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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Groupon tem prejuízo e reduz investimentos em Marketing Desempenho é resultado da contratação de mais de mil funcionários Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 10/08/2011 sylvia@mundodomarketing.com.br


O Groupon registrou um prejuízo líquido de US$ 102,7 milhões no segundo trimestre de 2011, mais que o dobro dos US$ 36,8 milhões apurados no mesmo período de 2010. Segundo informações da agência de notícias Reuters, o desempenho negativo é resultado da contratação de mais de mil funcionários.
No período, a companhia de cupons de desconto via internet também reduziu os custos com Marketing, que caíram para US$ 170,5 milhões, ante US$ 208 milhões no primeiro trimestre. Já no ano anterior o valor foi de US$ 4 milhões. Por outro lado, o número de assinantes saltou de 83,1 milhões nos três primeiros meses de 2011 para 115,7 milhões entre maio e junho, acompanhando o crescimento do faturamento de US$ 644,7 milhões para US$ 878 milhões.

4 lições para implantações suaves de tecnologia em PMEs PMEs que sofrem com tecnologia de baixo desempenho podem se beneficiar com esses quatro princípios para gerenciamento de máquinas e aplicativos


crédito: thinkstock
Interrompa-me se isso soar familiar: sua empresa gasta uma fortuna significante do orçamento em uma tecnologia X para resolver uma necessidade Y do negócio. Em algumas semanas – senão, dias – após a implantação inicial, usuários começam a reclamar: “Isso não funciona. É lento demais. É difícil demais. Não serve para o que eu preciso. Por que faz isso, mas não faz aquilo? Não gostei. Podemos trocar?”.
De repente, a TI está em dilema: largar mão e aceitar o prejuízo? Isso envolve prejuízos e mais gastos – já que teremos um ciclo de tecnologia ineficiente para pequenas e médias empresas. Mas se os usuários não conseguirem trabalhar com elas, no final das contas, também não serve para nada.
Douglas Brown, gerente acadêmico de programas do MBA da Universidade Post, sugere uma mudança de estratégia que pode ajudar: empresas menores teriam mais sucesso se introduzissem novas tecnologias de forma parecida com a apresentação de novos funcionários. Ele aponta para o fato de que, normalmente, existe um período de adaptação e aprendizado para novos funcionários – o processo de “embarcar” na empresa – que, geralmente, começa na fase de pré-contratação e dura pelos primeiros 90 dias no trabalho. O mesmo nem sempre acontece com novas tecnologias. “Esses 90 dias se transformam em nove minutos”, comentou Brown em entrevista. “As pessoas acham que é só ligar um botão e a tecnologia acontece.”
Esse pode ser um erro crítico. Pensar em um processo de implantação de nova tecnologia pode ser uma benção para seu negócio, potencialmente estendendo o clico de vida e reduzindo gastos, maximizando ROI e resultando em usuários finais mais eficientes e satisfeitos. Tudo isso significa que a TI sai ganhando.
Brown, que também é diretor do Institute for Entrepreneurship & Innovation, da Universidade Post, disse que começou a considerar a abordagem humana para tecnologia após moderar uma mesa no Connecticut Business Expo, sobre como PMEs podem maximizar investimentos em tecnologia. A ideia de “contratar” tecnologia como se contrata funcionários surgiu entre os participantes Dave Rubino, diretor de gestão da AFG, e Bill Abram, fundador e presidente da Pragmatix, durante um debate sobre como estender ciclo de vida de tecnologias. Como fazê-lo? Considere esses quatro princípios baseados em pessoas para abordar tecnologia.
1. Mude a mentalidade corporativa. Brown destaca que recursos humanos tendem a levar muito mais tempo para aprender, se adaptar e crescer em uma organização. “Você tende a ter muito mais paciência com pessoas do que com seu PC”, compara. Os negócios geralmente esperam que plataformas de tecnologia alcancem o melhor desempenho como num passe de mágica. “Enquanto estiver pensando sobre um problema que tenta resolver com tecnologia, seja realista sobre o que pode ser alcançado, quando será alcançado e qual o nível de suporte necessário para chegar lá”, ensina Brown. “Donos de pequenas empresas reconhecem que, ao contratarem alguém, esse funcionário não conhecerá todo o negócio no primeiro dia.”
2. Descreva tarefas. Você já escreve exigências técnicas; Brown aconselha a escrever uma descrição de tarefa separada para tecnologia. Considere isso uma forma complementar para ajudar todos na empresa (por exemplo, deve ser escrito para um público não-técnico). Pense em quem, o que, quando, por que e como das aquisições de tecnologia, além das exigências fundamentais. Para isso, a descrição das tarefas deve especificar como uma determinada tecnologia deve interagir com as pessoas e os processos, não apenas em como será integrada com outros sistemas. “Não pode ficar restrita às funções da tecnologia”, avisa, lembrando que descrições de tarefas, mesmo para o pessoal mais técnico, quase sempre inclui características pessoais dentro do contexto da organização.
3. Espere que as pessoas resistam às mudanças. Uma coisa que donos de PMEs, gerentes de projetos e outros profissionais de TI provavelmente irão compreender: não espere que todos recebam as mudanças de braços abertos. Da mesma forma como se considera questões culturais ao contratar novos funcionários, considere, também, para tecnologia. “Tente encontrar maneiras de convencê-los, para que não gaste tempo e dinheiro e depois não compreenda porque não está tendo os benefícios da produtividade”, explica Brown. “Geralmente, é porque tudo o que os funcionários fizeram foi adaptar a nova tecnologia para o que a antiga já fazia.”
4. Desenvolva e avalie desempenho. Brown defende dividir a estratégia para desenvolver e avaliar o desempenho da tecnologia além de tempo de atividade, bugs e chamadas ao help desk. Ele lista, como exemplo, questões do tipo: “Como está a tecnologia em relação às expectativas? As expectativas estão de acordo? O que precisamos fazer, como empresa, para que a tecnologia continuar eficiente?”
Brown lembra que muitas PMEs – especialmente as médias – têm documentos de gestão por objetivo, ou algo parecido, que lista fatores de êxito e as medidas de benchmark correspondentes. “Essa mesma disciplina deve ser aplicada a orçamento de tecnologia”, disse. “É necessário que exista uma estratégia para poder real de usuário dentro da organização, mas também um processo de revisão regular para ver como está a tecnologia, como se faz com funcionários.”
O ato de desenvolver e avaliar talvez seja a melhor ponte entre tecnologia e pessoa – para fazer bem feito, de acordo com Brown, é necessário olhar, com honestidade, para os fatores humanos e não humanos essenciais para o bom funcionamento do negócio.
“Se não tiver um bom processo, tecnologia não vai consertá-lo – apenas tornar um mau processo muito mais rápido”, disse Brown. “PMEs vivem o momento, tão preocupadas com cada detalhe, que, às vezes, parece difícil distanciar a visão, olhar para o quadro geral e dizer: O que isso deveria resolver e como minha organização precisa se adaptar para aproveitar essa tecnologia ao máximo?”
Ainda assim, como tecnologia e com pessoas, às vezes as coisas simplesmente não funcionam.

