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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Garmin apresenta duas novas ferramentas para gestão de frotas


Garmin apresenta duas novas ferramentas para gestão de frotas

Garmin apresenta duas novas ferramentas para gestão de frotas
Comunicado de imprensa:
 
A somar ao seu portfólio de soluções e produtos para gestão e controlo de frotas de grandes veículos, a companhia lança mais duas novas ferramentas: um localizador móvel GTU™10-API para gerir os recursos humanos, e a Garmin Fleet Management Interface que localiza os veículos da frota e permite a comunicação entre eles por sms, entre muitas outras funcionalidades.
 
Lisboa, 15 de fevereiro de 2013 - A Garmin, líder mundial em soluções de navegação por satélite*, acaba de apresentar duas novas soluções para gestão de frotas: GTU 10-API e Garmin FMI (Fleet Management Interface). As duas novas ferramentas vêm ajudar os profissionais do setor da localização de frotas a desempenhar as suas funções com maior conforto e profissionalismo.
 
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GTU 10-API, localizador móvel
 
Pequeno, leve e impermeável, o novo localizador instala-se no veículo que se pretende localizar e funciona mediante uma interface de programação de aplicações (API) telemáticas para rastrear os veículos da frota. Extremamente intuitivo, instala-se no veículo, regista-se e ativa-se uma conta por cada dispositivo que se pretenda utilizar. A partir daqui, a comunicação faz-se de forma  telemática a partir de um computador portátil ou um telemóvel para visualizar o percurso e a localização do veículo, nomeadamente através de um mapa. Com o GTU™ 10-API torna-se possível limitar zonas de circulação: a central recebe um alerta via sms ou email sempre que determinado veículo “foge” dessa área permitida. Do mesmo modo, através de um computador portátil ou de outro dispositivo móvel é possível consultar o historial dos percursos e ter acesso à informação de vários GTU™ 10-API, e configurar cada dispositivo segundo as regiões específicas. Outra vantagem que esta nova solução oferece consiste em alertar para as entradas e saídas das áreas atribuídas a determinado veículo; verificar se o dispositivo está desligado; e ainda recuperar todas as informações do GTU, assim como os dados de configuração e facilitar o histórico do rastreamento.
 
 
Garmin FMI, um interface para uma gestão 360º
O Garmin Fleet Management é uma interface que faz a gestão da frota, através dos GPS compatíveis instalados em todos os veículos da frota empresarial e de um cabo especial para comunicar com o centro de controlo de dados através de uma unidade de rede wireless.
 
Os GPS da Garmin quando compatíveis, como por exemplo os modelos dēzl, ajudam na monitorização das frotas, atuando enquanto GPS, localizadores e, graças ao interface para envio de sms, estabelecem uma comunicação direta com a unidade de controlo, assim como um reencaminhamento imediato de veículos com novas mensagens e instruções.
 
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Funcionalidades disponíveis
Entre as diversas funcionalidades que a Garmin FMI oferece, esta ferramenta permite que as mensagens enviadas a partir da unidade central apareçam na caixa de entrada do GPS, assim como os pontos de interesse (POI) entram diretamente para a secção de favoritos do equipamento. Se pretenderem, para uma melhor organização, as empresas podem renomear os ícones do GPS de acordo com as suas necessidades, nomeadamente a de se adicionar a opção de armazenamento máximo de 200 mensagens nos dispositivos de navegação Garmin.
 
Um dos pontos-chave desta interface é a identificação do condutor, permitindo saber quem está a conduzir, quando conduz e onde se encontra o veículo. A identificação pode ser feita pelos próprios condutores através de uma senha com o máximo de 50 caracteres antes de iniciar viagem.
 
Protocolos de atuação do FMI
Dos vários protocolos que esta avançada ferramenta oferece, a Garmin destaca:
 
Verificação automática quando os veículos chegam ao seu destino: este protocolo comunica ao GPS quando se chega a um destino, permitindo ao condutor assinalá-lo antes de iniciar nova rota.
 
Protocolo de estado: permite realizar comunicações imediatas para que os condutores enviem automaticamente as suas atualizações de estado.
 
Protocolo de eliminação de dados: a sede (ou o escritório central) pode eliminar toda a informação armazenada nos GPS da Garmin.
 
