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domingo, 19 de fevereiro de 2012

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Site que fala tudo sobre economia de combustível.

HowStuffWorks

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Como funcionam os preços da gasolina nos EUA

Como funcionam os preços da gasolina nos EUA
por Ed Grabianowski e Kevin Bonsor - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Introdução


gasolina é a veia sangüínea que mantém os Estados Unidos em movimento. Apenas os veículos particulares bebem 250 bilhões de litros de gasolina e óleo diesel anualmente, e este número aumenta cerca de 2,6% ao ano.
Monitorar os preços da gasolina é como andar em uma montanha-russa. Caem um pouco em um mês, sobem no próximo e acabam fechando o ano com um aumento maior que 50%. Além disso, os preços são diferentes dependendo de onde você procura. Outros países e mesmo outros estados e cidades podem ter preços de gasolina muito diferentes de um local para outro. Para o cidadão comum pode parecer que a determinação do preço da gasolina é uma coisa sem sentido. Neste artigo, vamos ver as forças que impactam no preço da gasolina nas bombas e descobrir para onde realmente vai o seu dinheiro gasto com gasolina.
Os americanos têm uma sede insaciável por gasolina e com os veículos utilitários esportivos (SUVs) tornando-se cada vez mais populares, estão ficando cada vez mais sedentos. Basta olhar para as ruas e estradas para perceber que uma escassez grave de gasolina praticamente pararia o país. Os americanos dirigem mais de 4 trilhões de quilômetros por ano em automóveis, caminhonetes e utilitários, de acordo com um relatório da  (Motor and Equipment Manufacturers Association, Associação de Fabricantes de Carros e Equipamentos). Isso equivale a 14 mil voltas em torno do sol. Os americanos hoje dirigem quase duas vezes mais que em 1980 (2,4 trilhões de quilômetros).

