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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Já chega! A geração Y nunca existiu

Já chega! A geração Y nunca existiu

Profissionais da geração Y ganham menos do que os baby-boomers

Profissionais da geração Y ganham menos do que os baby-boomers

XBox produzido em Manaus chega às lojas

Última atualização em 2/10/2011, às 16h34
Brasília
A Zona Franca de Manaus vai começar a produzir 17 mil consoles de videogame por semana. O produto, para mercado interno, faz parte da plataforma para jogos eletrônicos Xbox 360 da companhia norte-americana Microsoft e será montado no Brasil pela fábrica chinesa de produtos eletrônicos Flextronics. O anúncio oficial foi feito no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A produção do console Xbox 360 no Brasil deve reduzir em 40% o preço para o consumidor final. O produto já montado no Brasil começa a chegar ao mercado no dia 5 de outubro.
Para o governo, a produção do console em território brasileiro é resultado das políticas adotadas para atrair fabricantes de tecnologia da informação (TI), como os incentivos fiscais para a instalação de fábricas de computadores em forma de prancheta (tablets). O console deverá cumprir o mesmo processo de nacionalização previsto para os tablets, disse à Agência Brasil o secretário de Política de Informática, Virgílio Almeida.
O governo tem utilizado a isenção de impostos (por meio da Lei do Bem, da Lei de Informática e do Programa Brasil Maior) para o desenvolvimento de sistemas de informática no Brasil e acenado com outros incentivos para a instalação de fábricas de circuito integrado, displays e outros componentes de microeletrônica.
Até o final do ano, o Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada, empresa estatal ligada ao ministério, deverá começar a produzir, na fábrica em Porto Alegre, chips dedicados (circuitos integrados de aplicação específica) para rastreamento de boi.
"Nós devemos buscar as indústrias portadoras do futuro", disse Virgílio Almeida, durante o anúncio da fábrica de games. Segundo ele, o país tem interesse em receber investimentos, como o da indústria de jogos eletrônicos, uma vez que eles geram empregos qualificados e atraem força de trabalho jovem. "É um setor simbólico no sentido de inovações e oportunidades."
Segundo o secretário, o governo e a Microsoft preparam uma parceria para desenvolver o "ecossistema de TI": aumentar a formação de recursos humanos para a criação de softwares, design gráfico e tecnologias de interação e interface eletrônica. A parceria poderá incrementar o programa Ciência sem Fronteiras e levar estudantes brasileiros das áreas de exatas a centros de tecnologia da empresa no exterior.
Além da parceria com a Microsoft e a Flextronics, o governo já anunciou a instalação, no Brasil, do novo centro de pesquisa global da companhia General Eletric e o funcionamento do centro de pesquisa da empresa IBM, ambas de capital norte-americano.
Na opinião do secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antônio Elias, a ambiência de negócios no Brasil e o mercado interno pesam na decisão das empresas estrangeiras de se instalarem no país.
O déficit da balança comercial para os produtos de TI e de telecomunicações no ano passado foi de cerca de US$ 19 bilhões. O investimento em pesquisa e desenvolvimento no setor no Brasil é de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) - dados de 2005. Ranking global divulgado hoje aponta o Brasil em 39º lugar em competitividade em TI.
Brasil sobe no ranking de competitividade no setor de TI
Os avanços nas áreas do capital humano, da infraestrutura de tecnologia da informação (TI) e do ambiente jurídico ajudaram o Brasil a subir uma posição e atingir a 39ª colocação no Índice de Competitividade do Setor de TI. O levantamento foi divulgado na semana pasada pela Economist Intelligence Unit e pela Business Software Alliance.
O estudo engloba 66 países e visa a comparar a competitividade no setor de tecnologia da informação. Seis fatores foram avaliados: ambiente de negócios; infraestrutura de TI; capital humano; ambiente de pesquisa e desenvolvimento; ambiente jurídico e suporte ao desenvolvimento do setor.
A pesquisa começou a ser realizada anualmente em 2007. Desde então, o Brasil conseguiu subir quatro posições, saindo de 31 para 39,5 pontos. Com a nova colocação, entre os países do Brics, o Brasil se aproxima da Índia (34ª) e da China (38ª), e supera a Rússia, que está na 46ª posição. e a África do Sul (47ª). "Como os mercados atingíveis de tecnologia sofisticada são limitados nos países do grupo Brics, suas empresas de TI lutam para atrair consumidores nas economias desenvolvidas", aponta o estudo. Entre os países da América Latina, o Brasil fica atrás apenas do Chile, que está na 32ª posição. No entanto, está à frente da Argentina (45ª), da Colômbia (49ª), do Peru (55ª), da Venezuela (58ª) e do Equador (59ª).
Segundo o diretor da Business Software Alliance no Brasil, Frank Caramuru, o entendimento da necessidade de mudanças pelo governo federal no setor de TI é fundamental para a continuidade do progresso. "O Brasil está no caminho certo ao disponibilizar mais acesso de banda larga à população. Mas o destaque é o marco civil da internet sinalizado pelo governo, que demonstra a preocupação com a inovação", disse.
Na avaliação de Caramuru, o progresso é válido, mas ainda há margem para melhorias que devem priorizar a qualificação de profissionais. Apesar do aumento no número de formandos no ensino superior nas áreas de ciências e engenharia, a pontuação na qualidade de habilidades tecnológicas ficou inalterada e, segundo ele, "há temores de uma futura escassez de profissionais qualificados" para atender à demanda.
"Pode melhorar mais, há bastante espaço para isso. O conhecimento dos nossos profissionais é menor quando comparado ao de [profissionais de] outros países. Chegam ao mercado de trabalho despreparados. É preciso mais investimento durante o ensino e também maior participação da iniciativa privada para melhorar esse quadro", avaliou.
O estudo também destacou que o "suporte do governo para o desenvolvimento do setor continua firme e razoavelmente equilibrado" e "que medidas como as novas barreiras à importação anunciadas pelo governo em 2011 aumentarão as preferências por compras locais na aquisição de TI pelo público".


Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/1,46965,XBox-produzido-em-Manaus-chega-as-lojas.html#ixzz1ZluBW4fl

Videochat com Philip Kotler - Parte 4

Videochat com Philip Kotler - Parte 3

Videochat com Philip Kotler - Parte 2

Videochat com Philip Kotler - Parte 1

Nesta entrevista exclusiva, Philip Kotler fala sobre o marketing 3.0, respondendo perguntas enviadas pelos internautas. Ele reforça que a mídia social tem papel importante na nova forma de se fazer marketing.

Video A origem das marcas. Branding no Jô Soares.

O especialista em marcas e consultor em branding, José Roberto Martins, fala sobre a origem de diversas marcas e nomes de produtos, no programa do Jô.

ABECS:pesquisa 2011 sobre mercado de meios eletrônicos de pagamento


A ABECS - Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços divulgou os resultados da edição 2011 de sua pesquisa anual “Mercado de Meios Eletrônicos de Pagamento”, realizada pelo Instituto de Pesquisas Datafolha junto a dois públicos: os estabelecimentos comerciais (EC’s) e a população. Em relação aos EC’s., a pesquisa foi pessoal, entre 28 de junho e 3 de agosto de 2011, e considerou uma amostra de 1.927 estabelecimentos em todas as regiões do Pais. Os principais destaques  são:

·          Entre os meios de pagamento aceitos pelos EC’s, 100% aceitam os cartões de dábeito (99% em 2010) e 98% aceitam os cartões de crédito (97% em 2010);
·          Os cartões de lojas vêm apresentando aceitação decrescente: 3% em 2009, 2% em 2010 e 1% neste ano;
·          A aceitação de cheques caiu de 51% em 2010 para 41% em 2011;
·          O débito automático em conta também vem caindo: 21% em 2010 e 17% em 2011.;
·          Os meios de pagamento preferidos pelos EC’s são: dinheiro = 73%; cartão de débito = 18% (15% em 2010); e cartão de crédito = 8% (7% em 2010);
·          Os meios eletrônicos respondem por 54% do faturamento dos EC’s (55% em 2010), sendo que a participação dos cartões de débito é de 18% e a dos de crédito 36%;
·          A maior queixa dos EC’s em relação aos cartões de débito é a elevada taxa cobrada pelo aluguel dos POS. Em relação aos cartões de crédito, os pontos fracos são o elevado aluguel dos POS, a elevada taxa para antecipação de recebíveis e a demora para receber.

