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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O governo fecha o cerco à carta-frete


O governo fecha o cerco à carta-frete

A Resolução 3.658 da ANTT quer trazer, para a luz do dia, um mercado informal do transporte de cargas estimado em R$ 44 bilhões por ano. Sua intenção é recolher impostos. Para isso, proibiu a carta-frete e quer que todos os autônomos recebam seus fretes através de depósito em conta bancária deles mesmos ou por meio das empresas administradoras de cartões eletrônicos
A Resolução 3.658 da ANTT quer trazer, para a luz do dia, um mercado informal do transporte de cargas estimado em R$ 44 bilhões por ano. Sua intenção é recolher impostos. Para isso, proibiu a carta-frete e quer que todos os autônomos recebam seus fretes através de depósito em conta bancária deles mesmos ou por meio das empresas administradoras de cartões eletrônicos
Nelson Bortolin
Cartão (bancário ou de administradora): esse é o modo de pagamento que o governo quer fazer vingar
Cartão (bancário ou de administradora): esse é o modo de pagamento que o governo quer fazer vingar
Se não houver nova prorrogação, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) começa a fiscalizar e multar, no dia 22 de janeiro, quem ainda estiver utilizando carta-frete. As multas vão de R$ 550 a R$ 10.500 e podem ser aplicadas tanto ao contratante (empresa de transporte ou embarcador) como ao caminhoneiro autônomo.
Oficialmente, a carta-frete foi extinta em 2010, com a aprovação da Lei Federal 12.249, que delegou à ANTT a definição de outra forma de pagamento do motorista. A ANTT, então, publicou a Resolução 3.658, no dia 27 de abril, com a regulamentação.
A norma é a seguinte: o pagamento para o autônomo e seu equiparado (pessoa jurídica com até três veículos) só pode ser feito por depósito em conta-corrente em seu nome ou por meio eletrônico administrado por empresa homologada pela ANTT. Neste segundo caso, é proibido descontar o custo do serviço de pagamento do motorista.
Essa é a parte da resolução que fala do pagamento de fretes. Existe outra parte, determinando que cada operação de transporte deve ter um número, chamado Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), que é gerado por essas mesmas empresas homologadas para fazer pagamento eletrônico de fretes. Mesmo os contratantes de fretes que não forem clientes dessas empresas irão buscar o tal código no site ou nas centrais telefônicas delas. Serviço gratuito, manda a resolução.
Para gerar o CIOT, o contratante deve informar tudo sobre a operação de transporte: seu nome e endereço, número do RNTRC do autônomo, seu nome e CPF ou razão social, e CNPJ e o endereço do destinatário da carga. Mais: municípios de origem e destino da carga, sua natureza e peso e o valor do frete, indicação do responsável pelo pagamento, valor do pedágio da origem ao destino, valores dos impostos, taxas e contribuições previdenciárias, placa do veículo e a data do início e término da operação de transporte.
O que é que tudo isso quer dizer? Que o governo ganhou um meio para fiscalizar as atividades de contratantes e contratados do transporte rodoviário de cargas. Muitos, como se sabe, trabalham na informalidade, sem recolher impostos. A Consultoria Deloitte estima em R$ 60 bilhões o mercado de fretes rodoviários no País e diz que somente R$ 16 bilhões são informados ao fisco; nada menos que R$ 44 bilhões estariam na informalidade.
Em outras palavras, se a resolução “pegar”, será o fim do “jeitinho” (ou do caixa dois) para embarcadores, transportadoras e autônomos. Mas é bom dizer: a carta-frete continuava circulando livremente nos postos de estradas, no fim de novembro, quando a Carga Pesada preparou esta reportagem. Tem gente que aplaude as novas medidas e gente que torce o nariz para a mudança. E até quem foi à Justiça para tentar manter a carta-frete como uma possibilidade normal de pagamento.