Foto cedida por Phillips Petroleum Company
Um posto de gasolina em Colorado Springs
Preços históricos da gasolina nos EUA
(ajustados pela inflação)
Ano
Preço por galão
1950
US$ 1,91
1955
US$ 1,85
1960
US$ 1,79
1965
US$ 1,68
1970
US$ 1,59
1975
US$ 1,80
1980
US$ 2,59
1985
US$ 1,90
1990
US$ 1,51
1995
US$ 1,28
2001
US$ 1,66
2002
US$ 1,31
2003
US$ 1,52
2004
US$ 1,79
2005
US$ 2,28
2006
US$ 2,62
2007 (março)
US$ 2,61
Fonte: Departamento de Energia dos EUA
Os Estados Unidos consomem em média 20 milhões de barris de petróleo por dia, de acordo com o Departamento de Energia dos EUA (em inglês). Deste volume, aproximadamente 45% são usados em gasolina para motores. O resto é usado para destilar óleo combustível, querosene de aviação, combustível resídual e outros óleos. Cada barril contém 42 galões (159 litros) de óleo, que produzem de 19 a 20 galões (70 a 75 litros) de gasolina. Nos Estados Unidos, algo como 178 milhões de galões (675 milhões de litros) de gasolina são consumidos por dia.
Para comparação, o Brasil consome 1,8 milhão de barris de petróleo por dia, totalmente produzido no país, dos quais apenas 20% é usado para gasolina. A maior parte (45%) vai para o óleo diesel. O consumo brasileiro de gasolina é de pouco menos de 70 milhões de litros por dia.
Em geral, a demanda por gasolina aumenta durante o verão, quando muitas pessoas saem de férias. Feriados como o Memorial Day (Dia de Finados) e o 4 de Julho (Dia da Independência) criam enormes congestionamentos de tráfego durante essa época. Esta alta demanda em geral se traduz em preços mais altos, embora esse nem sempre seja o caso. Por exemplo, enquanto os preços da gasolina subiram 31 centavos de dólar em abril e começo de maio de 2001, atingindo US$ 1,71 por galão (que agora parece barato comparado com os preços de hoje), os preços realmente caíram durante o verão de 2001.
Em 2004, os preços continuaram a subir após o fim da alta estação por uma série de razões, incluindo furacões e um aumento no preço do petróleo bruto. E em 2005, o furacão Katrina, juntamente com um aumento considerável nos preços do petróleo bruto, elevou os preços para US$ 3,07 por galão em 5 de setembro de 2005. Os preços se estabilizaram em novembro e dezembro desse mesmo ano. Mas os números voltaram a subir, com um preço para gasolina comum não tabelada de US$ 3,03 em agosto de 2006.  Na média do ano a gasolina ficou em US$ 2,62 por galão, mas em maio de 2007 chegaram a US$ 3,20 por galão. Com o dólar a R$ 2,00, isso corresponde a R$ 1,70 o litro. Lembre-se que um galão é igual a 3,785 litros.
A alta de preços, em geral, ocorre quando o mercado mundial de petróleo bruto aperta e diminui os estoques. Vamos discutir quem controla o mercado de petróleo bruto mais tarde. Às vezes, o aumento da demanda também pode exceder a capacidade da refinaria. Na primavera, asrefinarias realizam manutenção, o que diminui a produção. Em geral, no fim de maio, as refinarias estão de volta com capacidade total.
Quando se põe US$ 20 dólares em seu tanque, esse dinheiro está dividido em pequenas partes que serão distribuídas entre várias entidades. A gasolina é igual a qualquer outro produto à venda: há uma cadeia de suprimentos e vários grupos que são responsáveis pelo estabelecimento do preço do produto. Às vezes, a imprensa pode levá-lo a acreditar que o preço da gasolina é baseado somente no preço do petróleo bruto, mas há realmente muitos fatores que determinam o que você paga na bomba. Não importa o quão cara a gasolina se torne, todas estas entidades têm de ganhar uma fatia do bolo.
Vamos ver para onde vai o dinheiro que você paga pela gasolina:
  • petróleo bruto - é a maior parte do custo da gasolina, aproximadamente 59%, que vai para os fornecedores de petróleo bruto. Isto é determinado pelas nações do mundo exportadoras de petróleo, em especial a Opep - Organização dos Países Exportadores de Petróleo (em inglês), sobre a qual você saberá mais na próxima seção. O volume de petróleo bruto que estes países produzem determina o preço de um barril de petróleo. O preço do petróleo bruto era, em média, U$ 37 por barril em 2004 - fonte: Departamento de Energia dos EUA (em inglês). E depois do furacão Katrina, alguns preços quase dobraram. Em julho de 2006, o preço do petróleo bruto era, em média, US$ 72 por barril;
    Às vezes os preços da gasolina sobem quando há muito petróleo bruto no mercado, dependendo do tipo de petróleo disponível. O petróleo pode ser classificado como pesado ou leve e doce ou azedo (ninguém realmente experimenta o petróleo, é só como o chamamos). O petróleo bruto leve e doce é mais fácil e mais barato para refinar, mas os suprimentos são baixos. Há uma grande quantidade de petróleo bruto pesado e azedo disponível no mundo, mas as refinarias, em especial as americanas, precisam passar por uma cara reformulação para poder manipulá-lo;
  • custos de refino - o refino de petróleo bruto gira em torno de 10%do preço da gasolina. Para saber mais sobre o refino de petróleo, leia Como funciona o refino de petróleo;
  • distribuição e comércio - o petróleo bruto é transportado para as refinarias, a gasolina é enviada das refinarias para os pontos de distribuição e daí finalmente aos postos de abastecimento. O preço do transporte é repassado para o consumidor. O marketing da marca da companhia de petróleo também é adicionado ao custo da gasolina que você compra. Juntos, esses dois fatores representam cerca de 11% do preço;
  • impostos - os impostos, incluindo federal e local, contabilizam cerca de 20% do preço total da gasolina nos Estados Unidos. O imposto federal tributado é de US$ 0,18 por galão e o imposto estadual tributado é, em média, US$ 0,20 por galão. Pode haver também alguns impostos de vendas adicionais do Estado e impostos da prefeitura. Na Europa, os preços da gasolina são mais altos que nos Estados Unidos devido a impostos muito mais elevados. Por exemplo, os preços da gasolina na Inglaterra subiram para por volta de US$ 6 por galão (R$ 3,17 por litro!), sendo que 78% disso são impostos;
  • margem do posto - apesar de não estar representado no diagrama acima, é claro que algum do dinheiro real gasto nas bombas de gasolina vai para o posto. Os postos de serviço aumentam alguns centavos por galão. Não há um padrão estabelecido sobre quanto os postos de gasolina somam ao preço. Alguns podem adicionar poucos centavos, enquanto outros adicionam US$ 0,10 ou mais. Entretanto, alguns Estados têm leis de margem de comercialização proibindo que os postos de gasolina cobrem menos que uma determinada porcentagem sobre a nota fiscal do atacadista. Estas leis são feitas para proteger os pequenos proprietários de postos de gasolina porque as grandes cadeias têm fôlego financeiro suficiente para promover grandes reduções de preço em determinadas localidades.
Os preços da gasolina também variam de Estado para Estado por várias razões. Os impostos são provavelmente o maior fator nos diferentes preços. Além disso, a concorrência entre os postos de gasolina locais pode levar os preços a baixarem. A distância das refinarias de petróleo também pode afetar os preços. Postos de gasolina mais próximos ao Golfo do México, onde muitas refinarias estão localizadas, têm preços mais baixos devido ao custo mais baixo de transporte. Há também alguns fatores regionais que podem afetar os preços.
Acontecimentos mundiais, guerra e clima podem também elevar os preços. Qualquer coisa que afete alguma parte do processo, desde a extração até o refino do petróleo e o fornecimento da gasolina até o seu carro vai resultar em uma mudança no preço. Os conflitos militares em países que são grandes produtores de petróleo podem dificultar às companhias petrolíferas extrair e enviar petróleo bruto. Os furacões têm destruído plataformas de extração em alto mar, refinarias costeiras e portos de carga que recebem os navios-tanque. Se um navio-tanque se perde ou é danificado e derrama óleo no oceano, isso também é um prejuízo para o mercado.

