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domingo, 15 de janeiro de 2012

Outsoutcing de TI: 12 previsões para 2012 Apesar de reduzir custos, incerteza econômica pode frear contratos de terceirização nos próximos meses, preveem especialistas. STEPHANIE OVERBY, DA CIO.COM

Em 2011, a indústria mundial de terceirização de TI foi marcada, em grande parte, por ofertas menores, clientes hesitantes, muita conversa, mas pouca ação em torno do modelo de cloud computing. A incerteza econômica nos Estados Unidos e Europa contribuiu para formar esse cenário.

Esse quadro tende a ser mantido em 2012, sinalizam especialistas. No entanto, os próximos 12 meses devem apresentar novas tendências para esse mercado. Veja a seguir 12 previsões sobre o futuro do outsourcing:

1. 2012 será pautado por um mix de fusões e aquisições
Basta olhar para aquisições como HP-EDS, Dell-Perot, Xerox-ACS e ver para onde o mercado está indo. “Os provedores de outsourcing vão coibir as megafusões”, afirma Phil Fersht, fundador da companhia de análise do mercado de outsourcing HfS Research.

Segundo ele, isso vai acontecer devido à falta de atrativos de provedores menores em prover serviços com  mais escala. A China está na contramão. De acordo com Rehkopf Michael, diretor de consultoria de outsourcing da TPI para Norte da Ásia, haverá ao menos duas uniões entre os 20 maiores prestadores de serviços no país.

Nos EUA, os grandes provedores são mais propensos a adquirir companhias de software que tenham ferramentas baseadas em nuvem, acredita Fersht. “Ou poderíamos ver fusão de três companhias medianas de nicho para criar um novo prestador de serviços de TI de maior porte”, afirma Mark Ruckman, consultor de outsourcing da Sanda Partners.

2. Companhias que apostam em terceirização devem adotar modelo mais lentamente
Muitas decisões de terceirização serão adiadas. "A ameaça de recessão vai segurar um em cada quatro compradores de outsourcing até que a incerteza econômica passe", diz Fersht. "E a economia atual não está ajudando. Com isso, muitas companhias simplesmente não sabem o que vão fazer."

Empresas que vão comprar serviços terceirizados neste ano irão investir em um número reduzido de acordos pelo menos até o final do primeiro semestre, aponta a consultoria de outsourcing Everest Group.

3. A nuvem na terra
Você tem a sensação de que mesmo os fornecedores de computação em nuvem estão prontos para aposentar o termo cloud computing? A boa notícia, diz Shaw Helms, sócio da prática de terceirização da K & L Gates, é que "até o final de 2012, o hype em torno de 'nuvem' terá morrido de forma significativa”. Os líderes de TI e gerentes vão olhar mais criticamente para o risco da computação em nuvem e serão mais críticos sobre seu valor. "Os departamentos de TI deixarão de receber pressão dos executivos C-levels para implementar a nuvem sem avaliação cuidadosa das alternativas", afirma Helms.

2012 será também o ano em que TI vai se debruçar sobre a governança da nuvem. "As empresas começarão a publicar políticas mais robustas sobre o que pode ir para nuvem e os pontos que envolvem a decisão de ir ou não para a cloud", prevê Adam Strichman, fundador da consultoria de terceirização Sanda Partners. "Dúvidas como ‘quais são as leis de privacidade no país que abriga os dados’ e ‘quais são as restrições de segurança para as pessoas que têm acesso aos dados’ vão surgir”, completa.

4. Compradores de serviços de TI vão olhar além
Organizações que compram serviços terceirizados ainda têm como prioridade manter os custos baixos. Mas em 2012 eles querem maior flexibilidade ou melhor tecnologia, diz Fersht. O único problema é que os provedores ainda “estarão lendo o contrato de TI”, afirma.

"Provedores ainda estão excessivamente focados na redução de custos para seus clientes, em oposição ao processo de melhoria e inovação", completa Fersht.

5. Ofertas de outsourcing de TI serão reduzidas
Agora, os provedores de terceirização estão voltando os olhares para as empresas de menor porte. "Mesmo a IBM está fazendo um esforço concentrado para ganhar mais negócios nas pequenas empresas", observa Helms, da K & L Gates.

