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domingo, 11 de setembro de 2011

MMA Brazil Sports: Video Top 10 Pride FC Knockouts

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Bahia é o primeiro estado a monitorar o ar no Nordeste O governo também assinou convênio com a Petrobras para possibilitar a medição de opacidade (fumaça preta) emitida por veículos movidos a diesel


Luiz Francisco*
Especial para Correio*


A capital baiana é a primeira cidade no Norte e no Nordeste e a segunda no país a realizar o monitoramento da qualidade do ar, um requisito para todas as sedes da Copa do Mundo de 2014. A primeira estação de monitoramento foi instalada no ano passado na avenida Luís Viana Filho (Paralela). De acordo com o governo estadual, até o final deste ano, a Bahia contará com uma rede de monitoramento para emissão de CO2, além de outros parâmetros, a exemplo de monóxido de carbono (CO), ozônio (O3), partículas inaláveis (PI), entre outros. 

A rede será composta por nove estações fixas e uma móvel. Desse total, cinco já estão em operação, localizadas nas avenidas Paralela e Juracy Magalhães Junior (Lucaia), Campo Grande, Dique do Tororó e na sede da Secretaria de Planejamento (Seplan), também na Paralela. Iniciativa da Cetrel, a rede é resultado de um investimento de cerca de R$ 25 milhões. A população tem acesso aos dados sobre a qualidade do ar, através de um totem com monitor de LED.

Estação mede emissão de CO2 e vai auxiliar em ações ambientais
Além disso, os resultados estão disponíveis, em tempo real, nos sites da Cetrel e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). A rede é controlada pela Braskem. 

Fumaça negra 
O governo também assinou convênio com a Petrobras para possibilitar a medição de opacidade (fumaça preta) emitida por veículos movidos a diesel. Essa medida permite verificar se há a queima completa do combustível e, portanto, emissões mais baixas de CO2. A iniciativa integra ações do Plano de Controle de Poluição Veicular (PCPV) para a Bahia. 

Em sua primeira etapa, o PCPV contemplará os municípios de Salvador e os localizados em sua região metropolitana, além das cidades de Barreiras, Ilhéus, Juazeiro, Vitória da Conquista e Feira de Santana.

O secretário do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, disse que a medição é uma das ações previstas no PCPV, cujo objetivo principal é subsidiar a elaboração de programas e projetos voltados à melhoria da qualidade do ar nos grandes centros urbanos do estado. 

“Vamos identificar os tipos de poluentes lançados na atmosfera para escolher as ações ambientais que devemos desenvolver, tendo em vista a qualidade do ar”, avaliou. 

Doenças  
No PCPV da Bahia, foram relacionados alguns efeitos gerais provocados pelos principais gases gerados na combustão dos combustíveis fósseis. Segundo a secretaria, estudos epidemiológicos têm demonstrado correlações entre a exposição aos poluentes atmosféricos e os efeitos de mortes causadas por sintomas respiratórios (asma, bronquite, enfisema pulmonar e câncer de pulmão) e cardiovasculares, mesmo quando as concentrações dos poluentes na atmosfera não ultrapassam os padrões de qualidade do ar vigentes. Os mais vulneráveis são as crianças, os idosos e as pessoas que já  apresentam doenças respiratórias.

Produção de etanol precisa dobrar para atender à demanda Para garantir o abastecimento na próxima entressafra e incentivar o crescimento, governo federal começa a interferir no mercado


11/09/2011 - 10:05
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O Brasil precisa dobrar a produção de etanol para atender a demanda até 2020. Para garantir o abastecimento na próxima entressafra e também incentivar o crescimento, o governo federal começou a interferir no mercado.

