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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Três questões pré-plano de negócios

Três questões pré-plano de negócios
Posted: 19 Oct 2011 12:33 PM PDT


Muitos empreendedores utilizam o plano de negócios como baliza para começar uma empresa. No entanto, para desenvolver esse planejamento, é preciso partir de algumas perguntas (e respostas) vitais. Você pretende trabalhar com que tamanho de equipe? De onde virá o dinheiro para lançar o empreendimento? No site da Entrepreneur, o colunista Tim Berry, dono da Palo Alto Software, que produz ferramentas para planos de negócios, listou três perguntas que devem ser feitas antes de você desenvolver o documento.

Confira as dicas e conte para a gente: como você fez o seu plano de negócios? Em que ele foi baseado?

1. O que é sucesso para você? A maioria das pessoas presume que o sucesso nos negócios é medido em crescimento ou em lucratividade – ou em dinheiro no caixa, no mínimo. Mas, se você presta atenção, há empreendedores que dimensionam o sucesso por outros fatores. Pode ser, por exemplo, a liberdade de fazer seus horários e buscar os filhos na escola. Ou pode ser a oportunidade de fazer algo que você sempre almejou, mas não pode realizar.

2. Você vai tocar o negócio sozinho ou com uma equipe? Alguns empreendedores preferem tomar as decisões sozinhos – e ganhar ou perder sozinhos. Outros só se imaginam cercado de pessoas, com quem possam dividir as preocupações e as experiências. É claro que o tipo de negócio é determinante para isso. Uma indústria não vai começar com uma equipe pequena, e uma empresa de aulas particulares não terá um time gigante.

Por outro lado, alguns negócios podem facilmente começar só com o empreendedor, mas terão mais apelo para investidores se contarem com uma equipe atraente.

3. Investimento externo ou bootstrapping? Assim como na segunda questão, a natureza do negócio também define esse fator. Se você não tiver experiência como empreendedor, um mercado promissor, potencial de escala e mercado de saída, então um investidor externo (como um anjo ou venture capital) provavelmente não será possível. E algumas ideias não saem do papel sem um grande investimento.

O bootstrapping significa fazer tudo sozinho e ser o dono sozinho. Às vezes, emprestar dinheiro é necessário, mas a quantia tem de ser paga, e o credor não faz parte da sociedade. Mas um negócio pode ter início com bootstrapping e, depois, atrair investimento de anjos, por exemplo.

E é claro que não é porque seu negócio pode ter um investidor que ele deve realmente ter um. Eles se tornam sócios, e isso pode significar a perda de liberdade na tomada de decisões

Não seja um chefe perdido

Não seja um chefe perdido
Posted: 21 Oct 2011 01:35 PM PDT


Estar à frente de uma empresa e liderar uma grande equipe é o sonho de muitos profissionais. Mas, na correria do dia a dia e na busca por resultados sempre melhores, um chefe pode ficar por fora do que acontece com as pessoas à sua volta.

No pior dos cenários, a falta de comunicação e outros sinais de má gestão podem levar até à quebra da empresa. Em um cenário mais corriqueiro, no entanto, podem simplesmente significar que sua imagem vai mal entre os colegas, e você nem sabe.


O consultor John Baldoni, um dos maiores especialistas em liderança e governança, escreveu recentemente um artigo indicando os três grandes pilares que um bom líder deve seguir para encontrar a medida certa do autoconhecimento e, com ele, da autocrítica. E por bom chefe entende-se não apenas um empresário que estará mais bem preparado para tocar o negócio, mas também que não esteja fazendo papel de bobo.

O texto foi publicado no BNET, site de negócios da rede norte-americana CBS. Veja o que ele diz:

Entenda o que está em jogo. Comunicação é fundamental. Os bons líderes devem entender que abrir o diálogo não é apenas uma forma de colher elogios, mas uma importante ferramenta para definir as direções e ajudar as pessoas a segui-las.

Mude a abordagem. Olhe para os outros menos de cima para baixo e mais de igual para igual. Isso significa trocar a forma centralizadora de administrar – coisa que acontece despercebidamente, muitas vezes – por uma política que dê mais liberdade aos funcionários para que pensem por conta própria. De quebra, o gestor conseguirá ainda ganhar o tempo que perde em supervisão para aplicar nas questões estratégicas do negócio.

Feedbacks, mesmo que ruins. Coisa que, nos Estados Unidos, já até ganhou um novo termo, com uma cara mais positiva: o “feedforward”. Ou seja, o feedback colhido para construir coisas melhores à frente. A dica de Baldoni é que o empresário peça constantemente a opinião dos funcionários sobre suas ações e seu desempenho. Isso pode ser acordado, por exemplo, com uma ou duas pessoas da empresa para que observem seus passos e façam comentários constantes sobre como estão indo – para o bem ou para o mal. “Autoconhecimento demanda disciplina e uma vida inteira de prática”, resume o especialista.

Quatro erros financeiros comuns em startups

Quatro erros financeiros comuns em startups
Posted: 20 Oct 2011 01:40 PM PDT


Dar o pontapé inicial para começar um negócio não é tarefa fácil. Mas não é impossível. Nos primeiros anos de uma empresa, o empreendedor precisa captar e fidelizar clientes, ganhar espaço no mercado e superar dificuldades de gestão. Tudo isso pode ser feito de maneira distinta e de acordo com as estratégias de cada empresário, mas o que todos precisam é saber como administrar o dinheiro investido para fazer com que os projetos deem certo e o melhor: lucro. Para que você tenha sucesso nessa empreitada, a Entrepreneur preparou uma lista com quatro dicas sobre os erros financeiros mais comuns cometidos por startups.

1. Custos iniciais
Um dos equívocos mais comuns cometidos por empresários é subestimar a quantidade de dinheiro necessária para fazer com que uma ideia dê resultados positivos. O pagamento de investidores ou mesmo do salário dos fundadores da marca são raramente estimados com precisão. Na maioria das vezes, empresários calculam apenas o montante necessário para colocar a ideia em prática e esquecem-se dos custos com mão de obra.

2. Gastos com marketing
As estratégias de marketing e publicidade são fundamentais para que potenciais investidores e clientes saibam que determinada empresa existe. É comum a diversos empreendedores separar uma verba pequena do seu investimento para esse tipo de ação. Para que um negócio dê certo, é preciso calcular corretamente quanto será gasto com publicidade e e-mail marketing, por exemplo, e verificar previamente se essas atividades de promoção poderão trazer o retorno esperado. Cada região e estado se comportam de maneiras distintas para esse quesito. Para não errar, é preciso fazer testes e analisar o mercado.

3. Despesas fiscais
Impostos existem e, claro, devem ser pagos corretamente pelo empreendedor. É importante procurar contadores e consultores para descobrir o melhor regime tributário para o negócio. Isso ajudará a reduzir esse tipo de gasto.

4. Gostos desnecessários
Investir na construção do melhor espaço de trabalho e na obtenção dos melhores equipamentos é o desejo de muitos, mas, no começo de um negócio, é preciso esquecer ideias luxuosas e se concentrar na rentabilidade dos produtos desenvolvidos pela empresa.

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