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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O governo fecha o cerco à carta-frete


O governo fecha o cerco à carta-frete

A Resolução 3.658 da ANTT quer trazer, para a luz do dia, um mercado informal do transporte de cargas estimado em R$ 44 bilhões por ano. Sua intenção é recolher impostos. Para isso, proibiu a carta-frete e quer que todos os autônomos recebam seus fretes através de depósito em conta bancária deles mesmos ou por meio das empresas administradoras de cartões eletrônicos
A Resolução 3.658 da ANTT quer trazer, para a luz do dia, um mercado informal do transporte de cargas estimado em R$ 44 bilhões por ano. Sua intenção é recolher impostos. Para isso, proibiu a carta-frete e quer que todos os autônomos recebam seus fretes através de depósito em conta bancária deles mesmos ou por meio das empresas administradoras de cartões eletrônicos
Nelson Bortolin
Cartão (bancário ou de administradora): esse é o modo de pagamento que o governo quer fazer vingar
Cartão (bancário ou de administradora): esse é o modo de pagamento que o governo quer fazer vingar
Se não houver nova prorrogação, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) começa a fiscalizar e multar, no dia 22 de janeiro, quem ainda estiver utilizando carta-frete. As multas vão de R$ 550 a R$ 10.500 e podem ser aplicadas tanto ao contratante (empresa de transporte ou embarcador) como ao caminhoneiro autônomo.
Oficialmente, a carta-frete foi extinta em 2010, com a aprovação da Lei Federal 12.249, que delegou à ANTT a definição de outra forma de pagamento do motorista. A ANTT, então, publicou a Resolução 3.658, no dia 27 de abril, com a regulamentação.
A norma é a seguinte: o pagamento para o autônomo e seu equiparado (pessoa jurídica com até três veículos) só pode ser feito por depósito em conta-corrente em seu nome ou por meio eletrônico administrado por empresa homologada pela ANTT. Neste segundo caso, é proibido descontar o custo do serviço de pagamento do motorista.
Essa é a parte da resolução que fala do pagamento de fretes. Existe outra parte, determinando que cada operação de transporte deve ter um número, chamado Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), que é gerado por essas mesmas empresas homologadas para fazer pagamento eletrônico de fretes. Mesmo os contratantes de fretes que não forem clientes dessas empresas irão buscar o tal código no site ou nas centrais telefônicas delas. Serviço gratuito, manda a resolução.
Para gerar o CIOT, o contratante deve informar tudo sobre a operação de transporte: seu nome e endereço, número do RNTRC do autônomo, seu nome e CPF ou razão social, e CNPJ e o endereço do destinatário da carga. Mais: municípios de origem e destino da carga, sua natureza e peso e o valor do frete, indicação do responsável pelo pagamento, valor do pedágio da origem ao destino, valores dos impostos, taxas e contribuições previdenciárias, placa do veículo e a data do início e término da operação de transporte.
O que é que tudo isso quer dizer? Que o governo ganhou um meio para fiscalizar as atividades de contratantes e contratados do transporte rodoviário de cargas. Muitos, como se sabe, trabalham na informalidade, sem recolher impostos. A Consultoria Deloitte estima em R$ 60 bilhões o mercado de fretes rodoviários no País e diz que somente R$ 16 bilhões são informados ao fisco; nada menos que R$ 44 bilhões estariam na informalidade.
Em outras palavras, se a resolução “pegar”, será o fim do “jeitinho” (ou do caixa dois) para embarcadores, transportadoras e autônomos. Mas é bom dizer: a carta-frete continuava circulando livremente nos postos de estradas, no fim de novembro, quando a Carga Pesada preparou esta reportagem. Tem gente que aplaude as novas medidas e gente que torce o nariz para a mudança. E até quem foi à Justiça para tentar manter a carta-frete como uma possibilidade normal de pagamento.

Fala, caminhoneiro
Ronison Alberici, 29 anos, de Xanxerê (SC)
Ronison Alberici, 29 anos, de Xanxerê (SC)
“O valor do diesel à vista é R$ 1,89. Com a carta-frete, eu pago R$ 1,96. Acho que quem está contra o fim da carta-frete é quem não quer declarar o que ganha ao imposto de renda.” Ronison Alberici, 29 anos,de Xanxerê (SC)
Sou caminhoneiro e tenho uma pequena empresa de transporte. Os postos da região Sul de Minas já estão falando que vão cobrar mais pelo diesel com o cartão. Abasteço pelo preço à vista e pego o troco para as despesas de pedágio, que são muitas. O saldo do frete eu recebo em cheque e deposito no banco para pagar o resto das despesas.” Ronaldo Melgaço, Belo Horizonte (MG)
“Com carta-frete ou não, o carreteiro autônomo está refém dos grandes grupos que nos sugam de todas as formas. Não são somente as transportadoras com seus fretes baixos, mas também as empresas do setor de manutenção em geral, que repassam seus aumentos sem dó para as peças, pneus, óleo etc. Carta-frete, diante de tantos problemas, não é nada.” Nivaldo Baptista, São Paulo(SP)


Resolução 3.658/11 - ANTT

Entrevista Dr. Ives Gandra - Carta Frete

Fim da Carta Frete - Saiba mais sobre o CIOT

Dilma fala sobre Cultura (parte 2-final)

Dilma fala sobre Cultura (parte 1)

Dilma discursa para caminhoneiros - 27/04

ANTT regulamenta pagamento de fretes rodoviários aos caminhoneiros auton...

