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sábado, 27 de agosto de 2011

Compras pela Internet: índice do Brasil está acima da média mundial


Estudo sobre neoconsumidor aponta que 96% dos entrevistados afirmaram que já fizeram compras online ou o fazem com regularidade. A média dos países pesquisados é de 88%.

Mônica Neis Fetznermonica@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
As vendas pela Internet tornaram-se um importante ramo tanto para empresário quanto para consumidores. É o que comprova a segunda edição da pesquisa Neoconsumidor, da consultoria GS&MD-Gouvêa de Souza.
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Novo Hamburgo entra na onda das compras coletivas
O estudo, que pesquisou o segmento de compras online (o e-commerce) entrevistando mais de 10 mil internautas de 15 países diferentes, concluiu que o Brasil é um dos países que mais vende pela Internet.
Por aqui, 96% dos entrevistados afirmaram que já fizeram compras pela Internet ou o fazem com regularidade. A taxa representa um leve crescimento sobre 2009, quando foi feita a primeira edição da pesquisa: naquele ano, 92% dos entrevistados brasileiros informavam utilizar a rede para compras. Isso significa que o Brasil está acima da média mundial. Nos 15 países pesquisados pela GS&MD, a média é de 88% e não cresceu desde 2009.
“As vendas virtuais são um novo vetor, uma maneira de as empresas estarem presentes na vida dos seus clientes”, explica Roberto Siebel, gestor de negócios da Origem Comunicação, empresa hamburguense responsável pela implantação de 10 páginas de e-commerce de empresas da região, fora outras oito que estão em construção.
Siebel afirma que o comércio online pode ser muito mais acessível de se implantar e com um custo menor do que o investimento necessário para um ponto físico. “Depende do negócio. Mas pode-se dizer que quem vende pela Internet tem uma filial em cada computador.”
Sobre o público, é taxativo: “Homens ainda representam a maioria dos clientes, com ticket alto e menos compras do que as mulheres, que compram mais com um ticket de valor mais baixo. A média do ticket em 2010 foi de R$ 373,00.”

A Internet não substitui o vendedor,

e sim a vitrine, diz consultor


O consultor e criador da livraria virtual Booknet, que em 1999 foi vendida ao GP Investimentos e deu origem ao Submarino, Jack London, recomenda cuidado ao ingressas no negócio virtual.
“Os dados do e-commerce mostram um crescimento de 40% no ano passado no Brasil, enquanto o varejo tradicional cresceu entre 11% e 12%. Ainda assim, a participação das compras online ainda é muito baixa, ficando em torno dos 2,5% do total. Nos Estados Unidos este índice varia entre 6% e 7% e no Japão já chega a quase 10%”, compara o consultor, em entrevista ao Jornal do Comércio.
“Em compensação, as empresas precisam olhar o potencial da Internet como um instrumento de pré-venda, que só cresce. Hoje, dados mostram que em 62% das compras realizadas no Brasil são subsidiadas por informações buscadas na própria rede mundial”, aponta. “Mesmo que as pessoas acabem optando por comprar nas lojas físicas, elas já chegam sabendo muito sobre preços e características dos produtos. A Internet não substitui o vendedor, ela substitui a vitrine.”
VANTAGENS – Roberto Siebel (foto) vê também outras vantagens nas páginas de e-commerce: comodidade, conforto e menos gasto de tempo. “Não preciso sair de onde estou para comprar e posso escolher qual o melhor horário para isso. Além disso, é mais fácil achar promoções que se adequem à necessidade pontual do consumidor. As lojas virtuais são 24/7”, avalia.
O gestor acredita que o comércio virtual é uma tendência que vai se consolidar. “As vendas e compras pela Internet são uma avenida de mão única e sem volta”, pontua.

