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sábado, 3 de setembro de 2011

Ticket Car inova ao lançar produto que compensa emissão de carbono no meio ambiente


O Ticket Car reforça sua posição de pioneiro e líder no mercado de gestão de frota e investe em soluções 100% sustentáveis. A empresa acaba de lançar o Ticket Car Carbon Free, produto voltado à compensação da emissão de carbono para empresas com frotas leves e pesadas.

Com uma proposta inovadora, o Ticket Car Carbon Free, será um produto aliado ao já existente Ticket Car Carbon Control, oferecendo uma solução completa aos gestores de frota para obtenção de informações detalhadas sobre a emissão de CO2 a partir do consumo de combustível de suas frotas e, por fim, promover ações de compensação através de projetos socioambientais.

Os produtos contam, ainda, com a consultoria dos profissionais especializados da empresa e têm como objetivo principal auxiliar na elaboração de métodos eficazes para minimizar e compensar a emissão de poluentes nos veículos de frotas leves e pesadas.

"Cada vez mais a responsabilidade ambiental e social se faz presente no mundo dos negócios. A Ticket compartilha dessa ideia e está totalmente focada em oferecer ao mercado produtos em linha com essas necessidades. Lançar o Ticket Car Carbon Free durante a Fórmula Truck foi a maneira que encontramos de apresentar aos nossos clientes mais uma novidade exclusiva e retribuir à sociedade em favor das causas ambientais", afirma Marco Mamari, diretor de Marketing e Produto do Ticket Car.


Ticket Car recebe certificado de sustentabilidade

A temporada 2011 da Fórmula Truck conta com a participação do Ticket Car como um dos patrocinadores oficiais do campeão de 2010, o piloto Roberval Andrade. A nova equipe se chama Ticket Car Corinthians Motorsport.

Durante a primeira etapa da temporada 2011, que aconteceu em 27 de fevereiro em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, a equipe 100% sustentável da Fórmula Truck recebeu da ONG Iniciativa Verde um Certificado de Sustentabilidade por ter compensado 6,59 toneladas de gases de efeito estufa através do plantio de árvores nativas da Mata Atlântica.

Já na segunda etapa, que aconteceu em 03 de março no Rio de Janeiro, a equipe também recebeu o Certificado de Sustentabilidade por ter compensado 7,89 toneladas de gases de efeito estufa através do plantio de árvores nativas da Mata Atlântica.


Sobre a Ticket

Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 34 anos no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Transporte.
Com abrangência nacional, a Ticket atende a 54 mil empresas-clientes e 5,3 milhões de usuários por meio de uma rede de 280 mil estabelecimentos credenciados nos 4,8 mil municípios brasileiros.
A Ticket é uma empresa Edenred – que integra as empresas Ticket e Accentiv´ Mimética.

5 cuidados ao estabelecer parcerias


Este texto faz parte da coluna da Plataforma Brasil feito especialmente para os leitores do Saia do Lugar.
Todos sabemos o quanto é difícil crescer sozinho. Sabemos também que não é fácil encontrar sócios qualificados, e mais complicado ainda é atrair colaboradores comprometidos e engajados (caso deseje funcionários com visão de dono, então a busca pode ficar ainda mais difícil, uma vez que são disputados a tapa). Nesse contexto, um caminho consistente para a expansão é o desenvolvimento de parcerias estratégicas.
Elas podem atrair a multiplicação comercial, ou garantir alguma complementação de conhecimento, mas podem também trazer enormes dores de cabeça.
Pensando nisso, e imaginando alguns cuidados fundamentais para transformar um peixe de fora, num grande aliado, desenvolvemos uma lista que pode ser bastante útil.
Vamos lá:
1- Antes de estabelecer uma parceria, tente conter o ímpeto, e estabeleça claramente (para você mesmo) por que motivo está procurando um aliado estratégico;
2- Não inicie nenhuma relação dessa natureza sem um contrato. Ele não pode ser genérico, e deve estabelecer claramente o conjunto das responsabilidades de cada parte, assim como os limites e parâmetros em cima dos quais a parceria será constituída;
3- Antes de avançar em uma negociação dessas, tente entender qual é o nível de proximidade das culturas organizacionais entre as duas empresas. Culturas muito distintas podem resultar em problemas sérios, além de muita perda de tempo;
4- Se a parceria for tecnológica ou de compartilhamento de métodos e conhecimento, trate de efetivar uma cuidadosa análise de aderência. Se a aderência for grande, trate de estabelecer normas claras para proteger as propriedades intelectuais das duas partes;
5- Ao formalizar uma parceria estratégica, estabeleça mecanismos que protejam a independência das duas empresas, de forma a minimizar prejuízos em caso de distrato.
Boa sorte, e cuidado.
Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil

Contrate pessoas que demonstrem interesse genuíno pelo cliente


A dica de hoje foi dada por Richard Branson no Open FORUM da American Express
Nós na Virgin nos orgulhamos por tentar encontrar divertimento no nosso trabalho. Quero dizer que tentamos garantir que tanto nossas pessoas quanto os clientes tenham um senso real de afeição e calor humano.
Pessoalmente já liderei essas iniciativas usando fantasias e tentando brincadeiras (nem todas delas deram certo!), mostrando que eu não me levo tão a sério. Minha abordagem não irá funcionar para qualquer empresa, mas manter uma perspectiva e não deixar a gestão ser vista como algo tedioso vai ajudar as pessoas a ficarem do seu lado.
Para que as pessoas se sintam dessa forma e estejam pessoalmente interessadas nos clientes, é crucial garantir que todo mundo que trabalha com você goste do que está fazendo. Ou seja, todos precisam se orgulhar da empresa. Isso é vital para o sucesso no longo prazo e vai garantir um nível de serviço que vai te diferenciar dos concorrentes.

Contrate pessoas pela competência, não pelo QI


A dica de hoje foi dada por nosso leitor Anderson Resende
Você teve uma idéia, fez um plano de negócios, discutiu suas idéias com amigos, familiares, especialistas e clientes potenciais, e agora está abrindo sua empresa.
Nesse momento surgem pessoas de todo tipo, desde aquelas com quem você convive diariamente até aquela gatinha da 5ª série que você era maluco por ela, mas que nunca te deu mole. Todas com um pedido comum “Me arruma uma vaga na sua empresa?”
ontrate pessoas pela competência, não pelo QI
"Sorte meu filho, é quando a preparação encontra o nepotismo"
Nessa hora, nada de ser “gentil por educação”. Peça o currículo da pessoa, analise se ela tem capacidade técnica e demais aspectos que o seu negócio precisa.
A gestão de pessoas é essencial para o seu negócio decolar de vez. Tendo pessoas que acreditem em você como gestor e nos valores da empresa, seus funcionários irão dedicar-se ao máximo para provar que são merecedores da confiança que você depositou em cada um deles quando disse “Está contratado!”.
No caso de familiares próximos, tenha cuidado! Não deixe que desavenças ou afinidades pessoais o atrapalhem na análise, considere tudo. De nada adianta um funcionário com excelente capacidade técnica e formação, se ele não está aberto a receber ordens de alguém muito mais novo, ou que acha que pode atropelar suas decisões, porque pode usar a família para pressioná-lo a abrir exceções. Da mesma forma, não deve deixar de contratar a pessoa simplesmente porque você não gosta de como ela educa os filhos dela.
Segundo dados do SEBRAE-SP, 58% das empresas paulistas fecham as portas nos 5 primeiros anos. Isso se deve à diversos fatores relacionados com o planejamento do negócio, seja o fato de não fazer um plano de negócios, análise de mercado, avaliação das características do público-alvo, ausência de um plano de marketing ou ausência de um plano de gestão de pessoas. Tudo isso influencia no fracasso do negócio, e procure entender que, por mais pessimista que possa parecer, TODOS os seus concorrentes apostam no seu fracasso!
Portanto, seja claro ao conversar com pessoas que querem entrar para sua empresa, a iniciativa privada, apesar de ter pessoas que contaram com o Q.I. (Quem Indica) para entrar pra uma empresa, são muito menores em número do que aquelas que entram por competência.
E se você algum dia se candidatar a um cargo no governo, ajude a mudar a realidade atual do nosso país, leve para o seu gabinete ou empresas públicas pessoas que tem competência e desejo de viver num Brasil melhor.

Vídeo: Uma simples pergunta, uma grande diferença


Essa vídeo-dica faz parte da coluna – Victor Santos | Dicas de um empreendedor – e foi feita especialmente para os leitores do Saia do Lugar.
(Link do vídeo aqui)
Se você quiser se aprofundar nessa questão de inovação, basta conferir o vídeo Como desafiar o status quo com inteligência.