Pelo país, pelo mundo

Preços da gasolina no mundo
(1 galão = 3,785 litros)

Mais caro (por galão):
Oslo, Noruega: US$ 6,99
Hong Kong: US$ 6,54
Londres, Reino Unido: US$ 6,36
Roma, Itália: US$ 6,15
Frankfurt, Alemanha: US$ 6,10
Mais barato (por galão):
Caracas, Venezuela: US$ 0,12
Cidade do Kuwait, Kuwait: US$ 0,78
Riad, Arábia Saudita: US$ 0,91
Buenos Aires, Argentina: US$ 2,21
*Preços em junho de 2006
Fonte: CNN Money (em inglês)
Em algumas regiões do país, é exigido que a gasolina atenda a padrões ambientaismais rígidos para reduzir a névoa fotoquímica (smog) causada pela sua queima. Produzir esta gasolina mais limpa pode causar problemas no refino, distribuição e estoque, o que aumenta o custo do combustível. "O resultado desta abordagem dirigida para a qualidade do ar é criar ilhas de mercado de gasolina", disse John Cook, diretor da divisão de petróleo da Administração de Informações de Energia, perante o Comitê de Deputados da Casa Branca sobre Energia e Comércio em 15 de maio de 2001.
Cook destacou a Califórnia e a área de Chicago a Milwaukee como exemplos principais de ilhas de mercado de gasolina. As exigências de queima limpa em cada um dessas áreas são únicas e somente poucas refinarias podem produzir produtos especializados. Alta demanda, um problema de suprimento em uma refinaria ou um problema com um oleoduto podem gerar alta nos preços dessas áreas.
Na Califórnia, o governo estadual estabeleceu suas próprias regras de gasolina reformuladas que são mais exigentes que as leis federais de gasolina limpa. Isto porque os californianos pagam um preço maior por combustíveis mais limpos, além do imposto de venda e uso local de 20%, um imposto federal de US$ 0,184 por galão e um imposto estadual de US$ 0,180 por galão. A distância da Califórnia às refinarias localizadas próximas ao Golfo do México também pode aumentar o custo da gasolina se os suprimentos de gasolina forem obtidos dessas fontes.
A outra região na qual os preços podem exceder a média nacional nos EUA é o Meio-Oeste. Em 1999, a região do Meio-Oeste se tornou sujeita a novas regras de reformulação de gasolina. O Meio-Oeste usa uma gasolina especial produzida com etanol (álcool etílico) em vez de éter metil-butil terciário (MTBE). O etanol é usado devido à abundância de milho na região, que é a principal matéria-prima usada para fazer etanol nos EUA (cana-de-açúcar no Brasil). Poucas refinarias fora da região produzem este tipo de gasolina reformulada, significando que talvez haja um suprimento limitado do produto.
Novas regras federais foram decretadas no verão de 2006, requerendo que todas as companhias de petróleo adicionem etanol à gasolina, como é feito no Brasil. Isto tem contribuído para um aumento de 30% a 40% do preço de um galão de gasolina em nível nacional, já que é difícil para os produtores de etanol do Meio-Oeste fornecer o produto em volume suficiente para o resto do país em tempo hábil [ref (em inglês)].
Os estoques de petróleo têm o único grande efeito no preço da gasolina e os Estados Unidos dependem muito do fornecimento de petróleo estrangeiro. Em janeiro de 2006, os Estados Unidos importaram mais de 9,7 milhões de barris por dia [ref (em inglês)]. A única entidade com poder sobre os suprimentos de petróleo mundial é a Opep, uma sociedade de 11 países: Arábia Saudita, Argélia, Emirados Árabes, Indonésia, Irã, Iraque, Kuwait, Líbia, Nigéria, Qatar e Venezuela.