Detran-AL monta tecnologia para rastrear veículos emplacados


O diretor-presidente do Detran, Lúcio de Melo, e as coordenadoras Graça Cardoso (Operacional) e Nelma Lopes (Controle de Veículos) se reuniram com os fabricantes de placas credenciados pela autarquia. A reunião serviu para orientar e atualizar os fabricantes sobre o novo sistema que será implantado para evitar fraudes no processo de emplacamento e lacração de veículos em Alagoas.
Através de um novo sistema, o Detran vai ter condições de rastrear os veículos emplacados no estado, desde o momento em que é posto o lacre até quando ele for extinto. Este processo vai melhorar a fiscalização e diminuir a incidência de clonagem de veículos.
Há um ano os servidores do órgão estão trabalhando neste novo projeto, que está em fase de conclusão. Ele foi desenvolvido a partir de diversas experiências reunidas nas visitas técnicas do Detran-AL a Detrans de diversos estados, como Sergipe, que serviu como modelo para Alagoas, pelas características semelhantes entre os dois órgãos.
O Detran-AL tranqüilizou os credenciados esclarecendo que não vai tabelar o preço das placas, pois não pode interferir na livre concorrência de mercado. Os empresários é que definirão os preços de acordo com seus custos, como já é praticado pelos Centros Formadores de Condutores (CFCs). E os consumidores escolherão, comparando preço e qualidade da oferta.
“Vamos dialogar cada vez mais com os credenciados, para tornar a vida do usuário melhor”, disse Lúcio de Melo aos fabricantes. “A partir de agora, vocês é que vão buscar os clientes, estabelecer os preços das placas, será uma livre concorrência”, concluiu.
Durante a reunião, os fabricantes abordaram diversas questões sobre as quais tinham dúvidas acerca dos novos procedimentos. Elas foram devidamente respondidas e algumas encaminhadas como sugestões para melhoria dos serviços.
Assessoria do Detran/AL

Qual o tratamento dispensado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos para os resíduos perigosos?