Protocolo de final de curso: os dispositivos da Garmin podem mostrar no seu visor uma lista dos destinos efetuados através de um ícone independente “mystops”.
 
Protocolo de tempo estimado de chegada: a partir do escritório central é possível pedir a ETA (hora estimada de chegada) da rota ou do destino que se está a fazer de momento.
 
 
Na voz de Mariana Dias, Marcoms Manager da Garmin Ibéria para Portugal, as novas ferramentas “são uma mais valia para qualquer empresa que necessite gerir com eficácia a sua frota de veículos. Não apenas fazem a localização dos veículos, como facultam informações muito relevantes sobre quem os conduz, os locais de paragem e a rota seguinte além de todo o histórico de navegação e formas de se aceder a esta informação. É sem dúvida de grande valor para quem pretende ter o total controlo dos seus recursos empresariais”.

Gestores aperfeiçoarão controle de frotas de veículos de qualquer porte


Gestores aperfeiçoarão controle de frotas de veículos de qualquer porte
Foto: DivulgaçãoAulas iniciarão no dia 2 do próximo mês
Estão abertas as inscrições para os cursos de Gestão de Frotas e Excel avançado, promovidos pelo Instituto Univia. As aulas iniciarão no dia 2 do próximo mês e serão ministradas pelos especialistas Edson Torres e Klever Cavalcanti, respectivamente. O intuito das qualificações é capacitar gestores para o controle de frotas de veículos de qualquer porte.
O curso de Gestão de Frotas ocorre no horário das 8h às 12h, divididos nos módulos sistemas de informação, manutenção e visitas técnicas, no Hotel Transamérica, em Boa Viagem, zona sul do Recife. No mesmo local, também será feita a capacitação de Excel, voltada para analistas de logísticas. Nesse caso, as aulas, das 13h às 17h, abordarão assuntos como construção de bancos de dados, funções logísticas, dimensionamento de estoques e estratégias de armazenamento.
Trinta vagas serão disponibilizadas para cada curso, com investimento de R$ 250. As inscrições para as capacitações podem ser feitas pelo e-mail inscricoes@institutounivia.com.br. Outras informações sobre os cursos podem ser conseguidas pelo telefone (81) 3025-2612.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 18:59 Marta: Vale Cultura entra em vigor no meio do ano


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013 18:59

Marta: Vale Cultura entra em vigor no meio do ano

Agência Estado

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, anunciou nesta segunda-feira que o Vale Cultura, que será regulamentado no fim deste mês, será cumulativo e deve estar pronto para operar a partir de junho ou julho. Segundo ela, o trabalhador que tiver o "cartão pré-pago" do Vale Cultura poderá abrir mão de utilizar o benefício em um determinado mês e gastá-lo futuramente sem que ele expire. "O benefício em termos culturais do Vale Cultura vai ser muito grande."Marta Suplicy apresentou nesta tarde o projeto para empresários paulistas na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). A ministra também anunciou que vai percorrer o País para angariar adesões ao Vale Cultura. "Estou pensando em fazer o périplo talvez de forma mais institucional", afirmou.Marta: Vale Cultura entra em vigor no meio do ano

O Vale Cultura segue o modelo do Vale Alimentação, no qual o trabalhador receberá um benefício de R$ 50 para gastar com atividades culturais - 10% deste valor será abatido da folha salarial. O projeto prioriza quem ganha até cinco salários mínimos, e as empresas tributadas com base em lucro real que aderirem ao projeto receberão um abatimento no imposto de renda de 1%. Já os trabalhadores que recebem mais de cinco salários mínimos terão um desconto na folha de pagamento superior a 10%, escalonado conforme a faixa salarial.
O Ministério da Cultura trabalha com uma base de 18,8 milhões de trabalhadores que seriam beneficiados com o projeto. Inicialmente, todas as estatais vão aderir ao Vale Cultura, de acordo com a ministra. A expectativa do governo é de que o programa injete R$ 11 bilhões na cadeia produtiva cultural. Estima-se que a renúncia fiscal no primeiro ano supere os R$ 500 milhões.
Jeito Marta de ser
Marta Suplicy disse que ainda é uma incógnita para o ministério de que forma os trabalhadores deverão utilizar o benefício, que pode ser empregado tanto na compra de ingressos para shows quanto para a compra de livros. "Nós não sabemos bem onde as pessoas vão consumir. É uma coisa muito nova para todos", comentou.
No fim do encontro com os empresários, a ministra se incomodou com uma pergunta de um conselheiro do Serviço Social do Comércio (Sesc), que reivindicou que a programação da TV Sesc seja classificada pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) como conteúdo brasileiro qualificado, o que permitiria que fosse distribuída pelas operadoras de TV a cabo sem custo. "Está muito certo a Ancine não financiar", rebateu a ministra. Ao sair, o diretor regional do Sesc, Danilo Miranda, relevou a irritação da ministra. "É o jeito Marta de ser", brincou.

