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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

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Porque sua empresa deve ter uma página (fan page) ao invés de um perfil no Facebook

Porque sua empresa deve ter uma página (fan page) ao invés de um perfil no Facebook


O Facebook, definitivamente, virou febre no Brasil. Isso é comprovado pela notícia recente de que, segundo dados do Alexa, o Facebook ultrapassou o Orkut em acessos, desbancando a até então rede social mais acessada do Brasil.

Com o intuito de aproveitar a febre e se aproximar das pessoas, muitas empresas tentam colocar seus pés no Facebook e já começam com um erro: criam um perfil.

Neste post vamos explicar porque você deve criar uma página (ou fan page) ao invés de um perfil:

Barreiras legais

O Facebook deixa claro em seus termos de serviço que cada um pode ter um único perfil e que este deve ter caráter pessoal. Isso quer dizer que qualquer perfil de empresa está ferindo os termos de serviço e, portanto, pode ser removido a qualquer momento.

Com certeza não seria nada legal para sua empresa trabalhar conquistando uma base de amigos e depois perder isso.

Limite de conexões

Os perfis possuem um limite máximo de 5000 amigos. Sabemos que 5000 não é um número baixo, mas também não é nada impossível alcançá-lo.

As páginas de empresas (fan pages) não possuem nenhuma restrição no número de fãs.

Uso de mensagens

Utilizando um perfil pessoal, você pode enviar uma mensagem para 20 amigos no máximo. Dessa forma, seria um processo bem trabalhoso separar lotes e enviar uma mensagem para toda a sua base de contatos.

Já com uma fan page, não existe esse limite. Você pode enviar uma mensagem para todos os fãs de uma só vez.

Customização

Apenas a fan page permite que você edite abas com o conteúdo que quiser. É possível colocar fotos, vídeos, fóruns de discussão, informações sobre produtos específicos, eventos e avaliações de usuários. Além disso tudo, ainda é possível criar um aplicativo próprio caso você precise de alguma funcionalidade não oferecida.

Análise de dados

Uma página de fãs oferece a opção de relatório, que apresenta dados demográficos (idade e sexo dos fãs) e a repercussão da página (quantas pessoas visitaram, quais os posts mais comentados, quantas fotos e vídeos foram vistos).

Todas essas informações são inacessíveis para quem tem apenas um perfil.

O contraponto: a solicitação de amizade

Uma das reclamações que já ouvi de quem optou pelo perfil ao invés da página é que com o perfil é possível solicitar a amizade, enquanto com a página não é possível fazer nada a não ser esperar que o usuário clique em “curtir”.

De fato isso acontece, mas colocados todos os outros benefícios de uma fan page, acaba não valendo a pena manter o perfil.

É possível tentar criar outras formas de alavancar o número de fãs e driblar um pouco esse problema. Uma delas é criando promoções e sorteios. Outra forma de atrair mais gente é utilizando-se da função de compartilhar, no canto esquerdo da página. Você pode divulgar no mural ou mesmo enviar mensagens para seus contatos, fazendo a indicação.

Nenhuma dessas formas é equivalente a solicitar a amizade, mas sem dúvida valem mais a pena que correr o risco de perder a conta, ter número limitado de amigos, mensagens limitadas, página padrão e nenhuma ferramenta de análise de dados, que é o caso do perfil.

Como converter um perfil em página

Se você foi uma das pessoas que cometeu esse erro na sua empresa e agora se convenceu que o melhor é ter uma página, não há motivos para se desesperar. O Facebook criou uma ferramenta que converte perfis em páginas de fãs.

Dessa forma, todas as pessoas que eram “amigas” do seu perfil tornam-se “fãs” e seu trabalho em conquistar essa base não é desperdiçado.

E aí? Sobrou alguma dúvida?

Origem site Resultados Digitais

A diferença entre o Marketing Digital B2B e B2C

A diferença entre o Marketing Digital B2B e B2C


Uma das ótimas indicações que já recebi do Eric Santos, CEO aqui na Resultados Digitais, foi o livro The Ultimate Sales Machine, do autor Chet Holmes. No capítulo 4 (disponível gratuitamente em inglês) é apresentado o conceito do Stadium Pitch, umas das sacadas mais geniais que já vi sobre vendas e marketing.