CARTA FRETE 15 02 11 JORNAL DE MATO GROSSO

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Plano de incentivo para a renovação da frota de caminhões fracassa


Plano de incentivo para a renovação da frota de caminhões fracassa

Programa de incentivo do BNDES viabiliza a troca de somente 3% dos veículos em circulação. Frota brasileira de caminhões tem idade média de 13 anos. A cada três anos o brasileiro troca de carro de passeio
25/5/2012
15h37
Silas Colombo, repórter do Portal Transporta Brasil
Em seis anos, o programa de incentivo ao crédito Procaminhoneiro, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), viabilizou a troca de apenas 3% da frota de caminhões.
De 2006, ao ser lançado, até 2011, só 52.097 caminhões foram financiados pelo programa. A frota nacional é de 1,7 milhão de caminhões, com idade média de 13 anos, ao considerar apenas os transportadores autônomos, donos de 46% dos veículos.
Em 2010, seu melhor ano, o Procaminhoneiro financiou 22% dos veículos vendidos no país. Em 2011, foram só 4%.
Nesta semana, ao anunciar medidas para a economia, o ministro da Guido Mantega aumentou o prazo de financiamento do Procaminhoneiro de 96 para 120 meses. O principal entrave a esse crédito, contudo, não está no prazo nem no juro subsidiado, mantido em 5,5% ao ano.
Os autônomos dizem que não conseguem acessar a linha principalmente por dificuldades na comprovação da renda e no atendimento de outras burocracias exigidas por bancos de varejo que repassam o crédito do BNDES.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Adopt telematics to counter changes to insurance premiums


By Linden Holliday, CEO of MyDrive Solutions
Motor insurers are no longer legally allowed to price insurance premiums using gender as a proxy.
The ruling from the European Court of Justice (ECJ), announced in March 2011, marked a major shift in the insurance market and has provided motor insurers with over a year to prepare.
However, motor insurance companies have kept their cards close to their chest with the majority only disclosing their newly priced premiums recently.
Insurance policy prices are likely to be inconsistent for months to come and even once prices have levelled out, young drivers – in particular, young female drivers – will still be affected by huge increases in the insurance premiums, some even being priced out of the market.
No doubt there will be uproar amongst certain drivers who see their premiums increase sharply.
However, through adopting a telematics based policy drivers can ensure they are paying a premium based on individual driving profiles.
The future of the motor insurance market will see policies priced on actual driving behaviour through the use of telematics. This is one means by which responsible young drivers can maintain affordable motor insurance premiums.
As motor insurers increasingly adopt the use of telematics to create modern driver profiles and therefore calculate risk based on how a driver actually drives, rather than an estimation currently defined by outdated proxies - gender doesn’t even come into it – so what is all the fuss about?

domingo, 23 de dezembro de 2012

Ritmo passa a utilizar solução da Repom para monitorar emissão de frete


Ritmo passa a utilizar solução da Repom para monitorar emissão de frete

Empresa especializada em pagamento de frete eletrônico emite código criado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres
O Ciot é um código numérico que deverá estar presente no contrato de um frete ou no Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (CTRC), uma vez que ele seja gerado e informado por empresas homologadas pela ANTT.
A Ritmo Logística emitiu, no último dia 22 de setembro, sua primeira viagem com o Código Identificador da Operação de Transporte (Ciot) por meio da empresa Repom. A resolução nº 3.658/2011 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que regulamenta a remuneração dos caminhoneiros autônomos, proibindo a carta-frete, solicita que os contratantes de frete cadastrem suas operações de transporte por meio de uma administradora de meios de pagamento eletrônico, como a Repom, responsável pela geração do código.

Buonny e Repom lançam portal de relacionamento para cartão-frete


Buonny e Repom lançam portal de relacionamento para cartão-frete

Endereço online foi desenvolvido para facilitar a comunicação com os usuários do cartão Repom Buonny Amigos da Carga, destinado à gestão eletrônica para pagamento de frete
A Buonny e a Repom acabam de lançar um portal de relacionamento para os usuários do Amigos da Carga, cartão para pagamento eletrônico de frete, com o objetivo de estreitar a relação da administradora com os clientes.
O site traz informações sobre a nova legislação e áreas específicas voltadas ao caminhoneiro, transportador e corretor.
O cartão Repom Buonny Amigos da Carga, desenvolvido como ferramenta para gestão de pagamento de frete, é uma solução criada para viabilizar a adequação às exigências da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), por meio da resolução n°3658 que determinou o fim da Carta-Frete.

Buonny contrata profissionais com deficiência

Buonny contrata profissionais com deficiência: A Buonny (www. buonny. com. br), maior gerenciadora de riscos independente do Brasil no transporte de cargas, demonstra seu compromisso com a sociedade. A empresa está incentivando a contratação

Edenred prend le contrôle du brésilien Repom


Edenred prend le contrôle du brésilien Repom

PARIS, 21 décembre (Reuters) - Edenred a annoncé vendredi l'acquisition de 62% de la société brésilienne Repom, une opération qui va permettre à l'inventeur du ticket restaurant d'accélérer son développement sur le marché "à fort potentiel" des services aux camionneurs indépendants.
L'ancienne branche de services prépayés du groupe Accor mettra sur la table 53 millions d'euros pour prendre le contrôle du premier acteur du secteur brésilien dont le volume d'activité a pesé 840 millions d'euros en 2011.
"L'acquisition de Repom est une opportunité unique d'accroître notre présence au Brésil sur le marché très dynamique de la gestion des frais professionnels", commente Oswaldo Melantonio Filho, le directeur général d'Edenred Brésil dans un communiqué.
Il ajoute, sans donner de chiffres, que Repom présente "des synergies importantes" avec les solutions d'Edenred en soulignant que le marché des transporteurs indépendants est porté à par la dynamique de l'économie brésilienne et une nouvelle réglementation.
Le secteur du transport routier brésilien compte plus de 500.000 camionneurs indépendants, auxquels de grands groupes industriels et des sociétés de transport sous-traitent la livraison de marchandises.
Les coûts relatifs à ces prestations constituent le marché du "frete", évalué à près de 25 milliards d'euros. Seuls 6% de ces coûts sont aujourd'hui gérés par des sociétés spécialisées telles que Repom.
L'acquisition de Repom est conditionnée à l'approbation des autorités de la concurrence brésiliennes
Sur les neuf premiers mois de 2012, Edenred a accru ses ventes et son volume d'émission grâce à ses bonnes performances en Amérique latine qui ont permis de compenser les mauvaises performances de l'Europe.
Le titre Edenred cédait 0,4% à 23,36 euros vers 9h10, faisant ressortir une capitalisation boursière de 5,3 milliards d'euros. Il a progressé de 23% depuis le début de l'année.
Le communiqué : link.reuters.com/qaz74t (Noëlle Mennella, édité par Jean-Michel Bélot)

