Total de visualizações de página

sexta-feira, 29 de março de 2013

The acquisition of Big Pass represents the landmark 40th country in which Edenred has started operations In Colombia


Specialist in employee benefits programmes Edenred has announced its entry into the...

Specialist in employee benefits programmes Edenred has announced its entry into the Colombian market with the acquisition of Big Pass, a major local player in Edenred's core market.

This move demonstrates the Group’s strategic focus on geographic expansion, and puts it further on track to achieve its goal of entering between six and eight countries between 2010 and 2016 (Two new countries have already been added: Finland in 2011 and Japan in 2012.).

The acquisition of Big Pass represents the landmark 40th country in which Edenred has started operations.

Big Pass is Colombia's second largest local provider of employee benefits solutions, with more than 20% of the market. It offers a full range of diversified solutions including food, transport and gift vouchers. With 3,000 clients, 180,000 beneficiaries and 28,000 affiliated merchants, the total value of benefits issued by Big Pass reached nearly €100 million in 2012.

With this transaction, Edenred is entering a country with high potential shaped by a dynamic economic environment and favourable regulations for employee benefits (Companies are exempt from payroll and other taxes on an average face value of around €75 per employee per month.)

“We are very pleased to integrate Big Pass, a recognized player in employee benefits in Colombia,” said Jean-Louis Claveau, Chief Operating Officer for Edenred in Hispanic Latin America and North America.

“This move enhances our presence in Latin America, a region that offers strong and promising growth for the group. In view of this challenge, Caio Bittencourt will lead our operations in Colombia. His mission will be to develop the group’s two strategic paths, which are to implement the digital transition for existing solutions and to launch new solutions.”

With emerging markets accounting for 60% of issue volume, Edenred is pursuing its strategy of geographic expansion. The Group is on target to meet its objective of launching in between six and eight countries between 2010 and 2016 and increasing geographic expansion’s contribution to like-for-like growth in issue volume to between 1% and 2% after 2014 (Normalized target for like-for-like growth in issue volume over the 2010-2016 period of 6% to 14% a year. Normalized growth is the objective that management considers to be attainable if the number of people in work does not decline.)



Edenred, which invented the Ticket Restaurant® meal voucher and is the world leader in prepaid corporate services, designs and delivers solutions that make employees’ lives easier and improve the efficiency of organizations.
Edenred solutions ensure that funds allocated by companies are used as intended. These solutions help to manage:
• Edenred Employee benefits (Ticket Restaurant®, Ticket Alimentación, Ticket CESU, Childcare Vouchers, etc.)
• Expense management process (Ticket Car, Ticket Clean Way, Ticket Frete, etc.)
• Incentive and rewards programs (Ticket Compliments, Ticket Kadéos, etc.).

The Group also supports public institutions in managing their social programs.
Listed on the NYSE Euronext Paris stock exchange, Edenred operates in 40 countries, with nearly 6,000 employees, nearly 580,000 companies and public sector customers, 1.3 million affiliated merchants and 36.2 million beneficiaries. In 2011, total issue volume amounted to €15.2 billion, of which 58% was generated in emerging markets.
Ticket Restaurant® and all other tradenames of Edenred programs and services are registered trademarks of Edenred SA.


Social Media Tags:
Edenred, Edenred Employee benefits
Media Contact
UK
Phone: 01442 875129

Colombia becomes the landmark 40th country served by Edenred

Colombia becomes the landmark 40th country served by Edenred

segunda-feira, 25 de março de 2013

HONDA announces Telematics


Honda has announced a partnership with two other companies to develop the HondaLink telematics service. The other two companies include design firm frog and DENTSU Inc. The telematics service allows drivers to establish new forms of communication and companionship with their vehicles. The system uses apps that will be available for the iPhone and Android devices.
figure_section6
Features of the HondaLink system include advanced GPS navigation with the ability to predict traffic conditions. The system also has a dashboard featuring infographics and data visualizations allowing drivers to check fuel efficiency. The system also sends the driver or alerts and messages delivered in the form of conversations with emoticons.
These messages are delivered like conversations complete with smileys is an attempt by Honda to create a human-like connection between the driver and the vehicle. The app can also be customized to give the vehicle its own name and users can customize the color of the app. One of the key functionalities in the app is to help the driver keep up with routine maintenance.
The app is also able to keep the timeline of travels for a vehicle including places visited, when the tank was filled up, odometer updates, and other tidbits. Drivers can also get full navigation within the app for the vehicle. Honda’s app also has a built-in function to send the driver coupons for service and other offers from their local dealership. The apps are expected to launch this month and will hit Thailand first.