Empresária relata experiência

com venda online de calçados


“No Rio Grande do Sul temos exemplos de grandes varejistas que estão bem presentes nas vendas virtuais. Agora, até supermercados estão se posicionando para vender online”, relata Siebel.
“Temos um cliente em Novo Hamburgo do segmento de floricultura que vende muito bem pela internet, atendendo seus clientes num raio de 50 km. Depois da loja virtual, o movimento na loja física aumentou, segundo o proprietário, em 70%.”
Anelise Shutz, proprietária da Vis a Vis Shoes Design, em Novo Hamburgo, conta também com loja virtualhá dois anos e meio. Ela conta a experiência de vender calçados do número 33 ao 43, produtos que, normalmente, exigem que os clientes os experimentem.
“Achei que ia ser mais difícil. As pessoas têm muitas dúvidas, mandam e-mails, e eu as oriento na escolha. Existe a possibilidade de troca, mas aconteceu poucas vezes”, relata Anelise. “A Internet é capaz de abrir um leque muito maior de clientes. As vendas da loja física aumentaram e as pessoas comentam com frequência que viram a página. Gosto de olhar de onde vêm os pedidos, e já recebi do Brasil todo”, comemora.

Compras coletivas: tendência ou febre?

A proporção de internautas que utilizam ou já utilizaram serviços de compras coletivas no Brasil é praticamente o dobro da média dos demais países pesquisados pela GS&MD. Segundo o estudo, 51% dos brasileiros já utilizaram a modalidade, contra 28% nas outras localidades.
Além disso, apenas 1% dos brasileiros entrevistados informou nunca ter ouvido falar em compras coletivas, ante 18% da média geral. Luiz Góes, sócio sênior da GS&MD, acredita que a cultura comunitária do brasileiro é potencializada pela Internet, o que explicaria o sucesso do segmento.
Jack London, no entanto, afirma que os sites de compras coletivas devem sofrer arrefecimento. “Essa é ainda uma febre na qual equivocadamente os pequenos empreendedores buscam rapidamente fazer sucesso na Internet. E um dos ensinamentos da Internet é justamente: não vá atrás de manadas”, aconselha.
VALIDADE – “Hoje temos 1,9 mil sites de compras coletivas no Brasil, criados desde setembro do ano passado. Desses, 800 já estão inativos. A mortalidade dos sites de compras coletivas é igual a natalidade. No fim, vão ficar 10, no máximo 15.”
London compara a situação com sites de leilão. “Quando começaram a ser lançados, há alguns anos, eram 300. Hoje praticamente não existem. As empresas não devem se guiar pela manada e achar que por alguns terem dado certo, todos darão. Fazer site é como abrir um negócio e exige cuidados e planejamento.”

Com informações de PEGN e JCRS

Video Ask Tim Berry: "What is a business plan?"

Tim Berry answers the question: "So, what's a business plan? How do you do one?"

Emergentes pedem metas 'mais expressivas' de redução do CO2


INHOTIM, Brasil — Brasil, África do Sul, Índia e China pediram nesta sexta-feira dos países industrializados metas de redução de emissões de gases de efeito estufa "muito mais expressivas" tendo em vista a cúpula da ONU sobre o clima no fim do ano.
Os países em desenvolvimento "lideram os esforços com ações voluntárias (...), nosso grau de ambição nos leva a exigir dos países desenvolvidos metas de redução de emissões muito mais expressivas que as apresentadas até o momento", disse o ministro de Relações Exteriores, Antônio Patriota, ao abrir a reunião ministerial do grupo Basic.
O grupo Basic foi criado em 2007 para coordenar as posições dos quatro grandes países emergentes para as negociações no âmbito da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança Climática.
Os ministros, reunidos até a sexta-feira em Inhotim, interior de Minas Gerais, pediram que os países ricos ampliem na cúpula de Durban no fim do ano a vigência do protocolo de Kyoto, um tema que ficou pendente nas conferências anteriores sobre o clima, e que é considerado o principal obstáculo das negociações.
O protocolo de Kyoto, negociado em 1997 e válido até 2012, é o único instrumento de redução de emissões de CO2 existente e que obriga os países industrializados a fazer cortes.
"A aprovação de novas metas para países desenvolvidos sob o protocolo de Kyoto será crucial para o êxito da conferência de Durban", assegurou Patriota.
O representante chinês, Xie Zhenhua, vice-presidente da comissão nacional de Desenvolvimento e Reforma, fez um chamado à cooperação dos países em desenvolvimento durante as negociações.
A China também destacou que quer "aprofundar o diálogo com os países desenvolvidos, que seja um esforço conjunto para que a conferência de Durban tenha um resultado satisfatório e equilibrado para todas as partes", declarou.
A próxima cúpula do clima da ONU, que ocorrerá em Durban de 28 de novembro a 9 de dezembro, buscará consolidar compromissos para a redução das emissões de gases de efeito estufa no planeta para combater o aquecimento global.
Na reunião do Basic participam também a futura presidente da conferência da ONU, a ministra sul-africana de Relações Exteriores, Maite Nkoana-mashabane, e o vice-ministro indiano de Meio Ambiente, J.M. Mauskar.