REPOM: SISTEMA DE GESTÃO, MEIO DE PAGAMENTO E SERVIÇOS

REPOM: SISTEMA DE GESTÃO, MEIO DE PAGAMENTO E SERVIÇOS: Com as grandes mudanças no mercado de transportes, que tiveram início após a regulamentação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para a formalização do setor, as empresas se

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

10 Reasons Your Top Talent Will Leave You



Have you ever noticed leaders spend a lot of time talking about talent, only to make the same mistakes over and over again? Few things in business are as costly and disruptive as unexpected talent departures. With all the emphasis on leadership development, I always find it interesting so many companies seem to struggle with being able to retain their top talent. In today’s column, I’ll share some research, observations, and insights on how to stop the talent door from revolving.

Ask any CEO if they have a process for retaining and developing talent and they’ll quickly answer in the affirmative. They immediately launch into a series of soundbites about the quality of their talent initiatives, the number of high-potentials in the nine box, blah, blah, blah. As with most things in the corporate world, there is too much process built upon theory and not nearly enough practice built on experience.

When examining the talent at any organization look at the culture, not the rhetoric – look at the results, not the commentary about potential. Despite some of the delusional perspective in the corner office, when we interview their employees, here’s what they tell us:

More than 30% believe they’ll be working someplace else inside of 12 months.
More than 40% don’t respect the person they report to.
More than 50% say they have different values than their employer.
More than 60% don’t feel their career goals are aligned with the plans their employers have for them.
More than 70% don’t feel appreciated or valued by their employer.
So, for all those employers who have everything under control, you better start re-evaluating. There is an old saying that goes; “Employees don’t quit working for companies, they quit working for their bosses.” Regardless of tenure, position, title, etc., employees who voluntarily leave, generally do so out of some type of perceived disconnect with leadership.

Here’s the thing – employees who are challenged, engaged, valued, and rewarded (emotionally, intellectually & financially) rarely leave, and more importantly, they perform at very high levels. However if you miss any of these critical areas, it’s only a matter of time until they head for the elevator. Following are 10 reasons your talent will leave you – smart leaders don’t make these mistakes:

1. You Failed To Unleash Their Passions: Smart companies align employee passions with corporate pursuits. Human nature makes it very difficult to walk away from areas of passion. Fail to understand this and you’ll unknowingly be encouraging employees to seek their passions elsewhere.

2. You Failed To Challenge Their Intellect: Smart people don’t like to live in a dimly lit world of boredom. If you don’t challenge people’s minds, they’ll leave you for someone/someplace that will.

3. You Failed To Engage Their Creativity: Great talent is wired to improve, enhance, and add value. They are built to change and innovate. They NEED to contribute by putting their fingerprints on design. Smart leaders don’t place people in boxes – they free them from boxes. What’s the use in having a racehorse if you don’t let them run?

4. You Failed To Develop Their Skills: Leadership isn’t a destination – it’s a continuum. No matter how smart or talented a person is, there’s always room for growth, development, and continued maturation. If you place restrictions on a person’s ability to grow, they’ll leave you for someone who won’t.

5. You Failed To Give Them A Voice: Talented people have good thoughts, ideas, insights, and observations. If you don’t listen to them, I can guarantee you someone else will.

6. You Failed To Care: Sure, people come to work for a paycheck, but that’s not the only reason. In fact, many studies show it’s not even the most important reason. If you fail to care about people at a human level, at an emotional level, they’ll eventually leave you regardless of how much you pay them.

7. You Failed to Lead: Businesses don’t fail, products don’t fail, projects don’t fail, and teams don’t fail – leaders fail. The best testament to the value of leadership is what happens in its absence – very little. If you fail to lead, your talent will seek leadership elsewhere.

8. You Failed To Recognize Their Contributions: The best leaders don’t take credit – they give it. Failing to recognize the contributions of others is not only arrogant and disingenuous, but it’s as also just as good as asking them to leave.

9. You Failed To Increase Their Responsibility: You cannot confine talent – try to do so and you’ll either devolve into mediocrity, or force your talent seek more fertile ground. People will gladly accept a huge workload as long as an increase in responsibility comes along with the performance and execution of said workload.

10. You Failed To Keep Your Commitments: Promises made are worthless, but promises kept are invaluable. If you break trust with those you lead you will pay a very steep price. Leaders not accountable to their people, will eventually be held accountable by their people.

If leaders spent less time trying to retain people, and more time trying to understand them, care for them, invest in them, and lead them well, the retention thing would take care of itself. Thoughts?