No ano passado, o país produziu 27,5 bilhões de litros de álcool. Nesta safra, a produção será de 23 bilhões e 600 milhões de litros, queda de 14%. Por outro lado, a venda de carros flex no brasil continua crescendo em média 35% ao ano. Com menor produção e maior demanda, o preço do combustível subiu nos postos.
Na tentativa de diminuir o problema, o governo federal adotou algumas medidas. A primeira foi a redução da porcentagem de álcool anidro misturado à gasolina, que passou de 25% para 20%. O objetivo é aumentar a oferta do produto no mercado.
O problema foi discutido em Sertãozinho por representantes do setor sucroalcooleiro. “Nós já vínhamos produzindo mais anidro ao longo da safra, fazendo importações e agora com a redução da mistura de 25% para 20%, nós temos certeza que não haverá problema de abastecimento nesta entressafra”, afirma o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar, Marcos Jank.
Para atender à demanda, o setor vai precisar duplicar a produção de etanol nos próximos anos. “Nós esperamos conseguir junto ao governo definir uma política que permita um crescimento da nossa indústria em 100 a 150 novas unidades produtivas até 2020”, diz Marcos Jank.
O chefe do departamento de Biocombustívies do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento) disse que há linhas de crédito para este fim. “A expansão da capacidade via usina nova ou ampliação de projetos já existentes é o predominante na nossa carteira”, conta o representante do BNDES Carlos Eduardo Cavalcanti.
Para os representantes do setor, apenas os financiamentos não são suficientes, também é preciso um programa de crescimento específico para o mercado. “E preciso achar uma forma de alinhar um pouco isso para permitir a montagem de um programa de etanol de longo prazo para o Brasil e de sobras para a exportação desse produto”, afirma Ismael Perina Júnior, presidente da Orplana (Organização dos Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil).

Tela mais larga e botão maior; veja rumores sobre novo iPhone


Imagem de suposto iPhone fotografado na França também serviu para criar as hipóteses. Foto: Reprodução/Geek
Imagem de suposto iPhone fotografado na França também serviu para criar as hipóteses
Foto: Reprodução/Geek
O iPhone 5 ainda não foi lançado, mas já causa burburinho no mundo da tecnologia. E os motivos são variados. Parte porque deverá ser o primeiro gadget da Apple a ser lançado sem Steve Jobs no comando da empresa. Parte porque a nova versão do smartphone deve trazer algumas significativas mudanças em relação ao modelo anterior, o iPhone 4. Diversos sites, com a ajuda de equipes de tecnologia, de design, de rumores e de uma suposta imagem de um iPhone 5 vazada na França ajudaram na criação das teorias.
De acordo com o site Business Insider, melhorias devem aparecer em questões técnicas. O iPhone 5 deverá suportar conexão 4G e muito dificilmente trará habilitada a função para NFC - Near Field Communication - usada para transmissão de dados por aproximação de dispositivos. Outro ponto trata da memória. Os novos aparelhos, em duas versões, deverão ter 32GB e 64GB. Como consequência, a versão "levezinha" de 16GB do gadget pode ser eliminada do mercado.
A grande mudança, porém, vai se concentrar na estética do dispositivo. Quando o iPhone 4 foi lançado, em 2010, ele trouxe um formato com cantos quadrados, quase "retrô", em oposição à forma arredondada das versões anteriores. Segundo aponta o Gizmodo, isso durou apenas uma geração. O novo iPhone 5 deverá voltar ao formato levemente arrendondado e ser substancialmente mais fino, embora não se possa falar em números exatos até o momento. Seria uma evolução natural, dentro da Apple, se se imaginar a diferença entre o iPad, por exemplo, e o iPad 2, que, com 8,8 mm, era 3,2 mm mais fino que o antecessor.
Mas é o site iPhone 5 En que tem as maiores apostas. Além da configuração da memória e da espessura do aparelho, existem apostas visuais que vão do aumento do botão "home" na parte inferior da frente do aparelho ao ganho de tamanho físico da tela no gadget. Na prática, isso significa que, frontalmente, o iPhone ganha tela touchscreen e perde borda, que se torna mais fina que nos antepassados.
Outra diferença em relação ao iPhone 4 seria a parte traseira. E a aposta dessa vez é do site de "rumores oficiais" da Apple, o MacRumors. O novo modelo esqueceria o vidro e o substituiria por alumínio, tornando o dispositivo visualmente parecido com uma mistura de iPod Touch e de iPad 2. O iPhone 5 também será disponibilizado nas cores preta e branca. Em ambos os modelos, no entanto, as "costas" do aparelho permaneceriam da cor do alumínio.
Business Insider ainda classifica novas funcionalidades, como o poder de controlar absolutamente tudo com o toque dos dedos, como "muito prováveis". Os gestos, que dariam conta, por exemplo, de ter o controle de aplicativos e voltar à home sem clicar em qualquer botão, seriam similares aos existentes no Playbook, o tablet da Blackberry.
Para terminar, o site 9 to 5 Mac reafirma algumas dessas previsões, mas acrescenta, por exemplo, que a tela aumenta, porém a dimensão física do aparelho diminui em comprimento e ganha em largura. Nenhuma dessas hipóteses, obviamente, é confirmada pela companhia do atual CEO Tim Cook. Aliás, sequer se sabe ao certo a data do lançamento do novo gadget. Está tudo, mais uma vez, guardado às sete chaves na companhia mais valiosa do planeta.

