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domingo, 7 de agosto de 2011

O tamanho da empresa determina seu potencial de lucro?

Crescimento é a palavra que domina o dia dos gestores. As ondas de compras, fusões e incorporações vem e vão. De tempos em tempos, ser grande é o máximo, quando o mínimo que se espera em gestão é lucro. Crescer ou não crescer, eis a questão!

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Crescimento é a palavra que domina o dia dos gestores. As ondas de compras, fusões e incorporações vem e vão.
De tempos em tempos, ser grande é o máximo, quando o mínimo que se espera em gestão é lucro.
Crescer ou não crescer, eis a questão!
Alguns pontos merecem reflexão, este exercício você deve fazer na sua empresa. Reúna os formadores de opinião, chame especialistas, debata.
Você pode criar o futuro da sua organização ou ser apenas um expectador do futuro que outros criaram!
Além das nossas fronteiras, há muita gente trabalhando nesse caminho.
Produtos importados não invadem nosso mercado sem razão!
Alguns questionamentos são fundamentais:
Por que uma empresa busca expansão?
Com a competição acirrada, neste mundo globalizado, quem não conquista e não é capaz de manter o que conquistou, é conquistado.
Isso, contudo, não pode ser feito a qualquer preço.
Conquista de mercado e aumento de faturamento não significam, necessariamente, lucro ou superávit de caixa. Pode ocorrer exatamente o contrário.
Há um ponto importante a ser considerado, que é clássico em gestão empresarial: uma empresa não quebra por falta de lucro, mas por falta de liquidez.
A expansão pode levar ao comprometimento demasiado do capital de giro, sufocando a empresa, que se endivida continuamente.
Não fosse assim, grandes redes não se viam em dificuldades, enquanto pequenas e médias empresas regionais se mostram sadias
Abrir mão de lucro é diferente de abrir mão de margem de contribuição
A entrada em mercados saturados leva empresas a abusarem de seus próprios limites de redução de preços e oferecimento de descontos.
Essa miopia impede os gestores de perceberem a diferença entre lucro e margem de contribuição. Com isso, a passos largos, caminham em direção ao fracasso.
O exercício para recuperação do lucro costuma oferecer mais flexibilidade do que a recuperação de margens de contribuição, mas a falta de um processo crítico para análise de resultados impede que a questão receba o tratamento adequado.
Crescimento da desorganização ou desorganização com o crescimento
Para muitos gestores, a empresa uma vez grande, desorganizada, deficitária, com prejuízos, dificilmente permite agir sobre a causa. É exatamente nesse ponto que muitas se ressentem de competência de gestão e se complicam.
Gestão de crise é assunto complexo, demanda decisões de risco, por isso é necessário prevenção. Gestão de crise á assunto para especialistas e pessoas experimentadas.
A questão é complexa porque é impossível entender se a expansão de uma empresa é que provocou "o aumento da desorganização e a tornou visível", uma vez que esta já existia, ou se esta surgiu porque faltou de estrutura e gestão no processo de expansão.
Fosse a segunda hipótese, bastaria retroceder e o processo de reorganização seria facilitado, mas não é isso que normalmente se observa.
Expansão da empresa como um processo sustentado
A expansão de uma empresa precisa ser um processo sustentado, em todas as áreas.
O primeiro passo é avaliar com seriedade a visão de futuro.
Empresas reativas, que seguem outras por cópia de modelos, costumam enfrentar grandes dificuldades.
A falta de visão leva gestores a entrarem em mercados para os quais não tem talento, nem vocação, criando enormes dificuldades administrativas, acirrando controvérsias e provocando crises que poderiam ser evitadas.
O desenvolvimento dessa visão, entretanto, pode ser feito com adição de competência: contratando-se especialistas que auxiliarão no processo e conduzirão a gestão da empresa com segurança.
Expansão precisa de foco e este deve levar em conta segmentos de mercado, consumidores, produtos, modus operandi, não se restringindo à simples clonagens de modelos bem sucedidos da empresa ou de concorrentes, afinal particularidades precisam ser analisadas com muito cuidado.
É exatamente o foco que torna empresas regionais concorrentes difíceis de serem superados, pois gera vantagens competitivas.
O projeto de expansão de uma empresa precisa levar em conta:
Visão de futuro Análise crítica do estágio organizacional atual Análise crítica da Capacidade de Geração de lucros Atual Análise crítica da Capacidade de Geração de caixa Atual Organização e preparação para expansão Desenvolvimento de modelo de crescimento com alicerces na estrutura de gestão, segmento de mercados, consumidores, produtos, modus operandiCriação de bases de sustentação do crescimento, avaliando cenários otimistas e pessimistasPrograma de promoção de colaboradores qualificados, recrutamento e treinamento de gestores para o novo cenárioOrientação continuada para que o processo se consolide
Sua empresa quer crescer?
Vai para onde e por quê?
Relacione todos os pontos da sua visão e submeta-os à critica. Se forem fortes se sustentarão, se fracos você corre sério risco!
Ivan Postigo
Diretor de Gestão Empresarial
Articulista, Escritor, Palestrante
Postigo Consultoria Comunicação e Gestão
Rodrigo Postigo, Editor chefe e apresentador, traz o maravilhoso mundo da engenharia até você na TV FACENS.
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Assista, envie suas dúvidas, participe.