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The 25 Best Places to Work

sábado, 15 de dezembro de 2012

Hora de melhorar esse seu e-commerce

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7 coisas incomuns que os líderes foras-de-série fazem

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O mal da mediocridade

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The Big Internet Museum: uma viagem pela história da vida online

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Formula Truck - Ticket Car e Ticket Frete - Etapa Goiânia

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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

30 Dicas Super Práticas Para Aumentar a Produtividade ~ Blog do Cabra

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Brasil ocupa 7º lugar em ranking de fraudes com cartões, diz pesquisa

Brasil ocupa 7º lugar em ranking de fraudes com cartões, diz pesquisa
Brasileiro é o menos satisfeito em relação ao tratamento recebido por suas instituições, após experiências com fraudes

Por Gladys Ferraz Magalhães |15h20 | 23-11-2012
SÃO PAULO – No Brasil, 33% dos consumidores já sofreram algum tipo de fraude envolvendo cartões, o que dá ao país a 7ª colocação em ranking de fraudes desta categoria, segundo revelam dados divulgados pela ACI Worldwide.
De acordo com o levantamento, que avaliou o comportamento de consumidores em 17 países, no geral, um em cada quatro usuários de cartões de crédito, débito ou pré-pagos, já tiveram alguma experiência com fraude. México e Estados Unidos lideram o ranking, enquanto a Suécia é o país com o menor percentual de pessoas que já foram vítimas de fraudes, conforme é possível observar na tabela a seguir:

No geral, um em cada quatro usuários de cartão, já tiveram alguma experiência com fraude
País Fraude
Fonte: ACI Worldwide
México
44%
Estados Unidos
42%
Índia 37%
Emirados Árabes Unidos
36%
China
36%
Reino Unido 34%
Brasil 33%
Austrália 31%
Singapura 26%
África do Sul 25%
Canadá 25%
Itália 24%
França 20%
Indonésia 18%
Alemanha 13%
Holanda 12%
Suécia 12%
Categoria
Considerando apenas as taxas de fraudes no cartão de crédito, o Brasil aparece em 5º lugar, com 30% dos entrevistados dizendo que já passaram por tal experiência. Quando o assunto são os cartões pré-pagos, o País ocupa a mesma posição, com 7% dos pesquisados relatando que sofreram fraudes neste canal. Já os problemas no cartão de débito, colocaram o Brasil em 6º lugar na lista específica.
“O maior risco do mercado brasileiro hoje está associado com o que chamamos de cartão não presente, ou seja, transações feitas via internet banking ou comércio eletrônico, ou uma transação que você inicia, por exemplo, por telefone e que não necessita o uso do cartão físico, propriamente dito (…) Temos que ter em mente que a maioria da população brasileira foi recentemente bancarizada e até pouco tempo ainda tinha o dinheiro e o cheque como primeiras opções para realizar suas transações. Por isso, ainda é tão comum as pessoas estarem menos atentas e serem vítimas de fraudes comuns com cartões”, diz o country manager da ACI Worldwide no Brasil, Hugo Costa.
Satisfação
Sobre a satisfação dos brasileiros em relação ao tratamento recebido por suas instituições, após experiências com fraudes, a pesquisa revela que os usuários do Brasil, considerando todos os países, sãos os menos satisfeitos, com 56% declarando que estão “um pouco” ou “muito insatisfeitos”.
Além disso, 61% das vítimas de fraude por aqui passaram a usar dinheiro ou uma forma alternativa de pagamento no lugar dos cartões.

Telefônica e MasterCard anunciam pagamento via celular no Brasil a partir de 2013

Telefônica e MasterCard anunciam pagamento via celular no Brasil a partir de 2013
Grupo informou que o foco do produto é o público das classes C e D que não possui conta bancária

Por Welington Vital |17h26 | 28-11-2012
SÃO PAULO – O Grupo Telefônica e a MasterCard Internacional apresentaram, nesta quarta-feira (28), a MFS, empresa que atuará na implementação dos meios de pagamentos utilizando telefonia móvel no Brasil.
Segundo o presidente da MFS Serviços, Marcos Etchegoyen, o objetivo desta nova plataforma de pagamento é proporcionar a inclusão financeira para os públicos da classe C e D que não possuem contas bancárias.

Telefônica lança pagamento móvel no Brasil (Getty Images)
O produto usa a tecnologia USSD (Unstructured Supplementary Service Data) e é compatível com qualquer aparelho GSM. O serviço estará disponível no Brasil a partir de abril de 2013.
Como funciona o serviço
Para ter acesso ao serviço é preciso ser cliente Vivo e realizar o cadastro em uma das lojas da operadora. Após realizar o cadastro, o cliente receberá um número USSD e um cartão pré-pago.
Em seguida é só realizar a recarga em uma loja da Vivo ou qualquer outro estabelecimento conveniado (supermercados, bancas de jornal entre outros) e utilizar os serviços. Com o celular os clientes poderão realizar recargas telefônicas e transferências para contas de outros usuários cadastrados. Todas as transações são realizadas com o uso de senhas cadastradas pelos clientes.
Com o cartão pré-pago os clientes poderão realizar pagamentos das compras em todos os estabelecimentos conveniados com a MasterCad, além de realizar saques em terminais que possuam a bandeira Cirrus e consultar os saldos das contas pré-pagas.
De acordo com Etchegoyen, ainda não foram definidos os valores das tarifas que serão cobradas nas transações. As mensagens SMS enviadas para realizar as transações não terá custo para os clientes.
Pagamento móvel
Serviços similares, também por meio de parceria da operadora e da MasterCard, já estão disponíveis na Argentina e no Peru. Já as transações financeiras pela tecnologia USSD são feitas hoje em larga escala em países da África e nas Filipinas.
A expectativa da MFS é de que até o final de 2013, cerca de 500 mil operações sejam realizadas por mês.
A MFS ainda ressaltou que não é uma financeira, mas uma empresa de soluções financeiras.
“Vamos oferecer conveniência, simplicidade e vantagens para os clientes que aderirem esse novo método de pagamento”, ressaltou o presidente da MFS.
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domingo, 2 de dezembro de 2012

Dá para renegociar metas?