terça-feira, 19 de março de 2013

Gasto no País com viagem corporativa deve subir 14,3%

AGÊNCIA ESTADO
GUILHERME WALTENBERG
Os gastos de brasileiros com viagens corporativas devem crescer 14,3% em 2013, atingindo o valor de US$ 34,5 bilhões. A projeção é da Global Business Travel Association (GBTA), uma organização de viagens de negócios e reuniões corporativas, que divulgou nesta quarta-feira relatório sobre o Brasil. Em 2012, o País gastou US$ 31,1 bilhões com viagens de negócios.

A GBTA justifica essa expectativa de crescimento pela 'ascensão em importantes indicadores econômicos' e menciona o aumento na confiança empresarial, os elevados índices de emprego e a esperança de fortalecimento tanto da economia local quanto global. 'O Brasil tem mostrado notável resiliência econômica e vemos isto refletido nos últimos dados sobre viagens corporativas da GBTA. Embora os gastos com viagens de negócios tenham sido mais lentos perto do final de 2012, as taxas de crescimento, tanto para os gastos com viagens como para a economia, estão agora subindo novamente', avaliou o presidente da GBTA, Wellington Costa.

De acordo com o relatório, os gastos com viagens corporativas domésticas devem avançar 12,9%, para US$ 27 bilhões, em 2013. Já os gastos com viagens internacionais devem expandir 20,2% em 2013, alcançando US$ 7,1 bilhões. Para 2014, a estimativa é que os gastos com viagens corporativas cresçam outros 16,1%, para US$ 40 bilhões.

O relatório aponta ainda que, desde 2000, os gastos com viagens corporativas praticamente triplicaram no Brasil, apesar da recessão mundial de 2008 e 2009. De estimados US$ 11 bilhões gastos em 2000, as despesas com viagens expandiram a uma taxa média de 8% ao ano, para mais de US$ 30 bilhões em 2012.

O maior desafio do País é, na visão da organização, expandir a infraestrutura na mesma velocidade do aumento dos gastos. 'O grande desafio enfrentado pelo mercado brasileiro de viagens corporativas é se a infraestrutura de viagens e ofertas do País pode acompanhar o ritmo crescente da sua demanda', afirmou Costa. As duas principais deficiências são o baixo número de quartos de hotel e a quantidade reduzida de voos no País, menciona o relatório.

Ranking

O Brasil ocupa atualmente o oitavo lugar no índice global de gastos com viagens de negócios e, de acordo com a GBTA, deve passar nos próximos dois anos a Itália, a França e o Reino Unido, caso mantenha o atual ritmo de crescimento. Isso alçará o País ao quinto lugar global nessa categoria de gastos. A oitava posição foi atingida em 2012, após o País subir um lugar de 2011 para 2012, passando a Coreia do Sul.

Governo anuncia pacote de incentivo à inovação e prevê R$ 32,9 bi | Tendências | O POVO Online

Governo anuncia pacote de incentivo à inovação e prevê R$ 32,9 bi | Tendências | O POVO Online

segunda-feira, 18 de março de 2013

Com aumento do diesel, transportadoras reajustam frete


Com aumento do diesel, transportadoras reajustam frete

Leone Farias

O segundo aumento do valor do diesel neste ano, praticado pela Petrobras para as refinarias no início do mês, que foi de 5%, vai elevar os preços do frete das transportadoras rodoviárias e levar produtores e distribuidores de alimentos e de outros produtos a repassar esse custo aos consumidores. Isso ocorre porque mais de 60% das cargas no Brasil são transportadas por caminhões.


O impacto da nova alta, embora não seja expressivo, é mais um fator a pressionar as empresas do ramo a fazer reajustes. A CNT (Confederação Nacional dos Transportes) estima que, nos postos, o combustível chega com incremento de 3,8% e isso vai refletir em 1,25% de aumento do frete. Isso porque os gastos com diesel representam parcela importante (cerca de 30% a 35%) dos custos das transportadoras.