"Os prestadores de serviços querem conquistar mais market share e estão mais dispostos a canibalizar suas receitas com modelos de preços baseados em resultados de consumo e negócios", diz John Lytle, diretor de consultoria de outsourcing Compass.

O resultado? “Menores custos para os clientes de menor tamanho. Provedores, no entanto, serão encorajados a prestar serviços de forma mais eficiente”, avalia Helms. Consultores de terceirização e advogados, por sua vez, terão de descobrir como criar ofertas e acordos mais rápidos e baratos, diz Helms.

6. Offshore em alta
Prestadores de serviços offshore montaram infraestrutura de recursos na esperança de ir além do desenvolvimento de aplicativos. "Em 2012, veremos um número de empresas que confiaram quase exclusivamente em provedores de TI norte-americanos de infraestrutura, mudarem para companhias de offshore", diz Steve Martin, consultor da Pace Harmon.

7. Foco nos negócios 
Compradores de outsourcing vão ficar atentos ao gerenciamento de contas no próximo ano. Eles estão cansados da tradicional abordagem focada em vendas e que deixa de lado as necessidades específicas dos negócios, diz Fersht, da HFS. Será preciso lidar com esse novo cenário, de acordo com o especialista.

8. Atividades de TI não voltaram para o controle das companhias
Muitas companhias que contrataram outsourcing vão continuar a reclamar sobre o relacionamento com os provedores de serviço em 2012. Entretanto, nada vai mudar. Elas vão perceber que é muito trabalhoso levar tudo de volta para casa. “A construção de data centers, help desks e a contratação de centenas de recursos será considerada assustadora para as companhias", prevê Pace, da Harmon Marin.

9. Inovação para se destacar no mercado
A pressão por reduções de preços continua. E para apoiar o crescimento e a rentabilidade, os fornecedores de terceirização terão de considerar novos modelos, como joint ventures, incluindo laboratórios específicos para inovação e centros de excelência, de acordo com o Everest Group.

10. Desenvolvimento do offshore
De acordo com Michael Engel, sócio-gerente da HfS Research, as organizações vão descobrir que é realmente mais barato contratar serviços de TI em cidades próximas, diz Engel.

11. Proteção garantida
"2012 será o ano da segurança", afirma Ruckman de Sanda Partners. "Empresas de terceirização vão procurar novas e melhores formas de proteger seus dados e de seus clientes”, prevê.

12. Empresas globais vão contratar fornecedores além da Índia
As grandes organizações vão buscar fornecedores de terceirização além da Índia, beneficiando centros de distribuição em países como Brasil, Malásia, México, África do Sul, Romênia, Bulgária, diz Fersht. "A Índia não vai perder negócio, mas o ritmo de crescimento deles será mais lento”

Apple compra empresa israelense de tecnologia

Apple compra empresa israelense de tecnologia
Fabricante Anobit criou um chip de memória usado no iPad e no iPhone; negócio foi de 500 milhões de dólares.
DA REDAÇÃO
11 de janeiro
A Apple confirmou nesta quarta-feira (11/1) a compra da empresa israelense de tecnologia Anobit, de acordo com informações da agência Reuters. A companhia produz chips de memória flash que já são utilizados em produtos da “maçã”, como o iPad.

Em dezembro do ano passado, a Anobit chegou a informar que havia fechado um contrato para ser comprada por 500 milhões de dólares pela Apple, que na época não quis comentar o assunto.

Por meio de um e-mail para a Reuters, o porta-voz da Apple, Alan Hely, confirmou a compra da companhia israelense, mas negou a dar mais detalhes sobre o negócio. “A Apple compra empresas de tecnologia menores de tempos em tempos e normalmente não discutimos nossos objetivos ou planos”, afirmou Hely.

Como informa a Reuters, a Anobit criou, entre outros produtos, um chip que melhora o desempenho de dispositivos eletrônicos. Atualmente, o produto já está presente no iPhone e  MacBook Air, além do já citado iPad.