O poder nas mãos de quem domina tecnologia e internet


A sociedade brasileira avançou no uso de tecnologia nos últimos anos e grande parte das regras para estas novas relações foram criadas em âmbito privado, por contratos, termos de uso ou até mesmo mecanismos de auto-regulamentação. No entanto, chegamos a um patamar em que para dar o próximo passo evolutivo, para o crescimento sustentável do Brasil Digital, há necessidade de se preencher algumas lacunas jurídicas. Só o Legislativo tem alçada para tal.
Não sou a favor de que existam leis para Internet em si, mas a mesma já deixou de ser apenas mais um meio, uma mídia, e passou a ser o ambiente principal de relacionamento, realização de atividades, obrigações, responsabilidades e transações para muitos indivíduos e instituições. A interatividade, somada à infra-estrutura viabilizada pela banda larga, permite que o mundo virtual, na verdade, ocupe o lugar do mundo real. A tal ponto que a ONU elevou o direito de acesso à internet a uma garantia de direito digital do indivíduo. Sem isso, ele está “fora do mundo”, fica excluído e marginalizado, sem opção inclusive para se desenvolver.
Por isso, a tramitação mais rápida de projetos de lei como o PL 84/99, o Marco Civil da Internet, a nova Lei de Direitos Autorais, a regulamentação da atividade de Compra Coletiva, ou mesmo normas que permitam melhorar a segurança da informação no nível público, e combater crimes eletrônicos, terrorismo digital e guerra cibernética. Não pode levar mais de 10 anos para tramitar projetos de lei sobre o tema de Direito Digital. Além disso, o Legislativo precisa estar mais capacitado para enfrentar temas técnicos, o que exige, inclusive, uma redação mais aprimorada das leis.
Tem crescido os ataques a sites de Governo, principalmente porque os mesmos são extremamente vulneráveis, não foram criados dentro de uma estratégia de plano de contingência e continuidade, visto que no início eram meramente institucionais. Mas, evoluíram para se tornarem verdadeiros ambientes de governo eletrônico, prestando serviço essencial ao cidadão que não pode ficar indisponível, não pode sofrer interrupção, muito menos vazamento de dados.
Apesar de estar em vigor o Decreto 3505/2000, uma pesquisa feita pelo Tribunal de Contas da União em 2010 mostrou que a maioria das instituições públicas ainda não possui política de segurança da informação implementada, com campanha de conscientização realizada. Há a nítida impressão de que isso ainda não ocorreu, passados mais de 10 anos, visto que aumentar o nível de monitoramento nos ambientes da administração pública pode vir a revelar condutas indevidas do próprio gestor público, e que ficariam então mais expostas, além da dificuldade de dar continuidade neste tipo de tema que exige um trabalho permanente e não se encerra com um mandato.
Muitos países já têm discutido sobre qual o limite que distingue a prática de um Crime Eletrônico comum e quando o mesmo se torna um ato de Cyberterrorismo ou mesmo de Guerra Cibernética, visto que o ataque intencional a site de governo com objetivo de retirar do ar e furtar dados é considerado de altíssima gravidade. No Brasil foi criado um Núcleo de Defesa Cibernética, a cargo do Exército e do Ministério da Defesa, conforme portarias 666 e 667 de 2010, mas o trabalho ainda está no início, deveria ser acelerado. Vivemos o 5º. poder, que está nas mãos de quem domina tecnologia e internet. O Governo Brasileiro tem que ter política para tratar risco digital especificamente. Hoje, cada Órgão trata do seu jeito.
No tocante ao aspecto de direito internacional digital, a Lei 10.744/2003, trata em seu artigo 2º de que é responsabilidade da União tratar sobre atentados terroristas e atos de guerra, e pela leitura seria possível enquadrar a conduta tanto no § 3o “entende-se por atos de guerra qualquer guerra, invasão, atos inimigos estrangeiros, hostilidades com ou sem guerra declarada, guerra civil, rebelião, revolução, insurreição, lei marcial, poder militar ou usurpado ou tentativas para usurpação do poder” como no § 4o “entende-se por ato terrorista qualquer ato de uma ou mais pessoas, sendo ou não agentes de um poder soberano, com fins políticos ou terroristas, seja a perda ou dano dele resultante acidental ou intencional”. O próprio Pentágono declarou que ataque cibernético será considerado ato de guerra.
O que pode ser feito, em caráter emergencial, para melhorar o nível de proteção do ente público e também dos dados dos cidadãos brasileiros, que devem ser cuidados pelo mesmo são: revisar nível de segurança da informação dos sites de governo, melhorando programação dos códigos fontes e criptografando bases de dados; implementar plano de contingência e continuidade e demais medidas para evitar interrupção; realizar monitoramento permanente do ambiente, podendo usar estratégia “honey pot” para pegar um ataque logo no início e identificar seu autor; criar policiamento online (não apenas a delegacia de crimes eletrônicos); aprovar leis que melhorem tipificação e guarda de provas, devem trazer os novos tipos de Crime Eletrônico, Cyberterrorismo e Guerra Cibernética, definir modelo de identidade digital obrigatório e prazo mínimo de guarda de dados de conexão e tráfego por provedores de internet, email, páginas de conteúdo, redes sociais; implementar campanha de conscientização de segurança da informação pública, voltada aos servidores e ao cidadão, orientando sobre proteção de senha, bloqueio de estação de trabalho, necessidade de desligar o equipamento quando não estiver sendo usado e de manter atualizados os softwares de antivírus. Inclusão digital com educação digital é fundamental para prevenção.