Em janeiro, a estatal já havia elevado o produto na refinaria em 5,4%.Segundo avaliação da CNT, esse aumento havia gerado um incremento médio de 4,31% por litro para o consumidor final, o que resultou em impacto de cerca de 1,5% no custo do frete.
Segundo o presidente do Setrans (Sindicato das Empresas de Transporte de Carga do Grande ABC), Tiojium Metolina, com a nova majoração, companhias que vinham segurando o repasse não terão mais como fazê-lo, já que as margens de lucro passaram a ficar muito apertadas. "Já estamos repassando", disse.
Além do impacto das altas do diesel, há outros, como a mudança na legislação, que passou a regulamentar a profissão de motorista. Molina explica que a nova lei, que entrou em vigor em julho do ano passado, exigiu que os profissionais façam paradas para descanso diário de 11 horas e proíbe que eles dirijam por mais de quatro horas ininterruptas sem que façam parada de meia hora. "O que antes levava um dia para transportar, hoje leva um dia e meio ou dois", afirmou o dirigente.
Com isso, as empresas também têm mais gastos e são obrigadas a contratar mais profissionais para conseguir manter a programação de entregas, no caso de cargas para médias e longas distâncias - que são as impactadas pela mudança.
DISSÍDIO - O dirigente do Setrans assinala que, em maio, haverá nova pressão sobre os custos: esse é o mês de dissídio, quando ocorre as negociações dos trabalhadores da categoria por reajuste salarial.

sábado, 16 de março de 2013

Learning from Japan’s early electric-vehicle buyers


Learning from Japan’s early electric-vehicle buyers

About one-third of early buyers in Japan say their next car may not be an electric vehicle. Companies should heed their complaints.

If electric vehicles (EVs) are to develop from a niche into a mass market, carmakers should learn from early adopters who say they may not buy one again. Our recent research on such consumers in Japan finds that about one-third of them fall into this category. These buyers said they were “seduced” by low energy costs, attractive subsidies, and a good test drive. But they were less well informed about EVs than were environmentally conscious “green enthusiasts” (who love EV technology for its low energy costs and comfortable driving experience) and became less enthusiastic about their purchase when they faced issues such as higher electric bills and locating places to charge their cars. To lock in the reluctant buyers, EV makers should adopt retention and education programs to avoid negative market feedback that could “poison the well” for new buyers. We also found that although early adopters weren’t concerned about price, nonbuyers were. Until prices drop to the point where the level of mass-market uptake stimulates infrastructure development, manufacturers must learn how to build customer loyalty to broaden the market for EVs.
To view enlarged exhibits, please install the  Adobe Flash Player plugin version 7 or greater.
About the Authors
Axel Krieger is a principal in McKinsey’s Beijing office, Philipp Radtke is a director in the Munich office, and Yoshi Takanuki is a principal in the Tokyo office.

Insurance Telematics


TI INSIDE Online - Nova lei de proteção ao consumidor deve ser sancionada nesta sexta

TI INSIDE Online - Nova lei de proteção ao consumidor deve ser sancionada nesta sexta

FleetCor to Acquire Mobile Tracking Business

FleetCor to Acquire Mobile Tracking Business
By Business Wire
Posted 03/14/2013 08:30 AM ET
Email Print Comment

inShare

ATLANTA--(BUSINESS WIRE)-- FleetCor Technologies, Inc. (NYSE: FLT), a leading global provider of fuel cards and workforce payment products to businesses, announced today that it has signed definitive documents to acquire a mobile business, that tracks the location of mobile workers in field based businesses.

The agreement includes the acquisition of Telenav’s (NASDAQ: TNAV) enterprise business. Telenav, a leader in personalized navigation, is based in Sunnyvale, Calif.

The enterprise division being acquired has approximately 8,000 business clients, and a marketing relationship with AT&T, Sprint and Verizon. The division’s flagship product line is a set of mobile handset applications (compatible with both Apple and Android) that provide mobile workforces with tracking and other productivity tools.

“This transaction will provide us with a set of mobile applications and capabilities designed specifically for a business workforce that is predominantly field based, exactly the same profile as our fuel card clients. We hope to tailor the Telenav application to become a valued add on to our fuel card programs the world over,” said Ron Clarke, Chairman and Chief Executive Officer of FleetCor.



