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sábado, 26 de novembro de 2011

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Quatro passos para transformar problemas em inovação

Quatro passos para transformar problemas em inovação
Posted: 22 Nov 2011 07:30 AM PST


A melhor maneira de inovar é treinar seus funcionários para caçar problemas – e ter um método para resolvê-los, é claro. Para isso, basta identificar quatro habilidades essenciais dos funcionários e dividir a tarefa entre quem é mais capaz de conduzir cada etapa.

Essa é a base da estatégia de criatividade aplicada, criada pelo consultor canadense Min Basadur, especialista em psicologia organizacional. Ele já testou sua teoria em empresas como Procter & Gamble, Pepsico e Pfizer. “Problemas são os ovos dourados de uma empresa, e jamais devem ser vistos sob um aspecto negativo”, afirma.

Basadur esteve no Brasil para ministrar o curso “Criatividade para a Inovação - Um Novo Processo”, na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), nos dias 21 e 22/11. Por telefone, ele conversou com o Papo de Empreendedor e explicou como uma empresa pode montar um time capaz de transformar problemas em boas oportunidades de negócios.


Para o especialista, o primeiro passo de um gestor é detectar na equipe quem tem cada uma destas habilidades:

1) Gerador: profissional com sensibilidade para detectar problemas e oportunidades;

2) Conceituador: criativo, pensa em diversas alternativas para resolver problemas;

3) Otimizador: é quem cria opções para colocar a ideia em prática com sucesso;

4) Implementador: põe a mão na massa e tem boa aceitação entre colegas para implantar mudanças.

Quando as habilidades de cada um forem identificadas, é hora de partir para a ação. Confira, a seguir, as táticas ensinadas por Basadur.

Como funciona o processo de criatividade aplicada?

Inovar é resolver problemas complexos, e esse processo começa quando a empresa é proativa e identifica o que o consumidor não consegue resolver. Mas o cliente não é a única fonte de pesquisa. Podem-se descobrir problemas em qualquer lugar: conversando com pessoas, lendo o jornal, abrindo os olhos para o mundo.

Quem está aberto ao ambiente fica sensível a problemas e oportunidades. Esse é o perfil que chamo de gerador – aquele que sempre procura problemas que viram oportunidades. A segunda fase é a de conceitualização, onde outros profissionais pegam essas oportunidades e a transformam em um problema bem definido e compreensível.

Na terceira fase, a de otimização, a equipe obtém uma solução, uma ideia. Já a quarta fase é a de implantação. Empresas inovadoras são as que incentivam continuamente os funcionários a completar essas quatro etapas.

É errado perguntar ao cliente o que ele quer?

É uma pesquisa pouco produtiva. Se perguntar ao cliente o que ele quer, ele vai dar uma solução, e isso qualquer um pode fazer. O diferencial é identificar os problemas dos quais ele nem tem consciência ainda.

Por isso é preciso trabalhar com os consumidores para saber o que está faltando e inovar no modo de encontrar problemas, e não soluções. É encontrar o que está oculto e que o cliente não consegue articular, a menos que você o ajude a descobrir, fazendo perguntas como “o que te impede de fazer isso?”.

Como construir uma boa equipe para resolver problemas?

Um bom gestor é alguém que sabe engajar pessoas com esses diferentes estilos (gerador, conceituador, otimizador e implantador). Primeiro, precisa descobrir quais são dominantes em cada funcionário, para fazer uma mistura equilibrada.

Observando o comportamento deles, o gestor sabe quem gosta de identificar oportunidades, quem gosta de resolver questões e quem põe a mão na massa. Não é difícil, mas requer treino. Só é preciso gostar do processo, e não tratar problemas como negativos, mas como oportunidades.

Todos os funcionários devem ser resolvedores de problemas?

Sim, todo mundo. É melhor não deixar a responsabilidade para um departamento, pois não dá para mudar uma área sem mudar as outras, pois elas vão resistir. A direção deve, então, identificar problemas estratégicos e formar times interdepartamentais, pois resolver problemas complexos requer colaboração.

E todos devem estar empolgados com o motivo pelo qual a empresa quer inovar. Seus funcionários nunca devem se acomodar na satisfação com o cargo e com os produtos: têm de descobrir sempre bons problemas para resolver. Encorajar o funcionário a descobrir problemas e a desenvolver e implantar soluções é muito motivador, pois estimula a criatividade.

Mas nem todo empresário gosta de compartilhar suas ideias…

Empreendedores temem compartilhar suas ideias porque têm medo de que alguém possa roubá-las. Mas, se ele for um puro gerador, só conseguirá inovar parcialmente, então vai precisar de pessoas com habilidades complementares para ajudá-lo. Muitos não percebem que apenas ter uma ideia não basta: é preciso envolver outras pessoas para cumprir os quatro estágios e inovar.

Qual é a importância do crowdsourcing para encontrar soluções?

Há 10 ou 20 anos, uma empresa levava meses para levantar informações que hoje se obtêm em segundos pela internet. Se você não usar a rede, seu concorrente vai usar. Mas é preciso ser seletivo com essa rede e estar preparado tanto para compartilhar o crédito como para agir rapidamente para se proteger. Ter um bom advogado de propriedade intelectual ajuda bastante.

Ache colegas que têm estilos diferentes do seu e que possam ser úteis. Quando tenho uma ideia, como gerador, logo compartilho com um amigo que é um ótimo otimizador. Ele rapidamente a transforma em um plano prático, daí avançamos. Dependemos um do outro, e isso é bom. Sem confiança, você fica para trás.

Gestão de Frotas - uma decisão inteligente

Sempre quando o assunto é "frota de veículos", inicialmente vem a nossa mente: um pátio cheio de veículos a espera de seus condutores.

Realmente essa é a primeira imagem que temos, mas o número de processos que ocorrem para que esses veículos estejam ali prontinhos, vai muito além da nossa imaginação.

