterior, número superior à média de mercado de contact center brasileiro. Segundo o executivo, no último período, sete dentre os dez maiores clientes ampliaram suas operações com a prestadora de serviços.

A empresa faz parte da CSU Card Systems, uma das maiores processadores de cartões do país, com receita líquida de R$ 383 milhões em 2010 e lucro de R$ 33,1 milhões. A unidade de contact center representa cerca de 5% da operação, sendo que o grupo conta ainda com a CSU MarketSystems e CSU Acquirer.

Para cumprir os objetivos de crescimento, Prates elegeu os segmentos de finanças e de convergência como prioritários, uma vez que no primeiro existe uma explosão de demanda nos serviços de crédito e cobrança, e no de operadoras, que podem considerar o contact center desvinculado como alternativa à operação própria.

Outro ponto salientado pelo executivo é o investimento que a empresa faz na área de formação de pessoal, que significa cerca de 70% do custo do serviço de atendimento. Em 2010, o grupo investiu cerca de 7,5% da receita líquida, R$ 28,5 milhões, em desenvolvimento sustentável, tecnologia e recursos humanos. Neste ano, a CSU devera abrir 5 mil vagas, a maioria em contact center.

Atualmente, ela possui 9 mil empregados (mais de 4 mil posições de atendimento) entre os sites de São Paulo, Alphaville(em Barueri, na Grande São Paulo), Rio de Janeiro e Recife. Somente no site de Alphaville, trabalham 5 mil pessoas que operam 2,8 mil posições de atendimento. Somente entre os anos de 2009 e 2010 foram investidos nele cerca de R$ 11 milhões.

O complexo soma 25 mil metros quadrados de área operacional em um terreno de 32 mil metros quadrados, ligados com conexão de fibra ótica, dois restaurantes, centro de convivência, agência bancária, cyber space, quadra poliesportiva e minicentro médico com ambulatórios e plantonistas em ginecologia, fonoaudiologia, dentistas e clínica geral. Uma estação de trem da CPTM, ao lado do complexo, permite o deslocamento de funcionários com a capital paulista.

Ao todo, o complexo soma 89 ilhas de atendimento, que prestam serviços de diferentes setores, com serviços de SAC, televendas, cobrança, help desk, e-commerce, back office, atendimento presencial, suporte e infraestrutura.

Prates diz que a gestão dessa massa de pessoas é essencial para se manter a qualidade dos níveis de serviços, a fim de que as ligações sejam solucionadas numa única ligação (o first call resolution), pois o custo de uma nova unidade de atendimento demanda investimentos altos, da ordem de R$ 10 mil a R$ 20 mil para tornar-se operacional. Outra vantagem ressaltada pelo executivo é sua política de segurança da informação corporativa, aderente às principais instituições financeiras, devido à empresa ser listada na BM&F Bovespa e contar com certificação PCI DSS (Payment Card Industry Data Security Standard), experiência oriunda da área da processadora de cartões.

Entre seus clientes estão empresas como NET, TIM, TVA, Telefônica e diversas instituições financeiras, como HSBC, Banco do Brasil, que somadas representam cerca de 50% das receitas. "Recebemos uma distinção do Banco do Brasil pela qualidade de atendimento prestado pela nossa unidade de contact center de Recife, onde pretendemos concentrar todo o atendimento ao segmento financeiro, graça à expertise adquirida", enfatiza o executivo.