Fala, caminhoneiro
Ronison Alberici, 29 anos, de Xanxerê (SC)
Ronison Alberici, 29 anos, de Xanxerê (SC)
“O valor do diesel à vista é R$ 1,89. Com a carta-frete, eu pago R$ 1,96. Acho que quem está contra o fim da carta-frete é quem não quer declarar o que ganha ao imposto de renda.” Ronison Alberici, 29 anos,de Xanxerê (SC)
Sou caminhoneiro e tenho uma pequena empresa de transporte. Os postos da região Sul de Minas já estão falando que vão cobrar mais pelo diesel com o cartão. Abasteço pelo preço à vista e pego o troco para as despesas de pedágio, que são muitas. O saldo do frete eu recebo em cheque e deposito no banco para pagar o resto das despesas.” Ronaldo Melgaço, Belo Horizonte (MG)
“Com carta-frete ou não, o carreteiro autônomo está refém dos grandes grupos que nos sugam de todas as formas. Não são somente as transportadoras com seus fretes baixos, mas também as empresas do setor de manutenção em geral, que repassam seus aumentos sem dó para as peças, pneus, óleo etc. Carta-frete, diante de tantos problemas, não é nada.” Nivaldo Baptista, São Paulo(SP)


Resolução 3.658/11 - ANTT

Entrevista Dr. Ives Gandra - Carta Frete

Fim da Carta Frete - Saiba mais sobre o CIOT

Dilma fala sobre Cultura (parte 2-final)

Dilma fala sobre Cultura (parte 1)

Dilma discursa para caminhoneiros - 27/04

ANTT regulamenta pagamento de fretes rodoviários aos caminhoneiros auton...

CARTA FRETE 15 02 11 JORNAL DE MATO GROSSO

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Plano de incentivo para a renovação da frota de caminhões fracassa


Plano de incentivo para a renovação da frota de caminhões fracassa

Programa de incentivo do BNDES viabiliza a troca de somente 3% dos veículos em circulação. Frota brasileira de caminhões tem idade média de 13 anos. A cada três anos o brasileiro troca de carro de passeio
25/5/2012
15h37
Silas Colombo, repórter do Portal Transporta Brasil
Em seis anos, o programa de incentivo ao crédito Procaminhoneiro, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), viabilizou a troca de apenas 3% da frota de caminhões.
De 2006, ao ser lançado, até 2011, só 52.097 caminhões foram financiados pelo programa. A frota nacional é de 1,7 milhão de caminhões, com idade média de 13 anos, ao considerar apenas os transportadores autônomos, donos de 46% dos veículos.
Em 2010, seu melhor ano, o Procaminhoneiro financiou 22% dos veículos vendidos no país. Em 2011, foram só 4%.
Nesta semana, ao anunciar medidas para a economia, o ministro da Guido Mantega aumentou o prazo de financiamento do Procaminhoneiro de 96 para 120 meses. O principal entrave a esse crédito, contudo, não está no prazo nem no juro subsidiado, mantido em 5,5% ao ano.
Os autônomos dizem que não conseguem acessar a linha principalmente por dificuldades na comprovação da renda e no atendimento de outras burocracias exigidas por bancos de varejo que repassam o crédito do BNDES.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Adopt telematics to counter changes to insurance premiums


By Linden Holliday, CEO of MyDrive Solutions
Motor insurers are no longer legally allowed to price insurance premiums using gender as a proxy.
The ruling from the European Court of Justice (ECJ), announced in March 2011, marked a major shift in the insurance market and has provided motor insurers with over a year to prepare.
However, motor insurance companies have kept their cards close to their chest with the majority only disclosing their newly priced premiums recently.
Insurance policy prices are likely to be inconsistent for months to come and even once prices have levelled out, young drivers – in particular, young female drivers – will still be affected by huge increases in the insurance premiums, some even being priced out of the market.
No doubt there will be uproar amongst certain drivers who see their premiums increase sharply.
However, through adopting a telematics based policy drivers can ensure they are paying a premium based on individual driving profiles.
The future of the motor insurance market will see policies priced on actual driving behaviour through the use of telematics. This is one means by which responsible young drivers can maintain affordable motor insurance premiums.
As motor insurers increasingly adopt the use of telematics to create modern driver profiles and therefore calculate risk based on how a driver actually drives, rather than an estimation currently defined by outdated proxies - gender doesn’t even come into it – so what is all the fuss about?

domingo, 23 de dezembro de 2012

Ritmo passa a utilizar solução da Repom para monitorar emissão de frete


Ritmo passa a utilizar solução da Repom para monitorar emissão de frete

Empresa especializada em pagamento de frete eletrônico emite código criado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres
O Ciot é um código numérico que deverá estar presente no contrato de um frete ou no Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (CTRC), uma vez que ele seja gerado e informado por empresas homologadas pela ANTT.
A Ritmo Logística emitiu, no último dia 22 de setembro, sua primeira viagem com o Código Identificador da Operação de Transporte (Ciot) por meio da empresa Repom. A resolução nº 3.658/2011 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que regulamenta a remuneração dos caminhoneiros autônomos, proibindo a carta-frete, solicita que os contratantes de frete cadastrem suas operações de transporte por meio de uma administradora de meios de pagamento eletrônico, como a Repom, responsável pela geração do código.