Uma frota começa a partir da compra do primeiro veículo. Daí, será necessário a regularização dos documentos para que esse veículo possa transitar livremente pelas ruas. Essa documentação abrange, tanto a certidão de nascimento do veículo (CRLV - Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo) quanto a autorização para se transitar nas vias públicas (IPVA - Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

Você poderá optar em providenciar essa documentação por si próprio ou contratar uma empresa (Despachante) para que ela possa te representar diante do DETRAN, orgão público responsável pela liberação desses documentos.

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Com o veículo regularizado, você deverá manter o controle das revisões e manutenções, sejam elas preventivas ou corretivas. Esse é um ponto de extrema importância, pois se você quer evitar o desgaste prematuro de peças, garantir a segurança do seu funcionário e principalmente, ter uma maior economia no consumo de gasolina e na troca de peças, você deve dar muita atenção às manutenções.

Um outro processo que envolve uma frota de veículos, é o controle da Inspeção Ambiental. Hoje em dia, está crescendo a preocupação com relação aos fatores que prejudicam o meio ambiente. As empresas estão investindo cada vez mais para diminuirem os poluentes que prejudicam a saúde.

Com o aumento da frota de veículos em todo o Brasil, o monóxido de carbono liberado na atmosfera pelos veículos, aumentou consideravelmente. Por esse motivo, algumas cidades já adotaram como tarefa obrigatória, a chamada Inspeção Ambiental para todos os veículos em circulação. Se na sua cidade ainda não é obrigatório essa inspeção (anual), brevemente isso poderá ocorrer, pois a cada dia, mais cidades estão aderindo a esse procedimento.

Resumindo, para se ter o controle de todos esses processos, tem que existir uma boa gestão da frota. Se para um veículo, você deve ter muita atenção a esses detalhes, imagine uma frota de 50, 100, 500 ou mais de 1000 veículos?

JSL compra Rodoviário Schio por R$ 250,3 milhões de olho em ganho de margens

JSL compra Rodoviário Schio por R$ 250,3 milhões de olho em ganho de margens

22 de novembro de 2011 • 09h35
Por: Graziele Oliveira



SÃO PAULO – A JSL (JSLG3), antiga Júlio Simões Logística, comunicou nesta terça-feira (22) a aquisição, por R$ 250,3 milhões, de 100% da Rodoviário Schio.

O montante corresponde ao valor atribuído à Schio é de R$ 405 milhões, no entanto, a dívida líquida e ajustes da companhia somam R$ 154,7 milhões. De acordo com nota, será retido do valor da operação, até 2 de janeiro de 2017, o montante de R$ 65 milhões, que deverá ser corrigido por 100% do CDI (Certificados de Depósito Interbancário), para garantir o pagamento de eventuais passivos e contingências da Schio com fatos geradores anteriores à data de fechamento.

Para financiar esta operação, a JSL contratou um financiamento bancário no montante de R$ 300 milhões, com prazo final para pagamento de oito anos, sendo os cinco primeiros anos de carência.

O valor líquido da operação será pago aos atuais acionistas da Schio em duas etapas, pela compra de ações e pela incorporação da Schio pela companhia. As ações de emissão da Schio serão substituídas por novas ações a serem emitidas pela JSL.

Motivos para a compra
Segundo a JSL, a aquisição da Schio permitirá à companhia ganho de escala, com aumento de sua plataforma de serviços logísticos, introduzindo-a no mercado de alimentos e produtos de temperatura controlada, ampliando sua atuação na América do Sul.

Lembrando que a Schio atua nos segmentos de alimentos e bebidas, higiene, limpeza, entre outros e conta com frota de mais de 1.400 ativos operacionais próprios (entre caminhões, cavalos mecânicos e carretas), além de mais de 2.300 veículos de terceiros e operações em 10 centros de distribuição.

Em 2010, a empresa, que tem operações no Brasil, Argentina, Uruguai, Venezuela e Chile, apresentou receita líquida de R$ 327,4 milhões e Ebitda (geração operacional de caixa) de R$ 68,5 milhões.

Medo o maior inimigo do sucesso!

Como eu faço para lidar com o medo
Posted: 24 Nov 2011 05:29 AM PST
Vou contar um segredo para vocês. Eu tenho medo.

Medo da Empreendemia não dar certo. Medo do Bahia cair pra série B. Medo da minha vida profissional atrapalhar minha vida pessoal e, principalmente, medo de você não ler esse artigo até o fim porque eu fiquei repetindo que tenho medo.

Porém, isso não me impede de trabalhar diariamente pra Empreendemia dar certo, torcer pelo glorioso Bahia, dar um jeito de conciliar o profissional com o pessoal e, principalmente, escrever esse artigo até o fim.


É um pássaro? Um avião? Não, é um cara pulando nas pedras...

Risco é igual ao impacto da merda desilusão multiplicado pela probabilidade dela acontecer
Uma técnica que tem me ajudado muito é pensar “Qual a pior coisa que pode me acontecer?”.

No caso de começar uma empresa, a probabilidade de algo dar errado é consideravelmente alta. Para compensar isso, o que eu fiz foi minimizar o impacto caso isso aconteça.

Na prática, eu gastei o mínimo de dinheiro possível e fiz questão de aprender tudo que podia sobre minha área de atuação. Se eu falhar na Empreendemia, tenho certeza que sou extremamente capacitado na minha área e consigo voltar em uma boa posição no mercado de trabalho.

Foque no benefício, não no custo
Praticamente qualquer decisão passa por uma análise (muitas vezes inconsciente) sobre o custo e o benefício.

Infelizmente, boa parte das pessoas foca apenas no custo (a fonte de medo) e esquece do benefício (a fonte de coragem). Isso as impede de fazer coisas memoráveis.

Quando vou tomar uma decisão, minha análise sempre começa por “Qual vai ser o benefício?”. Só depois penso no custo. Se ele for menor do que o benefício, game over, a decisão vale a pena.