Uma pergunta pode prever o futuro da sua empresa


Os seus clientes recomendariam o produto ou serviço do seu negócio para amigos e conhecidos? A resposta a essa pergunta é essencial para que você, empreendedor, possa avaliar a qualidade da empresae a fidelidade dos consumidores. Para monitorar os níveis de satisfação, muitos empresários investem na realização de pesquisas. Mas, para um pequeno e médio empreendedor, essa técnica pode demorar a alcançar o resultado e ter um alto custo.
Em entrevista à revista americana IncFred Reichheld, autor do livro “The Ultimate Question” (“A Pergunta Definitiva”) e pesquisador sobre o tema lealdade nos negócios, disse acreditar que existe uma maneira melhor do que as tradicionais pesquisas para quantificar a capacidade de a empresa servir os seus clientes. Isso porque o pesquisador desenvolveu a metodologia denominada “Net Promoter Score”, que se baseia em fazer apenas uma pergunta ao consumidor para descobrir se os clientes são ou não fiéis à marca. De acordo com ele, somente os que responderem as notas 9 ou 10 à pergunta “Em uma escala de 0 a 10, qual a probabilidade de você indicar a empresa a um amigo ou colega?” estarão propensos a recomendar os serviços da empresa a terceiros e a comprar novos produtos do negócio. Esses, por tanto, serão os consumidores fiéis e, com certeza, divulgarão a marca da empresa.
Como usar a metodologia “Net Promoter Score”?
Para conseguir medir o desempenho dos seus negócios por meio da técnica desenvolvida por Fred Reichheld é preciso selecionar um número de clientes que farão parte da pesquisa. Todos aqueles que responderem com notas 9 ou 10 à pergunta formulada pelo pesquisador serão considerados os “clientes promotores” do negócio. Já os que derem as notas 7 ou 8 serão denominados“clientes passivos”. Esses serão os consumidores que estarão satisfeitos, mas que não deverão recomendar a empresa para outras pessoas. Os “clientes detratores” serão aqueles mais irritados e que não estarão satisfeitos com o serviço oferecido. Eles deverão dar notas de 0 a 6.
Para calcular o Net Promoter Score da empresa é preciso subtrair a porcentagem de “clientes detratores” pela porcentagem dos “clientes promotores”. Por exemplo, se 45% dos consumidores são “promotores”, 20% são “passivos” e 35% são “detratores”, o Net Promoter Score será 10% (45-35 = 10).
Para ter uma empresa saudável, capaz de crescer no mercado por meio de clientes fiéis ao negócio, é importante que a porcentagem encontrada seja cada vez mais elevada. E você, empreendedor, como avalia a fidelidade dos seus consumidores?

Controle as suas emoções


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Na semana passada, eu estava demasiadamente atarefada com um projeto da faculdade para conseguir me formar no final do ano. Eu tinha 20 dias para escrever um livro que havia começado a apurar em abril desse ano. O tempo passava, e a temida data para entregar o meu trabalho se aproximava. Em momentos como esse, é comum estarmos com os nervos à flor da pele e bastante preocupados. Afinal, quem não tem medo de falhar?
Pensando sobre esse assunto, descobri dicas valiosas para conseguirmanter o controle e enfrentar momentos de grande emoção eadrenalina. As emoções não se misturam bem com os negócios ou mesmo com a vida profissional. Não importa se uma pessoa está triste, feliz, estressada ou preocupada – para que não ocorram erros no momento de uma tomada de decisão ou na conclusão de um importante projeto, é preciso manter a calma e, principalmente, usar a lógica. Neil Patel, empreendedor inglês e cofundador das empresas Crazy Egg e KISSmetrics, escreveu em seu blog Quick Sprout alguns conselhos para que empresários consigam controlar as suas emoções e obter negócios com um sucesso cada vez maior. Essas dicas podem ajudá-lo a ter a calma necessária para fechar o tão sonhado contrato.
1. Tenha os pés no chão
No caso de receber uma notícia ruim ou que não atinja todas as suas expectativas, o empreendedor não pode ficar deprimido. Ele deve pensar que nos demais negócios ou empresas existirão sempre empresários com problemas maiores e mais complexos que os seus. Caso a notícia seja positiva, o empreendedor também não pode acreditar que a batalha esteja ganha. Deve pensar que o acontecido é ótimo para os seus negócios, porém que é preciso ter a consciência de que outros empresários estarão conquistando feitos maiores que os seus.
Para controlar as suas emoções, empreendedores devem comemorar as vitórias, aprender com os fracassos e sempre desejar experimentar mais conquistas. Isso permitirá ao empreendedor não ficar feliz ou pessimista em excesso.
2. Evite pessoas muito emocionaisAqueles que estão à nossa volta são responsáveis por influenciar as nossas atitudes e pensamentos. Por isso, para que projetos atinjam o desejado sucesso, é importante cercar-se de pessoas centradas, uma vez que estar rodeados de amigos com grandes dramas emocionais podem deslocar a atenção do empresário e até mesmo deixá-lo irritado ou perturbado.
Isso não quer dizer que o empreendedor deva cortar os laços de amizade ou companheirismo com aqueles que estão com problemas. Ele deve apenas conseguir certo grau de distanciamento para que o problema dos outros não prejudique o desempenho dos negócios e a tomada de decisão.
3. Amigos, amigos, negócios à parte
Durante o tempo de trabalho, é importante estar com todas as energias e pensamentos voltados para o sucesso do negócio. O empreendedor deve mostrar para os seus amigos e familiares que não precisa ser incomodado com besteiras enquanto está no dia a dia da empresa. Mas é valido ressaltar que essas pessoas devem procurá-lo quando tiverem informações úteis para serem discutidas. Do contrário, as conversas informais e as brincadeiras devem ficar exclusivamente para os momentos de lazer e diversão.
4. Não cante vitória antes da hora
O anúncio de um novo contrato mexe com as emoções de qualquer empresário. Para brindar a conquista, muitos fazem “happy hour”, festinhas na empresa ou mesmo almoços com sócios. Mas, antes que o contrato esteja devidamente assinado e parte do dinheiro esteja depositado na conta da empresa, é preciso ficar atento e evitar grandes comemorações. Isso fará com que o empreendedor esteja preparado emocionalmente caso alguma coisa dê errado e os planos não aconteçam da maneira que foi prevista.
E você, empreendedor, como faz para controlar as emoções e manter o equilíbrio?