Finalizando com nossa série de artigos sobre a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, analisarei agora o tratamento dispensado por essa legislação para os resíduos perigosos, que serão aplicados inclusive às micro e pequenas empresas que operem com estes tipos de resíduos.

Definição de Resíduos Perigosos:

De acordo com a nova lei, resíduos perigosos são que, em razão de suas características apresentem riscos de provocar fogo/incêndio, que sejam corrosivos tais como ácidos, que sejam radioativos, tóxicos, materiais que apresentem risco de contaminação, que possam provocar câncer, malformações em fetos e embriões e/ou mutações, apresentem significativo risco à saúde pública ou à qualidade ambiental.

No caso de empreendimentos ou atividades que gerem ou operem com tais tipos de resíduos, eles somente podem ser autorizados ou licenciados pelas autoridades se o responsável comprovar, no mínimo, capacidade técnica e econômica, além de ter condições para cuidar do gerenciamento desses resíduos.

Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos:

As empresas que operem resíduos perigosos são obrigadas a se cadastrar no Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos, que apesar de ser coordenado por órgão federal, será implantado de forma conjunta pelas autoridades federais, estaduais e municipais.

Para esse cadastramento, essas empresas precisaram contar com responsável técnico pelo gerenciamento de resíduos perigosos, que poderá ser empregado ou contratado, devidamente habilitado, cujos dados serão mantidos atualizados neste cadastro.

Plano de Gerenciamento de Resíduos Perigosos:

As empresas operadoras de resíduos perigosos estão também obrigadas a elaborar plano de gerenciamento de resíduos perigosos, que conterá no mínimo os seguintes itens:

a) - descrição do empreendimento ou atividade;
b) - diagnóstico dos resíduos sólidos gerados;
c) - explicação de cada etapa do gerenciamento desses resíduos:
d) - definição dos procedimentos operacionais relativas a cada uma dessas etapas;
e) - identificação das soluções tomadas em conjunto com outros gestores de resíduos sólidos;
f) - ações preventivas e corretivas a serem tomadas em casos de gerenciamento incorreto ou acidentes;
g) - metas e procedimentos relacionados à minimização da geração desses resíduos;
h) - ações relativas à responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos seus produtos;
i) - medidas para resolver problemas ambientais já gerados, relacionados com os resíduos sólidos;
j) - periodicidade da revisão desse plano, bem como o prazo de vigência da respectiva licença de operação.

Outras obrigações:

Além disso, essas empresas deverão:

I – manter registro atualizado e acessível de todos os procedimentos relacionados à implementação e à operacionalização do plano de gerenciamento dos resíduos perigosos;

II – informar anualmente às autoridades competentes a quantidade, a natureza e a destinação temporária ou final dos resíduos sob sua responsabilidade;

III – adotar medidas destinadas a reduzir o volume e o perigo dos resíduos sob sua responsabilidade, aperfeiçoando constante seu gerenciamento;

IV – informar imediatamente a ocorrência de acidentes ou outros problemas relacionados aos resíduos perigosos.

Conforme o porte da empresa poderá ser exigido das empresas que operem resíduos perigosos, por ocasião de seu licenciamento, a contratação de seguro de responsabilidade civil por danos causados ao meio ambiente ou a saúde pública.

Com isto termino nossa analise da Lei n.º 12.305/10, que criou a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos.


Autor: Boris Hermanson.

De carona no UFC, novo campeonato nacional de MMA será lançado no Rio


Sede do Bope receberá apresentação da competição que promete reunir campeões pelo país e aumentar visibilidade de brasileiros no exterior