Foto cedida por Phillips Petroleum Company
A maior parte do suprimento de petróleo bruto americano é importada usando navios-tanques similares a este
Juntas, essas onze nações são responsáveis por 40% da produção petrolífera mundial e detêm 2/3 das reservas mundiais, de acordo com aAdministração de Informações de Energia (AIE)(em inglês). Quando a Opep quer aumentar o preço do petróleo bruto, ela simplesmente reduz a produção. Isto faz com que os preços da gasolina saltem por causa do suprimento baixo, mas também devido à possibilidade de futuras reduções. Quando a produção de petróleo cai, as companhias petrolíferas ficam preocupadas. A simples ameaça de reduções de petróleo pode aumentar os preços da gasolina.
Em abril de 2001, a Opep decidiu reduzir sua produção coletiva em 1 milhão de barris por dia. Este foi o período no qual preços da gasolina subiram muito, atingindo uma alta de US$ 1,71 por galão em 14 de maio de 2001. Desde então, a Opep tem aumentado sua produção ou pelo menos mantido-a no mesmo nível.
A última vez que a Opep aumentou sua produção, em junho de 2005, quando subiu para 28 milhões de barris por dia, um aumento de 500 mil barris por dia, "os preços do petróleo permaneceriam nos níveis atuais ou continuariam a subir". Em setembro de 2005, a Opep obrigou seus países-membros a reter suas produções, uma estimativa de 2 milhões de barris por dia [ref (em inglês)].
Além da Opep, há vários outros países que contribuem para o suprimento de petróleo mundial, incluindo os Estados Unidos, México, Canadá, Angola, Guiné Equatorial, Rússia e China. Em janeiro de 2006, os Estados Unidos importaram do México mais de 1,7 milhões de barris de petróleo bruto por dia [ref (em inglês)]. A Opep faz um levantamento da produção de petróleo dessas nações e então ajusta sua própria produção para manter seu preço por barril no patamar desejado.
Causa e efeito
Várias forças podem influenciar o preço da gasolina na bomba, mas os custos do combustível são apenas uma parte na vasta rede de economia global. Você já deve conhecer os efeitos imediatos do aumento de preços: aquele sentimento de descrença que surge conforme os números sobem. Você pensa melhor antes de fazer aquela viagem ou comprar um utilitário esportivo que consuma muita gasolina, procurando em vez disso um modelo mais econômico.
Vamos ver isso de um modo geral. Um aumento nos preços da gasolina leva à inflação da economia em geral? Até poderia, contanto que o aumento fosse um aumento estável, a longo prazo. Gasolina cara significa que o transporte com caminhões é caro, que as despesas com viagens longas são maiores e voar é mais caro. Todos esses custos significam que o custo virtual de qualquer produto que você imagine irá subir se o preço da gasolina permanecer alto.
Porém, os economistas não olham para os preços da gasolina como um indicador de inflação. O preço do petróleo, juntamente com os custos da comida, são muito voláteis, isto é, são facilmente influenciados por coisas como tempo, greves e guerras. Os custos sobem e descem, dependendo dos acontecimentos mundiais. Para vigiar a inflação, os economistas ficam de olho no Índice de Preços ao Consumidor, que é uma medida do custo de certos produtos, como aparelho de DVD, quartos de hotel ou livros de faculdade, que permanecem mais estáveis a curto prazo.

Suprimentos domésticos

Depois de ver quanto petróleo os EUA importam, deve ser surpresa saber que os Estados Unidos são o terceiro maior produtor de petróleo bruto do mundo. A região de maior produção é o Golfo do México e o estado que mais produz é o Texas. A região da Costa do Golfo é o lar de duas áreas de produção importantes: a Bacia Permian, localizada entre a região centro-oeste do Texas e leste do Novo México, e a porção próxima à Costa do Golfo. Outros Estados de grande produção de petróleo incluem Alasca, Louisiana, Califórnia, Oklahoma e Arizona.
Mesmo com essa produção, os Estados Unidos dependem muito de recursos estrangeiros. Em 1973 e 1974 o país parou durante o embargo de petróleo e, para ter certeza de que essa situação não se repetiria, o governo federal formulou a Reserva Estratégica de Petróleo(SPR - sigla em inglês).Enquanto a maior parte do petróleo nacional é enviado diretamente para as refinarias e depois para o mercado consumidor, uma fração é retida e enviada para a SPR.
Em 10 de abril de 2006, as reservas SPR eram de aproximadamente 686 milhões de barris de petróleo em cavernas de sal subterrâneas no Golfo do México [ref (em inglês)]. Como cerca de metade do petróleo dos EUA é importado, a Reserva Estratégica de Petróleo mantém aproximadamente um fornecimento de 60 dias de petróleo, caso a importação seja interrompida bruscamente. Veja O que é a reserva estratégica de petróleo?  para mais informações sobre como funcionam os locais de estoque.