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Bradesco quer retomar liderança no mercado

Considerada uma das principais seguradoras no segmento de automóvel do País, a Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, integrante do grupo Bradesco Seguros, quer retomar a liderança no mercado potiguar. A participação do grupo no segmento de seguros para automóveis caiu 23,3% nos últimos meses no Rio Grande do Norte. Até o início do ano, o grupo detinha 24% do mercado. Hoje, detém 18,4% e ocupa a segunda posição. A Tokio Marine Seguradora, subsidiária da Tokio Marine Holdings (maior e mais antigo conglomerado securitário japonês), que comprou a Real Seguros, é a atual líder. O plano do Bradesco Seguros já foi colocado em prática. 

DivulgaçãoRicardo Saad: investimentos em cidades da região NordesteRicardo Saad: investimentos em cidades da região Nordeste

A Companhia, que fechou o primeiro semestre de 2011 com  faturamento de R$ 1,4 bilhão no ramo de automóveis no País, inaugurou, na última semana, a primeira unidade do Bradesco Auto Center em Natal - a primeira no Nordeste. A unidade, que oferece serviço automotivos aos segurados, afirma Ricardo Saad, presidente da Bradesco Auto/RE, é o primeiro investimento deste tipo no RN. Além da capital, cidades como Mossoró, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante estão no 'radar' da companhia e poderão receber investimentos semelhantes.

Os planos do grupo, porém, vão além disso. A inauguração da primeira unidade  do Bradesco Auto Center fora do eixo Sul-Sudeste marca uma nova fase da seguradora. Mais duas unidades deverão ser abertas até o final do ano - em São Paulo e Rio de Janeiro. "A expectativa é abrir mais sete ou oito em 2012", anuncia Ricardo. O Grupo já conta com dez unidades desse tipo no País. Todas nas regiões Sul e Sudeste. O investimento em cada unidade varia entre R$1,5 milhão e R$2 milhões, independente do tamanho da praça, explica Ricardo. 

Embora a unidade de Natal seja a única prevista para o Nordeste este ano, Ricardo garante que a companhia está atenta a Região. Natal, explica o executivo, será a 'praça teste'. Se a capital se comportar bem, é possível que o serviço seja estendido para outros estados nordestinos ainda este ano. "Embora tenha inaugurado sua primeira unidade em 2007 dentro do eixo Sul e Sudeste, o Bradesco sempre apostou no Nordeste", afirma.