Como fazer funcionários lentos trabalharem mais rápido


(Foto: Shutterstock)
(Foto: Shutterstock)
produtividade da equipe é algo que interfere diretamente nos resultados de uma empresa. Quando as coisas são bem feitas e dentro dos prazos, os negócios prosperam. Caso contrário, os clientes tendem a ir embora. Mas o que fazer se você tem funcionários que são muito lentos? Isso pode ser mais comum do que você imagina. Por isso, Mike Michalowicz, autor do livro The Toilet Paper Entrepreneur, aponta quatro dicas para acelerar aquele trabalhador um pouco mais devagar.
Para conhecer melhor o autor das dicas abaixo, Michalowicz abriu seu primeiro negócio aos 24 anos. Fez dele uma empresa milionária. Depois fez isso de novo. E de novo. Ele construiu três empresas com faturamentos milionários. Hoje, é presidente da Obsidian Launch, especializada em otimizar a eficácia de websites, e colunista depequenas empresas do The Wall Street Journal. Veja, a seguir, as quatro dicas.
1. Limite as opções
Em uma determinada tarefa, quanto menos opções você der a um funcionário, mais fácil ficará para ele tomar uma decisão. Mas não exagere. Dar apenas uma opção é muito ditatorial da sua parte e pode ter o efeito contrário. O funcionário pode agir até mais lentamente, como retaliação. Uma boa regra é dar três opções. Isso dará ao trabalhador a liberdade de escolha, o que é motivador, mas, ao mesmo tempo, deve originar uma decisão rápida.
2. Dê prazos intermediários
Se o projeto tem que ser entregue no final do mês, por exemplo, quebre esse prazo em quatro limites de datas anteriores. Peça para que o funcionário lhe entregue partes do projeto a cada semana, isso dará a ele a sensação de imediatismo, de que é preciso fazer algumas coisas antes do fim do mês. Isso costuma fazer as pessoas trabalharem mais rapidamente.
3. Deixe claras as suas expectativas
Quando o funcionário entende claramente o que se espera dele, costuma ficar mais confiante. Isso porque ele verá que você confia nas habilidades dele para executar aquele trabalho. Assim, vai tocar o projeto com rapidez.
4. Entenda os motivos
Você contratou uma pessoa que parecia ser ótima, mas ela está fazendo os trabalhos muito vagarosamente. Procure entender o motivo. Às vezes, o funcionário pode não render o suficiente se ele não tem todas as ferramentas necessárias para fazer determinada tarefa. Ou então ele pode não ter recebido as instruções adequadas. Entendendo a causa, fica mais fácil solucionar o problema.

O que não dizer em uma negociação?


É preciso investir tempo discutindo e argumentando com clientes, funcionários, fornecedores, futuros trabalhadores e investidores para obter sucesso nos negócios. Nessas negociações, a escolha de palavras pode ser decisiva na hora de convencer a outra parte no acordo. A revista Inc preparou uma lista com algumas expressões que não devem ser ditas no momento da negociação e que promete ajudar você, empreendedor, a obter êxito nesse processo.
1. “Entre” – Em uma negociação, a expressão “entre” pode gerar dúvidas por não trazer precisão à informação. Durante um encontro para ofertar um serviço, por exemplo, é possível dizer ao cliente que o preço será entre R$10 mil e R$15 mil. Já na contratação de um funcionário, o termo permite que você diga que ele pode começar a trabalhar entre os dias 1º e 15 de abril. Mas a palavra, quando usada em momentos de negociação, permite que as partes abusem dos prazos ou dos preços.
2. “Acredito que estamos chegando a um acordo” – A ansiedade por concretizar negócios faz com que muitos empreendedores digam essa expressão quando estão próximos de aceitar os termos do acordo. Esse anúncio pode fazer com que a outra parte interessada na negociação perceba a sua fragilidade e acrescente novos termos no acordo.
3. “Por que você não sugere os números da negociação?” – Pesquisas recentes mostram que o resultado de uma negociação é próximo ao primeiro valor sugerido por uma das partes durante a reunião. Para não perder o negócio, procure, sempre que possível, oferecer o primeiro número.
4. “Eu sou o responsável pelas decisões finais” – Para conseguir fazer uma boa análise das propostas sugeridas durante uma negociação é importante que as partes não saibam que é você, empreendedor, quem responde pelas decisões finais da empresa. Caso seja necessário, você poderá ganhar tempo se tiver a necessidade de consultar outra autoridade na empresa, como um sócio ou um membro do conselho.