Buonny e Repom lançam portal de relacionamento para cartão-frete


Buonny e Repom lançam portal de relacionamento para cartão-frete

Endereço online foi desenvolvido para facilitar a comunicação com os usuários do cartão Repom Buonny Amigos da Carga, destinado à gestão eletrônica para pagamento de frete
A Buonny e a Repom acabam de lançar um portal de relacionamento para os usuários do Amigos da Carga, cartão para pagamento eletrônico de frete, com o objetivo de estreitar a relação da administradora com os clientes.
O site traz informações sobre a nova legislação e áreas específicas voltadas ao caminhoneiro, transportador e corretor.
O cartão Repom Buonny Amigos da Carga, desenvolvido como ferramenta para gestão de pagamento de frete, é uma solução criada para viabilizar a adequação às exigências da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), por meio da resolução n°3658 que determinou o fim da Carta-Frete.

Buonny contrata profissionais com deficiência

Buonny contrata profissionais com deficiência: A Buonny (www. buonny. com. br), maior gerenciadora de riscos independente do Brasil no transporte de cargas, demonstra seu compromisso com a sociedade. A empresa está incentivando a contratação

Edenred prend le contrôle du brésilien Repom


Edenred prend le contrôle du brésilien Repom

PARIS, 21 décembre (Reuters) - Edenred a annoncé vendredi l'acquisition de 62% de la société brésilienne Repom, une opération qui va permettre à l'inventeur du ticket restaurant d'accélérer son développement sur le marché "à fort potentiel" des services aux camionneurs indépendants.
L'ancienne branche de services prépayés du groupe Accor mettra sur la table 53 millions d'euros pour prendre le contrôle du premier acteur du secteur brésilien dont le volume d'activité a pesé 840 millions d'euros en 2011.
"L'acquisition de Repom est une opportunité unique d'accroître notre présence au Brésil sur le marché très dynamique de la gestion des frais professionnels", commente Oswaldo Melantonio Filho, le directeur général d'Edenred Brésil dans un communiqué.
Il ajoute, sans donner de chiffres, que Repom présente "des synergies importantes" avec les solutions d'Edenred en soulignant que le marché des transporteurs indépendants est porté à par la dynamique de l'économie brésilienne et une nouvelle réglementation.
Le secteur du transport routier brésilien compte plus de 500.000 camionneurs indépendants, auxquels de grands groupes industriels et des sociétés de transport sous-traitent la livraison de marchandises.
Les coûts relatifs à ces prestations constituent le marché du "frete", évalué à près de 25 milliards d'euros. Seuls 6% de ces coûts sont aujourd'hui gérés par des sociétés spécialisées telles que Repom.
L'acquisition de Repom est conditionnée à l'approbation des autorités de la concurrence brésiliennes
Sur les neuf premiers mois de 2012, Edenred a accru ses ventes et son volume d'émission grâce à ses bonnes performances en Amérique latine qui ont permis de compenser les mauvaises performances de l'Europe.
Le titre Edenred cédait 0,4% à 23,36 euros vers 9h10, faisant ressortir une capitalisation boursière de 5,3 milliards d'euros. Il a progressé de 23% depuis le début de l'année.
Le communiqué : link.reuters.com/qaz74t (Noëlle Mennella, édité par Jean-Michel Bélot)

REPOM: SISTEMA DE GESTÃO, MEIO DE PAGAMENTO E SERVIÇOS

REPOM: SISTEMA DE GESTÃO, MEIO DE PAGAMENTO E SERVIÇOS: Com as grandes mudanças no mercado de transportes, que tiveram início após a regulamentação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para a formalização do setor, as empresas se

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

10 Reasons Your Top Talent Will Leave You



Have you ever noticed leaders spend a lot of time talking about talent, only to make the same mistakes over and over again? Few things in business are as costly and disruptive as unexpected talent departures. With all the emphasis on leadership development, I always find it interesting so many companies seem to struggle with being able to retain their top talent. In today’s column, I’ll share some research, observations, and insights on how to stop the talent door from revolving.

Ask any CEO if they have a process for retaining and developing talent and they’ll quickly answer in the affirmative. They immediately launch into a series of soundbites about the quality of their talent initiatives, the number of high-potentials in the nine box, blah, blah, blah. As with most things in the corporate world, there is too much process built upon theory and not nearly enough practice built on experience.