A chegada do serviço só quatro anos depois na Região é resultado de uma política adotada pela empresa e não da desconfiança ou indiferença ao mercado nordestino. "Nos impusemos um regime de 'quarentena'", justifica Ricardo Saad. Antes de autorizar a expansão do serviço para outras regiões, a Companhia preferiu avaliar o comportamento das praças onde as unidades Auto Center foram instaladas. "Como foi nossa primeira experiência, decidimos ficar um pouco mais de tempo só no aprendizado".

Segundo Saad, tudo indica que a região Nordeste receberá bem mais investimentos nos próximos anos. "A região sempre foi muito importante para a empresa. Somos líderes em seguros para automóveis no Nordeste (o grupo detém 22,4% do mercado). O crescimento da região não foi uma surpresa para nós. O Nordeste tem crescido o dobro da região Sudeste em vários setores. A região tem aproveitado bem as oportunidades desse momento econômico".

Rio Bravo entra na CVM com reclamação contra Casino.


RIO – A Rio Bravo Investimentos entrou com reclamação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) contestando a legalidade de aquisições de papéis da Companhia Brasileira de Distribuição (CBD, Grupo Pão de Açúcar) pelo sócio francês Casino, no processo frustrado de negociação da varejista brasileira com o Carrefour.
O entendimento da Rio Bravo é que o Casino, que gastou cerca de R$ 2 bilhões ao longo de algumas semanas para aumentar sua participação acionária no grupo brasileiro, estaria impedido legalmente de adquirir parte dos papéis. A Rio Bravo estava bloqueada de negociar ações da CBD por ter entre seus sócios um membro do Conselho de Administração do Pão de Açúcar, Guilherme Ferreira.
No dia 29 de junho, a Agência Estado revelou que o departamento jurídico do Pão de Açúcar enviou carta proibindo a negociação com ações da CBD e da Globex por todos os controladores, acionistas e pessoas que pudessem ter informação privilegiada com a negociação da fusão do grupo com o Carrefour. O objetivo era impedir que operassem com os papéis.
Em seguida, o diretor de renda variável da Rio Bravo, Rafael Rodrigues, entrou com a consulta na CVM e o processo foi aberto formalmente em 8 de julho. Segundo ele, parte das aquisições do Casino foi realizada após o bloqueio. ?Temos um e-mail formalizando o bloqueio do nosso sócio. Se o nosso sócio estava bloqueado, todo mundo deveria estar bloqueado, incluindo o Casino?, defende.
O Casino, sócio de Abilio Diniz no Grupo Pão de Açúcar, diz que as aquisições atestavam comprometimento com o negócio no Brasil. Já o mercado interpretou o movimento como uma reação à possibilidade de o Casino ser diluído caso o acordo com seu concorrente Carrefour fosse adiante.
Rodrigues argumenta que as compras do Casino influenciaram fortemente o preço de ações do Pão de Açúcar. No dia 29, dia seguinte ao anúncio da proposta de união de Diniz, as ações da CBD bateram recorde de volume, com 25% do total negociado na BM&FBovespa. Chegaram a subir 12% e fecharam em baixa de 3,07%. Inicialmente, a alta foi interpretada como uma resposta positiva à proposta, mas depois foi revelado que era o próprio Casino quem tinha ido às compras, aumentando sua participação em cerca de 10%.
Os comunicados ao mercado do Casino sobre o aumento de participação foram feitos em dois tempos, nos dias 15 e 29 de junho, e informam aquisições ao longo de vários dias. Segundo regras da CVM, a comunicação ao mercado só precisa ser feita depois de aquisição de participação relevante. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Confusão no Pão de Açucar chega à Bolsa

Gestora de recursos Rio Bravo, do ex-bc Gustavo Franco, questiona na CVM compra de ações pelo Casino