Como contratar um funcionário de seu rival


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vaivém de funcionários existe no mundo dos pequenos negócios assim como nas mais diversas áreas de trabalho. Muitas vezes, trazer um empregado de uma empresa concorrente pode significar a resolução de problemas ou alavancar os negócios. Ele provavelmente é alguém que conhece o negócio em que você atua. E, se for uma estrela no ramo, poderá trazer novos conhecimentos e clientes.
Mas tirar um bom funcionário da empresa rival pode conter diversas armadilhas. Há risco grande de atritos com o concorrente. Você pode ser visto como pouco ético. E o que parecia uma boa aposta pode se revelar a contratação de um problema. O site da revista Inc. elaborou algumas dicas para quem está de olho naquele craque do time rival garantir uma boa contratação. Confira.

Fair-play
 
Sutileza e polidez são essenciais nesse jogo. Uma empresa de pesquisa e recrutamento de funcionários pode ajudar você a encontrar bons candidatos à vaga que sua empresa oferece. Com especialistas, a intermediação de um contrato fica mais fácil tanto para você quanto para o candidato, que ficará sabendo da oportunidade e poderá estudar a proposta com calma. Caso não tenha recursos para pagar uma empresa do ramo, faça você o jogo limpo. Utilize sua rede de contatos e espalhe a notícia de que está contratando. Chame o candidato para conversas em “campo neutro”. Se você for agressivo, poderá afugentar potenciais parceiros e fornecedores.
Cuidado com o salto alto do craque
Uma coisa importante é ter a certeza de que o candidato em que você está de olho realmente merece seu investimento. O empreendedor tem de ter em mente que está contratando talentos, e não currículos. E o maior erro de uma pequena empresa pode ser apostar no que o candidato diz, e não no que ele realmente pode fazer num novo cargo. Para evitar o problema, uma boa sondagem deve ser feita. Outra coisa que deve ser avaliada é se o funcionário se ajustaria bem na sua empresa. Um candidato de outra região, de outro país ou de uma outra área de atuação pode não se adaptar a uma nova cultura.
De olho no contrato
É importantíssimo tomar todos os cuidados possíveis com eventuais problemas legais. Há diferentes modalidades de acordo entre funcionários e empresas que não podem ser desrespeitadas. Busque saber se o funcionário que você quer contratar não tem acordos desse tipo na empresa que trabalha. Garanta que nada está sendo atropelado numa eventual transação. Uma consultoria jurídica poderá aconselhá-lo sobre a melhor forma de proceder.
Faça uma boa proposta 
Se, após a sondagem de um novo reforço, já conferido se não há impedimentos legais, você estiver certo de que quer contratar, faça uma proposta atraente. Por que um funcionário deixaria seu trabalho para acompanhá-lo? É importante que você o convença. Nessa hora, não é só uma boa oferta em dinheiro que conta. A maioria das pessoas é motivada por coisas que não eram oferecidos em seu emprego anterior. Oportunidade, reconhecimento e mais inovação e emoção devem estar na sua lista de propostas.
 
Cuide bem de seu plantel
 
Assim como funcionários vêm, outros podem sair. Se você conta com craques em sua equipe, cuide para que eles continuem jogando com você. É fundamental ter um bom controle do bem-estar dos funcionários de sua empresa. Garanta que eles estejam satisfeitos para que continuem fiéis até mesmo quando um empresário concorrente aparecer com alguma proposta de transferência.