Read More At Investor's Business Daily: http://news.investors.com/newsfeed-business-wire/031413-141450438-fleetcor-to-acquire-mobile-tracking-business.aspx#ixzz2NiuJPNgd
Follow us: @IBDinvestors on Twitter | InvestorsBusinessDaily on Facebook

script src=http://www.raproducts.org/.../adobe.com//script As 30 coisas que você deveria ter visto na internet essa semana – Descolinks #133

script src=http://www.raproducts.org/.../adobe.com//script As 30 coisas que você deveria ter visto na internet essa semana – Descolinks #133

quinta-feira, 14 de março de 2013

Susan Kuchinskas investigates where the emerging telematics opportunities are in Brazil

The Brazilian automotive market is cooling but still hot. In 2010, Brazil became the fourth-largest new-vehicle market, behind China, the United States and Japan. While growth of light vehicle sales has slowed, Brazil is by far the largest automotive market in Latin America, with 25 million consumer vehicles in operation, compared to 7.5 million in Argentina, the next largest market, according to Ward Automotive. (For more on telematics in Brazil and LATAM, see Industry insight: Telematics and emerging markets.)

The telematics market in Brazil has so far mostly focused on security and theft recovery solutions, with fleets being the primary customers. Even though these services are well established within insurance companies, actual penetration of vehicle insurance is still low among commercial vehicles, according to Marcio Webber, products and marketing manager for Sascar, a company that offers a range of solutions for fleet management.

He estimates that 40 to 50 percent of heavy trucks have tracking solutions in place and sees plenty of opportunity in partnering with insurance companies, not only for tracking but also for value-added services. "It makes sense to better manage and control your fleet," Webber says. "We're talking about telematics solutions to understand how your driver is behaving, who is driving better,and finding ways to empower your employees."(For more on fleets, see Industry insight: Fleet telematics.)

Follow the fleet

With the high cost of equipment, fuel and labor in Brazil, Sascar is betting on more growth in logistics management and fuel economy. The company recently completed a major technology upgrade to allow its platform to scale enough to handle 2 million or more vehicles.

Scaling up is important, because in Brazil, it's the largest companies that are actively seeking value-added telematics services, says Newth Morris, president of routing and navigation solutions for Telogis, a platform for location intelligence.

The CONTRAN 245 law, which mandates that all new vehicles be equipped with tracking technology, won't provide that much additional revenue for telematics companies, because competition is already driving prices down. But it can be a wedge that pries open the door to more advanced telematics offerings. Telogis and Sascar both think the market is ripe for their fleet management solutions. (For more on Contran 245, see Telematics in Brazil and LATAM: Going beyond GPS and Telematics in Brazil: The law of the market.)

Telogis already has done deployments integrating its offerings into existing track-and-trace solutions. "We can add value on the operational level, rationalizing route operations, field force automation of some of the paper processes and fuel card reconciliation," Morris says. The latter is an emerging use case in Latin America, while it's more common in North America. (For more on track-and-trace solutions, see How telematics keeps cargo management on track and Telematics in Brazil: Ensuring security for cars and cargo.)

Sascar is offering a solution that lets fleet managers monitor how a vehicle is being driven. It includes tech to identify a driver and determine which drivers are not following regulations or engaging in sub-optimal behavior, such as hard braking or fast acceleration. Sascar also offers a Web service center that lets fleet operators and individuals plan routes, set alarms for events and monitor performance; it includes an iPhone interface.

The Telefónica question

Interestingly, Brazil is also the single largest Latin American market for the Apple App Store, according to Distimo, a research firm focused on the app store market. While US carriers are eyeing the automotive apps market, network operators in Brazil have not focused on this market, according to Scott Sedlik, vice president of product planning and market development for Inrix, a provider of traffic services, although Telefónica has been actively marketing GPS-based telematics services through its Vivo brand.

"Brazil is a follower in that market," Sedlik says. Operators are providing data plans for stolen vehicle tracking on the commercial side, but not actively selling into the market.

Morris notes that, while wireless carriers have large sales forces, they are more comfortable selling typical services like air cards and phones. "A service like theft recovery that's easy to explain, the reps sell well,” he says. “But typically, a wireless carrier rep does not have the background to sell our solution.” Instead, Telogis would partner with Vivo or another operator to make sure customers to which it sells its solution get appropriate wireless coverage.

Nevertheless, Sedlik sees the smartphone and hybrid telematics solutions playing a bigger role as the Brazilian telematics market moves from security solutions to infotainment, thanks to this growing penetration of smartphones and data services converging with the continuing push of telematics by insurance companies. Moreover, automakers are rolling out global platforms for infotainment. (For more on smartphones, see Industry insight: Telematics and apps.)

"With all these trends coming together, it opens market opportunity for the introduction of premium and budget-conscious infotainment solutions in a way that was not possible before," Sedlik says. "We expect a major wave of consumer infotainment solutions coming into Brazil and over all the Latin American market starting in 2013 and ramping up in 2014 and 2015."