Por Tatiana Bautzer
A briga envolvendo o Pão de Açúcar e o francês Casino chegou ao mercado financeiro. Agora, Jean-Charles Naouri, CEO do grupo com sede em Paris, tem um novo rival: o ex-presidente do Banco Central (BC), Gustavo Franco, sócio-controlador da gestora de recursos Rio Bravo. A empresa de Franco entrou com uma representação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) questionando a compra de ações do Pão de Açúcar comandada por Naouri.  A reclamação da Rio Bravo à CVM, formalizada pelo seu diretor de renda variável, Rafael Rodrigues, alega que o Casino teria desrespeitado o período de bloqueio de negociações. 
No dia 29 de junho, assim que foi anunciada a proposta de fusão com o Carrefour, o departamento jurídico do Pão de Açúcar seguiu a orientação da CVM e proibiu os conselheiros e acionistas controladores de negociar ações do grupo enquanto durasse o processo. A decisão foi informada por meio de e-mails. O Casino ignorou a recomendação e comprou, no mesmo dia, US$ 1,1 bilhão de ações do Pão de Açúcar, elevando sua participação no capital da empresa de 37% para 44%. Naquela data, os papéis chegaram a se valorizar  12% durante o pregão. 
 
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Poucos dias depois, em 8 de julho, a CVM abriu processo para investigar o assunto. Segundo Guilherme Affonso Ferreira, gestor de um dos fundos administrados pela Rio Bravo, o Fundamental, os demais acionistas foram prejudicados pela operação de compra do Casino.  “Pedimos esclarecimento à CVM porque nós, como sócios, deixamos de operar obedecendo à orientação da companhia”, afirmou. O fundo gerido por Ferreira detém 1% do capital da varejista, e o gestor ocupa um assento no Conselho da rede.“O Casino está na mesma situação, tem cinco conselheiros lá e, como nós, deveria ter sido impedido de operar”, diz Affonso Ferreira.
 
Por intermédio de sua assessoria, o Casino afirma que não estava impedido de negociar as ações do Pão de Açúcar, alegando que não tinha informações sobre as negociações com o Carrefour. Se esse raciocínio fosse válido, a proibição valeria apenas para o grupo vinculado a Abilio Diniz. No entanto, a regulamentação da CVM é clara ao proibir que os maiores acionistas negociem papéis antes da divulgação de um fato relevante. O próximo capítulo da novela, com  novos personagens, como a Rio Bravo, promete.

BNDES investe R$ 7,5 mi em inovação brasileira para motores elétricos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiará o desenvolvimento de motores elétricos pela empresa Weg com R$ 7,5 milhões, que correspondem a 62,3% do total do projeto de R$ 12 milhões.
O financiamento, que integra a linha Inovação Tecnológica do BNDES, oferecerá juros de 4% ao ano, condições financeiras especiais do Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI).
A pesquisa visa o desenvolvimento de motores com inovações sobre tecnologias já existentes e será dividida em duas frentes: equipamentos a de tração elétrica híbrida e a de tração puramente elétrica.
Os destaques ficam para o desenvolvimento de um sistema de tração mais leve, compacto e eficiente em comparação aos já existentes e de um novo sistema de refrigeração que permita a redução de peso e aumento da confiabilidade.
O projeto, previsto para ser concluído em 2013, se apoia no potencial de crescimento do mercado de veículos elétricos, cuja demanda nacional ocorre em nichos específicos.
Os estudos serão realizados na sede da empresa em Jaraguá do Sul (SC) e também poderão ser tocados por parceiros tecnológicos, como consultores, universidades ou institutos de pesquisa. 

Etanol continua a melhor opção em São Paulo

São Paulo é um dos oito estados em que vale mais a pena abastecer o carro com etanol do que com gasolina. A informação é baseada em um estudo realizado pelo Ticket Car, empresa que presta serviços de gestão no abastecimento de frota. Mensalmente a companhia realiza um levantamento dos preços de combustíveis em sua rede de postos credenciados. 

No mês de julho o usuário pagou em média R$ 1,88 no etanol em São Paulo, já a gasolina teve um preço médio de R$ 2,71, uma diferença de 30,8% entre os valores. De acordo com Eduardo Lopes, coordenador de Produto do Ticket Car, é fácil saber qual dos dois é a melhor opção. “Divida o preço do etanol pelo da gasolina. Resultados inferiores ou até 70% dão vantagem para o combustível vegetal, mais que isso o derivado do petróleo é a melhor opção”, explicou.