Foto cedida pelo Departamento de Energia dos EUA
Uma visão rápida da área de estoque Bryan Mound, parte da Reserva Estratégica de Petróleo
Em 22 de setembro de 2000, o presidente Clinton ordenou que o Departamento de Energia dos EUA usasse a SPR para aumentar os suprimentos de petróleo. Quando o suprimento diminui, a SPR pode ser usada para garantir fornecimento de óleo combustível suficiente e barato para aquecer as casas das pessoas. O presidente Clinton autorizou que o Departamento de Energia liberasse 30 milhões de barris de petróleo em uma troca com as companhias petrolíferas. As companhias receberam o petróleo no outono de 2000 e deveriam devolvê-lo no outono de 2001.
A SPR é o maior suprimento petrolífero emergencial do mundo. Foi usada pela primeira vez durante a Guerra do Golfo, em 1991, para garantir o petróleo e os preços estáveis. A SPR custa em torno de US$ 21 milhões por ano para operar e emprega aproximadamente 1.100 pessoas.
Refúgio Nacional da Vida Selvagem do Ártico
Em março de 2006, o senado americano passou sua Resolução de Orçamento de 2007, que incluiu uma provisão para arrendar as vendas do direito de extrair petróleo na região do Refúgio Nacional de Vida Selvagem do Ártico (ANWR - em inglês) no Alaska. O Gabinete de Orçamento do Congresso estima que a renda do arrendamento seria de US$ 7 bilhões nos próximos sete anos [ref (em inglês)].
A Área Nacional de Vida Selvagem do Ártico foi estabelecida em 1960 para proteger os "valores essenciais das áreas inexploradas da vida selvagem e da recreação" da região. Em 1980, o Congresso aprovou a Lei das Terras do Alaska, que renomeou a área e dobrou seu tamanho. Hoje a ANWR compreende aproximadamente 20 milhões de acres, o equivalente ao tamanho da Carolina do Sul. A mesma lei autorizou o estudo do potencial de petróleo e de gás da parte norte do Refúgio, chamada de Área 1002 (em inglês). Esta região está ainda sendo verificada como um possível local de produção de petróleo, mas grupos ambientalistas dizem que isso poderia desestabilizar o ecossistema natural no ANWR.
Ainda é incerto quanto petróleo existe sob o solo do ANWR. Uma análise de 1998 realizada pela Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (em inglês) estimou que há em torno de 7 bilhões de barris de petróleo lucrativo somente na Área 1002, mas é o preço do petróleo bruto que determina o quão lucrativo esse petróleo é. Se o preço do petróleo caísse abaixo de US$ 16, o custo de produzir o petróleo anularia qualquer lucro. Os preços chegaram US$ 72 por barril no mercado mundial em abril de 2006 [ref (em inglês)].
A questão do preço da gasolina é sempre volátil. Já que os carros e outros veículos são abastecidos com gasolina, seu preço vai continuar a afetar todas as partes de nossa economia. Apesar de existirem outras fontes de combustíveis, nenhuma delas poderia ser integrada tão rapidamente em nossa economia, o que deixa os americanos dependentes da gasolina por enquanto.
Esta dependência de gasolina faz com que todos que usam o carro de casa para o trabalho diariamente acompanhem as alterações de preço. Essa alteração pode variar de semana a semana ou mês a mês, mas por enquanto está relativamente estável. Os recursos limitados, assim como as preocupações quanto ao meio ambiente relacionadas ao uso e produção do petróleo, encorajam cientistas a olhar para novas tecnologias, como células a combustível, para reduzir nossa dependência do petróleo e do gás.
Para mais informações sobre os preços da gasolina e assuntos relacionados, verifique os links na próxima página.
Sem gasolina
Se o preço da gasolina é influenciado pelo suprimento mundial de petróleo, o que acontecerá quando ficarmos sem gasolina? A resposta é que provavelmente não ficaremos. Isso não significa que o desenfreado uso de combustível fóssil não é uma preocupação - eles são muito prejudiciais para o meio ambiente e diminuir suas reservas causará mudanças ainda mais expressivas em nossa economia - mas o petróleo vai ficar caro demais mesmo antes de acabar. 
O suprimento mundial de petróleo age como um valor assintótico, que é justamente um termo matemático para um valor que chega perto de outro valor, mas nunca chega lá na verdade. Neste caso, o "outro valor" é zero ou nenhum petróleo em lugar algum. Por que nunca chegaríamos lá? As companhias de petróleo começam com o petróleo mais fácil (e barato) de encontrar e trazer para a superfície. Uma vez que acaba, eles têm de encontrar mais petróleo que, consequentemente, é mais difícil de extrair. Por fim, ficará caro demais encontrar e extrair o petróleo remanescente e ninguém poderá pagar por ele. Os custos altos nos forçam a desenvolver outras fontes de energia.
Artigos relacionados
Mais links interessantes (em inglês)


