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sábado, 8 de outubro de 2011

Video FDC Longevidade e performance empresarial

Confira a opinião do Professor Carlos Arruda sobre longevidade e performance empresarial.

Ticket Car - Reduza os custos com mais controle


O cartão Ticket Car é mais um novo produto que faz parte do setor de Soluções Empresariais da AEMFLO e CDL-SJ que começa a ser disponibilizado para beneficiar as empresas associadas das entidades que possuem frota de veículos ou costumam utilizar automóvel para frequentes viagens. Com ele, é possível gerenciar as despesas dos automóveis de forma segura e eficaz, pois possui a tecnologia smart card (chip) que evita clonagem e permite eficiência no controle da frota tanto de carros, quanto caminhões, vans e motocicletas.

Por meio de relatórios disponibilizados na internet, é possível administrar as despesas por pessoa ou veículo; ver dados detalhados sobre a transação; bloquear aos fins de semana ou à noite e restringir dias e horários para o abastecimento. O Ticket Car é líder de mercado em gestão de despesas de veículos e atualmente conta com cerca de cinco mil clientes, 300 mil automóveis gerenciados e mais de dez mil estabelecimentos credenciados em todo Brasil, entre postos de combustíveis, mecânicas e auto elétricas.

Edenred - The Only Employee Benefits Provider In The UK To Achieve Hat Trick Of International Accreditations



Released on: October 06, 2011, 1:03 pm
Author: Edenred 
Industry: Human Resources
Edenred (Employee Benefits) is the first provider of employee benefits products and services to earn three top ISO accreditations. These are the ISO9001, ISO14001 and ISO27001 certifications. It was recently awarded the ISO/IEC 27001:2005, the international best practice framework, and is one of only 477 companies in the UK and 7346 worldwide to achieve this The certificate covers areas including; security policy, risk assessment, communications and operations management, access control, information systems acquisition, development and maintenance, business continuity management and compliance.

Andrew Watson, Information Security Manager at Edenred, commented:
“The security of our client information is critical to our future success and the ISO 27001 certification will play a crucial role in enhancing the trust and confidence in our services, people, processes and technology and deliver value to our customers and business partners.”
ENDS
Notes to editors:
Edenred in the UK
Edenred comprises Accor Services, Capital Incentives & Motivation and Motivano. It has 260 employees, 15,000 private and public sector clients, 750,000 users and 50,000 affiliates throughout the UK.
Edenred worldwide
Edenred is the world leader in providing solutions such as employee discountsflexible benefits and total reward statements that enhance well-being and improve the performance of people within organisations.
Operating in 40 countries, with 6,000 employees, nearly 500,000 private and public sector customers, 33 million users and 1.2 million affiliates, Edenred offers a wide range of products in two categories - Employee and Public Benefits and Performance Solutions. 
For further press information, including images and interview opportunities, contact:
Emma Ward
Edenred UK Press Office
Clareville Communications
Tel:             020 7736 4022      
Email: emmaward@clareville.co.uk

Aumento do IPI: ganhos ou perdas?


MARCOS MORITA


Após a decisão do governo em aumentar o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para automóveis importados, principalmente os das montadoras chinesas, fez com que surgissem fortes discussões em torno do mercado interno sobre a nova lei. Como professor de planejamento estratégico, o aumento na taxa do IPI foi um prato cheio para a análise competitiva do setor.

Algumas perguntas do tipo, de que maneira a medida afeta a cadeia de valor da indústria? Será que o discurso sobre proteção de empregos é consistente? Como ficarão os consumidores em termos de opções? As montadoras desistirão de se instalar no país ou isto é mais um estímulo? São questões interessantes, as quais podem ser analisadas com o modelo das cinco forças do guru Michael Porter. Comecemos por quem iniciou a briga, ou seja, os concorrentes.

Concorrentes: aqui podemos fazer uma divisão entre montadoras e importadoras. Não obstante algumas montadoras também importarem, o conflito de interesses é bastante claro. De um lado, empresas com linhas de montagem de fato instaladas, enquanto de outro as importadoras, as quais se beneficiaram do período de dólar baixo e alíquotas reduzidas de IPI. Bem representadas por sua associação e com forte lobby junto ao governo, venceram as primeiras, as quais representam 70% do mercado brasileiro.