When examining the talent at any organization look at the culture, not the rhetoric – look at the results, not the commentary about potential. Despite some of the delusional perspective in the corner office, when we interview their employees, here’s what they tell us:

More than 30% believe they’ll be working someplace else inside of 12 months.
More than 40% don’t respect the person they report to.
More than 50% say they have different values than their employer.
More than 60% don’t feel their career goals are aligned with the plans their employers have for them.
More than 70% don’t feel appreciated or valued by their employer.
So, for all those employers who have everything under control, you better start re-evaluating. There is an old saying that goes; “Employees don’t quit working for companies, they quit working for their bosses.” Regardless of tenure, position, title, etc., employees who voluntarily leave, generally do so out of some type of perceived disconnect with leadership.

Here’s the thing – employees who are challenged, engaged, valued, and rewarded (emotionally, intellectually & financially) rarely leave, and more importantly, they perform at very high levels. However if you miss any of these critical areas, it’s only a matter of time until they head for the elevator. Following are 10 reasons your talent will leave you – smart leaders don’t make these mistakes:

1. You Failed To Unleash Their Passions: Smart companies align employee passions with corporate pursuits. Human nature makes it very difficult to walk away from areas of passion. Fail to understand this and you’ll unknowingly be encouraging employees to seek their passions elsewhere.

2. You Failed To Challenge Their Intellect: Smart people don’t like to live in a dimly lit world of boredom. If you don’t challenge people’s minds, they’ll leave you for someone/someplace that will.

3. You Failed To Engage Their Creativity: Great talent is wired to improve, enhance, and add value. They are built to change and innovate. They NEED to contribute by putting their fingerprints on design. Smart leaders don’t place people in boxes – they free them from boxes. What’s the use in having a racehorse if you don’t let them run?

4. You Failed To Develop Their Skills: Leadership isn’t a destination – it’s a continuum. No matter how smart or talented a person is, there’s always room for growth, development, and continued maturation. If you place restrictions on a person’s ability to grow, they’ll leave you for someone who won’t.

5. You Failed To Give Them A Voice: Talented people have good thoughts, ideas, insights, and observations. If you don’t listen to them, I can guarantee you someone else will.

6. You Failed To Care: Sure, people come to work for a paycheck, but that’s not the only reason. In fact, many studies show it’s not even the most important reason. If you fail to care about people at a human level, at an emotional level, they’ll eventually leave you regardless of how much you pay them.

7. You Failed to Lead: Businesses don’t fail, products don’t fail, projects don’t fail, and teams don’t fail – leaders fail. The best testament to the value of leadership is what happens in its absence – very little. If you fail to lead, your talent will seek leadership elsewhere.

8. You Failed To Recognize Their Contributions: The best leaders don’t take credit – they give it. Failing to recognize the contributions of others is not only arrogant and disingenuous, but it’s as also just as good as asking them to leave.

9. You Failed To Increase Their Responsibility: You cannot confine talent – try to do so and you’ll either devolve into mediocrity, or force your talent seek more fertile ground. People will gladly accept a huge workload as long as an increase in responsibility comes along with the performance and execution of said workload.

10. You Failed To Keep Your Commitments: Promises made are worthless, but promises kept are invaluable. If you break trust with those you lead you will pay a very steep price. Leaders not accountable to their people, will eventually be held accountable by their people.

If leaders spent less time trying to retain people, and more time trying to understand them, care for them, invest in them, and lead them well, the retention thing would take care of itself. Thoughts?

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The 25 Best Places to Work

sábado, 15 de dezembro de 2012

Hora de melhorar esse seu e-commerce

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7 coisas incomuns que os líderes foras-de-série fazem

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O mal da mediocridade

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Formula Truck - Ticket Car e Ticket Frete - Etapa Goiânia

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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

30 Dicas Super Práticas Para Aumentar a Produtividade ~ Blog do Cabra

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Brasil ocupa 7º lugar em ranking de fraudes com cartões, diz pesquisa

Brasil ocupa 7º lugar em ranking de fraudes com cartões, diz pesquisa
Brasileiro é o menos satisfeito em relação ao tratamento recebido por suas instituições, após experiências com fraudes