Os estados em que o etanol garante a melhor escolha, baseando-se nos preços são: Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Maranhão, Sergipe, São Paulo e Tocantins. Já as regiões que apresentam um valor de combustível mais em conta na capital paulista são as zonas norte e sul com R$1,86 e R$1,87, respectivamente. 

Why travel with a prepaid card?


By UK CreditCards.com

Prepaid cards have been a common method of payment around the world for a while now, and they are rapidly gaining in popularity with UK consumers. This boom has led to card issuers adding more prepaid cards to the market, including prepaid cards that are specifically designed for travel.
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Here's why some UK travellers prefer using prepaid travel cards while on holiday: 
More security.
Unlike debit or credit cards, prepaid credit cards are not linked to a bank account or any other personal information. So if your card is lost or stolen abroad, the only thing in jeopardy is the amount of money you preloaded onto the card. This can reduce your risk of identity theft. Some prepaid card issuerswill also send you a replacement card for a small fee. 
Cheaper foreign transactions. 
It can be far easier to manage your balance with a free travel prepaid card because they are available in Euro or US Dollar currency as well as UK Pound Sterling. According to consumer group Which?, "the exchange rate is fixed at the time of loading, which can be an advantage if you expect currency rates to fall." You also don't have to worry about foreign currency fees when using a prepaid card. These types of fees can often add up when you use a credit or debit card to make purchases abroad.  
Smaller ATM charges.
A study by Sainsbury's Travel Money established that British tourists are spending more money than necessary by withdrawing cash from foreign ATM machines. Experts are claiming that the £391m spent on these transactions could have been drastically reduced if holidaymakers had used free travel prepaid cards instead.
Although ATM withdrawals usually incur a charge for prepaid cards too, standard debit and credit cards costs are often far higher.
Built-in-budgeting.
It is easy to get carried away with your spending when using credit cards abroad. After all, you can swipe as often as you like until you hit your credit limit. Prepaid cards, in contrast, force you to stop spending once you run out of money. This avoids penalties from the bank for going over your overdraft and unwelcome hefty credit card bills when you get home.
That said, most prepaid travel cards do come with significant fees so make sure you account for those fees in your budget. Depending on the card you choose, there are often small charges associated with withdrawing cash and loading the card. Some cards even require monthly payments, so do your homework before choosing a card.

Published: 5 August 2011

Visa atinge 100 milhões de cartões



A bandeira norte-americana Visa anunciou ontem que atingiu a marca de 100 milhões de cartões com chip emitidos no País. Esse plástico foi lançado pela Visa no mercado brasileiro em 1996, e tem como um de seus objetivos  reduzir a prática de  fraudes, como  as relacionadas à clonagem.Atualmente, 19 países da América Latina e Caribe possuem programa de cartões com chip.
No Brasil, após a adoção do cartão com chip, a queda no número de fraudes foi significativa, segundo comunicado feito pela Visa. Em termos mundiais, US$ 0,05 de cada US$ 100 pagos com cartão são provenientes de fraudes. Na década de 1990, a cada US$ 100 faturados, US$ 18 provinham de operações ilícitas.
A bandeira não informou os dados do mercado brasileiro.
A associação Smart Card Alliance for Latin America (Scala) estima que até 2013 todos os cartões de crédito no mercado brasileiro terão chip.