Fornecedores: considerando as montadoras instaladas, a cadeia de valor da indústria automobilística é bastante longa e extensa. Em primeiro lugar os sistemistas, fornecedores diretos instalados próximos ou muitas vezes dentro da própria montadora. Estes por sua vez têm uma série de outros fornecedores e subfornecedores de peças para montarem seus sistemas. Sobre este prisma, manter a competitividade da indústria nacional irá poupar dezenas de milhares de empregos em toda a cadeia.

Barreiras de entrada: o imposto de importação tinha como destino certo dificultar a entrada de veículos importados ao Brasil. Com uma maior taxa, seus preços tornam-se menos competitivos, deixando a briga menos desleal sob o ponto de vista das empresas locais. Os afetados têm nome e sobrenome, composto pelas empresas chinesas com ofertas de baixo custo, uma vez que os importados de alto valor são menos sensíveis a preços.

Produtos substitutos: os veículos chineses estavam na verdade, atuando como produtos substitutos às marcas nacionais populares. Com os argumentos de vendas baseados em preços baixos mais o atraente pacote de benefícios, estavam começando a angariar uma parcela da população, haja vista o número crescente de emplacamentos, a fila de espera em alguns casos e os modelos cada vez mais comuns nas ruas. Continuar crescendo seria a tendência natural.

Clientes: creio que a maior incógnita nesta equação seja o cliente, o qual não foi em nenhum momento, consultado sobre o aumento do IPI para veículos importados. Acredito que muitos tenham até se surpreendido, principalmente aqueles que compraram ou estavam em negociação para adquiri-los. A montadora conseguirá honrar os preços praticados? As peças de reposição também sofrerão aumentos? São perguntas que ainda levarão algum tempo para ser respondidas.

Enfim, a indústria automobilística volta a ser dominada pelos grandes players como de costume. Em defesa, milhares de empregos, base instalada e altos investimentos, justificados através da análise de Porter. Aos consumidores, interessa saber se a guerra de preços e a oferta de itens adicionais, iniciada quando da chegada para valer dos chineses, irá permanecer. Só o tempo dirá se os preços aumentarão, ou se seremos obrigados a pagar até pelo espelho retrovisor do passageiro. Aguardemos os próximos capítulos.

MARCOS MORITA é mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.
professor@marcosmorita.com.br