Por Luna ValeRio de Janeiro
Charles Oliveira x Nik Lentz ufc mma (Foto: ufc)UFC é o padrão a ser adotado pelos
organizadores (Foto: Divulgação/UFC)
Enquanto o Rio de Janeiro se prepara para receber pela primeira vez o UFC, dia 27 de agosto,  na Arena da Barra, profissionais ligados ao MMA se movimentam para criar um campeonato brasileiro com a pompa do evento internacional. No próximo dia 25, será lançado oficialmente o RFR (Rio Fight Revolution), uma competição nacional baseada nos padrões de produção do UFC. Será na sede do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), a divisão de elite da polícia carioca, em Laranjeiras.
Organizado por André Pederneiras, considerado um dos melhores técnicos de MMA do mundo, e pelo empresário Wolney Figueredo, o torneio promete reunir lutadores campeões no país, além de ajudar a revelar novos talentos para o mundo.
- Seria fazer um UFC no Brasil, em termos de produção, organização e talento. Percebi que o Brasil, por ter muitos atletas bons, não dava muita ênfase em produção de eventos. Como temos um celeiro repleto de talentos, faltava uma luz bacana, um som bacana, que atraísse uma pessoa que não é tão fã de luta, mas que veria pelo evento em si - explica Wolney.
O empresário morou durante oito aos nos Estados Unidos e viu de perto a evolução do vale-tudo até o MMA dos dias de hoje.
- Acompanhei a ascensão do UFC, vi sair de um campeonato de vale-tudo para o MMA hoje. Pode não fazer tanta diferença para quem gosta de luta, mas para o leigo faz. Agora o evento atrai diferentes tipos de pessoas - conta.
O RFR ainda não tem data certa para começar, mas a previsão é que o primeiro combate aconteça entre o final de outubro e o início de novembro. Inicialmente, Wolney pretende convidar nomes de peso e campeões de outros eventos para disputar o novo campeonato, que deve ter uma média de seis eventos por ano.
- A ideia também é aumentar a visibilidade do Brasil lá fora. Se perceberem que o Brasil, além de exportar atletas, está exportando eventos, seria muito bom para o país, gera uma credibilidade maior - idealiza.
Pela primeira vez, o Bope abre a sua sede para um evento de fora. O lançamento acontece simultaneamente com a 25ª edição do Shooto Brasil, um campeonato de origem japonesa que tem uma versão brasileira. As duas competições juntas devem movimentar cerca de 140 atletas por ano.
- O Shooto japonês lançou grandes nomes, como Rickson Gracie (Japan Open), Royler Gracie (Japan Open), Alexandre Pequeno, Anderson Silva, Shaolin e muitos outros. O Shooto América do Sul segue o mesmo caminho. A lista dos atletas que começaram no Shooto Brasil e hoje estão nos maiores eventos do mundo é grande, mas posso destacar alguns, como José Aldo, Marlon Sandro, Renan Barão, Diego Nunes e Ronys Torres - explica André Pederneiras.

UFC começa limpa no Strikeforce e sinaliza fim da franquia Ex-rival do UFC perdeu suas principais estrelas e deve ser fechado pelos novos donos em 2012


Foto: Márcio Rodrigues/Divulgação
Dana White já demitiu dois dos principais astros do Strikeforce
O futuro do Strikeforce continua incerto. Desde que anunciou a compra do torneio no início do ano, o UFC mantém mistério em relação ao destino de seu antigo rival. Mas uma série de ações recentes, como a demissão das estrelas Alistair Overeem e Fedor Emelianenko, sinalizam a intenção do UFC de acabar com a entidade no ano que vem.
O único entrave para isso acontecer é a parceria do Strikeforce com a rede de televisão Showtime. Enquanto o contrato estiver vigente – ele tem validade até meados de 2012 -, o UFC não pode dar um fim à marca para se apropriar dos principais lutadores.
Foto: Strikeforce/Divulgação
Campeão dos pesados Overeem foi cortado após alegar lesão e se recusar a lutar
E é justamente por isso que o discurso dos dirigentes da Zuffa (empresa que controla as duas franquias) é de que nada está definido. “Temos o contrato com o Showtime. Mas a realidade é que se conseguirmos fazer um bom negócio com o Strikeforce, podemos mantê-lo”, chegou a afirmar o sócio Dana White à revista Sports Illustrated.
Só que as ações do UFC mostram o contrário. Recentemente, o campeão dos leves do Strikeforce, Nick Diaz, acertou o retorno ao UFC para a disputa da superluta contra Georges St-Pierre em outubro. Agora, há a expectativa que o meio-pesado Dan Henderson faça o mesmo.
Mas além de programar a entrada dos principais nomes no torneio, o UFC já cortou relações com alguns de seus desafetos que estavam dentro do Strikeforce. Primeiro, a entidade demitiu o campeão dos pesados, Alistair Overeem, e outros membros de sua equipe holandesa Golden Gym, como Marloes Coenen.
Depois, foi a vez de Fedor Emelianenko deixar a franquia na semana passada. Considerado o maior peso pesado de todos os tempos, ele já era visto com maus olhos pelos donos do UFC. Por anos, eles tentaram contratá-lo e não tiveram sucesso.
Após a derrota do russo para Henderson, sua terceira seguida, o presidente Dana White teve a chance que queria para se vingar.
“O Fedor e os russos loucos [empresários do lutador] estão se arrependendo de tudo agora. Fizemos uma proposta insana e eles negaram. Estou feliz por isso agora que sei como as coisas andaram”, esbravejou o chefão do UFC em entrevista ao site MMA Fighting.
O presidente do Strikeforce, por sua vez, mantém uma postura de submissão ao UFC após o anúncio das demissões e faz o máximo para evitar qualquer polêmica. "Os cortes foram feitos de maneira justa com os atletas. O esporte é assim", comentou Scott Coker.