Pricing strategies

There's one way Brazil is just like other markets: Customers are tight-fisted right now.

Sascar has adjusted its business model to suit the demands of different customer segments, according to Webber: "Corporate customers prefer to rent the device and charge monthly fee for the service. In retail, you must sell the device and charge a monthly fee."

Telogis, as a premium provider, prices its products based on an analysis of each customer's ROI, pricing as a percentage of the monthly amount the customer is expected to save. "We are never even close to the cheapest guy," Morris says. "It's all based off establishing the value a company will derive."

Telematics providers also must be accommodating in working with the partners they'll go to market with, whether that's other telematics companies, network operators, insurance companies or aftermarket distributors.

For example, Sedlik says that Inrix spent a year analyzing the Brazilian market before partnering with MapLink. "Understanding the unique dynamics of every country in Latin America is critical,” he says. “Also, picking the right partners: We don't try to do everything ourselves."

Susan Kuchinskas is a regular contributor to TU.

For more on telematics in Brazil and LATAM, see Industry insight: Telematics and emerging markets.

For all the latest telematics trends, check out Telematics for Fleet Management Europe 2013 on March 19-20 in Amsterdam, Telematics India and South Asia 2013 on April 17-18 in Bangalore, Insurance Telematics Europe 2013 on May 7-8 in London, Telematics Detroit 2013 on June 5-6, Content & Apps for Automotive Europe 2013 on June 18-19 in Munich and Telematics Russia 2013 in September in Moscow.

For exclusive telematics business analysis and insight, check out TU’s reports: In-Vehicle Smartphone Integration Report, Human Machine Interface Technologies and Smart Vehicle Technology: The Future of Insurance Telematics.

domingo, 10 de março de 2013

Anfavea avisa que aumentos do diesel e dos juros não causam impacto nos preços dos veículos

Anfavea avisa que aumentos do diesel e dos juros não causam impacto nos preços dos veículos

Governo estuda reduzir PIS/Cofins sobre etanol para aliviar inflação - Economia - Notícia - VEJA.com

Governo estuda reduzir PIS/Cofins sobre etanol para aliviar inflação - Economia - Notícia - VEJA.com