Como funcionam os carros híbridos

Como funcionam os carros híbridos
por Julia Layton e Karim Nice - traduzido por HowStuffWorks Brasil

Introdução


carros hibridos
Você já se surpreendeu com o preço da gasolina ao chegar ao posto para abastecer seu veículo? À medida que a bomba vai registrando 80, 100 ou mais reais, talvez você já tenha pensado em trocar seu carro por um mais econômico. Talvez, ainda, esteja preocupado com o fato de seu carro contribuir para o efeito estufa.
A indústria automobilística tem a tecnologia para enfrentar essas preocupações. É o carro híbrido. Atualmente há muitos modelos no mercado e a maior parte das fábricas já tem planos de fabricar suas próprias versões. Infelizmente, no Brasil, isso ainda vai demorar um pouco.

Foto cortesia de Consumer Guide and Publications International, Ltd.
O automóvel híbrido Honda Insight 2006
Como funciona um automóvel híbrido? O que há sob o capô que lhe dá de 12 a 20 quilômetros a mais por litro que o automóvel comum? E será que ele polui menos apenas porque é mais econômico? Neste artigo, nós o ajudaremos a entender como esta tecnologia funciona e ainda lhe daremos algumas dicas sobre como dirigir um carro híbrido para obter o máximo em termos de eficiência.
Provavelmente muitas pessoas já tiveram um veículo híbrido algum dia. Por exemplo, uma bicicleta motorizada é um tipo de híbrido, porque combina a potência de um motor a gasolina com a força das pedaladas de seu condutor. Na verdade, veículos híbridos estão por todos os lados. A maior parte das locomotivas que vemos puxando trens são híbridos a diesel e a eletricidade . Cidades como Seattle têm ônibus a diesel e elétricos - esses veículos podem extrair a energia elétrica de cabos suspensos ou operar com óleo diesel quando estão longe dos cabos. Aqueles caminhões de mineração enormes geralmente são híbridos a diesel e eletricidade.Submarinos também são veículos híbridos - alguns são nuclear-elétricose outros são movidos a diesel e eletricidade . Qualquer veículo que combine duas ou mais fontes de energia que possa proporcionar potência de propulsão, direta ou indiretamente, é um híbrido.
A maior parte dos carros híbridos hoje existente funciona a gasolina e eletricidade, embora a fábrica francesa PSA Peugeot Citroën tenha dois carros híbridos diesel-elétricos em seus planos. Uma vez que híbridos a gasolina são os mais comuns, este artigo se concentrará neles.
Energia térmica x energia elétrica
automóvel híbrido a gasolina e eletricidade é exatamente isso - um cruzamento entre um automóvel movido a gasolina e um carro elétrico. Começaremos com alguns diagramas que explicam as diferenças entre um carro movido a gasolina e um carro elétrico típico.
Um carro a gasolina tem um tanque de combustível, que fornece gasolinapara o motor. O motor, por sua vez, aciona uma transmissão, que por sua vez gira as rodas.
 
Carro movido a gasolina.
Passe o mouse sobre as peças para ter uma visão
Um carro elétrico, por outro lado, tem um conjunto de. baterias que fornecem eletricidade para um motor elétrico. O motor aciona uma transmissão, que por sua vez movimenta as rodas.
 
