Total de visualizações de página

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Video The Future of Work 2.0

Tom Malone, professor at the MIT Sloan School of Management and author of the HBR article "The Age of Hyperspecialization," explains why breaking jobs into tiny pieces yields better, faster, cheaper work -- and greater flexibility for employees.

Video Corporate Governance Matters

Prof David Larcker and co-author Brian Tayan discuss their new book 'Corporate Governance Matters'.

Empreendedorismo e Inovação


AUTOR: MARCO LAMAS | LEITORES: 205
SEGUNDA-FEIRA, 08 AGOSTO 2011 11:58
Vivemos atualmente numa sociedade caracterizada por uma situação económica e social instável. Perante este cenário, temos que assumir uma atitude positiva e procurar soluções, reconhecendo que, hoje em dia, o Empreendedorismo é o motor que conduz a economia de muitas nações, promovendo a empregabilidade, dando origem a novas indústrias e constituindo uma fonte de inovação que pode vir a ser fonte de renovação de organizações, instituições e, talvez mesmo, de países inteiros.
O Empreendedorismo tem de ser assim considerado como o processo de fazer algo de novo e algo de diferente com o propósito de criar riqueza quer para o indivíduo quer para a sociedade, isto é, para a implementação de um desenvolvimento sustentável.
O Empreendedorismo está diretamente associado à criatividade, à inovação e ao crescimento e desenvolvimento económico e social. É ainda consensual, a ideia de que a habilidade para transformar ideias em ação constitui a competência chave do empreendedor; daí que a capacidade de acreditar no que seria inacreditável, pelo recurso à imaginação, e de arriscar sejam consideradas atitudes próprias do empreendedor. O risco está sempre associado ao Empreendedor, todavia, há que ser um risco calculado.
Na situação atual em que vivemos, todos os que têm boas ideias e vontade de empreender devem arriscar, partindo do pressuposto de que a criatividade e inovação são parte integrante de uma atitude empreendedora. Temos de garantir que vamos fazer algo que se diferencie do que já existe, seja qual for o nosso projeto e o setor em que vamos atuar. Não vale a pena avançar se o nosso projeto representar “mais do mesmo”, isto é, se já houver muitos implicados no que estamos a pensar fazer. A situação económica atual desafia-nos, ainda, a fazer mais com menos; precisamos também, para isso, de criatividade e inovação, competências e atitudes inerentes e obrigatórias na implementação e no acompanhamento de qualquer processo empreendedor em que nos empenhemos.
Um recente estudo da IBM, realizado com base em entrevistas a 1500 CEO´s de todo o mundo, aponta como a competência essencial inerente à liderança do futuro, a criatividade!!!
É, no entanto, importante perceber que inovação não é sinónimo de Tecnologias de informação e comunicação, quando falamos de inovação não nos referimos apenas à inovação radical, isto é, algo absolutamente novo, não temos de “inventar a roda”, referimo-nos igualmente à inovação que pode ser a melhoria de algo já existente, isto é, a reformulação criativa de algo já existente, a associação de ideias, instrumentos, ferramentas, que eram já utilizadas, a associação, por vezes, potencia as características isoladas. Lembramos ainda que a inovação pode acontecer quer ao nível da conceção do produto e/ou serviço, quer nas matérias-primas utilizadas, quer na gestão (organização) da empresa, quer no processo, seja no Marketing, na distribuição, isto é, em qualquer área; por último ainda no mercado, quando entramos num mercado novo, estamos igualmente a inovar. A inovação pode igualmente acontecer em qualquer setor, mesmo nos mais tradicionais.
Para finalizar, reforço ainda que todos nós podemos ser criativos e inovadores. Para isso, devemos apostar na formação, que se pretende seja ao longo da vida, e na aplicação prática dos conhecimentos e competências desenvolvidas.
Bom trabalho, Empreendam!!! E Divirtam-se!!!

Conciliar negócio próprio com emprego fixo depende de ética’


O consultor Eduardo Bom Angelo avalia o comportamento necessário para o profissional que deseja abrir uma empresa sem pedir demissão

Por Juliana Bacci
Editora Globo
O economista Eduardo Bom Angelo. Foto: Divulgação
Ele é um líder, trabalha bem em equipe, enxerga oportunidades e ajuda a empresa a crescer. O profissional intraempreendedor é um perfil desejado pelas empresas que valorizam as novas ideias e facilitam a comunicação. Mas o que acontece quando esse empregado decide usar essas características e abrir um negócio próprio, sem se desligar da empresa onde trabalha? O economista Eduardo Bom Angelo, que foi diretor presidente da BrasilPrev entre 2003 e 2007 e, agora, atua como voluntário do Instituto Endeavor, coach e consultor, avalia que é possível manter a “vida dupla”. Mas – e sobretudo – desde que funcionário e empresa mantenham a ética e o respeito à verdade. Segundo o especialista, autor do livro “Empreendedor Corporativo” (Negócio Editora), o empreendedorismo nas corporações avança a cada ano, beneficiando-se de uma flexibilização das relações de trabalho.