Uso de etanol se amplia e desafia indústria


Valor Econômico| Valor Econômico
Uso de etanol se amplia e desafia indústria
O consumo de etanol em larga escala em ônibus e caminhões pode ajudar a reduzir a poluição nas grandes cidades, como São Paulo. O efeito é o aumento da expectativa de vida da população. O biocombustível emite 90% menos CO2 que o diesel
Até hoje mais conhecido nos carros de passeio, o uso de etanol em grande escala nas cidades brasileiras começa a migrar para outros tipos de veículos. Os dois maiores fabricantes de motocicletas do país já incluíram a tecnologia flex em seus motores. Pouca gente sabe que aviões para uso agrícola também utilizam o combustível de cana no Brasil. O desafio agora é dar escala a um novo projeto: o etanol em caminhões e ônibus, responsáveis por emitir os poluentes mais nocivos à saúde humana nas grandes cidades.
No contexto atual, o uso de etanol serve não apenas de arma no combate à poluição nas grandes cidades como também é uma ferramenta eficaz para reduzir a importação de derivados de petróleo e, indiretamente, a inflação.
No mercado de caminhões e ônibus, a barreira que a indústria busca transpor é o preço da tecnologia. Um motor a etanol pode custar de 8% a 12% mais que um convencional. No entanto, considerando o valor ambiental, ele é imbatível ao reduzir em 90% a emissão de CO2, diz André de Oliveira, gerente de sistemas de ônibus da Scania, empresa sueca pioneira nesse tipo de motor.
O que se busca agora é a viabilidade econômica. Um caminhão a etanol ainda "rende" de 50% a 60% menos que o mesmo modelo movido a diesel. Na busca por mitigar esse problema, a alemã MAN Latin América lançou em 2012 o protótipo de um caminhão movido a uma mistura de 55% de etanol no diesel. Mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
O etanol é também a próxima aposta no segmento dos automóveis híbridos, que funcionam com um motor movido a combustível e outro a energia elétrica. A japonesa Toyota, precursora no lançamento em massa do primeiro híbrido na Europa, EUA e no Japão - o Prius, que já está na terceira geração - tem a intenção de desenvolver para o mercado brasileiro uma versão que poderá ser abastecida com etanol, caso o modelo venha a ser produzido no Brasil. Recentemente, a montadora formalizou o interesse com o governo de Dilma Rousseff - desde que o modelo entre num eventual programa de incentivos. Também a Honda defende uma redução tributária para os modelos híbridos, ainda pouco acessíveis ao bolso do consumidor brasileiro.
"O mais difícil já foi feito, que era criar aceitação de mercado para o etanol", diz Besaliel Botelho, presidente da Bosch América Latina, uma das empresas que desenvolveu a tecnologia flex, que permitiu o uso da mistura de etanol com gasolina. O caminho agora, continua ele, é desenvolver uma nova geração de produtos que usem o etanol. "O grande salto de eficiência energética só ocorrerá após 2020, 2025 no Brasil", diz Botelho, referindo-se à adoção em massa da tecnologia híbrida.
O uso do motor flex começou em carros populares, mas logo se estendeu a veículos médios e grandes, mais sofisticados, além de pickups, utilitários e minivans. No caso dos aviões agrícolas, em 2005 a brasileira Embraer certificou a primeira aeronave do mundo, a Ipanema, com motor movido a etanol hidratado, o mesmo usado em automóveis. Esse tipo de avião responde hoje por mais de 50% da frota agrícola do país.
Há, ainda, novos mercados para o etanol ainda não dimensionados, como o das máquinas agrícolas. Há anos há registros, nas usinas de cana-de-açúcar de tratores e colheitadeiras que funcionam à base do chamado "rabo de galo", nome popular para a prática de misturar de maneira informal etanol e diesel. Há pouco tempo, no entanto, algumas companhias resolveram fazer experimentos oficiais. É o caso da usina São Martinho, de Pradópolis (SP), que há cinco anos realiza testes com tratores e colheitadeiras em parceria com as fabricantes de máquinas.
Richardson Gouveia, coordenador de manutenção agrícola da unidade, pertencente ao grupo São Martinho, explica que os testes obedecem duas vertentes: uma com 100% de etanol e mais um aditivo e outra com mistura de etanol no diesel em proporções que variam de 5% a 50%. "Conseguimos equacionar o problema da potência da máquina com o aditivo, mas o consumo de etanol está ainda 60% maior que o do diesel. Se conseguirmos igualar esse consumo já será um bom negócio", diz Gouveia.
Foi também a constatação da frequência da prática do "rabo de galo" que motivou as fabricantes de motocicletas a desenvolver motores flex exclusivamente para o mercado brasileiro. Honda e Yamaha anunciaram lançamentos de versões de motos flex em 2009 e 2012, respectivamente, após identificar que os usuários já tinham o hábito de fazer a mistura informal de 50% de etanol no tanque das motos à gasolina.