O autor identificou que para um mercado qualquer, o momento de compra dos clientes forma quase que um padrão. Segundo ele, apenas 3% do público está ativamente buscando opções e querendo comprar algo e cerca de 6-7% está aberto a propostas. O restante é apresentado na pirâmide abaixo:



Na maioria dos eventos e publicações sobre Marketing Digital, o que costumamos ver são cases e dicas de grandes empresas que vendem para consumidor final (B2C). O problema é que essas técnicas são replicadas – normalmente sem sucesso – para empresas B2B. A pirâmide acima vai nos ajudar a entender a principal razão para esse fracasso.

O Marketing Digital B2C

Muita gente já deve ter ouvido falar de como a Dell vendeu mais de US$ 3 mi em notebooks nos EUA através seu perfil no Twitter e então tirou a conclusão que vender em 140 caracteres era a solução de todos os problemas.

O problema é que essa abordagem direta funciona apenas para o topo da pirâmide, ou seja, para os 10% que já estão comprando ou dispostos a ouvir. No exemplo acima, essa abordagem direta faz sentido em termos de números somente porque o mercado de interessados em notebooks é gigante e cíclico. Os 10% comprando agora ou dispostos a ouvir são um número mais do que suficiente para gerar um volume imenso de vendas.

Ainda, para muitos produtos B2C a demanda já é latente. As pessoas já sentem a necessidade do produto e basta um estímulo (ex. promoção) para que elas tomem a ação da compra. Cabe às empresas B2C criarem awareness e desejo dos consumidores pela sua marca, e depois garantirem que suas ofertas sejam “encontráveis” pelas pessoas que já estão neste estágio da compra. Claro, tudo isso sempre acompanhado de uma oferta competitiva.

Para marcas como a Dell, oferecer um atrativo (no caso, preço) é o suficiente para que a oferta se torne famosa e um percentual relevante de pessoas acabe comprando. Outro exemplo é o sucesso das compras coletivas, que reúnem boas ofertas em um único local e aceleram a compra por impulso.

Outro ótimo exemplo de Marketing Digital B2C no varejo brasileiro é a Netshoes. Seus links patrocinados e banners personalizados em sites de esportes são extremamente efetivos para gerar e capturar demanda.

Reparem que nos exemplos acima as empresas possuem canais de venda direta pela própria Internet. Há ainda uma infinidade de outras empresas B2C que estão longe disso e usam o Marketing Digital basicamente da mesma forma que no marketing tradicional (em TV, rádio, etc.): para gerar afinidade com a marca e demanda no ponto de venda.
Por isso vemos cases como o da página no Facebook do Guaraná Antártica ou histórias emocionantes como Eduardo e Mônica, da Vivo. Nesse caso, é tudo uma grande aposta, já que há pouca mensuração de quanto uma ação desse tipo de fato contribui para vendas.

Cabe aqui uma observação importante: vendas B2C mais complexas, como por exemplo apartamentos, carros e investimentos financeiros, tendem a ser mais racionais e podem ser tratadas da mesma forma que o Marketing B2B, que vemos a seguir.

O Marketing Digital B2B

Em B2B geralmente acontece o contrário. Os produtos têm uma venda complexa e ciclo mais longo. Como a demanda concreta e um mercado consolidado muitas vezes nem existe, cabe às empresas vendedoras atuarem como evangelistas da solução.

Voltando à pirâmide, também podemos pensar no seguinte: o número de pessoas querendo tomar refrigerante ou comprar computador é incomparavelmente maior que o número de empresas contratando uma consultoria ou um software de CRM, por exemplo. Assim, focar na venda direta para o topo da pirâmide já não alcança um número muito alto de clientes.

A situação é ainda pior se lembrarmos que as vendas B2B não são levadas pela emoção, diferentemente de B2C. Há muito mais risco, pessoas, pesquisas e análises envolvidas no processo, o que torna a confiança no fornecedor essencial.

Como alcançar então um percentual maior da pirâmide e ao mesmo tempo gerar mais credibilide? É aí que entra a grande sacada do Stadium Pitch. Holmes convida os leitores para responder à seguinte pergunta: imagine um estádio inteiro cheio com os seus potenciais clientes e que você tivesse a oportunidade de falar para todos eles por alguns minutos. O que você falaria?

Grande parte das pessoas responde apresentando a história ou os benefícios do seu produto/serviço, ou seja, fazendo a venda direta. O problema é que basta começar a falar isso e 90% da pirâmide se levanta e vai embora.