Como identificar o profissional intraempreendedor?

Eu não acredito que haja uma diferença substancial entre quem empreende dentro de uma empresa ou fora dela. Como qualquer empreendedor, o intraempreendedor enxerga oportunidades onde outras pessoas enxergam obstáculos. Ele possui também traços de liderança e tem facilidade para trabalhar em equipe. A única diferença é que o empreendedor depende de seu próprio capital para levantar um negócio ou fazer uma boa ideia acontecer, enquanto o intraempreendedor está protegido pelo fato de usar dinheiro de terceiros.

É vantajoso para uma empresa contratar intraempreendedores?

Sim, desde que a empresa forneça um cenário favorável ao empreendedorismo. Não adianta contratar gente empreendedora e fornecer um ambiente de trabalho autoritário centralizador, hierarquizado, onde as informações não fluem. A partir disso, também é necessário que haja interlocutores que possam validar ideias empreendedoras, que reconheçam aqueles que estão se destacando e contribuindo com o crescimento da empresa.

Qual é a postura que uma empresa deve adotar diante de um intraempreendedor que decide investir em um negócio próprio?

Depende das regras da empresa. Algumas multinacionais, que são mais rígidas, não permitem que isso aconteça. Eu parto sempre do princípio – não só nessa situação, mas em qualquer impasse corporativo – que é sempre bom lidar com duas palavras: ética e verdade.

E a postura do funcionário?
Vale a mesma regra do bom senso. Eu não vejo muito sentido em alguém abrir um negócio próprio escondido porque, em algum momento, e de alguma forma, isto vai ser revelado, nem que seja por terceiros. A postura do empreendedor deve ser de preservar os interesses da empresa. Afinal, é ela quem paga o seu salário. Você não pode trabalhar num escritório e, às duas da tarde, no meio do expediente, sair correndo porque pegou fogo na cozinha da sua franquia de uma rede de doces, por exemplo. Nem gastar tempo de trabalho para resolver questões com fornecedores da sua empresa por telefone ou e-mail.
Vale abrir um negócio no mesmo ramo da empresa na qual o empreendedor trabalha? 
Não. O empreendedor precisa tomar bastante cuidado com isso. Além de virar concorrente da empresa para a qual presta serviços, o empreendedor deve perceber que, nessa situação, precisará de tanto tempo quanto o que se dedica ao seu trabalho.

O que fazer numa situação como essa, em que o empreendimento exige bastante tempo? 

Se o seu negócio exige alguém 100% focado no trabalho, é necessário procurar a ajuda de um gerente, gestor ou alguém que cuide da parte operacional, enquanto você se apresenta como sócio investidor, que dedica parte de seu tempo livre ao negócio, seja durante a noite ou nos finais de semana.

Desde 2003, quando publicou seu livro “Empreendedor Coorporativo”, houve alguma mudança no cenário do empreendedorismo nas corporações brasileiras?

Hoje há mais flexibilidade por parte das empresas em aceitar que seus funcionários “toquem” negócios paralelos. Até 11 anos atrás, quando comecei a dar aulas sobre empreendedorismo, não havia títulos publicados sobre esse assunto no Brasil, o que explicava a rejeição das empresas por funcionários que desejavam levar adiante um negócio particular. Ainda que a lei trabalhista brasileira seja rígida, engessada e antiga, as relações de trabalho estão se tornando cada vez mais flexíveis. O intraempreendedor que decide abrir um negócio próprio é apenas um exemplo disso.

Rede social brasileira une empreendedores e possíveis investidores 16:49, 8 DE AGOSTO DE 2011 RAFAEL FARIAS TEIXEIRA