Em relação à população, a pesquisa também foi pessoal, aplicada entre 15 de junho e 6 de julho deste ano em uma amostra de 2.032 pessoas de todas as regiões do País.  Os destaque s são:

·          Nos últimos três anos cresceu de 68% (em 2008) para 72,4% (em 2011) a taxa de posse de cartões entre a população. Nas 11 capitais pesquisadas, aproximadamente 18,5 milhões de pessoas possuíam cartões;
·          Entre 2010 e 2010, a posse de meios de pagamentos eletrônicos aumentou de 83% para 88% nas classes A/B, aumentou de 67% para 68% na classe C e caiu de 41% para 34% na classe D;
·          A posse de cartões de débito aumentou de 56% em 2010, para 60% em 2011, e a de cartões de crédito aumentou de 50% em 2010, para 53% em 2011;
·          A utilização de meios de pagamento eletrônicos para compras empatou em 68% (o percentual mais elevado) em três setores: roupas, calçados e jóias; bens duráveis para casa; e estadas em hotéis, pousadas e similares;
·          Em segundo lugar, com 64%, a maior utilização desses meios é para a compra de passagens aéreas (44% com cartões de crédito e o resto com cartões de débito);
·          A utilização de cartões de crédito para pagamentos pela internet aumentou de 9% em 2010, para 15% em 2011. Porém 43% ainda sentem que não é seguro utilizar esse meio de pagamento pela internet;
·          O número de clientes que deixou de pagar o valor integral da fatura do cartão de crédito caiu de 49% em 2008, para 40% em 2010 e para 36% em 2011;
·          O ponto fraco alegado pelos portadores de cartões de débito foi a segurança: risco de clonagem e roubo. Pelos portadores de cartões de crédito: os juros elevados (taxas, anuidade, tarifas) e o medo de perder o controle dos gastos.

Quem tiver interesse em acessar o estudo completo (arquivo pdf com 36 páginas), basta clicar aqui.

Video Marketing - Branding e Posicionamento de Marca

Vídeo criado para a Disciplina Marketing I, ministrada pelo Professor Admir Borges, na Universidade Fumec - Ano 2011

Video HSM Envolvimento dos colaboradores é fundamental para o branding

Jaime Troiano, presidente do Grupo Troiano de Branding, explica o conceito de branding e ressalta a importância dele estar enraizado em todas as esferas da empresa, destacando a importância da participação de todas as áreas e colaboradores de uma companhia.

Video HSM Novos negócios partem de um branding fortalecido

Para avançar e ampliar produtos, por exemplo, uma marca precisa estar com seu branding estabelicido e saber medir os resultados. Ser lembrando e reconhecido pelos consumidores também é um dos pontos que levam sua marca ao crescimento.

Video HSM Propósito e felicidade

O propósito de uma empresa é mais do que vender produtos ou desenpenhar funções. Faz parte da alma corporativa. Isso reflete diretamente na felicidade dos consumidores. De todos os tipos de consumidores. Quem explica é Jaime Troiano, presidente do Grupo Troiano de Branding.

Video Conquistar mercados através das redes sociais

A especialista em midias sociais Charlene Li fala sobre os passos para criar uma estratégia que utilize as novas tecnologias. Como dialogar com os clientes e inovar com a ajuda deles. A entrevista aconteceu durante o Fórum HSM Marketing & Customer Trends.

Video Cocriação com consumidores e novo modelo de negócio

professor, escritor e consultor Venkat Ramaswamy dá exemplos práticos da cocriação, fala do papel do líder nesse processo e explica as plataformas de engajamento. A entrevista foi feita pela jornalista Patricia Buneker.

Venda de carros comerciais cai 4,7% em setembro


As vendas de automóveis e comerciais leves novos no Brasil caiu 4,7% em setembro ante agosto, para 293.608 unidades, de acordo com uma fonte com acesso aos números. Se considerada a venda por dia útil, contudo, houve avanço na comparação mês a mês, com 13.981 em setembro contra 13.394 emplacamentos diários em agosto, disse a fonte à Reuters nesta segunda-feira, sob condição de anonimato.
Na comparação com setembro de 2010, quando foram comercializadas 291.434 unidades, segundo dado da associação das montadoras Anfavea, houve pequena alta de quase 1%. No acumulado de janeiro a setembro de 2011, as vendas de carros e comerciais leves chegou a quase 2,53 milhões de unidades, segundo a fonte, acima das 2,21 milhões de unidades nos nove primeiros meses do ano passado.
A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entidade que representa as concessionárias de veículos, divulga ainda nesta segunda-feira os dados de emplacamentos de setembro. Na quinta-feira, dia 6, a Anfavea divulgará dados de vendas, produção e exportações de veículos.