Roberto Shinyashiki (Foto: Marcos Camargo)
Uma das práticas mais disseminadas entre os gestores é rediscutir metas financeiras. Na esmagadora maioria das vezes, para baixo: nunca vi um gerente dizer para seu chefe que a situação econômica melhorou muito e que aquelas metas que ele tinha de cumprir ficaram fáceis demais, era melhor aumentá-las.

O que acontece, em geral, é que os executivos discutem e rediscutem exaustivamente as ações do ano, mas quando percebem que não vão conseguir atingir suas metas eles iniciam uma pressão dupla. De um lado, querem baixar a meta. De outro lado, iniciam um processo de corte de custos para compensar a queda de receitas (e manter o lucro).

saiba mais
Workaholic, não. Worklover
Você sabe para onde vai?
Você quer crescer?
O sucesso é construído à noite
Nesses casos, o procedimento correto é fazer uma checagem dos seguintes itens:
1. verificar se os lançamentos de produtos ou serviços foram realizados. Se os projetos não foram realizados, a conversa tem de ser mais profunda.
2. observar se a verba de marketing foi gasta. Muitos presidentes comemoram economia em gastos de marketing, mas não usá-la é um mau sinal. Sem campanhas de divulgação, é pouco provável que as vendas sejam aquelas que se espera.
3. analisar se o cronograma de ações combinadas vem sendo cumprido. Ações atrasadas produzem, na maioria das vezes, resultados fracos. Cumprir os prazos é fundamental para as ações darem o resultado planejado. Os atrasos são um dos maiores cânceres da cultura empresarial brasileira. Um gerente que não consegue fazer o seu departamento funcionar dentro do cronograma precisa de um supervisor para acompanhá-lo de perto.
4. computar a quantidade de ações da equipe comercial. Se eles precisam fazer em média cem visitas por mês para cumprir suas metas, não é aceitável que façam menos visitas.

Há vários outros itens a ser checados, mas esses são os mais objetivos para saber o que está acontecendo de verdade na sua empresa e, portanto, dá para examiná-los rapidamente. Se as ações básicas não vêm sendo feitas, não adianta culpar o ambiente externo (chegou um concorrente novo, o dólar subiu, o mercado mudou...). Se o pessoal não realizou o combinado, dificilmente fará sentido rediscutir as metas.

E aí vem a questão que mais aflige os comandantes de equipes: o que fazer para que as pessoas cumpram o que prometeram?

Aí, a lista de perguntas é menor – mas respondê-las exige um mergulho mais cuidadoso, às vezes com uma sincera investigação da alma.

Primeiro, é preciso conversar sobre as causas da falta de ações. Em geral, um dos motivos mais comuns é falta de compreensão dos objetivos do projeto.

A segunda questão a ser respondida é se as pessoas estão suficientemente capacitadas para os desafios que enfrentam. Também é uma questão mais complexa do que parece à primeira vista. Treinamento é investimento, precisa ser feito na área certa, com as pessoas adequadas, na medida necessária.

Finalmente, é preciso avaliar se as pessoas com quem se conta são as pessoas certas. Elas têm a fibra necessária? Têm disposição e abertura para aprender? Uma conversa desse tipo pode muito bem levar à conclusão de que o que precisa ser mudado não são as metas, mas os buscadores de meta...

* Roberto Shinyashiki é palestrante e doutor em administração pela FEA-USP. É também autor dos best-sellers Sem Medo de Vencer; A Revolução dos Campeões; O Sucesso É Ser Feliz; Os Donos do Futuro; Você, a Alma do Negócio; O Poder da Solução; Heróis de Verdade; Tudo ou Nada e Os Segredos dos Campeões

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

USA: Wright Express Changes Name to WEX


USA: Wright Express Changes Name to WEX




wex_logo.png
Card payment solutions firm Wright Express Corp has changed the name of the company to WEX, an alteration it says will help to promote and develop its reputation as an international provider. The company, which began as a fleet car operator in the early 1980s, says that it will continue to trade under the WXS symbol on the New York Stock Exchange. The company first went public in 2005. 

The company operates through several subsidiaries including WEX Bank, Fleet One, Pacific Pride, Wright WExpress Prepaid Cards Australia and Fuel Cards Australia. The company employs more than 1,300 people through it and its subsidiaries. It provides services to more than 350,000 customers, who in turn cater for over 6 million card holders. 
 
It added that the new name reflects its growth and strategy aims, which includes providing corporate card solutions. 
 
PetrolWorld 16112012

EUA investigam Visa por violação regras de cartão de débito


18/11/2012 03h30

DE SÃO PAULO
A Comissão Federal do Comércio dos EUA investiga a Visa por violação de novas regras para cartão de débito.
A própria companhia informou na sexta-feira (16) que foi procurada em setembro pela comissão para conceder informações.
A suspeita chegou ao órgão do governo norte-americano por meio do sistema de delação premiada.
A Comissão suspeita que uma nova estratégia comercial lançada pela Visa foi a responsáveis pela violação de regras no pagamento com cartões criadas em 2010.
Há dois anos, os reguladores fixaram um novo limite no valor das compras a partir das quais os comerciantes poderiam aceitar cartões de débito.
Também estabeleceram novos requerimentos que ordenavam os processos de dados dos cartões de débito, o que possibilitou que tivessem mais controle de gastos sobre operações, pois poderiam escolher qual redes usar para rotear a transação de débito.
Em maio deste ano, a Visa lançou uma nova estratégia de preço para proteger sua participação dominante no mercado de cartões de débito, como resposta à nova regulamentação que entrou em vigor em abril.
A nova política de preços incluía uma taxa fixa que deveria ser paga quanto sua rede fosse utilizada e taxas variáveis para cada transação. Além disso, concediam incentivos em pagamentos aos comerciantes para que continuassem a usar sua rede.