Por esse motivo, o seu discurso – e inclua aí o seu blog, Twitter e Facebook, etc. – deve ser centrado em oferecer conteúdo útil para o cliente, independentemente do momento de compra que ele esteja. É preciso falar algo interessante para a pirâmide toda continuar ouvindo.

Não é à toa que você vai ler em nosso blog, por exemplo, posts sobre como aumentar a geração de Leads e vendas através do marketing digital, mas não vai encontrar um post sobre as funcionalidades e benefícios do nosso software. Esse conteúdo educativo, relevante e capaz de ajudar as empresas de nossos leitores tem um potencial muito maior de atrair e reter pessoas em todos estágios da pirâmide.

Também é importante usar o Marketing Digital para relacionamento com os potenciais clientes. Assim é possível criar credibilidade ao longo do tempo e ser lembrado como referência quando chegar o momento da compra pelo cliente.

Por fim, outro efeito benéfico dessa estratégia é acelerar o processo da venda. Ao fazer esse trabalho de educação e evangelização, os clientes movem mais rápido da parte de baixo para a parte de cima da pirâmide.

Obs.: O livro citado apresenta apenas a pirâmide e a abordagem indireta de vendas. A implicação disso nas diferenças entre B2B e B2C é uma adição minha.

Matéria da pagina Resultados Digitais

Em números: por que você deve repetir tweets ao longo do tempo

8 December 2011 | Por André Siqueira

Em números: por que você deve repetir tweets ao longo do tempo



Há 2 semanas escrevemos um post sobre a melhor frequência para postar no Twitter. Em uma parte do texto comentei sobre o fato de mais e mais pessoas estarem enxergando as mídias sociais como um rio, lendo apenas o que está acontecendo agora e ignorando o que passou.

Nosso conselho foi que para essas pessoas é importante repetir posts algumas vezes, já que se o usuário não estiver conectado no momento da publicação, acabará não lendo a mensagem.

Tivemos nessa semana um fato curioso que mostrou na prática como esse tipo de ação funciona.

O experimento: Tweets repetidos 7 vezes em dias diferentes

A professora e palestrante de Marketing Digital Sandra Turchi postou um tweet sobre os nossos materiais educativos gratuitos de marketing digital. Sem combinarmos nada, ela repetiu seu tweet ao longo de diversos dias e os resultados foram interessantes.

Na tabela abaixo mostramos a repercussão de cada uma das vezes que ela postou nosso conteúdo:

Ordem e data dos Tweets

Retweets gerados

1º   28/11

12

2º   29/11

5

3º   30/11

7

4º   01/12

8

5º  02/12

5

6º  05/12

5

7º  06/12

5

Em todos os tweets o texto foi o mesmo, ou seja, a única coisa que poderia alterar o número de cliques ou retweets era mesmo o dia e horário dos tweets. Outro ponto que vale mencionar é que consideramos apenas o retweets que usaram o botão do próprio Twitter, para que seja dado o crédito corretamente a cada tweet. Ignoramos os retweets manuais, aqueles em que escreve-se RT e a mensagem é copiada.

Como o teste foi espontâneo (não sabíamos que isso aconteceria) não usamos uma medição de cliques para cada um dos tweets individualmente. No entanto, com a nova forma do Twitter de computar o tráfego, é possível ver no Google Analytics o gráfico da variação de visitas x dias originadas pelos tweets da Sandra:



Os resultados

Podemos perceber claramente no gráfico que mesmo o tweet sendo repetido, o link continuou atraindo tanto ou mais visitantes ao longo do tempo.

Olhando também para os retweets, podemos perceber que embora o primeiro tweet tenha se espalhado mais (12 RT’s), a soma dos posts seguintes teve muito mais repercussão.

Se a Sandra tivesse parado no primeiro tweet, o gráfico teria uma curva muito mais descendente e nada menos que 35 retweets (pelo botão, some a isso os manuais) teriam sido perdidos.

Ou seja, agora com a matemática em jogo, nosso conselho do post anterior continua válido: desde que os tweets repetidos sejam intercalados com novos e haja um intervalo entre eles, a prática funciona muito bem.

O que escrever nas mídias sociais e no blog da sua empresa

O que escrever nas mídias sociais e no blog da sua empresa


É consenso entre os profissionais de Marketing Digital falar da importância de um blog e das mídias sociais como parte essencial da estratégia online de uma empresa.