Harvard: O Brasil como potência emergente


Em recente evento no Centro David Rockefeller de Estudos Latino-Americanos na Universidade de Harvard em Boston, o diplomata Marcos Troyjo apresentou ao meio acadêmico e empresarial dos Estados Unidos as potencialidades e novos movimentos estratégicos do Brasil no mundo. O Blog Brasil no Mundo teve uma entrevista exclusiva com o diplomata que apresentou suas principais questões e visões estratégicas do Brasil como potência. Marcos Troyjo é diretor presidente do Centro de Diplomacia Empresarial e co-Diretor do BRICLab da Columbia University, pesquisar do Universidade Paris-Descartes (Sorbonne) e é autor de Nação Comerciante, Poder e Prosperidade no Século XXI.
1) Como os grandes países emergentes estão se preparando para a nova economia política global?A idéia de “BRICs” (conjunto de nações emergentes que congrega Brasil, Rússia Índia e China) como categoria válida para a análise do presente e futuro das relações internacionais é um “conceito-em-construção”. O sucesso de cada um desses países na economia política do século XXI resultará essencialmente de 4 perguntas que países candidatos a potência internacional têm de responder: (i) Qual é seu projeto nacional? (ii) Como perseguirá seus objetivos num mundo interdependente e conflituoso? (iii) Como está se preparando para a economia digital do conhecimento? e (iv) Que sacrifícios está disposto a fazer?
Os BRICs, se quiserem ademais atuar como grupo, em coesão que permita somar forças e assim influenciar em maior medida as relações internacionais, terão de tornar-se mais do que apenas nações que compartilham dimensões geográficas e estatísticas econômicas e sociais semelhantes – grande território, grande população, grande economia, grande potencial para desempenhar papéis construtivos ou fragmentários em suas regiões geopolíticas e na economia global, Será fundamental construir visões e ações articuladas na busca de seus interesses e acerca do entendimento de como o mundo deve funcionar. É também fundamental estabelecer instâncias regulares e formais que congreguem líderes empresariais, porta-vozes da sociedade civil e autoridades governamentais na formulação de agendas comuns.
2) Não se está colocando muita ênfase na coesão dos BRIC?Vale enfatizar que (ao menos até agora) os BRICs não são uma organização internacional. Não são, tampouco, um bloco econômico com modalidades de livre-comércio. Não são, muito menos, plataforma para construção de consensos quanto a itens da agenda internacional como direitos humanos, meio ambiente paz e segurança internacionais regras para o comércio internacional, atuação conjunto na ONU ou OMC, etc.
3) Quais parâmetros guiarão as escolhas dos BRICs?Os BRICs têm de saber o que querem para seus países, para suas elites, o que querem do mundo e para o mundo. Portanto, é preciso questionar se os BRICs têm um projeto de poder, um projeto de prosperidade e um projeto de prestígio.
4)       Qual deve ser o comparativo entre as motivações e capacidades de cada BRIC para o cenário internacional?A China deseja ser rica e daí poderosa. Ela seguramente tem um projeto de prosperidade em vigor já há mais de 30 anos. Isso contribui para o incremento de seu prestígio e poder. Sua performance no campo dos chamados “novos” itens da agenda internacional (diretos humanos, meio ambiente, etc.) é das mais sofríveis. A China continuará a ser a planta de manufatura industrial do mundo ainda por muitos anos. O investimento na China será motivado essencialmente pela criação de infra estrutura local voltada ao comércio em terceiros países.
Já a Índia deseja ser poderosa e daí ter prestígio. O diferencial competitivo tem vindo da baixa remuneração do fator trabalho (salários) em determinados setores (têxteis, outsourcing, tecnologias da Informação). Não possui nenhum projeto articulado de prosperidade. O investimento continuará a vir de empresas que desejam reduzir seus custos salariais e de produção mediante a “offshorização” de suas operações. O investimento será vigoroso em áreas de valor agregado como a indústria química, software e outros segmentos relacionados às TIs, mas em escala insuficiente para fazer um “boom” que perpasse toda sua estrutura socioeconômica de castas. Ademais, os mercados de capitais ainda são pouco significativos.
A Rússia,quer poder, prosperidade e prestígio, mas não sabe como chegar lá. Às vezes, ainda fala como se fosse uma superpotência. A população de cientistas é imensa. A Europeização da Rússia irá representar uma tensão entre conflito e cooperação com países de seu entorno que acabará por produzir efeitos positivos para a Moscou. No instante em que a economia européia estiver reequilibrada, o investimento da União Européia fluirá fortemente a Rússia, pois é a última fronteira da Europa. A credibilidade do mercado de capitais e das instituições é ainda bastante frágil e vai demorar anos para tornar-se sólida. O investimento doméstico e internacional estará focado principalmente em infraestrutura e indústrias de capital intensivo.