Video Comunicação objetiva em negociações

Um dos maiores experts em comunicação do País, Normann Kestenbaum, explica que grandes executivos não têm mais tempo disponível para ouvir propostas. É preciso ser conciso com qualidade. Para isso, é necessário ter reflexão e preparação. A entrevista foi concedida à jornalista Patricia Buneker.

Video Inovação em RH: uma forma de reter talentos

Processos e produtos inovadores aumentam os laços dos colaboradores com as corporações e criam signifcado para o trabalho. O que é considerado inovador em RH e como inovar são os destaques desta entrevista ao Portal HSM.

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O uso adequado das redes sociais pode ajudar a empresa a inovar. Mas por que muitas corporações ainda preferem proibir o acesso, mesmo sabendo que é possivel acessar até pelo celular? E ainda: o modelo das redes sociais pode ser aproveitado em processos de gestão do conhecimento. A entrevista foi concedida à jornalista Patricia Buneker.

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APPI mostrará que o modelo superou as metas nas cidades onde foi implantado como piloto e está pronto para ampliar a escala nos principais mercados do país A sala temática sobre os sistemas pré-pagos do Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor, C4, terá como destaque a palestra do diretor da Unidade de Negócio Saúde, da APPI, Alberto Techera. A partir das 14 horas do dia 31 de agosto (quarta-feira), ele abordará os planos de expansão do modelo de cartão pré-pago para o setor de saúde criado pela empresa como alternativa aos brasileiros que tem dificuldades para quitar as parcelas dos convênios médicos. O funcionamento deste instrumento é parecido com o sistema da telefonia pré-paga. O usuário, quando quiser, carrega no cartão o valor que desejar e usa o plástico para fazer os pagamentos numa rede previamente cadastrada. Desta forma não existe uma despesa mensal fixa como nos planos de saúde, o aproveitamento é extensivo a toda a família (não havendo um custo para cada membro), o preço é mais acessível e não há restrição de uso. Em média cada consulta, independentemente da especialidade médica, custa R$ 60,00. Os exames variam de preço de acordo com o tipo, mas também têm os valores previamente fixados. Alberto Techera revela que a receptividade ao produto tem sido acima da expectativa da empresa. Segundo ele, na cidade de Itaperuna, no Estado do Rio de Janeiro onde ele foi implantado como projeto piloto as metas foram alcançadas com um ano de antecedência. "O planejamento era registrar 12.500 usuários em três anos, mas em dois anos de funcionamento 13.100 pessoas já aderiram. Este número representa 21% do mercado potencial do município", diz. Outro exemplo de sucesso ocorreu na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais. Neste município o plano era alcançar 19.313 clientes em três anos, mas nos dois primeiros anos já existe uma carteira de 18.100 cartões ativados. Isto representa 18% do mercado potencial desta cidade," explica. Segundo Techera, esses resultados e algumas parcerias desenvolvidas pela empresa revelaram a viabilidade da expansão do projeto ainda este ano para as regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. De acordo com estudos, somente nas capitais destes dois Estados existe um publico alvo potencial de aproximadamente 4.160 milhões de pessoas. Para implantar o modelo, a APPI criou uma empresa de processamento e credenciamento que provê a rede de estabelecimentos de saúde e pontos de recarga por onde passam as operações do cartão. Também foi desenvolvida uma bandeira chamada Sempre. Já para distribuir o cartão aos usuários, a instituição busca parcerias com lojas de departamentos, redes de farmácia, supermercados e outros nichos que já emitem seus próprios cartões e que possam fazer com que estes tenham dupla função. "O modelo já foi testado e aprovado. Agora é momento de ganhar escala em todos os sentidos. Tanto em usuários como em profissionais de saúde cadastrados e também em postos de recarga", finaliza Techera. O C4 - Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor acontecerá nos dias 31 de Agosto e 01 de Setembro no Centro de Convenções Frei Caneca, São Paulo/SP. APPI -Fundada em 1993 a APPI é uma empresa de tecnologia da informação que atua oferecendo soluções de conectividade aos segmentos de meios de pagamentos, transportes e saúde, entre outros. Ela tem mais de 1.300.000 licenças nacionais e internacionais da solução POSWEB para captura de transações com cartões, mais de 150 clientes entre alguns dos principais agentes mundiais do setor de pagamentos eletrônicos como CIELO, MASTERCARD, AMEX, BRADESCO, BANCO DO BRASIL, UNIMED, SICRED, BBVA e PAYMENTEC. A empresa já conquistou diversos prêmios por sua inovação tecnológica, concedidos por instituições como FINEP, FIRJAN e RioInfo. Em 2008, foi citada na publicação do Monitor Group por ter desenvolvido a tecnologia POSWEB, considerada uma das 101 melhores inovações brasileiras dos últimos anos. |www.appi.com.br