Carro elétrico. Passe o mouse sobre as peças para ter uma visão tridimensional
O automóvel híbrido é um misto dos dois. Ele tenta reduzir significativamente o consumo de combustível e as emissões de um automóvel movido a gasolina, enquanto supera as deficiências de um carro elétrico.
Para poder nos ser útil, um carro deve atender a certas exigências mínimas. Ele deve ser capaz de:
  • andar pelo menos 500 quilômetros antes de ser reabastecido
  • ser reabastecido com rapidez e facilidade
  • manter velocidade semelhante à de outros veículos na estrada
Um carro a gasolina atende a essas exigências, mas produz um volume relativamente grande de poluição e, em geral, faz poucos quilômetros por litro. Um carro elétrico, porém, quase não polui, mas faz apenas cerca de 80 a 160 km entre recargas. Além disso, o problema é que a recarga do carro elétrico é muito lenta e inconveniente.
Um carro elétrico e a gasolina combina essas duas possibilidades em um só sistema que alavanca o poder da gasolina e da eletricidade.
Estrutura híbrida gasolina-elétrica
Carros híbridos a gasolina e eletricidade contêm as seguintes peças:
  • Motor a gasolina - o carro híbrido tem um motor a gasolinabastante semelhante àquele que encontramos na maioria dos carros. Entretanto, o motor de um híbrido é menor e usa tecnologias avançadas para reduzir a emissão de poluentes e aumentar sua eficiência.
  • Tanque de combustível - o tanque de combustível em um híbrido é o dispositivo de armazenamento de energia para o motor a gasolina. A gasolina tem uma densidade de energia muito superior à das baterias. Por exemplo, precisamos de 450 gramas de baterias para armazenar a mesma energia gerada por 3,79 litros ou 3 quilogramas de gasolina.
  • Motor elétrico - o motor elétrico em um carro híbrido é muito sofisticado. A tecnologia eletrônica avançada permite sua atuação tanto como um motor quanto como um gerador. Por exemplo, se for preciso, esta espécie de automóvel pode extrair energia das baterias para acelerar. Entretanto, agindo como gerador, ele pode frear o veículo e devolver energia para as baterias.
  • Gerador - o gerador é similar a um motor elétrico, mas age apenas para a produção de energia elétrica. Ele é usado principalmente em híbridos em série (ver abaixo).
  • Baterias - as baterias de um carro híbrido são o dispositivo de armazenamento de energia para o motor elétrico. Diferentemente da gasolina no tanque de combustível, que pode acionar apenas o motor a gasolina, o motor elétrico em um carro híbrido pode fornecer energia para as baterias e ainda retirar energia delas.
  • Transmissão - A transmissão em um carro híbrido executa a mesma função básica que a transmissão em um carro convencional. Alguns híbridos, como o Honda Insight, têm transmissões convencionais. Outros, como o Toyota Prius, têm transmissão radicalmente diferente, sobre a qual falaremos mais adiante.
    Imagem cortesia DaimlerChrysler
    O Mercedes-Benz M-Class HyPer - um veículo-conceito híbrido
É possível combinar as duas fontes de energia encontradas em um carro híbrido de diferentes maneiras. Uma delas, conhecida como híbrido em paralelo, tem um tanque de combustível que fornece gasolina para o motor e um conjunto de baterias que fornece energia para o motor elétrico. Tanto o motor a gasolina quanto o motor elétrico podem ativar a transmissão ao mesmo tempo e a transmissão então movimenta as rodas.
A animação abaixo mostra um híbrido em paralelo típico. Você perceberá que o tanque de combustível e o motor a gasolina conectam-se à transmissão. As baterias e o motor elétrico também se conectam à transmissão independentemente. Assim, em um híbrido em paralelo, tanto o motor elétrico quanto o motor a gasolina podem oferecer potência de propulsão.
 
Carro híbrido em paralelo
Passe o mouse sobre as peças para ter uma visão tridimensional
 
Carro híbrido em série
Passe o mouse sobre as peças para ter uma visão tridimensional

Em comparação, em um híbrido em série (abaixo), o motor a gasolina ativa um gerador que pode carregar as baterias ou alimentar o motor elétrico que impulsiona a transmissão. Portanto, o motor a gasolina nunca movimenta diretamente o veículo.
Observe o diagrama do híbrido em série, começando com o tanque de combustível e você perceberá que todos os componentes formam uma linha que ao final conecta-se com a transmissão.
    A estrutura de um carro híbrido tira vantagem de duas fontes de energia para aumentar a eficiência e oferece o tipo de desempenho que a maior parte das pessoas busca em um veículo. Na próxima página mostraremos como isto é feito.

Com que velocidade posso obter menor consumo de combustível?

Com que velocidade posso obter menor consumo de combustível?

