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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Nova Liderança: Como se Destacar no Mercado ~ Blog do Cabra

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COMUNICAÇÃO INTEGRADA: Homo Connectus. Um magnífico retrato do nosso temp...

COMUNICAÇÃO INTEGRADA: Homo Connectus. Um magnífico retrato do nosso temp...: Já conhecíamos outros estádios da evolução humana, designadamente o “Homo de Neanderthal” e o “Homo Sapiens”. Agora, na era das tecnologias...

COMUNICAÇÃO INTEGRADA: Netnografia. A arma secreta dos profissionais de m...

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MARKETING AUTOMATION: Is the CRO the link between marketing and sales? | b2bmarketing.net

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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Liderança Questionada ~ Blog do Cabra

Liderança Questionada ~ Blog do Cabra

COMUNICAÇÃO INTEGRADA: O que Peter Drucker nos ensinou

COMUNICAÇÃO INTEGRADA: O que Peter Drucker nos ensinou: “O conhecimento era um bem privado, associado ao verbo saber. Agora, é um bem público ligado ao verbo fazer.” "Não podemos prever o futuro...

Cenário Jurídico: Transporte remunerado de passageiros sem autorizaç...

Cenário Jurídico: Transporte remunerado de passageiros sem autorizaç...: É caso de reter e não apreender veículos em decorrência do transporte remunerado de passageiros ainda que sem autorização do órgão competent...

COMUNICAÇÃO INTEGRADA: Capital erótico pode ser uma vantagem no trabalho....

COMUNICAÇÃO INTEGRADA: Capital erótico pode ser uma vantagem no trabalho....: As pessoas bonitas conseguem melhores empregos e melhores salários. Mas também contribuem para melhores resultados das empresas e das organ...

Pouco Retorno: Varejistas Estão Fechando Suas Lojas no Facebook ~ Blog do Cabra

Pouco Retorno: Varejistas Estão Fechando Suas Lojas no Facebook ~ Blog do Cabra

Fábula - Lição do Rato ~ Blog do Cabra

Fábula - Lição do Rato ~ Blog do Cabra

Dez Princípios Para a Era do Marketing 3.0 - Ari Lima

Dez Princípios Para a Era do Marketing 3.0 - Ari Lima

Sustentabilidade: crédito para projetos verdes

Sustentabilidade: crédito para projetos verdes
Da Agência Ambiente Energia – O Banco Itaú BBA receberá um empréstimo de US$ 100 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para financiar projetos verdes no Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. Os recursos do BID serão utilizados no financiamento de projetos relacionados à energia renovável, eficiência energética e mecanismos de produção mais limpos, assim como em projetos que possam gerar créditos de carbono. O empréstimo do BID poderá ser complementado por uma segunda operação sindicalizada (empréstimo B) de também até US$ 100 milhões.

“Há uma carência de financiamentos para projetos verdes na América Latina. Esse empréstimo faz parte dos nossos esforços para fechar essa lacuna”, afirma Daniela Carrera-Marquis, chefe da Divisão de Mercados do Departamento de Financiamento Estruturado e Corporativo (SCF). Nos últimos anos, o SCF aprovou US$ 325 milhões em empréstimos para instituições financeiras da América Latina e do Caribe financiarem projetos de meio ambiente.

O empréstimo do BID também envolve assistência técnica. O Itaú BBA deve implementar uma plataforma para que os participantes aprimorem a originação dos empréstimos ambientais, além de levar em conta processos de filtragem para selecionar projetos qualificados para financiamento. O Itaú BBA também irá aderir aos critérios de elegibilidade do BID para seleção de projetos verdes e seguirá as diretrizes do banco para publicação de relatórios de sustentabilidade.

Jornal do Brasil - País - Lei da Ficha Limpa poderá ser adotada também no Poder Executivo

Jornal do Brasil - País - Lei da Ficha Limpa poderá ser adotada também no Poder Executivo

Tudo sobre online marketing: Facebook: Como optimizar a sua presença nesta rede...

Tudo sobre online marketing: Facebook: Como optimizar a sua presença nesta rede...: Depois de inúmeros pedidos dos nossos seguidores, o Digital Marketing lança assim este Ebook totalmente dedicado ao Facebook, que vem ajud...

Novidades Ticket CAR na Truck

Novidades

LOUNGE EMPREENDEDOR: O LÍDER DO FUTURO

LOUNGE EMPREENDEDOR: O LÍDER DO FUTURO: Qualquer livro ou qualquer curso com foco no desenvolvimento de liderança da atualidade se propõe a aperfeiçoar a liderança servidora, a li...

LOUNGE EMPREENDEDOR: GESTÃO DE "QUEM"

LOUNGE EMPREENDEDOR: GESTÃO DE "QUEM": Sou entusiasmada pelo tema da gestão e acredito que ainda podemos avançar muito nesse terreno. Por que é preciso melhorar? Porque antes de ...

LOUNGE EMPREENDEDOR: NÃO ESTOU LOUCA

LOUNGE EMPREENDEDOR: NÃO ESTOU LOUCA: Enquanto nossos vereadores discutem o aumento de seus próprios salários e congressistas ainda duvidam da legalidade de um projeto como o Fic...

LOUNGE EMPREENDEDOR: PROATIVIDADE

LOUNGE EMPREENDEDOR: PROATIVIDADE: "É melhor tentar e falhar do que se preocupar e ver a vida passar. É melhor tentar, ainda que em vão, do que sentar e fazer nada até o fina...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

ANTT e NTC - Conta Frete e o TAC-Agregado

ANTT e NTC - Conta Frete e o TAC-Agregado
Sex, 24 de Fevereiro de 2012 09:36

Em comunicado anterior informamos aos associados que em atendimento a um pedido da NTC&Logística, a ANTT – Agência Nacional de Transporte Terrestre havia comunicado a intenção de elaborar regulamentação específica para o TAC-Agregado visando o uso dos meios de pagamentos previstos na Resolução da ANTT nº 3658/2011, bem como o compromisso de ouvir a entidade na formatação desta regulamentação.
 
No último dia 15 foi realizada em São Paulo, na sede da NTC reunião de trabalho da qual participaram os representantes da ANTT, senhores Noboru Ofugi, Marcelo Prado e Marcos Antônio Neves, o Presidente da NTC, Flavio Benatti, Assessores da entidade e empresários associados, discutindo-se os parâmetros da regulamentação relacionada ao pagamento da TAC – Agregado, posicionando-se os empresários pela dispensa da exigência pela ANTT da emissão do denominado CIOT nos casos de contratação do TAC-Agregado e a ANTT pela indispensabilidade da emissão do referido documento por ela criado como instrumento imprescindível para a fiscalização do cumprimento da legislação por todos os envolvidos na contratação, admitindo seja simplificada a emissão do CIOT, com prazo de validade de até 30 dias e comunicação à ANTT de informações, das operações realizadas no período, também de forma simplificada e somente ao final do prazo, no fechamento do pagamento.
 