Educationworld.in :: Edenred launches second edition of art competition for poor children

Educationworld.in :: Edenred launches second edition of art competition for poor children: No Description

Edenred France launches Ticket Kadéos


Edenred France launches Ticket Kadéos
®
Universel gift card
An innovative solution in the incentive and rewards market
Edenred has introduced Ticket Kadéos
®
Universel, an open-loop gift card designed for the incentive and
rewards market. Based on MasterCard’s international network, this innovative solution allows
companies to  enhance employee motivation,  improve the performance of their sales networks, build
client loyalty and drive sales promotion.
A UNIVERSAL GIFT CARD FOR EASY, SECURE USE
Introduced in November 2012, Ticket Kadéos
®
Universel is a prepaid MasterCard gift card that may be used
at 32 million merchants. Its open-loop network offers beneficiaries a vast choice of uses either online or in
stores in France and abroad.
The three-year, non-transferable card is issued in the beneficiary’s name and may be reloaded by the
company. To guarantee optimal security for the allocated funds, the Ticket Kadéos
®
Universel card has an
embedded PIN-protected microchip and is  activated directly by the user. Transactions  are authorized and
credit balances tracked in real-time by PrePay Solutions, an authorization platform specialized in electronic
payment systems and prepaid transaction processing, which is jointly owned by Edenred and MasterCard.
SERVICES FOR COMPANIES AND THEIR EMPLOYEE USERS
Ticket Kadéos
®
Universel is designed to  enhance employee  motivation,  improve sales  network
performance, build client loyalty or drive sales promotion. To strengthen the ties with the company, the
gift card may be  customized with the client’s logo and the display of dedicated visuals on the card or the
communication materials.
The use of a digital medium also enables the delivery of  a wide array of beneficiary services – card
activation, balance tracking, spending history and card cancellation – via a number of different channels:
• A dedicated website, www.ticket-kadeos-universel.fr| page 2/2
• Ticket Kadéos
®
iPhone and Android apps
• A text messaging service to track credit balances
• An interactive voice server accessible 24/7, for the cost of a local call in mainland France
In launching this new solution, Edenred is reaffirming its global strategy of shifting to digital media, with the goal
of having paperless solutions account for 50% of issue volume by the end of 2012 and for more than 70% by
2016.

Caminhando Junto | RH, Gestão e Negócios: Mude seu ponto de vista e tenha mais sucesso

Caminhando Junto | RH, Gestão e Negócios: Mude seu ponto de vista e tenha mais sucesso: É interessante notar que todas as nossas ações nascem de como enxergamos o mundo ao nosso redor, do tipo de pensamentos que alimentamos e q...

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terça-feira, 20 de novembro de 2012

O que fazer com os folhetos de marketing que ninguém lê. : BizRevolution | Empresa de Marketing Especialista em Pequenas Empresas

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4 coisas que todo vendedor sabe que tem que fazer mas não faz. : BizRevolution | Empresa de Marketing Especialista em Pequenas Empresas

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Como fazer um planejamento estratégico com 9 perguntas. : BizRevolution | Empresa de Marketing Especialista em Pequenas Empresas

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Os 4Fs que vão mudar a sua Vida! : BizRevolution | Empresa de Marketing Especialista em Pequenas Empresas

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Porque as mulheres amam Christian Grey. : BizRevolution | Empresa de Marketing Especialista em Pequenas Empresas

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As 5 principais tendências em Social & Mobile Commerce. : BizRevolution | Empresa de Marketing Especialista em Pequenas Empresas

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O Que é Adversidade? ~ Blog do Cabra

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O Que é Estratégia? ~ Blog do Cabra

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Tenha Uma Estratégia Antes de Agir ~ Blog do Cabra

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5 Dicas Para Diminuir as Distrações e Concluir Suas Tarefas ~ Blog do Cabra

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domingo, 18 de novembro de 2012

Ticket oferece consultoria exclusiva para auxiliar na gestão de benefícios para o trabalhador

Ticket oferece consultoria exclusiva para auxiliar na gestão de benefícios para o trabalhador

Novo serviço de relatórios analíticos contribui para aplicação e uso de benefícios nas empresas
Os gestores de Recursos Humanos contam agora com uma novidade que auxilia na gestão de benefícios alimentação oferecidos aos colaboradores. A Consultoria Ticket é uma ferramenta exclusiva que permite a análise dos benefícios concedidos pela empresa. A solução é integrada aos cartões Ticket Restaurante e Ticket Alimentação. A nova ferramenta permite, ainda, analisar o comportamento de utilização dos produtos, por meio de relatórios analíticos detalhados.
Os gestores de RH terão acesso a dados que apontam o hábito de consumo dos colaboradores, restaurantes mais frequentados, preço médio da refeição na região e também qual é a forma de uso dos cartões de alimentação-convênio, refletindo até em iniciativas corporativas para uma alimentação mais saudável. «Trata-se de um interessante raio-x do benefício, o que pode contribuir às duas partes. De um lado, o gestor terá mais conhecimento sobre a utilização do benefício e suas preferências, ao mesmo tempo em que terá mais referência sobre valores praticados na região », explica Julio Zancopé, gerente de Marketing e Produtos Regulamentados da Ticket. Outro diferencial, segundo o executivo, é que essas análises estimulam o desenvolvimento de ações voltadas aos colaboradores, como campanhas para melhor uso do benefício-alimentação e parcerias com os estabelecimentos mais frequentados.
Essa relação mais próxima com a empresa cliente e seus colaboradores complementa outros programas da Ticket que priorizam a qualidade da alimentação do trabalhador brasileiro, como os Programas Avante e Servir.
Criado este ano pela marca o Programa Avante conta com uma série de ações para que os usuários Ticket possam introduzir em suas rotinas hábitos alimentares mais saudáveis, como participação em programas de equilíbrio alimentar, dicas de nutrição e disponibilidade de um nutricionista online para elaboração de um perfil nutricional, entre outros. O Programa Avante ainda oferece a disseminação de conceitos de alimentação saudável a outro público também muito importante nesse cenário de alimentação fora de casa: as lanchonetes e restaurantes.