Contrate a pessoa certa


Trabalhar com uma equipe que compartilhe os mesmos valores e conceitos é fundamental para atingir o sucesso empresarial. Delegar tarefas a pessoas de confiança auxilia o trabalho do empreendedor, que pode se dedicar à elaboração de novos projetos para o negócio. Mas nem sempre é possível saber se o funcionário recém-contratadoirá corresponder às expectativas e se adaptar à empresa.
O processo seletivo realizado para avaliar os candidatos que concorrem a uma vaga deve ser bem elaborado. Para isso, o empreendedor não deve contratar pessoas com quem simpatize em um primeiro contato ou que ache que pode trazer bons resultados. É preciso determinar quais são as habilidades exigidas desse futuro profissional e analisar se esse candidato será capaz de agregar valor e se adequar à cultura da empresa.
Para auxiliar o empreendedor, a revista Entrepreneur divulgou uma lista com dicas essenciais para os momentos de contratação.
1. Invista em um processo seletivo eficiente – Criar um processo seletivo capaz de avaliar todas as competências e habilidades exigidas para um posto é fundamental. É preciso ter paciência para acompanhar a evolução do processo. A rápida contratação de um profissional pode trazer prejuízos futuros, uma vez que seus valores podem diferir da cultura do negócio.
2. Analise os valores e a personalidade do candidato – Observe o perfil dos profissionais que concorrem ao cargo. Isso ajuda a avaliar se ele irá se adaptar ao novo ambiente de trabalho.
3. Realize diversas entrevistas – Conversar várias vezes com os candidatos à vaga faz com que o empreendedor conheça cada vez mais esse profissional. Para analisar as diversas etapas, é aconselhável que gestores, representantes do RH e futuros colegas de trabalho participem do processo seletivo.
4. Faça perguntas consistentes – Elaborar uma boa pauta de perguntas faz com que o empreendedor avalie o perfil do candidato, suas competências e habilidades e os seus valores.
5. Peça aos candidatos para completar as avaliações de personalidade – Solicitar aos candidatos que contem sobre sua rotina e projetos e o que pensam sobre sua personalidade contribui para a definição dos valores de cada um deles.

Como melhorar sua projeção de vendas


Qualquer previsão que você faça sobre as vendas do seu negócio será imperfeita – há muitos fatores que podem impactar e alterar esses números. Mas a maneira como você faz suas previsões pode torná-las mais úteis – e ajudá-lo a analisar como o negócio está caminhando. Com isso em mente, o site da Inc. publicou sete dicas para aprimorar esses cálculos. Confira.
1. Utilize vários números. Um dos maiores erros em previsões é achar que um único conjunto de números irá mostrar toda a verdade sobre o futuro do negócio. Mas é preciso multiplicar os estudos para que cada área da empresa tenha um planejamento. A equipe de vendas, por exemplo, pode ter uma meta, mas a gerência de produção precisa saber a previsão de um item específico, e o time de finanças quer saber o faturamento esperado. O executivo principal precisa estar preparado para unir todos esses números e formar um cenário coeso.
2. Desenvolva um processo flexível. Concentre-se em criar meios de gerir, reavaliar e modificar os processos da empresa conforme as condições mudem. Para alterar as previsões de venda, é preciso acompanhar mais do que a média de saída de um determinado produto. O histórico do cliente, a entrega do produto e a trajetória do vendedor são alguns dos fatores que devem ser compreendidos.
3. Dedique tempo à previsão. De tempos em tempos – uma vez por mês, por exemplo – é preciso rever as previsões. Dessa forma, os gestores envolvidos ficam a par dos resultados e podem corrigir as rotas.
4. Use um modelo consistente. Não existe um modelo perfeito de previsão. Uma maneira de prever as vendas de um ano é utilizar os resultados do ano anterior, por exemplo. Qualquer que seja o modelo escolhido, no entanto, é preciso mantê-lo ano após ano. Assim será possível utilizar o mesmo método para comparar diferentes períodos.
5. Descomplique. Não é preciso manter na empresa uma equipe de estatísticos para ter boas projeções. Existem no mercado softwares simples, que alinham projeções de vendas, histórico e relacionamento com o cliente.
6. Seja democrático. Se você não inclui todos os elementos do negócio na projeção, pode acabar com uma previsão enviesada. Portanto, tente construir um processo colaborativo. Se todas as áreas são ouvidas, os funcionários tendem a confiar mais nas previsões.
7. Atente nas exceções. É importante acompanhar as vendas e determinar em que pontos elas divergem das previsões. Às vezes é preciso meses de aprimoramento até que a projeção para os próximos dois anos esteja pronta.