Falar é mais fácil do que fazer, mas te garanto que é um hábito que você consegue treinar ao longo do tempo.

Descubra onde o custo de não arriscar é maior do que o de arriscar
Quando decidi começar a Empreendemia, minha opção era seguir em uma carreira que eu achava simplesmente um saco.

Ficar em um ambiente que eu não me sentia em casa era infinitamente mais doloroso do que o risco de ficar sem salário, ser chamado de desempregado e diversos outros custos ligados à jornada do empreendedor.

Lembrando que, se tudo desse errado, eu estaria bem capacitado para poder voltar atrás.

Se você tem medo, é um sinal de que isso é relevante
Qual foi a última vez que você comemorou freneticamente (daquelas comemorações de sair correndo e gritando “Scooooreeeeee!!!”) uma conquista em que não havia nenhum risco?

Se você tem medo de fazer algo, isso é um sinal óbvio de que é algo importante. Se não fosse importante, por que você teria medo?

Ou seja, se você tem medo de algo, provavelmente o benefício é maior do que o custo e vale a pena correr atrás disso.

Use a técnica do “Ah, já estou aqui, vambora!”
A primeira lembrança que tenho de lidar com o medo é da época em que eu tinha medo de montanhas-russas. Minha tática era simplesmente entrar na fila, que é algo fácil de se fazer. Ninguém tem medo de entrar em filas.

Depois que eu estava na fila, seria simplesmente ridículo pular a correntinha e sair correndo. Então eu pensava “Ah, já estou aqui, vambora!”.

Essa mesma técnica me ajudou a superar meu medo de falar em público.

Me candidatar para apresentar algo não me dava medo. Montar uma apresentação não me dava medo. Subir atrás do palco também não me dava medo.

Ir pra frente de todo mundo e apresentar, isso sim me borrava de medo. Mas depois que todo mundo está te esperando, você tem a apresentação pronta e está no fundo do palco, ir embora seria simplesmente ridículo. Então a única coisa a pensar é “Ah, já estou aqui, vambora!”.

E você, tem casos bacanas pra contar sobre como supera o medo no dia-a-dia? Agradeço muito se você compartilhar suas dicas aqui nos comentários.

Abraços,
Millor Machado (com medo desse artigo ser desprezado, mas já estou que aqui, vambora!)



Para te dar aquela motivação extra pra correr atrás e superar seu medo, recomendo demais o artigo Se você nunca falhou, você nunca viveu.

Além da coragem, existem outras características fundamentais para um empreendedor. Confira também o artigo Quais são as características do empreendedor?

Itaú apresenta solução de pagamento de fretes aos associados do SETCESP

EVENTO - SOLUÇÃO PARA A CARTA FRETE.


Itaú apresenta solução de pagamento de fretes aos associados do SETCESP

Data.: 24/11/2011
Fonte.: SETCESP


Na manhã de quarta-feira (23), o SETCESP recebeu seu associado mantenedor Itaú-Unibanco para uma palestra junto a seus demais associados. O tema do encontro foi a parceria da instituição financeira com a administradora de cartões Ticket, que resultou em uma solução para a carta-frete e gerenciamento de frotas.

Para a apresentação e explanação da novidade, estiveram presentes Luciano Quintela, gerente de Nichos de Mercado, e Rui Verdasca, gerente de Nicho Veículos, ambos do Itaú. Juntamente com eles estavam Eduardo Lopes, coordenador do Mercado Rodoviário, e Marco Mamari, diretor de Marketing e Produtos, da Ticket.

A solução é composta por dois produtos: o Compror Ticket Car e o Compror Ticket Frete, que tem vantagens específicas para o caminhoneiro autônomo. As duas são apresentadas em forma de cartão com chip e podem ser utilizadas para o pagamento das despesas com combustível, manutenção dos veículos e pneus.

A primeira opção promete redução de fraude, já que o caminhoneiro não precisará mais viajar com dinheiro e não precisará solicitar notas fiscais. Além disso, permite maior flexibilidade para pagar os abastecimentos.

O produto voltado para o caminhoneiro autônomo, o Ticket Frete, pode ser utilizado na rede MasterCard e também possibilita saques na rede Cirrus e Banco24Horas. Com ele, o caminhoneiro tem acesso aos extratos e saldos pela internet e também a informes de rendimentos. Outras facilidades são que ele não precisa abrir conta bancária e pode ter ainda um cartão adicional.

As empresas que aderirem à facilidade oferecida pelo Itaú terão duas opções para realizar o pagamento dessas despesas: à vista, com débito em conta ou boleto, ou a prazo, por meio de um limite de crédito rotativo.

Para conhecer os produtos, pode ligar diretamente para o Núcleo de Ativos do Itaú-Unibanco: 4004-1821 São Paulo e regiões metropolitanas, ou 0800-722 1821 para demais regiões - opção 03.
Postado por MARQUESI - NEWSLETTER às 07:13
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10 dicas para construir uma ótima rede de contatos

10 dicas para construir uma ótima rede de contatos
Posted: 24 Nov 2011 11:57 AM PST


Uma boa rede de contatos é justamente uma boa… rede. Quem são as pessoas que você conhece que podem agir exatamente como uma rede, que você joga adiante para atingir seus objetivos? Para desenvolver um bom network, é importante deixar claro o que você quer. Mas também é fundamental entender que você é parte da rede de outra pessoa e tem de estar disposto a se esforçar por ela também.

E como se desenvolve essa rede? O coach Mike “Ambassador” Bruny* elencou as seguintes dicas no site do Young Entrepreneur Council. Confira.

1. Tenha um objetivo. Antes de ir a um evento de networking, dedique um tempo para estabelecer o que você procura no atual momento. Fazer isso aumenta as chances de reconhecer aquilo que pode ajudá-lo. Podem ser um novo sócio, oportunidades diferentes, fornecedores etc. Você precisa estar pronto quando alguém fizer perguntas como “de que maneira posso te ajudar?”, “o que você procura?” ou “quem é o seu cliente ideal?”