Fuel Cards for Businesses

If you own or operate vehicles as part of a commercial enterprise then you really should consider investing in company fuel cards. These types of cards are now seen as something of a necessity in today’s unfavourable economic climate. With the price of fuel going up to levels that impact even the largest companies, every saving made could turn out to be vital to the future of your company.
Savings
Arranging fuel cards for business through a dedicated card provider can save your enterprise considerable amounts money over time. Essentially, having a fuel card allows your drivers to buy fuel at wholesale rates from the major petrol and diesel suppliers. This means that your company will save a few pennies on every litre of fuel purchased, and although this may not seem very much initially, over time this can soon add up to significant savings, especially if you have multiple vehicles that fill their tanks every other day.
Handy
These handy cards use modern chip and pin technology that makes them work in a similar way to normal credit cards. This enables fuel to be purchased in a far speedier, efficient and secure way and therefore frees your drivers from having to carry around large amounts of cash whenever they are on the road.
So, if you are someone who is involved at the sharp end of a haulier, courier or delivery enterprise, take some time to have a look at what we here at fuelcards.com can offer you.

O que é o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos?

Dando continuidade à nossa série de artigos sobre a recém aprovada Política Nacional de Resíduos, veremos agora quais os requisitos exigidos na elaboração do plano de gerenciamento de resíduos sólidos e quais os objetivos esperados com esta nova legislação.

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos:

Conforme vimos no artigo anterior, alguns setores produtivos geradores de resíduos sólidos deverão elaborar seus planos de gerenciamento desses resíduos, sendo que tais planos deverão conter no mínimo os seguintes itens:

a) - descrição do empreendimento ou atividade;
b) - diagnóstico dos resíduos sólidos gerados;
c) - explicação de cada etapa do gerenciamento desses resíduos:
d) - definição dos procedimentos operacionais relativas a cada uma dessas etapas;
e) - identificação das soluções tomadas em conjunto com outros gestores de resíduos sólidos;
f) - ações preventivas e corretivas a serem tomadas em casos de gerenciamento incorreto ou acidentes;
g) - metas e procedimentos relacionados à minimização da geração desses resíduos;
h) - ações relativas à responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos seus produtos;
i) - medidas para resolver problemas ambientais já gerados, relacionados com os resíduos sólidos;
j) - periodicidade da revisão desse plano, bem como o prazo de vigência da respectiva licença de operação.

Objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos:

Vários dos objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos possibilitarão a criação de modelos negócios mais sustentáveis, além de permitirem também o fortalecimento das cooperativas de catadores de materiais recicláveis e das indústrias voltadas à reciclagem. Entre os objetivos da mencionada política com este foco, destacamos os seguintes:

  • - não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, bem como disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos; 
  • - adoção, desenvolvimento e aprimoramento de tecnologias limpas como forma de minimizar impactos ambientais; 
  • - incentivo à indústria da reciclagem, tendo em vista fomentar o uso de matérias-primas e insumos derivados de materiais recicláveis e reciclados; 
  • - articulação entre as diferentes esferas do poder público, e destas com o setor empresarial, com vistas à cooperação técnica e financeira para a gestão integrada de resíduos sólidos; 
  • - prioridade, nas aquisições e contratações governamentais, para:  .
a) - produtos reciclados e recicláveis; 
b) - bens, serviços e obras que considerem critérios compatíveis com padrões de consumo social e ambientalmente sustentáveis; 
  • - integração dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; 
  • - estímulo à implementação da avaliação do ciclo de vida do produto; 
  • - incentivo ao desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental e empresarial voltados para a melhoria dos processos produtivos e ao reaproveitamento dos resíduos sólidos, incluídos a recuperação e o aproveitamento energético.

Analisarei no próximo artigo quais as novas responsabilidades das empresas que foram criadas com essa nova política.

Autor: Boris Hermanson.

Emelianenko é demitido do Strikeforce e deve se aposentar

O russo Fedor Emelianenko, uma das maiores lendas do MMA, foi demitido do Strikeforce, de acordo com informações do site "MMA Weekly". A demissão veio após o russo peso pesado de 34 anos colecionar três derrotas consecutivas.
Nas últimas três lutas, o "Último Imperador", como é conhecido, perdeu para os brasileiros Fabrício Werdum e Antônio Pezão, e também levou a pior diante de Dan Henderson no último fim de semana, em Chicago.
Além dos recentes resultados ruins, o fato de Fedor não ter uma boa relação com a Zuffa (empresa que administra o Strikeforce e o UFC) pesou na decisão de demitir o gigante russo. O principal motivo da desavença é a recusa de Fedor em lutar no UFC.
Agora, a chance de Fedor Emilianenko se aposentar é grande. Ele já havia manifestado a intenção de pendurar as luvas após a derrota para Henderson. Em seu cartel, o russo apresenta 31 vitórias e quatro derrotas no MMA, sem contar os dois títulos que levou do extinto Pride.