O poder do risco


ShutterstockMuito se fala sobre as características que definem osempreendedores. O que significam realmente essas qualidades? Para alimentar uma discussão, lanço aqui algumas reflexões sobre uma em particular, a capacidade de correr riscos. De início, quero fazer uma diferenciação. Para mim, arriscar-se é o ato, e correr riscos, o processo. Funciona da seguinte forma: primeiro identifica-se umaoportunidade ou caminho, depois, ao se resolver ir em frente, vem a fase de agir, ou seja, de se arriscar. Correr riscos abrange todo esse conjunto de situações, que inclui percepção, decisão, ação, aprendizado e criação.
A capacidade de iniciar esse processo está ligada à maneira como nos posicionamos frente ao desconhecido. Nós o abraçamos ou tentamos controlar suas manifestações? É preciso entender bem esse ponto, pois é onde a ilusão da previsibilidade se manifesta. Quanto mais previsível, menor o risco. Parece óbvio, mas essa ponderação esconde um engano comum. Isso porque risco mínimo pressupõe conhecer o caminho, o método, o processo e todos os aspectos ligados às ações e às decisões. Assim, se sabemos como começa e termina, não corremos riscos.
E isso é ruim? Pode ser. Negócios 100% previsíveis são estacionários. O desconhecido é o campo onde a inovação acontece. É a terra das possibilidades. A capacidade de correr riscos, um dos poderes atribuídos aos empreendedores, significa jogar nesses domínios incertos, aceitar o imponderável, cair, levantar-se, aprender, corrigir e criar. Por mais paradoxal que possa parecer, os empresários mais bem-sucedidos não chegaram aonde queriam. Foram mais longe. Isso porque, se o fim é desconhecido, o empreendedor determina onde vai parar.
Em uma entrevista à Business Week, em 1998, Steve Jobs sentenciou: “Muitas vezes, as pessoas não sabem o que elas querem até que você mostre a elas”. Na década que se seguiu, o fundador da Apple levou ao estado de arte essa visão. Nada de simplesmente melhorar o que já existe. A companhia americana se habituou a criar novos mercados.
Como todo poder, a capacidade de correr riscos tem de ter controle. Caso contrário, pode ser destrutiva. O empreendedor tem de saber avaliar o que é uma disruptura criativa ou uma simples aposta. Ou quando está sendo irresponsável em lugar de ousado. Correr riscos, em última instância, é a capacidade de acreditar na criatividade. E, posteriormente, aprender e evoluir sem medo de ir além.

Revista Cobertura Mercado de Seguros - Santander inova no Seguro de Vida Empresarial

Revista Cobertura Mercado de Seguros - Santander inova no Seguro de Vida Empresarial

Usuários se tornam escravos dos aplicativos móveis


Não é segredo para ninguém que o uso de aplicativos móveis aumenta a cada dia, mas segundo o gerente de inovação e novas tecnologias da Vivo, José Lecy Costa Júnior, os usuários procuram cada vez mais por essas ferramentas. “O usuário está cada vez mais ansioso por usar apps móveis. Ele vem se torna escravo dessas soluções”.
O executivo, que apresentou a palestra “O mercado de aplicativos móveis: fatores relevantes no desenvolvimento e as oportunidades de comercialização em conjunto com a operadora” nesta sexta-feira (02/09), durante o lançamento da plataforma Maker Mobile, da Softwell, ainda afirmou que o uso de aplicativos em smartphones já supera o de voz.
E mesmo com vários desafios nesse mercado – como a fragmentação das plataformas – ele ainda é muito promissor.
Você concorda que os usuários se tornaram escravos dos aplicativos móveis? Comente.
Para encerrar a palestra, ele afirmou que, para dar continuidade ao crescimento desse mercado, as operadoras de telefonia devem ajudar os desenvolvedores e, para isso, o relacionamento entre as partes precisa ser reestruturado. As operadoras devem fornecer meios e métodos que facilitem a vida dos criadores de aplicativos, assim, as duas partes sairiam beneficiadas.

Empresa testa em SP pagamento de pedágio pelo celular Tecnologia sueca mobile ticket foi testado pela primeira vez em pedágio na Rodovia Dom Pedro I, em Itatiba