Por que as vendas declinam? - Alisson Kemis Araujo

Por que as vendas declinam? - Alisson Kemis Araujo

 Michael Porter: O que todo gestor deve ter em mente

Durante sua apresentação no Fórum HSM de Estratégia, Michael Porter respondeu a diversas perguntas e apresentou conceitos fundamentais de estratégia, dando grande ênfase às questões específicas do ambiente brasileiro. Confira!

A tão esperada presença de Michael Porter no Fórum HSM de Estratégia foi marcada pela originalidade do formato de sua apresentação, além, é claro, do brilhantismo do palestrante. Porter respondeu às perguntas realizadas previamente por diversos empresários e pensadores brasileiros, entre eles Jorge Paulo Lemann, da AB InBev, Edson Bueno, da Amil, e Ozires Silva, fundador da Embraer. Ele apresentou conceitos fundamentais de estratégia, destacou os avanços na responsabilidade social corporativa e deu grande ênfase às questões específicas do ambiente brasileiro.

“Lamento não estar no Brasil, sinto-me em casa aí. As perguntas que me fizeram são muito difíceis e parabenizo quem as formulou”, comentou o Pai da Estratégia Moderna no início de sua palestra, antes de falar sobre os conceitos essenciais de estratégia e concorrência. Segundo o palestrante, muito do que se fala sobre estratégia é, na verdade, melhoria operacional.
 
Ele destaca que, em primeiro lugar, todo gestor precisa ter em mente que o objetivo de uma empresa não é crescer, nem ser grande, mas obter um bom retorno sobre o investimento. “Isso é sinal de que se está criando valor real para os clientes e para os acionistas”, explicou. Outro aspecto do qual os gestores não podem se distrair é da estrutura do setor, que tem grande impacto sobre a lucratividade. Além disso, estratégia não diz respeito a fazer a mesma coisa melhor, mas desenvolver posição estratégica única e competitiva no mercado. O último ponto básico da estratégia é que ela implica decidir o que se vai fazer e focar, mas também sobre o que não será feito, que clientes não serão atendidos.

Estratégia emergente x antecipada

O conceito de estratégia emergente ganha força, já que é muito complicado configurar uma estratégia com antecipação. “Não sairá certo, porque o mundo muda o tempo todo”, diz Porter. “Na estratégia emergente, em vez de se antecipar, a empresa experimenta, aprende, faz a sintonia fina e, com o tempo, a estratégia emerge. Isso contrasta com a escola do design estratégico.”

Em toda empresa, de acordo com o palestrante, existe a noção de que é preciso continuar aprendendo e tendo insights sobre o mercado, além de fazer os ajustes da estratégia, pois ela não deve ser rígida. “Grandes empresas continuamente aprendem e melhoram como tornar sua estratégia mais eficaz. Mas é raro uma empresa ter sucesso sem ter um insight inicial sobre como pode ser diferente, distinguir-se no mercado. É difícil que isso venha só com a experimentação.”

Outro ponto que o professor assinalou sobre as grandes empresas é que elas podem ser muito competitivas e eficientes, desde que criem uma cultura de alta performance e processos mensuráveis. “Uma grande empresa terá de criar unidades empresariais em torno do negócio principal, e cada unidade tem de ter a sua estratégia. A grande empresa precisa alavancar seu tamanho com todo cuidado, mas somente nas áreas em que o tamanho importar”, alertou. Ele ainda assinalou que a grande empresa tem de ser como uma pequena, no que tange ao grau de conhecimento sobre o negócio.

O que há de novo

Perguntado sobre o que está na vanguarda do pensamento estratégico, Porter disse que “estamos de volta para o futuro”, no sentido de que a estratégia experimentou vários modismos, ideias que prometiam ser a resposta para tudo, entre elas internet, terceirização, networking e redes sociais. “Acredito que a maior parte das coisas não era estratégia, mas melhores práticas. Não lidavam com o como desenvolver vantagem competitiva.”

Uma ideia nova no âmbito da estratégia é a conexão entre estratégia e sociedade. “Estamos vendo oportunidades de criar valor econômico, mas com valor social embutido.” Em termos de tecnologias, Porter alerta para o fato de os consumidores serem, em geral, conservadores e que as empresas que quiserem lidar com o risco de inovar têm de prestar atenção ao custo de mudança de tecnologia que é arcado pelo usuário. Por exemplo, quando se compra um novo aparelho celular, tem-se que transferir a agenda telefônica para ele. “Mas, nós, engenheiros, tendemos a amar a tecnologia por si.” A recomendação é que as empresas observem a aplicação prática da tecnologia, isto é, que testem seus produtos junto ao público.