2. Saiba o que você tem para oferecer. Seus pontos fortes e seus contatos permitem que você ajude as pessoas que conhece. Em vez de ter de vasculhar sua agenda para encontrar um nome, tenha um bom conhecimento de quem são as pessoas influentes na sua rede atual. E pessoas não são o único recurso que você pode oferecer – conhecer bons serviços, por exemplo, pode ser útil.

3. Tenha cartões de visita. Ou não. Se você vai utilizá-los, mantenha-os em um lugar de fácil acesso e separados dos cartões que você vai receber de outras pessoas. Se não tem bolsos, use um porta-cartão. Outra técnica é utilizar um aplicativo como o #Hashable (disponível para iPhone e Android), que permite a troca de informações de contato virtualmente.

4. Esteja no estado de espírito certo. Antes de entrar em qualquer evento, pense: “Eu estou aqui para servir”. Você precisa lembrar que não vai vender nada, e sim se conectar com outra pessoa e talvez oferecer algo a ela.

5. Ofereça a sua mão. Mantenha a sua mão direita livre para cumprimentar as pessoas. Se você vai segurar algo, certifique-se de que está seco. Não há nada pior do que apertar uma mão fria e úmida. Segure a cerveja, o vinho ou qualquer bebida com a mão esquerda.

6. Use o crachá. Enquanto a bebida deve estar na sua mão esquerda, o crachá deve estar abaixo do ombro, no seu lado direito. Isso é importante porque facilita a apresentação para quem está cumprimentando você ou o apresentando a outra pessoa. Se a pessoa se dirige ao seu lado direito para apertar a sua mão, ela só precisa olhar rapidamente para o seu crachá.

7. Faça anotações. Uma ótima maneira de lembrar o que você falou para as pessoas é fazer anotações nos próprios cartões de visita. Se não houver cartão, use papel ou um dispositivo eletrônico. Algumas informações importantes são a data do encontro, o nome do evento, detalhes de fisionomia que o ajudem a lembrar como a pessoa é e temas específicos que vocês discutiram e que podem ser objeto de um follow-up.

8. Faça outro contato imediatamente. Logo depois de conhecer alguém que interessa a você, use seu smartphone ou tablet e o wi-fi do local do evento para mandar um e-mail sobre o encontro de vocês, com outros dados que sejam relevantes para a pessoa.

9. Faça follow-up. É importante dar continuidade aos temas sobre os quais vocês falaram e outros que lhe ocorram depois. Digamos que você conheça alguém que precise de uma determinada impressora, mas que você não tenha as informações sobre o produto naquela hora. Mande uma mensagem com esses dados e mostre que você estava atento.

10. Refaça o contato. Isso é o que vai aumentar o nível do seu networking. Todo mundo espera que você faça um follow-up logo depois de um encontro, mas poucos dão um passo além e retomam o contato. Faça um lembrete no seu calendário para ligar ou escrever para a pessoa um ou dois meses depois do primeiro evento. Antes de falar com ela, reveja suas anotações. Assim, você pode perguntar sobre algo específico que ela comentou na ocasião. Se tem um livro ou artigo para indicar, esse é um bom momento para fazê-lo.

Você já utiliza alguma das dicas acima? Quais são suas estratégias de networking?

* Mike “Ambassador” Bruny é fundador do site AmbassadorBruny.com. Ele é coach pessoal e profissional e ajuda jovens profissionais e negócios.

O Young Entrepreneur Council (YEC) é uma organização sem fins lucrativos composta pelos jovens empreendedores mais promissores dos Estados Unidos. O YEC promove o empreendedorismo como uma solução para o desemprego e o subemprego dos jovens e dá aos seus membros acesso a ferramentas, mentores e recursos para dar apoio a cada estágio do desenvolvimento da empresa.

Alerta da Bahia: o fim da carta-frete será o salve-se quem puder

Tudo começou em 14 de junho do ano passado. Tal qual passageiro clandestino em cruzeiro de luxo, o Diário Oficial da União publicou a Lei 12.249, na qual um rabicho abrigava um ‘estranho no ninho’, complementando outra Lei, a 11.442. Esta, específica do TRC. Em seus parágrafos estabeleciam-se novas regras para o pagamento dos fretes de autônomos. De maneira açodada, proibiu-se o repasse em dinheiro ou cheque nominal. Um empenho jurídico-fiscal para erradicar a famigerada carta-frete, assim vista pelos estradeiros. Diz o artigo 5°. A, da 12.249, que a remuneração deverá ser feita por meio de crédito em conta de depósitos, mantida em instituição bancária ou por forma a ser regulamentada pela ANTT. No período, regras foram elaboradas por resolução da agência e a data de entrada em vigor falava em 17 de outubro passado. Não deu. A fórmula se mostrou simples, só na aparência. Diferente do que pretendia José Araújo ‘China’ da Silva, presidente da União Nacional dos Caminhoneiros do Brasil (Unicam). Houve prorrogação de sua vigência para janeiro de 2012.

China se diz pai da anti-carta-frete em todas suas entrevistas. E considera como grande ponto, já conquistado para o TRC pátrio. Seus objetivos buscam o fim do ‘frete-cabresto’, como China chama carta-frete, forma cruel de submissão imposta ao estradeiro pelos postos de abastecimento, recebedores da dita cuja. Numa outra banda, formaliza-se um registro e consequente geração de comprovantes de renda do autônomo, visando o realismo de rendimentos ao cadastro bancário e obtenção de financiamento a juros subsidiados pelo BNDES. No centro, a aquisição de caminhões zero km. Mas a recente prorrogação deixou à vista que o veneno mata-carta-frete tem efeitos colaterais de monta sobre o organismo carguista.