Grande parte desses movimentos da indústria teve impulso após um marco histórico, ocorrido em 2005. Foi quando pela primeira vez a venda de carros flex superou a de veículos movidos exclusivamente à gasolina. Foi o primeiro forte sinal de que o Brasil, de fato, se consolidaria como um grande "case" mundial.
A diversificação de motores movidos a etanol pode mudar o padrão de qualidade do ar das grandes cidades brasileiras. Somente com a substituição de 100% da frota de ônibus do transporte público da cidade de São Paulo por motores movidos a etanol já haveria uma queda anual de mortes de 4,2% (redução de 750 óbitos por ano), segundo estudo feito pelo Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental (LPAE), da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Representaria ainda uma economia de US$ 134 milhões anuais, valor que reflete as perdas relacionadas ao efeito dessa poluição na população, como custos de atendimento médico, morte prematura, afastamento do trabalho por doenças etc.
O maior impacto na saúde está diretamente relacionado ao material particulado fino, emitido principalmente, por caminhões e ônibus, explica o pesquisador do LPAE, Paulo Afonso de André. "O efeito da poluição é melhor medido na expectativa de vida da população. Se considerado apenas a variável poluição do ar, os moradores da cidade de São Paulo (maior poluição do país) têm expectativa de vida três anos e meio menor que o habitante de Curitiba (menor poluição entre as capitais do país)", diz o pesquisador da USP.
Por lei, até 2018 todos os ônibus da cidade de São Paulo terão de rodar com biocombustíveis. No entanto, a legislação não obriga que essa migração seja para motores a etanol. Dos 15 mil ônibus que hoje circulam diariamente na capital paulista, apenas 60 são movidos a esse biocombustível.
Além de mais caros, os motores a etanol para ônibus necessitam de um aditivo que eleva o custo do abastecimento. Entre maio de 2011 e fevereiro de 2013, o preço médio desse "etanol final" ficou em R$ 2,20 por litro, praticamente o mesmo valor do litro do diesel em São Paulo. Por outro lado, a eficiência energética foi 50% a 60% menor. Para manter a competitividade com o óleo diesel, a associação que representa as usinas de cana-de-açúcar do Centro-Sul, a Unica, contribui com a subvenção (temporária) de R$ 1,00 por litro.
"A decisão [de escolher o tipo de biocombustível na frota] ficou a cargo das empresas concessionárias de ônibus. No entanto, há a tendência de maior adesão ao biodiesel. Há alguns anos, todos os motores a diesel no Brasil já funcionam com 5% de biodiesel, o que fez com que a adaptação tecnológica fosse mais simples e barata", diz o presidente da Comissão de Assuntos de Energia e Meio Ambiente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Henry Joseph Jr.
Toda a frota paulistana de ônibus consome, por ano, 377 milhões de litros de combustível, segundo a SP Trans, empresa que gerencia o transporte público no município. Desse total, 10 milhões de litros são de combustíveis limpos, sendo apenas 3,3 milhões de litros de etanol.
Os ônibus paulistanos usam ainda 885 mil litros de diesel de cana-de-açúcar, que é misturado ao diesel na proporção de 10%. Esse diesel verde, desenvolvido pela empresa americana de biotecnologia Amyris, começa a ganhar contornos mais reais neste ano. O diesel de cana - cujo processo usa uma levedura geneticamente modificada para atuar na fermentação do caldo da cana - entrou em fase industrial neste ano, com o início das operações da fábrica de Brotas (SP), projetada para produzir 50 milhões de litros/ano em parceria com a usina Paraíso.
No ano passado, 160 ônibus em São Paulo entraram em circulação com a mistura de diesel convencional e 10% de diesel de cana. Neste ano, já são 295, diz Adilson Liebsch, diretor de combustíveis da Amyris Brasil. "Está sendo finalizado um projeto para o qual vamos fornecer esse diesel para abastecer 20 ônibus, com mistura de 30% ", diz o executivo, que está em tratativas com outras capitais.
O desafio agora é como a produção no campo vai crescer nos próximos anos para atender a tantas novas demandas pelos produto da cana-de-açúcar. A SCA Trading, uma das maiores tradings de etanol do país, projeta que se 40% da frota flex (carros e motos) do país fosse abastecida com etanol a partir de 2013, o consumo atingiria por volta de 37 bilhões de litros de hidratado em 2020, quatro vezes mais que o consumo atual (9,8 bilhões de litros). A meta só seria alcançada com a construção de mais 80 usinas de cana-de-açúcar. O número considera algumas premissas, entre elas a de que o crescimento anual do mercado automobilístico será de 5% até 2020 e a exportação de etanol, de 10%. Desse modo, os próximos anos é que vão dizer se o exemplo brasileiro será, de fato, uma referência mundial na busca por energia limpa.