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8 Things Employees Wish They Could Tell Their Boss


We all filter what we say, especially when we communicate with people above us in the professional food chain. (Show me an employee who tells her boss everything she's thinking and I'll show you an employee soon to be unemployed.)
At times verbal restraint is a good thing, but when employees hesitate to speak it can keep their bosses from understanding what they really think – and, more importantly, what they really need.
Here are a few things most employees are thinking but will never say -- not the stuff that might feel good but wouldn't be constructive, but things with lasting impact:
"Give me an important task and I know you respect me." Assigning a critical task is a definite sign of respect. The more important the project… and the bigger the impact if the project succeeds or fails… the greater the respect shown the employee.
But why stop there?
"Give me an important task -- and let me figure out how to do it -- and I know youtrust me." When you’re a leader it's natural to tell employees how to carry out a particular task. After all, you know what needs to be accomplished and you have definite ideas regarding how.
But when you assign a project without extensive direction or without outlining a series of steps, employees know you not only respect their abilities but also trust their knowledge, their creativity, and their judgment.
Respect feels great. Respect and trust feels awesome.
"Actually, I would like to work here for a long time." Lost in job-hopping statistics is the fact that many people don't leave a job for more money; many leave because of a poor relationship with their boss.
Good employers don't assume high employee turnover is a fact of employment life. Employees don't start checking employment ads unless you give them reasons. Good employers find out why employees want to leave and they address those issues.
Few people look forward to the upheaval and stress of starting a new job unless the old job – and, more likely, old employer -- is terrible.
"I appreciate that you stopped to talk... but can't you see I'm falling behind?" While especially true in production environments it happens everywhere: The boss stops by to "talk," monopolizes the employee's time... and when the boss walks away the employee is left scrambling to catch up on their work.
Employees want their boss to talk to them... but they also have work to do.
In some settings there's an easy fix, especially if the job involves physical tasks: The boss finds a way to help out while they talk. Not only do employees appreciate the mini-break, chatting is more natural and a lot less forced.
Otherwise, smart bosses pick their spots. If nothing else they never interrupt a busy employee just because their calendar says it's time to grace the staff with their inspirational presence.
"I don't really care about your personal life..." Talking about non-work subjects is a good way to establish rapport and a basis for a personal relationship, but what do you talk about with someone you don't know well? Many bosses naturally default to talking about themselves.
How enchanting.
Employees -- new employees especially -- have no interest in your kids, your hobbies, or your vacation plans. They would much rather talk about how they're performing, how they can earn opportunities, how they can advance….
"...and I can tell you don't really care about my personal life." Questions like, "How's your family?" or "Do you have any hobbies?" or "How 'bout them Cowboys?" often come across as forced and insincere.
That's especially true where longer-term employees are concerned. If in time a boss can't get to know an employee well enough to have slightly meaningful conversations, maybe it’s time to stop trying and stick to work-related topics.
Don't worry; often that will come as a relief to the employee.
"An occasional ‘thanks’ makes a huge difference." Some employers act as if ‘thanks’ comes in the form of a paycheck.
Some rewards can be more powerful than money. Good bosses find specific reasons to thank employees for what they do. They look for accomplishments, no matter how small, and express appreciation.
"Thanks for staying a late yesterday." "Thanks for working through that customer complaint; I know it wasn't easy." "Thanks for letting me know about our database problem; who knows how long we would have kept having issues if you hadn't."
Saying thanks is easy... and it’s a great conversation starter.
Pay for work performed is a given. Appreciation and recognition should be, too.
Final thought: If you’re a boss, when you talk with employees always apply a 4:1 ratio: Make sure the employee speaks four times as much as you do.
When you do, you'll be surprised by what you hear -- and by the relationships you'll build.
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