5)
 E o Brasil?
O Brasil se insere numa atmosfera de incerteza quanto à economia global. Tal cenário pode implicar significativa estiagem internacional de capitais. A dependência que hoje nosso perfil econômico externo mantém com a China é por demais arriscada. É com este ambiente externo que devemos dar sentido prático à continuada expansão da economia brasileira e o resgate da dívida social. Será preciso aliar esforços de governo e sociedade na construção de um projeto para os próximos 25 anos. Este projeto tem de conjugar aquilo que as empresas brasileiras vêm fazendo de melhor em termos de mercado global e uma visão estratégica de como devemos nos inserir na geoeconomia do século XXI.

6)
 Por que afirma que o Brasil precisa de um “business grade”? Há modelos de negócios brasileiros a seguir?Hoje, apesar da “neocrise” de 2011, ainda há uma espécie de “espiral de otimismo” que envolve o Brasil. Muitos mostram-se impressionados com a resiliência e criatividade de algumas empresas brasileiras.  O estudo da evolução dessas empresas (Alpargatas, Marcopolo, Embraer, Petrobras, Vale, Fogo de Chão, BOVESPA, Natura) ao longo dos últimos 15 anos nos faz concluir que, em graus e aplicações diferentes, podem ser identificadas 3 características que ajudam a mapear o DNA do sucesso dessas corporações.
A primeira dessas características é o que poderíamos chamar de “auto-destruição criativa”. São empresas que entenderam a dinâmica radical de aparecimento e transformação de tecnologias e de como isso afeta seu negócio. A Alpargatas deixou de ser uma empresa de calçados para tornar-se uma empresa de design & branding. Há 20 anos, as Havaianas eram produto para as classes D e E. Seu principal atrativo era “não deformar, não ter cheiro e não soltar as tiras”. Hoje, com design apurado e marketing de primeira linha, as Havaianas ostentam loja-conceito no bairro de Saint-Germain-des-Près, em Paris, e adornam os pés de Nicole Kidman ou Carla Bruni.A Petrobras está deixando de ser uma empresa de petróleo para tornar-se uma corporação de múltiplas fontes de energia, com presença importante em biocombustíveis e geradores eólicos e fotovoltaicos. A Vale não é mais apenas uma gigante da mineração, mas da logística, e assim por diante.
São empresas que também se tornaram verdadeiros “Hubs de Conhecimento”. Corporações que promovem maciços investimentos em educação empresarial e até mesmo universidades corporativas. Apostaram no pagamento de MBAs a seus executivos e em Mestrados e Doutorados para a ponta técnica e especializada. É comum também o envio de seus principais executivos e pessoal temático a mecas acadêmicas como INSEAD, IE, London Business School, Harvard, MIT.
Outro traço distintivo dessas campeãs brasileiras é o seu conservadorismo financeiro. Em meio à sedução de derivativos e IPOs intempestivos, trabalharam duro para tornar a operação em-si, e não milagrosas fontes externas, sua principal base de financiamento.
A última característica dessas empresas é que, sem abandonar o presente, já se encontram com olhos voltados para o futuro. E o amanhã para elas é movido por 3 condutores: internacionalização, capital humano e planejamento de longo prazo. Elas escolheram o caminho da internacionalização seja através do modelo de “empresa-comerciante” (turbinando exportações e importações) ou do modelo de “empresa-rede” (espraiando a rede de produção e distribuição por todo o mundo, sempre visando ao menor custo e máximo retorno). Utilizam seu valioso capital humano para moldar o futuro. A Petrobras hoje tem planos diretores que chegam até mesmo ao ano de 2030. Ou seja, já conquistamos o investment grade. Agora é partir para o business grade.
7) Para o Brasil, quais devem ser os pilares de uma nova competitividade externa?O papel a ser desempenhado pelo Estado é central. É dizer, o Governo é parte da solução e parte do problema. A opção pelo mercado interno por parte do Brasil tem sido cantada em prosa e verso como a grande responsável pela maneira quase incólume com que o País passou pela crise deflagrada em setembro de 2008. Isso leva alguns a concluírem que é um erro a internacionalização da economia brasileira. Que não importa a pequena ênfase que o Brasil confere à conquista de mercados externos. Ora, nada mais errado. A China também atravessou a crise de cabeça erguida, e ostenta 60% de seu PIB relacionado ao comércio exterior.
Muitos acreditam que a baixa participação do Brasil no comércio mundial (menos de 1% de tudo que se compra e vende no mundo) e do comércio exterior no Brasil (apenas cerca de 17% do PIB) é fruto do protecionismo dos países mais ricos. No entanto, há questões prévias, ainda mais importantes que o resultado dessas negociações. Por exemplo: o  Brasil quer fazer do comércio exterior sua principal via de inserção na economia global? Será que desejamos que o comércio exterior se torne nossa ferramenta privilegiada para a construção de poupança nacional e de recursos para investir? Temos portanto que substituir noções simplistas, como a idéia de que “o mercado mundial pode ser interessante para o Brasil se barreiras protecionistas forem eliminadas”, por questões como “qual nossa estratégia de promoção comercial mesmo num mundo protecionista?”
As lições da história econômica das últimas décadas ensinam claramente que aqueles países que buscaram a internacionalização tiveram mais êxito do que os atrelados dogmaticamente a seu mercado interno. Cabe ao Brasil aprender essa lição. Para esse objetivo, além das reformas trabalhista, previdenciária e tributária, há um “quarteto” de prioridades: (i) a facilitação da legislação interna para abertura de empresas de vocação exportadora; (ii) ênfase nos aspectos logísticos de projetos a serem contemplados pelas PPPs (parcerias público-privadas); (iii) formação de recursos humanos especializados, no âmbito do setor privado, para a promoção comercial no exterior e a atração de IEDs (investimentos estrangeiros diretos), e (iv) fortalecimento da presença das micro e pequenas empresa mediante consórcios exportadores. Eis os primeiros, e elementares, passos rumo a uma nova inserção externa.