Por Gladys Ferraz Magalhães |15h20 | 23-11-2012
SÃO PAULO – No Brasil, 33% dos consumidores já sofreram algum tipo de fraude envolvendo cartões, o que dá ao país a 7ª colocação em ranking de fraudes desta categoria, segundo revelam dados divulgados pela ACI Worldwide.
De acordo com o levantamento, que avaliou o comportamento de consumidores em 17 países, no geral, um em cada quatro usuários de cartões de crédito, débito ou pré-pagos, já tiveram alguma experiência com fraude. México e Estados Unidos lideram o ranking, enquanto a Suécia é o país com o menor percentual de pessoas que já foram vítimas de fraudes, conforme é possível observar na tabela a seguir:

No geral, um em cada quatro usuários de cartão, já tiveram alguma experiência com fraude
País Fraude
Fonte: ACI Worldwide
México
44%
Estados Unidos
42%
Índia 37%
Emirados Árabes Unidos
36%
China
36%
Reino Unido 34%
Brasil 33%
Austrália 31%
Singapura 26%
África do Sul 25%
Canadá 25%
Itália 24%
França 20%
Indonésia 18%
Alemanha 13%
Holanda 12%
Suécia 12%
Categoria
Considerando apenas as taxas de fraudes no cartão de crédito, o Brasil aparece em 5º lugar, com 30% dos entrevistados dizendo que já passaram por tal experiência. Quando o assunto são os cartões pré-pagos, o País ocupa a mesma posição, com 7% dos pesquisados relatando que sofreram fraudes neste canal. Já os problemas no cartão de débito, colocaram o Brasil em 6º lugar na lista específica.
“O maior risco do mercado brasileiro hoje está associado com o que chamamos de cartão não presente, ou seja, transações feitas via internet banking ou comércio eletrônico, ou uma transação que você inicia, por exemplo, por telefone e que não necessita o uso do cartão físico, propriamente dito (…) Temos que ter em mente que a maioria da população brasileira foi recentemente bancarizada e até pouco tempo ainda tinha o dinheiro e o cheque como primeiras opções para realizar suas transações. Por isso, ainda é tão comum as pessoas estarem menos atentas e serem vítimas de fraudes comuns com cartões”, diz o country manager da ACI Worldwide no Brasil, Hugo Costa.
Satisfação
Sobre a satisfação dos brasileiros em relação ao tratamento recebido por suas instituições, após experiências com fraudes, a pesquisa revela que os usuários do Brasil, considerando todos os países, sãos os menos satisfeitos, com 56% declarando que estão “um pouco” ou “muito insatisfeitos”.
Além disso, 61% das vítimas de fraude por aqui passaram a usar dinheiro ou uma forma alternativa de pagamento no lugar dos cartões.

Telefônica e MasterCard anunciam pagamento via celular no Brasil a partir de 2013

Telefônica e MasterCard anunciam pagamento via celular no Brasil a partir de 2013
Grupo informou que o foco do produto é o público das classes C e D que não possui conta bancária

Por Welington Vital |17h26 | 28-11-2012
SÃO PAULO – O Grupo Telefônica e a MasterCard Internacional apresentaram, nesta quarta-feira (28), a MFS, empresa que atuará na implementação dos meios de pagamentos utilizando telefonia móvel no Brasil.
Segundo o presidente da MFS Serviços, Marcos Etchegoyen, o objetivo desta nova plataforma de pagamento é proporcionar a inclusão financeira para os públicos da classe C e D que não possuem contas bancárias.

Telefônica lança pagamento móvel no Brasil (Getty Images)
O produto usa a tecnologia USSD (Unstructured Supplementary Service Data) e é compatível com qualquer aparelho GSM. O serviço estará disponível no Brasil a partir de abril de 2013.
Como funciona o serviço
Para ter acesso ao serviço é preciso ser cliente Vivo e realizar o cadastro em uma das lojas da operadora. Após realizar o cadastro, o cliente receberá um número USSD e um cartão pré-pago.
Em seguida é só realizar a recarga em uma loja da Vivo ou qualquer outro estabelecimento conveniado (supermercados, bancas de jornal entre outros) e utilizar os serviços. Com o celular os clientes poderão realizar recargas telefônicas e transferências para contas de outros usuários cadastrados. Todas as transações são realizadas com o uso de senhas cadastradas pelos clientes.
Com o cartão pré-pago os clientes poderão realizar pagamentos das compras em todos os estabelecimentos conveniados com a MasterCad, além de realizar saques em terminais que possuam a bandeira Cirrus e consultar os saldos das contas pré-pagas.
De acordo com Etchegoyen, ainda não foram definidos os valores das tarifas que serão cobradas nas transações. As mensagens SMS enviadas para realizar as transações não terá custo para os clientes.
Pagamento móvel
Serviços similares, também por meio de parceria da operadora e da MasterCard, já estão disponíveis na Argentina e no Peru. Já as transações financeiras pela tecnologia USSD são feitas hoje em larga escala em países da África e nas Filipinas.
A expectativa da MFS é de que até o final de 2013, cerca de 500 mil operações sejam realizadas por mês.
A MFS ainda ressaltou que não é uma financeira, mas uma empresa de soluções financeiras.
“Vamos oferecer conveniência, simplicidade e vantagens para os clientes que aderirem esse novo método de pagamento”, ressaltou o presidente da MFS.
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domingo, 2 de dezembro de 2012