Realmente, esta é uma questão muito complicada. O que você está perguntando é qual velocidade constante dará a melhor quilometragem. Não falaremos sobre paradas e arrancadas. Assumiremos que você está fazendo uma longa viagem por uma estrada e quer saber qual a velocidade que lhe dará a melhor quilometragem. Começaremos discutindo sobre quanta potência é preciso para movimentar o carro na estrada.
potência para movimentar um carro na estrada varia de acordo com a velocidade em que o carro está trafegando. A potência necessária é representada pela seguinte equação:
potência de carga da estrada = av + bv 2 + cv 3
A letra v representa a velocidade do carro e as letras ab e c representam três diferentes constantes:
  • o componente a vem, na maioria das vezes, da resistência de rolagem dos pneus e o atrito dos componentes do carro, como o arrasto das pastilhas de freio, ou o atrito dos rolamentos;
  • o componente b também vem do atrito em componentes e da resistência de rolagem nos pneus, mas também vem da potência usada pelas várias bombas no carro;
  • o componente c se origina principalmente das coisas que afetam o arrasto aerodinâmico, como a área frontal, coeficiente de arrasto (c) e densidade do ar.
Estas constantes serão diferentes para cada carro. Mas o fundamental é, se você dobrar sua velocidade, esta equação mostra que você aumentará a potência necessária por muito mais que o dobro. Hipoteticamente, um utilitário esporte de porte médio, que requer 20 cv a 80 km/h, deve requerer 100 cv a 160 km/h.
Pode-se ver também a partir da equação que se a velocidade v for 0, a potência requerida também será 0. Se a velocidade for muito baixa, então, a potência requerida também será muito pequena. Então podemos pensar que obtemos a melhor quilometragem em uma velocidade realmente baixa, como 2 km/h.
Mas acontece algo no motor que acaba com esta teoria. Se seu carro estiver a 0 km/h seu motor ainda estará funcionando. Para manter em movimento os pistões e funcionando os vários ventiladores, bombas e geradores, é consumida uma determinada quantidade de combustível. E quanto mais acessórios estiverem funcionando (tais como faróis e ar-condicionado), mais combustível ainda seu carro usará.  
Então, mesmo quando o carro está parado ele usa uma boa quantidade de combustível. Os carros obtêm a pior quilometragem a 0 km/h, pois gasta combustível sem percorrer nenhuma distância. Quando você engrena uma marcha e coloca o carro em movimento, digamos, a 2 km/h, ele usa apenas uma pequena quantidade a mais de combustível, porque a carga da estrada é muito pequena a 2 km/h - a esta velocidade o carro usa quase a mesma quantidade de combustível, mas vai a 2 km/h, isto representa um grande aumento na quilometragem. Agora, se o carro for a 4 km/h, novamente ele usará somente uma pequena quantidade a mais de combustível, mas vai duas vezes mais rápido. A quilometragem praticamente dobra!
Em conseqüência, a eficiência do motor está melhorando. Ele usa uma quantidade fixa de combustível para a própria potência e dos acessórios e uma quantia variável de combustível dependendo da potência requerida para manter um carro na velocidade dada. Então em termos de combustível usado por quilômetro, quanto mais rápido o carro andar, melhor uso faremos da quantidade fixa de combustível requerido.
Esta teoria se justifica até certo ponto. Finalmente, aquela curva da carga da estrada não nos pega. Uma vez que a velocidade atinja a faixa de 65 km/h, a cada 2 km/h de velocidade representa um aumento significativo na potência requerida. Por fim, a potência requerida aumenta mais do que o ganho de eficiência do motor. Neste ponto, a quilometragem começa a cair. Vamos adicionar mais 2 km/h à nossa equação e ver como esse aumento de 4 a 6 km/h se compara ao mesmo aumento de 80 a 82 km/h. Para facilitar as coisas, vamos assumir que ab e c são todos iguais a 1.
Velocidade
Equação
Resultado
4,8 km/h
3+3 2 +3 3
39
3,2 km/h
2+2 2 +2 3
14
Aumento da Potência de Carga 
174
82 km/h
82+82 2 +82 3
558.174
80 km/h
80+80 2 +80 3
518.480
Aumento da Potência de Carga 
39.694
Você pode ver que o aumento na potência requerida para ir de 80 a 82 km/h é maior que ir de 4 a 6 km/h.
Então, para a maioria dos carros, o "ponto bom" do velocímetro é a faixa de 65-100 km/h. Os carros com uma carga de estrada mais alta atingirão o ponto ideal em uma velocidade mais baixa. Alguns dos principais fatores que determinam a carga da estrada do carro são:
  • coeficiente de arrasto: é um indicador do quanto um carro é aerodinâmico devido apenas a sua forma. A maioria dos carros aerodinâmicos atuais possui um coeficiente de arrasto que é cerca da metade do de alguns piapes e utilitários;
  • área frontal: depende principalmente do tamanho do carro. Utilitários esporte de porte grande têm mais que o dobro de área frontal de alguns carros pequenos;
  • peso: afeta a quantidade de arrasto que os pneus impõem ao carro. Grandes utilitários esporte podem pesar duas a três vezes o que alguns carros pequenos pesam.
Em geral, carros menores, mais leves e mais aerodinâmicos conseguirão melhor quilometragem  altas velocidades mais altas. Veículos grandes, mais pesados e menos aerodinâmicos conseguirão sua melhor quilometragem em velocidades mais baixas.
Se você dirigir seu carro no "ponto bom", conseguirá a melhor quilometragem possível para ele. Se dirigir mais rápido ou mais devagar, a quilometragem piora, mas quanto mais perto do ponto ideal você dirigir, melhor a quilometragem obtida.