8) Qual então sua visão prospectiva para o Brasil?
O Brasil ainda está em busca de um projeto articulado de poder ou prosperidade. Sua visão estratégica é mais geopolítica que geo-econômica.  Sua idéia de prestígio está entrelaçada principalmente com o fortalecimento da ONU e a construção de uma Comunidade Sul-Americana de Nações, bem como a cooperação Sul-Sul, mas com pouca margem para além das “boas intenções” e relações “equilibradas”. Tentativas levadas a cabo pelo Brasil de construir relações estratégicas, como a China ou a França, são unilaterais na maioria das vezes.
A nova posição do Brasil nas relações internacionais virá de êxitos em setores específicos (agroenergia, mineração, perfuração e extração de petróleo offshore, aviões, conglomerados bancários gigantes e os efeitos multiplicadores para a indústria de serviços do investimento em infraestrutura). E, em grande medida, pelo novo status de potência petrolífera viabilizado pelas descobertas do pré-sal. Eis a grande janela de oportunidade, associada à economia da criatividade, para fazer as reformas internas, subir o investimento em P&D para 2% do PIB e internacionalizarmos a marca ‘Brasil’. Assim, o País estaria inserido de forma definitiva no quadro das nações mais dinâmicas, prósperas e influentes do século XXI.
*Palestra co-patrocinada pelo David Rockfeller Center for Latin America Studies, Harvard-MIT Workshop on the Political Economy of Development in Brazil, e  Sustainability Science Program, Harvard Kennedy School-HKS

Planejamento de Marketing - como montar esse quebra cabeças

Planejamento de Marketing - como montar esse quebra cabeças

Video Social Media for Business- What Should I Talk About?

http://www.social-media-questions.com/what-should-i-talk-about-social-media/This video is all about how you can generate more new customers with social media. Avoid the mistake that most people make with social media.

Video Why do most companies fail with social media?

http://www.social-media-questions.com/why-do-most-companies-fail-with-social-... Most companies fail using social media for business. The biggest single reason why they fail is that people treat business social media like personal social media.

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