Segundo circulou na esteira dos favoráveis às medidas extirpadoras do ‘papel qualquer’ com força de cambial, a indústria de transporte movimenta R$ 60 bilhões anuais em fretes rodoviários. É um número proveniente do IBGE, que vai além. Em tal universo de transações, 70% opera na informalidade. Dá pra acreditar? É muito dinheiro. A grandeza revela a dimensão de quantas empresas embarcadoras poupam o seu capital de giro em cima da triangulação com o posto de abastecimento e o caminhoneiro. Este arcando com todos os custos. Ou seja, há enormes interesses, ainda na surdina, em oposição à obra-prima do China.

Os sindicatos das empresas do TRC de Pernambuco e Bahia, por exemplo, têm suas discordâncias aos caprichos da Resolução 3.658 da ANTT. No Sul, afirma o advogado Fernando Zanella, ligado ao sindicato gaúcho (Setcergs), que emergem inconstitucionalidades do texto, como “obrigar o pagamento eletrônico, deixando de lado a moeda oficial brasileira”. E vai mais: há o Decreto-Lei 857, de 11 de setembro de 1969 (período de transição de Costa e Silva para Médici) que é curto e grosso: “São nulos os contratos que restringem o uso normal da moeda”.

Visão subsidiária tem Antônio Siqueira, presidente do Setceb (sindicato das transportadoras da Bahia). Ele revelou durante o XII Congresso da ABTC em Belo Horizonte (agosto), que “falta competência à ANTT para legislar sobre matéria financeira, especialmente se metendo na forma de contratações de serviços”.

Subentende-se que, a prevalecer a redação atual da 3.658, não faltarão interessados em levar a discussão para a Justiça. No seu modo de ver, o feito do China foi “uma grande pegadinha para o setor do transporte de cargas”. E protestou: “Algo mais absurdo que se possa imaginar, pois se criou o agente financeiro para intermediar o pagamento das empresas ao caminhoneiro”. Ele garante que, com isso, “a ANTT cria mais esse custo absurdo para as empresas”. Seu inconformismo prossegue: “Esta seria a única forma dos caminhoneiros comprovarem suas rendas e o único jeito de o governo controlar-lhes os ganhos?”

No mesmo evento, Flávio Benatti, presidente da NTC&Logística, entidade nacional dos transportadores de carga, de São Paulo, fez veemente defesa dos dispositivos anti-carta-frete. Sua fala evoluiu para um ponto polêmico e encostou no conhecido viés da concorrência desleal. Traduzindo: as embarcadoras capitalizadas comprometem o seu giro enquanto outras se financiam em prazos de 15 e 30 dias, nos postos de abastecimento, às custas dos autônomos. De fato, os resultados do negócio resultam de operações desiguais. Como se vê, a encrenca é mais extensa e a batalha definitiva ocorrerá quando os caminhoneiros, que recebem em dinheiro ou em cheque, tiverem de se submeter ao burocrático crédito em conta ou o porte do cartão de crédito dedicado.

De certa forma, pode-se perceber que o alívio ao prejuízo do estradeiro não parece ser a preocupação central da classe patronal. Como arremata Siqueira, “o tema está pouco divulgado ou quase nada, porém, quando isto vier totalmente à tona, será o salve-se quem puder. Com certeza, por parte dos caminhoneiros poderemos até ter greve no setor”. Será um novo ENEM?

Dicas para ser encontrado na internet – Parte 2

A dica de hoje foi dada por Augusto Campos no blog Efetividade.net

Conseguiu melhorar seu SEO? Seguem mais algumas dicas importantes para ser encontrado na internet:

Não trate seu blog como ilha, nem seus links como tesouros: publique links para conteúdo externo sempre que julgar relevante, mesmo que não tenha nenhuma garantia de que vai receber um link em retribuição. No mínimo, você vai estar facilitando a vida dos seus usuários (quem não odeia ler uma notícia em um portal e não ter o link para o site original que a publicou?), e há grande chance de que a retribuição aconteça.
Não seja você mesmo uma ilha em seu blog: participe em outros blogs, fóruns, revistas, jornais e serviços on-line, converse com seus autores, divulgue o trabalho deles, comente, sugira e atue. Não faça isso esperando recompensas imediatas, e nunca tente disfarçar de comentário uma propaganda sua. O retorno é natural e sempre maior do que o esforço que você teve, se a sua atuação tiver sido sincera.
Estimule os comentários: comentários freqüentes nos posts são um atrativo importante, e também ajudam a gerar uma atmosfera de popularidade. Comentários são um fenômeno que se auto-sustenta se o seu conteúdo for suficientemente atualizado, mas às vezes é difícil fazer com que eles comecem a surgir. Uma dica, se o seu blog não for um projeto individual, é que os mantenedores se habituem a comentar (com conteúdo ou questionamentos relevantes, e não apenas elogios) os posts uns dos outros. Quem clicar para ver os comentários existentes já estará quase fisgado para deixar os seus, também. Outra dica é incluir uma pergunta instigante, ou um convite à complementação pelos leitores, no final do post.
Acompanhe as estatísticas: todo provedor de hospedagem minimamente decente oferece estatísticas sobre os acessos ao seu site, e você pode complementá-las muito bem com sistemas gratuitos como o Google Analytics ou mesmo com a instalação de softwares adicionais. Saber o que as pessoas estavam pesquisando no Google quando chegaram ao seu site, ou de que outro site elas vieram, qual o formato das telas delas, em que horários e dias da semana elas vêm mais frqüentemente, quais os artigos mais vistos por elas e várias outras informações é essencial para que você saiba o que está dando certo, e possa maximizar o retorno dos dias da semana, horários e palavras-chave mais fortes.
Assim que puder, anuncie: Se o seu site exibe anúncios, leve em conta que depois de atingir um certo volume de faturamento, com certeza vale a pena reservar uma parcela dele para publicar anúncios do seu ptóprio site em serviços como o Adwords do Google, ou em portais nacionais. Eu reservo 5% do meu faturamento mensal com banners para isso, e não me arrependo – o retorno é visível, ainda que não imediato.
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Perdeu a Parte 1? Então recomendo dar uma olhada: Dicas para ser encontrado na internet – Parte 1