Decidiu-se pela formação de um Grupo de Trabalho para oitiva das empresas de transportes por segmento, com participação do Sr. Marcelo Prado pela ANTT e até 05 técnicos indicados por cinco empresas, para estudo das dificuldades operacionais de cada segmento e busca de soluções para a emissão do CIOT com as características acima apontadas e forma de comunicação de informações para a ANTT, mediante uso das tecnologias disponíveis. A Dra. Gildete Menezes deverá coordenar a realização das reuniões por segmento agendando a vinda do representante da ANTT a São Paulo e convocando os representantes das empresas por segmento.
 
A ANTT, por seus representantes, fez questão de frisar na reunião que embora esteja buscando uma regulamentação específica para o TAC – Agregado, entendido como aquele que trabalha com exclusividade para empresa de transportes – ETC, a Resolução 3.658/2011 encontra-se em pleno vigor e tem aplicação em todos os seus termos nos casos da contratação de TAC – Independente, estando sujeitos à fiscalização todos os seus contratantes, sejam embarcadores ou empresas de transportes.
 

French vouchers company Edenred Thursday reaffirmed its growth objectives as it posted strong in its full-year net profit in 2011.

PARIS (MarketWatch) -- French vouchers company Edenred Thursday reaffirmed its growth objectives as it posted strong in its full-year net profit in 2011.

MAIN FACTS:

- Edenred reported full-year net profit up to from

- The company said it "reaffirms its growth objectives of 6% to 14% for issue volume and over 10% for funds from operations," adding that this is a "medium-term objective of normalized organic growth...attainable in a context in which unemployment does not rise."

-The company's issue volume rose to from while total revenue for the year from EUR965 million.

- The company's EBIT was to from .

- The company said its performance was boosted by strong momentum in emerging markets whilst growth was more moderate in developed markets.

- The company said that it had net cash of EUR74 million at the end of 2011, compared with a net debt of , one year earlier.

- Edenred said that in light of its 23.1% growth in 2011 recurring profit after tax, it will pay a dividend of per share, up 40% on 2010.

- The company also said that it aims "to increase the amount of the dividend on a recurring basis in the coming years."

PARIS (MarketWatch) -- French vouchers company Edenred EDEN.FRThursday reaffirmed its growth objectives as it posted strong rise in its full-year net profit in 2011.

MAIN FACTS:

- Edenred reported full-year net profit up 185% to EUR194 million in 2011 from EUR68 million a year earlier.

- The company said it "reaffirms its growth objectives of 6% to 14% for issue volume and over 10% for funds from operations," adding that this is a "medium-term objective of normalized organic growth...attainable in a context in which unemployment does not rise."

-The company's issue volume rose 9.5% to EUR15.19 billion from EUR13.88 billion in 2010, while total revenue for the year increased 6.9% to EUR1.03 billion from EUR965 million.

- The company's EBIT was up 8.5% to EUR355 million from EUR328 million in 2010.

- The company said its performance was boosted by strong momentum in emerging markets whilst growth was more moderate in developed markets.

- The company said that it had net cash of EUR74 million at the end of 2011, compared with a net debt of EUR25 million, one year earlier.

- Edenred said that in light of its 23.1% growth in 2011 recurring profit after tax, it will pay a dividend of EUR0.70 per share, up 40% on 2010.

- The company also said that it aims "to increase the amount of the dividend on a recurring basis in the coming years."

Ticket oferece consultoria online gratuita em gestão de benefícios de alimentação em todo o País

Ticket oferece consultoria online gratuita em gestão de benefícios de alimentação em todo o País
Passo a passo inclui explicação sobre a lei do PAT e valores médios de refeições e cestas básicas por regiões.

Em mais uma iniciativa de valorização à relação empresa - colaborador, a Ticket lança sua campanha de preço médio de alimentação 2012 que pretende auxiliar empresas em uma questão-chave: satisfazer e reter funcionários ao mesmo tempo em que atende às exigências e metas financeiras. Por meio de uma pesquisa, que revela o valor médio pago pelo trabalhador brasileiro em refeições fora de casa, as empresas poderão comparar o valor do benefício pago com o preço médio cobrado em sua região.

Como pioneira no mercado nacional de refeição e alimentação-convênio, a proposta da Ticket, além de auxiliar na atualização de valores, é explicar aos gestores os passos e vantagens em cadastrar-se no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) para oferecer o benefício, e ainda colocar à disposição os valores médios das refeições e cestas básicas no Brasil.

E o melhor: todo esse conteúdo está disponível online no hotsite Pesquisa Ticket + Valor, www.ticket.com.br/pesquisaticket, especialmente criado para concentrar todas as informações referentes ao PAT e a pesquisa de valor médio, facilitando a busca das empresas.

“O que procuramos, nessa consultoria, é contribuir com a difícil equação produtividade x metas financeiras. Sabemos que uma empresa prospera a partir de um time satisfeito e saudável, por isso buscamos as ferramentas que, aliadas aos nossos produtos Ticket Restaurante e Ticket Alimentação, poderão trazer ótimos resultados aos empresários e seus colaboradores”, conta Júlio Zancopé, gerente de Marketing e produtos Regulamentados da Ticket.

Democrático. O portal Ticket + Valor é um canal aberto voltado a empresas de todos os portes e regiões, sendo ou não clientes Ticket. Para as empresas que ainda não conhecem os benefícios do PAT, há vídeos tutoriais e simulações que mostram, de forma simples e rápida, as vantagens econômicas ao aderir ao Programa – entre abatimentos de impostos e incentivos fiscais.

Uma vez a par dessa facilidade que o governo federal oferece por lei (nº 6.321/76), as empresas poderão, então, consultar o valor médio de refeições e cestas básicas para simular como seria a contratação e o montante oferecido como benefício a seus funcionários. Esses dados são baseados em duas pesquisas divulgadas anualmente no setor. A primeira, realizada pela Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio (Assert), tem o objetivo de avaliar o custo da refeição do trabalhador em restaurantes, além de analisar o equilíbrio nutricional desses pratos. Já a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulga os valores médios de cestas básicas no País.

Para completar, por meio do hotsite, as empresas podem simular qual será a dedução gerada pelo PAT e o ganho em incentivos fiscais com a adequação do benefício.