A empresa paulistana UPM2 trouxe da Suécia para o Brasil uma nova tecnologia para pagamento de tarifa de pedágio pelo telefone celular. O mobile ticket, usado em ônibus, metrôs e balsas na Europa, foi testado pela primeira vez em pedágio na Rodovia Dom Pedro I, em Itatiba (SP).
Durante 50 dias, colaboradores da concessionária Rota das Bandeiras usaram seus celulares para pagar a tarifa cobrada no km 110. Os resultados dos testes serão submetidos à avaliação da Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) na terça-feira.
O objetivo é ter autorização do órgão estadual para oferecer a tecnologia às concessionárias e colocar o sistema em operação. A reportagem do Grupo Estado também testou o sistema. Uma das grandes vantagens do mobile ticket é a praticidade e o caráter democrático, uma vez que qualquer celular que permita o tráfego de SMS - tenha ele plano pré ou pós-pago - poderá fazer uso do sistema.
O usuário cadastra-se em um site, envia um SMS para a administradora e adquire valores em créditos. Em um intervalo de menos de um minuto, recebe um SMS com códigos específicos e, quando chega à cabine de pedágio aproxima o visor do celular do validador, equipamento semelhante a um leitor de código de barras. A cancela abre em cinco segundos.
Segundo informou o sócio-diretor da UPM2 Rodrigo Petroni, a recarga poderá ser feita por SMS, pela internet, por caixas eletrônicos, telefone ou pontos instalados em estabelecimentos comerciais. A empresa não tem intenção de impor um prazo de validade para os créditos ou cobrar taxa de manutenção do serviço. A forma de pagamento pelos créditos ainda será estudada.
Petroni, que trouxe a tecnologia da Suécia, informou que desde 2005, quando foi adotado lá, o sistema nunca sofreu nenhum tipo de fraude. Em caso de roubo do celular, os créditos poderão ser suspensos. O mobile ticket para celulares já é realidade em países como a Dinamarca, Finlândia, Turquia e Índia.
Para o presidente da Rota das Bandeiras, Luiz César Costa, o tempo de operação e o uso de créditos são as maiores vantagens. "Não podemos tomar mais que 12 segundos em uma transação. Quanto mais a gente reduzir esse tempo, melhor. E quanto menos dinheiro estiver sendo movimentado, mais seguro é", disse Costa.
A Artesp informou, por meio de assessoria, que tem conhecimento dos testes realizados na Rodovia Dom Pedro I e que conhecerá o produto na próxima semana. O Grupo de Estudos sobre Sistemas Automáticos de Arrecadação (Gesa) da agência estuda alternativas de cobrança eletrônica de pedágio existentes em outros países, entre as quais está o pagamento de tarifas de pedágio via celular.

Ticket adota assinatura digital de contratos Parceria com a Comprova visa agilizar a aprovação eletrônica de contratos da operadora.


Estruturada comercialmente no modelo de software como serviço (SaaS), aComprova.com, desenvolvedora de processos de certificação digital, acaba de fechar acordo com a Ticket, empresa do setor refeição-convênio, do grupo Edenred, para agilizar a aprovação eletrônica de contratos da operadora.
O sistema empacotado para a Ticket, que integra as soluções Email Comprova e Click Comprova, é capaz de agilizar as aprovações em menos de uma hora, de acordo com o CEO da Comprova, Marcos Nader.  “O maior benefício é que a Ticket conseguiu agregar valor comprobatório às transações de aceite eletrônico de contratos. Antes, a tarefa de enviar o documento e recebê-lo assinado consumia cerca de 45 dias”, diz o executivo.

Nader destaca que o cliente agora recebe um e-mail, visualiza, confere e aceita o contrato da Ticket com apenas dois cliques. “É possível também rejeitar o documento e fazer observações, se não tiver de acordo com o conteúdo”, ascrescenta.

O coordenador de Gestão de Contratos da Ticket, Clayton Borges de Oliveira,  diz que um ponto importante é que o sistema permite que a empresa tenha um laudo pericial emitido pela Comprova, detalhando a transação caso necessite desse documento na esfera judicial.

“Além disso, a solução dispensa o procedimento de impressão, contribuindo para redução do impacto ao meio ambiente e também a necessidade de arquivamento, poupando trabalho, tempo, dinheiro e reduzindo o risco de extravio”, afirma Oliveira.

Com a carteira de clientes focada especialmente nos principais bancos e seguradoras do País, Nader afirma que a solução da Comprova.com é usada por cerca de 20 seguradoras e mais de 400 clientes de diferentes segmentos. “Apostamos na tendência de que o uso do papel para a formalização de contratos diminua consideravelmente ou simplesmente seja extinto em curto espaço de tempo”, afirma. “Juridicamente, não existe mais a necessidade do papel para assinatura de contratos e o registro em cartório, quando necessário, também pode ser realizado eletronicamente.”

Outro acordo recente foi com o Bicbanco. A instituição precisava agilizar o processo de assinatura de carta de fiança e também conseguiu reduzir esse procedimento para poucas horas e melhorar a comunicação com os clientes. 

Antes, a assinatura de cartas de fianças destinadas às empresas que necessitavam de uma garantia bancária era realizada de forma manual, com reconhecimento de firma no cartório, demandando maior tempo e custo, de acordo com Nader. “Com a certificação digital, a tarefa, que levava mais de dois dias, agora pode ser realizada em horas, e permite que o cliente faça o acompanhamento on-line do processo.”

Eládio Ibiapina Bezerra, superintendente de Arquitetura Tecnológica do Bicbanco, ressalta que entre os benefícios estão o aumento de 5% do valor da carteira do banco e da produtividade da área de negócios.