O problema é que sobram empresas que seguem o primeiro passo desse conselho, mas depois acabam não escrevendo coisas relevantes e interessantes para o seu público. Isso vai desde o extremo das empresas que só escrevem coisas na linha do “bom dia” ou “como estão?” no Twitter, até aquelas que são meio egocêntricas no seu blog, só publicando posts sobre eventos/festas na empresa, últimas aparições na mídia, novos projetos, etc.

O resultado é que esses tipos de tweets e artigos quase nunca são lidos ou compartilhados, o que faz com que o investimento de tempo e dinheiro da empresa se transforme em algo que não vai dar nenhum tipo de retorno, e isso se deve principalmente a falhas na hora de escolher o conteúdo para esses canais.

Para ajudar essas empresas a entender e repensar sua estratégia de conteúdo, trouxemos algumas das coisas que sabemos que funcionam muito bem:

Quem é seu cliente?

O primeiro passo na hora de definir o tema da sua empresa é pensar no público alvo, no comprador.  Na maioria das vezes o erro já acontece aí: muitas empresas escrevem para si próprias, não para seu público.

Ajuda muito nessa etapa a criação de “personas”, que são nada mais que um personagem que represente seu cliente típico.

Pense em perguntas como:

Quem é o meu potencial cliente? O que ele faz?
No caso de produtos B2B, qual é o tipo de empresa que compra minha solução? E qual o cargo de quem compra?
Qual o nível de instrução do meu público? Quais seus desafios e obstáculos?
Quanto de conhecimento ele já tem sobre o meu mercado? Que tipo de coisa ele se interessaria em aprender sobre o meu setor?
Que tipo de informações ele consome e em quais veículos?
Quem influencia suas decisões?
Essas perguntas vão formar o personagem. Existem empresas que levam isso muito a fundo, dando nomes e criando até mesmo bonecos com a persona.

Isso facilita na hora de lançar um novo conteúdo. Antes de escrever, é só pensar e discutir com equipe se de fato o “Joãozinho” se interessaria por isso.

Encaixando sua empresa com o interesse do público

Para a grande maioria dos negócios, é importante não cair na armadilha de perder o foco. Tentar fazer humor ou falar de coisas cotidianas que não tenham relação com o mercado pode ser interessante para algumas pessoas, mas não vai contribuir para sua empresa da melhor forma possível.

O grande segredo de um blog que gera resultados de Marketing e Vendas é encaixá-lo na forma como seu público alvo aprende sobre seu mercado ou tema do seu negócio.

Exemplificando com o nosso próprio caso: só sente a necessidade de compra de um software ou serviço de Marketing Digital quem tem interesse e busca aprender sobre o tema. Esse aprendizado costuma ocorrer de diferentes formas: palestras, livros, pesquisas no Google e recomendações de conhecidos nas mídias sociais, etc.. É exatamente aqui que encaixamos o nosso marketing: buscamos ensinar Marketing Digital produzindo conteúdo relevante através desses diferentes canais.

Como identificar os tipos de postagens que funcionam

Com o tempo sua empresa começa a identificar o que é relevante para o público e o que não é.

Se você estiver começando, no entanto, existem alguns tipos de perguntas sobre sua área que costumam atrair atenção e podem ajudar na produção (ou curadoria) de conteúdo:

O que é….?
Por que você (sua empresa) deve se importar com…?
Quais os benefícios de…?
Como fazer…?
Quais os erros mais comuns de…?
Quais as melhores práticas em…?
Além das famosas listas:

As 5 melhores formas de…
10 dicas para melhorar….
Os 8 passos para…
Por que isso funciona?

Essa tática funciona extremamente bem por diferentes motivos.

O primeiro é ser relevante para quem lê. O conteúdo que educa, ajuda ou entretém atrai a atenção de forma muito fácil do que simples propagandas, além de receber mais links e ser mais compartilhado nas mídias sociais.

O segundo é que esse tipo de conteúdo sobre o tema do mercado ajuda sua empresa a conquistar credibilidade e se posicionar como referência. Você está o tempo todo colocando seu conhecimento à prova, mostrando o quanto sabe do assunto e é confiável.  Isso é muito importante, principalmente para empresas B2B, já que o comprador tem grande responsabilidade e precisa confiar no seu fornecedor antes de realizar a compra.

E terceiro porque quanto mais seu cliente aprender sobre seu negócio, mais ele chega perto do momento ideal de compra. Isso acelera o ciclo de vendas e toma menos tempo dos vendedores.

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