“Esse tipo de consulta é muito válido às empresas. Para as que ainda não fazem parte do PAT, é um ótimo termômetro sobre as vantagens da adesão ao Programa, enquanto as já inscritas podem fazer a consulta e, assim, adequar o valor médio do Ticket Restaurante ou Alimentação concedido ao trabalhador, de acordo com os preços cobrados por região”, explica Zancopé.

“Nosso simulador mostra que investir mais no trabalhador não significa aumento de despesas, pois junto com o ajuste do valor médio pago, cresce também as vantagens geradas pelo PAT” finaliza.

Veja como funciona a pesquisa.: 1. É necessário selecionar o produto: Ticket Restaurante |Ticket Alimentação. 2. É necessário selecionar a região/estado/cidade/bairros (quando houver) |Exemplo: Ticket Restaurante em São Paulo, capital, região central.

Veja como funciona o simulador.: 1. É necessário selecionar o produto:Ticket Restaurante | Ticket Alimentação 2. É necessário preencher os dados pessoais e da empresa, bem como informar o valor médio atual e o pretendido.

Ticket -Presente no Brasil desde 1976, a Ticket conquistou a liderança histórica do setor de refeição-convênio, com o Ticket Restaurante. Nestes 35 anos no País, a empresa também ampliou seu leque de atuação, com o lançamento de produtos inovadores como o Ticket Alimentação, Ticket Car, Ticket Transporte e Ticket Frete.

Com abrangência nacional, a Ticket atende a 57 mil empresas-clientes e mais de 5 milhões de usuários, com 4,2 milhões de cartões eletrônicos em operação aceitos em uma rede de 320 mil estabelecimentos credenciados em 4,8 mil municípios brasileiros. A Ticket é uma empresa Edenred – que integra as empresas Ticket e Accentiv´ Mimética.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A nova era do Marketing

A nova era do Marketing

As estratégias das montadoras chinesas para ganhar espaço no Brasil

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De olho na saúde, Ford e Microsoft fazem parceria

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Problemas pessoais no trabalho interferem no desenvolvimento da carreira

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E-mail: como utilizar essa ferramenta de comunicação sem cometer gafes?

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Como transformar Twitter, Orkut e Facebook em verdadeiras máquinas de sucesso

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Nike apresenta tênis futurista que mede capacidades atléticas do usuário

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Why We Don't Always Tell the Truth - Ron Ashkenas - Harvard Business Review

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Rethinking School - Harvard Business Review

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Stop Email Overload - Amy Gallo - Best Practices - Harvard Business Review

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The Five Competitive Forces That Shape Strategy - Harvard Business Review

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Stop Competing to Be the Best - Joan Magretta - Harvard Business Review

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Steve Jobs Solved the Innovator's Dilemma - James Allworth - Harvard Business Review

Steve Jobs Solved the Innovator's Dilemma - James Allworth - Harvard Business Review

The Five Competitive Forces That Shape Strategy - Harvard Business Review

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Don't Let Customers Freak Out Over Price Hikes - Rafi Mohammed - Harvard Business Review

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LOUNGE EMPREENDEDOR: DESCUBRA-SE!

LOUNGE EMPREENDEDOR: DESCUBRA-SE!: Falar em desenvolvimento de competências nas organizações não é mais um assunto apenas das áreas de recursos humanos. Novas metodologias e ...

LOUNGE EMPREENDEDOR: MOTIVAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS

LOUNGE EMPREENDEDOR: MOTIVAÇÃO E GESTÃO DE PESSOAS: Recentemente, fui procurada pelo jornal MogiNews para responder algumas questões relacionadas à manutenção da motivação e engajamento das ...

LOUNGE EMPREENDEDOR: SAMBA NA ECONOMIA

LOUNGE EMPREENDEDOR: SAMBA NA ECONOMIA: O brasileiro é realmente um privilegiado em termos de festividades, pois logo após as festas de final de ano vem o Carnaval, uma das maiore...

LOUNGE EMPREENDEDOR: ECONOMIA CRIATIVA E CARNAVAL

LOUNGE EMPREENDEDOR: ECONOMIA CRIATIVA E CARNAVAL: Além dos feriados e datas comemorativas que tradicionalmente movimentam a economia, como o Natal ou Dia das Mães, o Carnaval promete esquen...

SERFINCO: ITAÚ E AMERICAN EXPRESS CRIAM PRIMEIRA RECARGA ON-...

SERFINCO: ITAÚ E AMERICAN EXPRESS CRIAM PRIMEIRA RECARGA ON-...: portal Folha Online 20/01/2012 – Denyse Godoy Desde o final de dezembro, o Itaú está oferecendo aos correntistas a opção de recarreg...

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SERFINCO: NFC PODE CHEGAR AO BRASIL NESTE ANO: portal Executivos Financeiros 23/01/2012 O primeiro serviço de NFC comercial pode começar no Brasil no final desse ano. A informação...

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SERFINCO: CARTÃO PRIVATE LABEL DA COOP AMPLIA LINHA DE SEGUR...: portal Maxpress 23/01/2012 – release MP & Rossi Comunicações Por meio do cartão Private Label Coop Fácil, a Coop – Cooperativa de Co...

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SERFINCO: PAYPAL ANUNCIA PREVISÕES EM PAGAMENTOS PARA 2012: portal TI Inside Outsourcing 23/01/2012 – Scott Dunlap (PayPal) Minha equipe está constantemente buscando inovações em tecnologia, n...

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SERFINCO: BRASPAG INTEGRA MEIO DE PAGAMENTO POR BOLETO PARCE...: portal InterJornal 24/01/2012 – release NB Press Comunicação A Braspag, empresa líder em soluções de pagamento e serviços financeiro...

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SERFINCO: OPERADORAS DE CARTÕES DEVEM MAIS: jornal Diário do Nordeste 30/01/2012 – Carlos Eugênio Rigorosas nas cobranças de dívidas, na aplicação de multas por atraso nos paga...

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SERFINCO: DÍVIDAS TRABALHISTAS PODERÃO SER PAGAS POR CARTÃO ...: portal DCI 30/01/2012 - Agência Brasil Um convênio firmado nesta segunda-feira (30) entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Ca...

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SERFINCO: VENDA COM CARTÃO AGRADA PÚBLICO E EMPRESÁRIOS: portal FaxAju 30/01/2012 Uma das grandes novidades da Feira de Sergipe 2012 foi a possibilidade de o público utilizar os cartões de ...

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SERFINCO: MERCADOPAGO E WALMART FIRMAM PARCERIA NO VAREJO BR...: portal Maxpress 31/01/2012 – release CDN Comunicação Corporativa O MercadoPago e o Walmart Brasil acabam de fechar uma parceria que ...