Para a profissionalização do segmento de alimentação fora de casa, a Ticket oferece o Programa Servir - Programa Ticket de Qualificação Profissional – voltado aos empresários dos estabelecimentos e seus funcionários com treinamentos gratuitos à distância, com ensinamentos de como evitar desperdícios, melhores práticas no manejo dos alimentos até noções de atendimento ao público e fluxo de caixa – apoio à gestão do negócio. Por meio das parcerias com a Confederação Nacional do Turismo (CNTur) e a Associação Telecentro de Informação e Negócios (ATN), os cursos do programa Servir foram desenvolvidos para o aprendizado de adultos por meio de interação e inclusão social e digital.
Dessa forma, a Ticket investe no relacionamento e no apoio aos públicos prioritários, formados pelos usuários dos cartões e pelos estabelecimentos credenciados. A Consultoria Ticket vem acrescentar a este conjunto de públicos as empresas-clientes, que podem se beneficiar com a nova ferramenta.
Sobre a Ticket
Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 36 anos no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car, Ticket Transporte e Ticket Frete.
Com abrangência nacional, a Ticket atende a 57 mil empresas-clientes e mais de 5 milhões de usuários, com 4,2 milhões de cartões eletrônicos em operação aceitos em uma rede de 320 mil estabelecimentos credenciados em 4,8 mil municípios brasileiros.
A Ticket é uma empresa Edenred – que integra as empresas Ticket e Accentiv´ Mimética

CDI Comunicação Corporativa
Maria Juliana Buso / Mirella Gutierrez
Tel.: (11) 3817-7959 / (11) 3817-7922
e-mail: mariajuliana@cdicom.com.br / mirella@cdicom.com.br

sábado, 17 de novembro de 2012

Os 4 Cs do Marketing ~ Blog do Cabra

Os 4 Cs do Marketing ~ Blog do Cabra

Marketing Without a Master by Morra Aarons-Mele | 11:47 AM November 16, 2012


Marketers love the notion that a great idea can be carefully crafted and nurtured by one man or woman. Think of Milton Glaser's iconic images, the fictional talent of Don Draper, or the all-too-real attention to detail embodied by Steve Jobs. Agency truly lies with the agency — or so marketers would like to think — whether that be an ad agency, PR firm, or graphic team.
But right now, I'm working on a marketing campaign that knows no master, a ship without a captain. And it's exhilarating. Its logo will never win any design awards, and there are no brand guidelines, but somehow this idea has grown to over 1,000 volunteer partners in every state. It's called#GivingTuesday.
Taking place on November 27, 2012, #GivingTuesday's goal is to show that the holiday shopping season can also be about giving back. From large retailers like JC Penney to small businesses and local charities, organizations across all 50 states are committing to take special action on November 27 .
I love #GivingTuesday because it's wonderfully self-reliant.
No single person or group owns this effort. There's a team behind the project, working hard to make #GivingTuesday a success. 92Y in New York and The United Nations Foundation birthed the idea and have worked hard to shape its success. Both organizations have worked on uniting communities to harness social media for social good, and #GivingTuesday was a logical framework to bring Americans together for this purpose. Mashable brought in crucial feedback based on their work with what they call "the connected generation." These leaders in turn cajoled, (pro bono) many sector experts, from PR to social media. We've nurtured #GivingTuesday and given it a platform, creating opportunities for user feedback, social media engagement, and word of mouth.
How do you give birth to a project with no master that is still strong enough to retain its shape and initial purpose? It seems to me there are three components:
1. Building the right framework: #GivingTuesday isn't a campaign; it's an idea. We wanted to simply create an organizing principle to encourage the creativity and energy of Americans to work together for a greater good. We wanted to launch a story that would engage people of every background and allow them to run with it in their own way, according to their own passions and abilities.
For instance, several big companies have pledged large, complicated efforts of the kind only a large company could organize. Microsoft will launch a major donor matching campaign onGiveforYouth.org — a new micro-giving portal designed to allow donors to fund and follow the dreams of young people around the world. Simon Property Group will be collecting donations at Simon malls nationwide to support the Simon Youth Foundation (SYF) and American Red Cross. eBay/PayPal will waive fees for non-profit donations.
Smaller nonprofits are making smaller, but very concrete, commitments. For every donation made on #GivingTuesday, Plant A Fish will plant a mangrove; for every fifth donation the organization will release a baby sea turtle. Phoenix House, a nonprofit organization that provides alcohol and drug abuse treatment, is asking people to write letters of support to the men and women in its treatment programs.
But part of our goal with #GivingTuesday was that the framework be flexible enough for individuals to be part of it — not just through their organizations. My colleague Chrysula Winegar is determined to set aside time on #GivingTuesday for holiday shopping — by buying family members charitable donations for Christmas in place of physical items they don't necessarily need. Ilina Ewen is incorporating the "new tradition" of #givingtuesday into continuing to teach her two young sons aboutwhy giving back is essential part of life.