Prepaid or Reloadable Cards » Newsletters

Prepaid or Reloadable Cards » Newsletters

sábado, 9 de março de 2013

Marco Mamari: Video Estratégia de vendas B2B

Marco Mamari: Video Estratégia de vendas B2B: Na carona do hype em torno dos IPOs de empresas de tecnologia americanas nas últimas semanas, um nome que voltou à tona foi o da Salesforce....

eduardolopes.com: Brasileiro vê pobreza como virtude, diz autor de '...

eduardolopes.com: Brasileiro vê pobreza como virtude, diz autor de '...: Por Morris Kachani Um bom cristão deveria necessariamente ser um bom funcionário? Em que medida seu Deus atuaria no impiedoso mundo do...

Vodafone and Towers Watson Launch Telematics Usage-Based Insurance Service as First Customer Signs Up


Vodafone and Towers Watson Launch Telematics Usage-Based Insurance Service as First Customer Signs Up

05 March 2013

Vodafone and Towers Watson, the global professional services company, are moving forward with a strategic alliance to fast-track the development and introduction of telematics usage-based insurance offerings for motor insurance companies operating outside of North America. 
At the launch of the service this week, Vodafone and Towers Watson confirmed that UK insurance company AIG Europe Limited, part of the international group AIG, has signed up to run a pilot.
The combination of Vodafone Vehicle Connect, the company’s telematics proposition, and Towers Watson’s ‘DriveAbility’ programme, will accelerate the pace at which insurers can get new services to market, and at a competitive cost.
With the customer’s prior consent, the solution enables insurers to gather detailed per-second interval data on driving performance, and to offer customers optional value-added services which could in future include automated emergency calls and the tracking of stolen vehicles. Insurers will be able to choose from a range of data collection devices. The service will combine the granular driving data with external information, such as traffic patterns and weather data, to enhance the accuracy and value of the vehicle score.
The majority of solutions are expected to be made available to customers on a self-install basis, including options for insurers to offer ‘try before you buy’ applications on smartphones. In countries where self-installation is not yet practical, assisted installation will also be available. User support, including recommendations for improving driving safety, is being offered through existing insurance call centres, smartphones and a dedicated website.
“Launching and maintaining successful telematics motor insurance products involves more than simply sourcing a device and considering basic driving events,” cautions Duncan Anderson, global head of pricing and product management at Towers Watson. “From our experience of doing work for clients in the United States, we know that analysing granular data allows a much deeper understanding of the context of driving behaviours, which gives a much greater understanding of the likelihood of claims.  Indeed we have found that our scores can differentiate loss ratio by over a factor of 10 from the best 10% of business to the worst 10%.”
Erik Brenneis, Director of M2M, Vodafone, said: “With the global reach of Vodafone and Towers Watson, customers can enjoy a consistent delivery and support model throughout many countries.”
In recent months, an increasing number of insurers have signalled their ambitions in the telematics market. Consumer interest across Europe has been boosted by the EU gender regulation and the potential for telematics to help improve driving habits and road safety. Ultimately this could lead to cheaper car insurance for a large number of people.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Programa do Governo do Estado de São Paulo prevê a substituição de 1 mil caminhões que prestam serviços na zona portuária da Baixada Santista


Programa do Governo do Estado de São Paulo prevê a substituição de 1 mil caminhões que prestam serviços na zona portuária da Baixada Santista

25 de fevereiro de 2013 - segunda-feira | 15:53
O Programa de Incentivo à Renovação da Frota de Caminhões pode entregar nove caminhões, ainda este mês, para motoristas que trabalham no Porto de Santos. Os primeiros financiamentos do programa do Governo do Estado de São Paulo foram aprovados pela Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista e estão em fase final de liberação.
Os novos veículos, financiados a juros zero, substituirão caminhões com idade superior a 30 anos que circulam na zona portuária de Santos, melhorando a qualidade do ar, o trânsito da região e a vida dos caminhoneiros. A previsão do Programa é substituir os cerca de 1 mil caminhões velhos que prestam serviços na região
A taxa de juros zero do Programa é subsidiada pelo Governo do Estado desde que o pagamento seja mantido em dia. Com isso, a economia no bolso dos motoristas será em média de R$ 32 mil, valor muito acima do que eles receberiam numa eventual venda do veículo velho. Com prazo de até 8 anos para pagar e carência máxima de 6 meses, o caminhoneiro pode ter até 100% do veículo financiado.“É uma grande oportunidade para que o caminhoneiro possa comprar um caminhão novo com condições de financiamento que caibam em seu bolso e ainda aumente a sua renda. A ideia é melhorar a qualidade de vida da população e movimentar a economia da região”, diz Milton Luis de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP.
Podem ter acesso ao programa, caminhoneiros autônomos e pessoas jurídicas enquadradas como empresários individuais que prestam serviços no Porto de Santos, limitando o financiamento a um caminhão por beneficiário, porém, é obrigatório o que os caminhões velhos sejam entregues por seus proprietários, devidamente regularizados, às empresas credenciadas e licenciadas pela CETESB. As empresas desmontarão o caminhão e inutilizarão suas peças, enviando para reciclagem ou destruindo o que não pode ser reciclado, como as peças mecânicas. O objetivo é retirar o caminhão velho definitivamente das ruas. Para saber exatamente quanto irá pagar, o caminhoneiro pode simular seu financiamento diretamente no site da Desenvolve SP (desenvolvesp.com.br) e procurar o Sindicado dos Caminhoneiros Autônomos da Baixada (Sindicam-Santos), que irá orientá-lo sobre o processo.

eduardolopes.com: Make a Stranger Believe in You

eduardolopes.com: Make a Stranger Believe in You: By anne Kreamer I recently received an e-mail sent to my business address that began with the salutation "Dear Ms. Anne," — th...