Cartões de Crédito Abusam


No dia 1º de julho de 2010, passaram a valer novas regras para o mercado de cartões. O fim da exclusividade entre credenciadoras e operadoras permite que uma só máquina registre transações de diferentes bandeiras, medida que visa a fomentar a competitividade do setor. De acordo com pesquisa da Federação do Comércio do Rio, realizada em agosto deste ano, 74% dos estabelecimentos do comércio fluminense consultados identificaram alguma melhora em função desta medida.
A iniciativa, porém, é só um começo diante da necessidade urgente de regulação ampla para o mercado de cartões, em que se notam fortes indícios de práticas anticompetitivas. A pesquisa mostra que os efeitos do fim da exclusividade foram concentrados nos custos com o aluguel das máquinas.
O gasto mensal médio por máquina de débito ficou em R$ 70,19 em 2011, contra R$ 86,99 no ano anterior. Para as máquinas de cartões de crédito, os valores foram R$ 69,36 em 2011, e R$ 83,86 em 2010. As taxas de desconto não sofreram o mesmo efeito. As taxas médias cobradas foram de 2,85% nos cartões de débito, e de 3,9% nos de crédito. Em 2010, as taxas foram 2,77% e 4,03%, respectivamente.
Em casos extremos, as taxas chegam a 5% para cartões de débito e a 6%, no caso de cartões de crédito.
A pesquisa mostrou, também, que as taxa cobradas às empresas de menor porte são superiores às cobradas das médias e grandes. Micro e pequenas empresas do Estado do Rio pagam, em média, 2,89% sobre o valor da transação no cartão de débito (empresas médias e grandes pagam 2,68%).
Quanto às transações com cartões de crédito, micro e pequenas empresas pagam, em média, 3,97%, enquanto que as médias e grandes, 3,55%. Mas não são apenas os custos mais elevados que preocupam. O prazo de pagamento aos estabelecimentos comerciais também destoa muito do padrão mundial.
O Relatório do BC sobre a Indústria de Cartões de Pagamento mostra que o prazo médio para repasse do valor da compra para o estabelecimento gira em torno de 28 dias. Na Europa, este prazo é inferior a dois dias. Na Colômbia e no México, é de apenas um dia.
Vale lembrar que o mercado de cartões no Brasil é o terceiro maior do mundo em lucratividade, ficando atrás apenas de Estados Unidos e Canadá.
Nos últimos anos, a Fecomércio-RJ tem discutido a necessidade de uma regulamentação mais eficaz, sobretudo pelo crescimento contínuo da participação dos cartões de crédito e débito no sistema de pagamentos.
A popularização dos cartões é importante. Mas é preciso haver fiscalização e transparência nas relações entre as diferentes instâncias do mercado para garantir que as administradoras não utilizem a crescente demanda pelo pagamento eletrônico como pretexto para a cobrança de taxas abusivas. É essencial um esforço por mais competitividade no mercado de cartões.
A diferenciação de preços para pagamento em dinheiro, cheque ou cartão incentiva a transparência e estimula a competição: assim como o estabelecimento opta por pagar pelos serviços oferecidos pela administradora, o consumidor tem condições de avaliar os custos da utilização dos cartões.
O fim da exclusividade foi um passo inicial, mas ainda falta muito para se chegar próximo ao necessário equilíbrio. Precisamos de uma regulamentação que garanta concorrência, aperfeiçoamento da segurança e economia. Um mercado regulado, competitivo e seguro garante maior volume de transações e menores custos.
ORLANDO DINIZ é presidente da Federação do Comércio do Rio.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2011/10/07/cartoes-de-credito-abusam-925535134.asp#ixzz1aEg37V7w 
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Anderson Silva bate 'queridinho' Jon Jones e estampa capa de game do UFC - Vale Tudo - UOL Esporte

Anderson Silva bate 'queridinho' Jon Jones e estampa capa de game do UFC - Vale Tudo - UOL Esporte

Vendas e marketing tiveram salários 15% maiores, diz HAYS


As carreiras voltadas para área de vendas e marketing conseguiram elevar seus salários em até 15% no ano passado, segundo dados do Guia Salarial, realizado pela HAYS.
Os números são frutos de uma análise nos mercados de Brasil, Itália, Portugal e Espanha.
As carreiras na área de vendas mais beneficiadas pela alta foram coordenação e gerência de canais indiretos ou especializados.
No segmento marketing, os destaques ficaram com gerência de produtos e comunicação de marca.
Em São Paulo, as áreas de maiores ganhos foram os setores de commodities e agronegócio.
No Rio de Janeiro, o crescimento está focado em licenciamento de marcas, turismo e infraestrutura.

1984: o lançamento do Macintosh

ReproduçãoCena do comercial 1984, da Apple


1984: o lançamento do Macintosh

Exibido em 22 de janeiro de 1984, durante o intervalo da final do Super Bowl, o comercial que marcou o lançamento do Macintosh foi eleito o melhor filme já exibido nos 40 anos do campeonato.
Criado pela Chiat/Day de Los Angeles - hoje englobada pela TBWA - "1984" teve produção e direção de ninguém menos do que Ridley Scott, famoso por filmes como Alien (1979) e Blade Runner (1982). Com os toques de Scott, o filme ganhou ares nebulosos inspirados na obra 1984, de George Orwell. 
Em 2004, a Apple remasterizou o filme para incluir um iPod na cintura da atleta que destrói o telão do "Big Brother". 
"Não pudemos resistir", disse Steve Jobs, na exibição da nova versão do comercial, durante sua apresentação na abertura da Macworld Expo San Francisco, em janeiro de 2004.