2. Talking to the right audience:
 Henry Timms, who initially envisioned #GivingTuesday a year ago, introduced me to the concept of the "connected generation" and of course it immediately gelled. The success of a project like #GivingTuesday relies on strong interconnected networks of digital influencers. Unlike traditional marketing segments, the connected generation audience can't be broken down by age, demographics, interest, or hobby. What they have in common is their reliance on the web as the best possible source of information, innovation, and contacts.
We knew that the social influencers who would spread the idea of #GivingTuesday lead strong interconnected networks online. Theses audiences include individuals of every background and who care about a multitude of issues. What they have in common is their reliance on the web as the best possible source of information, innovation, and connectivity. We knew that if one influencer in a network learned about #GivingTuesday and was inspired to act, he or she would work to organize friends and followers as well.
3. Creating a strong mission: The best marketing campaigns call on something visceral in people; they respond to what we desire. Sure, sex sells in marketing, but there are other powerful ways to engage people. As Beth Kanter writes, "Empathy is an excellent marketing strategy tool."
Each year, we hear about people getting trampled in Wal-Mart or fighting over drastically reduced electronics on Black Friday. It should be no surprise that #GivingTuesday speaks to many Americans' desire to escape the scrum of Black Friday, the relentless marketing of post-Thanksgiving shopping. We believe Americans have a desire to put giving back into the giving season. And so with #GivingTuesday, we give people the nugget of inspiration, and let them get on with their work.
Members of the #GivingTuesday team were on an organizing call for our social media ambassadors when one woman came on to tell us about her baby, "Fair Trade Tuesday." The marketer in me immediately wanted to shut her down: that's off brand — she invented a new name! But then I remembered, #GivingTuesday is hers to adapt, and that's where the beauty in this project lies.
Perhaps we need to focus less on controlling every aspect of a brand or campaign or more on providing a framework where ideas can grow organically. I will try to remember the principles of the self-reliant campaign in my next project, and the empowerment people feel when we give them the opportunity to act. As marketers, the most important thing we do is create an idea or feeling strong enough to take on a life of its own.
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Morra Aarons-Mele

MORRA AARONS-MELE

Morra Aarons-Mele is the founder of Women Online and The Mission List. She is an Internet marketer who has been working with women online since 1999. She helped Hillary Clinton log on for her first Internet chat, and launched Wal-Mart’s first blog. Morra tweets at@morraam.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Cinco dicas para tornar seu cérebro mais eficientes


Cinco dicas para tornar seu cérebro mais eficiente

Você está acostumado a responder e-mails durante uma ligação? Aproveita o tempo de uma reunião para organizar a sua lista de afazeres? Executar várias tarefas simultaneamente pode parecer a solução óbvia para uma rotina extremamente atarefada, mas a escritora Margaret Moore, autora do livro Organize sua Mente, Organize sua Vida, defende que essa prática causa estresse ao cérebro e afeta negativamente o seu desempenho no trabalho.
“Nosso cérebro foi desenhado para focar todos seus recursos em uma tarefa por vez,” conta Moore. “Quando nos concentramos em uma ação, a memória funciona bem, cometemos menos erros e somos mais criativos – às vezes até brilhantes.” Usar o “software” organizacional do seu cérebro da maneira como ele foi projetado pode ajudar a se sentir mais focado e produtivo.
Em post no “The Daily Dose”, blog do site entrepreneur.com, Lisa Evans lista e explica cinco dicas de Moore para facilitar uma boa organização e eficiência mental.
1. Comece o seu dia com atividades que acalmem a mente. Da mesma forma que um atleta se alonga antes de competir, seu cérebro precisa de um aquecimento. Moore sugere a prática de atividades que tragam à mente um estado de calma, como um exercício físico, exercícios respiratórios, ouvir música ou simplesmente permitir que a sua mente divague por um período de tempo.
2. Programe tempos de “não perturbe”. Marque períodos de foco total durante o dia. Por exemplo: momentos em que você estiver em tarefas que exijam criatividade e pensamento estratégico. Mantenha sua atenção nessas horas, canalizando toda a sua energia na tarefa em questão, até que você esteja pronto para iniciar a próxima. Evite checar e-mails enquanto estiver nesse momento e coloque seu celular no modo silencioso para evitar perturbações.
3. Freie distrações. “Note uma distração, respire fundo e tome a decisão consciente de continuar focado. Siga a distração somente se for algo urgente, em vez de deixar que ela roube sua atenção”, diz Moore.
Se a tecnologia for a sua principal fonte de dispersão, programe um tempo para olhar e-mails. “Pratique períodos livres de tecnologia para amainar a necessidade de checar e-mails constantemente”, diz Moore. Além disso, simplifique o seu fluxo de trabalho para evitar que você mesmo gere distrações. Feche documentos nos quais você não está trabalhando ativamente e faça esforço consciente para colocar sua atenção completa em cada tarefa.
4. Faça pausas cerebrais frequentes. “Encoraje a sua mente a viajar e mova o seu corpo para refrescar o seu cérebro”, aconselha Moore. Esses intervalos devem ter a frequência que o seu estado físico e emocional exigir. Dê uma caminhada rápida ou faça exercícios de alongamento na sua mesa. Não imagine que fazer pausas irá sacrificar sua produtividade. “Algumas das ideias mais produtivas virão quando você descansar seu foco”, diz Moore.
5. Abasteça o seu cérebro. Exercícios regulares melhoram a capacidade de atenção e memória. Além de esforço físico, o seu cérebro precisa de certos nutrientes para atingir seu desempenho máximo. Em dias de maior atividade cerebral, aposte em fontes de proteína, como ovos, carnes brancas e alimentos que contenham gorduras boas e ômega-3, como nozes.

Estudo aponta que gastos com transporte correspondem a 12% do PIB brasileiro ~ Parceiro do Frete

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Planejamento de Transportes: Sinal verde para planta de biodiesel da Bunge

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