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SERFINCO: BRADESCO EMITE 4,9 MILHÕES DE CARTÕES EM 2011: portal Economia & Negócios 31/01/2012 - Altamiro Silva Júnior e Aline Bronzati (Agência Estado) O Bradesco emitiu 4,9 milhões de car...

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SERFINCO: CARTÃO DA DEFESA CIVIL É AMPLIADO PARA TODO O PAÍS...: portal R7 Notícias 31/01/2012 - Marina Marquez Todos os municípios do Brasil terão cartões de pagamento da Defesa Civil. A universal...

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SERFINCO: GEMALTO FORNECERÁ CARTÃO SEM CONTATO PARA O CRÉDIT...: portal Executivos Financeiros 01/02/2012 Os cartões bancários EMV com tecnologia sem contato do Crédit Agricole, na França, serão im...

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SERFINCO: CARTÃO FNAC ADOTA BANDEIRA MASTERCARD: portal Mundo do Marketing 01/02/2012 - Fernanda Salem A Fnac Brasil e a MasterCard fazem parceria para o cartão da varejista, reforç...

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Aplicativos que coletarem dados pessoais sem a permissão do usuário serão censurados pela Apple

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Tráfego global de dados na internet móvel deve crescer 18 vezes até 2016, prevê Cisco

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10 dicas práticas para aumentar a taxa de conversão de metas da sua loja online

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Video HSM Por que Inteligência Competitiva?

O professor Alfredo Passos fala sobre a aplicação prática dos conceitos nas empresas brasileiras e o perfil profissional requerido para a função.

HowStuffWorks - como tudo funciona

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Fuel Economy

Fuel Economy
Site que fala tudo sobre economia de combustível.

HowStuffWorks

HowStuffWorks
O Site que fala tudo sobre economia de combustível.

Como funcionam os preços da gasolina nos EUA

Como funcionam os preços da gasolina nos EUA
por Ed Grabianowski e Kevin Bonsor - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Introdução


gasolina é a veia sangüínea que mantém os Estados Unidos em movimento. Apenas os veículos particulares bebem 250 bilhões de litros de gasolina e óleo diesel anualmente, e este número aumenta cerca de 2,6% ao ano.
Monitorar os preços da gasolina é como andar em uma montanha-russa. Caem um pouco em um mês, sobem no próximo e acabam fechando o ano com um aumento maior que 50%. Além disso, os preços são diferentes dependendo de onde você procura. Outros países e mesmo outros estados e cidades podem ter preços de gasolina muito diferentes de um local para outro. Para o cidadão comum pode parecer que a determinação do preço da gasolina é uma coisa sem sentido. Neste artigo, vamos ver as forças que impactam no preço da gasolina nas bombas e descobrir para onde realmente vai o seu dinheiro gasto com gasolina.
Os americanos têm uma sede insaciável por gasolina e com os veículos utilitários esportivos (SUVs) tornando-se cada vez mais populares, estão ficando cada vez mais sedentos. Basta olhar para as ruas e estradas para perceber que uma escassez grave de gasolina praticamente pararia o país. Os americanos dirigem mais de 4 trilhões de quilômetros por ano em automóveis, caminhonetes e utilitários, de acordo com um relatório da  (Motor and Equipment Manufacturers Association, Associação de Fabricantes de Carros e Equipamentos). Isso equivale a 14 mil voltas em torno do sol. Os americanos hoje dirigem quase duas vezes mais que em 1980 (2,4 trilhões de quilômetros).