Dá para renegociar metas?


Roberto Shinyashiki (Foto: Marcos Camargo)
Uma das práticas mais disseminadas entre os gestores é rediscutir metas financeiras. Na esmagadora maioria das vezes, para baixo: nunca vi um gerente dizer para seu chefe que a situação econômica melhorou muito e que aquelas metas que ele tinha de cumprir ficaram fáceis demais, era melhor aumentá-las.

O que acontece, em geral, é que os executivos discutem e rediscutem exaustivamente as ações do ano, mas quando percebem que não vão conseguir atingir suas metas eles iniciam uma pressão dupla. De um lado, querem baixar a meta. De outro lado, iniciam um processo de corte de custos para compensar a queda de receitas (e manter o lucro).

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Você sabe para onde vai?
Você quer crescer?
O sucesso é construído à noite
Nesses casos, o procedimento correto é fazer uma checagem dos seguintes itens:
1. verificar se os lançamentos de produtos ou serviços foram realizados. Se os projetos não foram realizados, a conversa tem de ser mais profunda.
2. observar se a verba de marketing foi gasta. Muitos presidentes comemoram economia em gastos de marketing, mas não usá-la é um mau sinal. Sem campanhas de divulgação, é pouco provável que as vendas sejam aquelas que se espera.
3. analisar se o cronograma de ações combinadas vem sendo cumprido. Ações atrasadas produzem, na maioria das vezes, resultados fracos. Cumprir os prazos é fundamental para as ações darem o resultado planejado. Os atrasos são um dos maiores cânceres da cultura empresarial brasileira. Um gerente que não consegue fazer o seu departamento funcionar dentro do cronograma precisa de um supervisor para acompanhá-lo de perto.
4. computar a quantidade de ações da equipe comercial. Se eles precisam fazer em média cem visitas por mês para cumprir suas metas, não é aceitável que façam menos visitas.

Há vários outros itens a ser checados, mas esses são os mais objetivos para saber o que está acontecendo de verdade na sua empresa e, portanto, dá para examiná-los rapidamente. Se as ações básicas não vêm sendo feitas, não adianta culpar o ambiente externo (chegou um concorrente novo, o dólar subiu, o mercado mudou...). Se o pessoal não realizou o combinado, dificilmente fará sentido rediscutir as metas.

E aí vem a questão que mais aflige os comandantes de equipes: o que fazer para que as pessoas cumpram o que prometeram?

Aí, a lista de perguntas é menor – mas respondê-las exige um mergulho mais cuidadoso, às vezes com uma sincera investigação da alma.

Primeiro, é preciso conversar sobre as causas da falta de ações. Em geral, um dos motivos mais comuns é falta de compreensão dos objetivos do projeto.

A segunda questão a ser respondida é se as pessoas estão suficientemente capacitadas para os desafios que enfrentam. Também é uma questão mais complexa do que parece à primeira vista. Treinamento é investimento, precisa ser feito na área certa, com as pessoas adequadas, na medida necessária.

Finalmente, é preciso avaliar se as pessoas com quem se conta são as pessoas certas. Elas têm a fibra necessária? Têm disposição e abertura para aprender? Uma conversa desse tipo pode muito bem levar à conclusão de que o que precisa ser mudado não são as metas, mas os buscadores de meta...

* Roberto Shinyashiki é palestrante e doutor em administração pela FEA-USP. É também autor dos best-sellers Sem Medo de Vencer; A Revolução dos Campeões; O Sucesso É Ser Feliz; Os Donos do Futuro; Você, a Alma do Negócio; O Poder da Solução; Heróis de Verdade; Tudo ou Nada e Os Segredos dos Campeões