Video Fisioterapeuta de Anderson Silva conta histórias das lesões no MMA


Em 15 anos de atuação, Jackeline Figueiredo já viu lutadores entrarem no ringue com braço pendurado, fratura no pé, costelas trincadas...

Por Adriano AlbuquerqueRio de Janeiro
O UFC 133 ficou marcado pelas lesões que tiraram de ação muitos dos lutadores escalados para o evento. Rogério Minotouro, Phil Davis, Nick Pace, Kid Yamamoto, Riki Fukuda, Vladimir Matyushenko e Alessio Sakara foram anunciados oficialmente no card antes de se lesionarem e se retirarem do evento, que acontece neste sábado na Filadélfia - o canal Combate transmite ao vivo a partir de 21h (horário de Brasília). Para ficar de fora de grandes lutas, porém, é preciso uma contusão das mais sérias, conforme comprova a experiência de Jackeline Figueiredo, fisioterapeuta de astros do MMA como Anderson Silva, Rafael Feijão e Ronaldo Jacaré e que já viu os casos mais bizarros de lesão em 15 anos de atuação no mundo das lutas. (Confira ao lado Anderson Silva numa sessão de fisioterapia)
Segundo Jackie, como é chamada pela turma da luta, o limiar de dor desse tipo de atleta é muito diferente dos demais. Enquanto muitos jogadores de futebol não entram em campo se tiverem qualquer lesão muscular na perna, alguns lutadores convivem com até 12 hérnias de disco e seguem treinando. Para tratá-los, é necessário um conhecimento do esporte e dos limites de cada atleta.
O caso de Érica Paes, única lutadora a derrotar a campeã dos pesos pena do Strikeforce, Cris Cyborg, é um exemplo disso. A lutadora, que está planejando sua volta aos combates após seis anos afastada, sofreu uma hérnia de disco lombar extrusa que, segundo dois médicos, exigiria cirurgia e encerraria sua carreira aos 30 anos de idade. Nas mãos de Jackie, porém, Érica fez tratamento específico e, em dois meses, está pronta para voltar aos treinos.
Érica Paes e Jackeline Figueiredo fisioterapia (Foto: Adriano Albuquerque/SporTV.com)Jackeline suspende Érica Paes na maca de
descompressão (Adriano Albuquerque/SporTV.com)
- O médico também tem que ter esse conhecimento, senão vai dizer que o lutador não pode lutar. Médico quer fazer a prevenção - conta Jackeline, que trabalha com médicos que também são praticantes de lutas ou que têm experiência no futebol, como Victor Favilla.
As lesões são as mais variadas possíveis, mas as mais comuns acontecem na lombar e nas articulações, castigadas com as muitas imobilizações do jiu-jítsu. Para todas, há um "jeito" de tratar e levar para a luta, exceto as lesões na costela, que Jackeline "não negocia". Mesmo assim, Anderson Silva enfrentou Chael Sonnen em setembro de 2010 com uma contusão na região - na época, ele estava treinando nos EUA e não fez tratamento no Rio. O "Spider" foi à clínica de Jackie no começo do ano passado, logo após passar por cirurgia no cotovelo direito, do qual retirou fragmentos para recuperar a extensão total do braço.
- Ele chegou aqui cerca de 20 dias depois de operado, sem força no braço. Ele recuperou rápido e fomos acresentando exercícios de força. No quarto dia de sessão, ele já tinha recuperado bastante, e eu disse, "Anderson, bota o quimono e vai fazendo trabalho de pano", porque eles trabalham muita pegada. Ele disse OK. Aí, me ligou o Rogério (Camões, técnico de Anderson) e perguntou, "Jackie, você liberou o Anderson pra treinar? Porque ele está aqui jogando saco de 40kg com o Feijão"... Aí eu disse, "Pronto, acabou a fisioterapia"... Ele nunca mais veio, só falou por telefone - lembra a fisioterapeuta, que recebeu uma câmera filmadora de presente do lutador para registrar o tratamento.