Foto cedida por Phillips Petroleum Company
Um posto de gasolina em Colorado Springs
Preços históricos da gasolina nos EUA
(ajustados pela inflação)
Ano
Preço por galão
1950
US$ 1,91
1955
US$ 1,85
1960
US$ 1,79
1965
US$ 1,68
1970
US$ 1,59
1975
US$ 1,80
1980
US$ 2,59
1985
US$ 1,90
1990
US$ 1,51
1995
US$ 1,28
2001
US$ 1,66
2002
US$ 1,31
2003
US$ 1,52
2004
US$ 1,79
2005
US$ 2,28
2006
US$ 2,62
2007 (março)
US$ 2,61
Fonte: Departamento de Energia dos EUA
Os Estados Unidos consomem em média 20 milhões de barris de petróleo por dia, de acordo com o Departamento de Energia dos EUA (em inglês). Deste volume, aproximadamente 45% são usados em gasolina para motores. O resto é usado para destilar óleo combustível, querosene de aviação, combustível resídual e outros óleos. Cada barril contém 42 galões (159 litros) de óleo, que produzem de 19 a 20 galões (70 a 75 litros) de gasolina. Nos Estados Unidos, algo como 178 milhões de galões (675 milhões de litros) de gasolina são consumidos por dia.
Para comparação, o Brasil consome 1,8 milhão de barris de petróleo por dia, totalmente produzido no país, dos quais apenas 20% é usado para gasolina. A maior parte (45%) vai para o óleo diesel. O consumo brasileiro de gasolina é de pouco menos de 70 milhões de litros por dia.
Em geral, a demanda por gasolina aumenta durante o verão, quando muitas pessoas saem de férias. Feriados como o Memorial Day (Dia de Finados) e o 4 de Julho (Dia da Independência) criam enormes congestionamentos de tráfego durante essa época. Esta alta demanda em geral se traduz em preços mais altos, embora esse nem sempre seja o caso. Por exemplo, enquanto os preços da gasolina subiram 31 centavos de dólar em abril e começo de maio de 2001, atingindo US$ 1,71 por galão (que agora parece barato comparado com os preços de hoje), os preços realmente caíram durante o verão de 2001.
Em 2004, os preços continuaram a subir após o fim da alta estação por uma série de razões, incluindo furacões e um aumento no preço do petróleo bruto. E em 2005, o furacão Katrina, juntamente com um aumento considerável nos preços do petróleo bruto, elevou os preços para US$ 3,07 por galão em 5 de setembro de 2005. Os preços se estabilizaram em novembro e dezembro desse mesmo ano. Mas os números voltaram a subir, com um preço para gasolina comum não tabelada de US$ 3,03 em agosto de 2006.  Na média do ano a gasolina ficou em US$ 2,62 por galão, mas em maio de 2007 chegaram a US$ 3,20 por galão. Com o dólar a R$ 2,00, isso corresponde a R$ 1,70 o litro. Lembre-se que um galão é igual a 3,785 litros.
A alta de preços, em geral, ocorre quando o mercado mundial de petróleo bruto aperta e diminui os estoques. Vamos discutir quem controla o mercado de petróleo bruto mais tarde. Às vezes, o aumento da demanda também pode exceder a capacidade da refinaria. Na primavera, asrefinarias realizam manutenção, o que diminui a produção. Em geral, no fim de maio, as refinarias estão de volta com capacidade total.
Quando se põe US$ 20 dólares em seu tanque, esse dinheiro está dividido em pequenas partes que serão distribuídas entre várias entidades. A gasolina é igual a qualquer outro produto à venda: há uma cadeia de suprimentos e vários grupos que são responsáveis pelo estabelecimento do preço do produto. Às vezes, a imprensa pode levá-lo a acreditar que o preço da gasolina é baseado somente no preço do petróleo bruto, mas há realmente muitos fatores que determinam o que você paga na bomba. Não importa o quão cara a gasolina se torne, todas estas entidades têm de ganhar uma fatia do bolo.
Vamos ver para onde vai o dinheiro que você paga pela gasolina:
  • petróleo bruto - é a maior parte do custo da gasolina, aproximadamente 59%, que vai para os fornecedores de petróleo bruto. Isto é determinado pelas nações do mundo exportadoras de petróleo, em especial a Opep - Organização dos Países Exportadores de Petróleo (em inglês), sobre a qual você saberá mais na próxima seção. O volume de petróleo bruto que estes países produzem determina o preço de um barril de petróleo. O preço do petróleo bruto era, em média, U$ 37 por barril em 2004 - fonte: Departamento de Energia dos EUA (em inglês). E depois do furacão Katrina, alguns preços quase dobraram. Em julho de 2006, o preço do petróleo bruto era, em média, US$ 72 por barril;
    Às vezes os preços da gasolina sobem quando há muito petróleo bruto no mercado, dependendo do tipo de petróleo disponível. O petróleo pode ser classificado como pesado ou leve e doce ou azedo (ninguém realmente experimenta o petróleo, é só como o chamamos). O petróleo bruto leve e doce é mais fácil e mais barato para refinar, mas os suprimentos são baixos. Há uma grande quantidade de petróleo bruto pesado e azedo disponível no mundo, mas as refinarias, em especial as americanas, precisam passar por uma cara reformulação para poder manipulá-lo;
  • custos de refino - o refino de petróleo bruto gira em torno de 10%do preço da gasolina. Para saber mais sobre o refino de petróleo, leia Como funciona o refino de petróleo;
  • distribuição e comércio - o petróleo bruto é transportado para as refinarias, a gasolina é enviada das refinarias para os pontos de distribuição e daí finalmente aos postos de abastecimento. O preço do transporte é repassado para o consumidor. O marketing da marca da companhia de petróleo também é adicionado ao custo da gasolina que você compra. Juntos, esses dois fatores representam cerca de 11% do preço;
  • impostos - os impostos, incluindo federal e local, contabilizam cerca de 20% do preço total da gasolina nos Estados Unidos. O imposto federal tributado é de US$ 0,18 por galão e o imposto estadual tributado é, em média, US$ 0,20 por galão. Pode haver também alguns impostos de vendas adicionais do Estado e impostos da prefeitura. Na Europa, os preços da gasolina são mais altos que nos Estados Unidos devido a impostos muito mais elevados. Por exemplo, os preços da gasolina na Inglaterra subiram para por volta de US$ 6 por galão (R$ 3,17 por litro!), sendo que 78% disso são impostos;
  • margem do posto - apesar de não estar representado no diagrama acima, é claro que algum do dinheiro real gasto nas bombas de gasolina vai para o posto. Os postos de serviço aumentam alguns centavos por galão. Não há um padrão estabelecido sobre quanto os postos de gasolina somam ao preço. Alguns podem adicionar poucos centavos, enquanto outros adicionam US$ 0,10 ou mais. Entretanto, alguns Estados têm leis de margem de comercialização proibindo que os postos de gasolina cobrem menos que uma determinada porcentagem sobre a nota fiscal do atacadista. Estas leis são feitas para proteger os pequenos proprietários de postos de gasolina porque as grandes cadeias têm fôlego financeiro suficiente para promover grandes reduções de preço em determinadas localidades.
Os preços da gasolina também variam de Estado para Estado por várias razões. Os impostos são provavelmente o maior fator nos diferentes preços. Além disso, a concorrência entre os postos de gasolina locais pode levar os preços a baixarem. A distância das refinarias de petróleo também pode afetar os preços. Postos de gasolina mais próximos ao Golfo do México, onde muitas refinarias estão localizadas, têm preços mais baixos devido ao custo mais baixo de transporte. Há também alguns fatores regionais que podem afetar os preços.
Acontecimentos mundiais, guerra e clima podem também elevar os preços. Qualquer coisa que afete alguma parte do processo, desde a extração até o refino do petróleo e o fornecimento da gasolina até o seu carro vai resultar em uma mudança no preço. Os conflitos militares em países que são grandes produtores de petróleo podem dificultar às companhias petrolíferas extrair e enviar petróleo bruto. Os furacões têm destruído plataformas de extração em alto mar, refinarias costeiras e portos de carga que recebem os navios-tanque. Se um navio-tanque se perde ou é danificado e derrama óleo no oceano, isso também é um prejuízo para o mercado.

Pelo país, pelo mundo

Preços da gasolina no mundo
(1 galão = 3,785 litros)