Para mais artigos sobre SEO, internet e, claro, empreendedorismo, siga-nos no twitter: @empreendemia

Dicas para ser encontrado na internet – Parte 1

A dica de hoje foi dada por Augusto Campos no blog Efetividade.net

Como melhorar o SEO? Seguem algumas dicas importantes para ser encontrado na internet:

Disponibilize conteúdo inédito e de boa qualidade: isto é o que faz a Internet girar, e é o item para o qual sempre há demanda: um bom artigo ou uma boa história, inéditos (não necessariamente exclusivos) e bem escritos. Escreva conteúdo original e bom, e os autores de outros blogs e sites vão querer linkar para você mesmo que você não peça e nem os avise. No começo, claro que você vai ter de recorrer a outras das estratégias para que eles fiquem sabendo que seu blog existe, e passem a acompanhá-lo.
Escolha a hospedagem e as ferramentas certas: pense bem antes de hospedar seu blog em provedores públicos como o Blogger e similares – eles são muito bons para diários pessoais e pequenos projetos, mas podem não acompanhar as demandas do seu crescimento.
Ofereça antes, não peça. A melhor forma de fazer o seu nome e seu link saírem da obscuridade em direção ao sucesso é oferecer algo que o público esteja procurando, e antes que alguém mais o faça. O conceito de exclusividade de informação é estranho à Internet, mas consistentemente ser o primeiro a divulgar uma informação quente, ou escrever um tutorial sobre um tema inédito, é uma forma segura de ser notado, e atrair links naturalmente, sem ter de pedir a ninguém. Se você não fizer poeira, come poeira, como diria o Ricardo Semler – e se você não tiver conteúdo inédito, terá que se esforçar bastante para encontrar algum outro valor que o substitua, como a amplitude ou profundidade da cobertura.
Usar os diretórios e agregadores públicos: sites como o BlogBlogs, Rec6, Planet*, Technorati, Yahoo, Del.icio.us, Google Reader, Dmoz e muitos outros têm suas próprias maneiras para você se inscrever, notificar sobre seu conteúdo e manter atualizados os links e descrições para o seu blog. Tire proveito disso, e sempre leve em conta que os sites de busca consultam vários destes índices e incluem os dados deles na hora de calcular o score do seu blog.
Procure e mantenha parcerias e links cruzados: se você tem vários sites ou blogs, não deixe de regularmente publicar links entre eles. E sempre que surgir a oportunidade de uma parceria com outro site de conteúdo similar ou complementar ao seu, avalie com atenção. De modo geral, vale a pena fazer parcerias de links cruzados, mas não é desejável fazer isto a qualquer preço, ou com qualquer site.
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Para se aprofundar ainda mais no assunto, recomendo o post: A nova fase do SEO.

Para mais artigos sobre SEO, internet e, claro, empreendedorismo, siga-nos no twitter@empreendemia

5 dicas importantes para terceirizar e ter sucesso – parte 2

Esse texto foi desenvolvido pelo Guilherme da Luz, editor dos sites Emprestimo, Seguro Auto e Educação.

Mês passado publicamos no Saia do Lugar um excelente artigo sobre terceirização (veja aqui). Hoje, estamos publicando mais 5 dicas para que você continue empreendendo com bastante sucesso:

6 – Comece pequeno. Quando você utilizar pela primeira vez um fornecedor terceirizado, comece com um projeto pequeno e simples para conhecer o perfil dele.

7 – Defina claramente as etapas para o pagamento. 
 Programe o pagamento de acordo com a conclusão de cada etapa. Dê uma entrada ao fornecedor de 20% a 30% do preço total e divida o restante em 3 ou 4 parcelas.

8 – Negocie antecipadamente a propriedade intelectual do projeto. Certifique-se que o fornecedor irá aprovar a utilização do produto ou serviço de acordo com os seus objetivos. É substancialmente diferente o desenvolvimento de  um projeto personalizado para o seu uso pessoal do que um projeto que você pretende vender e ganhar dinheiro.

9 – Não esqueça de definir o suporte técnico após a conclusão do projeto. É mais fácil negociar uma cláusula antes de o fornecedor começar a trabalhar no projeto. Talvez você precise de algumas mudanças com base no feedback que você recebeu dos seus clientes. Especifique a quantidade de suporte gratuito e negocie os preços com um desconto para futuras modificações.

10 – Faça tudo por escrito. Garanta uma comunicação clara e precisa sobre quaisquer mudanças no escopo da programação ou pagamento dos serviços e obtenha todas as alterações por escrito. Guarde as cópias de todas as trocas de e-mails entre vocês.

O artigo em inglês foi publicado por Keith Crosney, freelancer to site Elance.



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Ticket Frete no Parana

Novo produto será apresentando ao Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná

A Ticket, uma das empresas Edenred no Brasil e líder no setor de refeição-convênio e gestão de despesas veiculares, participa em 30 de novembro, de evento realizado pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná, em Curitiba. O novo produto da companhia, o Ticket Frete, será o tema do encontro que tem como objetivo esclarecer dúvidas sobre a nova resolução da ANTT que aboliu a carta-frete.

Eduardo Lopes, coordenador de Mercado Rodoviário do Ticket Car, apresentará e tirará dúvidas sobre o Ticket Frete, criado com o objetivo de ser uma ferramenta prática, moderna e segura para agilizar o pagamento do serviço, combustível, alimentação, oficinas e demais despesas de viagem com a garantia de um meio eletrônico de pagamento, além de possibilitar saques em caixas eletrônicos. “Essa é uma ótima oportunidade para debater, junto aos profissionais mais renomados do segmento, esse nosso lançamento. O Ticket Frete vem para agregar valor aos negócios de transportadoras e caminhoneiros autônomos, facilitando os processos e o dia a dia dos profissionais. A novidade proporcionará maior segurança e comodidade para caminhoneiros e empresas”, acrescenta o executivo.