Os irmãos Fernando (ao fundo) e Felipe Dulinski, criadores do Makaha
A realidade de muitos empreendedores pode ser resumida em uma equação aparentemente simples: uma empresa de sucesso vem de uma boa ideia, viabilizada com um investimento inicial. O que não é simples é achar esse capital. Foi isso que os irmãos Felipe e Fernando Dulinski, de Porto Alegre (RS) notaram ao trabalhar no mercado de música entre 2007 e 2008. “Os músicos são como empreendedores: muitos não têm o apoio necessário para terem sucesso”, afirma Felipe, 23 anos.
Ao identificar essa necessidade em outros mercados, a dupla abraçou a ideia de ligar projetos de empreendedorismo a possíveis investidores. Assim nasceu a rede social e colaborativa Makaha. O nome é inspirado em uma ilha havaiana que, de acordo com uma fábula, foi salva de uma forte estiagem por um dos moradores, que teve uma boa ideia, coragem e motivação.
Na rede, os participantes inscrevem suas ideias de negócios – um site, uma loja, um novo produto – e obtêm a avaliação de outros empreendedores e também de possíveis investidores.
A ideia dos irmãos é que essa rede ajude aperfeiçoar o projeto cadastrado, fazendo com que fique mais apto a receber algum tipo de investimento. O próprio Makaha recebeu apoio de um investidor anjo. “Nós percebemos que muitos dos projetos inscritos no site precisam melhorar pontos da gestão e do próprio modelo de negócio”, diz Felipe. “Com a ajuda do processo de avaliação pelos usuários, nós podemos minimizar os riscos dessa empresa no mercado de verdade.”
Ao se cadastrar no site, o usuário pode escolher um de três perfis: o de empreendedor, com um projeto que precisa de investimento e pode ser avaliado por outros usuários; o de investidor, que busca ideias interessantes de negócios e ao mesmo tempo pode ajudá-las com suas avaliações e conhecimento; e os especialistas, que não cadastraram um projeto, não estão procurando investir, mas acham que podem ajudar no aperfeiçoamento das ideias com seu know-how.
A avaliação, por sua vez, simula uma bolsa de valores, com compra e venda de ações virtuais de cada projeto, na moeda fictícia da rede – o Maks. Um projeto com ações valorizadas e, dessa forma, uma avaliação positiva, vai conquistando níveis mais altos de um processo que tem seis etapas. “Alcançar o topo desses passos é como ganhar um selo de qualidade, que mostra que ele está pronto para receber um investimento”, afirma Felipe. O próprio Makaha pretende investir em até quatro projetos até o fim do ano.
Lançado há cinco meses, o site possui 940 usuários e 120 projetos brasileiros cadastrados, além de dois internacionais. Eles ocupam todos os seis níveis de avaliação. Alguns ainda estão no papel, e outros têm estrutura formada e até faturamento. O próximo passo do Makaha é aprimorar o modelo de avaliação e classificar seus especialistas de acordo com o know-how de cada um.
Para manter o site no ar, os irmãos pretendem usar estratégias de gameficação – atividades tradicionais, como elaborar um plano de negócios, transformadas em games -, buscando a participação empresas que queriam associar suas marcas aos conteúdos que possam ajudar o desenvolvimento dos projetos cadastrados.
Bem bacana, não é? Com certeza pode empolgar muitos empreendedores que não sabiam como conseguir investimento. Ou até mesmo aqueles que precisam de críticas construtivas sobre suas ideias de negócios.
Confiram alguns projetos inscritos no site. “Eles têm bastante potencial por trabalharem conceitos atuais, como sustentabilidade e redes sociais”, afirma Felipe. “Também são projetos atrativos a possíveis investidores.”
MeuWebGestor
Plataforma de aplicativos baseados na nuvem com foco em gestão de micro e pequenas empresas. “Eles dão agilidade aos negócios de menor porte, que têm um número reduzido de colaboradores e departamentos para exercer todas essas funções”, diz Felipe.
Boombeer
Projeto de uma rede colaborativo-social em que os usuários do portal contribuem avaliando e compartilhando bons lugares para saborear cervejas. Também contará com uma parte de compras coletivas com o mesmo tema.
Desabafei.me
Um sistema que coleta reclamações de consumidores – os desabafos – para servir de pesquisa para produtos, empresas, ações e interações sociais. “Uma vez consolidado, o Desabafei.me pode se tornar uma ferramenta de marketing para mensuração de lançamentos, campanhas e até a imagem da companhia”, afirma Felipe.
ReciclaBituca
Projeto de reciclagem de bitucas de cigarro em papel reutilizável. Para isso, pretende desenvolver coletores específicos para recolherem esse material.
Kids Fitness
Academia que contará com uma equipe de psicólogos, nutricionistas e personal trainers especializados no trabalho com crianças. O objetivo do projeto é ajudar pais a melhorar a qualidade de vida dos seus filhos.
Energia do Calor
O projeto, desenvolvido pelo físico indiano Pranab Ghosh, sugere uma nova forma de produção de energia sustentável. A ideia é gerar eletricidade utilizando o calor da atmosfera, sem o uso de combustíveis fósseis.