Para tucanos, limitar acesso a remédio contra o câncer é desumano


Médicos, os deputados Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) e César Colnago (PSDB-ES) classificaram de “absurdo” o Ministério da Saúde limitar acesso a remédio para tratamento de câncer. Reportagem do jornal “Folha de S. Paulo” desta sexta-feira (9) mostra que o ministério está limitando o número de pacientes com leucemia mieloide crônica que terão direito a drogas mais caras para tratar a doença. Os tucanos consideraram lamentável e desumano o governo federal agir dessa forma com quem precisa.
Na semana passada, o hemocentro da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) recebeu uma lista da pasta vetando, nominalmente, 14 pacientes de continuar recebendo a medicação. Um professor da universidade usou uma expressão muito adequada para esta maldade: “É uma ’lista de Schindler’ às avessas”.
O governo tem que rever sua posição porque é inadmissível admitir uma situação dessa, na avaliação de Colnago. “É um absurdo, pois o Sistema Único de Saúde (SUS) garante esse medicamento aos pacientes. O governo tem tantos gastos supérfluos com cargo comissionado, viagens, diárias, cartão corporativo, além dos desvios e na hora de ajudar quem precisa faz isso. É uma falta de responsabilidade social”, reprovou.
Gomes de Matos, por sua vez, lamentou o fato de o governo petista só falar em saúde quando o assunto é cobrar mais imposto do cidadão. “O que é preciso é acabar com o gasto irresponsável e dar acesso à saúde. É triste vermos vários pacientes chegarem até a falecer, por precisarem do uso contínuo do remédio e não terem. Às vezes um paciente precisa entrar na justiça para poder ter o direito ao medicamento”, lamentou.

Vídeo: Um bom motivo para inovar

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Vídeo: Um bom motivo para começar como serviço

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Vídeo: Um olho no padre e outro no fluxo de caixa

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Para ter ideias inovadoras, saiba onde você está se metendo

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Video Edenred Engaging Families in the Workplace - The Challenges

Some of the issues explored include:
What changes will occur if men start taking additional paternity leave (APL)?
Is looking after families really the job of the workplace?
What are the major challenges as we go forward to 2012?
Can flexible working really work?

The webinar, was hosted by a panel of experts specialising in areas such as employment law, diversity, childcare and recruitment. They are as follows:
• Fiona Arnold -- Partner, F1 Recruitment
• Zainab Kemsley -- CR and Diversity Manager, Simmons & Simmons
• Sarah Churchman -- Head of Diversity, PriceWaterhouseCoopers
• Laura Czapiewski -- Product Manager-Childcare Vouchers, Edenred
• Ruth Renton -- Employment law specialist, Renton Associates
• Veronica King -- Campaigns Manager, Daycare Trust

Formula Truck MELHORES MOMENTOS, BUENOS AIRES 2011

Confira os melhores lances da etapa final do Campeonato Sul-Americano de Fórmula Truck realizada em Buenos Aires na Argentina.