APPI mostrará que o modelo superou as metas nas cidades onde foi implantado como piloto e está pronto para ampliar a escala nos principais mercados do país
A sala temática sobre os sistemas pré-pagos do Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor, C4, terá como destaque a palestra do diretor da Unidade de Negócio Saúde, da APPI, Alberto Techera. A partir das 14 horas do dia 31 de agosto (quarta-feira), ele abordará os planos de expansão do modelo de cartão pré-pago para o setor de saúde criado pela empresa como alternativa aos brasileiros que tem dificuldades para quitar as parcelas dos convênios médicos.
O funcionamento deste instrumento é parecido com o sistema da telefonia pré-paga. O usuário, quando quiser, carrega no cartão o valor que desejar e usa o plástico para fazer os pagamentos numa rede previamente cadastrada. Desta forma não existe uma despesa mensal fixa como nos planos de saúde, o aproveitamento é extensivo a toda a família (não havendo um custo para cada membro), o preço é mais acessível e não há restrição de uso. Em média cada consulta, independentemente da especialidade médica, custa R$ 60,00. Os exames variam de preço de acordo com o tipo, mas também têm os valores previamente fixados.
Alberto Techera revela que a receptividade ao produto tem sido acima da expectativa da empresa. Segundo ele, na cidade de Itaperuna, no Estado do Rio de Janeiro onde ele foi implantado como projeto piloto as metas foram alcançadas com um ano de antecedência. "O planejamento era registrar 12.500 usuários em três anos, mas em dois anos de funcionamento 13.100 pessoas já aderiram. Este número representa 21% do mercado potencial do município", diz.
Outro exemplo de sucesso ocorreu na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais. Neste município o plano era alcançar 19.313 clientes em três anos, mas nos dois primeiros anos já existe uma carteira de 18.100 cartões ativados. Isto representa 18% do mercado potencial desta cidade," explica.
Segundo Techera, esses resultados e algumas parcerias desenvolvidas pela empresa revelaram a viabilidade da expansão do projeto ainda este ano para as regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. De acordo com estudos, somente nas capitais destes dois Estados existe um publico alvo potencial de aproximadamente 4.160 milhões de pessoas.
Para implantar o modelo, a APPI criou uma empresa de processamento e credenciamento que provê a rede de estabelecimentos de saúde e pontos de recarga por onde passam as operações do cartão.
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APPI -Fundada em 1993 a APPI é uma empresa de tecnologia da informação que atua oferecendo soluções de conectividade aos segmentos de meios de pagamentos, transportes e saúde, entre outros. Ela tem mais de 1.300.000 licenças nacionais e internacionais da solução POSWEB para captura de transações com cartões, mais de 150 clientes entre alguns dos principais agentes mundiais do setor de pagamentos eletrônicos como CIELO, MASTERCARD, AMEX, BRADESCO, BANCO DO BRASIL, UNIMED, SICRED, BBVA e PAYMENTEC.
A empresa já conquistou diversos prêmios por sua inovação tecnológica, concedidos por instituições como FINEP, FIRJAN e RioInfo. Em 2008, foi citada na publicação do Monitor Group por ter desenvolvido a tecnologia POSWEB, considerada uma das 101 melhores inovações brasileiras dos últimos anos. |www.appi.com.br