Apenas 24% das empresas estão satisfeitas com mensuração do ROI, indica pesquisa Principal dificuldade apontada é tangibilizar o retorno e a ação mais complicada de mensurar são patrocínios


Divulgação/MundoMarketing
Homem com calculadora
Quanto às metodologias de cálculo, empresas brasileiras ainda se concentram nas mais tradicionais, como análises quantitativa e qualitativa por meio de modelos estatísticos relativamente simples
Parte das empresas brasileiras parece não ter encontrado a melhor forma de estimar o resultado dos investimentos emMarketing, indica pesquisa da Amcham feita com 42 gestores e profissionais da área em São Paulo. Apenas uma minoria de 24% dos entrevistados disse estar satisfeita com a metodologia em uso de mensuração do retorno de recursos aplicados.
A principal dificuldade encontrada no processo é tangibilizar os benefícios das ações realizadas, de acordo com 50% dos consultados. Em segundo lugar, vem a padronização de dados e informações de todos os departamentos envolvidos, com 26% das respostas e, por último, encontrar ferramentas tecnológicas que auxiliem na atividade, com 17%.
Para 43% das empresas, patrocínios e apoios institucionais são consideradas as ações mais complicadas de mensurar o retorno dos recursos aplicados. Em seguida vêm as medidas de publicidade e propaganda (29%), merchandising (12%), assessoria de imprensa (10%) e Marketing digital (5%).
As variáveis que as companhias usam hoje na mensuração dos resultados de Marketing são, principalmente, a análise do aumento das vendas (40%), dos lucros (19%), do reconhecimento da marca (19%) e da participação no mercado (12%).

Já em relação a metodologias de cálculo, as empresas brasileiras ainda se concentram nas mais tradicionais, como análises quantitativa e qualitativa por meio de modelos estatísticos relativamente simples, que obtiveram 38% das respostas.
A mensuração da taxa e do tempo de retorno do investimento analisando os ganhos totais da empresa obteve 31% e o Retorno sobre Objetivos, que tem como métrica o objetivo específico ao qual a ação está atrelada ao realizar o investimento, apareceu com 7%. Por último, está a análise de bottom line (5%), que se refere à comparação direta entre investimento e aumento das vendas.

Anfavea: veículos flex representam 81,6% das vendas


FERNANDA GUIMARÃES - Agencia Estado
SÃO PAULO - As vendas de automóveis e veículos comerciais leves modelo bicombustível (flex) somaram 239.598 unidades em setembro e representaram 81,6% do total comercializado na categoria no País. O resultado indica um recuo em relação ao desempenho de setembro de 2010, quando a fatia era de 86%, com 250.727 unidades. Os dados foram divulgados hoje pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
As vendas internas de máquinas agrícolas no atacado somaram 5.926 unidades em setembro, estáveis ante agosto e com uma queda de 2,5% frente a setembro de 2010, segundo a Anfavea. No ano, as vendas internas de máquinas agrícolas caíram 7,4% para 50.051 e, em 12 meses, houve recuo de 9,1% para 64,6 mil.
A produção de máquinas agrícolas caiu 11,4% em setembro ante agosto, para 6.962 unidades. Ante setembro de 2010, a queda é de 15,6%. No ano, foram produzidas 62.145 máquinas agrícolas, número 10,2% menor que o de igual intervalo de 2010.
As exportações de máquinas agrícolas, em valores, totalizaram US$ 270,556 milhões em setembro, uma alta de 1,2% frente a agosto e um crescimento de 16% quando comparadas com setembro de 2010. No acumulado do ano, houve crescimento 46,3 % para US$ 2,306 bilhões nas vendas externas de máquinas agrícolas. 

Video Capoeira: Este deve ser parente do Besouro.

Video YouTube Turns Five!

A quick overview of the history and highlights surrounding YouTube's first five years.

Neste Domingo as 13:00 a Equipe Ticket Car, estréia com o seu Truck Ticket Frete