Presidente do UFC muda de ideia e diz que aceita demitido de volta Dana White afirmou que adoraria ver o peso-pesado Alistair Overeem no octógono do UFC


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Alistair Overeem foi demitido do Strikeforce na útima semana
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Depois de anunciar um batalhão de demissões na última semana, o presidente do UFC parece ter voltado atrás em sua decisão ao afirmar ao site The MMA Show que gostaria de ver o peso-pesado Alistair Overeem em ação de novo.

Acompanhe a página de MMA do R7

- Sim, eu adoraria ter Alistair Overeem na categoria peso-pesado do UFC. Se pudermos chegar a um acordo e fazer isso acontecer...

Ex-campeão do Strikeforce, o atleta foi cortado recentemente sob o pretexto de ter se recusado a competir na próxima fase do GP do evento, quando enfrentaria o brasileiro Antônio Pezão.

No dia seguinte, a verdade veio a tona quando outros quatro companheiros da sua academia, a Golden Glory, também foram parar na rua, revelando um desentendimento entre o time e os promotores do UFC. Problema que ainda pode ser contornado, de acordo com o cartola.

- Poderíamos pagar o Overeem e ele acertar com a Golden Glory. Com isso, podemos fazer um acordo.

O UFC alega que os donos da equipe fazem questão de receberem os salários dos atletas, enquanto o evento afirma que o certo seria pagar os lutadores e eles se responsabilizarem por repartir com cada treinador.

Para Corinthians, Anderson Silva irá expandir clube fora e formar atletas


Timão pretende aproveitar contratação do lutador para tornar sua marca mais conhecida no exterior e prevê academia no Parque São Jorge

Por Amanda KestelmanSão Paulo
Anderson Silva  comemora com a camisa do Corinthias (Foto: Divulgação)Anderson Silva comemora vitoria no UFC
com a camisa do Corinthias (Foto: Divulgação)
Na última semana, o Corinthians anunciou a contratação do maior nome do MMA brasileiro na atualidade: Anderson Silva será apresentado oficialmente em breve. O UFC Rio, no dia 27 de agosto, será o primeiro evento no qual o lutador representará o clube. Com a contratação, o clube espera expandir seu nome, formar novos atletas de lutas e desenvolver projeto social.
Diferentemente de nomes como Ronaldo e Adriano, ''The Spider'' não entra em campo, mas, mesmo assim, o gerente de marketing do clube, Caio Campos, garante que Anderson deve agregar muito à imagem do Timão, sobretudo fora do Brasil, onde o esporte é ainda mais popular. Além disso, Anderson nunca escondeu ser torcedor do time do Parque São Jorge.
- Devemos ganhar principalmente em imagem no exterior. Apesar de o MMA ser um dos eventos de maior audiência da TV mundial, aqui no Brasil ainda não é um esporte de massa. O Corinthians tem como objetivo tornar a marca mais conhecida no exterior, mas principalmente estreitar a história de vida do Anderson com o Corinthians. Iremos investir pesado na idealização da nossa academia Anderson Silva/Corinthians e gerar receita. Além de licenciar produtos (desde bonecos até roupas e acessórios) e expor a marca no exterior - disse Caio Campos, em entrevista aoSPORTV.COM.
O MMA é um esporte, como boxe e judô. Os lutadores vivem da luta nos ringues e pregam a competição, e não a violência"
Caio Campos
Segundo o dirigente, o clube já está finalizando a construção de uma academia dentro do Parque São Jorge, onde outros atletas poderão ser formados.
- Não é um projeto apenas para ter visibilidade, estamos finalizando a montagem da academia do Anderson no Parque São Jorge e acreditamos que daqui sairão outros lutadores – completou.
O gerente de marketing deixou claro que o MMA é um esporte como qualquer outro e a fusão do Corinthians pode servir para acabar com essa visão preconceituosa.
- É preciso ter na cabeça que o MMA é um esporte, como boxe e o judô. Acabar com este preconceito também faz parte de nosso objetivo. Os lutadores não são marginais, vivem da luta nos ringues e pregam a competição, e não a violência, principalmente o Anderson – disse Caio Campos, que revelou também um projeto para crianças carentes - Haverá aula para iniciantes, mas a equipe do Anderson aposta demais nos atletas de alto nível que vieram treinar no clube. Além disso, teremos um projeto social com as crianças carentes da região. E quem sabe não encontramos um novo campeão - finalizou