Como funciona o Ticket Frete

A transportadora contrata o motorista autônomo e realiza o pagamento do serviço por meio do Ticket Frete, podendo, inclusive, programar as datas em que os créditos ficarão disponíveis no cartão. Desde o início da viagem, o cartão está habilitado a realizar saques, compras em postos, oficinas, borracharias, supermercados, farmácias, restaurantes, lojas e outros estabelecimentos credenciados MasterCard. Uma vez a carga entregue no ponto de destino, com a devida confirmação, é realizada a quitação do frete e liberação do restante do pagamento ao caminhoneiro. Além disso, o caminhoneiro terá maior segurança, uma vez que levará consigo um meio eletrônico de pagamento, o que garante mais conveniência e praticidade, sem custo de adesão ou manutenção, e sem a necessidade de abertura de conta bancária.

Para o contratante, o Ticket Frete permite o gerenciamento total da viagem através da composição do frete por valores separados, com opção de pagamento do adiantamento em datas programadas e acesso em tempo real via web de: extrato financeiro (crédito e utilização), relatório de movimentação de viagem e pesquisa de caminhoneiros. Além disso, caso o contratante possua frota própria, ele ainda poderá contratar serviços exclusivos como a gestão de tacógrafo, telemetria para monitoramento online da carreta e informações sobre o volume real de emissão de CO2 dos veículos contratados, tendo uma visão completa de gestão.

Responsabilidade socioambiental deve guiar companhias, afirmam empresários Eles debateram como a sustentabilidade e a inovação contribuíem para a competitividade

Responsabilidade socioambiental deve guiar companhias, afirmam empresários
Eles debateram como a sustentabilidade e a inovação contribuíem para a competitividade


Por Gabrielle Nascimento , Agência Sebrae

Empresas Fornecedoras e as Compras Sustentáveis foi o tema do 9º Seminário Internacional de Compras Governamentais, realizado durante o 4º Fomenta, que aconteceu nos dias 23 e 24 de novembro, em São Paulo. Roberto Baungartner, diretor de Relações Internacionais da Ticket; Fernando Madureira, engenheiro chefe do Grupo Tosi; e Newton Figueiredo, presidente da Sustentax, expuseram como suas empresas se posicionam em relação à sustentabilidade.

Baungartner ressaltou que a sustentabilidade deve ser resultado de uma convergência de esforços entre gestão pública e iniciativa privada. "Todas as organizações devem oferecer produtos sustentáveis", pontuou. A Ticket tem 310 mil estabelecimentos credenciados no Brasil, que aceitam Ticket Restaurante e Ticket Alimentação, sendo que a maioria deles é composta de micro e pequenas empresas (MPE).

O engenheiro chefe do Grupo Tosi expôs dados que comprovam a importância da inovação tecnológica e sustentabilidade na cadeia de ar condicionado. "Posso afirmar que o ar condicionado representa cerca de 60% do consumo de um edifício comercial. É preciso rever as condições dos equipamentos que operam em todo o Brasil", alertou.

De acordo com Madureira, na hora da aquisição de um ar condicionado é preciso considerar a eficiência energética; a qualidade do ar (pureza, temperatura e umidade relativa); o gás refrigerante, que deve ser ecológico, e o controle de sua utilização; o baixo custo operacional; e a emissão de resíduos minimizada.

Cerca de 62% dos consumidores brasileiros estão dispostos a pagar 10% mais caro por produtos sustentáveis; 87% vão obter produtos sustentáveis desde que não tenha aumento de custo e 95% acreditam ser importante comprar de empresas verdes. Esses foram dados expostos por Figueiredo, da Sustentax. "As empresas devem ter uma nova postura, em que ética e responsabilidade socioambientais são fatores fundamentais", orientou. 

Portal ‘Ticket e Gestão’ já está no ar

Estreitar a comunicação com seus públicos. Essa sempre foi uma das prioridades da Ticket que, depois da revista ‘Ticket e Negócios’, que há mais de 10 anos leva conteúdo de qualidade focado aos donos dos estabelecimentos credenciados à empresa, inova mais uma vez com o lançamento do portal ‘Ticket e Gestão’. O portal oferece conteúdo relevante para o dia a dia dos gestores de Recursos Humanos e de Frotas Veiculares, de maneira colaborativa, onde os leitores têm participação dinâmica, com o envio de comentários, opiniões e sugestões de matérias, além de curtir a fanpage do projeto no Facebook, que hoje possui mais de 3.800 seguidores, e seguir o portal no Twitter.
 
Divido em editorias, Gestão de Pessoas e Cotidiano, o portal traz informações segmentadas e organizadas em áreas diversas como: educação, carreira e negócios, sustentabilidade, cultura, entre outros.    
 
Logo na primeira edição, o público encontrará entrevista com o economista Ricardo Amorim, presidente da Ricam Consultoria e um dos comentaristas do programa Manhattan Connection (exibido pela GNT), que fala sobre o atual cenário econômico e os desafios que comprometem a competitividade das empresas. Já a matéria Vale o quanto roda?, aborda a questão sobre os pedágios brasileiros, que estão entre os mais caros do mundo. “A criação do portal tem como objetivo apresentar ao profissional de RH e ao Gestor de Frotas um importante meio de comunicação, pelo qual ele possa se informar e tirar dúvidas, por meio de reportagens claras, explicativas e atuais”, afirma Rodrigo Cândido, gerente de Marketing e Comunicação Institucional da Edenred, que integra as marcas Ticket e Accentiv´Mimética.    
 