Mais caro (por galão):
Oslo, Noruega: US$ 6,99
Hong Kong: US$ 6,54
Londres, Reino Unido: US$ 6,36
Roma, Itália: US$ 6,15
Frankfurt, Alemanha: US$ 6,10
Mais barato (por galão):
Caracas, Venezuela: US$ 0,12
Cidade do Kuwait, Kuwait: US$ 0,78
Riad, Arábia Saudita: US$ 0,91
Buenos Aires, Argentina: US$ 2,21
*Preços em junho de 2006
Fonte: CNN Money (em inglês)
Em algumas regiões do país, é exigido que a gasolina atenda a padrões ambientaismais rígidos para reduzir a névoa fotoquímica (smog) causada pela sua queima. Produzir esta gasolina mais limpa pode causar problemas no refino, distribuição e estoque, o que aumenta o custo do combustível. "O resultado desta abordagem dirigida para a qualidade do ar é criar ilhas de mercado de gasolina", disse John Cook, diretor da divisão de petróleo da Administração de Informações de Energia, perante o Comitê de Deputados da Casa Branca sobre Energia e Comércio em 15 de maio de 2001.
Cook destacou a Califórnia e a área de Chicago a Milwaukee como exemplos principais de ilhas de mercado de gasolina. As exigências de queima limpa em cada um dessas áreas são únicas e somente poucas refinarias podem produzir produtos especializados. Alta demanda, um problema de suprimento em uma refinaria ou um problema com um oleoduto podem gerar alta nos preços dessas áreas.
Na Califórnia, o governo estadual estabeleceu suas próprias regras de gasolina reformuladas que são mais exigentes que as leis federais de gasolina limpa. Isto porque os californianos pagam um preço maior por combustíveis mais limpos, além do imposto de venda e uso local de 20%, um imposto federal de US$ 0,184 por galão e um imposto estadual de US$ 0,180 por galão. A distância da Califórnia às refinarias localizadas próximas ao Golfo do México também pode aumentar o custo da gasolina se os suprimentos de gasolina forem obtidos dessas fontes.
A outra região na qual os preços podem exceder a média nacional nos EUA é o Meio-Oeste. Em 1999, a região do Meio-Oeste se tornou sujeita a novas regras de reformulação de gasolina. O Meio-Oeste usa uma gasolina especial produzida com etanol (álcool etílico) em vez de éter metil-butil terciário (MTBE). O etanol é usado devido à abundância de milho na região, que é a principal matéria-prima usada para fazer etanol nos EUA (cana-de-açúcar no Brasil). Poucas refinarias fora da região produzem este tipo de gasolina reformulada, significando que talvez haja um suprimento limitado do produto.
Novas regras federais foram decretadas no verão de 2006, requerendo que todas as companhias de petróleo adicionem etanol à gasolina, como é feito no Brasil. Isto tem contribuído para um aumento de 30% a 40% do preço de um galão de gasolina em nível nacional, já que é difícil para os produtores de etanol do Meio-Oeste fornecer o produto em volume suficiente para o resto do país em tempo hábil [ref (em inglês)].
Os estoques de petróleo têm o único grande efeito no preço da gasolina e os Estados Unidos dependem muito do fornecimento de petróleo estrangeiro. Em janeiro de 2006, os Estados Unidos importaram mais de 9,7 milhões de barris por dia [ref (em inglês)]. A única entidade com poder sobre os suprimentos de petróleo mundial é a Opep, uma sociedade de 11 países: Arábia Saudita, Argélia, Emirados Árabes, Indonésia, Irã, Iraque, Kuwait, Líbia, Nigéria, Qatar e Venezuela.

Foto cedida por Phillips Petroleum Company
A maior parte do suprimento de petróleo bruto americano é importada usando navios-tanques similares a este
Juntas, essas onze nações são responsáveis por 40% da produção petrolífera mundial e detêm 2/3 das reservas mundiais, de acordo com aAdministração de Informações de Energia (AIE)(em inglês). Quando a Opep quer aumentar o preço do petróleo bruto, ela simplesmente reduz a produção. Isto faz com que os preços da gasolina saltem por causa do suprimento baixo, mas também devido à possibilidade de futuras reduções. Quando a produção de petróleo cai, as companhias petrolíferas ficam preocupadas. A simples ameaça de reduções de petróleo pode aumentar os preços da gasolina.
Em abril de 2001, a Opep decidiu reduzir sua produção coletiva em 1 milhão de barris por dia. Este foi o período no qual preços da gasolina subiram muito, atingindo uma alta de US$ 1,71 por galão em 14 de maio de 2001. Desde então, a Opep tem aumentado sua produção ou pelo menos mantido-a no mesmo nível.
A última vez que a Opep aumentou sua produção, em junho de 2005, quando subiu para 28 milhões de barris por dia, um aumento de 500 mil barris por dia, "os preços do petróleo permaneceriam nos níveis atuais ou continuariam a subir". Em setembro de 2005, a Opep obrigou seus países-membros a reter suas produções, uma estimativa de 2 milhões de barris por dia [ref (em inglês)].
Além da Opep, há vários outros países que contribuem para o suprimento de petróleo mundial, incluindo os Estados Unidos, México, Canadá, Angola, Guiné Equatorial, Rússia e China. Em janeiro de 2006, os Estados Unidos importaram do México mais de 1,7 milhões de barris de petróleo bruto por dia [ref (em inglês)]. A Opep faz um levantamento da produção de petróleo dessas nações e então ajusta sua própria produção para manter seu preço por barril no patamar desejado.
Causa e efeito
Várias forças podem influenciar o preço da gasolina na bomba, mas os custos do combustível são apenas uma parte na vasta rede de economia global. Você já deve conhecer os efeitos imediatos do aumento de preços: aquele sentimento de descrença que surge conforme os números sobem. Você pensa melhor antes de fazer aquela viagem ou comprar um utilitário esportivo que consuma muita gasolina, procurando em vez disso um modelo mais econômico.
Vamos ver isso de um modo geral. Um aumento nos preços da gasolina leva à inflação da economia em geral? Até poderia, contanto que o aumento fosse um aumento estável, a longo prazo. Gasolina cara significa que o transporte com caminhões é caro, que as despesas com viagens longas são maiores e voar é mais caro. Todos esses custos significam que o custo virtual de qualquer produto que você imagine irá subir se o preço da gasolina permanecer alto.
Porém, os economistas não olham para os preços da gasolina como um indicador de inflação. O preço do petróleo, juntamente com os custos da comida, são muito voláteis, isto é, são facilmente influenciados por coisas como tempo, greves e guerras. Os custos sobem e descem, dependendo dos acontecimentos mundiais. Para vigiar a inflação, os economistas ficam de olho no Índice de Preços ao Consumidor, que é uma medida do custo de certos produtos, como aparelho de DVD, quartos de hotel ou livros de faculdade, que permanecem mais estáveis a curto prazo.

Suprimentos domésticos

Depois de ver quanto petróleo os EUA importam, deve ser surpresa saber que os Estados Unidos são o terceiro maior produtor de petróleo bruto do mundo. A região de maior produção é o Golfo do México e o estado que mais produz é o Texas. A região da Costa do Golfo é o lar de duas áreas de produção importantes: a Bacia Permian, localizada entre a região centro-oeste do Texas e leste do Novo México, e a porção próxima à Costa do Golfo. Outros Estados de grande produção de petróleo incluem Alasca, Louisiana, Califórnia, Oklahoma e Arizona.
Mesmo com essa produção, os Estados Unidos dependem muito de recursos estrangeiros. Em 1973 e 1974 o país parou durante o embargo de petróleo e, para ter certeza de que essa situação não se repetiria, o governo federal formulou a Reserva Estratégica de Petróleo(SPR - sigla em inglês).Enquanto a maior parte do petróleo nacional é enviado diretamente para as refinarias e depois para o mercado consumidor, uma fração é retida e enviada para a SPR.
Em 10 de abril de 2006, as reservas SPR eram de aproximadamente 686 milhões de barris de petróleo em cavernas de sal subterrâneas no Golfo do México [ref (em inglês)]. Como cerca de metade do petróleo dos EUA é importado, a Reserva Estratégica de Petróleo mantém aproximadamente um fornecimento de 60 dias de petróleo, caso a importação seja interrompida bruscamente. Veja O que é a reserva estratégica de petróleo?  para mais informações sobre como funcionam os locais de estoque.