Marketing direto ganha autorregulamentação

Marketing direto ganha autorregulamentação
Após aprovar as novas regras, Abemd espera adesão de outras entidades para que o código comece a valer já em 2012
ALEXANDRE ZAGHI LEMOS| » 10 de Janeiro de 2012 •

+ Kapulski: proteção ao consumidor sem inviabilizar a atividade de marketing direto
A Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd) acaba de elaborar o Código Brasileiro de Autorregulamentação para o Tratamento de Dados Pessoais. O texto com as regras que devem reger a atuação das empresas do setor, assim como uma Carta de Princípios da atividade, foram envidados em dezembro a todos os filiados da entidade, após aprovação de seu Conselho de Administração.
O movimento da Abemd é uma resposta ao ganho de importância do tema da privacidade e tratamento de dados pessoais, que passou a chamar mais atenção do público com o avanço da tecnologia. Em alguns países, para atender apelos da sociedade, os governos locais passaram a elaborar leis específicas para disciplinar o uso das informações pessoais em ações de comunicação e marketing direto. O Brasil não ficou de fora desta tendência, com o Ministério da Justiça colocando em discussão um anteprojeto de lei que cria regras para a proteção de dados pessoais no Pais. A Abemd, assim como outras entidades do mercado – como a ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) e a Aner (Associação Nacional dos Editores de Revistas) –, preocupada com a possibilidade de uma nova Lei inviabilizar a atividade de marketing direto no País, apresentou críticas e sugestões ao projeto do Governo Federal, ao mesmo tempo em que abriu um canal de diálogo com o Ministério da Justiça (mais especificamente com o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor) e com o Congresso Nacional – onde o projeto terá de ser analisado antes de virar lei.
“Nosso objetivo é que a futura regulamentação estabeleça parâmetros para a proteção dos dados pessoais mas esteja em harmonia com os princípios constitucionais da livre iniciativa e da liberdade de expressão comercial”, frisa o presidente da Abemd, Efraim Kapulski.
Neste contexto, a direção da entidade de marketing direto considerou importante que o segmento adotasse suas próprias regras de autorregulamentação. Assim foi criado um comitê específico para tratar do tema, coordenado por Edson Barbieri (presidente da ExactTarget na América Latina) e integrado por outros 10 membros, tendo como consultor o advogado Vitor Morais de Andrade, sócio da Franco Montoro e Peixoto Advogados Associados. A entidade também aproveita a sua expertise em outras duas iniciativas anteriores de autorregulamentação já vigentes: Capem (e-mail marketing) e Probare (telemarketing).
A Carta de Princípios para o Tratamento de Dados Pessoais inclui dez pontos, como a não utilização de “dados obtidos em decorrência de fraude, erro, dolo ou coação” e a garantia às pessoas da “opção de cancelamento, alteração ou correção de informações”.
Para fiscalizar e aplicar possíveis sanções a empresas que desobedecerem as regras, o Código Brasileiro de Autorregulamentação para o Tratamento de Dados Pessoais contará com um Conselho Superior, que será instituído pelas empresas e entidades signatárias do documento – embora encabece a iniciativa, a Abemd espera contar com amplo apoio de todo o mercado envolvido nas atividades de marketing direto, como ABA e Aner, que já se manifestaram favoravelmente à iniciativa. Este Conselho Superior será composto de três a onze membros com mandatos de dois anos, tendo obrigatoriamente um representante titular e um suplente de cada entidade signatária. Já as empresa que aderirem individualmente também poderão indicar representantes, mas a decisão de inclusão dependerá da aceitação da maioria dos membros do Conselho indicados pelas entidades.
Aos que infringirem a autorregulamentação, o Código prevê quatro níveis de penalidades: advertência; exclusão do quadro de signatários; comunicação à mídia; e comunicação das infrações cometidas aos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e demais Autoridades. A expectativa da Abemd é que o Conselho seja implementado ainda em 2012. 

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