Além das reportagens e entrevistas, outro destaque do portal é o artigo Vida, minha vida, do filósofo, educador e doutor Mario Sergio Cortella. O professor faz uma relação entre a letra da música Vida, do Chico Buarque, e a busca do homem pelas melhores escolhas em sua trajetória profissional e pessoal.
 
O conteúdo do portal ‘Ticket e Gestão’ é gratuito e para conferir as publicações na íntegra basta acessar o site www.ticketegestao.com.bre se cadastrar. Depois é só curtir o portal no Facebook (www.facebook.com/ticketegestao ) e seguir @ticketegestao no Twitter.
 
 
Sobre a Ticket
Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 35 anos no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car e Ticket Transporte.
Com abrangência nacional, a Ticket atende a 57 mil empresas-clientes e mais de 5 milhões de usuários, com 4,2 milhões de cartões eletrônicos em operação aceitos em uma rede de 320 mil estabelecimentos credenciados em 4,8 mil municípios brasileiros.
A Ticket é uma empresa Edenred – que integra as empresas Ticket e Accentiv´ Mimética.
 

Vida Pós “Carreira"

Vida Pós “Carreira”

César Souza
A vida começa agora aos 60 e não mais aos 40 como se pensava antigamente.

As pessoas se recusam a colocar o pijama precocemente e buscam encontrar um novo sentido para suas vidas. Abrir um negócio próprio, abraçar uma causa social, trabalhar na franquia de um membro da sua família, montar um negócio que preste serviços terceirizados para a empresa onde trabalhava são algumas das opções que “aposentáveis” ou recém-aposentados estão pondo em prática.

Infelizmente a maioria das empresas ainda não possuem uma iniciativa adequada para aqueles que dedicaram à empresa as melhores décadas de suas vidas produtivas. As empresas possuem bons programas de trainees, mas nada desenvolveram de forma consistente e útil para aquele cuja hora de se aposentar está chegando. O máximo que conseguiram evoluir foi na oferta de um pacote atrativo de compensações de planos de saúde, indenizações e incentivos para antecipação da aposentadoria. Mas se isso funcionou na era industrial quando as pessoas sonhavam em se aposentar para nada fazer, hoje não mais funciona.

A longevidade é diretamente proporcional à sociabilidade e ao senso de utilidade. As pessoas estão ansiosas por continuarem produtivas nos 20 anos extras que ganharam em suas vidas. Não aceitam mais apenas participar de clubes de terceira idade e de aulas de cantoterapia ou dança. Querem mais!

“A partir de amanhã vou tirar alguns sonhos da gaveta e começar a realizá-los” segredou-me uma senhora de 83 anos ao pedir meu autógrafo após palestra que realizei em Recife, Pernambuco. Sugeri, sorrindo, que não esperasse pelo amanhã e começasse naquele dia mesmo a desengavetar seus sonhos e colocá-los no papel.

Estimulado pelo brilho que percebi no olhar dela, resolvi buscar outros exemplos.

Dona Rita Drumond é um belo exemplo. Bibliotecária aposentada, se entediou de fazer doce de gengibre para restaurantes. De tanto ir ao banco para pagar suas contas percebeu a dificuldade de outras pessoas em operar os modernos caixas eletrônicos. Aos 87 anos resolveu iniciar uma nova carreira e começou como estagiária, isso mesmo, estagiária, da agência do Banco do Brasil no Posto 6 em Copacabana para trabalhar diariamente das 9h30 às 16h30.

Abraão Kansinski, um dos empresários pioneiros na implantação do parque automobilístico em São Paulo, quando fundou a Cofap, apesar de realizado, resolveu, aos 82 anos de idade, fundar uma fábrica de motocicletas e de automóveis populares na Zona Franca de Manaus.

Oziris Silva nos brinda com outro exemplo inspirador: fundou a Embraer, foi Ministro de Estado e presidente da Petrobrás. Poderia viver do passado. Mas rejuvenesceu ao iniciar um novo projeto empressarial na área da biotecnologia e outras atividades na área de educação.

Mas não precisamos ter 80 anos de idade para dar uma virada como esses casos exemplificam. Cada um pode começar a planejar com antecendência a sua nova etapa de vida para o período pós-aposentadoria.

Se você leitor conhece alguém que está relutando a colocar o pijama ou a ficar fazendo palavras cruzadas na cadeira de balanço, lembre a ela que não está sozinha. Em pesquisa com 1700 aposentados, 96% indicaram que sonham em voltar a ter vida profissional ativa. Cerca de 16% pensam em iniciar um negócio próprio. Mas qualquer que seja sua idade comece a planejar o que vai fazer com todos esses anos extra que o mundo moderno lhe propicia. Você pode prestar serviço como terceirizado na empresa ou no ramo onde trabalhou, pode ensinar, montar sua empresa naquele hobby que tanto postergou, ajudar um filho, iniciar um projeto comunitário, trabalhar como voluntário em uma ONG, enfim…

Se o seu sonho é começar a desfrutar a vida, isso não significa ficar sem fazer nada. Você pode trabalhar, aprender enquanto se diverte desde que seja apaixonado pela escolha que fizer.

As empresas têm dificuldade de lidar com os aposentáveis, que normalmente passam os últimos 5 anos de suas carreiras na agonia da espera do dia em que terão de se afastar compulsoriamente. Precisam encorajar esses profissionais a buscarem alternativas, planejarem suas vidas a partir do momento que deixarem a empresa. Afinal, podem ter uma Aposentadoria Empreendedora™. Precisam oferecer essa oportunidade a eles, o que por certo será uma demonstração inequívoca de respeito pelo patrimônio humano.

Se você vai se aposentar nos próximos anos ou já se aposentou recentemente, encontra-se defronte não de um problema mas de uma bela oportunidade. Importante lembrar que a vida recomeça aos 60. E que sonhos não envelhecem nunca!