Foto cedida pelo Departamento de Energia dos EUA
Uma visão rápida da área de estoque Bryan Mound, parte da Reserva Estratégica de Petróleo
Em 22 de setembro de 2000, o presidente Clinton ordenou que o Departamento de Energia dos EUA usasse a SPR para aumentar os suprimentos de petróleo. Quando o suprimento diminui, a SPR pode ser usada para garantir fornecimento de óleo combustível suficiente e barato para aquecer as casas das pessoas. O presidente Clinton autorizou que o Departamento de Energia liberasse 30 milhões de barris de petróleo em uma troca com as companhias petrolíferas. As companhias receberam o petróleo no outono de 2000 e deveriam devolvê-lo no outono de 2001.
A SPR é o maior suprimento petrolífero emergencial do mundo. Foi usada pela primeira vez durante a Guerra do Golfo, em 1991, para garantir o petróleo e os preços estáveis. A SPR custa em torno de US$ 21 milhões por ano para operar e emprega aproximadamente 1.100 pessoas.
Refúgio Nacional da Vida Selvagem do Ártico
Em março de 2006, o senado americano passou sua Resolução de Orçamento de 2007, que incluiu uma provisão para arrendar as vendas do direito de extrair petróleo na região do Refúgio Nacional de Vida Selvagem do Ártico (ANWR - em inglês) no Alaska. O Gabinete de Orçamento do Congresso estima que a renda do arrendamento seria de US$ 7 bilhões nos próximos sete anos [ref (em inglês)].
A Área Nacional de Vida Selvagem do Ártico foi estabelecida em 1960 para proteger os "valores essenciais das áreas inexploradas da vida selvagem e da recreação" da região. Em 1980, o Congresso aprovou a Lei das Terras do Alaska, que renomeou a área e dobrou seu tamanho. Hoje a ANWR compreende aproximadamente 20 milhões de acres, o equivalente ao tamanho da Carolina do Sul. A mesma lei autorizou o estudo do potencial de petróleo e de gás da parte norte do Refúgio, chamada de Área 1002 (em inglês). Esta região está ainda sendo verificada como um possível local de produção de petróleo, mas grupos ambientalistas dizem que isso poderia desestabilizar o ecossistema natural no ANWR.
Ainda é incerto quanto petróleo existe sob o solo do ANWR. Uma análise de 1998 realizada pela Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (em inglês) estimou que há em torno de 7 bilhões de barris de petróleo lucrativo somente na Área 1002, mas é o preço do petróleo bruto que determina o quão lucrativo esse petróleo é. Se o preço do petróleo caísse abaixo de US$ 16, o custo de produzir o petróleo anularia qualquer lucro. Os preços chegaram US$ 72 por barril no mercado mundial em abril de 2006 [ref (em inglês)].
A questão do preço da gasolina é sempre volátil. Já que os carros e outros veículos são abastecidos com gasolina, seu preço vai continuar a afetar todas as partes de nossa economia. Apesar de existirem outras fontes de combustíveis, nenhuma delas poderia ser integrada tão rapidamente em nossa economia, o que deixa os americanos dependentes da gasolina por enquanto.
Esta dependência de gasolina faz com que todos que usam o carro de casa para o trabalho diariamente acompanhem as alterações de preço. Essa alteração pode variar de semana a semana ou mês a mês, mas por enquanto está relativamente estável. Os recursos limitados, assim como as preocupações quanto ao meio ambiente relacionadas ao uso e produção do petróleo, encorajam cientistas a olhar para novas tecnologias, como células a combustível, para reduzir nossa dependência do petróleo e do gás.
Para mais informações sobre os preços da gasolina e assuntos relacionados, verifique os links na próxima página.
Sem gasolina
Se o preço da gasolina é influenciado pelo suprimento mundial de petróleo, o que acontecerá quando ficarmos sem gasolina? A resposta é que provavelmente não ficaremos. Isso não significa que o desenfreado uso de combustível fóssil não é uma preocupação - eles são muito prejudiciais para o meio ambiente e diminuir suas reservas causará mudanças ainda mais expressivas em nossa economia - mas o petróleo vai ficar caro demais mesmo antes de acabar. 
O suprimento mundial de petróleo age como um valor assintótico, que é justamente um termo matemático para um valor que chega perto de outro valor, mas nunca chega lá na verdade. Neste caso, o "outro valor" é zero ou nenhum petróleo em lugar algum. Por que nunca chegaríamos lá? As companhias de petróleo começam com o petróleo mais fácil (e barato) de encontrar e trazer para a superfície. Uma vez que acaba, eles têm de encontrar mais petróleo que, consequentemente, é mais difícil de extrair. Por fim, ficará caro demais encontrar e extrair o petróleo remanescente e ninguém poderá pagar por ele. Os custos altos nos forçam a desenvolver outras fontes de energia.
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Mais links interessantes (em inglês)


Como funcionam os carros híbridos

Como funcionam os carros híbridos
por Julia Layton e Karim Nice - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Introdução


carros hibridos
Você já se surpreendeu com o preço da gasolina ao chegar ao posto para abastecer seu veículo? À medida que a bomba vai registrando 80, 100 ou mais reais, talvez você já tenha pensado em trocar seu carro por um mais econômico. Talvez, ainda, esteja preocupado com o fato de seu carro contribuir para o efeito estufa.
A indústria automobilística tem a tecnologia para enfrentar essas preocupações. É o carro híbrido. Atualmente há muitos modelos no mercado e a maior parte das fábricas já tem planos de fabricar suas próprias versões. Infelizmente, no Brasil, isso ainda vai demorar um pouco.