Entre os pacientes de Jackie, estão vários membros da família Gracie. Royler, tetracampeão mundial de jiu-jítsu, foi o primeiro lutador a requerer seus serviços, e lutava normalmente mesmo com fraturas no pé. Além dos Gracie, ela atende atletas da equipe X-Gym como Roberto Corvo, que sofreu uma luxação no ombro na mesma semana de uma luta, fez tratamento intensivo, lutou e venceu.
Nenhum deles, porém, supera as histórias de Ronaldo Jacaré, atual campeão dos pesos médios do Strikeforce. Antes de sua última luta, em que defendeu o cinturão contra Robbie Lawler e venceu por finalização, Jacaré apareceu na clínica dizendo que estava muito bem, só com um pequeno incômodo nas costas. Quando levantou a camisa, tinha um edema enorme no quadril. Era uma desinserção no transverso do abdome, um dos músculos mais fortes do corpo humano.
- Com uma lesão dessas, uma pessoa normal já estaria internada. Mandei ele pro Victor Favilla, e ele disse, "Que é isso, cara? Nunca vi na minha vida!", e eu disse, "vai se acostumando, porque só vou mandar daí em diante!" Ele quase fez uma fratura. Fez essa lesão na luta anterior e foi treinar. Tratamos e em uma semana ele estava ótimo. Levaria um mês e meio pra recuperação numa pessoa normal, talvez tivesse até que andar de muletas ou cadeira de rodas - explica Jackie.
Ronaldo Jacaré fisioterapia (Foto: Divulgação)Jacaré faz trabalho de fisioterapia na clínica de Jackeline após operar o abdome (Foto: Divulgação)
Outra história memorável de Jacaré aconteceu numa de suas lutas com Roger Gracie no Mundial de Jiu-Jítsu, categoria absoluto. Roger conseguiu uma chave de braço, mas Jacaré se recusou a bater. Seu braço eventualmente estalou, dando um susto em Roger, que soltou a posição e pediu que a luta fosse encerrada. Mesmo com o antebraço pendurado, Jacaré não desistiu, colocou o braço colado na faixa e terminou derrotando o rival.
- Não fizemos cirurgia, fizemos uma desinserção muscular. (O prazo era de) 75 dias pra voltar; ele voltou em 35, pronto pra lutar de novo. Ele vinha pra fisioterapia de manhã e de tarde, fazíamos muito trabalho na piscina, e às vezes ele sumia lá dentro. O Jacaré estava sentado dentro da piscina, fazendo exercício de apneia, testando o fôlego. Hoje, esse braço dele é mais forte que o outro - diz Jackie.
Embora pareça impossível evitar lesões num esporte com tanto contato e queda, Jackeline diz que é possível prevenir as contusões com um trabalho de profilaxia, que ainda não é muito seguido pelos grandes nomes e está fora de alcance para lutadores mais humildes.
- Isso já acontece nos esportes olímpicos e coletivos, que têm toda uma assistência, com médico, preparador, fisioterapeuta, e isso não acontece muito com o MMA. Fisioterapia não é só pra quando machucar, é antes também, pra não deixar ficar machucado. É alongamento, trabalho de flexibilidade, de musculatura. Claro que eles vão se machucar, mas pode melhorar muito. Mas isso também tem um custo e eles não têm como pagar uma fisioterapia. A grande maioria que ainda não chegou lá não tem patrocinador, plano de saúde.