Foto cortesia de Consumer Guide and Publications International, Ltd.
O automóvel híbrido Honda Insight 2006
Como funciona um automóvel híbrido? O que há sob o capô que lhe dá de 12 a 20 quilômetros a mais por litro que o automóvel comum? E será que ele polui menos apenas porque é mais econômico? Neste artigo, nós o ajudaremos a entender como esta tecnologia funciona e ainda lhe daremos algumas dicas sobre como dirigir um carro híbrido para obter o máximo em termos de eficiência.
Provavelmente muitas pessoas já tiveram um veículo híbrido algum dia. Por exemplo, uma bicicleta motorizada é um tipo de híbrido, porque combina a potência de um motor a gasolina com a força das pedaladas de seu condutor. Na verdade, veículos híbridos estão por todos os lados. A maior parte das locomotivas que vemos puxando trens são híbridos a diesel e a eletricidade . Cidades como Seattle têm ônibus a diesel e elétricos - esses veículos podem extrair a energia elétrica de cabos suspensos ou operar com óleo diesel quando estão longe dos cabos. Aqueles caminhões de mineração enormes geralmente são híbridos a diesel e eletricidade.Submarinos também são veículos híbridos - alguns são nuclear-elétricose outros são movidos a diesel e eletricidade . Qualquer veículo que combine duas ou mais fontes de energia que possa proporcionar potência de propulsão, direta ou indiretamente, é um híbrido.
A maior parte dos carros híbridos hoje existente funciona a gasolina e eletricidade, embora a fábrica francesa PSA Peugeot Citroën tenha dois carros híbridos diesel-elétricos em seus planos. Uma vez que híbridos a gasolina são os mais comuns, este artigo se concentrará neles.
Energia térmica x energia elétrica
automóvel híbrido a gasolina e eletricidade é exatamente isso - um cruzamento entre um automóvel movido a gasolina e um carro elétrico. Começaremos com alguns diagramas que explicam as diferenças entre um carro movido a gasolina e um carro elétrico típico.
Um carro a gasolina tem um tanque de combustível, que fornece gasolinapara o motor. O motor, por sua vez, aciona uma transmissão, que por sua vez gira as rodas.
 
Carro movido a gasolina.
Passe o mouse sobre as peças para ter uma visão
Um carro elétrico, por outro lado, tem um conjunto de. baterias que fornecem eletricidade para um motor elétrico. O motor aciona uma transmissão, que por sua vez movimenta as rodas.
 
Carro elétrico. Passe o mouse sobre as peças para ter uma visão tridimensional
O automóvel híbrido é um misto dos dois. Ele tenta reduzir significativamente o consumo de combustível e as emissões de um automóvel movido a gasolina, enquanto supera as deficiências de um carro elétrico.
Para poder nos ser útil, um carro deve atender a certas exigências mínimas. Ele deve ser capaz de:
  • andar pelo menos 500 quilômetros antes de ser reabastecido
  • ser reabastecido com rapidez e facilidade
  • manter velocidade semelhante à de outros veículos na estrada
Um carro a gasolina atende a essas exigências, mas produz um volume relativamente grande de poluição e, em geral, faz poucos quilômetros por litro. Um carro elétrico, porém, quase não polui, mas faz apenas cerca de 80 a 160 km entre recargas. Além disso, o problema é que a recarga do carro elétrico é muito lenta e inconveniente.
Um carro elétrico e a gasolina combina essas duas possibilidades em um só sistema que alavanca o poder da gasolina e da eletricidade.
Estrutura híbrida gasolina-elétrica
Carros híbridos a gasolina e eletricidade contêm as seguintes peças:
  • Motor a gasolina - o carro híbrido tem um motor a gasolinabastante semelhante àquele que encontramos na maioria dos carros. Entretanto, o motor de um híbrido é menor e usa tecnologias avançadas para reduzir a emissão de poluentes e aumentar sua eficiência.
  • Tanque de combustível - o tanque de combustível em um híbrido é o dispositivo de armazenamento de energia para o motor a gasolina. A gasolina tem uma densidade de energia muito superior à das baterias. Por exemplo, precisamos de 450 gramas de baterias para armazenar a mesma energia gerada por 3,79 litros ou 3 quilogramas de gasolina.
  • Motor elétrico - o motor elétrico em um carro híbrido é muito sofisticado. A tecnologia eletrônica avançada permite sua atuação tanto como um motor quanto como um gerador. Por exemplo, se for preciso, esta espécie de automóvel pode extrair energia das baterias para acelerar. Entretanto, agindo como gerador, ele pode frear o veículo e devolver energia para as baterias.
  • Gerador - o gerador é similar a um motor elétrico, mas age apenas para a produção de energia elétrica. Ele é usado principalmente em híbridos em série (ver abaixo).
  • Baterias - as baterias de um carro híbrido são o dispositivo de armazenamento de energia para o motor elétrico. Diferentemente da gasolina no tanque de combustível, que pode acionar apenas o motor a gasolina, o motor elétrico em um carro híbrido pode fornecer energia para as baterias e ainda retirar energia delas.
  • Transmissão - A transmissão em um carro híbrido executa a mesma função básica que a transmissão em um carro convencional. Alguns híbridos, como o Honda Insight, têm transmissões convencionais. Outros, como o Toyota Prius, têm transmissão radicalmente diferente, sobre a qual falaremos mais adiante.
    Imagem cortesia DaimlerChrysler
    O Mercedes-Benz M-Class HyPer - um veículo-conceito híbrido
É possível combinar as duas fontes de energia encontradas em um carro híbrido de diferentes maneiras. Uma delas, conhecida como híbrido em paralelo, tem um tanque de combustível que fornece gasolina para o motor e um conjunto de baterias que fornece energia para o motor elétrico. Tanto o motor a gasolina quanto o motor elétrico podem ativar a transmissão ao mesmo tempo e a transmissão então movimenta as rodas.
A animação abaixo mostra um híbrido em paralelo típico. Você perceberá que o tanque de combustível e o motor a gasolina conectam-se à transmissão. As baterias e o motor elétrico também se conectam à transmissão independentemente. Assim, em um híbrido em paralelo, tanto o motor elétrico quanto o motor a gasolina podem oferecer potência de propulsão.
 
Carro híbrido em paralelo
Passe o mouse sobre as peças para ter uma visão tridimensional
 
Carro híbrido em série
Passe o mouse sobre as peças para ter uma visão tridimensional

Em comparação, em um híbrido em série (abaixo), o motor a gasolina ativa um gerador que pode carregar as baterias ou alimentar o motor elétrico que impulsiona a transmissão. Portanto, o motor a gasolina nunca movimenta diretamente o veículo.
Observe o diagrama do híbrido em série, começando com o tanque de combustível e você perceberá que todos os componentes formam uma linha que ao final conecta-se com a transmissão.
    A estrutura de um carro híbrido tira vantagem de duas fontes de energia para aumentar a eficiência e oferece o tipo de desempenho que a maior parte das pessoas busca em um veículo. Na próxima página mostraremos como isto é feito.